Top PDF Novas ocorrências de Rapateaceae para o Brasil.

Novas ocorrências de Rapateaceae para o Brasil.

Novas ocorrências de Rapateaceae para o Brasil.

Rapateaceae é uma família de monocotiledôneas com 16 gêneros e cerca de 100 espécies restritas aos neotrópicos, exceto por uma espécie que ocorre na África (Givnish et al. 2000; 2004). No Brasil, Rapateaceae está representada por cerca de 20 espécies (Souza & Lorenzi 2008) em oito gêneros: Cephalostemon R.H. Schomb., Duckea Maguire, Monotrema Körn, Rapatea Aubl., Saxofridericia R.H. Schomb., Schoenocephalium Seub., Spathanthus Desv. e Stegolepis Klotzsch ex Körn (Berry 2004; Souza & Lorenzi 2008). A maior parte dos gêneros e espécies está concentrada na região do Escudo das Guianas, principalmente em áreas de tepuis, montanhas tabulares de até 3.000 m de altitude (Givnish et al. 2000; Berry 2004).
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Novas ocorrências de macroalgas marinhas bentônicas no estado de Pernambuco, Brasil.

Novas ocorrências de macroalgas marinhas bentônicas no estado de Pernambuco, Brasil.

Foram realizados estudos na região entremarés de recifes da Praia de Boa Viagem, Recife, nordeste do Brasil, em dezembro de 2009 (período seco) e abril de 2010 (período chuvoso), para analisar a estrutura da comunidade das macroalgas epífitas em outras macroalgas. O material foi coletado em dois trechos recifais, cada um com aproximadamente 30 m de extensão, em diferentes compartimentos favoráveis ao crescimento de macroalgas. Todo o material coletado permaneceu congelado até o procedimento de análise. Os exemplares estão depositados no Herbário do Instituto de Botânica, São Paulo, Brasil (SP). Foram encontradas nove novas ocorrências para a costa pernambucana: Boodlea composita (Harv.) F. Brand, Ceramium corniculatum Mont., Chaetomorpha clavata Kütz., C. nodosa Kütz., Chondracanthus cf. saundersii C.W. Schneid. & C.E. Lane, Cladophora laetevirens (Dillwyn) Kütz., Neosiphonia sphaerocarpa (Børgesen) M.-S. Kim & I.K. Lee, Ulva linza L. e U. prolifera O.F. Müll. Destas, quatro tiveram sua distribuição consideravelmente ampliada ao longo do litoral brasileiro. Palavras-chave: Chlorophyta, epífitas, costa nordeste do Brasil, Rhodophyta.
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Novas ocorrências de liquens corticícolas crostosos para a região sul do Brasil.

Novas ocorrências de liquens corticícolas crostosos para a região sul do Brasil.

As espécies citadas como novas ocorrências para o país possuem distribuição geográfi ca distinta. Graphis dolicho- grapha foi registrada para Austrália e Colômbia (Lücking et al. 2009), Phaeographis intricans para Austrália, Costa Rica, El Salvador, Guiana, Singapura, Venezuela e Estados Unidos e Pyrenula mucosa para Costa Rica e Papua Nova Guiné (GBIF 2009). Os espécimes liquênicos registrados pela primeira vez para o estado do Rio Grande do Sul foram referenciados especialmente para a região Nordeste, litoral de São Paulo e do Paraná, com exceção de. Chapsa cincho- narum que possui novo registro para a região sul e para o RS, tendo distribuição pantropical com amostras coletadas na Colômbia, África e Brasil (Frisch 2006). Coenogonium subdilutum, Enterographa compunctula, Fissurina instabilis, Graphis parallela foram citadas para o estado de Alagoas; Anisomeridium tamarindii, Bactrospora myriadea, Cratiria lauricassiae, Graphis geraensis, G. paraserpens, G. rigi- dula, G. schiffneri, G. submarginata, Phaeographis punc- tiformis, Haematomma personii, Lecanora caesiorubella e Pertusaria carneola para Pernambuco; P. wulfenioides para Sergipe; Graphis kakaduensis para Alagoas e Pernambuco; Malcolmiella vinosa em Alagoas, Pernambuco e Sergipe; Pyrenula pyrenuloides para Alagoas, Pernambuco, Sergipe e Rio Grande do Norte (Cáceres 2007). Bacidia russeola foi registrada em Pernambuco e São Paulo (Cáceres 2007, Marcelli 1992). Dal Forno (2009) cita pela primeira vez Graphis archerii para a região litorânea do Paraná.
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Novas ocorrências de Briófitas para Pernambuco, Brasil.

Novas ocorrências de Briófitas para Pernambuco, Brasil.

Todas as novas ocorrências são apresentadas em ordem alfabética de família e ilustradas enfatizando os caracteres de valor taxonômico. São fornecidos, ainda, comentários de relevância taxonômica e notas ecológicas, além da distribuição geográfica mundial e no Brasil. Para isso foram consultados os catálogos de Yano (1981; 1984; 1989; 1995; 2006) e os trabalhos de Fulford (1963; 1966), Bischler (1969), Stotler (1970), van Reenen (1982), Kron (1988), Costa & Machado (1992), Allen (1993), Pôrto et al. (1993), Reese (1993), Sharp et al. (1994), Harley (1995), Lisboa & Lima (1997), Buck (1998), Bernecker-Lücking (1998), Gradstein et al. (2001), Dauphin (2003), Gradstein & Costa (2003), Câmara & Vital (2004), Visnadi (2004), Yano (2004), Yano & Câmara (2004), Câmara & Leite (2005), Câmara et al. (2005), Costa et al. (2005), Valente & Pôrto (2006) e Yano & Pôrto (2006).
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Novas ocorrências de angiospermas para o estado de Roraima, Brasil

Novas ocorrências de angiospermas para o estado de Roraima, Brasil

Tabela 1 – Lista de novas ocorrências de angiospermas para o estado de Roraima, Brasil – habitats: CAM = campina, CAP = campinarana, FLC = floresta ciliar, FTF = floresta de terra firme. Coletores: ETF: E.T. Fujisaki; GM = G. Martinelli et al.; MNC = M.N. Coelho et al.; RCF = R.C. Forzza et al.; ROP = R.O. Perdiz et al.; RSR = R. Schütz Rodrigues et al. Fontes de dados da distribuição geográfica previamente conhecida – 1. Zarucchi (1995); 2. Lohmann & Taylor (2014); 3. Smith & Downs (1979); 4. Maas & Maas (1997); 5. Prance (1998); 6. Kearns (1998); 7. Struwe (1999); 8. Pennington (2003); 9. Meireles & Tozzi (2015); 10. Barneby & Grimes (1996); 11. Dorr & Meijer (2005); 12. Berry (2001); 13. Berg (2001); 14. MacDougal (2003); 15. Acevedo-Rodríguez (2005); 16. Pennington & Edwards (2005); 17. Marcano-Berti (2005); 18. BFG (2015). Acrônimos seguem ISO 3166-1 (UNSD 2016) e IBGE (2016), para países e estados brasileiros, respectivamente.
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Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado do Pará, Brasil.

Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado do Pará, Brasil.

Durante o inventário das hepáticas da Serra dos Carajás, foram identificadas quatro novas ocorrências para o estado do Pará: Frullania beyrichiana (Lehm. & Lindenb.) Lehm. & Lindenb, Frullania kunzei (Lehm. & Lindenb.) Lehm. & Lindenb, Symphyogyna aspera Steph. e Lophocolea leptantha (Hook. & Tayl.) Tayl. Esta última espécie, antes somente relacionada para as regiões Sudeste e Sul do Brasil, é nova ocorrência para o eixo Norte-Nordeste brasileiro. Cada espécie é acompanhada de comentários morfológicos, taxonômicos e ecológicos.

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Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

RESUMO – (Novas ocorrências de hepáticas (Marchantiophyta) para o Estado da Bahia, Brasil). Na Serra da Jibóia, foram registradas 13 espécies de novas ocorrências, sendo oito para a região Nordeste: Bazzania aurescens Spruce, Calypogeia peruviana Nees & Mont., Cephalozia crassifolia (Lindenb. & Gottsche) Fulford, Lepidozia cupressina (Sw.) Lindenb., Pallavicinia lyellii (Hook.) S.F. Gray, Plagiochilla diversifolia Lindenb. & Gottsche, Radula kegelli Gottsche ex Steph. e Riccardia fucoidea (Sw.) Schiffin., e cinco espécies referidas pela primeira vez para o Estado: Metzgeria albinea Spruce, Plagiochila gymnocalycina (Lehm. & Lindenb.) Mont., P. simplex (Sw.) Lindenb., Riccardia amazonica (Spruce) S.W. Arnell e Symphyogyna aspera Steph. Para cada espécie são fornecidos comentários taxonômicos, ecológicos e distribuição geográfica mundial e no Brasil, além de indicação de literatura contendo descrição e ilustração. Foram realizadas ilustrações para algumas espécies.
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Novos registros genéricos de Rapateaceae para Rondônia, Brasil

Novos registros genéricos de Rapateaceae para Rondônia, Brasil

Rapateaceae é uma família de monocotiledôneas centrada na região do Escudo das Guianas da América do Sul. Este artigo relata o registro de quatro gêneros de Rapateaceae para o estado de Rondônia, norte do Brasil. Cephalostemon gracilis (Poepp. & Endl.) R.H.Schomb., Duckea cyperaceoidea (Ducke) Maguire, Monotrema xyridoides Gleason e Schoenocephalium cucullatum Maguire são registrados em áreas de baixa altitude, ocorrendo em savanas e ecossistemas de campinas e campinaras no estado. Estas descobertas aumentam significativamente a diversidade conhecida de táxons de Rapateaceae para Rondônia, bem como representam uma extensão de sua distribuição geográfica para um estado que não tem nenhuma parte de seu território incluído no Escudo das Guianas.
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Aranhas da família Theridiosomatidae: espécie nova e novas ocorrências no Brasil.

Aranhas da família Theridiosomatidae: espécie nova e novas ocorrências no Brasil.

neotropicais, no entanto, nenhum material de coleções brasileiras foi examinado. Ao examinar a coleção aracnológica do Museu de Ciências Naturais, Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul (MCN; E. H. Buckup) foi possível detectar uma espécie nova do gênero Theridiosoma, além de registrar pela primeira vez para o Brasil Baalzebub baubo Coddington, 1986. Para Epilineutes globosus (O. P.-Cambridge, 1886), Naatlo splendida (Taczanowski, 1879) e Ogulnius obtectus O. P.-Cambridge, 1882 são fornecidas novas ocorrências, ampliando a área de distribuição conhecida destas espécies no Brasil.
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Poaceae em uma planície de inundação no Brasil: listagem florística e novas ocorrências.

Poaceae em uma planície de inundação no Brasil: listagem florística e novas ocorrências.

RESUMO - (Poaceae em uma planície de inundação no Brasil: listagem florística e novas ocorrências). O presente estudo objetiva caracterizar as Poaceae da Planície de Inundação do Alto Rio Paraná (PIAP) e seu entorno, localizada a 22º38'-22º57'S e 53º05'-53º36'O, entre os Estados do Paraná e Mato Grosso do Sul. Foram analisadas 916 exsicatas provenientes de coleções de herbário ou obtidas em campo entre 1988 e 2015. Como resultado, registra-se a ocorrência de 50 gêneros e 94 espécies, sendo 68,08% nativas e 31,92% naturalizadas. Panicoideae é a maior subfamília, com 68,08% das espécies, seguida de Chloridoideae (12,24%) e Bambusoideae (11,22%), ao passo que Oryzoideae, Arundinoideae e Pooideae representam menos de 10% das espécies. A maioria das espécies é perene (80,85%), porte herbáceo (77,66%) ou arbustivo (12,77%), terrestre (42,55%) ou palustre (37,24%). Sete espécies representam novos registros para o Mato Grosso do Sul e sete para o Paraná. Palavras-chave: Gramineae, inventário, várzea, vegetação ripária
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Novas ocorrências de briófitas para vários estados do Brasil.

Novas ocorrências de briófitas para vários estados do Brasil.

Com a publicação dos catálogos de musgos (Yano, 1981), de antóceros e hepáticas (Yano, 1984) e de briófitas (Yano, 1989; 1995), houve a possibilidade de saber onde cada espécie de briófita ocorre nos diferentes estados do Brasil. Além disso, existem várias outras publicações, de 1995 até os dias de hoje, que são trabalhos de revisão, levantamento, fitogeografia, dados de mudanças nomenclaturais e outros por exemplo descrição de espécies novas, ocorrências novas para vários estados, que levaram à elaboração deste estudo da distribuição e diversidade das espécies de briófitas nos diferentes estados.
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Opistobrânquios (mollusca: heterobranchia) do Rio Grande do Norte, Brasil, incluindo 34 novas ocorrências

Opistobrânquios (mollusca: heterobranchia) do Rio Grande do Norte, Brasil, incluindo 34 novas ocorrências

A taxonomia é a base de qualquer ciência que envolva biodiversidade, como a ecologia e biogeografia. Entre os invertebrados marinhos, os moluscos gastrópodes são um dos grupos mais diversos. O grupo “Opistobranchia” apresentam redução, internalização ou ausência da concha calcária, e apresenta também a maior diversidade de formas entre os gastrópodes. Estima-se que existam entre 5000 e 6000 espécies em todo globo terrestre, dentre estas, aproximadamente 235 são reportadas para o Brasil, com apenas 12 registradas para o estado do Rio Grande do Norte. O presente projeto visa o levantamento taxonômico dos opistobrânquios no litoral do estado do Rio Grande do Norte, Brasil. Para isto foram realizadas expedições às praias do litoral deste estado. Alguns opistobrânquios foram coletados diretamente no campo, enquanto outros foram separados em laboratório de substratos coletados (i.e., macroalgas, cascalho e pequenas rochas soltas). As coletas se deram manualmente sobre os arrecifes na região entre-marés, ou através de mergulhos livres e autônomos (sublitoral). As espécies encontradas foram medidas e fotografadas in vivo no Laboratório Didático II do Departamento de Botânica, Ecologia e Zoologia da UFRN. A identificação dos espécimes foi feita através da comparação dos caracteres diagnósticos de cada grupo, embasada na literatura específica. Foram encontrados 34 novos registros para o litoral do RN, dentre estes, quatro novos registros também para o nordeste, assim como três novas ocorrências para o Brasil e Atlântico Sul. O presente levantamento contribuiu, portanto, para uma melhor estimativa da fauna de opistobrânquios do litoral norte rio-grandense. Acredita-se que são necessários mais estudos que envolvam diferentes aspectos ecológicos, biológicos e biogeográficos dos opistobrânquios no Brasil e especialmente no Nordeste.
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Novas ocorrências de desmídias filamentosas (Desmidiaceae, Zygnematophyceae) para o estado da Bahia, Brasil.

Novas ocorrências de desmídias filamentosas (Desmidiaceae, Zygnematophyceae) para o estado da Bahia, Brasil.

RESUMO – (Novas ocorrências de desmídias fi lamentosas (Desmidiaceae, Zygnematophyceae) do estado da Bahia, Brasil). As desmídias de hábito fi la- mentos são constituídas por fi lamentos de células relativamente curtos, que se dissociam com certa facilidade. O conhecimento destas algas no estado da Bahia é bastante escasso, até o momento, estando restrito a 13 táxons. O presente trabalho teve por objetivo realizar o inventário taxonômico dos gêneros fi lamentosos da família Desmidiaceae (Zygnematophyceae), de duas áreas de proteção ambiental, APA Rio Capivara e APA Lagoas de Guarajuba, município de Camaçari, a fi m de ampliar o conhecimento destes na Bahia. Foram analisadas 33 amostras coletadas de acordo com os métodos usuais empregados nos estudos de taxonomia de microalgas continentais. Foram identifi cados 15 táxons distribuídos em sete gêneros (Bambusina Kütz. ex Kütz, Desmidium C.Agardh ex Ralfs, Groenbladia Teiling, Hyalotheca Ehrenb. ex Ralfs, Onychonema Wallich, Spondylosium Bréb. ex Kütz. e Teilingia Bourr.), dos quais nove táxons constituem-se adições à fl ora de algas continentais da Bahia, aumentando o total de espécies conhecidas para 22.
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Duas novas ocorrências de hepáticas folhosas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Duas novas ocorrências de hepáticas folhosas (Marchantiophyta) para o estado da Bahia, Brasil.

Embora a abrangência territorial dos estudos já realizados, novas áreas estão sendo contempladas em projeto em andamento que objetiva tanto os aspectos florístico-taxonômicos, como biogeográficos, a exemplo da ARIE Serra do Orobó, em área adjacente à Chapada Diamantina. Assim, o presente artigo objetiva ampliar o conhecimento da biodiversidade dos ambientes serranos do Domínio Caatinga e, consequentemente, do estado da Bahia, através do registro de duas novas ocorrências de hepáticas folhosas, das quais uma está sendo registrada pela primeira vez para o Brasil.
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Novas ocorrências de antóceros e hepáticas para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Novas ocorrências de antóceros e hepáticas para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (Novas ocorrências de antóceros e hepáticas para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil). Foram identificados 22 táxons de antóceros e hepáticas que são novas ocorrências para o Estado do Rio Grande do Sul (1 antócero e 21 hepáticas). Oito famílias e 15 gêneros pertencem à Marchantiophyta e um gênero e uma família à Anthocerotophyta. As famílias mais bem representadas são Lejeuneaceae, Aneuraceae e Metzgeriaceae. Neesioscyphus argillaceus (Nees) Grolle e Lejeunea cancellata Nees & Mont. tiveram sua distribuição geográfica ampliada. Estão sendo apresentadas ilustrações e distribuição geográfica para todos os táxons.
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Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

RESUMO – (Novas ocorrências de musgos (Bryophyta) para o Estado do Rio Grande do Sul, Brasil). Foram identifi cados 22 táxons que são novas citações para o Rio Grande do Sul e 4 táxons tiveram sua distribuição geográfi ca ampliada no Estado. Os mesmos estão distribuídos em 10 famílias e 16 gêneros, sendo que as famílias mais bem representadas neste estudo são Fissidentaceae, Bryaceae, Sematophyllaceae, Dicranaceae, Hypnaceae e Orthotrichaceae. Bryum chryseum Mitt. e Pohlia nutans (Hedw.) Lindb. são ocorrências novas para o Brasil. Fissidens rigidulus Hook. f. & Wilson, Fissidens submarginatus Bruch, Fissidens taxifolius Hedw. e Uleastrum palmicola (Müll. Hal.) R. H. Zander tiveram sua distribuição geográfi ca ampliada. São apresentadas ilustrações e distribuição geográfi ca para todos os táxons.
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Descrição da fêmea de Sphecozone tincta (Araneae, Linyphiidae) e novas ocorrências no Brasil.

Descrição da fêmea de Sphecozone tincta (Araneae, Linyphiidae) e novas ocorrências no Brasil.

Novos registros. BRASIL. Rio Grande do Sul: Terra de Areia, , 13.XI.2001, E. L. C. da Silva col. (MCN 34947); Santa Maria (Perau Velho), , 11.V.1998, L. Indrusiak & Monteiro col. (MCN 33903); Santo Antônio da Patrulha (Morro Grande), 3 , 18.VII.2002, A. B. Bonaldo col. (MCN 33107); Glorinha (São João), , 14.VII.2000, A. B. Bonaldo col. (MCN 33049); Estrela Velha (Barragem de Itaúba), 4 , 28.X.1999, A. L. H. Silva col. (MCN 31683); Salto do Jacuí (Horto CEEE), , 26.X.1999, A. Franceschini col. (MCN 31690); Gravataí (Morro do Tigre), 10

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Novas ocorrências de Heterodermia (Líquens - Pyxinaceae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

Novas ocorrências de Heterodermia (Líquens - Pyxinaceae) no Rio Grande do Sul, Brasil.

Rio Grande do Sul. Contribution to the lichen flora of Brazil VII. Lichens from Montenegro and Triunfo, Rio Grande do Sul State. Contribution to the lichen flora of Brazil[r]

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Ferrugem da teca (Olivea neotectonae): novas ocorrências no Brasil e revisão do nome específico.

Ferrugem da teca (Olivea neotectonae): novas ocorrências no Brasil e revisão do nome específico.

Como Minnis et al. (12) não incluíram Buriticá & Salazar (4) em suas discussões e por entendermos que o Princípio III (da prioridade) do ICBN precede em relação ao da conservação de um nome, estamos adotando Olivea neotectonae (Ramakrishnan & Ramakrishnan) Buriticá & Salazar como nome correto para descrever o patógeno em questão. O fungo não tem espermogônios nem écios conhecidos. Télios não foram coletados no Brasil, entretanto, segundo Thirumalachar (21) os teliósporos são formados tardiamente a partir dos uredínios, ou em soros independentes, subepidemais, formados acima da epiderme, amarelos, parafisados; paráfises como nos uredínios, inicialmente cobrindo os esporos, depois não; teliósporos clavados, fusi-claviformes, sésseis, em grupos sobre células basais, com conteúdo amarelo alaranjado, 38-51 x 6-9 mm, paredes hialinas, delgadas; na maturidade esporos germinam intra-soro; promicélio externo, 4 células, originando basidiósporos globulares.
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Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil.

Ophiuroidea (Echinodermata): quatro novas ocorrências para o Brasil.

RESUMO. Os ofiuróides aqui analisados são procedentes dos programas “Biodiversidade Bêntica Marinha no Estado de São Paulo” – BIOTA/FAPESP-Bentos Marinhos, “Avaliação do Potencial Sustentável dos Recursos Vivos da Zona Econômica Exclusiva” – REVIZEE/Score Sul-Bentos e “Utilização Racional dos Ecossistemas Costeiros da Região Tropical Brasileira: Estado de São Paulo” – INTEGRADO/Subprojeto Bentos. As amostras analisadas foram coletadas nas regiões da plataforma e talude continental do Sudeste e Sul brasileiros, em profundidades entre 10 e 800 m. São aqui descritas e ilustradas quatro espécies de Ophiuroidea, as quais representam novos registros de ocorrência para o Brasil, duas da família Ophiuridae, uma de Amphiuridae e uma de Ophiochitonidae. Este é também o primeiro registro desta última família para o Brasil. Somente Amphiodia trychna (Amphiuridae) foi amostrada na região da plataforma interna (profundidade < 50 m). As demais ocorreram em maiores profundidades (de 314 a 808 m).
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