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Gestão sustentável para área contaminada em campus universitário

Gestão sustentável para área contaminada em campus universitário

A presença de contaminação por substâncias perigosas no solo e na água subterrânea acarreta inúmeros problemas, tais como: risco à saúde humana e aos ecossistemas; comprometimento da água para abastecimento público; e redução do valor econômico e da função social do terreno. Embora as tecnologias de remediação sejam aplicadas para resolver problemas ambientais e de saúde pública, estas também podem gerar externalidades ambientais negativas como consumo de energia e recursos naturais; desequilíbrio do ciclo da água; erosão do solo; e emissão de gases de efeito estufa. Tendo em vista a recente ocorrência com áreas contaminadas na Universidade de São Paulo (USP) o presente trabalho visou elaborar um plano de gestão sustentável para uma dessas áreas localizada no campus USP da Capital, contribuindo com o Programa de Políticas Ambientais, sob coordenação da Superintendência de Gestão Ambiental da USP. A metodologia de pesquisa foi baseada em revisão bibliográfica sobre remediação sustentável e construção sustentável e em a análise qualitativa das ações, práticas e lições aprendidas de casos bem sucedidos de gestão das áreas contaminadas com elementos sustentáveis como subsídio para elaboração do plano. A partir da caracterização de quatro áreas contaminadas existentes no campus USP da Capital, foi selecionada a área da USP Leste para estudo de caso para promover o uso de práticas sustentáveis em campus universitário, de tal forma que proteja a saúde humana e minimize os impactos ambientais adversos. Com o intuito de buscar melhorias à gestão do campus, por meio da inserção da sustentabilidade na gestão da contaminação da USP Leste, a elaboração do plano de gestão sustentável considerou as especificidades locais nas práticas sustentáveis a serem implementadas, conforme as necessidades e diretrizes da USP. As soluções propostas incluíram a combinação do planejamento das fases de investigação e remediação com o design da construção de edifícios, que possam trazer benefícios ambientais, econômicos e sociais a todas as partes interessadas, tais como redução de custos a longo prazo relacionados à redução do consumo de energia e eletricidade pela implantação de sistemas de energia renováveis para fornecimento de energia elétrica ao sistemas de ventilação de metano.
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INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE PARA GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS NO CONTEXTO DE CAMPUS UNIVERSITÁRIO

INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE PARA GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS NO CONTEXTO DE CAMPUS UNIVERSITÁRIO

Um dos atuais compromissos das universidades com a sociedade é contribuir com o desenvolvimento sustentável. Para isso, tais instituições devem incorporar e integrar as questões socioambientais nas suas práticas, analisando os impactos socioambientais gerados pelas suas atividades, e, dessa forma, assumindo um papel fundamental na busca pela sustentabilidade tanto no contexto local, quanto global. Fundamental também é fazer com que a pesquisa, ensino e extensão nas diversas áreas de conhecimento da Universidade conversem, favorecendo a interdisciplinaridade. Não há dúvidas que os indicadores podem ser utilizados como ferramenta na implementação dos programas de sustentabilidade em Campi universitários, dando base na avaliação, ajudando na organização dos processos de informação e formação dos usuários destas instituições e na mobilização das partes interessadas. O objetivo deste artigo foi propor um Sistema de Indicadores de Sustentabilidade com a finalidade de diagnosticar, avaliar e monitorar a gestão dos recursos hídricos em campus universitário, tendo o Campus de São Carlos da Universidade de São Paulo como estudo de caso. Para o processo de construção do Sistema de Indicadores de Sustentabilidade, foi selecionado o modelo estrutural de matriz de análise PEIR (Pressão-Estado-Impacto-Resposta) e um diagnóstico do uso da água no Campus foi realizado. O Sistema de Indicadores de Sustentabilidade proposto forneceu informações sobre a qualidade dos recursos hídricos, sobre os programas e políticas ambientais em andamento, assim como outras questões relevantes que devem ser consideradas pelos gestores. Este modelo mostrou-se robusto como ferramenta valiosa na gestão sustentável dos recursos hídricos no Campus.
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A gestão ambiental em instituições de ensino superior: modelo para implantação em campus universitário.

A gestão ambiental em instituições de ensino superior: modelo para implantação em campus universitário.

A preocupação com o desenvolvimento sustentável e ações de gestão ambiental vem ganhando um espaço crescente nas Instituições de Ensino Superior. Isto tem se revelado a partir da abordagem educacional, na preparação de estu- dantes e fornecimento de informações e conhecimento sobre gestão ambiental e nos exemplos práticos incorporados na operação de seus campi. Este artigo tem o objetivo de propor uma sistematização de procedimentos, culminando num modelo para a implantação de um SGA, adaptado às IES que iniciarão a implantação de um campus univer- sitário, permitindo a essas instituições controlarem os impactos ambientais e se adequarem à legislação, ainda no momento da concepção da sua infra-estrutura. A base da proposta é um levantamento de benchmarkings nacionais e internacionais de boas práticas de sustentabilidade ambiental em campus universitário. O modelo está fundamentado no ciclo PDCA. Os exemplos apresentados indicam ações isoladas em cada universidade, sendo que a maioria des- tina-se a situações nas quais a instituição já está implementada e funcionando. Esta situação revela a preocupação crescente de adaptação das universidades em busca de um desenvolvimento sustentável, não só no aspecto do ensino, mas também nas de práticas de funcionamento ambientalmente corretas.
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MOBILIDADE SUSTENTÁVEL NAS UNIVERSIDADES: ESTUDO DE
CASO E PROPOSTAS PARA A GESTÃO NO CAMPUS DA UFES EM ALEGREMOBILIDADE SUSTENTÁVEL NAS UNIVERSIDADES: ESTUDO DE
CASO E PROPOSTAS PARA A GESTÃO NO CAMPUS DA UFES EM ALEGRE

MOBILIDADE SUSTENTÁVEL NAS UNIVERSIDADES: ESTUDO DE CASO E PROPOSTAS PARA A GESTÃO NO CAMPUS DA UFES EM ALEGREMOBILIDADE SUSTENTÁVEL NAS UNIVERSIDADES: ESTUDO DE CASO E PROPOSTAS PARA A GESTÃO NO CAMPUS DA UFES EM ALEGRE

O presente trabalho pode motivar novas pesquisas na área da mobilidade sustentável na cidade de Alegre-ES. Existe uma gama de assuntos que podem ser explorados a partir desse tema. A informação exata de onde se localiza o usuário pode contribuir para que se criem rotas e programas de caronas compartilhadas entre os frequentadores do campus, por exemplo. Essa matéria já é amplamente discutida na literatura. A falta da localização exata de onde as pessoas partem para chegar à universidade foi um limitante deste trabalho. Também seria interessante investigar qual é o modal de transporte sustentável para o qual as pessoas estejam mais propensas a aderir, caso deixem de utilizar veículos automotores.
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Subsídios para o plano diretor visando a gestão de um campus universitário: estudo de caso da universidade da região de Joinville

Subsídios para o plano diretor visando a gestão de um campus universitário: estudo de caso da universidade da região de Joinville

UNIVILLE, devido a algumas questões técnicas e ambientais envolvendo a construção do campus da UFSC, em um terreno localizado na BR 101 (Curva do Arroz). A UFSC utiliza as edificações da UNIVILLE provisoriamente na área próxima ao Centro de Convenções, nos fundos do campus universitário, para atender às necessidades das primeiras turmas do curso de Engenharia da Mobilidade. A UFSC também compartilha o uso de alguns laboratórios e salas de aula da UNIVILLE. Conforme informações da reitoria da UNIVILLE, as instalações tiveram início em junho de 2009, além de outras parcerias, como o parque de inovação tecnológica, que visa a implantação de empresas incubadoras na área tecnológica dentro da universidade e a integração dos alunos, nas fases de estágio com as empresas e a formação prática.
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Uma antropóloga em um campus universitário da saúde Soraya Fleischer

Uma antropóloga em um campus universitário da saúde Soraya Fleischer

A área da Saúde Coletiva, no Brasil, tem primado, dentre várias coisas, pela interdisciplinaridade acadêmica e pelo investimento na formação no nível de pós-graduação. Em 2008, numa iniciativa de vanguarda e fruto da consolidação da área, a Universidade de Brasília criou o primeiro bacharelado no país em Saúde Coletiva, conhecido localmente como “Gestão em saúde”. Dentre os concursos para contratação de docentes, havia um perfil intitulado “Ciências sociais em saúde”. Preenchi os requisitos para essa vaga e fui contratada em agosto de 2008. Neste artigo, o objetivo é sistematizar as principais experiências que ali vivenciei como docente e refletir sobre a inserção e a participação de uma antropóloga em um quadro profissional interdisciplinar em saúde. Esse relato individual encontra eco e se beneficia dos vários registros já publicados por outros antropólogos com atuação na área da pós-graduação em Saúde Coletiva, mas julgo que, aqui, uma novidade é tanto o curso ser de graduação quanto o fato de que a presença dessa ciência social ter se dado desde o início do mesmo, em tarefas de bastidores (como a criação da grade curricular, definição da orientação para o trabalho de conclusão de curso, preparação de editais de contratação etc.). Para além das contribuições pedagógicas que a Antropologia pode oferecer ao exercício de descentramento do modelo biológico de saúde, foi notado como o olhar relativizador e a formação capacitada para sistematizar a memória de discussões, contextualizar e comparar argumentos, formular perguntas desnaturalizantes também têm lugar proeminente na constituição das esferas administrativa e política de uma nova faculdade Palavras-chave: saúde pública, antropologia, Universidade de brasília.
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ANA NERY AMARO EVANGELISTA MAPEAMENTO COLABORATIVO ONLINE COMO SUBSÍDIO PARA A GESTÃO AMBIENTAL DE UM CAMPUS UNIVERSITÁRIO

ANA NERY AMARO EVANGELISTA MAPEAMENTO COLABORATIVO ONLINE COMO SUBSÍDIO PARA A GESTÃO AMBIENTAL DE UM CAMPUS UNIVERSITÁRIO

É composto pelo Centro de Ciências – CC, Centro de Ciências Agrárias - CCA, Centro de Tecnologia - CT, Pró-Reitoria de Graduação e Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, bibliotecas central e setoriais, cantinas, laboratórios diversos, blocos acadêmicos, Instituto Universidade Virtual - UFC Virtual, Instituto de Cultura e Arte (ICA), Instituto de Educação Física e Esportes, Seara da Ciência e a Secretaria de Tecnologia da Informação. Sua infraestrutura física conta com dois restaurantes universitários (RU), uma estação de tratamento de esgoto (ETE), uma Coordenadoria de Obras e Projetos e uma Prefeitura interna. A área de estudo abriga uma área natural relevante para a cidade, com matas com espécies nativas e jardins com plantas exóticas, além de estar inserido entre bairros residenciais e comerciais importantes como Pici e Bela Vista. Conforme Moro; Meireles; Gorayeb (2015), o campus abriga amplos espaços livres, centenas de plantas na arborização, bem como um fragmento de vegetação nativa de cerca de 8 ha chamado de “Matinha do Pici”, além do açude Santo Anastácio e de trechos de um riacho que drena para o riacho Alagadiço. O açude Santo Anastácio, pertence à Bacia Hidrográfica do Rio Maranguapinho, possui um volume de 316.760 m³ de água e espelho d’água de 21,56 ha.
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Gestão de águas pluviais no Campus Universitário de Santiago

Gestão de águas pluviais no Campus Universitário de Santiago

Neste sentido, outra simulação foi necessária: uma com o uso de uma bomba para retirar a água da lagoa 1, na qual logo se entendeu que a água disponível nessa lagoa é suficiente para manter as necessidades hidrológicas da área que é regada pelo poço, no entanto não é suficiente para manter as necessidades hidrológicas de toda a área impermeável do caso em estudo. Desta forma, para colmatar esta situação sugeriu-se utilizar as outras duas lagoas existentes no campus (Lagoa ETAR e Lagoa 2) de forma a que toda a água que sai do sistema seja direcionada para todas a lagoas existentes, tornado a rede de águas pluviais um circuito fechado. No entanto, após estas simulações foi possível perceber que as três lagoas juntas, num ano médio, apenas têm capacidade para regar cerca de 52% da área total permeável do Campus. Num ano chuvoso, cerca de 60% da área permeável total e num ano seco, apenas conseguem regar 37%.
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Carona dinâmica como medida de mobilidade sustentável em Campus universitário

Carona dinâmica como medida de mobilidade sustentável em Campus universitário

O Código de Trânsito Brasileiro define automóvel como “veículo automotor destinado ao transporte de passageiros, com capacidade para até oito pessoas, exclusive o condutor” (BRASIL, 2008). Entretanto, apesar de comportar um número significativo de ocupantes, muitas vezes os automóveis circulam com apenas uma pessoa. A cidade de São Paulo, por exemplo, tão conhecida por sua situação de tráfego caótica, possui taxa de ocupação por veículo de 1,38 (ANTP, 2014). Já a capital Recife, Pernambuco, que chegou em 2014 a ser a cidade brasileira onde mais se perde tempo no trânsito, com nível de congestionamento de 45% (ABRANTES, 2015), possui a taxa de ocupação média ainda menor. Segundo pesquisa realizada em 2012 pela área de Transportes e Gestão das Infraestruturas Urbanas do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental da UFPE e ainda não publicada, a ocupação veicular média no Recife Antigo é 1,22 ocupantes por automóvel. A amostra pesquisada foi de mais de 1.000 veículos.
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Estudo da efetividade da atenuação natural de compostos BTEX em área contaminada por querosene de aviação

Estudo da efetividade da atenuação natural de compostos BTEX em área contaminada por querosene de aviação

Tabela 1 – Porcentagem volumétrica de hidrocarbonetos em Querosene de Aviação. ......................................................................................................... 7 Tabela 2 – Reações de biodegradação do tolueno, para diferentes rotas metabólicas .................................................................................................. 22 Tabela 3 – Estequiometria e energia livre de Gibbs das reações sintróficas de biodegradação do tolueno para produção de metano (GIEG et al., 2014). ...... 26 Tabela 4 – Valores de λ para compostos monoaromáticos, compilados por Suarez e Rifai (1999) .................................................................................... 36 Tabela 5 – Correspondência entre as fácies descritas por Melo (1995) e Fernandes (1997). ........................................................................................ 69 Tabela 6 – Precipitação acumulada anual, Recarga líquida e razões Recarga/Precipitação.................................................................................... 99 Tabela 7 – Litologias presentes na área de estudo e respectivos valores de condutividade hidráulica, mensurados em poços de monitoramento na área de estudo e áreas contíguas. ........................................................................... 102 Tabela 8 – Concentração de compostos BTEX em amostras de QAV recuperados em 15 poços de monitoramento e em uma amostra fresca ...... 110 Tabela 9 – Valores de concentração em equilíbrio para os compostos BTEX em função da quantidade desses compostos no LNAPL ................................... 112 Tabela 10 – Porcentagem em massa de óxidos e hidróxidos de ferro em amostras recuperadas de sondagens .......................................................... 139 Tabela 11 – Resultados da análise de sensibilidade para determinação da importância relativa dos parâmetros que controlam o tamanho da pluma dissolvida ................................................................................................... 170 Tabela 12 – Valores médios de parâmetros físico-químicos, concentração de compostos BTEX e indicadores de atenuação natural de Fe 2+ e CH
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Potencial eólico: performance no Campus Universitário Santiago

Potencial eólico: performance no Campus Universitário Santiago

Portugal aprovou nos últimos anos um conjunto ambicioso de medidas para promoção das fontes renováveis de energia. A Estratégia Nacional para a energia estabeleceu vários objectivos, nomeadamente a criação de um quadro organizativo estável e transparente para o sector, e permitiu uma expansão sem precedentes do investimento em fontes renováveis de energia. O desenvolvimento desta estratégia está a tornar Portugal numa referência a nível mundial em termos de energia eólica. Veja-se o caso do Cluster Industrial Eólico localizado em Viana do Castelo. Aqui, da área que está concessionada aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, havia uma zona de cerca de 200.000m 2 que praticamente não estava a ser utilizada, tendo sido
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Plataforma Colaborativa, Uma solução de comunicação num campus Universitário

Plataforma Colaborativa, Uma solução de comunicação num campus Universitário

Este tipo de ferramenta tem mais a possibilidade da criação de um “espaço” reservado e privado (sub-site) a cada grupo de actores da universidade, sempre destacando a componente de segurança. Esta componente está muito simplificada nas plataformas colaborativas, sendo muito acessível a implementação de políticas de segurança com gestão de acessos não só a cada site ou sub-site, como também a cada componente do site propriamente dito, como por exemplo uma lista telefónica. Estas ferramentas têm inúmeras vantagens face aos sites convencionais, isto é, face aos sites programados numa linguagem de programação. sites criados ad-hoc por uma empresa externa, numa linguagem específica está a cair em desuso. Isto pelo facto pelos custos envolvidos e pela complexidade inerente à manutenção dum site deste tipo. A gestão do site só pode ser feita nas máquinas que tenham o software instalado e que tenham licenças para tal. Como o conteúdo está embebido na lógica da programação, é muito propício ao erro, resultando hiper-ligações cortadas, alterações no design ou até mesmo a indisponibilidade do site.
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Esperança verde na Faculdade UnB Planaltina : um campus universitário modelo em gestão ambiental : aprendizagens e perspectivas

Esperança verde na Faculdade UnB Planaltina : um campus universitário modelo em gestão ambiental : aprendizagens e perspectivas

Redução do Desperdício e Controle de Resíduos: Coleta seletiva soli- dária e destinação adequada dos resíduos sólidos gerados no campus (va- lorização dos coletores seletivos existentes na faculdade e estabelecimento de parceria com cooperativa de catadores de resíduos recicláveis); controle dos resíduos químicos dos laboratórios (em sintonia com a Comissão para a Gestão de Resíduos Químicos da UnB); implantação de coletores de pilhas e baterias usadas; implantação de um contêiner de armazenamento de lâmpa- das fluorescentes queimadas; prolongamento da vida útil dos computadores e racionalização do seu uso e descarte; introdução do princípio da biodegrada- bilidade e reciclagem de óleo de fritura na cantina; racionalização no consu- mo consciente de papel, água, energia, materiais descartáveis, combustível e outros recursos naturais posteriormente identificados (considerando ainda a doação de canecas da Campanha “Sou UnB, Jogo Limpo” aos estudantes na semana de recepção dos calouros).
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Concentração de metais pesados em espécies arbóreas utilizadas para revegetação de área contaminada.

Concentração de metais pesados em espécies arbóreas utilizadas para revegetação de área contaminada.

Sete anos após a revegetação, foi realizado o levantamento botânico das espécies existentes na área e foram selecionadas as que apresentavam melhor desenvolvimento, levando em consideração o número de exemplares e a altura das plantas. As espécies selecionadas para o estudo foram: Córdia - africana (Cordia africana Lam.) Família Boraginaceae, Sabiá (Mimosa caesalpineafolia Benth.) Família Fabaceae-Mimosoideae, Acácia (Acacia angustissima (Mill.) Ktze.) Família Fabaceae-Mimosoideae e Angico branco (Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan) Família Fabaceae-Mimosoideae. Foram determinados, aleatoriamente, quatro exemplares de cada espécie para a realização do estudo.
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Imageamento Elétrico 3D em área contaminada por hidrocarbonetono polo industrial de Cubatão - SP.

Imageamento Elétrico 3D em área contaminada por hidrocarbonetono polo industrial de Cubatão - SP.

Devido aos altos custos dos m´etodos diretos, principal- mente das an´alises qu´ımicas, cada vez mais vˆem sendo aplicados m´etodos indiretos de investigac¸˜ao, principalmente os m´etodos de eletrorresistividade e GPR ( Ground Penetration Radar ) para esse tipo de diagn´ostico. Os resultados da interpretac¸˜ao dos da- dos geof´ısicos, associados ao conceitual preliminar e aos dados hist´oricos da ´area, podem direcionar as etapas de instalac¸˜ao de poc¸os de monitoramento e amostragem de solo, minimizando os trabalhos de investigac¸˜ao direta e, consequentemente, os custos. Para investigac¸˜ao da ´area contaminada situada no Polo In- dustrial de Cubat˜ao, al´em da identificac¸˜ao de poc¸os de moni- toramento com presenc¸a de fase livre, foi utilizado o m´etodo da eletrorresistividade, por meio das t´ecnicas de Sondagem El´etrica Vertical (SEV) e de Imageamento El´etrico 3D.
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Assinaturas geoelétricas em área contaminada por hidrocarboneto no pólo industrial de Cubatão - SP

Assinaturas geoelétricas em área contaminada por hidrocarboneto no pólo industrial de Cubatão - SP

Os valores de resistividade entre 50 e 300 ohm.m, obtidos no imageamento 2D-L3, representam as fácies arenosas na zona não saturada, enquanto os demais valores correspondem às fácies a[r]

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Aplicação do método eletromagnético transiente em área contaminada sob atenuação natural

Aplicação do método eletromagnético transiente em área contaminada sob atenuação natural

A linha LH apresenta as mesmas características identificadas na linha LG. Portanto, é possível afirmar que ponto central imediatamente acima da anomalia de alta resistividade da linha LH foi o segundo ponto de injeção de resíduos, conforme descrito nos trabalhos de CETESB (1997) e AQUINO (2000). Os trabalhos que descrevem este segundo poço não apresentam claramente sua localização e devido à ausência de indícios de sua presença na área de estudos, este poço foi desconsiderado durante toda a execução das etapas de planejamento e aquisição dos dados.

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Monitoramento de indicadores geoquímicos e avaliação de biodegradação em área contaminada com óleo diesel.

Monitoramento de indicadores geoquímicos e avaliação de biodegradação em área contaminada com óleo diesel.

A partir de ensaios laboratoriais e do monitoramento da água subterrâ- nea, ainda que através de um número reduzido de poços de monitoramento, foi possível identificar fatores que cor- roboram o emprego da técnica de bior- remediação natural para o tratamento da água subterrânea contaminada em decorrência do vazamento de óleo diesel no posto de combustíveis. A presença de microrganismos capazes de biodegradar hidrocarbonetos, a disponibilidade de oxigênio dissolvido e a diminuição da concentração de hidrocarbonetos ao longo do sentido do fluxo da água subterrânea são indicativos de que está ocorrendo a biodegradação. Contudo, a presença de hidrocarbonetos retidos no solo representa uma fonte contínua de contaminação, e por isso faz-se necessá- rio o monitoramento a longo prazo.
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Análise e eficientização do consumo de energia em um campus universitário

Análise e eficientização do consumo de energia em um campus universitário

O levantamento de potência instalada indicou que a iluminação corresponde a 32% da carga instalada no Campus. Através de algumas vistorias nas edificações observou-se que, de forma geral, as lâmpadas permanecem acesas sempre que há alguém ocupando as salas, mesmo durante o dia, e que os ventiladores são ligados apenas no verão, permanecendo desligados durante os meses mais frios. A utilização constante da iluminação natural só é efetuada no Hall de entrada do Bloco A, uma vez que há uma quantidade considerável de aberturas de vidro. 3.2 Simulação da condição atual
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Campus sustentável e educação : desafios ambientais para a universidade

Campus sustentável e educação : desafios ambientais para a universidade

existe na área externa do campus, mas não adentra nos setores e nas salas de aulas. O recolhimento deste resíduo é feito pela equipe da prefeitura universitária e já houve a tentativa de um trabalho conjunto com uma cooperativa de reciclagem, mas sem nenhuma capacitação ou formação destes colaboradores quanto a questão de sustentabilidade. Esta cooperativa foi alocada em uma área atrás do campus e como consequência da ausência de uma instrução educativa e ambiental para estes trabalhadores, o processo de triagem terminava com os resíduos descartados sem nenhum critério pelos mesmos, inviabilizando a continuidade desta cooperação. Quanto aos resíduos provenientes dos laboratórios, o SESMT faz a coleta semestral destes resíduos, onde os resíduos biológicos e perfurocortantes são encaminhados para empresa licenciada pela FEPAM 28 e os resíduos radioativos são encaminhados para a CNEN – Comissão Nacional de Energia Nuclear. Resíduos com metais pesados como as chapas de Raio-X provenientes das atividades da Faculdade de Odontologia são encaminhadas para a Faculdade de Química, onde é extraída a prata e utilizada posteriormente em experimentos didáticos diversos na faculdade. A chapa de plástico limpa também é utilizada em experimentos. Em 2016 a PUCRS recebeu da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMAM) a Licença de Operação, que habilita a universidade para as novas ações, regulariza e dá funcionalidade a todas as operações no campus.
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