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O segredo de justiça

O segredo de justiça

Como perfaz o autor Rui Patrício, em trabalho publicado na revista do CEJ, este tema «tem suscitado vasta discussão doutrinária e jurisprudencial em redor do seu significado e dos limites da sua relevância típica.» 122 , apontando as reformulações que foram sucedendo em torno desta mesma tipificação: «Com a reforma do Direito Penal e Processual Penal, ocorrida em 2007, a estrutura típica da incriminação foi objecto de alterações relevantes, reformulando-se simultaneamente, a redacção do artigo 86.º, n.º 8, do Código de Processo Penal (…) – anterior artigo 86.º, n.º 4, do CPP -, norma que se ocupa da tutela processual do segredo de justiça. (…) a aludida reforma legislativa, operando uma sucessão de leis penais no tempo, veio suscitar entre a comunidade jurídica o aparecimento de posições distintas em torno da resolução de algumas das questões centrais, designadamente as que se relacionam com a natureza do novo regime (i.e., quanto ao seu carácter mais ou menos favorável) e consequentemente, com a solução aplicável em matéria de aplicação da lei penal no tempo.» 123 . O mesmo esclarece ainda
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Segredo de justiça no processo penal português

Segredo de justiça no processo penal português

“A constitucionalização do segredo de justiça relacionou-se com a necessidade de legitimar de forma inequívoca a salvaguarda de valores fundamentais com a compressão de direitos fundamentais <pelo que ele> não constitui (…) um fim em si mesmo, antes visa (…) a defesa de interesses públicos e/ou privados variáveis em função da jurisdição, fase processual e actos a que a lei atribui uma natureza secreta”. Assim, o segredo de justiça é “uma garantia que protege e limita direitos fundamentais, não assegurando aos particulares posições jurídicas autónomas, ao contrário do que sucede (…) designadamente com os direitos previstos no art. 20º, nº 2 e com outras garantias do processo criminal”. Apesar disso, “o legislador e o intérprete estão vinculados a um esforço de ‘concordância prática’ dos valores conflituantes.” 241
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O segredo de justiça, o direito à informação e a liberdade de imprensa: uma convivência saudável ou uma divergência permanente?

O segredo de justiça, o direito à informação e a liberdade de imprensa: uma convivência saudável ou uma divergência permanente?

http://www.dgsi.pt/jstj.nsf/954f0ce6ad9dd8b980256b5f003fa814/419c71a453f271a98025789600528ea9?OpenDocument assenta este direito a proteger a confidencialidade das fontes numa “faculdade do jornalista não identificar os seus informadores, quando se comprometa a respeitar a sua confidencialidade, e a não dar acesso aos suportes de informação conducentes à sua revelação. Tal direito está directamente ligado com o exercício de um jornalismo activo, de investigação, que implica o direito ao sigilo profissional, ou seja, a não obrigação de revelação das fontes de captação de notícias, venham elas donde vierem, a faculdade de procurar obter para divulgar factos ocultos ou silenciados, mesmo que desagradáveis para terceiros, sem receio de vir a ser sancionável, por qualquer meio, por não revelar quem lhe transmitiu a informação em causa”. Ora, daqui se extrai que o jornalista não pode deixar de aceder a uma fonte de informação apenas por medo de vir a ser sancionado por isso, mas será que teremos, neste sentido, uma legitimação do acesso a fontes «ilegítimas», isto é, que violem o segredo de justiça com o mero intuito de divulgar? Porque, no fundo, o jornalista sabe que nem legalmente nem no âmbito do estatuto da sua própria profissão está permitido ou autorizado a procurar estas fontes mas, por outro lado, não lhe pode ser vedado o acesso a qualquer fonte pelo receio de vir a ser punido pela não revelação da sua identidade. A questão que se coloca, então, é da punição aqui presente. Pode o jornalista ser punido por violar o segredo de justiça, uma vez que conheceu, independentemente da forma, factos em segredo e deles fez «capa», mas não pode, então, o mesmo ser depois punido por não indicar quem é que o levou a esse conhecimento o que, em boa verdade, acaba por proteger um dos infratores, porque o jornalista também o será sempre. Será o espírito da lei, ao proteger estas fontes, o de deixar «impune» alguém que, efetivamente, atua contra a lei? Provavelmente até não, mas a verdade é que o faz. Acabamos por ter aqui um «combate» «segredo de justiça vs sigilo profissional» em que sai vencedor o sigilo profissional, deixando «sair em liberdade» alguém que lesa o segredo de justiça e que não o faz cumprir como deveria.
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O assistente e o segredo de justiça em processo penal

O assistente e o segredo de justiça em processo penal

e Direitos Fundamentais”, Almedina, do ano de 2004, na página 56, conseguimos reter pelo entendimento que o próprio à época elencava que, e cita-se (…) “ O epicentro da legitimidade para a constituição de Assistente localiza-se na figura do ofendido. A jurisprudência dominante considera que o artigo 68 nº1, alínea a) do CPP consagra um conceito restrito de ofendido, segundo o qual, ofendido é o titular do interesse directa, imediata ou predominantemente protegido pela incriminação (…)” (como de resto já antes havia sido alvo de exposição pelos entendimentos de outros autores); mas continuando o autor em causa a sua exposição considera ainda que, e cita-se novamente (…) “ Segundo esta orientação, o conceito restrito já havia sido reconhecido pelo artigo 11 do CPP de 1929, e pelo artigo 4 nº 2 do DL 35007 de 13 de Outubro de 1945, constituindo a definição do artigo 68º do CPP, um legado da tradição jurídica Portuguesa (…)”, porém o autor, não restringiu a sua posição jurídica ao supra elencado, e nessa medida posteriormente na página 57 esmiuçou ainda mais a questão, considerando que, e novamente citando (…)” Pode um tipo incriminador tutelar também um interesse ou bem jurídico pessoal, mas se este não ocupar o plano central da tutela, o seu titular, não deve ser considerado ofendido e portanto não deve ser admitida a sua constituição como Assistente. A jurisprudência partidária do conceito restrito rejeita por completo a possibilidade de constituição de Assistente, por exemplo, nos crimes de desobediência, falsificação de documento, de manipulação de mercado, de violação do segredo de justiça, de prevaricação e de denegação de justiça (…)”
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O segredo de justiça

O segredo de justiça

Em Portugal, o segredo de justiça incide sobre todo o inquérito, quer interna, quer externamente (3), mantendo-se durante a fase da instrução excepto quando requerida apenas pelo arguido e este não declare a sua oposição à publicidade, situação em que será pública. Vincula todos os participantes processuais que, tendo contacto com o processo, conheçam os seus elementos e implica as proibições de assistência ou tomada de conhecimento de actos do inquérito a que não possam assistir e a divulgação da ocorrência de um acto ou dos seus termos. Após a acusação, as partes podem ter acesso ao auto e dele obter cópias ou certidões para preparação da acusação e da defesa. Antes daquele momento, o acesso restringe- se aos autos respeitantes a declarações prestadas por si ou a diligências de prova a que pudessem ter assistido.
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Do inquérito: o ministério público, os órgãos de polícia criminal e o segredo de justiça

Do inquérito: o ministério público, os órgãos de polícia criminal e o segredo de justiça

Podemos afirmar que o segredo de justiça ao se encontrar “concentrado” nas fases preliminares do processo penal é, na expressão de FREDERICO DA COSTA PINTO 334 , plurissignificativa no plano axiológico. Esta figura jurídica trata-se, por um lado, de um mecanismo destinado a assegurar o presunção de inocência do arguido, em especial nas fases que antecedem o julgamento, pois este, por motivos de arquivamento do processo (art.º 277.º do CPP) ou por um despacho de não pronúncia (art.º 308.º, n.º 1, in fine do CPP), pode nem vir a ter lugar; por outro lado, evita ainda a perturbação da investigação, garantindo a prova já carreada para o processo, bem como aquela que o possa vir a integrar; em último lugar, o segredo de justiça assume e preserva, ainda, a honra das pessoas envolvidas no processo, tais como testemunhas e vítimas, bem como o arguido e o público em geral, face à divulgação de factos que não se encontrem bastante indiciados por alguma imprensa ávida de escândalos 335 .
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Segredo de justiça

Segredo de justiça

jornalistas e certos jornais que publicam essas violações sabem demais. Por outro lado, para certos órgãos de informação, a liberdade de imprensa transformou-se em pura «libertinagem de imprensa». Perante a incapacidade dos jornalistas sérios e do próprio Estado em proteger esse valor fundamental da sociedade democrática, esses órgãos de pseudo informação acusam, denunciam, especulam e caluniam, sob a orientação de fontes judiciais anónimas, sempre sem qualquer respeito pela dignidade humana e pelos direitos mais elementares das suas vítimas. É tempo de pôr cobro a essa promiscuidade. Os tribunais deixaram de inspirar confiança aos cidadãos. Como se pode compreender que as gravações de conversas telefónicas, ordenadas por um juiz no âmbito de uma investigação criminal, sejam colocadas na Internet, mais concretamente no You Tube, depois de os visados terem sido absolvidos e o processo ter sido arquivado? Como se pode compreender que essas gravações não tenham sido destruídas quando deixaram de ter relevância como meio de prova ou, pelo menos, com o trânsito em julgado da decisão que absolveu os arguidos escutados? O segredo de justiça foi transformado numa verdadeira farsa e já é tempo de lhe pôr termo – ou à farsa ou ao segredo. (…)”
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JUSTIÇA PENAL E COMUNICAÇÃO SOCIAL – A RECONSTRUÇÃO DE UMA COMUNICAÇÃO AUSENTE Ana Sofia Gil Agostinho

JUSTIÇA PENAL E COMUNICAÇÃO SOCIAL – A RECONSTRUÇÃO DE UMA COMUNICAÇÃO AUSENTE Ana Sofia Gil Agostinho

Dr. Rui Rangel: Do meu ponto de vista não afectou rigorosamente nada. Passo a explicar porquê. Não afectou porque a regra no processo, num Estado de Direito constitucional, a regra tem de ser sempre a regra da publicidade. Não podemos ter uma regra, isto é, não há regras absolutas em democracia, não há princípios absolutos, todos os princípios têm uma regra de relativização, só quando eles estão em confronto um com o outro. Depois do ponto de vista constitucional também é possível tratar esta questão. E portanto não afecta porquê? Nós não podemos ter um regime de segredo de justiça fixo, não moldável à realidade dos dias de hoje, não moldável à realidade das investigações, não podemos ter um segredo de justiça cego, não podemos ter um segredo de justiça que tenha um critério de equivalência para todos os processos. Termos que privilegiar sempre a regra da publicidade e não podemos ter um segredo de justiça que era, seguramente, a lei mais violada em Portugal. Tínhamos um segredo de justiça, mas na prática era como se não tivéssemos o segredo de justiça. E então há que tornar o sistema transparente. Primeiro na fase de inquérito tudo estava em segredo de justiça, todos os processos estavam em segredo de justiça, não havia nenhuma flexibilidade do ponto de vista de consoante o andamento do processo, o processo estar em segredo ou não estar em segredo. Evidentemente que isto violava um princípio, do meu ponto de vista importante, que tem um travejamento ao nível do nosso Estado e até a nível de Direito Internacional, que é o princípio de igualdade de armas. A defesa ia sendo confrontada permanentemente com coisas que iam acontecendo sem ela própria ter previamente conhecimento para poder exercer o contraditório. O regime actual é um regime que vai ao encontro de duas preocupações. A primeira era dar alguma dignidade ao segredo de justiça, porque uma lei que era tantas vezes violada perde a sua dignidade, perde a sua força, perde a sua eficácia. E era exactamente isso que estava a acontecer com o modelo anterior do segredo
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Autoria e Comparticipao  Trfico de estupefacientes

Autoria e Comparticipao Trfico de estupefacientes

Porém, em certos casos, será da maior relevância o Ministério Público ponderar a determinação do segredo de justiça (interno), em conformidade com o plasmado no n.º 3, do art. 86.º do CPP (e art. 20.º, n.º 3, da CRP), sujeitando essa decisão a validação do juiz de instrução, no prazo de setenta e duas horas. Importa realçar que «A intervenção do juiz na definição do segredo de justiça na fase do inquérito, tendo como limites a autonomia do MP e a eficácia da investigação, deve restringir-se aos casos em que, manifestamente, a investigação não pode ser comprometida, ou em que não haja risco para a presunção de inocência, nem para a segurança das testemunhas ou de outros intervenientes processuais. II. Quando o que se investiga é um dos crimes previstos nas als. i) a m) do artº 1.º do CPP, (…), o segredo de justiça é, em regra, o que melhor permite preservar a eficácia da investigação e a segurança das pessoas.» – Ac. do TRP de 4/03/2009, CJ, 2009, T2, pág.233.
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O Segredo Profissional dos Jornalistas

O Segredo Profissional dos Jornalistas

Para a sua progressão, o Processo Penal tem a intervenção essencial dos “participantes processuais – órgãos da administração da justiça penal ou simples particulares -, aos quais são atribuídos os mais diversificados papéis no processo.” 138 e dos quais se autonomizam os sujeitos processuais, nomeadamente o tribunal, o MP, o arguido, o defensor e o assistente 139 , aos quais pertencem “direitos autónomos de conformação da concreta tramitação do processo como um todo, em vista da sua decisão final.” 140 . Os restantes participantes processuais, como sejam as testemunhas, são considerados meros participantes processuais, porquanto “praticam actos singulares, cujo conteúdo processual se esgota na própria actividade”. Ora, o princípio do contraditório, previsto no art.º 32º, n.º 5º, 2ª parte, CRP prevê o “direito de audiência de todos os sujeitos processuais que possam vir a ser afectados pela decisão, de forma a garantir-lhes uma influência efectiva no desenvolvimento do processo.” 141 Se no incidente de quebra do segredo, o jornalista assume uma nova qualidade processual, a de arguido, isto significa que passa a gozar de todos os direitos e deveres que assistem a este sujeito processual, nomeadamente, o direito ao exercício do contraditório e o direito a ser ouvido. Donde resulta, no nosso entendimento, que o jornalista que se escusar a depor no âmbito de um processo-crime tem legitimidade para pronunciar-se junto da instância superior que decide sobre o incidente de quebra do segredo
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A proteção internacional do segredo industrial

A proteção internacional do segredo industrial

Novamente apoiamo-nos em BASSO, Maristela. op. cit., p. 130-140. Vide, ainda, p. 159-160: “A OMPI, diferentemente de outras organizações internacionais do sistema das Nações Unidas, não tem poderes para dirigir resoluções diretamente aos Estados. Seus atos decorrem das competências conferidas por tratados e convenções em matérias específicas. Quanto aos aspectos administrativos, a OMPI se encarrega da aplicação das normas destinadas a dar efeitos internacionais, tanto aos registros que são feitos diretamente ao seu secretariado, quanto àqueles realizados em órgãos administrativos internos dos Estados. Contudo, a atividade de harmonização das normas sobre propriedade intelectual acaba se restringindo aos aspectos técnicos, haja vista a inexistência de mecanismos eficazes de verificação do adimplemento dos deveres e obrigações dos Estados, e de resolução de controvérsias. A OMPI reconhece essas deficiências, razão pela qual continua seus trabalhos no sentido de elaborar um tratado sobre solução de disputas, sobretudo no âmbito da propriedade industrial, o qual deverá contemplar os mecanismos tradicionais de resolução de controvérsias entre os Estados (negociação, mediação, conciliação e arbitragem), além do recurso à corte Internacional de Justiça de Haia. A OMPI é uma organização de caráter preponderantemente técnico, cujo processo decisório tem por base o princípio da igualdade de votos entre os Estados-Partes. Inexiste um órgão com competência para verificar o adimplemento pelos Estados dos compromissos assumidos e um sistema de sanções oponíveis aos Estados inadimplentes”.
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O segredo é conhecer o cliente

O segredo é conhecer o cliente

Existem duas formas de criar a Justiça empresarial: uma é por um projeto de lei para a Assembléia Legislativa do Esta- do e a partir daí trabalhar politicamente pela aprovação. Ou- tra forma é como foi feito no Rio: o próprio tribunal muda a competência da vara. Assim, no Rio as varas de falência e concordata foram transformadas em varas empresariais. Esse foi um ato administrativo do tribunal. O Tribunal de Justiça de São Paulo já deu um grande passo ao criar duas varas de recuperação judicial (a nova lei de falências). Mas ainda falta muito, pois quando uma causa de mercado de capitais é julgada por um juiz cível, como ele é humano e, como tal, limitado, não tem o conhecimento especíico necessário para entender os desdobramentos do processo. O ideal é que um juiz com formação especializada cuide disso – e só desse tipo de pendência. Pergunte aos juízes empresarias do Rio de Janeiro quais os problemas que eles enfrentam ao julgar essas questões. Nenhum, pois esse tipo de causa passou a ser o dia-a-dia deles.
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SILVANA MARIA CAIXÊTA A FORMAÇÃO DE GESTORES DE ESCOLA E O DESENVOLVIMENTO DO PERFIL DA GESTÃO PEDAGÓGICA: O CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UNAÍMG

SILVANA MARIA CAIXÊTA A FORMAÇÃO DE GESTORES DE ESCOLA E O DESENVOLVIMENTO DO PERFIL DA GESTÃO PEDAGÓGICA: O CASO DA SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE UNAÍMG

De acordo com o Consed (2011), o cursista deve ter em mente os pressupostos básicos que sustentam a formulação do Progestão, tanto do ponto de vista do gerenciamento qua[r]

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Da sobrevivência das imagens como fantasma: um leitura de a ocupação, de Julián Fuks

Da sobrevivência das imagens como fantasma: um leitura de a ocupação, de Julián Fuks

Diante desse encontro, dois pontos merecem ser destacados, ambos ligados ao peso do fantasma do Nazifascismo que assombra o presente do pai e do filho, mais especificamente no que diz respeito ao seguinte questionamento de Sebastián: “por que quiseram por tanto tempo manter essa informação em segredo, por que não contaram?” (FUKS, 2019, p. 57). O primeiro ponto consiste na irrupção da imagem da melancolia, responsável pelo sentimento de ocupação em um dos sentidos que aparece ao longo da obra, qual seja, a ocupação paternal, tanto a ocupação de Sebastián no passado e nas memórias de seu pai, quanto a ocupação que ele próprio está prestes a receber com a iminência do nascimento de um filho. Sebastián, que passou a ocupar o escritório onde o pai atendia seus pacientes nas sessões psicanalíticas, inicia a escrita do livro em que pretende narrar todas as histórias escavadas no Hotel Cambridge, o que nos remete à cena de abertura:
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O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS: O QUE OS FATORES CONTEXTUAIS TÊM A VER COM ISSO? – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

O PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS: O QUE OS FATORES CONTEXTUAIS TÊM A VER COM ISSO? – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

6 Usou-se como referência para os fatores contextuais, o que foi considerado no SIMAVE, nas Avaliações Contextuais, aplicadas através de questionários aos alunos do 5º, [r]

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O capitalismo dos fundos de pensão — Outubro Revista

O capitalismo dos fundos de pensão — Outubro Revista

a filosofia social de Keynes (redistribuição das riquezas e dos proventos, eutanásia do rentier, socialização dos investimentos) e poderia constituir a base de um renovado papel do Estado no governo da economia. No que me toca, o que Aglietta propõe, me parece, na verdade, bastante tradicional. O empenho do Estado no terreno da educação, do progresso técnico, das infraestruturas, dos serviços socialmente úteis está absolutamente em conformidade com uma visão de um liberalismo temperado (talvez com uma ponta de orgulho tecnocrático de além dos Alpes). A convocação ao Banco Central, ou a um equivalente “global”, como fiador, em última instância, da política anticíclica do Estado não muda o quadro, enquanto constitui redes de segurança para um sistema privado considerado substancialmente dinâmico por suas forças internas. A própria sustentação de Aglietta à proposta de introduzir uma renda de cidadania, financiada por um imposto generalizado e progressivo sobre os proventos, está separada da aceitação da inelutabilidade do divórcio entre eficácia econômica e justiça social. Não há vestígio de uma intenção e capacidade coletivas de determinar a alocação do crédito, a estrutura industrial, o conjunto e a composição do emprego.
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O PROGRAMA REUNI NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

O PROGRAMA REUNI NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA

Vale ressaltar que o PNE guarda relação direta com o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) que tem como objetivo o desenvolvimento econômico e social, além de pr[r]

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O PROGRAMA DE CORREÇÃO DE FLUXO ESCOLAR: PRÁTICAS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO PROJETO AVANÇAR

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Sendo assim, ao (re)pensar a prática do professor em uma sala de aceleração, dispõe-se sobre ações que envolvem o contexto gerencial e pedagógico do programa, bem como a[r]

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ARNALDO FERNANDES CORRÊA ESTUDO DE CASO: O PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DA DIRETORIA DE PESSOAL NA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁMG

ARNALDO FERNANDES CORRÊA ESTUDO DE CASO: O PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DA DIRETORIA DE PESSOAL NA REGIONAL DE ENSINO DE UBÁMG

Esta dissertação pretende explicar o processo de implementação da Diretoria de Pessoal (DIPE) na Superintendência Regional de Ensino de Ubá (SRE/Ubá) que conforme a [r]

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JEANE EDNA RUAS XAVIER E SOUZA A IMPLEMENTAÇÃO DO REINVENTANDO O ENSINO MÉDIO: O ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA EM MONTES CLAROS – MG

JEANE EDNA RUAS XAVIER E SOUZA A IMPLEMENTAÇÃO DO REINVENTANDO O ENSINO MÉDIO: O ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA EM MONTES CLAROS – MG

O Fórum de Integração Estadual: Repensando o Ensino Médio se efetiva como ação inovadora para o debate entre os atores internos e externos da escola quanto às di[r]

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