Top PDF Gestação: Um aplicativo para o acompanhamento pré-natal

Gestação: Um aplicativo para o acompanhamento pré-natal

Gestação: Um aplicativo para o acompanhamento pré-natal

Meu pré-natal é um aplicativo desenvolvido pela faculdade de medicina da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). Atualmente mais de 100 mil usuárias utilizam esse aplicativo que é educacional e foi desenvolvido com o intuito de sanar dúvidas sobre a gestação, posteriormente o aplicativo recebeu uma atualização e uma nova funcionalidade chamada plano de parto que ajuda a mulher informar ao médico suas expectativas para o parto. A ferramenta expõe um conjunto de perguntas e respostas com os conteúdos mais importantes e que as mulheres precisam conhecer, com isso é possível entender as transformações que ocorrem no corpo e melhor compreender a evolução da gestação. A funcionalidade, plano de parto pode ser lida por um médico que acompanha a gestante. Nessa funcionalidade a mulher exprime quais são os seus desejos e como ela gostaria que ocorresse o parto, quem ela gostaria que a acompanhasse durante esse importante momento entre outros detalhes.
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COORTE DE 2015 ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL ENTREVISTA CONTATO INICIAL

COORTE DE 2015 ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL ENTREVISTA CONTATO INICIAL

acompanha a gestação 1 Outro médico ou enfermeiro 2 Outra pessoa 3 IGN 9 (.a) 65v2d. Este remédio é em forma de comprimido, gotas ou líquido? Drágea/comprimido/cápsula 1 Gotas 2 Líquido/mL3 IGN 9 (.a) 65v2e. Qual o nº de <comprimido OU gotas OU ml> usadas por

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O CONHECIMENTO DAS PUÉRPERAS SOBRE A IMPORTÂNCIA DO ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL

O CONHECIMENTO DAS PUÉRPERAS SOBRE A IMPORTÂNCIA DO ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL

Além da abordagem clínica, devem ser realizadas também as atividades educativas. Onde nelas devem será bordados aspectos como cuidados de higiene, realização de atividade física, alimentação saudável, desenvolvimento da gestação e as modificações corporais e emocionais, atividade sexual, sintomas comuns na gravidez e orientações para as queixas mais frequentes, sinais de alerta e o que fazer nessas situações, preparo para o parto, orientações e incentivo para o parto normal, incentivo para o aleitamento materno e orientação específica para as mulheres que não poderão amamentar, cuidados após o parto com a mulher e o recém-nascido (BRASIL, 2006).
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Uso do prontuário eletrônico na assistência pré-natal às portadoras de diabetes na gestação.

Uso do prontuário eletrônico na assistência pré-natal às portadoras de diabetes na gestação.

Apresentaram-se como limitações do trabalho, o tipo do PEP e a ausência de avaliação dos desfechos materno-fetais. O AMBEG é um PEP básico, que funciona como um registro eletrônico de saúde. Os PEP completos 21 oferecem outras funcionalidades consideradas importantes para o manejo clínico. 22 Entretanto, o AMBEG é um aplicativo transitório e em evolução. A ele poderão ser, posteriormente, integradas funcionalidades avançadas como a interoperacionalidade com outros sistemas (laboratório, imagem, prontuários de outras unidades), inserção de ordem de cuidados médicos eletrônica (prescrição, requisição de exames), incorporação de links com informações médicas para educação continuada e sistemas de alertas e avisos que funcionam como apoio a decisão diag- nóstica e terapêutica. Adicionalmente, o registro de informa- ções foi significativamente mais frequente na consulta realizado com o AMBEG, entretanto não avaliamos o impacto do uso na qualidade da assistência pré-natal e perinatal da gestante portadora de diabetes. Acreditamos que a sistemati- zação do atendimento e o preenchimento mais completo dos dados relevantes da consulta possam se associar a redução de eventos maternos e fetais, o que poderá ser investigado em outros estudos. A informação sobre o tempo de atendimento não foi registrada para permitir a comparação, portanto não podemos assegurar se o prontuário eletrônico reduz o tempo de consulta, mas esta funcionalidade também pode ser agre- gada ao aplicativo possibilitando avaliações futuras.
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Plano de intervenção/ação para a inserção do pai no acompanhamento pré-natal

Plano de intervenção/ação para a inserção do pai no acompanhamento pré-natal

Atualmente muito se tem falado sobre a importância do envolvimento do pai no período pré-natal, não só como apoio emocional à gestante, mas também para a criação de vínculo afetivo com o bebê. É necessário, pois, encarar a gestação como uma etapa que integra tanto o processo de viver da mulher quanto o do homem. Na realidade, deve-se considerar que a gravidez se desenvolve no casal, pois as mudanças que ocorrem com os futuros pais não são independentes das mudanças pelas quais passam as gestantes. Assim, a gestação deveria representar para o casal um período de adaptação e preparo para o desempenho dos novos papéis que deverão assumir em relação ao(à) filho(a). Considerando que a sobrevivência deste(a) depende integralmente dos cuidados recebidos, é desejável que pai e mãe planejem e partilhem essa responsabilidade. No entanto, inúmeros são os fatores que dificultam e até impedem esse envolvimento (MAZZIERI; HOGA, 2006).
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COORTE DE 2015 ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL ENTREVISTA JANELA

COORTE DE 2015 ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL ENTREVISTA JANELA

acompanha a gestação 1 Outro médico ou enfermeiro 2 Outra pessoa ou a própria 3 IGN 9 (.a) 65v1d. Este remédio é em forma de comprimido, gotas ou líquido? Drágea/comprimido/cápsula 1 Gotas 2 Líquido/ml 3 IGN 9 (.a) 65v1e. Qual o nº de <comprimido OU gotas OU ml> usadas por

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ÁLCOOL NA GESTAÇÃO: NA ÓTICA DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE DO PRÉ-NATAL DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO

ÁLCOOL NA GESTAÇÃO: NA ÓTICA DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE DO PRÉ-NATAL DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO

Para um pré-natal de qualidade, é necessário que haja humanização no atendimento, fator essencial para a assistência prestada à gestante; captação e aderência precoce da gestante para o acompanhamento pré-natal; estabelecimento de vínculo entre profissional e gestante; excelência nas técnicas para um atendimento qualificado e capacitado; acompanhamento periódico e contínuo da mulher classificada com risco gestacional na primeira consulta e nas subsequentes, para garantir as orientações e esclarecimentos necessários mediante a realização das ações educativas.
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COORTE DE 2015 ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL ENTREVISTA COMPLETA

COORTE DE 2015 ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL ENTREVISTA COMPLETA

acompanha a gestação 1 Outro médico ou enfermeiro 2 Outra pessoa ou a própria 3 IGN 9 (.a) 65v1d. Este remédio é em forma de comprimido, gotas ou líquido? Drágea/comprimido/cápsula 1 Gotas 2 Líquido/ml 3 IGN 9 (.a) 65v1e. Qual o nº de <comprimido OU gotas OU ml> usadas por

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Acompanhamento pré-natal de mulheres brasileiras e haitianas em Mato Grosso

Acompanhamento pré-natal de mulheres brasileiras e haitianas em Mato Grosso

Na análise de dados foram comparadas as características dos nascidos vivos de mães brasileiras e haitianas, perfazendo um total de 164.974 nascimentos avaliados. As mães haitianas apresentaram faixa etária mais elevada no período do parto, contudo com menor escolaridade quando comparadas as mães brasileiras (Tabela 1). A história reprodutiva das mulheres haitianas (número de gestação, número de nascidos vivos e filhos mortos) não diferiu das mulheres brasileiras (Tabela 1). Quanto ao pré-natal e parto, quando comparadas às mães brasileiras, houve menor proporção de mães haitianas com pelo menos seis consultas pré-natal, maior proporção de partos vaginais e também maior prevalência de nascidos vivos com baixo peso ao nascer (Tabela 2). Todos os partos de mulheres haitianas avaliados ocorreram em ambiente hospitalar (dados não apresentados em tabela).
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Avaliação do acompanhamento pré-natal em serviços de Atenção Primária à Saúde

Avaliação do acompanhamento pré-natal em serviços de Atenção Primária à Saúde

Objetivo:Identificar na literatura boas práticas para melhoria da qualidade do cuidado pré- natal. Método: Revisão integrativa da literatura a partir das cinco etapas metodológicas de Whittemore e Knafl, realizada nas bases de dadosPubMed e LILCAS,com produções a partir do ano de 2006 e que trouxessem experiências capazes de fortalecer os modelos alternativos de atenção à saúde. Resultados: Foram identificadas duas categorias de análise, a primeira refere-se à prática de grupos de edução em saúde e a segunda categoria de aspectos organizacionais dos serviços, incluindo o uso de tecnologias em saúde, protocolos assistenciais e a sistematização do trabalho em equipe. Considerações finais:Grupos de educação em saúde durante a gestação é uma estratégia para qualificação do cuidado, pois oportuniza fortalecimento do vínculo e valorização das experiências entre os múltiplos atores envolvidos no cuidar. A reestruturação dos aspectos organizacionais dos serviços prestados através da incorporação do uso de tecnologias de informação e da definição de fluxos assistenciais locais são essencial para qualificação da assistência pré-natal
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Gestação e HIV: Preditores da Adesão ao Tratamento no Contexto do Pré-natal.

Gestação e HIV: Preditores da Adesão ao Tratamento no Contexto do Pré-natal.

A literatura indica que gestantes aderentes ao pré-natal também tendem a apresentar maiores níveis de adesão à medicação antirretroviral (Bardeguez et al., 2008). Os dados do presente estudo estendem esse achado ao constatar que, em uma amostra de gestantes em acompanhamento pré-natal, aquelas que o iniciaram mais cedo apresentaram melhores índices de adesão à medicação no terceiro trimestre gestacional. Primeiramente, é plausível pensar que iniciar o pré-natal mais precocemente indica um comportamento de preocupação e cuidado com a gravidez e com o bebê. Essa mesma preocupação e cuidado com o pré-natal também pode motivar a gestante a realizar corretamente o uso de medicação antirretroviral visando ao bem-estar do bebê. Ainda, gestantes que iniciam antes o pré-natal têm mais chances de apresentar um número maior de consultas realizadas ao inal da gestação. Essas mães tiveram mais contato com o serviço de saúde e icaram mais expostas às mensagens educativas e de cuidado dos proissionais, além de terem tido mais oportunidades para sanar eventuais dúvidas relativas ao tratamento. Por im, as gestantes que iniciaram o pré-natal mais cedo provavelmente iniciaram o uso de antirretrovirais antes, favorecendo a redução da carga viral a níveis indetectáveis nas últimas semanas de gravidez.
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Papel da enfermagem da ESF no acompanhamento pré-natal

Papel da enfermagem da ESF no acompanhamento pré-natal

ocorrer até o quarto mês de gestação, pelo o Agente Comunitário de Saúde (ACS) ou através da procura direta da mulher com suspeita de gravidez, acessando diretamente a equipe de saúde. Além de fornecer equipamentos para a atenção básica, capacitação para os profissionais da rede, instalação dos comitês de prevenção da mortalidade materna e infantil, de UTIs neonatais, ambulatórios de especialidades e serviços de exames complementares. Diante do exposto, em 2007 o município de João Monlevade aderiu ao Programa Viva Vida, na esperança de reduzir as taxas de morbimortalidade e de garantir um acompanhamento adequado durante o pré-natal e no primeiro ano de vida da criança.
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Aplicativo para dispositivo móvel como ferramenta de adesão de gestantes ao pré-natal

Aplicativo para dispositivo móvel como ferramenta de adesão de gestantes ao pré-natal

Na primeira rodada Delphi, os especialistas enfermeiros sugeriram ajustes em seis dos 16 itens avaliados, descritos na tabela 4. Foram sugeridas modificações na tela dois, cinco e sete no que diz respeito à linguagem clara, compreensível e adequada e conteúdo relevante. Assim, foram sugeridos: deixar claro que as alterações nas mamas no primeiro trimestre de gravidez podem não ocorrer em todas as gestantes nesta fase; acrescentar, como um dos cuidados na prevenção de manchas na pele da gestante, o uso de protetor solar, chapéu e evitar exposição prolongada ao sol; incluir que nem todas as gestantes sentirão os movimentos do feto com 16 semanas de gestação; adicionar na lista da caderneta virtual da gestante o exame eletroforese de hemoglobina; atualizar o período de administração da vacina dTpa a partir da 20ª semana de gestação; esclarecer os termos “linha Nigra” e “Gonadotrofina Coriônica Humana (HCG)”. Dessa forma, todos os ajustes foram acatados e enviados novamente para os avaliadores.
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A importância da captação e permanência das gestantes no acompanhamento pré-natal: uma análise bibliográfica

A importância da captação e permanência das gestantes no acompanhamento pré-natal: uma análise bibliográfica

Por isso, os profissionais da saúde que a atenderem devem orientá-las e ajudá-las, para que tenham equilíbrio e tranquilidade, mantendo-se voltadas apenas às sensações que está vivenciando. Por meio de um acompanhamento de qualidade e humanizado é possível garantir um equilíbrio maior à gestante. O principal objetivo da atenção pré-natal e puerperal é acolher a mulher desde o início da gravidez, assegurando, no fim da gestação, o nascimento de uma criança saudável e a garantia do bem-estar materno e neonatal (BRASIL, 2006).
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EXAMES LABORATORIAIS EM GESTANTES ATENDIDAS PELO PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL DO MUNICÍPIO DE IJUÍ – RS

EXAMES LABORATORIAIS EM GESTANTES ATENDIDAS PELO PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL DO MUNICÍPIO DE IJUÍ – RS

No que se refere aos exames de urina, VDRL e glicemia de jejum, que de acordo com o Ministério da Saúde (Brasil, 2005), devem ser realizados em dois momentos do período gestacional, verificou-se redução no número de gestantes que realizaram a segunda avaliação em relação à primeira nas UBSs 1, 3, 4 e 5, o que não ocorreu na UBS 2 (Tabela 2). Destaca-se a redução da segunda avaliação da pesquisa de VDRL e a importância deste exame, tanto na primeira consulta quanto na 30ª semana de gestação, devido aos riscos da sífilis congênita. Se-

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Realização do teste rápido anti-HIV no acompanhamento pré-natal e parto: revisão integrativa

Realização do teste rápido anti-HIV no acompanhamento pré-natal e parto: revisão integrativa

54 Segundo informações do The Gap Report da UNAIDS, o HIV é o responsável pela maioria das mortes de mulheres que estão em idade reprodutiva. No ano de 2013, cerca de 54% das mulheres gestantes que residem em países com médios a baixos níveis socioeconômicos não obtiveram acesso aos testes rápidos, o que resulta em barreiras para o conhecimento do diagnóstico, tratamento e prevenção (10). Por esse motivo, no momento da gestação a mulher deve ser aconselhada quanto à importância da realização do teste rápido e dos benefícios em receber um diagnóstico precoce. Ao se submeter à testagem, a gestante fica informada sobre sua condição sorológica, no que se refere ao controle da infecção, e os possíveis mecanismos de prevenção da transmissão vertical (TV). Sendo assim, é recomendado que a mulher grávida realize o TR na primeira consulta no primeiro trimestre, no começo do terceiro trimestre gestacional, no momento do parto e em caso de ocorrência de exposição de risco ou violência sexual (11).
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A IMPORTÂNCIA DO ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL REALIZADO POR ENFERMEIROS

A IMPORTÂNCIA DO ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL REALIZADO POR ENFERMEIROS

Na primeira consulta, deve ser feita a anamnese da paciente, com seus dados pessoais, história clínica, com seus antecedentes familiares, ginecológicos, obstétricos, sexuais e da gestação atual, levantamento dos fatores de risco para a gestação atual. Em seguida, deve ser realizado o exame físico completo, com aferição de peso, estatura, Índice de Massa Corpórea (IMC), pressão arterial, inspeção de pele e mucosas, palpação da tireóide, ausculta pulmonar, avaliação de membros inferiores e edema, exame clínico da mama, inspeção e palpação obstétrica, medida da altura uterina, ausculta dos batimentos cardíacos fetais, avaliação dos movimentos percebidos pela gestante, Teste do Estímulo Sonoro Simplificado (TESS) e, se necessário for, inspeção clínica genital e toque vaginal (COREN-GO, 2013).
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“O PAPEL COM CRUZINHAS NOS QUADRINHOS”: O ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL NA PERCEPÇÃO DE MULHERES EM BELO HORIZONTE

“O PAPEL COM CRUZINHAS NOS QUADRINHOS”: O ACOMPANHAMENTO PRÉ-NATAL NA PERCEPÇÃO DE MULHERES EM BELO HORIZONTE

Os dados qualitativos que permitem a apresentação dos resultados deste estudo foram obtidos a partir da realização de entrevistas semi-estruturadas com trinta e sete mulheres em Belo Horizonte. Destas, vinte (20) eram usuárias do Sistema Único da Saúde e dezessete (17), de planos privados. A técnica empregada permitiu que as mulheres relatassem suas próprias experiências em relação ao período de gestação, parto e puepério. Tipicamente, entrevistas semi-estruturadas se caracterizam pela troca de informações entre um entrevistador e um entrevistado. Uma grande vantagem desta técnica é que ela possibilita que o pesquisador conheça os sentimentos e as idéias do entrevistado a respeito de determinado tópico, os quais dificilmente seriam captados em uma pesquisa do tipo survey. Em geral, a entrevista semi-estruturada é guiada por um roteiro, o qual, embora aponte os tópicos de interesse, deve ser suficientemente flexível para permitir ao pesquisado desempenhar um papel mais ativo na determinação do fluxo da conversa, e ao pesquisador investigar mais detalhadamente questões de interesse de sua pesquisa. A entrevista semi-estruturada não deve se caracterizar por uma leitura mecânica de questões padronizadas; ao contrário, ela demanda agilidade, sensibilidade e prática do entrevistador para acompanhar as idéias apresentadas pelo entrevistado (Minayo, 2006).
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Critérios de escolha de postos de saúde para acompanhamento pré-natal em Pelotas, RS.

Critérios de escolha de postos de saúde para acompanhamento pré-natal em Pelotas, RS.

causalidade elaborado antes da coleta dos dados. Nes- se modelo, as variáveis socioeconômicas (renda fa- miliar e escolaridade materna) estavam em primeiro plano. Seguiam-se num segundo nível as variáveis demográficas (idade, cor e presença de companhei- ro), as reprodutivas (número de gestações anteriores, abortos, recém-nascidos prévios com baixo peso, prematuridade e natimortos) e as comportamentais (trabalho materno remunerado durante a gestação e tabagismo). Mais próximo ao desfecho (local onde realizou o pré-natal), as variáveis da gestação atual (idade de início do acompanhamento pré-natal, intercorrências da gestação atual e critérios de esco- lha do local de acompanhamento). As variáveis fo- ram ajustadas para as de nível hierárquico superior e para as de mesmo nível, usando como critério de sig- nificância associações com valores de p≤0,20.
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Acesso à assistência odontológica no acompanhamento pré-natal.

Acesso à assistência odontológica no acompanhamento pré-natal.

de dor. O tratamento endodôntico e o tratamen- to gengival foram as atividades menos realizadas na gestação, segundo o relato das puérperas. Ao todo, aproximadamente 17% das mulheres rece- beram algum tipo de assistência odontológica curativa na gravidez, contudo apenas 7% recebe- ram assistência educativa, preventiva e curativa. A Figura 2 apresenta a comparação entre os níveis de assistência odontológica no pré-natal e o diagnóstico do OHIP-14. Nota-se que a reali- zação de pelo menos uma consulta odontológica na gestação esteve associada ao impacto da saú- de bucal na qualidade de vida, assim como a as- sistência nos níveis: preventivo e curativo. A as- sistência no nível educativo não esteve associada ao impacto da saúde bucal na qualidade de vida do mesmo modo que a soma dos níveis: educa- tivo e preventivo também não estiveram. No en- tanto, a soma dos níveis: educativo, preventivo e curativo, esteve estatisticamente associado ao impacto. O que demonstra que a percepção sub- jetiva de qualidade de vida influencia no proces- so de assistência odontológica no pré-natal.
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