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Gestão ambiental nas empresas

Gestão ambiental nas empresas

Ao longo do tempo os níveis de produção e consumo levaram a uma exploração irracional dos recursos naturais, o que tem colocado em xeque a capacidade de suporte do planeta. Diante da constatação da crise socioambiental instalada passou- se a discutir sobre os meios de mitigar os danos já causados ao meio ambiente e a forma de tornar a produção e o consumo sustentáveis. Neste contexto encontram-se as organizações que precisam manter seus níveis de competitividade ao mesmo tempo em que necessitam adequar-se as condições impostas pela crise socioambiental. Diante deste quadro, este trabalho tem como objetivo identificar, a partir da literatura,a importância, os benefícios e as dificuldades da gestão ambiental para as empresas. Para tanto foi realizada uma pesquisa exploratória, bibliográfica, com abordagem qualitativa. As referências obtidas foram organizadas a partir de leitura exploratória, seletiva, analítica e interpretativa. Os resultados evidenciaram que muitos são os benefícios atribuídos à implementação da gestão ambiental nas organizações, destacando-se a melhor percepção da imagem da empresa por parte do público consumidor, fato decisivo para o êxito organizacional. Entretanto, verificou-se também os obstáculos encontrados para a prática da gestão ambiental em âmbito organizacional, dentre esses os custos relacionados para a implementação dos programas são o entrave primordial. Portanto, conclui-se que apesar dos obstáculos identificados, os benefícios obtidos a partir da implementação dos pressupostos da gestão Ambiental pelas organizações levam a ganhos mensuráveis e imensuráveis, podendo ser considerado um diferencial competitivo para as empresas.
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Gestão ambiental nas empresas de lava a jato a a crise hídrica de 2015 na cidade de Caicó-RN.

Gestão ambiental nas empresas de lava a jato a a crise hídrica de 2015 na cidade de Caicó-RN.

O objetivo deste trabalho consiste em analisar como as empresas de lava a jato estão lidando com a escassez de água na nossa região, se utilizam alguma forma de reaproveitamento da água, bem como saber do conhecimento que esses empresários têm sobre a gestão ambiental. Tal estudo se deve-se ao fato de que os recursos naturais estão cada vez mais escassos e se não houver cuidado esses recursos vão-se esgotar. A prática da gestão ambiental e o planejamento, quando bem aplicados nas empresas, reduzem o uso excessivo de matéria- prima que pode gerar danos ao meio ambiente, se não for utilizada de forma econômica e correta. A crise hídrica que se iniciou em 2015, não só no Nordeste, mas em várias outras regiões do país, prejudicou toda a população e também várias empresas. Apesar de o nosso planeta ser o mais abundante em água, um recurso natural que cada vez mais tem o consumo aumentado faz-se necessária a busca de formas adequadas para seu racionamento. É de fundamental importância que essas empresas utilizem algum método de reaproveitamento de água como uma forma alternativa para estabelecer o equilíbrio entre oferta e demanda. O presente trabalho constitui-se, pois, numa pesquisa de campo, e como ferramenta foi utilizado questionário com enfoque quanti-qualitativo, para obtenção de dados. Como resultado, verificou-se que o gênero masculino é predominante nesse tipo de empresa. Ademais, constatou-se que essa crise hídrica foi inédita para todos os gestores, que diante desse cenário buscaram formas de reaproveitamento de água e maneiras de economizá-la. Por fim observou- se que mais da metade dos respondentes tem conhecimento sobre a gestão ambiental.
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MESTRADO EM GESTÃO ECONÔMICA DO MEIO AMBIENTE A RELEVÂNCIA DA DISPOSIÇÃO A OPERAR UM SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NAS EMPRESAS

MESTRADO EM GESTÃO ECONÔMICA DO MEIO AMBIENTE A RELEVÂNCIA DA DISPOSIÇÃO A OPERAR UM SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL NAS EMPRESAS

Em qualquer caso, os consumidores podem exercer grande influência diretamente sobre as empresas. Hilary (2004) afirma que a demanda por produtos mais ―limpos‖ ou ecologicamente corretos significa que os consumidores querem pagar por produtos ―verdes‖, ambientalmente amigáveis. No estudo realizado em micro e pequenas empresas da Comunidade Européia, esta pressão significa que consumidores ―verdes‖ impulsionam o controle da poluição ―voluntária‖. Empresas maximizadoras dos lucros respondem a este estímulo, ou seja, os instrumentos voluntários poderiam ter efeitos sobre a gestão ambiental. E ainda, como empresas também competem pela qualidade ambiental, o efeito poderia ser mais alto. Outra conseqüência deste comportamento é que se o governo obtém mais informações sobre as empresas e seu desempenho ambiental, o acordo sobre as regulamentações das empresas provavelmente aumentará. Isto é devido à pressão política por proteção ambiental no caso dos interesses dos consumidores afetarem o processo político. Adicionalmente isto pode aumentar os incentivos às empresas para limitar, voluntariamente, suas emissões.
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Barômetro de gestão ambiental em empresas do estado do Paraná – Brasil

Barômetro de gestão ambiental em empresas do estado do Paraná – Brasil

A visão da problemática ambiental por parte das empresas, apesar das ações já implantadas em grande número delas, certamente precisa ser ainda muito trabalhada. É preciso criar mecanismos confiáveis que posicionem as atividades ambientais das empresas e que lhes permitam traçar um quadro da real situação da gestão ambiental nas empresas, verificar as posturas ambientais adotadas quanto à identificação dos aspectos ambientais, verificar os seus impactos ambientais, as ações significativas para reduzi-los, tanto operacionais como administrativas, verificar em que setores as empresas desenvolvem ações ambientais, a integração das atividades ambientais a outras atividades, que lhes permitem avaliar em que medida alguns atores influenciaram suas tomadas de decisões ambientais e qual o grau de influência destes atores sobre o desencadear de políticas/ações dentro da empresa, avaliar o papel dos obstáculos na aplicação de ações ambientais e o efeito que estas ações tiveram sobre o posicionamento de suas atividades ambientais, avaliar como o desenvolvimento sustentável é visto por elas e, também, qual o conhecimento pessoal que elas têm sobre desenvolvimento sustentável. Estas são tarefas de pesquisa a que o presente trabalho se propõe. A intenção do IBEB – International Business Environmental Barometer – é precisamente levantar dados comparativos para o conhecimento desta realidade.
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Correlação entre gestão da tecnologia e gestão ambiental nas empresas.

Correlação entre gestão da tecnologia e gestão ambiental nas empresas.

pansão de seus negócios. Entretanto, há recursos e instru- mentos mais poderosos para as empresas que procuram mudar seu patamar no tratamento das questões ambientais”. De maneira resumida, de acordo com Donaire (1995), a carta de princípios de “gestão ambiental responsável” da International Chamber of Commerce – ICC envolve os seguintes pontos: 1-Prioridade organizacional; 2-Ges- tão integrada (ecogestão); 3- Compromisso com a me- lhoria dos processos; 4-Educação de recursos humanos; 5-Prioridade de enfoque; 6-Produtos e serviços não- agressivos; 7-Orientação do consumidor; 8-Equipamen- tos e operações para eficiência ambiental; 9-Pesquisa sobre impactos ambientais; 10-Enfoque preventivo; 11- Orientação de fornecedores e subcontratados; 12-Planos de emergência; 13-Transferência de tecnologia limpa; 14-Contribuição ao esforço comum; 15-Transparência de atitudes; e 16-Atendimento ao público e comunicação ambiental. Uma análise desses princípios indica que os itens (2), (3), (6), (8), (10) e (13) estão diretamente correlacionados com a área de gestão da tecnologia de produtos e processos nas empresas.
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A efetividade da gestão ambiental nas empresas de mineração no estado da Paraíba na ótica das comunidades.

A efetividade da gestão ambiental nas empresas de mineração no estado da Paraíba na ótica das comunidades.

A mineração é atividade essencial para o desenvolvimento da sociedade humana e ao mesmo tempo de alto poder degradador, desenvolvida por grandes empresas em vários países, inclusive no Brasil. A instalação e operação desses empreendimentos não escolhem lugar, na maioria das vezes, estando condicionadas a uma série de fatores, tendo a proximidade com a área de exploração como determinante. Dessa forma, as empresas de mineração estão presentes em grandes cidades até em áreas rurais distantes dos grandes aglomerados populacionais, sendo a maior proximidade com comunidades um fator para um maior nível de conflitos socioambientais, o que exige a adoção de instrumentos de melhoria na gestão ambiental desses empreendimentos. Partindo desse entendimento, a pesquisa analisou três áreas localizadas em municípios do Estado da Paraíba (Boa Vista, João Pessoa e Mataraca), que possuem mineradoras certificadas pela norma ambiental ISO 14001. O objetivo foi entender de que forma a gestão ambiental dessas empresas é vista pelas pessoas das comunidades mais próximas, tomando como referência as ações desenvolvidas pela área ambiental dessas empresas e a opinião das donas-de-casa. A partir da obtenção da realidade socioeconômica das moradoras, as respostas dadas foram tratadas por meio da técnica do Diagrama de Pareto, possibilitando verificar a existência de diferenças quanto ao relacionamento entre as três áreas estudadas no tocante à educação ambiental, poluição e saúde. Os resultados obtidos demonstraram que o fator proximidade empresa-comunidade não é garantia de um relacionamento harmonioso. Por fim, o entendimento da relação entre impactos ambientais, certificação ambiental e comunidades para um mesmo ramo de atividade evidenciou as peculiaridades da gestão ambiental para cada localidade no que se refere ao relacionamento com as comunidades próximas, podendo ser constatado que a certificação ambiental não é certeza de um bom relacionamento com a comunidade. Logo, os estudos em Geografia na área ambiental necessitam de análises que busquem compreender as relações da sociedade com seu ambiente, obtendo-se as percepções das pessoas que ali vivenciam o cotidiano, buscando subjetividades e informações da realidade socioespacial.
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FATORES CONTINGENCIAIS DA GESTÃO AMBIENTAL EM PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS.

FATORES CONTINGENCIAIS DA GESTÃO AMBIENTAL EM PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS.

à falta de consciência das vantagens que podem advir da implementação da gestão ambiental em suas atividades de negócios (Brammer et al., 2012; Hillary, 2004; Massoud, Fayad, El-Fadel, & Kamleh, 2010) e/ou à percepção de que essas atividades são onerosas (Simpson, Taylor, & Barker, 2004; Shi, Peng, Liu, & Zhong, 2008; Tilley, 1999; Tamajón & Aulet, 2013). A res- ponsabilidade ambiental é considerada uma carga extra à empresa (Ruther- foord, Blackburn, & Spence, 2000; Studer, Welford, & Hills, 2006) que, em muitos casos, não pode ser repassada aos seus clientes (Simpson et al., 2004; Tilley, 1999), mostrando que, em uma relação custo versus benefício, a vantagem da melhoria ambiental tende a ser superada pelo total de gastos (Battisti & Perry, 2011; Worthington & Patton, 2005). Para Brammer et al. (2012), o fato de as PMEs não reconhecerem os benefícios de ser ambien- talmente responsável tem mantido, na infância, a gestão ambiental nas empresas de menor porte. Fernández-Viñe, Gómez-Navarro e Capuz-Rizo (2010), por sua vez, argumentam que as PMEs não esperam que um melhor desempenho ambiental possa ajudá-las a aumentar as vendas, melhorar a competitividade ou motivar funcionários, pois, para elas, o fundamental é a sobrevivência do negócio (Trianni, Cagno, & Worrel, 2013). Nesse sentido, Tikul (2014) recomenda que os dirigentes das PMEs deveriam se inteirar das potenciais vantagens que podem ser obtidas, pelas operações da empresa, por meio da mitigação dos impactos ambientais.
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Seguro ambiental: uma análise da sua inserção no padrão de gestão ambiental das empresas do Pólo Industrial de Camaçari

Seguro ambiental: uma análise da sua inserção no padrão de gestão ambiental das empresas do Pólo Industrial de Camaçari

Neste trabalho analisa-se o seguro ambiental com o objetivo principal de diagnosticar sua inserção no padrão de gestão ambiental das empresas do Pólo Industrial de Camaçari. Secundariamente objetiva-se analisar o comportamento do ramo de seguros ambientais no contexto das operações dos mercados seguradores nacional e internacional e, através da percepção das empresas do Pólo relativa aos riscos oriundos do processo produtivo, analisar a dinâmica de gestão ambiental praticada. Os danos causados pela poluição ao meio ambiente e a terceiros podem representar prejuízos capazes de comprometer o equilíbrio econômico-financeiro das empresas com os custos das indenizações e recuperações do ambiente afetado. As transformações na legislação estão provocando maiores preocupações das empresas devido à importância conferida à responsabilidade civil contra esses danos. Além disso, a maior conscientização da sociedade pode estimular um ambiente favorável à demanda do seguro para riscos ambientais. O maior interesse da população em relação ao futuro sustentável do planeta e, em particular, das empresas em relação às possibilidades legais da poluição, justificam a importância desse trabalho. O método de pesquisa utilizado foi o empírico-analítico, consistindo na pesquisa exploratória aliada à pesquisa de campo sobre as operações de seguro para danos ambientais nas empresas localizadas no complexo do Pólo. Observou-se que os principais entraves à maior difusão do seguro ambiental são a baixa efetividade da aplicação das leis e o elevado grau de confiança nos sistemas de gestão ambiental existentes. Ambos desestimulam a demanda e promovem uma participação inexpressiva do ramo de seguro ambiental nas operações do setor de seguros. Maior atenção das autoridades governamentais na aplicação das leis e aperfeiçoamento das seguradoras através da formação de pools, reduzindo o preço dos seguros ambientais são perspectivas indicadas que poderiam favorecer o mercado, a sociedade e o meio ambiente.
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A atuação ambiental das empresas do Vale oo Rio dos Sinos - RS/ Brasil - nos sistemas de gestão ambiental e suas certificações.

A atuação ambiental das empresas do Vale oo Rio dos Sinos - RS/ Brasil - nos sistemas de gestão ambiental e suas certificações.

A metodologia utilizada nesta pesquisa é de natureza aplicada, buscando sanar os objetivos predefinidos. Após muita leitura em referenciais teóricos distintos, surgiu a ideia de investigar a situação das empresas situadas na região do Vale do Rio dos Sinos, procurando ver a situação das mesmas com relação aos cuidados com o Meio Ambiente, os Sistemas de Gestão Ambiental (SGA) e as devidas certificações (ISO 14.000 e ISO 14.001). Para isso, foi elaborado um questionário (ANEXO 1) com questões diretas e objetivas que contemplassem os objetivos do trabalho em questão. Em seguida, foi feito um levantamento das cidades que fazem parte da região do Vale do Rio dos Sinos e suas respectivas empresas (de grande e de pequeno porte). Foram consideradas empresas de pequeno porte, aquelas cujo número de funcionários não ultrapassassem os 100 e empresas de grande porte, aquelas que possuíam um número de funcionários acima de 100.
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Avaliação do Efeito das Estratégias de Gestão Ambiental Sobre o Desempenho Financeiro de Empresas Brasileiras

Avaliação do Efeito das Estratégias de Gestão Ambiental Sobre o Desempenho Financeiro de Empresas Brasileiras

Este trabalho tenta responder a essas perguntas indicando que, ao serem constatadas as limitações do uso exclusivo da dimensão financeira para avaliar as ações ambientais das empresas, seria talvez mais adequado adotar novas abordagens para mensurar e evidenciar a importância da gestão ambiental estratégica não apenas pela ótica econômico-financeira, mas também por meio de outros indicadores mais amplos, em que as dimensões social e ambiental são as mais comuns, mas não as únicas. Nesse sentido, há diversas metodologias para avaliação do desempenho sustentável de uma empresa, baseados no conceito do triple bottom line (Elkington, 2012), mas sua adoção pelas empresas de forma sistemática ainda está, em geral, em fase inicial e encontra resistências por parte da área financeira. Já no setor público, essas metodologias estão rapidamente se tornando a base de análise de grandes projetos, sobretudo aqueles com forte impacto socioambiental.
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A abordagem da gestão ambiental pelas empresas metal-mecânicas na região da Ammoc

A abordagem da gestão ambiental pelas empresas metal-mecânicas na região da Ammoc

A gestão ambiental vem sendo, atualmente, inserida nas organiza- ções com maior freqüência. Essa inserção pode partir da estratégia da empresa para conquistar clientes e abrir mercados, ou mesmo vir da pressão e fiscalização dos órgãos ambientais para que as em- presas atendam às exigências da legislação. Esses dois fatores são considerados externos e influenciam uma organização a voltar suas práticas para o meio ambiente. Também como um fator interno de influência, existe a constante busca pela redução de custos. Dessa forma, mesmo que indiretamente, as empresas contribuem com a qualidade ambiental. Este artigo analisa parte dos dados de um es- tudo desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa de Administração para o Desenvolvimento da Universidade do Oeste de Santa Catarina – Unoesc no qual foram pesquisados os fatores que, nas perspecti- vas da questão descrita, mais se aplicam à realidade das empresas da região.
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Gestão ambiental: uma súplica do planeta, um desafio para políticas públicas, incubadoras e pequenas empresas.

Gestão ambiental: uma súplica do planeta, um desafio para políticas públicas, incubadoras e pequenas empresas.

A estratégia metodológica seguida foi a da pesquisa qualitativa, realizada por meio de visitas às três incubadoras, durante as quais foram coletados dados em profundidade sobre as estruturas físicas e os fluxos e processos das incubadoras e das empresas. O delineamento foi o de estudo de casos múltiplos, no qual cada incubadora foi tratada como um caso. Os instrumentos de coleta de dados utilizados foram a observação direta e as entrevistas, ambas apoiadas em roteiros previamente elaborados. A pesquisa revestiu-se de caráter exploratório, inerente à abrangência restrita dos seus resultados – impossibilidade de extrapolação – e ao estágio incipiente do conhecimento no campo particular da gestão ambiental em incubadoras. Os dados foram sendo analisados simultaneamente ao processo de coleta – em conformidade com o método qualitativo – e por cruzamento, para identificar similaridades e distanciamentos. Uma das expectativas presentes é a de que os resultados possam oferecer referenciais metodológicos para uma ampliação do alcance da pesquisa.
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Modelo para a gestão ambiental da cadeia de suprimentos: análise das empresas de linha branca

Modelo para a gestão ambiental da cadeia de suprimentos: análise das empresas de linha branca

O ponto inicial desta pesquisa foi a realização de uma revisão bibliográfica sobre os modelos para o GCS e GACS, sobre os temas de apoio a GACS, como o desenvolvimento ambiental de produtos, logística e logística reversa e sobre a legislação brasileira e internacional aplicada a gestão ambiental das empresas estudadas. O GCS é imprescindível para que ocorra a GACS. Acredita-se que as empresas da cadeia somente se preocuparão em minimizar os impactos ambientais globais após alguns conceitos da gestão da cadeia já tiverem sido implementados, por exemplo, a determinação dos principais processos de negócios e dos membros-chave da cadeia, a minimização dos estoques ao longo da cadeia, etc. Assim, a revisão bibliográfica desta tese se iniciou com o tema GCS.
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Gestão ambiental e transferência de tecnologia: uma revisão bibliográfica de indicadores de desempenho e sistemas de gestão nas empresas

Gestão ambiental e transferência de tecnologia: uma revisão bibliográfica de indicadores de desempenho e sistemas de gestão nas empresas

Há algumas décadas, as empresas já não são mais vistas como simplesmente organizações econômicas, com responsabilidade para resolver apenas problemas econômicos, como por exemplo, o que produzir como produzir e para quem produzir, e começaram a voltar seu foco para questões que vão além dos limites físicos da instituição, como questões sociais, ambientais e políticas, tais como: controle da poluição, qualidade de produtos, segurança do trabalho, assistência social e defesa de grupos minoritários, etc. A subjetividade, e variedade destes indicadores, só apontam para o ponto chave desta pesquisa, que é a transferência de tecnologias entre as empresas a fim de achar um consenso entre os sistemas de gestão ambiental que possam ser aplicados uniformemente em qualquer indústria de qualquer segmento, podendo assim ser padronizado e por sua vez regulamentado, regularizado e fiscalizado, aumentando a pressão sobre as empresas que ainda se recusam a priorizar a qualidade, o meio ambiente e a segurança de todos os quais ela possa atingir, tanto no ambiente empresarial, como mercadológico e social. Sendo assim, o objetivo geral desta pesquisa é realizar uma revisão bibliográfica para analisar quais os modelos de gestão ambiental são mais utilizados pelas empresas, quais os pontos positivos e negativos, e se há essa troca de tecnologias para que a excelência nos processos seja alcançada. Como objetivos específicos, a pesquisa atenta para a possibilidade de criação de um novo modelo de gestão que integre a qualidade, segurança, preocupação social e ambiental dentro da empresa, além de servir como base bibliográfica para pesquisas futuras nesta mesma linha.
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Gestão ambiental em empresas nascidas no Rio Grande do Sul - um estudo comparativo com outras empresas brasileiras

Gestão ambiental em empresas nascidas no Rio Grande do Sul - um estudo comparativo com outras empresas brasileiras

Resumo: Este artigo objetiva descrever como as empresas têm gerido as questões ambientais e realizar uma comparação entre as empresas nascidas no Rio Grande do Sul - RS e as demais empresas brasileiras. Este trabalho foi desenvolvido a partir de dados publicados pela Empresa Jornalística Análise Editorial, sobre as práticas de gestão ambiental utilizadas pelas empresas brasileiras. Tomou-se por base a sétima edição do anuário Análise Gestão Ambiental que contemplou 853 empresas, 25 bancos e 237 Organizações não Governamentais – ONGs, sendo avaliados 28 diferentes ramos da economia. A pesquisa está classificada como aplicada; o método de abordagem do problema é quantitativo; em relação aos fins é descritivo; quanto aos meios, o estudo valeu-se de pesquisa bibliográfica e de dados secundários. Os resultados encontrados apontam para o uso da ISO 14001, como principal ferramenta de gestão ambiental e uma defasagem das empresas nascidas no Rio Grande do Sul - RS, sendo possível afirmar que as demais empresas brasileiras se encontram em um estágio mais avançado em relação às práticas de gestão ambiental.
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Uma contribuição aos estudos de implantação da gestão ambiental nas médias e grandes empresas do Estado do Ceará

Uma contribuição aos estudos de implantação da gestão ambiental nas médias e grandes empresas do Estado do Ceará

O presente trabalho trata da implantação do Sistema de Gestão ambiental (SGA) em médias e grandes empresas do Estado do Ceará. Tem-se como objetivo propor um modelo para implantação do SGA a partir dos requisitos da Norma NBR ISO 14001, utilizando-se como base os fatores comuns entre o delineamento e a sistematização da fundamentação teórica e os resultados da pesquisa nas empresas, em relação ao tema. O percurso metodológico adotado encontra-se dividido em duas partes: revisão bibliográfica, enfocando a NBR ISO 14001, e o estudo de caso envolvendo cinco empresas, através de questionário estruturado, entrevista e coleta de dados relativos ao processo de implantação do SGA. Os resultados apontam para um modelo sistematizado e delineado a partir do conhecimento da realidade das empresas, aliado à teoria pertinente.
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Benefícios e dificuldades da gestão ambiental com base na ISO 14001 em empresas industriais de São Paulo

Benefícios e dificuldades da gestão ambiental com base na ISO 14001 em empresas industriais de São Paulo

Os questionários foram respondidos, em sua quase totalidade, pelos gestores diretamente responsáveis pelos sistemas de gestão ambiental das organizações pesquisadas (Representantes da Direção – RD). Este profissional é quem, provavelmente, tem a visão mais abrangente do SGA na maioria das empresas, incluindo considerável conhecimento sobre seus aspectos estratégicos, operacionais e financeiros. Contudo, dada sua alta responsabilidade pelo desempenho do sistema, seu julgamento sobre estes elementos pode sofrer alguma influência desta condição.
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Gestão ambiental e estratégia empresarial em pequenas e médias empresas: um estudo comparativo de casos.

Gestão ambiental e estratégia empresarial em pequenas e médias empresas: um estudo comparativo de casos.

Investigar a perspectiva do alinhamento entre gestão ambien- tal e estratégia empresarial é relevante, pois essa sintonia está dire- tamente relacionada a uma gestão ambiental proativa. Por sua vez, a gestão proativa e sistêmica das questões ambientais traz maior possibilidade de conciliar ações voltadas para a melhoria do meio ambiente com um desempenho econômico superior das empresas. Em outras palavras, as empresas que ocupam o patamar mais elevado dos estágios da gestão ambiental conseguem reduzir o impacto de suas operações no meio ambiente e, ao mesmo tempo, auferir bene- fícios econômicos e financeiros decorrentes de tal ação. Além do aspecto monetário e material do ganho em ser proativo na questão ambiental, os clientes e a sociedade conferem legitimidade e reco- nhecimento a essa postura estratégica. As empresas C e D registra- ram motivadores éticos do empresário e de valores da empresa ao adotar práticas ambientais.
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"Verdes e competitivas?": a influência da gestão ambiental no desempenho operacional de empresas brasileiras.

"Verdes e competitivas?": a influência da gestão ambiental no desempenho operacional de empresas brasileiras.

Resumo: Argumentos de que a gestão ambiental pode se relacionar positivamente com o desempenho operacional das empresas vêm se propagando pela literatura especializada desde a década de 1990. Esses argumentos ficaram conhecidos como abordagem “verde e competitiva” ou “Hipótese ganha-ganha”, de que tanto o Meio Ambiente quanto as empresas se beneficiariam com a adoção de práticas de gestão ambiental. Entretanto, há uma lacuna sobre tal temática, que carece de evidências empíricas que validem ou refutem tais argumentos para a realidade brasileira. Por isso, esta pesquisa tem o objetivo de verificar empiricamente, se a gestão ambiental influencia positivamente o desempenho das operações de empresas do setor automotivo brasileiro, com foco no segmento de autopeças e componentes automotivos. Metodologicamente, realizou-se um survey com 75 empresas do setor mencionado, cujos dados foram analisados por meio de Modelagem de Equações Estruturais, uma análise multivariada de segunda-geração. Os principais resultados indicam que a adoção de práticas de gestão ambiental se relaciona positivamente com o desempenho operacional das empresas analisadas, confirmando a hipótese da pesquisa. Entretanto, a gestão ambiental explica o desempenho operacional com intensidade fraca, o que pode indicar que há outras variáveis de gestão organizacional influenciando o desempenho operacional das empresas, merecendo pesquisas futuras.
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Gestão ambiental : uma análise da avidenciação em empresas de celulose e papel listadas na Bovespa

Gestão ambiental : uma análise da avidenciação em empresas de celulose e papel listadas na Bovespa

O presente trabalho tem como objetivo evidenciar as informações ambientais através das demonstrações contábeis e relatórios anuais divulgadas pelas empresas de celulose e papel listadas na Bovespa. Buscou-se demonstrar a importância de inserir a contabilidade no contexto da gestão ambiental, como uma ferramenta de auxilio à tomada de decisão e os benefícios gerados por esta prática de gestão no contexto empresarial, pois as empresas que adotam as práticas de sustentabilidade e gestão ambiental serão competitivas, e se destacarão no mercado, refletindo em benefícios em seus balanços financeiros e no mercado de ações. A constante preocupação mundial com relação ao meio ambiente vem despertando o maior interesse e preocupação, diante desse fato, as empresas caminham para a adesão de um novo modelo de desenvolvimento e planejamento que deverá combinar eficiência econômica, justiça social e prudência ambiental. A combinação destes elementos somente será possível se houver um esforço coletivo para atingi-lo. A pesquisa revelou que a contabilidade ambiental ainda é pouca utilizada pelas empresas, porém é considerada uma das principais ferramentas de gestão para auxiliar as empresas e gestores na tomada de decisão, podendo ser usada para demonstrar a responsabilidade ambiental da empresa, através das demonstrações e relatórios contábeis onde deverão ser evidenciados os gastos com a gestão ambiental. A analise e coleta de dados, foram extraídos através dos relatórios de sustentabilidade, notas explicativas e informações divulgadas nos sites das empresas, sendo que as demonstrações contábeis não apresentaram informações relacionadas ao meio ambiente. Após as analises concluiu-se que as empresas de celulose e papel demonstram preocupação com as questões ambientais e divulgam as informações que englobam a gestão ambiental em seus relatórios anuais, porém ainda não ocorre a inserção da contabilidade ambiental neste contexto.
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