Top PDF Gestão da educação: gestão democrática da escola pública

Gestão da educação: gestão democrática da escola pública

Gestão da educação: gestão democrática da escola pública

O presente estudo tem por fundamento fazer uma revisão bibliográfica acerca dos conceitos de gestão democrática, tema amplamente debatido no contexto das normas das políticas públicas atuais. Neste âmbito, avaliar as implicações e participação da comunidade esta esfera. É essencial uma avaliação da real aceitação de novos moldes de trabalho dentro da escola pública, sabendo-se que para se ter autonomia na seara escolar não é tarefa tão simples. Não se vislumbra, diante da revisão que os integrantes da escola pública estão de fato comprometidos, havendo, ainda, uma dificuldade de se alcançar a autonomia, ponto essencial para o estabelecimento da gestão democrática. Contudo, o estudo remete à conclusão de que gerir democraticamente não é missão impossível, desde que todos os integrantes da escola pública tenham uma visão uníssona da real importância de tarefas focadas no bem estar da escola como da comunidade local.
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Gestão democrática na escola pública alagoana: interfaces com o Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE – Escola)

Gestão democrática na escola pública alagoana: interfaces com o Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE – Escola)

educacional no contexto da escola pública brasileira, a partir do marco legal construído na década de 1990, após a promulgação da Constituição Federal de 1988, que foi precedida pelas demandas por uma escola participativa. Para chegar a essas considerações, foram demarcados três blocos de análise: primeiro, os conceitos, sentidos, história e implicações da gestão democrática na escola, do século XX ao século XXI; em seguida, a reflexão sobre a gestão democrática na escola pública alagoana e seus desdobramentos no âmbito do PDE-Escola, e por fim, no terceiro momento, destaca-se as mudanças empreendidas na escola sob a lógica do PDE-Escola. O trabalho, objetivou compreender os sentidos da gestão democrática no ordenamento da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n.º 9.394/96 e na concepção dos vários grupos presentes nesse contexto, com base no processo de elaboração do Plano de Desenvolvimento da Escola, após o decreto 6. 094, de 24 de abril de 2007. Nesse sentido, o trabalho aborda categorias como o Estado contemporâneo e seus desdobramentos na política de educação básica, encaminhada às escolas públicas do país. Fez-se necessário nesse percurso histórico e metodológico a análise das categorias que foram depreendidas dos dados empíricos, como: escola, planejamento estratégico, desenvolvimento, gestão democrática e participação. A análise foi erguida com base nas fontes selecionadas na concepção do trabalho, por meio dos relatos dos sujeitos, da relação dessas falas com a organicidade teórica elaborada, promovendo o cruzamento das ideias e do constructo teórico levantado pelos autores que sedimentaram a pesquisa. A abordagem configurou-se como pesquisa qualitativa documental e bibliográfica, tendo por referencial teórico-metodológico as discussões levantadas pelos seguintes autores: Bobbio (1987); Coutinho (1992, 2006); Frigotto (2003); Gramsci (2004, 2002, 1989); Höfling (2001); Neves (2005); Hochman, Arretche e Marques (2007); Hypólito (2008); Fonseca et al. (2004); Arelaro (2000); Azevedo (1997); Coraggio (2000); Dourado (2007); Ferreira (2008); Haddad (2008); Oliveira (2009); Krawczyk (2000 e 2008); Motta (2008); Paulani (2006); Behring (2008); Gruppi (1987); Harwey (1993); Mészáros (2002); entre outros. Destaca-se o PDE-Escola como objeto constitutivo da análise, elemento central da discussão, possibilitando identificar na política pública da gestão democrática elementos determinantes da democracia moderna, do planejamento e da participação, trazendo a escola contemporânea como foco do estudo. A análise dos resultados aponta para um processo de gestão por resultados, impulsionado pelo avanço das políticas neoliberais, conduzindo a escola pública nas orientações dos organismos internacionais que financiam a educação nacional.
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Gestão democrática da escola pública : a participação como princípio da democracia

Gestão democrática da escola pública : a participação como princípio da democracia

A gestão democrática é aqui compreendida, então, como um processo político no qual as pessoas que atuam na/sobre a escola identificam problemas, discutem, deliberam e planejam, encaminham, acompanham, controlam e avaliam o conjunto das ações voltadas ao desenvolvimento da própria escola na busca da solução daqueles problemas. Esse processo, sustentado no diálogo, na alteridade e no reconhecimento às especificidades técnicas das diversas funções presentes na escola, tem como base a participação efetiva de todos os segmentos da comunidade escolar, o respeito às normas coletivamente construídas para os processos de tomada de decisões e a garantia de amplo acesso às informações aos sujeitos da escola. Isso quer dizer que a gestão da escola públicapode ser entendida pretensamente como um processo democrático, no qual a democracia é compreendida como princípio, posto que se tem em contaque essa é a escola financiada por todos e para atender ao interesse que é de todos; e também como método, como um processo democratizante, uma vez que a democracia é também uma ação educativa, no sentido da conformação de práticas coletivas na educação política dos sujeitos. É certo que essas ideias não expressam a realidade da gestão das escolas públicas, mas, se tomamos o conceito como hipótese ou como matriz a ser cotejada com a realidade, sua amplitude democrática pode nos ser bastante útil na observação do fenômeno.
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Clima e cultura organizacional: implicações na gestão democrática no contexto da escola pública

Clima e cultura organizacional: implicações na gestão democrática no contexto da escola pública

O Clima e a Cultura Organizacional fazem parte do contexto de qualquer organização escolar, sendo afetados pelo tipo de gestão realizada. A presente dissertação objetiva analisar as implicações da gestão democrática para o clima e a cultura organizacional no contexto da escola pública. Especificamente, intenciona: a) verificar as possibilidades de construção da gestão democrática no contexto da escola pública; b) analisar a relação entre clima, cultura organizacional e gestão democrática; c) identificar o papel da comunidade escolar na construção da gestão democrática. A metodologia partiu da abordagem quantitativa-qualitativa, com amostra composta por 2 gestoras escolares; 2 técnicas pedagógicas, 10 docentes, 90 alunos do Ensino Fundamental e Médio, 5 pais e 2 funcionários. O lócus da pesquisa foi a Escola Estadual de E.F.M., em Belém do Pará, no Brasil. A coleta de dados e informação ocorreu por meio de entrevista dialogada e aplicação de questionários (professores e alunos). O conteúdo abrangeu questões referentes à Cultura e ao Clima Organizacional, à gestão democrática e qualidade na escola e ao Projeto Político Pedagógico (P.P.P.). Os resultados mostraram que a gestão democrática favorece melhorias no Clima e Cultura Organizacional.
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Gestão democrática da escola pública: propostas à reforma educacional em Angola

Gestão democrática da escola pública: propostas à reforma educacional em Angola

Pensamos que a escola pública angolana no contexto da sua reforma deveria centrar a sua discussão sobre a eficácia dos processos de operacionalização, em atividades na escola, dos fins propostos para a educação, bem como a natureza da ideia de organização e gestão do trabalho escolar. Este texto visa a abordar esses aspectos, porque não foi a opção da escola que desvirtuou a eficácia da política educacional anterior, mas a maneira como se operacionalizou a mesma na realidade da escola. Devido os desafios de transição de uma sociedade de pretensões socialistas de partido único para uma democracia multipartidária, os fins da educação propostos que, entre outros, visam à formação de cidadãos para o agir democrático, requerem uma realidade escolar que se afaste da cultura do centralismo e do autoritarismo que vigorou nas escolas públicas angolanas no período anterior ao da reforma educativa proposta. Mostramos com Pistrak que mais do que a sua declaração formal, os fins das escolas devem ser adequados à natureza do trabalho da escola e a expectativa do trabalho dos alunos. Para isso, requer-se uma cultura que facilite o trabalho coletivo, cultura essa desenvolvida e facilitada com os processos de gestão democrática julgada como a possibilidade da apropriação do processo de educação como uma questão coletiva.
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A GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA

A GESTÃO DEMOCRÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA

Ao final deste referido trabalho conclui-se que os princípios da Gestão Democrática são de forma geral praticados nas escolas de Educação Básica, e que seus gestores compreendem e promovem ações relacionadas e este conceito. Constatamos também que em relação à autonomia financeira, ela acontece parcialmente, pois há um controle do poder público quando é repassado para as escolas dinheiro das verbas, muitas vezes interferindo neste item, além disso as escolas ainda precisam promover ações que possibilitem arrecadação de fundos para suprir pois as verbas não são suficientes, ou não estão disponíveis para atender as demandas da escola.
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A relação de uma escola pública com as famílias num processo de gestão democrática

A relação de uma escola pública com as famílias num processo de gestão democrática

Esta pesquisa apresenta como tema central a investigação de como se dá a relação da Escola de Educação Básica Padre Anchieta com as famílias num processo de gestão democrática e em que medida essa relação aproxima comunidade escolar, famílias e estudantes, objetivando maior qualidade de aprendizagem e apropriação dos conhecimentos científicos produzidos pela humanidade. A metodologia utilizada foi bibliográfica e documental. Pretendeu-se aqui identificar as lacunas existentes entre escola e famílias, o porquê de haver tanta resistência e em que medida a organização do trabalho pedagógico, sobretudo dos professores, pode auxiliar nesse processo de democratização. No primeiro capítulo procurou-se contextualizar as intenções do Projeto Político Pedagógico da instituição estudada em termos de concepção de sociedade, buscando entender a percepção de gestão democrática na escola pública pautada na valorização da comunidade escolar, que opera num contexto com estudantes em situação de vulnerabilidade social; no segundo capítulo procurou-se refletir sobre a democratização da escola pública como elemento de aproximação com a comunidade local, considerando as dificuldades de determinadas propostas pedagógicas não se concretizarem, principalmente, a respeito dos problemas que as famílias expõem de não estarem presentes na escola.
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Educação básica e gestão da escola pública

Educação básica e gestão da escola pública

A Constituição Federal (CF/1988) apresenta no art. 206, dentre outros princípios, o da “liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber” (item II); o do “pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas” (item III) e o da “gestão democrática do ensino público”. Em consonância à CF, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei n.º  9.394/1996), declara, no art. 12, que os estabelecimentos de ensino terão a incumbência de “elaborar e executar sua proposta pedagógica” (item I); no art. 13 incumbe os docentes de “participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino” (item I) e de “elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino (item II); no art. 14 esclarece que “os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica [...] conforme os seguintes princípios: “participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola” (item I) e “participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes” (item II); por fim, no art. 15, dispõe que “os sistemas de ensino assegurarão às unidades escolares [...] progressivos graus de autonomia pedagógica e administrativa e de gestão financeira”.
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Formação e trabalho do pedagogo: impasses e contribuições para a gestão democrática na escola pública

Formação e trabalho do pedagogo: impasses e contribuições para a gestão democrática na escola pública

A nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBN), aprovada em 1996, reforça os princípios já apregoados na Constituição, quando incentiva as instituições à elaboração de seu projeto político-pedagógico e demandam para as instituições uma nova organização do trabalho administrativo e pedagógico baseada em princípios de gestão democrática, ou seja, na participação de profissionais e da comunidade em conselhos escolares para definir coletivamente as ações da escola. A Lei assevera nos Artigos 14 e 15 a responsabilidade dos sistemas de ensino em estabelecer as normas e assegurar as condições para que unidades escolares implementem processos de gestão democrática e progressivos graus de autonomia pedagógica, administrativa e financeira.
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Políticas públicas da educação e gestão democrática e participativa na escola

Políticas públicas da educação e gestão democrática e participativa na escola

Esta pesquisa tem como objetivo realizar um estudo a respeito das políticas públicas da educação e de que forma a gestão democrática e a participação estão consolidadas na Escola, tomando como base os fundamentos e os princípios da gestão democrática do ensino público presentes na Constituição Federal e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Vários são os mecanismos, instrumentos, elementos e estratégias da gestão democrática e o mais importante é a criação de Conselhos como espaços democráticos de participação, contribuindo para a autonomia das instituições de ensino e para o avanço das políticas públicas na educação. É imprescindível também, a formação dos conselheiros para que estes sejam capazes de cumprir com suas atribuições e contribuir para o processo de democratização do ensino. Para a realização da pesquisa utilizou-se de referencial teórico e pesquisa documental da legislação do município de Telêmaco Borba, pertinente ao assunto. Entretanto, mesmo com toda a legislação vigente, ficou evidenciado na pesquisa que ainda há muito a avançar em busca de uma escola realmente democrática. Somente, a partir do momento em que a escola abrir as portas para a participação da comunidade na construção, acompanhamento e avaliação do seu projeto político pedagógico, comprometido com a formação do cidadão participativo, crítico, responsável e criativo, a gestão democrática estará realmente consolidada e a escola cumprido com sua função social.
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Gestão democrática na escola pública: retrato da atuação do Conselho Escolar em uma escola pública estadual

Gestão democrática na escola pública: retrato da atuação do Conselho Escolar em uma escola pública estadual

A gestão democrática na escola pública vem ganhando destaque na atualidade, ocorrendo por meio da instituição de Colegiados Escolares nos espaços educativos. Instituída pela Legislação Federal atual, é fruto de um longo período de lutas e reivindicações de vários segmentos da sociedade. Defendida por teóricos e pesquisadores como Gadotti (2013), Luck (2000), Medeiros (2003), dentre outros, a gestão democrática é apontada como alternativa necessária para a transformação e o desenvolvimento social. Buscando analisar como ocorre a gestão democrática na prática, a pesquisa objetiva analisar o papel do Conselho Escolar para a democratização das escolas públicas. Registra-se, que embora exista de fato nas instituições educativas, os Conselhos Escolares nem sempre atuam de maneira efetiva, pois alguns dos seus membros chegam a desconhecer as funções e finalidades de tal colegiado. Registra-se, porém, que apesar do não funcionamento efetivo do colegiado em todas as instituições, esse órgão é a ponte mais segura para a descentralização da gestão educativa, pois possibilita a participação de representantes de todos os segmentos do sistema educativo.
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Gestão democrática na escola pública: um olhar sobre a participação popular

Gestão democrática na escola pública: um olhar sobre a participação popular

Como vemos a gestão democrática tem um longo caminho a percorrer no espaço educativo começando com a incorporação de novas práticas de gestão, por meio da participação de todos que formam a escola na busca do desenvolvimento e aperfeiçoamento da qualidade do ensino. Essa mobilização é imprescindível para conseguirmos consolidar os objetivos educacionais estabelecidos no currículo escolar, ampliando cada vez mais as potencialidades dos alunos possibilitando assim a participação destes na utilização das realidades técnicas do mundo globalizado. Baseado nos estudos do pesquisador Sander (2009, p. 84), asseveramos que gestão democrática tem a missão de dedicar-se inteiramente na busca de métodos adequados para que venham suprimir os déficits da escola atual em torno da precariedade do ensino, com ações que viabilizem as propostas pedagógicas que convergem para os objetivos de uma educação de qualidade para todos com total igualdade de direitos nas instituições escolares.
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Conselhos escolares: uma estratégia de gestão democrática da educação pública

Conselhos escolares: uma estratégia de gestão democrática da educação pública

estudou sobre o assunto”, dessa forma buscamos analisar e entender todo o funcionamento do “Programa Nacional de aperfeiçoamento dos Conselhos Escolares” oferecido pelo governo federal, onde foi estudado todo o projeto e material deste programa, que vem se aperfeiçoando, visando cada vez melhorar a situação do ensino público através da descentralização e reforma da governança escolar pública. O material instrucional do Programa é composto de: um caderno instrucional denominado Conselhos Escolares: Uma estratégia de gestão democrática da educação pública, que é destinado aos dirigentes e técnicos das secretarias municipais e estaduais de educação, e seis cadernos instrucionais que tem como título: 1- Conselhos Escolares: Democratização da escola e construção da cidadania, 2- Conselho Escolar e a aprendizagem na escola, 3- Conselho Escolar e o respeito e a valorização do saber e da cultura do estudante e da comunidade, 4- Conselho Escolar e o aproveitamento significativo do tempo pedagógico, 5- Conselho Escolar, gestão democrática da educação e escolha do diretor: destinados aos conselheiros escolares; e o 6- Caderno de Consulta: publicação destinada aos dirigentes e técnicos das secretarias estaduais e municipais de educação. Dessa forma nos propomos a estudar e discutir assuntos relacionados ao referido tema, para isso foram feitas pesquisas em livros e artigos científicos, bibliotecas e acervo virtual em busca de dados que possam embasar e enriquecer nosso trabalho.
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Barreiras e possibilidades para a gestão democrática na educação pública : o caso de uma escola de anos iniciais de Brasília

Barreiras e possibilidades para a gestão democrática na educação pública : o caso de uma escola de anos iniciais de Brasília

Este trabalho enfatiza os processos da gestão democrática na educação pública na escola. Tem por objetivo geral discutir barreiras e possibilidades de implementação da gestão democrática, levando em consideração a perspectiva dos atores educacionais de uma escola pública de anos inicias em Brasília, identificando e analisando as concepções e práticas de gestão dessa escola, a qual recentemente passou por uma eleição de gestores educacionais. O referencial teórico articula temas como o processo histórico do pensamento educacional, o conceito de paradigmas da educação, a gestão da educação pública e os pressuposto da gestão escolar, experiências de implementação da gestão democrática em escola e os novos paradigmas da gestão escolar. Diante de um novo contexto educacional, a pesquisa empírica organizou um design metodológico de forma a dar visibilidade à organização do trabalho pedagógico, à participação da comunidade escolar nas tomadas de decisão e aos desafios que a escola enfrenta para consolidar a gestão democrática. Participaram todos os funcionários da escola (equipe gestora, administrativa, docente, apoio técnico e conservação). Foi pautada no método indutivo no qual o pesquisador não manipula o objeto, mas conta com instrumentos para a construção das informações empíricas. Utilizou técnicas de observação direta, aplicou questionário semiestruturado, com questões abertas e com questões fechadas apresentando indicadores de satisfação. Foi realizada uma análise qualitativa a partir dos gráficos e das respostas discursivas, a partir de categorias temáticas construídas por meio dos indicadores. Os resultados permitiram identificar as demandas enfrentadas no processo de implementação da gestão democrática pela (na) instituição investigada na visão de seus profissionais e analisar as questões levantadas na perspectiva das orientações normativas e legais proposta para a gestão democrática na escola.
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A gestão democrática da escola pública sob a égide do capitalismo neoliberal

A gestão democrática da escola pública sob a égide do capitalismo neoliberal

O trabalho tem como objetivo discutir as contradições que estão postas para a gestão democrática da escola pública no contexto capitalista neoliberal, considerando que a legislação estabelece este princípio na C. F de 1988, na LDB nº 9.394/96 e no PNE 2014/2024- Lei nº 13.005/2014. Nesse prisma, parte da premissa de que estão assegurados progressivos graus de autonomia pedagógica, administrativa e de gestão financeira, observada às normas gerais de direito financeiro público aos profissionais da educação, comunidade educativa e unidades de ensino. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica e documental com abordagem qualitativa, situando-se como um dos estudos realizados pelo Grupo GEPPGE/UFC. O desenvolvimento das investigações, embora parciais, tendo em vista a continuidade das aferições, leva a concluir que a gestão democrática da escola pública não se efetiva no espaço das macro e micropolíticas na atual conjuntura.
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O GRÊMIO ESTUDANTIL E OS DESAFIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA PÚBLICA

O GRÊMIO ESTUDANTIL E OS DESAFIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA PÚBLICA

por sua vez, ao assumir um perfil democrático, deveria ser responsável em garantir a participação cidadã dos alunos e demais membros da comunidade na vida da escola. Logo, o objetivo central deste trabalho é analisar a percepção de atores do processo de constituição e existência de um grêmio estudantil bem como documentos oficiais que auxiliam a equipe gestora na sua implementação. Nossa hipótese é que o grêmio como entidade representativa, autônoma e deliberativa dos estudantes se dá mais por uma necessidade burocrática (senão obrigatória) do que como um compromisso efetivo com o desenvolvimento de alunos participativos e preocupados com o destino da escola. Para tanto, realizamos revisão bibliográfica acerca da gestão democrática escolar e do movimento estudantil, entrevistas semi-estruturadas com membros de um grêmio e gestores de uma escola pública estadual na Grande São Paulo e análise de documentos oficiais. Como aporte teórico, utilizamos os conceitos de democracia e participação, de Bobbio, Matteucci & Pasquino (1998) e Demo (1993), que postulam a participação social como “conquista”, opostos, pois, a posturas assistencialistas e centralizadoras que existem na escola. Também consideramos as contribuições de pesquisadores como Carlos (2006), Gadotti (2014) e Moura (2010), que abordam o grêmio estudantil e a gestão democrática na escola.
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Gestão Democrática para uma Educação de Qualidade na escola Pública

Gestão Democrática para uma Educação de Qualidade na escola Pública

O presente estudo propõe-se tratar a educação de qualidade e dos critérios para uma gestão democrática na escola pública em Macapá, Amapá-Brasil. Objetiva desvendar os critérios que levam à gestão na escola campo de pesquisa. Fundamenta-se em um estudo de caso, de abordagens quantitativa e qualitativa com enfoque dialético, na Escola Estadual Raimunda Virgolino, como conhecimento do processo de gestão democrática adquirida por prêmio em Referência de Gestão Escolar Nacional, em 2008. A coleta de dados envolveu: alunos, professores, equipe gestora, pais e equipe de apoio, realizada mediante a aplicação de questionário e observação in loco com a finalidade de desvelar o tema abordado. Foram utilizados estudos bibliográficos de diferentes autores que abordam a temática em questão. Traz como resultados a busca incessante da escola em sustentar a referida premiação, tendo como visão o que dizem os autores a respeito de gestão democrática.
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As contribuições da gestão democrática no processo de valorização da educação em direitos humanos em uma escola pública no Rio Grande do Norte

As contribuições da gestão democrática no processo de valorização da educação em direitos humanos em uma escola pública no Rio Grande do Norte

O presente artigo tem como objetivo investigar as contribuições da gestão democrática no processo de valorização de educação em direitos humanos em uma escola pública do Rio Grande do Norte. A metodologia da pesquisa configura-se como qualitativa do tipo inicialmente bibliográfica e posteriormente um estudo de caso para verificarmos as atividades desenvolvidas na escola em relação a gestão democrática e educação em direitos humanos. O campo de pesquisa está situado na Escola Municipal Governador Mário Covas, na cidade de Passa e Fica, no Rio Grande do Norte, os sujeitos da pesquisa foram, uma gestora, um vice gestor e três coordenadoras pedagógicas. Para fundamentar teoricamente, apresentamos as seguintes bases: Luck (2008; 2006), Libâneo (2008) Gadotti (1995) para discutir a gestão democrática e participativa. Para debater sobre a educação em direitos humanos partimos de documentos legais como o Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (2007), Programa Mundial de Educação em Direitos Humanos (2005) e os autores Dias (2010), Benevides (2007), Candau (2000) que trazem suas contribuições significativas a respeito do tema. Percebemos através deste estudo, que na escola campo de pesquisa a gestão de forma democrática vem promovendo projetos que integram a comunidade escolar na discussão e valorização do tema educação e direitos humanos.
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Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

Como se percebe, as práticas do cotidiano escolar constituem um horizonte para o surgimento, crescimento e consolidação de um projeto democrático alternativo. A avaliação das diferentes dimensões da gestão escolar pode ser este horizonte, pois, conforme Lück (2009), essas dimensões que envolvem a gestão escolar são capazes de promover mudanças e desenvolvimento dos processos educacionais, tornando a formação e aprendizagem dos alunos mais potente. A autora apresenta dez dimensões que auxiliam a organização da gestão escolar: 1. Fundamentos e princípios da educação e da gestão escolar; 2. Planejamento e organização do trabalho escolar; 3. Monitoramento de processos e avaliação institucional; 4. Gestão de resultados educacionais; 5. gestão democrática e participativa; 6. gestão de pessoas; 7. gestão pedagógica; 8. gestão administrativa; 9. gestões da cultura escolar; 10. gestão do cotidiano escolar.
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GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

A presente dissertação trata da “Gestão Escolar na Escola Pública: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática”, na perspectiva de apreender a concepção de gestão escolar que norteia as práticas gestoras em uma escola da rede pública estadual em São Luís-Maranhão. A metodologia orienta-se no materialismo histórico-dialético e utiliza pesquisa bibliográfica, documental e de campo, subsidiada por levantamento dos dados empíricos através da realização de entrevistas semiestruturadas aplicadas a uma amostra constituída por 35 sujeitos, cujas informações possibilitaram ampliar o conhecimento sobre a realidade social vivenciada pela escola pública e suas relações com o contexto social e educacional, materializado pelo reconhecimento dos discursos contraditórios dos sujeitos na efetivação das políticas de gestão escolar. Dentre os autores que referenciaram o presente estudo, destacam-se: Marx (1979), Gramsci (1999), Piotte (1975), Kosik (1976), Gruppi (1978), Oliveira (2010), Cabral Neto (2007), (2009), (2011), Libâneo (2012), Ferreira (2006), Savianni (2001), (2007), Dourado (2001), (2006), Frigoto (1999), (2003), entre outros. O texto dissertativo está estruturado em capítulos, sendo o primeiro reservado à demarcação inicial do objeto, aos objetivos e às questões norteadoras, ao percurso metodológico e à organização do texto. No segundo, analisam-se as transformações decorrentes do progresso técnico científico e seus impactos na configuração das políticas educacionais e na gestão da educação. No terceiro, reflete-se sobre as concepções de administração e gestão escolar no âmbito do sistema educacional brasileiro. No quarto capítulo, abordam-se as políticas de gestão da educação no estado do Maranhão e realiza-se a caracterização das práticas gestoras em uma escola da rede pública estadual. A realidade observada revelou que as políticas educacionais de gestão escolar representam mais possibilidades de manutenção de controle do sistema educacional, dos resultados, da flexibilização, das metas e dos indicadores, do que a efetivação da autonomia, participação, do interesse coletivo e da democratização oriundos de uma perspectiva democrática. Concluiu-se que a realidade pesquisada caminha mais alinhada ao controle das concepções gerencialistas do que das orientações democrático-participativas.
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