Top PDF Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Stemonitales.

Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Stemonitales.

Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Stemonitales.

RESUMO – (Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Stemonitales). Como parte do inventário da mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, Sergipe, Nordeste do Brasil (10º40’52’’S e 37º25’15’’W, 180-670 m.s.m., 7.966 ha), avaliou-se a riqueza, abundância e constância das Stemonitales presentes em diferentes microhabitats e níveis altitudinais. Esporocarpos foram coletados durante 20 meses consecutivos, desde abril/2002 até dezembro/2003; amostras de substratos foram também coletadas para cultivo em câmara-úmida. Coleções do material estudado foram depositadas no Herbário UFP. Foram identificadas 14 espécies de Stemonitidaceae, pertencentes aos gêneros Collaria, Comatricha, Lamproderma, Stemonitis e Stemonitopsis. As espécies foram organizadas em ordem alfabética em uma lista comentada e apresenta-se sua distribuição geográfica no Brasil. Representantes da ordem estiveram presentes em todos os microhabitats analisados, predominando as lignícolas, seguidas das foliícolas. Stemonitis flavogenita foi a única espécie areícola, comportando-se também como suculentícola. Nos cultivos em câmara-úmida, registrou-se uma espécie fimícola (Comatricha mirabilis) e três suculentícolas (Collaria arcyrionema, Comatricha laxa e Stemonitis fusca). As espécies mais abundantes foram S. fusca (constante), Stemonitis smithii, Stemonitis axifera e Stemonitis splendens (acessórias), presentes nos diferentes níveis altitudinais. Exceto C. mirabilis, todos os gêneros e espécies constituem primeira referência para o estado de Sergipe.
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Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Physarales.

Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Physarales.

RESUMO – (Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, Sergipe, Brasil: Physarales). Visando contribuir com informações sobre a diversidade de Myxomycetes em florestas úmidas e savanas Neotropicais, foram inventariadas as espécies de Physarales associadas a diferentes microhabitats no Parque Nacional Serra de Itabaiana, Sergipe, Brasil (10º40’52’’S e 37º25’15’’W, 180-670 m, 7966 ha). Durante 20 meses consecutivos foram efetuadas coletas de esporocarpos e de amostras de vários tipos de substratos a serem utilizados na preparação de 590 câmaras-úmidas. Coleções representativas do material estudado foram depositadas no Herbário UFP, com duplicatas no herbário MA - Fungi. A abundância e a constância de cada espécie foram determinadas. Apresenta-se uma lista comentada das sete espécies de Didymiaceae e 24 espécies de Physaraceae identificadas e sua distribuição no Brasil. As Physarales estão presentes em todos os microhabitats analisados, esporulando na estiagem e na estação chuvosa; fimícolas e suculentícolas foram registradas apenas em câmara-úmida. As espécies mais abundantes foram Physarum viride (Bull.) Pers., P. stellatum (Massee) G.W. Martin e P. cinereum (Batsch) Pers. Exceto Diachea silvaepluvialis M.L. Farr, P. cinereum e Physarum roseum Berk. & Broome, todos os táxons constituem primeira referência para Sergipe. Diderma rugosum (Rex) T. Macbr., Didymium dubium Rostaf. e Physarum pulcherrimum Berk. & Ravenel estão sendo referidas pela primeira vez para o Brasil.
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Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Trichiales.

Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Trichiales.

RESUMO – (Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Trichiales). Como parte do levantamento da mixobiota de Sergipe foram avaliadas a abundância e constância das Trichiales encontradas em diferentes microhabitats e níveis altitudinais no Parque Nacional Serra de Itabaiana (10º40’52”S e 37º25’15”W; 7.966 ha). Dois tipos fi sionômicos predominam: fl orestas úmidas encontradas na margem de riachos e áreas abertas com solos arenosos, cobertos por gramíneas, ciperáceas, cactáceas, bromeliáceas e arbustos. Esporocarpos foram coletados durante dois anos (19 excursões); madeira em decomposição, folhedo, casca de árvores vivas e fezes de Sylvilagus brasiliensis L. foram coletados e montadas 590 câmaras-úmidas. Dez espécies foram identifi cadas: Arcyria cinerea (Bull.) Pers., A. denudata (L.) Wettst., A. obvellata (Oeder) Onsberg, Hemitrichia calyculata (Speg.) M. L. Farr, H. minor G. Lister, H. serpula (Scop.) Rostaf. ex Lister, Metatrichia vesparia (Batsch) Nann.-Bremek. ex G. W. Martin & Alexop., Perichaena chrysosperma (Curr.) Lister, P. depressa Lib. e Trichia affi nis de Bary. Trichiales foram encontradas em todos os microhabitats, predominando as lignícolas e foliícolas. Três espécies fi mícolas foram registradas: A. cinerea, H. minor e M. vesparia. As espécies mais constantes e abundantes foram A. cinerea, A. denudata e H. calyculata, as quais foram encontradas em diferentes altitudes (180-670 m). É fornecida a descrição de cada espécie e sua distribuição geográfi ca no Brasil. A. denudata, A. obvellata, H. calyculata, P. chrysosperma e T. affi nis são novas referências para Sergipe, elevando para 58 o número de espécies de Myxomycetes registradas para esse estado.
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Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Liceales.

Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Liceales.

RESUMO – (Mixobiota do Parque Nacional Serra de Itabaiana, SE, Brasil: Liceales).Visando ampliar o conhecimento sobre a distribuição dos Myxomycetes nos Neotrópicos e trazer as primeiras informações sobre a mixobiota sergipana, efetuou-se um estudo sobre as espécies de Liceales ocorrentes na Reserva Ecológica Serra de Itabaiana, SE (10º40’52’’S e 37º25’15’’W, 180-670 m alt.), que apresenta diferentes fisionomias vegetacionais. Esporocarpos e amostras de substrato para cultivo em câmara-úmida foram coletados entre abril/2002 e dezembro/2003, em 19 excursões (quatro dias cada) realizadas em diferentes estações do ano. Exsicatas representativas do material estudado encontram-se depositadas no herbário UFP (Universidade Federal de Pernambuco, Recife). Cinco gêneros foram registrados, pertencentes às famílias Cribrariaceae (Cribraria, 6 spp.), Liceaceae (Licea, 1 sp.) e Reticulariaceae (Lycogala, 3 spp., Reticularia, 1 sp., Tubifera, 4 spp.). Todos os táxons constituem primeira referência para o estado de Sergipe. A distribuição de Tubifera dimorphoteca Nann.-Bremek. & Loer. está sendo ampliada na América do Sul, citada pela primeira vez para o Brasil.
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Florística e estrutura da vegetação arbustivo-arbórea das Areias Brancas do Parque Nacional Serra de Itabaiana/Sergipe, Brasil.

Florística e estrutura da vegetação arbustivo-arbórea das Areias Brancas do Parque Nacional Serra de Itabaiana/Sergipe, Brasil.

RESUMO – (Florística e estrutura da vegetação arbustivo-arbórea das Areias Brancas do Parque Nacional Serra de Itabaiana/ Sergipe, Brasil). O Parque Nacional Serra de Itabaiana destaca-se pela diversidade itoisionômica, dentre estas, uma conhecida localmente por Areias Brancas, uma vegetação aberta que varia de arbustiva-herbácea a arbustiva-arbórea e classiicada por alguns autores como restinga ou cerrado, a depender do porte. Com intuito caracterizar e classiicar esta itoisionomia foram selecionadas duas áreas amostrais de Areias Brancas no Parque Nacional Serra de Itabaiana e construída uma listagem de acordo com o material depositado no Herbário ASE e de coletas adicionais. Para o estudo itossociológico foi utilizado o método dos quadrantes errantes, amostrando todos os indivíduos com circunferência do tronco (> 15 cm) a altura do peito (1,30 m). Foi veriicada nas Areias Brancas do Parque, a ocorrência de 193 espécies, distribuídas em 143 gêneros e 60 famílias, sendo, em sua maioria, representadas por espécies herbáceas e arbustivas. Destaca-se o alto número de espécies encontradas nas Areias Brancas quando comparado com estudos realizados em todo Parque Nacional. Há similaridade lorística signiicativa entre as áreas amostradas, porém estruturalmente as duas áreas devem ser consideradas como diferentes isionomias sucessionais pelas variações de densidade, altura e dominância. Mesmo possuindo espécies vegetais em comum, as Areias Brancas do Parque Nacional não podem ser classiicadas como restinga ou cerrado por não possuir características de origem comuns a estas formações. As Areias Brancas devem ser consideradas como um refúgio ecológico, uma vegetação azonal derivada de condições especiais da formação do substrato.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA E RECURSOS NATURAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA E RECURSOS NATURAIS

Área de estudo – O Parque Nacional Serra de Itabaiana (PNSI) (Fig. 1.1), situado a cerca de 40 km de Aracaju, capital do Estado de Sergipe, Nordeste do Brasil (ICMBio 2016), apresenta-se como uma zona de transição entre a Mata Atlântica e a Caatinga (Carvalho & Vilar 2005) e abriga diversas fitofisionomias, a depender do relevo e do solo no qual se encontram (Vicente et al. 2005). Inserido nos municípios de Areia Branca, Itabaiana, Laranjeiras, Itaporanga d'Ajuda e Campo do Brito, possui uma área aproximada de 8000 ha, constituída de três serras residuais – Cajueiro, Comprida e de Itabaiana, esta última o ponto mais alto da unidade de conservação (659 m) – bem como solos rasos (neossolos litólicos distróficos) na região de escarpa e topo das serras, e profundos e lixiviados (neossolos quartzarênicos) nas partes mais baixas (ICMBio 2016). O clima da região, segundo Classificação de Köppen, é do tipo As’, clima tropical com estação seca de verão e moderado excedente hídrico de inverno, com índice hídrico de Thorntwaite (Im) entre -1,3 e -8,8 (Sergipe 1978).
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Caracterização do material combustível superficial no Parque Nacional Serra de Itabaiana - Sergipe, Brasil.

Caracterização do material combustível superficial no Parque Nacional Serra de Itabaiana - Sergipe, Brasil.

O modelo matemático de Rothermel e os programas computacionais desenvolvidos com base neste modelo requerem como variáveis de entrada, os valores relativos à carga do material combustível florestal e seu respectivo teor de umidade, de acordo com as classes de diâmetro. Portanto, o presente trabalho tem como objetivo quantificar e determinar o teor de umidade do material combustível florestal de acordo com as classes de diâmetro dentro das principais fitofisionomias do Parque Nacional (PARNA) Serra de Itabaiana, para que, futuramente, seja possível a aplicação dos dados obtidos em softwares que analisam o comportamento do fogo.
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Carrapatos (Acari: Ixodidae) em mamíferos silvestres do Parque Nacional da Serra da Canastra e arredores, Minas Gerais, Brasil.

Carrapatos (Acari: Ixodidae) em mamíferos silvestres do Parque Nacional da Serra da Canastra e arredores, Minas Gerais, Brasil.

Neste trabalho, destacam-se também um grande número de amostras coletadas de canídeos silvestres, sendo elas compostas por ninfas de Amblyomma sculptum Berlese, 1888. Esta espécie pertence ao complexo Amblyomma cajennense (Fabricius, 1787), que recentemente foi desmembrado em seis espécies válidas, dentre elas, A. sculptum como único representante na região Sudeste do Brasil (NAVA et al., 2014). Os resultados do presente trabalho indicam uma forte associação carrapato- hospedeiro existente entre ninfas de A. sculptum e canídeos silvestres, estando de acordo com estudos prévios de lABRUNA et al. (2005) e MARTINS et al. (2012), que demonstraram ninfas desta espécie de ixodídeo, publicado como A. cajennense, frequentemente encontradas em canídeos silvestres provenientes de várias regiões do país. As demais associações carrapato-hospedeiro (Tabela 1) foram previamente relatadas em diferentes trabalhos em
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A técnica de cluster como ferramenta para a gestão ambiental.

A técnica de cluster como ferramenta para a gestão ambiental.

- Posse da terra – Os dois municípios, São Raimundo Nonato e Coronel José Dias, têm em comum o conflito de uso em relação ao Parque. Após sua criação e por falta de recursos federais, durante dez anos, o Parque passou a ser considerado terra de ninguém e seus recursos naturais, tidos como inesgotáveis, foram extremamente explorados. O Parque sofreu depredações sistemáticas, houve destruição da flora em dimensões incalculáveis e a caça foi transformada numa prática popular com graves conseqüências para a fauna. Esses fatos ocasionaram impactos negativos na preservação dos patrimônios natural e cultural.
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Estrutura da comunidade de anfíbios do Parque Nacional da Serra da Bocaina, São Paulo, Brasil

Estrutura da comunidade de anfíbios do Parque Nacional da Serra da Bocaina, São Paulo, Brasil

ϭϮϳ A Mata Atlântica é um dos biomas com a maior diversidade biológica do planeta sendo também um dos mais degradados (Myers et al. 2000). Hoje, em virtude da densa ocupação humana, expansão agropecuária, industrialização e exploração econômica e imobiliária, restam apenas aproximadamente 11,7% da vegetação original, composta em sua maioria por pequenos fragmentos de FES, enquanto que as maiores áreas contínuas de mata são de FOD localizadas nas encostas das serras que acompanham o litoral brasileiro (Ribeiro et al. 2009), principalmente na Serra do Mar. A Serra do Mar é um conjunto de escarpas festonadas com cerca de 1000 km de extensão coberta principalmente por FOD e campos de altitude (Kronka et al. 2005). A Serra do Mar se estende desde o Estado do Rio de Janeiro até o norte do Estado de Santa Catarina (Almeida & Carneiro 1998), estando presentes ao longo da cadeia de escarpas as maiores áreas de mata contínua encontradas no bioma da Mata Atlântica (Ribeiro et al. 2009). Segundo a classificação de Koppen-Geiger ao longo da Serra do Mar existem dois tipos de clima, ambos são considerados temperados com altos índices pluviométricos e sem estação seca, porém um possui verão quente (Cfa) e outro com verão pouco mais ameno (Cfb) (Peel et al. 2007).
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INVENTÁRIO DAS ESPÉCIES VEGETAIS NA SERRA DA CANASTRA, PARQUE NACIONAL DA SERRA DA CANASTRA, MINAS GERAIS, BRASIL Otacílio Antunes Santana

INVENTÁRIO DAS ESPÉCIES VEGETAIS NA SERRA DA CANASTRA, PARQUE NACIONAL DA SERRA DA CANASTRA, MINAS GERAIS, BRASIL Otacílio Antunes Santana

Estudos florísticos, fitossociológicos e fitogeográficos têm sido de extrema importância para avaliar a diversidade do Cerrado lato sensu, considerando variações na escala tanto espacial como temporal. A densidade das espécies é um fator importante a ser considerado para a diferenciação entre fisionomias e definição de estratégias para proteção das populações (Líbano & Felfili 2006). No Brasil, o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Lei 9.9850/ 2000) possui uma modalidade de Unidade de Proteção Integral, que é o Parque Nacional, com o objetivo básico de preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica, beleza cênica, e diversidade biológica. Nestas unidades é possível a realização de pesquisas científicas, o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico. No Brasil estão cadastrados 54 Parques Nacionais, em uma área de 17.493.010 hectares, importante área natural protegida (MMA 2009).
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Memorial Ambiental da População Rural da Zona de Amortecimento do Parque Nacional da Serra da Canastra - MGLucas Guida SOARES, Renato Luiz Grisi MACEDO, Jozbio Esteves GOMES, Joema Souza Rodrigues PVOA

Memorial Ambiental da População Rural da Zona de Amortecimento do Parque Nacional da Serra da Canastra - MGLucas Guida SOARES, Renato Luiz Grisi MACEDO, Jozbio Esteves GOMES, Joema Souza Rodrigues PVOA

Desprovidos de estudos preliminares sobre as condições físicas e sociais da região, o extinto órgão denominado Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal (IBDF), atual Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), delimitou a área a ser parque sem consultar a população nativa, baseando-se unicamente em razões técnicas. Este fato gerou o início de uma série de conflitos entre a população nativa e IBDF, conflitos estes que foram muito bem explicitados por Oliveira (1992).

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Briófitas do centro urbano de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil.

Briófitas do centro urbano de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, Brasil.

Distribuição no RS: Barracão, Parque Florestal Estadual de Espigão Alto; Bento Gonçalves; Bom Jesus; Cambará do Sul, Fortaleza dos Aparados, Parque Nacional dos Aparados da Serra; Canela, Floresta Nacional de Canela, Parque das Sequóias, Parque do Caracol; Canoas; Dois Irmãos; Esmeralda, Estação Ecológica de Aracuri; Gramado; Ivoti; Lavras do Sul; Montenegro; Muitos Capões; Nonoai; Nova Petrópolis; Novo Hamburgo; Osório; Passo Fundo, Floresta Nacional de Passo Fundo; Planalto, Parque Florestal Estadual de Nonoai; Porto Alegre; Rio Grande; Santa Cruz do Sul; Santo Ângelo; São Francisco de Paula, Aratinga, Colinas de São Francisco, Floresta Nacional de São Francisco; São José dos Ausentes; São Leopoldo; Soledade; Tenente Portela; Torres; Vacaria; Viamão.
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Estudo de genética populacional no Pato-Mergulhão, Mergus octosetaceus

Estudo de genética populacional no Pato-Mergulhão, Mergus octosetaceus

Recentemente, Vilaça et al. (2012) publicaram o primeiro artigo com dados genéticos do Pato-Mergulhão. Nas análises filogenéticas foi demonstrada a relação evolutiva da espécie brasileira com outras espécies do gênero Mergus encontradas no hemisfério norte. Nesta análise preliminar com uma amostra significativa do estado de Minas Gerais, onde se localiza a maior população conhecida da espécie com uma estimativa de 80 indivíduos na Serra da Canastra, além de uma população de Goiás (Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros), foi feito um estudo com DNA mitocondrial que demonstrou uma pequena diversidade remanescente. Além disso, duas linhagens divergentes foram encontradas no Parque Nacional da Serra da Canastra, o que sugere que o parque esteja funcionando como um refúgio de patos que anteriormente se distribuíram por outras localidades, cujos hábitats foram destruídos. No entanto, isto também pode indicar que havia populações muito diferenciadas no passado que agora se encontram em contato secundário.
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Papilionoideae (Leguminosae) do Parque Nacional da Serra da Canastra, Minas Gerais, Brasil.

Papilionoideae (Leguminosae) do Parque Nacional da Serra da Canastra, Minas Gerais, Brasil.

ABSTRACT - (Papilionoideae (Leguminosae) of the Serra da Canastra National Park, Minas Gerais, Brazil). The Serra da Canastra National Park is in southwestern Minas Gerais (20º00’-20º30’S and 46º15’-47º00’W) about 40% of its area covered by “campos rupestres”. Forty-one species of Papilionoideae, grouped into 23 genera and eight tribes, were found. Phaseoleae (Camptosema, Centrosema, Clitoria, Collaea, Eriosema, Erythrina, Galactia, Periandra and Vigna), Dalbergieae (Andira, Dalbergia, Machaerium, Platypodium, Poiretia, Stylosanthes and Zornia), Sophoreae (Acosmium and Bowdichia), Crotalarieae (Crotalaria), Desmodieae (Desmodium), Genisteae (Lupinus), Millettieae (Platycyamus) and Swartzieae (Swartzia). The most numerous genera were Galactia (five species), Andira, Eriosema, Vigna and Zornia, with three species each one. Centrosema, Collaea, Crotalaria, Lupinus, Periandra and Stylosanthes were represented by two species, and the other genera were represented by a single species. The geographical distribution of Eriosema prorepens Benth., Lupinus subsessilis Benth. and Periandra gracilis H.S. Irwin & Arroyo was extended in this work. Identification keys, descriptions and data on geographical distribution of the species and infra-specific taxa are provided.
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Criação, implantação e manejo de unidades de conservação no Brasil: estudo de caso em Minas Gerais

Criação, implantação e manejo de unidades de conservação no Brasil: estudo de caso em Minas Gerais

Por milhares de anos, os povos reconheceram os valores especiais ligados a sítios geográficos e tomaram medidas para protegê-los. Tais sítios estavam associados a fontes de animais sagrados, água pura, plantas medicinais, matéria prima para uso futuro, mitos e ocorrências históricas. O acesso e o uso dessas áreas e dos seus recursos eram controlados por tabus, editos reais e mecanismos sociais comunitários. Uma das mais antigas referencias documentadas vem da Ásia, onde o Imperador Ashoka, da Índia, em 252 a.C., ordenou a proteção de certos animais, peixes e florestas. A primeira área de proteção na Indonésia foi criada em 684 a.D., na Ilha de Sumatra, por ordem do Rei Srivijya. Conta-se que, no século XV, Babar, o primeiro Imperador Mogul da Índia, caçava rinocerontes em reservas especiais criadas para esse fim nas zonas pantanosas do Punjab. O Real Parque Nacional de Chitwan, no Nepal, foi criado inicialmente como reserva de caça para a família Rana. Assim também, o Ujung Kulon, em Java, e Ranthambore, na Índia, hoje em dia importantes parques nacionais, foram origina- riamente criados como reservas de caça (MILLER, 1997).
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Lycophyta e samambaias do Parque Nacional da Serra do Itajaí, Vale do Itajaí, SC, Brasil.

Lycophyta e samambaias do Parque Nacional da Serra do Itajaí, Vale do Itajaí, SC, Brasil.

AbStRAct – (Lycophyta and ferns from Serra do Itajaí National Park, Vale do Itajaí, Sc, brazil). In this paper we present a floristic survey of the Lycophyta and ferns from the Serra do Itajaí National Park, Santa Catarina. The National Park has an area of 57,475 ha, altitudes varying from 150 to 940 m and is covered by Atlantic Forest. We have found 190 intraspecific taxa (185 species, three subspecies and two varieties), distributed in 24 families and 73 genera. the most representative genera were: Asplenium (17 species), Thelypteris (10), Blechnum (8), and Lindsaea (7), besides the richest families Dryopteridaceae and Polypodiaceae with 23 and 29 species respectively. Special mention is made to Terpsichore chrysleri (Proctor ex copel.) A.R. Sm and Polyphlebium hymenophylloides (Bosch) Ebihara & Dubuisson, which are first records for Santa catarina.
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Efetividade da gestão do Parque Nacional Serra da Capivara, Piauí, Brasil: uma avaliação temporal

Efetividade da gestão do Parque Nacional Serra da Capivara, Piauí, Brasil: uma avaliação temporal

Esta mudança frequente de gestor é observada não apenas para o PARNA Serra da Capivara, que durante o período da pesquisa possuiu pelo menos 4 gestores diferentes, mas também para a maioria das UCs brasileiras, afetando o conhecimento acerca da unidade e, por conseguinte, as informações prestadas necessárias para executar a metodologia RAPPAM. Dentro desta perspectiva, Ervin (2003) argumenta sobre a qualidade das informações prestadas pelos gestores e administradores, que precisam ser adequadas para prover dados suficientes para a análise, implicando no valor de efetividade da gestão. Além disto, outras limitações desta metodologia são apresentadas por Veenvliet e Sovinc (2009) como o questionário não permitir uma análise aprofundada das respostas, obtendo-se apenas o valor final de efetividade, e ignorando as perguntas com respostas negativas, que merecem mais atenção por parte da gestão; não existir a opção de resposta “não conheço/sei” no questionário; e existir questões duplamente negativas, que podem induzir a um mal entendimento do sentido da pergunta por parte do respondente.
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LEVANTAMENTO DA BRIOFLORA DE UMA MATA DE GALERIA NO PARQUE NACIONAL DA SERRA DO CIPÓ, MG - BRASIL

LEVANTAMENTO DA BRIOFLORA DE UMA MATA DE GALERIA NO PARQUE NACIONAL DA SERRA DO CIPÓ, MG - BRASIL

The Serra do Cipo has attracted the interest of many researchers over the years because of its unique characteristics, among them, because it is the site of transition between the Cerrado and Atlantic Forest. The sampled area of Serra do Cipo in this study is located along the Gallery Forest córrego Três Pontinhas, coordinates 19°16'00" S and 43°32'49" W, altitude of 1,188 meters. The objective of this study was to survey the Division Bryophyta in gallery forest of stream Três Pontinhas in the National Park of Serra do Cipo, MG. A collection was held during the month of November 2009. A second collection was conducted in July of 2011, and both samples followed the methodology of collecting random samples being collected from all visible material. In total 176 herbarium specimens were examined. Were inventoried 15 families, 26 genera, 43 species and 4 varieties. The families with the largest number of species were: Leucobryaceae (10 species), Sematophyllaceae (9 spp.) and Calymperaceae (6 spp.). Fissidentaceae had 3 spp., Bryaceae, Pylaisiadelphaceae, Pottiaceae and Orthotrichaceae had 2 spp. each and Brachytheciaceae, Cryphaeaceae, Fabroniaceae, Helicophyllaceae, Hypnaceae, Polytrichaceae and Sphagnaceae had only 1 sp. each family. Was recorded three new records for the state of Minas Gerais. Descriptions, keys and illustration are presented.
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Anfíbios e répteis do Parque Nacional da Serra da Bodoquena, Mato Grosso do Sul, Brasil.

Anfíbios e répteis do Parque Nacional da Serra da Bodoquena, Mato Grosso do Sul, Brasil.

A expectativa de riqueza local de espécies foi estimada com base na abundância das espécies amostradas em cada um dos 29 pontos, através de curvas de rarefação (riqueza x abundância). Para tanto, foi utilizado o índice não-paramétrico Jacknife 1 após 1000 aleato- rizações dos dados pelo método Monte Carlo, usando-se o software EstimateS (Colwell 2005). As análises foram efetuadas apenas para anfíbios e lagartos. Serpentes não foram incluídas nas análises, uma vez que o tipo de inventário realizado não é o mais indicado para elaborar uma lista desses animais, o que poderia influenciar no comportamento da curva de rarefação. Uma vez que o Parque Nacional da Serra da Bodoquena pode ser considerado uma grande mancha de mata estacional semidecidual inserida na grande região da diagonal seca representada pelos biomas da Caatinga, Cerrado e Chaco (Prado & Gibbs 1993, Spichiger et al. 2004, Morrone 2006), suspeita-se que a herpetofauna dessa área possa sofrer influência dessas formações na sua composição de espécies. Dessa maneira, informações sobre a herpetofauna da Caatinga (Vanzolini et al. 1980, Arzabe 1999, Rodrigues 2003), Cerrado (Strüssmann et al. 2000, Colli et al. 2002, Pavan & Dixo 2002, 2004, Bastos et al. 2003, Brasileiro et al. 2005, Colli, 2005, Brandão et al. 2006, Uetanabaro et al. 2006, Brandão & Araújo no prelo), Chaco (Bucher 1980, Norman 1994, de la Riva et al. 2000, Brusquetti & Lavilla 2006) e serras do entorno do Pantanal sul-mato-grossense (Gordo & Campos 2005) foram compiladas e comparadas com a registrada no presente trabalho através do Coeficiente de Similaridade de Jaccard (Magurran 2004). As análises de similaridade também não incluíram serpentes, pelo mesmo motivo exposto acima.
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