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O conhecimento do jornalismo no círculo hermenêutico

O conhecimento do jornalismo no círculo hermenêutico

O jornalista é por natureza um generalista, mas um jornalismo de qualidade, exigente e rigoroso na descrição dos fatos, necessita de um bom número de especialistas – em economia, em ciência, em saúde, em leis – capazes de entender o que acontece e de narrá-lo aos demais. Por outro lado existem algumas técnicas e normas específicas da profissão – como conseguir uma notícia, como constatar as fontes, como redigir uma reportagem, como utilizar as novas tecnologias – cujo conhecimento é básico na hora de exercer a profissão. Estuda economia, ou leis ou ciências políticas, fica especialista em humanidades e, então, aprende o ofício de informar. E que não te falhem nem as tripas e nem a raiva e que não tenhas demasiada pressa que é uma das enfermidades dos nossos jovens (Ibid, p. 6-9).
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o estudo da informação e do conhecimento na  e no jornalismo :: Brapci ::

o estudo da informação e do conhecimento na e no jornalismo :: Brapci ::

A efetiva relação entre a CI e Comunicação mostra-se a partir de várias dimensões, citando-se acima apenas duas delas. De um modo geral, para a CI a informação é um fenômeno, enquanto que para Comunicação é um processo. Porém, um fenômeno precisa de um processo para se efetivar, enquanto que um processo precisa de uma origem – nesse caso o fenômeno informação – para ter o quê processar. Ambas estão interessadas na comunicação humana e este é um dos motivos pelos quais elas devem ser estudadas em conjunto, pois visam o mesmo fim – em aspectos diversos e/ou correlatos – mas com objetivos comuns. Partindo dessa visão, foram selecionadas duas áreas do conhecimento, a biblioteconomia e o jornalismo, que fazem parte da CI e da Comunicação, respectivamente, para que possamos estudar com mais detalhes como os objetos informação e o conhecimento se apresentam nelas.
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Da informação ao conhecimento :o jornalismo científico na contemporaneidade

Da informação ao conhecimento :o jornalismo científico na contemporaneidade

Neste contexto, a dissertação apresenta a seguinte estrutura por temas: na primeira parte intitulada O Papel Formador do Jornalismo Científico, se analisa o atual avanço da pesquisa científica no Brasil e como este gênero típico do jornalismo acompanha a realidade deste setor. Discutem-se também as diferenças conceituais entre Difusão Científica, Divulgação Científica e Jornalismo Científico. Nesta primeira parte existem trechos de entrevistas com os pesquisadores Wilson Bueno e José Marques de Melo. Eles aprofundam a discussão sobre a cientificidade da comunicação e avaliam a diferença conceitual entre Informação e Conhecimento. Por fim, também são citadas as escolas teóricas e pesquisas empíricas que validam a Comunicação Social enquanto ciência. Na segunda parte da dissertação, intitulada Por uma Pedagogia dos Meios, estuda-se as vertentes da História da Educação que tiveram interesse no estudo das possibilidades didáticas dos meios de comunicação, a exemplo da teoria Linguagem Total, idealizada pelo pesquisador espanhol Francisco Gutierrez e dos estudos de Paulo Freire sobre a comunicação. Aqui também se inclui um apanhado sobre a Educomunicação, que emerge como um novo campo epistemológico e se consolida como área de investigação. Esta segunda parte termina com uma análise sobre a contribuição que o jornalismo e a comunicação podem proporcionar a educação contemporânea.
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GESTÃO DO CONHECIMENTO: UM ESTUDO NO JORNALISMO REGIONAL

GESTÃO DO CONHECIMENTO: UM ESTUDO NO JORNALISMO REGIONAL

– A gestão do conhecimento contribui para a melhoria dos processos jornalísticos? E ainda, questionamentos relacionados ao futuro do jornalismo, tais como (i) particularidades do jornalismo on-line, (ii) a ética e responsabilidade social e ambiental dos jornais, uma vez que as pressões serão cada vez mais fortes, (iii) o impacto das novas tecnologias como a tv digital, tecnologia WCDMA nos celulares, blogs, as ferramentas de busca e a Wikipedia, entre outras tendências que facilitarão a interatividade, promovendo um leitor mais ativo e um ombusperson mais presente, bem como uma imprensa mais comprometida com valores relacionados à sustentabilidade que promove uma nova consciência. Como exemplos, surgiram recentemente, o jornal impresso Buone Notizie na Itália e o jornal eletrônico Nova-E, no Brasil.
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Jornalismo de (im)precisão : o conhecimento matemático e a apuração de números

Jornalismo de (im)precisão : o conhecimento matemático e a apuração de números

Este estudo investiga os tratamentos jornalísticos concedidos aos números nas práticas profissionais da reportagem, a partir de discussão estabelecida com as teorias do Jornalismo de Precisão, Jornalismo Investigativo e Jornalismo de Dados, e com sinalização final das competências matemáticas demandadas para a prática do jornalismo contemporâneo. A pesquisa foi composta por oito etapas metodológicas fazendo uso de entrevistas com profissionais de proeminência em suas áreas de atuação; aplicação de questionários a alunos e jornalistas em busca de compreender as relações destes com os números; e análise de conteúdo em amostra de reportagens - convencionais e de dados - que foram veiculadas em jornais impressos, com foco em identificar como os números compuseram a construção das notícias. Como resultado, verificou-se que 73% dos alunos de jornalismo e 60% dos jornalistas convencionais de diversas redações pesquisados afirmam não gostar de matemática, embora 82% dos profissionais tenham apontado que costumam fazer notícias e/ou reportagens usando números. Dos jornalistas investigativos ouvidos, 94% dizem que já sentiram necessidade de conhecer mais de matemática quando apuravam uma pauta e 95% do total de profissionais pesquisados acreditam que, por pouca afinidade, os jornalistas confiam demasiadamente nos números repassados pelas fontes. O estudo mapeou os números publicados em 110 textos de uma edição completa de jornal impresso e concluiu que 84% deles possuíam números. A partir disso, chegou a uma tipologia com onze categorias de números utilizados nas construções de textos. A comparação entre números em reportagens convencionais e reportagens de dados revelou que o diferencial predominante é que os dados numéricos publicados nas reportagens de dados são obtidos a partir de bases de dados e passam por operações matemáticas efetuadas pela própria equipe de redação, ou seja, os jornalistas passam a construir os números que vão compor suas notícias. Quanto às capacidades e conhecimentos matemáticos necessários para atuar no jornalismo contemporâneo, operações básicas mostram ser suficientes no sentido de operações a serem realizadas para reportagens convencionais, mas as equipes de reportagens de dados têm demonstrado maior raciocínio matemático- quantitativo diante de um cenário de crescente disponibilidade de bases de dados e de números passíveis de novas investidas jornalísticas. Amplia-se também, nesse sentido, a demanda por conhecimentos estatísticos para manipulação e apuração desses dados. No caso das reportagens que utilizam números, portanto, o “faro” e/ou o “tino” jornalísticos não se configuram apenas como instintivos, mas presume- se um novo conhecimento de ordem quantitativa capaz de possibilitar que o jornalista enxergue o que dizem os dados.
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Linguagem, ideologia e conhecimento : novas perspectivas para se compreender o jornalismo

Linguagem, ideologia e conhecimento : novas perspectivas para se compreender o jornalismo

Pode-se dizer que a crítica do aluno à idéia de que a notícia é um produto se dirige à proposição teórica de Marcondes Filho (1989). A definição desse aluno não admite o assujeitamento ideológico do homem que escreve a notícia e nem do homem que compra o jornal. Provavelmente o que se admite é a racionalidade humana como reguladora do processo de produção jornalística. Além disso, essa definição também é elaborada a partir de comparações com outras áreas do conhecimento humano. Em primeiro lugar, ela afirma que o jornalismo ainda não é considerado ciência. Provavelmente essa discussão, se o jornalismo é ou não ciência, explica-se pela necessidade de dar um estatuto científico para o jornalismo diante das reiteradas críticas de que ele seria superficial e de que não teria nenhuma especificidade, ou seja, trataria de todos os assuntos de modo superficial. Mas apesar da importância dessa discussão, não é a partir dela que o presente trabalho pretendeu analisar a concepção segundo a qual o jornalismo seria conhecimento.
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Dos estudos sobre o jornalismo às teorias do jornalismo (Três pressupostos para a consolidação do jornalismo como campo de conhecimento)

Dos estudos sobre o jornalismo às teorias do jornalismo (Três pressupostos para a consolidação do jornalismo como campo de conhecimento)

Dentro de uma rede multidisciplinar de pesquisa que esteja voltada para o estudo da História do Jornalismo, por exemplo, em vez de um estudo panorâmico como o de Schudson, em que a matriz tecnológica acaba sendo relevante para a definição do modelo de narrativa da pirâmide invertida, certamente haveria a necessidade de perguntar se, além desta razão, externa ao campo, existiria algum motivo interno que justificasse o modelo de narrativa adotado. Sem o contraponto do viés interno, orientado por uma perspectiva que busca entender as razões últimas da prática profissional, como ocorre hoje, porque desconhece as lógicas internas do objeto, grande parte do conhecimento produzido permanece no limbo, somente respondendo a perguntas externas ao campo. A pesquisa multidisciplinar possibilita, em contrapartida, que um conjunto diversificado e complementar de indagações seja feito sobre um mesmo objeto, com a vantagem de articular modelos metodológicos mais complexos, capazes de incorporar as preocupações das distintas disciplinas.
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Ontologia do jornalismo: trabalho do conhecimento e práxis noticiosa em tempos de crise

Ontologia do jornalismo: trabalho do conhecimento e práxis noticiosa em tempos de crise

Este artigo se insere na proposta de uma teoria marxista do jornalismo advinda da investigação ontológica desenvolvida por Genro Filho (2012) que, entre outras contribuições de profunda atualidade, apresenta a práxis noticiosa em sua historicidade, apontando as contradições de uma forma social de conhecimento que, embora criada no bojo de uma sociedade capitalista, possui potencialidades que a ultrapassam. O jornalismo, nesse sentido, apresenta-se em sua dimensão concreta e histórica, portador de elementos transitórios e ontológicos, sendo que, para além do rastro de seu papel na luta de classes nos momentos conjunturais, faz parte da totalidade humana em sua autorreprodução. Nessa esteira, nossa proposta é estudar esse objeto enquanto parte de um processo, o que demanda ir além da aparência empírica em direção a sua essência, estrutura e dinâmica. Reproduzir teoricamente o concreto enquanto múltiplas determinações, conhecendo as categorias que constituem a articulação interna de um complexo (MARX, 2011a), faz parte da formulação metodológica Rafael Bellan Rodrigues de Souza |
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Acontecimento, narrativa e conhecimento no jornalismo : um estudo sobre a reportagem de João Antônio

Acontecimento, narrativa e conhecimento no jornalismo : um estudo sobre a reportagem de João Antônio

se construíam os acontecimentos examinados e de que forma se apresentavam esses relatos. Isto trazia apontamentos para o exercício do jornalismo, ainda que se tratasse apenas de um recorte da obra, datado de cerca de quarenta anos, de um dos tantos escritores-jornalistas brasileiros. Uma dúvida, contudo, persistia: para que serve a releitura e o estudo de reportagens publicadas nos anos de 1960 ou 1970, nos dias de hoje? É certo que o jornalismo mudou muito, sobretudo com a chegada de novas mídias e formatos. A reedição da mesma pauta de “Um dia no cais” (1968), quarenta anos depois, pela revista Brasileiros, pode sugerir uma resposta a essa pergunta. Motta (In LAGO; BENETTI, 2008) afirma que é através da narrativa que se adquire conhecimento objetivo e subjetivo do mundo. Foi quando do contato com a ideia do jornalismo como conhecimento que cheguei mais perto de uma solução para a questão. A leitura de Genro Filho (1987), que teve suas ideias mais desenvolvidas por Eduardo Meditsch (1992) e, posteriormente, colocadas sob o olhar de Sodré (2009), propõe que se enxergue o jornalismo como uma forma de conhecimento aprofundado da atualidade. Um conhecimento distinto da ciência – atento à singularidade e próximo do senso comum – que não se obteria de outra maneira.
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Tornar público o conhecimento científico, comunicar a cidade pelo jornalismo cultural digital

Tornar público o conhecimento científico, comunicar a cidade pelo jornalismo cultural digital

Este artigo apresenta uma reflexão sobre a génese da plataforma FCSH +Lis- boa, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa – um espaço digital que valoriza a comunicação de conhecimento gerado pelas Ciências Sociais e Humanas sobre a cidade, dirigindo-se a ci- dadãos não académicos, lançado em novembro de 2016. Para essa reflexão, tomamos como enquadramento o debate recente sobre a importância da Universidade nas sociedades contemporâneas e a necessidade de rever e redesenhar o seu posicionamento social para que continue a ter relevância. É esse o conteúdo da obra editada por Barbie Zelizer (2011), onde encon- tramos inspiração. A partir desse enquadramento sobre a importância da Universidade nos dias de hoje, este artigo apresenta o processo de gestação e organização da plataforma digital, bem como alguns dos seus impactos nos primeiros meses de atividade. Para a ideia inicial tomar forma, foram fundamentais ferramentas do jornalismo cultural e das novas tecnologias di- gitais ligadas a meios locativos, que aqui se caracterizam. Com uma equipa editorial reduzida, o projeto tem contado com o envolvimento da comunida- de académica (professores, investigadores e estudantes, da área de Comu- nicação). Uma secção do artigo ilustra, nomeadamente, como estudantes foram envolvidos na produção de conteúdos sobre Lisboa no Feminino no âmbito da Unidade Curricular de iniciação (Produção Jornalística), pesqui- sando a partir de documentação existente (no caso o Dossier Toponímia no Feminino, da revista Faces de Eva). Em ambiente de sala de aula e de partilha de ideias, identificaram-se os seus valores de noticiabilidade e foram sendo escritos e editados pequenos textos jornalísticos de divulgação que alimen- taram a plataforma. O artigo conclui com uma reflexão sobre os desafios que este projeto tem levantado nas suas várias dimensões.
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Hegemonia, Jornalismo e Conhecimento: possíveis leituras sobre práxis contra-hegemônica

Hegemonia, Jornalismo e Conhecimento: possíveis leituras sobre práxis contra-hegemônica

Compreender o jornalismo por meio de uma chave ampla como o conceito de hegemonia requer dimensioná-lo a partir de uma práxis histórica, condicionada ao conjunto político-ec[r]

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Linguagem e produção de sentido: o conhecimento do Jornalismo

Linguagem e produção de sentido: o conhecimento do Jornalismo

Como consequência, na leitura do autor, os jornalistas podem até pretender pro- duzir relatos verdadeiros, porém essa intencionalidade dos sujeitos nem mesmo entra em questão. É que a verdade do que é dito, de facto, só vai ser reconhecida, e mesmo determinada, a partir da situação interlocutiva. Desse modo, podemos afirmar que o Jornalismo é uma actividade que aspira revelar ao público aquilo que realmente aconte- ceu, mas, nessa interpretação do autor, mais importante do que tentar representar com fidelidade os acontecimentos é apresentá-lo como um relato verdadeiro. Por isso, pode- mos dizer que, na interpretação de Jacques, as regras de redacção são um instrumento importante e uma condição para a produção da verdade, pela actividade. Isso porque, para o autor, uma asserção não pode ser considerada verdadeira ou falsa em si mesma, mas sim do ponto de vista dos interlocutores que a avaliam a todo momento: uma ver- dade pretendida deve ser uma verdade reconhecida pelo outro.
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O círculo hermenêutico: que problema é este?.

O círculo hermenêutico: que problema é este?.

em diferentes formas de dilemas, isto é, em tipos de dificuldades que obri- gam o pesquisador a escolher entre duas alternativas que são igualmente indesejáveis. Em princípio, Stegmüller tenta mostrar que o círculo herme- nêutico não é um problema lógico, mas que ainda pode ser considerado um problema metodológico ; problema que, em algumas de suas variações, não afetaria apenas as ciências humanas, mas todas as disciplinas. Ele se aplica, por exemplo, ao chamado dilema da confirmação e, ainda, ao dilema rela- tivo à distinção entre conhecimento implícito e fatos. A elegante análise de Stegmüller, baseada em exemplos tomados da literatura e da astronomia, revela que, ao testarmos hipóteses, surgem dificuldades para distinguir entre o conhecimento implícito e os fatos. O teste das hipóteses exige uma clara separação entre, de um lado, componentes hipotéticos presentes nos dados observacionais e, de outro, o conhecimento teórico implícito. Stegmüller mostra que esse problema não se apresenta apenas nas humanidades. Ele só pode ser resolvido por meio de discussões críticas e do acordo entre os pesquisadores da disciplina em questão sobre o que deve ser considerado fato e o que deve ser considerado elemento teórico implícito no caso da hipótese específica que se trata de testar. Føllesdal, Walløe e Elster (1996) também defendem a posição de que o círculo hermenêutico é um problema metodológico. Eles discutem uma série de problemas metodológicos que surge durante os processos de compreensão e alegam que todos emergem no contexto da justificação de uma interpretação 10 .
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Um modelo para recuperação e busca de informação baseado em ontologia e no círculo hermenêutico

Um modelo para recuperação e busca de informação baseado em ontologia e no círculo hermenêutico

dem ser usadas para produzir diferentes visões de conhecimento, particularmente para propó- sitos de exploração e navegação (Staab, Studer et al., 2001). Como um processo de busca de informação é dinâmico e muda constantemente (Marchionini, 1989; Kuhlthau, 1993; Vakkari, 2003; Ingwersen e Järvelin, 2005a), visualizar a informação recuperada em diferen- tes perspectivas pode auxiliar os usuários a terem novas percepções sobre as suas necessida- des. No protótipo, por exemplo, quando se busca por “information science”, há 58 instâncias agrupadas pelo conceito paper (i.e., o conceito central é paper). Alterando-se a visualização dos resultados para o conceito author (i.e., o conceito central agora é author), visualiza-se 73 instâncias de autores. Nesse caso, o usuário consegue visualizar a lista resultante de autores e as suas respectivas informações (i.e., instâncias de papers e institutions para cada autor recu- perado). Essa funcionalidade está de acordo com a teoria apresentada por Vakkari (2003), que cita que “modelagem e desenvolvimento de sistemas, como funcionalidades de interface que dão suporte a usuários em articular suas necessidades por usar termos de relevantes do- cumentos agrupados de acordo com conceitos utilizados pelos usuários em suas consultas, podem aumentar o desempenho na recuperação”.
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Um Modelo para Recuperação e Busca de Informação Baseado em Ontologia e no Círculo Hermenêutico

Um Modelo para Recuperação e Busca de Informação Baseado em Ontologia e no Círculo Hermenêutico

Conforme descrito por Kuhlthau (1991) e Hert (1997), o estado de conhecimento do usuário é dinâmico em vez de estático, sendo alterado à medida que ele procede durante um processo de busca. Como as instâncias de ontologia são recuperadas e disponibilizadas em um ambiente contextualizado, em que cada informação contém um link semântico com os conceitos definidos pela ontologia, os usuários podem aprimorar as suas consultas adicionan- do automaticamente conteúdo semântico de instâncias relevantes. Por exemplo, em uma situ- ação comum, em que um usuário digita apenas alguns termos (e.g., “semantic”) para expres- sar a sua necessidade, a recuperação de instâncias pode ajudá-lo a encontrar descrições mais precisas e usá-las dinamicamente (e.g., quando se busca pelo termo “semantic” no protótipo, os usuários podem visualizar e interagir com as seguintes instâncias do conceito keyword: latent semantic indexing, semantic network, semantic information, semantic-based informati- on retrieval, semantic-based web retrieval systems, semantic web e semantic search). Com esse tipo de interação exploratória, os usuários são protegidos de detalhes requeridos pela formulação de consultas semânticas (i.e., digitar explicitamente termos para compor consul- tas semânticas), além de construir expressões mais úteis (Capra Iii e Pérez-Quiñones, 2005). Por exemplo, uma busca pelo termo “web” no protótipo produz como resultado 169 instân- cias; mas, ao clicar no termo “semantic web”, apresentado em uma das instâncias recupera- das, relacionado com o conceito keyword (i.e., a consulta agora é composta pelo termo “web” e pelo conteúdo semântico “keyword: semantic web”), retorna como resultado apenas 11 ins- tâncias. Com esse tipo de interatividade os usuários podem facilmente experimentar o conte- údo recuperado para formular novas consultas como parte do processo de entendimento de suas necessidades.
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A interação do ciclo da experiência de Kelly com o círculo hermenêutico-dialético para a construção de conceitos de Biologia .

A interação do ciclo da experiência de Kelly com o círculo hermenêutico-dialético para a construção de conceitos de Biologia .

Um ponto relevante a ser destacado nessa seção, diz respeito à consideração feita pelo aluno A3 para o aluno A1, na qual o primeiro aluno criticou a ideia do segundo, quanto a sua colocação sobre o processo de degradação, salientando que, para ocorrer tal processo, são necessárias certas fases. Esse fato é importante, visto que, em outro momento, até então, não havia sido verificada tal postura por parte de nenhum dos alunos, embora, para cada pergunta, tenha sido solicitado que eles poderiam fazer algum comentário ou crítica sobre as colocações dos outros. Isso pode ter acontecido porque este aluno compreendeu que fazendo algum comentário ou crítica sobre as respostas do outro, em nenhum momento, desconsiderava sua colocação, nem tampouco menosprezava o seu colega quanto ao seu conhecimento do proces- so em discussão.
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ESTUDO DE CASO APLICAÇÕES DO PRINCÍPIO HERMENÊUTICO DA ECONOMICIDADE

ESTUDO DE CASO APLICAÇÕES DO PRINCÍPIO HERMENÊUTICO DA ECONOMICIDADE

Dados os limites espaciais e temporais, não realizaremos transcrições dos trechos dos Pareceres, os quais, contudo, podem ser acessados pela Internet, pelo endereço http://www.pae.rs.aov.br/index1 .htm. De outra parte, limitada a pesquisa apenas à Procuradoria-Geral do Estado do Rio Grande do Sul, já se tem um fértil manancial para investigações, e um ponto de partida para que os mais abalizados verifiquem em outras unidades da Federação a contribuição das respectivas Procuradorias-Gerais ou C onsultorias-G erais na identificação dos traços do princípio da economicidade. É a eles, e não ao subscritor do presente texto, que se há de aplicar a frase que o saudoso Paulo Menotti dei Picchia põe na boca de uma de suas personagens: “é preciso arranjar uma saída para o círculo estrangulante de perfeições atingidas”24. Não é o comandante da expedição que abre a mata a facão, mas sim alguém sob seu comando. A quem abre 23 Fundamentos de Direito Público. São Paulo: Malheiros, 2001, p. 165.
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O teorema do índice para o círculo

O teorema do índice para o círculo

Lema (Levantamento). O lema acima nos diz que se o ideal ´e fechado, ent˜ao uma curva cont´ınua no quociente pode ser levantada para uma curva cont´ınua na ´ algebra. Vamos usar este fat[r]

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O Jogo Hermenêutico: uma análise da Ópera Quântica AlletSator

O Jogo Hermenêutico: uma análise da Ópera Quântica AlletSator

Como veremos de forma mais focada no subtí- tulo que segue a este, a navegação em hipermí- dia pressupõe a possibilidade de escolha, uma dada liberdade: no mínimo, para onde ir a cada momento, já que todos os caminhos possíveis foram dados pela programação realizada, mas a seqüência de leitura não, esta é singular e será construída pelo navegador. Além disso, acredi- tamos que ao navegar pela hipermídia certas regras vão surgindo a partir de nosso modo par- ticular de leitura. Levantamos nesse momento de nosso texto a hipótese de que mesmo sem nos perguntarmos por regras a serem utiliza- das, acabamos por seguir as regras que nosso jogar suscita, o que talvez possa ser entendido como uma metodologia de nossa navegação. Deixamos por ora estas idéias que situam o jogo na hipermídia e que acenam para a possibilida- de de uma relação entre jogo e a possibilidade de produção de conhecimento em suspenso, e retomamos a discussão heideggeriana que estabelece relações entre mundo e jogo.
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