Top PDF Moradia e meio ambiente: extensão universitária e compromisso social

Moradia e meio ambiente: extensão universitária e compromisso social

Moradia e meio ambiente: extensão universitária e compromisso social

Diante dessa situação, começamos a ter dificuldades para estabelecer parâmetros técnicos mínimos, que estivessem de acor- do com a legislação ambiental vigente e para definir as possíveis alternativas para sanar ou amenizar o problema das enchentes na Ilha. Em alguns órgãos, faltavam bases cartográficas atualizadas que identificassem a presença das famílias no local. Os mapas mostravam que a área não era ocupada; em outros, os estudos existentes nos órgãos públicos, em escalas em geral mais genéricas, incompatíveis com a dimensão do assentamento, que não permitiam determinar parâmetros específicos (tipo de solo, existência ou não de banhado), necessários para o desenvolvimento do projeto. Em outras situações, os parâmetros ambientais e urbanísticos eram estabelecidos de for- ma arbitrária. Em outros órgãos, a exemplo da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) de Almirante Tamandaré, seguiam-se as definições genéricas do Código Florestal, sem considerar o caso es- pecífico; as prefeituras não dispunham de corpo técnico suficiente para visitas técnicas à Ilha para formalizar os parâmetros. De outro diziam não poder informar sobre a área, porque os moradores não eram os proprietários da terra. Vendo as condições precárias de mo- radia de grande parte do povo brasileiro, questionamos: como essas informações podem ser de tão difícil acesso?
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Extensão Universitária entre o Assistencialismo e o Compromisso com o Povo

Extensão Universitária entre o Assistencialismo e o Compromisso com o Povo

É claro que a maior parte dos programas de extensão estão distantes da realização plena dos princípios acima. Mas, quando os membros dos programas refletem sobre eles e os levam em conta, é possível sua realização. Daí a importância de envolver alunos, funcio- nários e professores, deixando as portas abertas para propostas e projetos de intervenção na realidade social e abrindo também suas portas para os clamores dos movimentos sociais. Um importante exemplo, que precisa ser avaliado de maneira construtiva, são as experiências dos núcleos de assessoria jurídica universitária popular existentes em várias universidades em todo o país, que transformam a concepção tecnicista dos tradicionais núcleos de prática jurídica e realizam a defesa jurídica em situações tais como prisões arbitrárias e ocupações urbanas de luta pela moradia.
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Interação Dialógica nas ações de Extensão Universitária na Temática Meio Ambiente.

Interação Dialógica nas ações de Extensão Universitária na Temática Meio Ambiente.

O Plano de desenvolvimento da educação,um conjunto de programas que visam melhorar a Educação no Brasil,estabelece uma simbiose entre educação e desenvolvimento, enfatizando a educação como categoria propulsora do desenvolvimento econômico e social do país (DOURADO, 2007). Todo plano parte de uma missão, sendo assim, a UNIFEI tem por missão: “ser uma Universidade que valoriza e busca a autonomia, a sustentabilidade e a melhoria em todas as suas atividades para o bem-estar da humanidade, um elemento essencial para o desenvolvimento científico e tecnológico brasileiro e o progresso social, econômico e cultural das regiões onde atua, por meio da geração, disseminação e aplicação do conhecimento; da formação de profissionais de alto nível; do exercício da boa gestão e da responsabilidade social” (UNIFEI, 2015). Observa- se na visão do fundador da instituição que o olhar social já era dever de cada indivíduo, não sendo necessária, à época, a atuação das escolas superiores em ações que aproximassem os então alunos dessas realidades. A formação acadêmica tinha como objetivo formar pessoas que usassem do seu conhecimento adquirido para criação de novas tecnologias e atuassem no desenvolvimento do país tendo como fim único o desenvolvimento social.
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DESAFIOS E INTER-RELAÇÕES ENTRE CIÊNCIA, AMBIENTE E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: O PETCIÊNCIAS E A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

DESAFIOS E INTER-RELAÇÕES ENTRE CIÊNCIA, AMBIENTE E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: O PETCIÊNCIAS E A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

Nesta perspectiva, de uma construção baseada no indivíduo e no seu contexto de inserção, em que as concepções que orientem o professor não sejam apenas na visão de saúde, por meio de ausência de doenças 4 , é que devemos ampliar a visão mais socioecológica e também psíquica. Leva-se em consideração o indivíduo em sua integralidade, também dependentes da ação comportamental e emocional; também de seu contexto histórico, social e ambiental. Morh (2002) ressalta que a Educação em Saúde em espaços escolares deve ser primada, de forma mais precisamente possível, construtivista e de escolha autônoma, pois somente esses enfoques proporcionados pela escola vão se aproximar do objetivo principal, respondendo coercivamente ao processo ensino-aprendizagem. Isto faz com que, haja um pensamento elaborado sobre o conhecimento que está sendo trabalhado em sala de aula e relacionar com conceitos pré-existentes (a exemplo da elaboração do senso crítico, acerca da Educação em Saúde no cotidiano).
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EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: AVALIAÇÃO DOS PROJETOS DE EXTENSÃO DO USJ SOB A PERSPECTIVA DA INCLUSÃO SOCIAL

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: AVALIAÇÃO DOS PROJETOS DE EXTENSÃO DO USJ SOB A PERSPECTIVA DA INCLUSÃO SOCIAL

Esta pesquisa é classificada quanto a sua abordagem como qualitativa. A pesquisa qualitativa tem como característica o aprofundamento no mundo dos significados, a partir da análise de uma realidade não visível. Assim ela precisa ser pesquisada e interpretada pelo pesquisador. (DESLANDES; MINAYO, 2008; MINAYO, 2009). De acordo com Lee (1999), a pesquisa qualitativa deve ser escolhida quanto seu objetivo é analisar o ambiente natural da organização, assim como, para entender o fenômeno como um todo buscando sua compreensão, também, por meio da perspectiva dos participantes. Através da pesquisa qualitativa este trabalho pretende compreender como o USJ vem realizando seus projetos de extensão universitária.
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A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA COMO INDICATIVO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAZONAS

A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA COMO INDICATIVO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL EM UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAZONAS

Desde então, observa-se que mundialmente as ações voltadas para a responsabilidade social têm sido abordadas pelos estudiosos e incentivadas no setor empresarial que vem se adequando, progressivamente, a esta nova postura de compromisso direto com as questões sociais e éticas na adoção de comportamento responsável perante a comunidade. (CARROLL,1991; 1999; SCHWARTZ; CARROLL, 2003; 2008). No meio acadêmico, a responsabilidade social está voltada para o engajamento do ensino, da pesquisa e da extensão em atendimento de questões sociais emergentes e ao desenvolvimento da sociedade (; CALDERÓN, 2006; MELO NETO, 2001; OROSZCO, 2004; ORTIZ-RIAGA e RUBIANO, 2011; PASTORINO, 2012; SAMPAIO, 2004 ; VALLEYS, 2008;). Os estudos nacionais, reforçam a discussão sobre o papel das Instituições de Ensino Superior como agentes sociais no processo de desenvolvimento local e regional, destacando-se a sociedade, o ambiente e a economia, que são integrados e se reforçam mutuamente. ( MILANO, 2009 ; PINTO, 2008, 2012; RIBEIRO,2013; REIS;, 2013; RIBEIRO e MAGALHÃES, 2014).
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EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E OS PRECEITOS DA INDISSOCIABILIDADE: UM COMPROMISSO DA UNIVERSIDADE COM A INCLUSÃO SOCIAL

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E OS PRECEITOS DA INDISSOCIABILIDADE: UM COMPROMISSO DA UNIVERSIDADE COM A INCLUSÃO SOCIAL

De acordo com o Decreto, entende-se por empreendimentos econômicos solidários “organizações de caráter associativo que realizam atividades econômicas, cujos participantes sejam trabalhadores do meio urbano ou rural e exerçam democraticamente a gestão das atividades e a alocação dos resultados”. Já incubação de empreendimentos econômicos solidários é o “conjunto de atividades sistemáticas de formação e assessoria que abrange desde o surgimento até a conquista de autonomia organizativa e viabilidade econômica dos empreendimentos econômicos solidários”. E, por fim, incubadoras de cooperativas populares são “organizações que desenvolvem as ações de incubação de empreendimentos econômicos solidários e atuem como espaços de estudos, pesquisas e desenvolvimento de tecnologias voltadas para a organização do trabalho, com foco na autogestão” (Brasil, 2010).
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O EMPODERAMENTO DA PESSOA IDOSA PARA O EXERCÍCIO DA CIDADANIA: EDUCAÇÃO PERMANENTE POR MEIO DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA.

O EMPODERAMENTO DA PESSOA IDOSA PARA O EXERCÍCIO DA CIDADANIA: EDUCAÇÃO PERMANENTE POR MEIO DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA.

A diferença entre o compromisso social e o simples assistencialismo pode ser vista na conclusão das atividades: é importante que as pessoas se apropriem dos conhecimentos, tornando-se protagonistas de suas ações, e não eternamente dependentes. Esse ponto é relevante nos projetos de extensão, e o NETI tem um amplo histórico de formação de agentes multiplicadores. Por isso, os projetos não ficam restritos aos professores e o NETI (2016a) destaca em sua página as entidades organizadas por alunos e ex-alunos, tais como a Associação de Monitores da Ação Gerontológica (AMAG) que congrega alunos e egressos do Curso de Formação de Monitores da Ação Gerontológica; o Centro de Estudantes do Núcleo de Estudos da Terceira Idade (CENETI) que visa promover a integração e reivindicar os direitos dos alunos idosos junto à UFSC e coordena o Grupo de Canto Vozes da Ilha e de Seresta; o Grupo A Hora da História que promove a interação entre gerações em um processo cujo contador idoso pesquisa e seleciona histórias para apresentação em público; e o Grupo Teatral Chão de Estrelas com atividade permanente de elaboração de textos a partir de suas vivências com o processo de envelhecimento. A própria missão do NETI (2016, s/p.), “Redescobrir, recriar de forma integrada, sistematizar e socializar o conhecimento de gerontologia, desenvolvendo atividades de promover as pessoas da terceira idade no meio acadêmico e comunitário, como sujeitos em transformação e transformadores” traz o sujeito que transforma ao mesmo tempo em que é transformado, a ação protagônica da pessoa, desenvolvida por meio da educação permanente.
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EXTENSÃO E PESQUISA: RELAÇÕES COM O COMPROMISSO E A RESPONSABILIDADE SOCIAL DA UNIVERSIDADE

EXTENSÃO E PESQUISA: RELAÇÕES COM O COMPROMISSO E A RESPONSABILIDADE SOCIAL DA UNIVERSIDADE

A ênfase na extensão coincide com a alteração do tradicional modelo de universidade ocorrido em todo o mundo ocidental. O modelo humboldtiano não se mostrou mais adequado ao momento histórico vivido, ou seja, as exigências apresentadas pelo contexto social, político e econômico passaram a ser outras para essa milenar instituição e novas ideias tomaram força suficiente para “abalar” a antiga estrutura da universidade. Agora, além de primar na busca da qualidade científica, tecnológica e artístico-cultural, busca, demonstrar seu compromisso social por meio de ações afirmativas e adotar, em muitos casos, a responsabilidade social como modelo de gestão. Esse fenômeno observado na Europa e Estados Unidos, teve forte impacto principalmente na América Latina. Isso ocorreu devido ao processo de democratização dos países do bloco ocidental e ao processo de globalização. A extensão universitária tem se mostrado, a dimensão educativa privilegiada para que compromisso social e responsabilidade social se apresentem.
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Desenvolvimento humano e extensão universitária: o papel da extensão universitária no desenvolvimento humano dos estudantes

Desenvolvimento humano e extensão universitária: o papel da extensão universitária no desenvolvimento humano dos estudantes

A pesquisa tem como objetivo a identificação dos efeitos e contribuições da extensão universitária no desenvolvimento humano daqueles que estão envolvidos nas ações realizadas, para tanto, optou-se pelo desenvolvimento de um estudo de caso. Segundo Flick “o objetivo dos estudos de caso é a descrição exata ou a reconstrução de um caso” (2009, p.135). Os sujeitos da pesquisa são participantes de edições anteriores do Programa Trilhas Potiguares. O referido programa visa a integração da universidade com pequenas comunidades do Estado. A abordagem é caracterizada como qualitativa, pois se propõe a analisar as particularidades das experiências de extensão vivenciadas pelos integrantes do Programa Trilhas Potiguares, sendo intensificada a necessidade da correta interpretação dos fatores observados. Flick nos trás uma definição dos aspectos essenciais na pesquisa qualitativa:
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A usucapião familiar como meio concretizador do direito fundamental social à moradia

A usucapião familiar como meio concretizador do direito fundamental social à moradia

Contudo, não se pode olvidar que o instituto da usucapião familiar consiste apenas em um meio de realização daquele direito, o qual pode ocorrer de inúmeras formas, conforme se extrai do voto do então Ministro do Supremo Tribunal Federal Cezar Peluso ao relatar o Recurso Extraordinário n. 407.688-8-SP, onde ressalta que tal direito pode se conformar de inúmeras alternativas conformadoras, o que se deu na espécie pelo reconhecimento da constitucionalidade do art. 3º, inc. VII, da Lei n. 8.009, de 29 de março de 1990, cuja redação foi adicionada pela Lei n. 8.245, de 18 de outubro de 1991, a permitir o penhor de bem imóvel do fiador no contrato de locação, ainda que único bem do mesmo, por reconhecer a prevalência do direito à moradia como condição para a efetivação da locação, cuja ementa dispõe:
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O CONFLITO ENTRE O DIREITO À MORADIA E MEIO AMBIENTE NA CIDADE DAS LUZES  Renildo Viana Azevedo

O CONFLITO ENTRE O DIREITO À MORADIA E MEIO AMBIENTE NA CIDADE DAS LUZES Renildo Viana Azevedo

Nesse contexto de restrição ao direito de moradia fica mais nítida as razões de tantas ocupações de terra em Manaus. Contudo, o território da área urbana de Manaus também é outro 2 O conceito de déficit habitacional utilizado pelo Governo brasileiro que realiza acompnhamento dessa questão por meio da Fundação João Pinheiro, autarquia do Governo do Estado de Minas Gerais, está relacionado com as deficiências do estoque de moradias, o que envolve aquelas sem condições de serem habitadas em razão da precariedade das construções ou do desgaste da estrutura física; envolve a necessidade de incremento do estoque em função da coabitação familiar forçada, dos moradores de baixa renda com dificuldades de pagar aluguel e dos que vivem em casas e apartamentos alugados com grande densidade. Inclui-se ainda nessa rubrica a moradia em imóveis e locais com fins não residenciais.
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PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE COMO UM DEVER SOCIAL

PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE COMO UM DEVER SOCIAL

7. Sem condenação aos honorários advocatícios à vista do que dispõe o artigo 18 da Lei 7.347/85 e de precedentes jurisprudenciais. 8. Apelação do Ministério Público do Estado de São Paulo provida. Demais apelações e remessa oficial, tida por interposta, parcialmente providas. (TRF-3, Ap - APELAÇÃO CÍVEL - 1871127 / SP 0002549- 96.2011.4.03.6104. Relator: DESEMBARGADORA FEDERAL MARLI FERREIRA. Órgão Julgador: Quarta Turma. Data de Julgamento: 06/06/2018. Data de Publicação: e-DJF3 Judicial 1 Data: 06/07/2018) DIREITO AMBIENTAL APELAÇÃO CÍVEL MANDADO DE SEGURANÇA INDEFERIMENTO DO PLANO DE MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL APLICAÇÃO DA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 04/2014 LEGALIDADE VIOLAÇÃO A PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS INOCORRÊNCIA PREVALÊNCIA DO DIREITO FUNDAMENTAL AO MEIO AMBIENTE ECOLOGICAMENTE EQUILIBRADO RECURSO DESPROVIDO.A Instrução Normativa nº 05/2014 estabelece roteiros específicos para o Plano de Manejo Florestal Sustentável PMFS , conforme a previsão contida na Lei no 12.651/2012 (Código Florestal) e no Decreto Estadual no 2.152/2014, que regulamenta a Lei Complementar no 233/2005, portanto se afigura legal e tem aplicação imediata a todos os processos administrativos. O Direito Ambiental busca se antecipar à ocorrência de danos, muitos dos quais irreversíveis, a fim de garantir a efetividade da norma constitucional que consagra como direito fundamental o meio ambiente ecologicamente equilibrado, essencial à sadia qualidade de vida e que deve ser protegido e preservado, em benefício das presentes e futuras gerações (CRF, art. 225), de modo que é legal impor descanso à área por interregno temporal para a sua recuperação, não configurando essa imposição confisco ou violação do direito de propriedade.
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Endogenia e Extensão Universitária

Endogenia e Extensão Universitária

O terceiro artigo com o tema ANÁLISE DA PERCEPÇÃO DE PRODUTORES EM RELAÇÃO AO REAPROVEITAMENTO DE DEJETOS ANIMAIS EM DRACENA/SP, aborda a questão da produção animal informando que ela é uma forma de exploração concentradora de dejetos, causadores de grande impacto ambiental, devido à falta de acesso às informações quanto ao destino e reutilização adequados dos resíduos agropecuários. Por ser considerável a quantidade de produtores envolvidos com a bovinocultura leiteirana região de Dracena, os autores analisaram neste estudo a percepção dos produtores da região com relação ao reaproveitamento dos dejetos e os malefícios que a má reutilização desses pode causar ao meio ambiente. Para a efetivação da ação foram realizadas palestras direcionadas, com avaliação diagnóstica por meio de questionário aplicado sob uma abordagem quantitativa e qualitativa. Os resultados demonstraram relevância para o tema abordado, por meio da aplicação de práticas sustentáveis e de baixo custo; entretanto, aliar a parte teórica com a prática aplicada é essencial para um melhor desempenho do conteúdo abordado, na proposição de soluções, ressaltam os autores, para que o conhecimento desenvolvido nas universidades seja disseminado em modalidades como projetos de extensão universitária.
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O dilema extensão universitária

O dilema extensão universitária

Mannheim (1950) afirma que não se configura em nenhuma época o processo pelo qual motivos sociais coletivos inconscientes se tornam conscientes, mas isso se dá numa situação muito especial e sociologicamente determinável, ou ainda, determinado problema só pode se tornar geral em épocas em que o desacordo é mais pronunciado. Enfim, novos modos de pensar não podem vir a constituir um problema em determinadas épocas, em que a estabilidade social sustenta e garante a unidade interna de uma concepção de mundo. Tal pressuposto induz a pensar a não efetivação, ainda, de novos modos de pensar entre professores universitários, pois, para eles, a Extensão vem garantindo o seu discurso pela transformação da Sociedade. Quais seriam, então, os processos transformadores que essa função tem possibilitado?
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EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E TRANSFORMAÇÃO SOCIAL: UMA ANÁLISE DO PROGRAMA PERMANECER SUS

EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA E TRANSFORMAÇÃO SOCIAL: UMA ANÁLISE DO PROGRAMA PERMANECER SUS

As atividades nos serviços são supervisionadas por preceptores do próprio Hospital, escolhidos pela equipe da DGETS, e também por técnicos da própria DGETS, que participam do programa. Vale destacar que, em princípio, não se incluem como supervisores docentes das unidades acadêmicas da UFBA, sendo este um estágio não obrigatório. Porém, duas docentes da equipe do BI Saúde transformaram essa atividade em um projeto de extensão e, com isto, passaram a supervisionar in loco as atividades desenvolvidas pelos estudantes. (CAPUTO et.al 2012)
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O dilema extensão universitária.

O dilema extensão universitária.

Não se pode deixar de explicitar que existem as ligações políticas e econômicas entre Governo e Universidade, em que as lutas pelo poder universitário surgem em função do equilíbrio mutável de ganhos e perdas, expressos na distribuição de possibilidades que os membros de um determinado grupo têm de controlar e de comandar o decurso da Universidade. Dessa forma, aqueles que têm acesso e que ocupam posições de coordenação (pró-reitorias de Extensão) disporão de grandes possibilidades de poder. De acordo com o autor em referência, embora a integração e a coordenação das posições sociais sejam indispensáveis, um dos problemas principais em sociedades altamente diferenciadas é o de como manter um controle institucional efetivo sobre elas. Como pode ser assegurado socialmente que aqueles que ocupam tais posições estão com disposição e com coragem coletiva para reestruturar a Universidade? Ou estão respondendo, em grande parte, por suas funções rotineiras para os seus próprios fins?
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UTILIZAÇÃO DE MÍDIAS DIGITAIS COMO MEIO DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO CONTEXTO DE EMERGÊNCIAS: EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

UTILIZAÇÃO DE MÍDIAS DIGITAIS COMO MEIO DE EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO CONTEXTO DE EMERGÊNCIAS: EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

Por meio de práticas de educação em saúde é possível qualificar a população leiga para que esta seja capaz de agir de maneira mais adequada diante de diversas situações que oferecem risco de vida. E antes disso, é possível ainda reduzir a incidência de determinado agravo por meio de uma simples educação preventiva. O treinamento de uma comunidade que visa ao estímulo de habilidades em cuidados humanos é necessário para que se possa reduzir a enorme demanda existente, por exemplo, nos grandes centros de assistência emergencial. Para isso, é preciso a criação de um real e efetivo vínculo entre comunidade e profissional de saúde. A própria atividade de extensão universitária desenvolvida por estudantes da saúde tem papel fundamental em todo esse processo (PERETZ et al., 2012; PEREZ et al., 2006; IUAMOTO et al., 2012).
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A EXTENSÃO COMO AÇÃO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL UNIVERSITÁRIA NA PERSPECTIVA DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO :: Brapci ::

A EXTENSÃO COMO AÇÃO DE RESPONSABILIDADE SOCIAL UNIVERSITÁRIA NA PERSPECTIVA DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO :: Brapci ::

Esse dado reflete como a extensão é percebida pelos docentes desta Universidade Esta realidade é consequência de inúmeros fatores: carga horária de ensino, seja na graduação ou pós, a pesquisa, questões burocráticas (diretoria de centros, pró-reitorias, etc), refletindo um mérito de uma função em detrimento de outra, etc. A regularização da extensão nos cursos, o reconhecimento dessas ações no âmbito universitário e pelas agências de fomento precisam ser discutidos nestas instituições para que a indissociabilidade apregoada nos estatutos das universidades seja real na prática docente.
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Extensão Universitária: um caso de ação voltada ao  desenvolvimento social em Saúde Pública

Extensão Universitária: um caso de ação voltada ao desenvolvimento social em Saúde Pública

A nova concepção de educação passa a ser importante para o desenvolvimento so- cial visto que o processo contínuo de aprendizagem leva uma interação maior entre pes- quisa e questões sociais bem como um maior interesse em solucionar problemas da época. Um importante marco histórico para a Extensão Universitária foi o Manifesto de Cór- dora, na Agentina, executado por estudantes. Segundo Souza (2010, p.15), foi “o marco de uma nova luta por uma reforma da Universidade Latino-Americana que a transformasse e a fizesse assumir seu compromisso social”. Nesse momento a Universidade passa a cumprir com o papel de agente de desenvolvimento social uma vez que agora está sendo cobrada por isso.
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