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Gestão democrática na escola: uma construção coletiva

Gestão democrática na escola: uma construção coletiva

O presente artigo faz parte de uma pesquisa bibliográfica realizada no curso de Pedagogia da UEPB – CH, que tem como objetivo investigar as idéias de diversos autores e pesquisadores que abordam o tema da gestão democrática na escola. Metodologicamente o trabalho traz um relato das experiências vivenciadas durante o Estágio Supervisionado III, na escola Estadual de Ensino Fundamental Prof. Antonio Benvindo, lócus da pesquisa, situada na cidade de Guarabira – PB. No entanto, percebeu-se que a escola atual necessita de uma transformação, no sistema de ensino, buscando superar desafios, é a partir desse pressuposto, que surge a figura do gestor escolar, um líder, que busca uma participação mais efetiva por parte dos professores, funcionários, pais, alunos e comunidade, para unidos promoverem um plano de ação para o desenvolvimento da escola. Apesar de existir mecanismos para sua realização muitas vezes a mesma não se concretiza por falta da participação de todos os segmentos que compõem a comunidade escolar. Por isso se faz necessário que todos envolvidos tenham conhecimento, consciência e comprometimento de que fazem parte do processo da gestão democrática. Os resultados enfatizam a importância da gestão democrática na escola, e mostram que embora já tenham acontecidos importantes avanços, ainda existe uma necessidade de se aprofundar a compreensão em torno da temática.
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Gestão democrática: um caminho para uma escola melhor

Gestão democrática: um caminho para uma escola melhor

De acordo com os textos de Navarro et al (2004), a educação e a garantia de escolarização se constituem um direito social de todos, e que a educação é entendida como todas as manifestações humanas buscando adquirir a cultura produzida pelo homem e a escola é o espaço privilegiado de produção e socialização do saber e se constitui de ações educativas que visam à formação dos atores sociais concretos éticos, participativos, críticos e criativos. Neste contexto, a gestão democrática no seu processo de construção de identidade como ambiente formador do cidadão obedece às determinações implantadas pela nova LDB, Lei nº 9.394/96 que prevê no seu art.12, inciso I, em conformidade com os princípios constitucionais de 1988, que, respeitava as normas comuns as do seu sistema de ensino, terá a incumbência de elaborar e executar sua proposta pedagógica.
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ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA Versão Preliminar

ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA Versão Preliminar

Não, o Conselho somente exercerá seu papel de instância máxima de deliberação demo- crática se a comunidade escolar tiver claro que a escola é espaço de disputa de poder, onde po- dem estar em jogo visões diferentes e até con- flitantes do que é educar, do que é qualidade de ensino, do como lidar com as situações que surgem no dia a dia. Os dois aspectos centrais da gestão democrática da escola referem-se, por isso, ao seu entendimento, primeiramente, como estratégia de disputa por hegemonia de um pro- jeto educacional, no caso o EMI e, em segundo lugar, à compreensão de que quaisquer mecanis- mos utilizados serão inúteis se não conduzirem a decisões e deliberações coletivas que visem a tal hegemonia, sejam elas mais pontuais e peri- féricas ou de amplo escopo e mais centrais. Tal postura pode ser entendida como antidemocrá- tica e o será, efetivamente, se impedir o debate. Mas o processo de disputa aberto e transparen- te é, ao contrário, democrático e, mais que isso, educativo.
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GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA E O PAPEL DO GESTOR ESCOLAR

GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA E O PAPEL DO GESTOR ESCOLAR

O gestor é o dirigente de suma importância, responsável pela escola, e tem a visão de um todo, articulando, assim, a unificação de vários setores existentes no processo educacional, tais como: administrativo, pedagógico, secretaria, serviços gerais e principalmente o relacionamento com a comunidade educativa. Diante disso um dos pontos mais importantes para a ocorrência da Gestão Democrática na Escola é o gestor, pois cabe a ele ser carismático, aberto a novas ideias e com iniciativa, que são características de um líder em potencial, o que nos leva a entender que o gestor ideal é aquele que possui um perfil de líder. Na sociedade contemporânea, esse modelo de gestão democrática nos faz refletir como essa gestão contribui no aspecto administrativo. Assim, o novo paradigma da administração escolar traz a ideia e a indicação de gestão compartilhada pela comunidade educativa.
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Gestão Democrática para uma Educação de Qualidade na escola Pública

Gestão Democrática para uma Educação de Qualidade na escola Pública

O presente estudo propõe-se tratar a educação de qualidade e dos critérios para uma gestão democrática na escola pública em Macapá, Amapá-Brasil. Objetiva desvendar os critérios que levam à gestão na escola campo de pesquisa. Fundamenta-se em um estudo de caso, de abordagens quantitativa e qualitativa com enfoque dialético, na Escola Estadual Raimunda Virgolino, como conhecimento do processo de gestão democrática adquirida por prêmio em Referência de Gestão Escolar Nacional, em 2008. A coleta de dados envolveu: alunos, professores, equipe gestora, pais e equipe de apoio, realizada mediante a aplicação de questionário e observação in loco com a finalidade de desvelar o tema abordado. Foram utilizados estudos bibliográficos de diferentes autores que abordam a temática em questão. Traz como resultados a busca incessante da escola em sustentar a referida premiação, tendo como visão o que dizem os autores a respeito de gestão democrática.
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Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

Gestão escolar: dimensões da gestão democrática na escola pública

O presente trabalho teve como objetivo, discutir a gestão escolar sob a perspectiva das dimensões de organização da gestão democrática na escola pública, por meio do Projeto Político Pedagógico e de implementação, por meio dos Conselhos escolares. Tomou-se como objeto de estudo a E.E.E.F. Francisco Costa, Duas Estradas-PB, através da qual se analisou como a gestão democrática tem contribuído com a prática pedagógica da escola, como também, relatou-se as atividades desenvolvidas pela equipe de gestores e sua relevância no processo pedagógico da escola. Utilizou-se no estudo, o método qualitativo tendo como principal instrumento para coleta de dados, o questionário aplicado a uma amostra de dez docentes. Os resultados da pesquisa foram apresentados em quadros contendo a percepção dos entrevistados sobre a gestão da E.E.E.F. Francisco Costa, sentimentos em relação à gestão participativa e democrática, de maneira que o Projeto Político Pedagógico é colocado em prática durante o ano, participação do Conselho Escolar na escola e a as relações deste com a Gestão e, práticas da Gestão na E.E.E.F. Francisco Costa no que se refere à melhoria do ensino e de aprendizagem. Com relação aos resultados, a pesquisa realizada proporcionou a todos os docentes a oportunidade de refletir sobre a importância da participação de todos envolvidos no processo educativo, como também analisar o trabalho feito pela gestão escolar numa perspectiva democrática e participativa, percebendo de que forma essa participação poderá ser otimizada.
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Gestão democrática: planejamento participativo na escola

Gestão democrática: planejamento participativo na escola

A gestão democrática é muito importante, pois exige a participação de toda a comunidade escolar nas decisões do processo educativo, o que resultará a democratização das relações que se desenvolvem na escola, contribuindo para o aperfeiçoamento administrativo-pedagógico. Sendo assim, trabalhar com gestão democrática no âmbito escolar pode melhorar o que é específico da escola – o seu ensino, proporcionando um melhor conhecimento do seu funcionamento e de todos os envolvidos (pais, alunos, professores, diretor, auxiliares e toda a comunidade escolar), assim, a escola terá a possibilidade de construir a democracia.
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Gestão democrática: integração escola e comunidade

Gestão democrática: integração escola e comunidade

O presente trabalho tem como tema a relação entre a gestão escolar e a comunidade a cerca dos princípios que norteiam a gestão escolar quando esta se caracteriza como democrática, bem como, sua integração com a comunidade tendo em vista alguns aspectos escolares e extra-escolares. Pretende, ainda, refletir sobre o papel do gestor no sentido de garantir a participação da comunidade escolar nas decisões de âmbito pedagógico, financeiro e administrativo, trazendo os diversos instrumentos que favorecem esta participação. Esta é uma abordagem investigativa realizada por meio de pesquisa bibliográfica na qual foram utilizadas como fontes de estudo obras de relevante importância sobre o tema, livros, artigos científicos, revistas pedagógicas, instituições de educação de atendimento na área; além de sites sobre o tema. A gestão escolar não deve ser enxergada somente como um conjunto de práticas burocráticas voltadas à escola, mas sim, precisa ser vista como um viés de promoção do fazer democrático e da cidadania. Atualmente, não há como a escola subsistir sozinha no que diz respeito às suas atribuições, se considerarmos tanto fatores externos que existem à sua volta. Os resultados enfatizam a importância da gestão democrática para a qualidade do ensino e mostram que, embora já tenham acontecido importantes avanços, ainda existe uma necessidade de se aprofundar a compreensão em torno da temática, ampliar os espaços de discussão e unir esforços na luta por uma efetiva gestão democrática, condição fundamental para a melhoria da qualidade na educação.
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Gestão democrática na escola: pequenos fragmentos

Gestão democrática na escola: pequenos fragmentos

O referido trabalho tem por finalidade apresentar algumas reflexões, acerca da Gestão democrática em uma escola pública na cidade de Bananeiras-PB. Visando colher dados, reflexões relevantes, no que tange ao modo de gerir da escola investigada. Inicialmente, tivemos como ponto de partida, a pesquisa bibliográfica e consequentemente a coleta de dados, com os gestores da então escola, com o objetivo de avaliar as práticas de gestão adotadas no cotidiano escolar. Nesse sentido, procuramos verificar se as práticas de gerir, vivenciadas pelos gestores estão de acordo com o que sugere a gestão democrática e mais ainda, quais suas concepções sobre gestão. Esses dados, resultaram de um questionário aplicado aos mesmos que respondem pela referida escola. Para fomentar esse estudo, acerca da gestão, a pesquisa foi fundamentada em autores como, Luck, (2005), Libâneo (2005), PARO (2007 ), Wittann (1995 ), entre outros estes, trazem elementos fundamentais, que remetem ao novo modelo educacional de conduzir uma instituição escolar na atualidade e essa forma de gerir responde como gestão democrática.
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A gestão democrática e o uso das TIC’s na escola

A gestão democrática e o uso das TIC’s na escola

O presente artigo discute a importância da implementação da Gestão Democrática na Escola pública, a qual é estabelecida pela Constituição Federal e a Lei Das Diretrizes e Bases da educação Nacional (LDB), apresentando um breve esclarecimento sobre o papel que a educação desempenha em sentido amplo no desenvolvimento das pessoas e das sociedades, caminhando em direção ao ato de educar na era da Tecnologia de informação e conhecimento (TIC’s), que possibilita auxiliar todos os profissionais no processo de ensino-aprendizagem, conforme as necessidades, habilidades pessoais, recursos e materiais disponíveis na escola. Sabe-se que as tecnologias acompanham a história da humanidade desde os tempos mais remotos e hoje o mundo vive um acelerado desenvolvimento em que elas estão presentes direta e indiretamente na vida dos cidadãos, não se trata de usa-las apenas para registrar tendo em vista o controle burocrático, mas que possa abranger também a dimensão técnico-administrativa e a pedagógica. O estudo aponta ainda que a sociedade brasileira demanda uma educação de qualidade, que se posicione na linha de frente da luta contra exclusões que garantam aprendizagens significativas, visando formar cidadãos críticos, autônomos e participativos, no entanto é necessário que o gestor reflita sobre sua atuação, com objetivo de superar os modelos ultrapassados e intoleráveis da prática administrativa, bem como, compreender os problemas postos pela prática pedagógica, a qual exige paciência, esforço e dedicação. Para compreendermos melhor nosso pensamento e desenvolver com mais propriedade nossas ideias, lançamos mão do conhecimento expresso por autores como: LÜCK (2008), LIBÂNEO (2008), MORAN (2012), DANIEL (2003) entres outros, que fundamentam esse trabalho e nos apontam possíveis caminhos para chegarmos a uma conclusão lógica sobre a realidade apresentada.
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Gestão democrática na escola : um estudo de caso

Gestão democrática na escola : um estudo de caso

Este trabalho de investigação foi realizado como quesito de conclusão do curso de Mestrado em Administração e Gestão Educacional, tendo como tema uma pesquisa sobre Gestão Democrática na Escola. O estudo foi realizado numa escola estadual da cidade de Vilhena – RO, com o objetivo de discutir como a comunidade escolar compreende a Gestão democrática, que é uma situação relativamente nova no Brasil e mais ainda no estado de Rondônia. No processo de investigação usou-se o método de pesquisa qualitativa, por ser um instrumento que permite que o pesquisador esteja em contato direto com o objeto de observação. Além da observação e das entrevistas realizadas, também foi efetivada uma revisão bibliográfica sobre o assunto Gestão Democrática e sobre a gestão escolar no Brasil, e uma consulta às Leis que determinam e organizam a administração escolar, tanto no Brasil como no estado de Rondônia. O Estudo mostrou que a gestão democrática não é ainda uma pratica implementada de forma profunda na escola estudada, uma vez que os elementos que interferem delegam as responsabilidades nos dois elementos da direção.
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Conselho de escola: limites e possibilidades da gestão democrática

Conselho de escola: limites e possibilidades da gestão democrática

O presente trabalho discute a estrutura e o funcionamento do Conselho de Escola, um organismo de gestão colegiada, que desde os anos 70 existe no interior das unidades escolares da rede estadual de ensino, no estado de São Paulo. Apresenta sua trajetória histórica, a partir da legislação em que se sustenta, e realiza a análise de suas conquistas, dispensando atenção especial à sua natureza. De órgão consultivo da direção da escola tornou-se, em meados dos anos 80, quando o país retornava ao regime democrático, um colegiado de natureza delibera- tiva, com poder de decisão, antes mesmo que a gestão democrática fosse instituída como prin- cípio do ensino público brasileiro, o que ocorreu em 1988. Esta pesquisa teve por objetivo compreender a influência do Conselho de Escola na gestão democrática da escola pública, por meio de estudo bibliográfico, análise documental e estudo de caso. A realidade pesquisada tratou-se de uma escola pública estadual, existente no município de Barretos, estado de São Paulo, de Ensino Fundamental e Médio. O estudo realizado refere-se ao período 2003-2006/ 1º semestre, tendo como foco de análise a atuação do Conselho de Escola no acompanhamen- to e avaliação do projeto político-pedagógico e sua contribuição para implementação da ges- tão democrática nessa unidade escolar. Os registros permitem identificar que, apesar de todo avanço provocado pelo processo de democratização da educação no Brasil, ainda hoje, existe um grande descompasso entre a intenção apresentada nos documentos oficiais e o cotidiano da gestão escolar.
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Gestão democrática da escola pública : a participação como princípio da democracia

Gestão democrática da escola pública : a participação como princípio da democracia

Este trabalho analisa os fundamentos da participação, enquanto princípio da cidadania e da democracia, a fim de compreender seus limites e suas possibilidades quando aplicados aos processos educacionais, principalmente os referentes à gestão democrática da escola pública. Para isso, foram feitas investigações conceituais de categorias relacionadas ao tema da participação, incluindo os pressupostos da democracia. Foram examinados: as teorias das formas de governo, destacando-se a diferença entre a democracia grega e atual e a tripartição de poderes; as teorias da democracia, explorando-se suas definições, a questão da escala, os critérios e seus problemas intrínsecos; a cidadania, buscando-se evidenciar suas bases conceituais presentes nas legislações reguladoras da educação escolar e da gestão democrática da escola pública; e, por fim, os fundamentos da educação relacionados à gestão democrática da escola pública, analisando-se categorias inerentes ao princípio da participação. De natureza teórica, o estudo teve como propósito construir uma articulação de conceitos oriundos da teoria política e da educação, no que concerne à participação como base da democracia, na sociedade e na escola, e da gestão democrática da escola pública. Foi possível concluir que é inevitável a aproximação dos estudos da ciência política e da educação, visto que democracia e participação são categorias comuns aos dois campos. Também foi possível vislumbrar a possibilidade de se avançar em mecanismos de participação direta na gestão democrática da escola,tornando-a mais efetiva, ao contrario da participação decorativa, estabelecida quando se tenta transpor as premissas da administração da empresa privada para a escola.
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A relação de uma escola pública com as famílias num processo de gestão democrática

A relação de uma escola pública com as famílias num processo de gestão democrática

Esta pesquisa apresenta como tema central a investigação de como se dá a relação da Escola de Educação Básica Padre Anchieta com as famílias num processo de gestão democrática e em que medida essa relação aproxima comunidade escolar, famílias e estudantes, objetivando maior qualidade de aprendizagem e apropriação dos conhecimentos científicos produzidos pela humanidade. A metodologia utilizada foi bibliográfica e documental. Pretendeu-se aqui identificar as lacunas existentes entre escola e famílias, o porquê de haver tanta resistência e em que medida a organização do trabalho pedagógico, sobretudo dos professores, pode auxiliar nesse processo de democratização. No primeiro capítulo procurou-se contextualizar as intenções do Projeto Político Pedagógico da instituição estudada em termos de concepção de sociedade, buscando entender a percepção de gestão democrática na escola pública pautada na valorização da comunidade escolar, que opera num contexto com estudantes em situação de vulnerabilidade social; no segundo capítulo procurou-se refletir sobre a democratização da escola pública como elemento de aproximação com a comunidade local, considerando as dificuldades de determinadas propostas pedagógicas não se concretizarem, principalmente, a respeito dos problemas que as famílias expõem de não estarem presentes na escola.
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Políticas públicas da educação e gestão democrática e participativa na escola

Políticas públicas da educação e gestão democrática e participativa na escola

Esta pesquisa tem como objetivo realizar um estudo a respeito das políticas públicas da educação e de que forma a gestão democrática e a participação estão consolidadas na Escola, tomando como base os fundamentos e os princípios da gestão democrática do ensino público presentes na Constituição Federal e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Vários são os mecanismos, instrumentos, elementos e estratégias da gestão democrática e o mais importante é a criação de Conselhos como espaços democráticos de participação, contribuindo para a autonomia das instituições de ensino e para o avanço das políticas públicas na educação. É imprescindível também, a formação dos conselheiros para que estes sejam capazes de cumprir com suas atribuições e contribuir para o processo de democratização do ensino. Para a realização da pesquisa utilizou-se de referencial teórico e pesquisa documental da legislação do município de Telêmaco Borba, pertinente ao assunto. Entretanto, mesmo com toda a legislação vigente, ficou evidenciado na pesquisa que ainda há muito a avançar em busca de uma escola realmente democrática. Somente, a partir do momento em que a escola abrir as portas para a participação da comunidade na construção, acompanhamento e avaliação do seu projeto político pedagógico, comprometido com a formação do cidadão participativo, crítico, responsável e criativo, a gestão democrática estará realmente consolidada e a escola cumprido com sua função social.
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Regimento e projeto político da escola como instrumentos de gestão democrática

Regimento e projeto político da escola como instrumentos de gestão democrática

O presente artigo é resultante do projeto de intervenção realizado no Estágio em Gestão Escolar do Curso de Pedagogia. Teve como objetivo geral – Institucionalizar, através da elaboração, apresentação, discussão, apreciação, votação e publicação, o Regimento Escolar da Escola Municipal de Ensino Fundamental Tenente Titico Gomes do Município de São José de Espinharas PB. E os específicos, discutir sobre mecanismos e marcos legais da gestão escolar democrática e identificar a rotina de atividades da gestão escolar na escola pesquisada. Trata-se de uma pesquisa qualitativa que relata a experiência vivenciada na escola-campo de Estágio. As contribuições com a institucionalização do Regimento Escolar foram marco significativo para a instituição, cumprindo destacar a riqueza dialógica do processo, obedecendo os trâmites legais e com a efetiva participação da comunidade escolar. Dos marcos legais versando sobre a gestão escolar, a CF e a LDB destacam o princípio da gestão democrática dos sistemas de ensino, com vistas a garantir a participação, visando a construção coletiva da educação com qualidade como direito de todos. Constatamos ainda que, na realidade da escola pesquisada, há um acúmulo de obrigações dificultando ações coordenadas de planejamento e efetivação das funções de gestão escolar.
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Gestão democrática e escola de qualidade: a visão de três diretores

Gestão democrática e escola de qualidade: a visão de três diretores

A presente pesquisa tem por objetivo analisar como diretores escolares do município de Ourinhos/São Paulo compreendem a gestão democrática e a constituição de uma escola de qualidade. Para tanto, foram entrevistados três gestores de escolas municipais da referida cidade, no primeiro semestre de 2017. Como resultados, nota-se que os profissionais encontram dificuldades no processo de gestão escolar, por terem visões errôneas de gestão democrática ou educação de qualidade. Nesse sentido, torna-se necessário pensar a formação desses sujeitos e o acompanhamento de suas práticas no contexto escolar.
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O GRÊMIO ESTUDANTIL E OS DESAFIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA PÚBLICA

O GRÊMIO ESTUDANTIL E OS DESAFIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA PÚBLICA

por sua vez, ao assumir um perfil democrático, deveria ser responsável em garantir a participação cidadã dos alunos e demais membros da comunidade na vida da escola. Logo, o objetivo central deste trabalho é analisar a percepção de atores do processo de constituição e existência de um grêmio estudantil bem como documentos oficiais que auxiliam a equipe gestora na sua implementação. Nossa hipótese é que o grêmio como entidade representativa, autônoma e deliberativa dos estudantes se dá mais por uma necessidade burocrática (senão obrigatória) do que como um compromisso efetivo com o desenvolvimento de alunos participativos e preocupados com o destino da escola. Para tanto, realizamos revisão bibliográfica acerca da gestão democrática escolar e do movimento estudantil, entrevistas semi-estruturadas com membros de um grêmio e gestores de uma escola pública estadual na Grande São Paulo e análise de documentos oficiais. Como aporte teórico, utilizamos os conceitos de democracia e participação, de Bobbio, Matteucci & Pasquino (1998) e Demo (1993), que postulam a participação social como “conquista”, opostos, pois, a posturas assistencialistas e centralizadoras que existem na escola. Também consideramos as contribuições de pesquisadores como Carlos (2006), Gadotti (2014) e Moura (2010), que abordam o grêmio estudantil e a gestão democrática na escola.
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GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

GESTÃO ESCOLAR NA ESCOLA PÚBLICA: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática

A presente dissertação trata da “Gestão Escolar na Escola Pública: interfaces entre gerencialismo e gestão democrática”, na perspectiva de apreender a concepção de gestão escolar que norteia as práticas gestoras em uma escola da rede pública estadual em São Luís-Maranhão. A metodologia orienta-se no materialismo histórico-dialético e utiliza pesquisa bibliográfica, documental e de campo, subsidiada por levantamento dos dados empíricos através da realização de entrevistas semiestruturadas aplicadas a uma amostra constituída por 35 sujeitos, cujas informações possibilitaram ampliar o conhecimento sobre a realidade social vivenciada pela escola pública e suas relações com o contexto social e educacional, materializado pelo reconhecimento dos discursos contraditórios dos sujeitos na efetivação das políticas de gestão escolar. Dentre os autores que referenciaram o presente estudo, destacam-se: Marx (1979), Gramsci (1999), Piotte (1975), Kosik (1976), Gruppi (1978), Oliveira (2010), Cabral Neto (2007), (2009), (2011), Libâneo (2012), Ferreira (2006), Savianni (2001), (2007), Dourado (2001), (2006), Frigoto (1999), (2003), entre outros. O texto dissertativo está estruturado em capítulos, sendo o primeiro reservado à demarcação inicial do objeto, aos objetivos e às questões norteadoras, ao percurso metodológico e à organização do texto. No segundo, analisam-se as transformações decorrentes do progresso técnico científico e seus impactos na configuração das políticas educacionais e na gestão da educação. No terceiro, reflete-se sobre as concepções de administração e gestão escolar no âmbito do sistema educacional brasileiro. No quarto capítulo, abordam-se as políticas de gestão da educação no estado do Maranhão e realiza-se a caracterização das práticas gestoras em uma escola da rede pública estadual. A realidade observada revelou que as políticas educacionais de gestão escolar representam mais possibilidades de manutenção de controle do sistema educacional, dos resultados, da flexibilização, das metas e dos indicadores, do que a efetivação da autonomia, participação, do interesse coletivo e da democratização oriundos de uma perspectiva democrática. Concluiu-se que a realidade pesquisada caminha mais alinhada ao controle das concepções gerencialistas do que das orientações democrático-participativas.
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O enfoque da Gestão Democrática da Escola no canal educativo TV Escola

O enfoque da Gestão Democrática da Escola no canal educativo TV Escola

Esta dissertação analisa o enfoque conferido pelo TV Escola, canal educativo do MEC ao tema da gestão democrática nas escolas públicas, por meio da análise do conteúdo e do discurso do programa “Fazendo Escola”, série de vídeos exibida em 2003. Esse documentário pretende mostrar ao telespectador uma amostra de casos bem-sucedidos de gestão democrática em escolas públicas de ensino médio. Do ponto de vista teórico-conceitual, a pesquisa procura revelar o significado e o alcance do documentário no contexto das relações entre mídia, democracia e educação. Nesse sentido, o estudo focaliza os modelos de democracia, a evolução da mídia educativa e a especificidade da organização escolar. Do ponto de vista histórico-conjuntural, a pesquisa procura revelar o significado e o alcance do documentário no contexto da redemocratização política do país. Nesse sentido, o estudo focaliza a herança patrimonialista da organização política nacional, os precedentes de modernização autoritária (de cima para baixo) e as experiências mais recentes visando romper com a “democracia formal”. A pergunta básica endereçada ao documentário pode ser assim resumida: “Em que medida e de que maneira a pluralidade de discursos em favor da gestão democrática da escola pública presentes no documentário indica o advento de uma cultura cívica verdadeiramente democrática?” A análise realizada sugere que o surpreendente consenso observado entre os interlocutores do documentário (especialistas, alunos, professores, pais e gestores) contém muito de jargão ideológico vazio, embora os telespectadores nem sempre se apercebam disso, em função dos emaranhados técnicos e políticos presentes na linguagem do próprio documentário.
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