Top PDF Microscopia confocal reflectante aplicada ao diagnóstico do melanoma cutâneo.

Microscopia confocal reflectante aplicada ao diagnóstico do melanoma cutâneo.

Microscopia confocal reflectante aplicada ao diagnóstico do melanoma cutâneo.

Resumo: O melanoma cutâneo é um problema de saúde pública a nível mundial. Sua incidência tem aumentado, de forma marcante, nos últimos anos, e o diagnóstico e excisão precoces são essenciais para o bom prognóstico dos pacientes. Neste contexto, a dermatoscopia ganhou grande importância, nas últi- mas duas décadas, melhorando, de forma significativa, a acurácia do diagnóstico do melanoma, em está- gios iniciais. Porém, existem algumas lesões benignas que apresentam dermatoscopia duvidosa, levando à realização de cirurgias desnecessárias. Mais recentemente, a microscopia confocal reflectante vem sendo introduzida como método diagnóstico auxiliar promissor, por ser um exame não-invasivo, realiza- do in vivo, de forma simples, indolor e de rápida execução. É a única técnica capaz de identificar estru- turas celulares e examinar a epiderme e a derme papilar, com resolução semelhante à da histopatologia, com uma sensibilidade de 97,3%, e especificidade de 72,3% para o diagnóstico do melanoma cutâneo. É uma importante ferramenta diagnóstica, visto que não substitui o exame histopatológico realizado no pós-operatório, mas permite a abordagem racional das lesões com dermatoscopia duvidosa, evitando procedimentos cirúrgicos desnecessários.
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Espectroscopia micro-Raman aplicada para o diagnóstico do melanoma cutâneo

Espectroscopia micro-Raman aplicada para o diagnóstico do melanoma cutâneo

dessas lesões, por meio de modelos morfológicos pré-estabelecidos para cada padrão histopatológico. Entretanto, a sensibilidade e a especificidade diagnósticas dependem da experiência dos avaliadores. Frente a esta problemática, estudos referentes à automatização de métodos diagnósticos estão sendo discutidos. A Biópsia Óptica é um dos métodos experimentais estudados, cuja principal vantagem é a extração de informações sobre os caracteres bioquímicos das amostras avaliadas, de forma reprodutível, cuja interpretação dependerá de algoritmos matemáticos desenvolvidos exclusivamente para essa finalidade. Uma das técnicas de Biópsia Óptica é a Espectroscopia Raman, conhecida por ser uma ferramenta altamente compatível para estudos em sistemas biológicos, e que tem sido utilizada nos últimos 15 anos na avaliação de lesões neoplásicas para promoção de diagnóstico tanto in vivo quanto in vitro. Objetivo: Avaliar a viabilidade de algoritmos de pré-processamento e de classificação para espectros Micro-Raman de epiderme de pele normal e de melanoma cutâneo espesso. Métodos: Para a aquisição dos espectros Micro-Raman, sete amostras de pele normal e seis amostras de melanoma cutâneo foram preparadas do mesmo modo para análise histopatológica por congelação. Foi construído um espectrômetro Micro-Raman, composto por laser de excitação @785 nm, circuito óptico composto por lentes, filtros e espelhos, microscópio óptico invertido e detector de CCD. Coletados os 168 espectros de pele normal e os 150 de melanoma cutâneo, a classificação dos subtipos estruturais foi realizada por meio da Análise dos Componentes Principais e da Análise de Clusterização e a classificação diagnóstica entre Pele Normal e Melanoma Cutâneo foi desempenhada pela aplicação da Análise dos Componentes Principais e da Análise Discriminante Linear. Resultados: A atribuição dos modos vibracionais se referiu à região de deslocamento Raman entre 1200 a 1800 cm -1 , destacando-se os modos de 1260,
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Avaliação do perfil epidemiológico e da mortalidade dos pacientes com diagnóstico de melanoma cutâneo primário no município de Florianópolis - SC, Brasil.

Avaliação do perfil epidemiológico e da mortalidade dos pacientes com diagnóstico de melanoma cutâneo primário no município de Florianópolis - SC, Brasil.

No que concerne à avaliação da mortalidade, 65 pacientes (86,0%) estavam vivos no quinto ano após o diagnóstico e os outros 10 (14,0%) haviam ido a óbito nesse período. Destes, a causa mortis não foi desenca- deada pelo melanoma em cinco (7,0%); nos outros cinco pacientes (7,0%), a razão do óbito estava diretamente relacionada à presença do tumor. Esses cinco pacientes correspondem a 6 laudos, uma vez que em um paciente que faleceu por melanoma foram detectadas 2 lesões – uma in situ e outra invasiva. Para fins da análise de mor- talidade, foram consideradas as características do tumor invasivo do paciente com as duas lesões.
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Preditores de qualidade de vida em pacientes com melanoma cutâneo no serviço de dermatologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.

Preditores de qualidade de vida em pacientes com melanoma cutâneo no serviço de dermatologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.

Os dados foram tabulados no programa SPSS 14.0, tendo sido analisadas as possíveis associações dos escores de QoL com as variáveis: sexo, idade, escolaridade, estado civil, ocupação, tempo de diagnóstico do melanoma, história familiar de melanoma, localização do tumor, espessura de Breslow, nível de Clark, tipo clínico-patológico, presença ou não de metástase e recidiva ou não das lesões.

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Estudo epidemiológico descritivo dos doentes de melanoma cutâneo acompanhados na...

Estudo epidemiológico descritivo dos doentes de melanoma cutâneo acompanhados na...

INTRODUÇÃO: O melanoma cutâneo constitui cerca de 3% de todos os tumores da pele. Atinge indivíduos jovens com média de idade de aparecimento entre 50 e 58 anos. Em torno de 20% dos doentes apresentarão doença avançada e morrerão antes de completar cinco anos de sobrevida. CASUÍSTICA E MÉTODOS: Neste estudo retrospectivo de 364 casos acompanhados de maio de 1993 a janeiro de 2006 descreveram-se as variáveis: sexo, idade, cor, localização da lesão primária, tipo de crescimento, espessura de Breslow, nível de Clark, presença de ulceração, estadiamento e suas correlações. RESULTADOS: Predominou o sexo feminino (58,8%) resultando em uma proporção de 1,4 mulheres para cada homem. A média das idades dos pacientes foi de 58,9 anos e a mediana de 61,0 anos. Pacientes não-brancos constituíram 13,7% da amostra. Para homens e mulheres o melanoma cutâneo localizou-se, predominantemente no tronco (24,3-38,0%) e pés (21,4-23,9%). O melanoma acrolentiginoso representou 22,3% de toda amostra. Os padrões melanoma expansivo superficial e melanoma nodular (p < 0,001) e lesões no tronco (52,8%) predominaram nos indivíduos brancos. O melanoma acrolentiginoso (64%) e a localização nos pés (68,2%) prevaleceram nos pacientes não-brancos. Observou-se minoria de casos com lesão primária in situ (14,6%- EC 0) e alto percentual de melanoma cutâneo espesso (39,7% > 4,0 mm). Presença de ulceração foi observada em 13,4% para tumores finos (= 1,0 mm). Homens apresentaram lesões mais espessas (p = 0,011) e ulceradas (p < 0,001) em relação às mulheres, assim como idosos em relação à não idosos (p = 0,021 para a espessura e p = 0,015 para ulceração). A sobrevida média para os pacientes com doença localizada foi de 97,8 meses e a taxa de sobrevida específica para melanoma cutâneo foi de 85,1% em três anos. CONCLUSÕES: Esta amostra constituiu-se de pacientes com tumores espessos e ulcerados denotando diagnóstico tardio do melanoma cutâneo e pior prognóstico. Caracterizou-se por apresentar predomínio de mulheres, de pacientes não-brancos, de lesões nas extremidades e de melanoma acrolentiginoso.
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Melanoma cutâneo: estudo prospectivo de 65 casos.

Melanoma cutâneo: estudo prospectivo de 65 casos.

Mais da metade dos casos (36/55,3%) foram estadiados nas fases iniciais (in situ, IA), apontando para o diagnóstico mais precoce (Quadro 1 e Tabela 6). A taxa de sobrevida global em cinco anos no momento da análise dos dados é de 29,1% (19 casos) (Tabela 6). A recurrência local definida como recidiva do tumor no raio (três a 5cm) a partir do fechamento pri- mário ou enxerto é considerada rara (3,2%). A ulcera- ção e a espessura do tumor primário, e a localização na cabeça e no pescoço são consideradas fatores pre- disponentes. No caso 8, foi observada, três anos após ressecção do tumor primário localizado em couro cabeludo, com espessura de 0,22mm sem ulceração
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Processamento de imagem digital e cancro de pele : uma abordagem interdisciplinar

Processamento de imagem digital e cancro de pele : uma abordagem interdisciplinar

tor primordial. Infelizmente há casos em que as manifes- tações clínicas só aparecem numa fase muito avançada da doença. Ainda assim, temos hoje ao dispor toda uma pos- sibilidade de quimioterapia antineoplásica e de métodos de irradiação ionizante (radioterapia) que são ferramen- tas usadas em complemento com a cirurgia cito-redutora sempre que possível. Tal como já referido, um dos tipos de cancro em que o diagnóstico precoce é um fator essen- cial para a cura é o melanoma cutâneo. Os números rela- tivos ao melanoma no mundo destacam a Austrália (34.9 ASR 1 ), Nova Zelândia (35.84 ASR), a América do Norte
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Recidiva tardia de melanoma cutâneo: relato de caso

Recidiva tardia de melanoma cutâneo: relato de caso

Em conclusão, o presente caso visa sensibilizar para a ocorrência da recidiva tardia de MMC, contrariando o con- ceito de cura após dez anos livres de doença, enfatizando a necessidade do seguimento destes doentes para toda a vida. Assim, e considerando a continuidade de cuidados prestada pelo MF, torna-se premente que este, a par do der- matologista, desempenhe um papel crucial na monitori- zação de tais casos, estando ciente que novos sintomas ou achados físicos poderão relacionar-se com o diagnóstico prévio de MMC.

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Fatores prognósticos para a metástase no melanoma cutâneo

Fatores prognósticos para a metástase no melanoma cutâneo

FUNDAMENTOS: O melanoma é neoplasia que apresenta alta mortalidade se diagnosticado em estádios avançados. Sua incidência aumenta de modo alarmante em todo o mundo e, apesar do progresso recente na terapêutica dos tumores metastáticos nos últimos anos, o prognóstico dos casos disseminados mantém-se reservado. Desta forma, a identificação precoce dos pacientes de risco para o desenvolvimento de metástases torna-se a principal estratégia para a redução da mortalidade. OBJETIVO: Avaliar a influência de oito fatores clínicos, epidemiológicos e histopatológicos no desenvolvimento de metástases nos pacientes com melanoma cutâneo primário. MÉTODOS: Instituiu-se uma coorte histórica entre janeiro de 1995 e janeiro de 2012, que incluiu pacientes com diagnóstico de melanoma cutâneo primário invasivo atendidos no Serviço de Dermatologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais e no serviço privado Oncologia Cirúrgica do Aparelho Digestivo pelo período mínimo de um mês. As seguintes variáveis clínicas e histopatológicas foram analisadas: gênero, idade, história familiar de melanoma, localização do tumor primário, tipo clinicopatológico, espessura de Breslow, ulceração histológica e índice mitótico. A análise univariada pelo método de Kaplan-Meier e a multivariada pelo método de Cox [Hazard Ratio (HR)] foram utilizadas para o cálculo do tempo livre de doença. RESULTADOS: Foram incluídos 514 pacientes no estudo. Destes, 135 (26,3%) apresentaram metástase ao longo do seguimento. À análise univariada, que incluiu todos os 514 pacientes, os seguintes fatores de risco significativos foram identificados: gênero (p = 0,0007), idade (p = 0,0566), localização do tumor (p = 0,0054), tipo clinicopatológico (p < 0,0001), espessura de Breslow (p < 0,0001), ulceração (p <
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A precocidade diagnóstica do melanoma cutâneo: uma observação no sul do Brasil.

A precocidade diagnóstica do melanoma cutâneo: uma observação no sul do Brasil.

Por tratar-se de um estudo de base hospitalar, o esperado seria a verificação de neoplasias com fatores de pior prognóstico, devido a um possível diagnóstico mais tardio. Porém, mesmo sendo um estudo de nível terciário de atendimento, há um predomínio (63,1%) de melanomas considerados finos (Breslow ≤1mm), sendo que 26,2% da totalidade dos casos eram in situ, indicando uma relativa precocidade diagnóstica. É interessante comparar estes dados com estudos prévios da década de 90 surgidos em Porto Alegre, pois há importantes diferenças quanto à precocidade diagnóstica do melanoma. Por exemplo, Venegas et al. in situ.6 Em 1997, um estudo realizado em labo- ratórios de patologia em Porto Alegre apresentou 2,15% dos melanomas como in situ e 31,5% com Breslow ≤1,5mm7 (1992); um estudo de base hospi- talar evidenciou apenas 15,8% de melanoma com Breslow ≤1,5mm e apenas 1% de lesões.
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Comparação dos casos de melanoma cutâneo diagnosticados por diferentes especialistas.

Comparação dos casos de melanoma cutâneo diagnosticados por diferentes especialistas.

Com relação à média do índice de Breslow nos melanomas invasivos cutâneos, a dermatologia teve média de 1,852mm, com 108 casos; as outras especia- lidades, de 4,383mm, com 102 casos. Essa diferença da média do Breslow foi estatisticamente significativa, com p = 0,037, sugerindo que os pacientes avaliados pelos dermatologistas foram diagnosticados mais pre- cocemente. Devido às circunstâncias inerentes ao pró- prio enfoque da especialidade, o dermatologista é o médico que está mais atento às alterações presentes na pele e mais habilitado a fazer diagnóstico mais preco- ce de melanoma, conseguindo, assim, modificar a his- tória natural dessa doença.
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Expressão de proteínas da apoptose em melanoma cutâneo primário

Expressão de proteínas da apoptose em melanoma cutâneo primário

Atualmente, o melanoma diagnosticado em fase precoce da doença é potencialmente curável, embora apresente letalidade ainda bastante alta nos casos de diagnóstico tardio 2 . Ressalte-se que, geralmente, este tumor apresenta duas fases distintas. Na fase inicial, a lesão apresenta crescimen- to radial, é plana e pequena, e possui comportamento menos agressivo. Na fase seguinte, o crescimento da lesão passa a ser vertical; as células malig- nas se localizam mais profundamente na derme reticular podendo, inclusive, invadir o subcutâneo, e apresentam pior prognóstico 76 . Sua agressividade é proporcional à sua capacidade de infiltrar a derme na transição de cresci- mento radial para crescimento vertical.
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Quem descobre o melanoma cutâneo.

Quem descobre o melanoma cutâneo.

pele. Esses itens foram depois consolidados – dividin- do-se os pacientes em dois grupos, o daqueles que descobriram a própria lesão e o daqueles que tiveram a descoberta feita por outras pessoas (profissionais da área de saúde, esposa, marido e outros) – e analisados separadamente com o objetivo de avaliar a possível influência dessas variáveis nos resultados. Os itens temporais (idade, estado civil, escolaridade, etc) foram anotados considerando-se a época do diagnóstico.

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Melanoma cutâneo: estudo prospectivo de 42 casos.

Melanoma cutâneo: estudo prospectivo de 42 casos.

São fatores de risco para o melanoma cutâneo a exposição solar, o fenótipo do paciente, a história familiar e melanoma prévio. O estádio do tumor no momento do diagnóstico é o principal fator prognós- tico. Cirurgia é o tratamento-padrão inicial para doen- ça localizada. A biópsia do linfonodo sentinela é a abordagem indicada para o estadiamento nodal. Em pacientes metastáticos, a bioterapia ou quimioterapia sistêmica pode ser tentada, enquanto a radioterapia deve ser considerada paliativa.

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Avaliação da alta ambulatorial em pacientes com melanoma cutâneo.

Avaliação da alta ambulatorial em pacientes com melanoma cutâneo.

Objetivo: realizar a avaliação da alta em um grupo de pacientes com melanoma cutâneo de acordo com critérios recentemente estabelecidos. Métodos: Métodos: Métodos: Métodos: Métodos: estudo observacional de corte transversal de 32 pacientes com melanoma cutâneo atendidos no HUCFF/ UFRJ, entre 1995 e 2013, nos seguintes estágios: IA (17 casos/53,12%), IB (4 casos/12,5%), IIA (3 casos/9,37%), IIC (1 caso/3,12%), IIIB (1 caso/3.12%), IIIC (3 casos/9,37%), melanomas in situ (2 casos/6,25%), Tx (1 caso/3,12%). Resultados: Resultados: Resultados: Resultados: Resultados: o tempo de seguimento ambulatorial variou de um a 20 anos (estágio IA), cinco a 15 anos (estágio IB), de seis a 17 anos (estágio IIA), 20 anos (estágio IIC), 23 anos (estágio IIIB) e de 14 a 18 anos (estágio IIIC). O melanoma Tx foi acompanhado por 12 anos, um melanoma in situ teve alta imediata e outro, subungueal, permaneceu em acompanhamento por quatro anos. Não foram observadas recidivas ou recurrências. Conclusão:
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Caracterização parcial e localização subcelular de um fator de troca de nucleotídeos guanina associado à proteína Ras (RasGEF1b) induzido por agonistas de receptores do tipo Toll

Caracterização parcial e localização subcelular de um fator de troca de nucleotídeos guanina associado à proteína Ras (RasGEF1b) induzido por agonistas de receptores do tipo Toll

Para as análises de expressão e localização subcelular da proteína FLAGRasGEF1b foram utilizadas células HEK 293T e CHO. Essas linhagens celulares foram escolhidas por serem de fácil transfecção e por serem comumente utilizadas em experimentos de microscopia confocal (50, 51). O uso de construções expressando proteínas fluorescentes em fusão com uma determinada proteína de estudo tem se tornado uma técnica muito comum (49, 52). Células HEK 293T transfectadas com FLAGRasGEF1b-YFP e/ou FLAGRasGEF1b-mRFP foram utilizadas para análise da expressão das proteínas recombinantes e localização subcelular através de microscopia confocal. Como visto nas Figuras 11A e B, observamos que células HEK 293T expressam e mostram uma localização das proteínas FLAGRasGEF1b-YFP e FLAGRasGEF1b-mRFP citoplasmática e fora do núcleo. A Figura 11C mostra que as duas proteínas fluorescentes co-localizam e mais uma vez não estão presentes no núcleo, o que contradiz alguns dados de bioinformática sobre a predição da localização subcelular da proteína RasGEF1b. Apesar desta proteína possuir 3 sítios de direcionamento nuclear, estes não são suficientes para sua translocação para o núcleo.
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Melipona scutellaris (Apidae, Meliponini)

Melipona scutellaris (Apidae, Meliponini)

In a majority of Hymenoptera, the caste differentiation occurs via larva differential feeding. Melipona stingless bees represent an exception to this rule. Workers and queens emerge from brood cells of the same size, with the same quantity and quality of food and the different phenotypes of female bees depend on a mechanism involving a genetic component associated with the environmental component (food). The different female phenotypes may be a result of the caste-specific modulation of Juvenile Hormone (JH) titers during larval development. In addition, heterochromatin plays an important role in regulating gene expression during cell development and differentiation, by means of epigenetic control of physiological, morphological and behavioral processes. With the objective of evaluating the possible epigenetic role in caste differentiation in M. scutellaris, cell nuclei of the corpora allata glands of queens, workers, and JH induced queens were compared using images captured by confocal microscopy and analyzed by computational reconstruction. Presented are the results of similarities and differences in the pattern, format, and total volume of heterochromatin in the cell nuclei of corpora allata of worker and queen bees of M. scutellaris.
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Relação entre o nevo melanocítico congênito pequeno e melanoma cutâneo.

Relação entre o nevo melanocítico congênito pequeno e melanoma cutâneo.

The first question arises in re f e rence to the patient's initial statement that his/her melanoma had origin in a "spot" existing since birth, or that is, a small congenital melanocytic nevus. This makes use of re f e rence material that some authors believe may be unreliable. The unre l i a b i l i t y stems from the unimportance that patients might impute to a small stain (up to 3cm) present from birth or in dealing with an elderly patient, for whom maternal confirmation would not be available. However, due to the constant interest in the subject, the re s e a rch was carried out in a rigorous manner and only those patients that confirmed with certainty that their nevus had a congenital origin (re f e rred morbidity) w e re included in this group (CN). There f o re, it is natural to suppose that this group could be even larg e r.
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Departamento de Engenharia Civil

Departamento de Engenharia Civil

Qualquer sistema de gerenciamento de áreas de risco implica, em primeiro lugar, no conhecimento do problema por meio do mapeamento dos riscos, sendo que essas áreas poderão ser carac- [r]

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Nível sérico de vitamina D3 em portadores de melanoma cutâneo.

Nível sérico de vitamina D3 em portadores de melanoma cutâneo.

with patients from a general hospital. Methods: The serum levels of vitamin D3 were measured in cutaneous melanoma patients, aged 20 to 88 years, both genders, from January 2010 to December 2013. The samples from the general group were processed at Hospital Israelita Albert Einstein (control group). Data analysis was performed using the Statistics software. Results: A total of 100 patients were studied, 54 of them men, with mean age of 54.67 years, and 95 Caucasian. Out of these 100 patients, 17 had active disease. The average levels of vitamin D3 in the melanoma patients were lower than the level considered sufficient, but above the average of the control group. Both groups (with or without active disease) of patients showed a similar distribution of vitamin D3 deficiency. Conclusion: Vitamin D3 levels in melanoma patients were higher than those of general patients and lower than the reference level. If the reference values are appropriate, a large part of the population had insufficient levels of vitamin D, including those with melanoma, or else, this standard needs to be reevaluated. No difference in vitamin D3 levels was found among melanoma patients with or without active disease. More comprehensive research is needed to assess the relation between vitamin D and melanoma.
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