Top PDF Persistência da artéria isquiática: relato de caso.

Persistência da artéria isquiática: relato de caso.

Persistência da artéria isquiática: relato de caso.

A persistência da artéria isquiática é uma anomalia congênita rara do sistema circulatório, sendo descritos poucos casos na literatura e não existindo, assim, consenso sobre métodos diagnósticos e de trata- mento. Os autores apresentam o caso de um paciente masculino, de 59 anos de idade, com história de dor tipo “claudicação intermitente” progressiva em panturrilha direita, associada a uma massa pulsátil em fossa poplítea e ausência de pulsos distais. A angiotomografia da aorta abdominal e dos membros inferiores revelou persistência da artéria isquiática à direita, sendo realizada, ainda, angiografia com subtração digital seletiva da artéria isquiática para o planejamento cirúrgico. O paciente foi submetido à ponte fêmoro-fibular com veia safena mag- na ipsolateral reversa e ligadura da artéria isquiática na pelve, por acesso retroperitoneal.
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Diagnóstico e tratamento de aneurisma da artéria isquiática persistente: relato de caso e revisão da literatura.

Diagnóstico e tratamento de aneurisma da artéria isquiática persistente: relato de caso e revisão da literatura.

A persistência da artéria isquiática é uma variação anatômica rara cujo curso clínico é potencialmente grave, pois o diagnóstico ocorre quando já estão presentes complicações clínicas. Essas complicações advêm do fato de a parede da artéria isquiática ter uma tendência à degeneração ateromatosa com formação aneurismática, podendo evoluir para uma oclusão ou para um tromboembolismo. Este artigo relata o caso de um paciente do sexo feminino, com queixas de dor intensa secundária a compressão extrínseca do nervo isquiático pela dilatação aneurismática no membro inferior direito e pulsatilidade na nádega ipsilateral, apresentando uma massa hiperpulsátil nessa localização. Foi realizado exame angiográfico, que revelou persistência da artéria isquiática à direita, do tipo completo e com aneurisma. A paciente foi submetida a procedimento cirúrgico, sendo utilizada uma abordagem transglútea, e uma prótese de dácron terminoterminal foi interposta entre os colos proximal e distal do aneurisma. Os aspectos técnicos e revisão da literatura sobre o diagnóstico e a terapêutica dessa variação anatômica são discutidos neste trabalho.
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Tratamento cirúrgico de pseudoaneurisma de artéria isquiática: relato de caso e revisão da literatura.

Tratamento cirúrgico de pseudoaneurisma de artéria isquiática: relato de caso e revisão da literatura.

A persistência da artéria isquiática é uma rara variação anatômica, com poucos casos descritos na literatura, manifestando-se por formação de aneurisma, massa pulsátil em glúteo, isquemia aguda ou crônica de membro inferior e compressão de nervo isquiático. O diagnóstico é conirmado com exames de imagem: mapeamento duplex, angiotomograia e angiorressonância magnética. O tratamento é indicado nos casos sintomáticos ou quando há formação de aneurisma, realizado através de ligadura ou embolização por via endovascular, sendo necessário a revascularização do membro nos casos em que a artéria isquiática é a principal responsável pelo suprimento sangüíneo do membro. Apresentamos o caso de uma paciente do sexo feminino, 43 anos, com pseudoaneurisma de artéria isquiática conirmada por mapeamento duplex e angiorressonância magnética, com quadro de neuropatia isquiática por compressão nervosa e dor local. A paciente foi submetida à exploração cirúrgica com ligadura da artéria isquiática e remoção dos trombos. No seguimento de 12 meses, apresentou importante melhora da dor e realizou isioterapia motora para recuperação das funções neurológicas do membro.
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Persistência da artéria hipoglossa: relato de casoPersistência da artéria hipoglossa: relato de caso.

Persistência da artéria hipoglossa: relato de casoPersistência da artéria hipoglossa: relato de caso.

As abordagens cirúrgicas da artéria carótida interna, na sua porção cervical, são facilitadas pelo fato de a mesma não ter ramos neste segmento. Entretanto, o Cirurgião Vascular deve conhecer as variantes anatômicas e os ramos anômalos deste segmento arterial para evitar, durante procedimentos abertos ou cirurgias endovasculares, traumatismos e complicações indesejadas, programando inclusive métodos de proteção cerebrais transoperatórios preventivos.

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Persistência do uraco em gato: relato de caso.

Persistência do uraco em gato: relato de caso.

O fato de o paciente eliminar urina através da cicatriz umbilical apenas com cinco meses de idade pode ser considerado um acontecimento atípico, uma vez que animais com persistência do uraco demonstram esse sinal desde os primeiros dias de vida, por se tratar de uma alteração congênita. Acredita-se que isso foi resultado de um aumento na pressão local, que ocasionou a maior abertura do canal. Essa observação confirma os achados de Lulich et al. (1997), que citam que o aumento da pressão na vesícula urinária poderá levar à conversão de um canal uracal fechado, em um uraco pérvio.
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Dissecção e rotura da artéria pulmonar associada a persistência do canal arterial: relato de um caso.

Dissecção e rotura da artéria pulmonar associada a persistência do canal arterial: relato de um caso.

Porém, em 19 dos casos levantados, a dissecção pulmonar com- plicou hipertensão induzida por cardiopatia congênita, estando a persistência do canal arterial presente em 15[r]

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Persistência da artéria estapedial: relato de caso.

Persistência da artéria estapedial: relato de caso.

A artéria estapedial embriológica per- siste por uma falha na sua involução. Ela é integrante do segundo arco arterial braquial e surge da artéria hioide, ramo da carótida interna. Ela, então, estende-se cranialmente e passa através do primórdio mesenquimal do estribo, formando o orifício obturador

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Aneurisma de artéria isquiática persistente: relato de caso.

Aneurisma de artéria isquiática persistente: relato de caso.

A arteriografia é essencial tanto para o diagnóstico como para a avaliação da anatomia arterial, identificando-se classicamente a artéria ilíaca interna, que cursa lateralmente ao nível da cabeça femoral com um calibre maior que a artéria ilíaca externa, localizando-se posteriormente nas incidências oblí- quas. As artérias ilíaca externa e femoral comum são usualmente normais ou hipoplásicas. A artéria femoral gradualmente estreita-se à medida que se dirige para a coxa e bifurca-se próximo ao nível do canal adutor. Pró- ximo ao estreitamento, a artéria isquiática aparece tor- tuosa, geralmente ectasiada e com paredes irregulares. Vasos distais podem ser normais ou apresentar sinais de aterosclerose 9,10 .
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Agenesia da artéria carótida interna: relato de caso.

Agenesia da artéria carótida interna: relato de caso.

Outros achados, menos comuns, tam- bém são relatados. Há raros casos em que a agenesia está associada a atraso do de- senvolvimento neuropsicomotor, a agene- sia do corpo caloso e a persistência do ca- vum vergae, em pacientes com agenesia bi- lateral. Estudos relatam agenesia unilate- ral associada a cisto aracnóide (11,12) . Há,

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Aneurisma de artéria ilíaca interna roto: relato de caso.

Aneurisma de artéria ilíaca interna roto: relato de caso.

Os aneurismas da artéria ilíaca interna são raros e, quando rotos, podem cursar com quadro de abdome agudo. Apresentam alta morbimortalidade e têm prog- nóstico bastante reservado, particularmente nos casos de ruptura. A ligadura cirúrgica do vaso, nessas situa- ções, é a técnica mais utilizada para estancar a hemor- ragia e tratar o aneurisma, evitando-se extensas dissecções e encurtando o tempo operatório.

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Aneurisma verdadeiro de artéria plantar medial: relato de caso.

Aneurisma verdadeiro de artéria plantar medial: relato de caso.

rismas arteriais periféricos, o aneurisma de artéria plantar verdadeiro é ainda mais raro, porém sua frequência pare- ce estar mais relacionada a traumas locais, iatrogênicos ou não, uma vez que a escassa literatura disponível concentra- se nos casos de pseudoaneurisma pós-traumático das arté- rias plantares 13 . Em contrapartida, no geral, os aneurismas

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Aneurisma da artéria cerebelar ântero-inferior: relato de caso.

Aneurisma da artéria cerebelar ântero-inferior: relato de caso.

Os aneurismas da circulação cerebral post erior compreendem em média 15% de t odos os aneuris- mas int racranianos. Dent re est es, os menos comuns são os aneurismas da AICA, com frequência inferior a 1%. Anat omicament e, a região do ângulo pont o cerebelar é variável, porém a AICA possui dois ra- mos import ant es: a art éria audit iva int erna (IAA) e a artéria labiríntica. A IAA localiza-se próxima ao “ loop” da AICA, que por sua vez encont ra-se próximo ao VII e VIII nervos cranianos. O “ loop” da AICA pode

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Agenesia bilateral de artéria carótida interna: relato de caso.

Agenesia bilateral de artéria carótida interna: relato de caso.

Foi realizada tomografia computadorizada de crânio, que demonstrou hemorragia meníngea à direita e agenesia bilateral do canal carotídeo. Em seguida, optou-se pela realização de angiografia, que evidenciou ausência de opacificação das artérias carótidas internas bilateralmente desde suas origens, além de dilatação sacular irregular no topo da artéria basilar ( Figuras 1, 2 e 3 ). Foi realizado tratamento endovascular com coils de platina e hidrocoil, obtendo oclusão total do aneurisma ( Figura 4 ).

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Aneurisma da artéria carótida interna extracraniana: relato de caso.

Aneurisma da artéria carótida interna extracraniana: relato de caso.

Sua etiologia pode se dever a ateroscle- rose, displasia fibromuscular, síndrome de Marfan, trauma, cirurgia prévia no territó- rio carotídeo, infecção (aneurisma micóti- co), defeitos congênitos e dissecção (7,8) . A principal delas é a aterosclerose, e por isso deve-se procurar a concomitância desses aneurismas com outros periféricos, que é achado freqüente (8) , conforme pudemos observar no caso relatado.

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Cefaleia causada por dissecção de artéria vertebral: relato de caso.

Cefaleia causada por dissecção de artéria vertebral: relato de caso.

adiantado da hora foi internada no hospital da retaguar- da. No dia seguinte, apresentava o mesmo quadro álgico, intenso, nas mesmas localizações, com tontura, náuseas, diiculdade para levantar e deambular. O exame clínico evidenciou Romberg positivo, alterações nas provas de coordenação index- nariz, index-index mais a esquerda e hipoestesia no membro superior esquerdo (MSE). Foi solicitado Doppler de carótidas e vertebrais que eviden- ciou estreitamento na artéria vertebral esquerda, suge- rindo dissecção de artéria vertebral. A angiorressonância dos vasos cervicais e intracranianos conirmou a dissec- ção da artéria vertebral esquerda e a ressonância nuclear magnética de crânio (RNM) identiicou área de infarto em hemisfério cerebelar à esquerda e ponte. Tratada com analgésicos e anticoagulantes, evoluiu de modo satisfatório com recuperação do quadro cerebelar, po- rém com cefaleia leve durante 20 dias, com seguimento ambulatorial após a alta.
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Persistência do canal arterial e endarterite da artéria pulmonar.

Persistência do canal arterial e endarterite da artéria pulmonar.

episódios de taquipnéia, cianose, hipertonia de membros e bradicardia (FC 40-50bpm), sendo diagnosticado embolia pulmonar. O ECO mostrou ainda vegetações na artéria pul- monar e a ultra-sonografia pulmonar espessamento pleural à esquerda sem derrame. Foi indicada nova intervenção ci- rúrgica, realizada 12 dias após a 1ª cirurgia, com abertura do tronco pulmonar, limpeza do local e extração de todas as ve- getações. O ECO pós-operatório mostrou tronco e artéri- as pulmonares livres de vegetações.

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GESTÃO E FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS DE TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA EM UM ESTUDO DE CASO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

GESTÃO E FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS DE TERCEIRIZAÇÃO DE MÃO DE OBRA: O CASO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA EM UM ESTUDO DE CASO – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

As terceirizações, por exemplo, trouxeram novas e importantes realidades para o universo das contratações administrativas. Questões relativas à responsabilidade solidária pelos encargos previdenciários e à responsabilidade subsidiária pelos encargos trabalhistas, no caso de terceirização, merecem a mais dedicada atenção dos servidores públicos envolvidos na condução contratual das unidades gestoras. Os danos provocados por uma fiscalização contratual deficiente são, por si mesmos, evidentes. Desperdício de recursos generalizado, perda de objeto, punições de servidores que poderiam ser evitadas, e, mesmo, penalidades aplicadas desnecessariamente a boas empresas contratadas são apenas algumas das mazelas que resultam da ausência ou da insuficiência da atuação dos fiscais de contratos. Os ordenadores de despesa devem estar cientes dessa realidade e fazer incorporar à gestão dos órgãos e entidades que dirigem uma adequada cultura de fiscalização, na qual servidores especialmente designados e adequadamente capacitados conjuguem ao seu conhecimento profissional a necessária postura quando do exercício da fiscalização de contratos administrativos (DE ALMEIDA, 2009, p.61).
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Aneurisma tóraco-abdominal inflamatório.

Aneurisma tóraco-abdominal inflamatório.

Optamos por usar a perfusão visceral com circuito idealizado em nosso serviço (Figuras 3 e 4) 14 , devido ao possível tempo de pinçamento prolongado nesse caso de múltiplas aderências e exposição limitada. Além disso, um dos indicadores pré-operatórios de mortali- dade na cirurgia dos ATA é a creatinina acima de 1,5 mg/dl 10 , reforçando a necessidade de preservar a perfusão renal durante o pinçamento aórtico em paci- entes com função renal anormal.

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VIOLÊNCIA ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA PÚBLICA ESTADUAL DA ZONA DA MATA MINEIRA

VIOLÊNCIA ESCOLAR: ESTUDO DE CASO DE UMA ESCOLA PÚBLICA ESTADUAL DA ZONA DA MATA MINEIRA

Não obstante à realidade mostrada pela tabela 4 envolvendo o Cyberbullying, os roubos/furtos (25,1%) e ameaças (20,9%) estão também em destaque como as ações de violência que mais ocorrem nas escolas e que, de alguma maneira, incomodam os estudantes. O relatório final da pesquisa não deixa claro quais são os outros tipos de violência sofridas pelos alunos dentro da escola e que aparece com 11% de resposta dos estudantes pesquisados. Porém, segundo os dados levantados por Abramovay et al. (2016), 70% dos jovens indicaram a ocorrência de algum tipo de violência na escola nos últimos 12 meses. Entre as 7 capitais analisadas, em Belém, 89% dos alunos relataram que nenhum caso de violência ocorreu na escola nesse mesmo período. Nas outras capitais pesquisadas, Belo Horizonte (80%), Fortaleza (75%), Maceió (85%) e Salvador (83%), os estudantes demonstraram que algum tipo de violência escolar ocorreu nos últimos 12 meses, de acordo com os dados da Tabela 5.
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