Top PDF Loasaceae Lindl. no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Loasaceae Lindl. no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Loasaceae Lindl. no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

No Brasil, o tratamento taxonômico de Loasaceae limita-se aos esforços de Vellozo (1829; 1831) que descreveu e ilustrou três espécies para o Estado do Rio de Janeiro: Loasa urens Vell., atualmente sinonimizada por Weigend (1997) em Blumenbachia latifolia Cambess, indicada por Vellozo na localidade hoje conhecida como Serra dos Órgãos, e atualmente encontrada em herbários cariocas mencionada apenas como cultivada; Mentzelia aspera, considerada sinonímia de Caiophora eichleri em Weigend (1997), que acredita-se ser um sinônimo duvidoso, pois as características apresentadas na estampa da Flora Fluminensis mostram semelhanças que a aproximam de Caiophora scabra; e, finalmente, Mentzelia urens que Urban & Gilg (1900) consideraram sinônimo de Loasa parviflora. Urban (1894) elaborou a monografia da família para o Brasil, reconhecendo 13 espécies, fornecendo chaves e ilustrações. Mais recentemente,
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Musgos do Pico da Caledônea, município de Nova Friburgo, estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Musgos do Pico da Caledônea, município de Nova Friburgo, estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Ocorre no Estado de Minas Gerais , Rio de Janeiro , Santa Catarina (Yano 1981). Polytrichum coml11une Hedw., Spec. Material examinado - Brasil, Estado do Rio de Janeiro, Município de No[r]

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O caramujo exótico invasor Achatina fulica (Stylommatophora, Mollusca) no Estado do Rio de Janeiro (Brasil): situação atual.

O caramujo exótico invasor Achatina fulica (Stylommatophora, Mollusca) no Estado do Rio de Janeiro (Brasil): situação atual.

Colley (2010), após avaliar as medidas de controle de A. fulica existentes (controle biológico, químico e físico), relatou que a primeira etapa do manejo é diagnosticar o perfil de ocupação do invasor, para escolher posteriormente a melhor medida a ser utilizada e adaptá-la a realidade local. No município do Rio de Janeiro, a Companhia Municipal de Limpeza Urbana (COMLURB) junto com a Defesa Civil do município lançaram uma força tarefa a fim de controlar as populações de A. fulica e conscientizar a população local para que também atue no controle. Essa força tarefa conta com pessoal exclusivo, que utiliza documentos para notificação e educação, e simultaneamente realiza coleta ativa e incineração dos indivíduos no controle (COMLURB, 2009). Outro exemplo é o município de Macaé, que no seu programa de controle de A. fulica também utiliza uma equipe de funcionários da Prefeitura e a população local. As atividades, realizadas desde 2006, incluem mutirão de coleta ativa e palestras de conscientização em escolas públicas e privadas (Barboza, Figura 1. Distribuição de Achatina fulica em municípios do Estado do Rio de Janeiro. a) Mapa do Brasil localizando o Estado do Rio de Janeiro em preto. b) Mapa do Estado do Rio de Janeiro localizando os municípios infestados por A. fulica. Cinza- claro: municípios em que o primeiro registro de A. fulica ocorreu até 2006. Cinza- escuro: municípios que representam novas ocorrências de A. fulica. Branco: municípios em que A. fulica ainda não foi encontrada. 1. Volta Redonda, 2. Pinheiral, 3. Queimados, 4. Japeri, 5. Mendes, 6. Vassouras, 7. Valença, 8. Paty do Alferes, 9. Paraíba do Sul, 10. Comendador Levy Gasparian, 11. Teresópolis, 12. Sapucaia, 13. Carmo, 14. Cantagalo, 15. Cordeiro, 16. Trajano de Moraes, 17. São Sebastião do Alto, 18. Itaocara, 19. Aperibé, 20. São Fidélis, 21. Cardoso Moreira, 22. São José de Ubá, 23. Laje do Muriaé, 24. Bom Jesus do Itabapoana, 25. Carapebus, 26. São Pedro da Aldeia.
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Habilitações básicas: a solução para o ensino profissionalizante?: análise sobre o ensino profissionalizante no Brasil, tendo em vista a implantação das habilitações básicas, na Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro

Habilitações básicas: a solução para o ensino profissionalizante?: análise sobre o ensino profissionalizante no Brasil, tendo em vista a implantação das habilitações básicas, na Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro

Análise sobre o ensino profissionalizante no Brasil, tendo em vista a implantação das habilitações básicas, na Região Metropolitana do Estado do Rio de Janeiro.. Rio de[r]

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Doença epiteliocística em Tilapia nilotica (Linnaeus, 1758) no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Doença epiteliocística em Tilapia nilotica (Linnaeus, 1758) no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

Cistos branquiais são descritos em oito exemplares de Tilapia nilotica, no Estado do Rio de Janeiro. Os cistos epite- liais consistiam de hipertrofia das células do epitélio branquial que mostravam um único e grande corpúsculo de inclusão baso- fílico. A enfermidade relatada apresenta as características pecu- liares da doença epiteliocística.

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Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

Remoções de favelas na cidade do Rio de Janeiro: uma história do tempo presente — Outubro Revista

de 2011 – quando seus representantes entregaram aos membros do COI uma notificação elaborada pela defensoria pública com base em argumentos das associações de moradores (Gismondi, 2010); o Ato Unificado “Você Pensa que a Copa é Nossa?”, em 30 de julho de 2011, ocasião em que cerca de 700 manifestantes bloquearam um dos aces- sos à Marina da Glória – local do sorteio das eliminatórias da Copa do Mundo – e uma comissão fez chegar às autoridades do governo uma carta com as reivindicações do movimento (Granja; Gomes, n. 80, ago. 2011); a manifestação na Feira Internacional Soccerex, em 26 de novembro de 2011, frequentada por empresários, cartolas e ex-joga- dores de futebol de todo o mundo; o Ato “O Maraca é Nosso”, contra a privatização do estádio pelo governo do estado e a apropriação priva- da dos recursos públicos nele investidos em nome dos megaeventos; o Ato Nacional de Lançamento do Dossiê Megaeventos e Violações de Direitos Humanos no Brasil (apresentado à Prefeitura) e do Portal Popular da Copa, em 12 dezembro de 2011; e o protesto do mesmo Comitê Popular da Copa no Aeroporto Internacional do Galeão, ho- ras antes da chegada da Bandeira Olímpica – que pretendia entregar ao prefeito o “Troféu Remoção”, composto por um tijolo, com uma armação em metal com pedras de cimento (Tabak, 2012)
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Nevo da epidermólise bolhosa: caso clínico e revisão da literatura.

Nevo da epidermólise bolhosa: caso clínico e revisão da literatura.

Professor Adjunto do Serviço de Dermatologia do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (HUGG – UNIRIO) – Rio de Janeiro (RJ), Brasil[r]

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SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

SIMONE MARIA MELO DA SILVA PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: CASO DA REGIONAL METROPOLITANA V

O conceito de accountability, ainda hoje possui dificuldade de tradução do termo. Em artigo publicado na Revista Brasileira de Administração nos idos de 1990, Anna Maria Campos narra e analisa seu processo de apreensão do conceito, quando realizava seu curso de pós-graduação nos EUA, no ano de 1975, e o ouviu pela primeira vez, em um debate. Maior foi sua surpresa por não conseguir acompanhar o debate em torno de conceito accountability, muito menos encontrar uma tradução para o português da palavra. Em decorrência disso a autora começou a desenvolver uma pesquisa em dicionários e livros na tentativa de esclarecimento do conceito, sempre sem êxito na compreensão do termo. Com o passar do tempo Campos foi entendendo que a discussão girava em torno de um conceito-chave na prática da administração e do serviço público, mas cujo significado não conseguia captar. Já no Brasil, indagou a muitas pessoas a respeito do conceito, de maneira que ninguém conseguiu respondê-la. Campos inferiu que a dificuldade de tradução tinha relação direta com o fato de que a inexistência do termo em terras brasileiras era em decorrência da falta do próprio conceito e de sua consequente prática. 25
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PROMOVENDO A EQUIDADE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: PROGRAMA PILOTO PARA O COLÉGIO ESTADUAL LEOPOLDINA DA SILVEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROMOVENDO A EQUIDADE EM UMA ESCOLA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: PROGRAMA PILOTO PARA O COLÉGIO ESTADUAL LEOPOLDINA DA SILVEIRA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

escola pública que permite ao aluno ingressante no ensino médio, e que apresenta maior dificuldade de aprendizagem, assimilar os conteúdos curriculares mínimos. Para minimizar a possibilidade de que o aluno venha a abandonar a escola ou ser reprovado ao final do ano letivo, aumentando, respectivamente, a taxa de abandono escolar e a taxa de reprovação da escola, o PAE propõe ações de equidade relacionadas à gestão escolar que deverão melhorar a autoestima do aluno, assim como, discute ações que focam na identificação das aptidões do aluno e reafirmam o papel educativo da escola, combinado com os aspectos positivos do modelo meritocrático de avaliação aplicado pelas escolas públicas. Outro aspecto abordado no PAE refere9se à proposição de ações que minimizem a constatação de que os gestores escolares e professores da escola pública não se preocupam em oferecer mecanismos que melhorem a formação do conjunto de todos os alunos ingressantes, visto que, costuma9se privilegiar os alunos que possuem mais facilidade para assimilar os conteúdos curriculares, em detrimento dos alunos que têm maior dificuldade de aprendizagem. Para avaliar as ações e promover a discussão da busca pela equidade na escola pública do Estado do Rio de Janeiro, este PAE propõe o desenho de um programa piloto no Colégio Estadual Leopoldina da Silveira (CELS). Os alunos ingressantes na 1º série do ensino médio do CELS em 2012 foram submetidos aos módulos de Matemática e Língua Portuguesa da Prova Brasil, e os alunos que apresentaram grau inferior a 30% das habilidades nessas duas disciplinas sofreram detalhada análise de seus indicadores socioeconômicos e participaram de entrevistas de grupo focal. Os resultados obtidos são utilizados para propor esse PAE que oferece a equidade dentro do ambiente escolar, de modo a melhorar o desempenho dos alunos nas avaliações internas e externas e nos resultados gerais da escola pública; além de adequar processos de ensino para que eles possam ir estruturando suas expectativas de vida para após a conclusão do ensino médio.
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VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

VANDERLEA BARRETO DO AMARAL OS LIMITES DA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO REFORÇO ESCOLAR NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO DA REGIONAL METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

This research looked for evaluate the limits of the Academic Reinforcement Program implementation, created by State Secretariat of Education of Rio de Janeiro State, in 2012 June, in Metropolitan Regional VII schools. The work aims to identify and analyze the existence of problems in program implementation, besides verify the causes of non-joining or partial joining of schools that not developed it. This project aims to reduce the taxes of failure in Mathematics and English Language in high school, and assists in elevating results in large-scale reviews as SAERJ, SAERJINHO, SAEB and PROVA BRASIL. For data collection, a questionnaire was applied to teachers and managers in two schools of studied Regional, one that joined the project and other that don’t developed any action of Scholar Reinforce. In analysis was investigated the external and internal school factors that hindered the schools joining. From these factors, presents an Educational Action Plan (PAE), proposing divulgation strategies of project, besides reinforce the idea of effective parental involvement of scholar life of students. It suggests the improvement of the project methodology and raise questions about structure of schools involved in the process.
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O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PODER DO CARIMBO: UMA ANÁLISE DA LEGISLAÇÃO, DO PERFIL E DAS RELAÇÕES QUE ENVOLVEM A INSPEÇAO ESCOLAR NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

A partir de 1977, teve início a realização de movimentação interna de servidores para o preenchimento das vagas e atendimento das carências no âmbito da inspeção escolar no estado do Rio de Janeiro. Até o ano de 2007, os professores inspetores escolares da Secretaria de Estado de Educação eram indicados entre os professores efetivos da rede estadual que possuíam a graduação em Pedagogia, ou Pós-Graduação na área de administração ou supervisão/inspeção escolar. Naquele mesmo ano, o procedimento para ocupação do cargo foi alterado, e a SEEDUC/RJ realizou o primeiro concurso público para o cargo de Professor Inspetor Escolar, para o preenchimento de 500 vagas. Com o ingresso dos aprovados no referido concurso, a atuação da Inspeção escolar no estado se expandiu – após um longo tempo com um número reduzido de inspetores no quadro funcional. Esta expansão, aliada a um contexto social voltado para a garantia do direito à educação, previsto no artigo 6º da Constituição (BRASIL, 1988), trouxe de volta ao sistema estadual uma ação mais visível da inspeção escolar, aumentando sua importância no sistema educacional, e, ainda, a sua visibilidade. Este fato pode ser observado com a mudança de estrutura da Secretaria de Estado de Educação: em 2007, ano da realização do concurso, a inspeção escolar era uma coordenação, com equipes de acompanhamento e avaliação regionais. Sete anos depois, na nova estrutura da secretaria, esta passou a ser uma Diretoria de Inspeção Escolar, Certificação e Acervo, com três coordenações internas e 16 coordenações regionais. Este fato legitima a importância e o poder conquistados pela inspeção, com o ingresso de novos inspetores, com idades, formações e perfis diferentes dos poucos inspetores que ainda restavam do período anterior ao concurso.
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O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PERFIL DO GESTOR ESCOLAR NA IMPLEMENTAÇÃO DE MODELOS DE GESTÃO: UM ESTUDO DE CASO NA REGIÃO METROPOLITANA VII DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Pode-se perceber, na tabela 5, que a escola conseguiu apresentar evolução nos resultados obtidos nas avaliações da Prova Brasil e no fluxo interno, no ano de 2011, e além de manter sua evolução no ano ano de 2013, apresenta um resultado significativo. Segundo os dados do Nível Socio Econômico (NCE), disponibilizado pelo INEP, essa escola obteve 5 numa escala de 1 a 7, sendo 1 referente a altos índices de vunerabilidade social e 7 referente a nivel socioeconômico bom. Apesar de estar na Média socioeconômica, o que foi levado em consideração na presente pesquisa foi a região Baixada Fluminense, o município e seu índice de IDH, o qual a escola está inserida, que ainda apresenta carência em muitos serviços como segurança, educação, cultura, lazer, entre outros, que impactam indiretamente na vida acadêmica do aluno. A Tabela 6, abaixo, evidencia os resultados do SAERJ – IDERJ C.E. Doutor Anibal Viriato de Azevedo:
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Neuroimaging & subjectivity: constructing identities in the 21st century

Neuroimaging & subjectivity: constructing identities in the 21st century

João Maia | Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Brasil Sandra Gonçalves | Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil Mayra Rodrigues Gomes | Universidade de São Paulo, Bras[r]

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PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA AVALIAÇÃO EM PERSPECTIVA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO: UMA AVALIAÇÃO EM PERSPECTIVA – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Uma das primeiras ações do novo Programa de Educação do Estado foi o lançamento do Currículo Mínimo. Uma equipe de professores da rede estadual, que se inscreveram e foram selecionados, ficaram responsáveis pela seleção dos conteúdos mínimos necessários, inicialmente, para seis (6) disciplinas: Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia, Filosofia e Sociologia. Com essa medida, pretendia-se uniformizar e oportunizar os conteúdos necessários determinados para uma etapa de ensino. Na realidade das escolas, era comum acontecer que os alunos transferidos para outras unidades ou até mesmo na própria escola, perdessem a continuidade dos conteúdos por não haver uma sistematização na rede. O Currículo Mínimo procura contemplar todos os conhecimentos importantes para uma formação integral do aluno na educação básica, preparando-o para a vida, para o trabalho e para o prosseguimento dos estudos. Com o cumprimento do Currículo Mínimo necessário para determinada etapa de ensino, os estudantes podem ter a garantia de estarem sendo preparados para as avaliações externas, como Prova Brasil e ENEM.
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IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

IDEB: O CASO DE SUCESSO DE UMA ESCOLA DO INTERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

A professora “A”, 20 anos de carreira, 18 deles na escola revelou em entrevista que em alguns meses do ano, muitos alunos do 3º turno “sumiam da escola”. Quando procurados por professores ou pela direção, diziam que estavam garantindo o próprio sustento e da família, já que essa era a única fonte de renda de que dispunham. Ela revelou ainda que os alunos se dedicavam à colheita e embalagem do produto às segundas, quartas e sextas-feiras e iam ao Mercado do Produtor às terças, quintas e domingos. Deste modo, os alunos afastavam-se da escola por um período do ano letivo (entre os meses de maio e setembro). Poucos deles retornavam após a colheita e os que o faziam geralmente não conseguiam acompanhar o ritmo dos demais e acabavam perdendo o ano ou abandonando definitivamente a escola. Ela revela ainda que durante muitos anos os professores pensavam durante as reuniões sobre as medidas que melhor poderiam contribuir para que a situação fosse remediada. Entre as sugestões, destacam-se: estabelecimento de simulados bimestrais, replanejamento da prática pedagógica, unificação de planejamento, estreitamento de vínculos com alunos e pais, etc. Tais medidas mostram-se em consonância com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (BRASIL, 1996):
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MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

MÔNICA FIGUEIREDO DE MORAES A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA NO DESEMPENHO ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE TRÊS COLÉGIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Para melhor entendimento, a Resolução SEEDUC n° 4940 (BRASIL, 2013) estabelece os critérios de classificação em categorias das unidades escolares da rede pública estadual. É fundamental destacar que nesta classificação, a pontuação depende do número de turmas e número de alunos matriculados (enturmados) no sistema Conexão Educação com 35 alunos, assim,a cada conjunto de cinco turmas corresponde a 10 pontos. Para o número de turnos em cada unidade escolar,leva-se em consideração 5 pontos para cada turno em funcionamento e, outros itenstambém garantem pontuação, como exemplo a unidade escolar que possuir público alvo da Educação Especial incluídos em classes comuns, será acrescida de 1 (um) ponto, e unidades com regime de horário integral, os pontos são contados em dobro. Desta forma, a classificação de cada unidade escolar fica definida de acordo com a pontuação obtida. Esta pontuação nos faz perceber que quanto maior o valor, maior é a unidade escolar.
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Estudo polínico em plantas de restinga do Estado do Rio de Janeiro: Clusiaceae Lindl..

Estudo polínico em plantas de restinga do Estado do Rio de Janeiro: Clusiaceae Lindl..

Em continuidade ao estudo palinológico da vegetação existente nas restingas do Estado do Rio de Janeiro (Gonçalves-Esteves et al. 1992), neste trabalho foram analisados os grãos de pólen de oito espécies pertencentes à família Clusiaceae Lindl. São elas: Calophyllum brasiliense Cambess., Clusia criuva Cambess., C. hilariana Schltdl., C. lanceolata Cambess., C. parviflora (Sald.) Engl., Garcinia brasiliensis Mart., Kielmeyera membranacea Casar. e Symphonia globulifera L.f.

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Reforma agrária no Brasil: a intervenção do MST e a atualidade do programa de transição — Outubro Revista

Reforma agrária no Brasil: a intervenção do MST e a atualidade do programa de transição — Outubro Revista

Entretanto, a agroindústria capitalista que se utiliza da mecanização e da automação vive hoje no país uma situação contraditória. Ocorre que a mecanização e a automação da agroindústria estão concentradas em re- giões onde a competição entre os produtos é mais acirrada, como em mui- tas áreas do estado de São Paulo. Este quadro não se repete em outras regi- ões do país. José Martins apresenta números de um estudo do Instituto de Economia Agrícola pelo qual o índice de mecanização mundial, em 1993, foi de 52,2 hectares por trator. No Brasil, o índice em 1995 era de 104 hectares para cada trator. Também em 1993, a média mundial de colheitadeiras foi de 349 hectares por máquina. No Brasil, esse índice foi de 834 hectares por colheitadeira. Martins conclui que o desabamento do índice de mecanização significa que a produtividade da agroindústria bra- sileira entrou em queda livre nos últimos dez anos e que a perda do poder de competição dos produtos agrícolas nacionais no mercado externo se deve à incapacidade dos grandes proprietários agrícolas de elevar, no atual está- gio da globalização, a taxa de acumulação do capital agrário nacional e, conseqüentemente, interromper a crise agrária no país. 8
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CENTRO DE POLÍTICAS PÚBLICAS E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO PROFISSIONAL EM GESTÃO E AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO PÚBLICA

Oferecer uma escola de qualidade, eficiente e adequada à realidade do seu alunado, percebendo e reconhecendo nos indivíduos privados de liberdade sua condição de sujeito de direitos, apresenta-se como obrigação do Estado. Em pleno século XXI, não é aceitável que se entenda o oferecimento da educação por parte do poder público aos aprisionados como um mero benefício concedido por conveniência e vontade subjetiva da administração. Dessa forma, o papel do diretor de escolas em ambientes de privação de liberdade ganha novas competências, novas tarefas e novos fazeres além dos já construídos para todos os gestores no sentido amplo do exercício dessa função. Nesse ambiente, o gestor não só administra a escola e sua comunidade, mas também torna-se agente garantidor do oferecimento do direito de aprender e mediador entre a realidade do confinamento dos seus alunos e a sua perspectiva de liberdade.
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Narrativas Midiáticas sobre a relação entre corpo e jogos olímpicos nas décadas de 1890 e 1900.

Narrativas Midiáticas sobre a relação entre corpo e jogos olímpicos nas décadas de 1890 e 1900.

Não menos importante nesse rol de novos divertimentos era o esporte. É possível concluir, a partir das considerações de Melo (2005), que, ao final do século XIX, já havia um campo esportivo em processo avançado de expansão no Rio de Janeiro. O historia- dor enumera as variedades do sport disponíveis à época: touradas, brigas de galo, patinação, lutas de boxe, corridas a pé/corridas atléticas, banhos de mar, corridas de velocípedes, natação, corridas de cachorro e pombo correio, jogo do bicho, cricket, turfe e remo. Além dessas modalidades, Araújo (1993, p. 314-317) elenca algumas outras, presentes também no início do século XX: a luta romana (feminina, inclusive), provas náuticas, canoagem, aviação, krockey, malha, pingue-pongue, ciclismo, automobilismo, futebol, equitação, esgrima, corrida de bicicletas. É nesse cenário favorável, ainda que sob forte concorrência, que os jogos olímpicos deveriam penetrar e buscar seu espaço.
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