Top PDF Phyllanthus L. (Phyllanthaceae) em Pernambuco, Brasil.

Phyllanthus L. (Phyllanthaceae) em Pernambuco, Brasil.

Phyllanthus L. (Phyllanthaceae) em Pernambuco, Brasil.

ABSTRACT – (Phyllanthus L. (Phyllanthaceae) in Pernambuco State, Brazil). This study was based on morphological analysis of dry material and field observations. The 17 species found in Pernambuco are recognized by sepal number and shape, number and fusion of the stamens, inflorescence sex and seed coat ornamentation. Six species (P. amarus Schum. & Thonn., P. tenellus Roxb., P. caroliniensis Walt. subsp. caroliniensis, P. niruri L., P. orbiculatus L.C. Rich. and P. stipulatus (Raf.) Webster) are widely distributed in Pernambuco; four (P. chacoensis Morong, P. klotzschianus Müll. Arg., P. heteradenius Müll. Arg., P. claussenii Müll. Arg.) are restricted to the caatinga biome, where P. chacoensis is restricted to riparian vegetation of the São Francisco River. The other species (P. acuminatus Vahl, P. subemarginatus Müll. Arg., P. minutulus Müll. Arg., P. hypoleucus Müll. Arg., P. juglandifolius Willd., P. urinaria L. and P. grandyi M.J. Silva & M.F. Sales) are found in forest habitats of the “Zona da Mata”, including montane forests or “brejos de altitude”. Identification keys, comments on morphological relationships and geographic distribution and illustrations are provided.
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Sinopse das espécies de Croton L. (Euphorbiaceae) no estado de Pernambuco, Brasil.

Sinopse das espécies de Croton L. (Euphorbiaceae) no estado de Pernambuco, Brasil.

RESUMO – (Sinopse das espécies de Croton L. [Euphorbiaceae] no estado de Pernambuco, Brasil). Este estudo foi baseado na análise de materiais de herbário, referências bibliográfi cas e coletas, revelando a ocorrência de 35 espécies do gênero Croton para o estado de Pernambuco. A maior parte des- tas espécies tem distribuição exclusiva na zona fi togeográfi ca das Caatingas; Croton fuscescens Spreng., C. grewioides Baill. e C. blanchetianus Baill. estendem-se da zona da Mata até a zona das Caatingas; C. polyandrus Spreng. e C. sellowii Baill. ocorrem principalmente na faixa litorânea, em vegetação de restinga; C. argenteus L., C. jacobinensis Baill. e C. triqueter Lam. foram observados apenas na zona da Mata, e C. glandulosus L., C. heliotropiifolius Kunth, C. hirtus L’ Her. e C. lundianus (Didr.) Müll. Arg. apresentam ampla distribuição no Estado. São apresentadas chave de identifi cação, comentários sobre distribuição geográfi ca e habitats, juntamente com ilustrações de características diagnósticas das espécies.
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Paspalum L. (Poaceae: Panicoideae: Paniceae) no estado de Pernambuco, Brasil.

Paspalum L. (Poaceae: Panicoideae: Paniceae) no estado de Pernambuco, Brasil.

Anuais, cespitosas, sem rizomas. Colmos fl oríferos 7-10 cm compr., eretos, nós 2-3. Folhas concentradas na base; bainhas foliares glabras ou pubescentes; lígulas 0,3-0,8 mm compr.; lâminas 1,5-3,5x0,2-0,3 cm, lineares, agudas, não se estreitando em direção à base, lanadas. Infl orescências com (2)3-4 ramos, 1-1,5 cm compr., alternos; infl orescência axilar ausente; ráquis com curtos tricomas nas margens ou esca- bras; ápice dos pedicelos glabros. Espiguetas 0,8-1x0,4-0,5 mm, oblongas, plano-convexas, obtusas, solitárias; gluma superior de mesmo comprimento do antécio superior, glabra, 2-nervada, nervuras conspícuas, membranácea; antécio infe- rior neutro, pálea ausente, lema inferior glabro, 2-nervado, nervuras conspícuas, membranáceo; antécio superior 0,7- 0,9x0,4 mm, oboval a oblongo, obtuso, coriáceo, alvo, liso. Material selecionado: BRASIL. Pernambuco: Bezer- ros, 9/IV/2005, J.R. Maciel et al. 16 (IPA, UFP); Bonito, XI/2003, J.R. Maciel & W. C. Silva 97 (IPA); Goiana, 12/ VIII/2007, J.R. Maciel 528 (IPA).
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Novos registros de briófitas para Pernambuco, Brasil.

Novos registros de briófitas para Pernambuco, Brasil.

RESUMO – (Novos registros de briófitas para Pernambuco, Brasil). Os novos registros são provenientes de um remanescente de Floresta Atlântica, a Reserva Ecológica do Gurjaú (08º10’00’’ e 08º15’00’’S; 35º02’30’’ e 35º05’00’’O), situada na região metropolitana do Recife, Pernambuco. São oito espécies de Lejeuneaceae: Archilejeunea auberiana (Mont.) A. Evans, Cololejeunea cardiocarpa (Mont.) A. Evans, Colura greig-smithii Jovet-Ast, Diplasiolejeunea cobrensis Gottsche ex Steph., Harpalejeunea stricta (Lindenb. & Gottsche) Steph., Lejeunea caespitosa Lindenb., L. monimiae (Steph.) Steph., L. quinqueumbonata Spruce, e uma de Bryaceae: Bryum pabstianum C. Muell. São apresentadas ilustrações, comentários taxonômicos e ecológicos, e distribuição geográfica das espécies no Brasil.
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Padrões de distribuição das espécies de Paspalum L. (Poaceae: Panicoideae: Paniceae) ocorrentes em Pernambuco, Brasil.

Padrões de distribuição das espécies de Paspalum L. (Poaceae: Panicoideae: Paniceae) ocorrentes em Pernambuco, Brasil.

RESUMO – (Padrões de distribuição das espécies de Paspalum L. (Poaceae: Panicoideae: Paniceae) ocorrentes em Pernambuco, Brasil). A fi m de contribuir para o conhecimento dos padrões de distribuição de Paspalum, este estudo trata da distribuição das espécies que ocorrem em Pernambuco. Para isto foi realizada uma intensa revisão de literatura, de coleções depositadas em diversos herbários e de bancos de dados disponíveis na internet, além de coletas no estado de Pernambuco. As 31 espécies analisadas foram classifi cadas em dois padrões de distribuição: amplo, com 29 espécies e restrito, com duas espécies. As espécies do padrão restrito têm sua distribuição na região Nordeste do Brasil, sendo uma endêmica ao domínio do semi-árido e outra, até o momento só registrada para a costa atlântica do Brasil. O padrão de distribuição amplo pode ser subdividido em dois grupos, contínuo e disjunto, os quais por sua vez foram classifi cados em três subgrupos: americano, centro-sulamericano e sulamericano. Discute-se a importância desta análise para melhor compreender as origens da fl ora pernambucana.
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Oxalis L. (Oxalidaceae) no Estado de Pernambuco, Brasil.

Oxalis L. (Oxalidaceae) no Estado de Pernambuco, Brasil.

Espécie exclusiva do Brasil, com ocorrência nas regiões Nordeste (BA, CE, PE, PI), em vegetação de Caatinga, Centro-Oeste (MT) e Sudeste (MG), em Cerrado. Em Pernambuco, ocorre exclusivamente na zona das Caatingas, subzona do Sertão em locais sombreados, em geral em áreas sedimentares. É facilmente reconhecida pelo hábito herbáceo prostrado, com ramos partindo da porção proximal do caule, e pela cápsula globoso-achatada, profundamente 5-angulosa, com sépalas persistentes e patentes. Em Pernambuco, floresce e frutifica entre março e julho. 7. Oxalis hedysarifolia Raddi, Mem. Mat. Fis. Soc. Ital. Sci. Modena, Pt. Mem. Fis. 18 (2): 401. 1820, não Kunth, Nov. Gen. Sp. (quarto ed) 5: 247-248. 1821 (1822). nem Pohl ex Progel, Fl. Bras. 12(2):504. 1877.
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Os gêneros Zanthoxylum L. e Esenbeckia Kunth (Rutaceae) no Estado de Pernambuco, Brasil.

Os gêneros Zanthoxylum L. e Esenbeckia Kunth (Rutaceae) no Estado de Pernambuco, Brasil.

Distingue-se das demais espécies principalmente por apresentar folíolos obovados a elípticos, membranáceos, glabros, inflorescências em racemos ou espigas e flores tetrâmeras. No campo é facilmente reconhecida por ser arvoreta com copa rala, irregular, tronco densamente aculeado e quando os ramos são cortados exalam um aroma forte e desagradável (terebentina). Z. hiemale A. St.-Hil., foi recentemente sinonimizado por Pirani (1999) sob Z. fagara (L.) Sarg. Ocorre desde a América do Norte até a América do Sul, dos Estados Unidos (Flórida e Texas), sul do México e regiões caribenhas até o Peru e nordeste da Argentina (Porter & Elias 1979). De acordo com Pirani (1999), essa espécie tem ampla distribuição no Brasil (Bahia, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, e Estados do Sul). Z. fagara ocorre na zona do agreste de Pernambuco (Caruaru, Brejo da Madre de Deus, Garanhuns e Águas Belas), com habitat em bordas e interior de matas, em capoeiras ou terrenos encapoeirados.
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Caracterização epidemiológica dos casos de AIDS em pessoas com 60 anos ou mais, Pernambuco, Brasil, 1998 a 2008.

Caracterização epidemiológica dos casos de AIDS em pessoas com 60 anos ou mais, Pernambuco, Brasil, 1998 a 2008.

Mudanças vêm acontecendo no panorama mundial nos últimos anos devido ao declínio das taxas de fertilidade e mortalidade, e como decorrência a longevidade tem sido apresenta- da como um fenômeno real. Na maturidade, a sexualidade vem acrescida de vários preconcei- tos. O presente trabalho caracterizou os casos de AIDS em pessoas com 60 anos ou mais, residen- tes no Estado de Pernambuco, Brasil, notifica- dos à Secretaria de Saúde de Pernambuco entre 1 o de janeiro de 1998 e 31 de dezembro de 2008.

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O gênero Phyllanthus L. (Phyllantheae - Euphorbiaceae Juss.) no bioma Caatinga do estado de Pernambuco - Brasil1

O gênero Phyllanthus L. (Phyllantheae - Euphorbiaceae Juss.) no bioma Caatinga do estado de Pernambuco - Brasil1

The taxonomic study of species in the genus Phyllanthus L. in the caatinga biome of the State of Pernambuco was carried out based on morphological analysis of fresh material or from specimen vouchers of the local herbaria. Eleven taxa were recorded: Phyllanthus acuminatus Vahl, P. amarus Schumach. & Thonn., P. caroliniensis Walt. subsp. caroliniensis, P. claussenii Müll. Arg., P. heteradenius Müll. Arg., P. jacobinensis Müll. Arg., P. klotzschianus Müll. Arg., P. minutulus Müll. Arg., P niruri L., P. orbiculatus Rich., P. stipulatus (Raf.) Webster. and P. tenellus Roxb. The main morphological features used for delimitation of the species were habit, branching pattern, shape of the glandular disk on both male and female flowers, number and union of the stamens, type of dehiscence of anthers and seed coat. Most species present geographical distribution in steppe-savannah vegetation on different vegetational physiognomies (Agreste and Sertão). Only P. acuminatus Vahl., P. minutulus Müll. Arg. and P. stipulatus (Raf.) Webster occur exclusively in the upland forests within the Agreste Zone.
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Avaliação do programa de promoção da atividade física Academia da Cidade de Recife, Pernambuco, Brasil: percepções de usuários e não-usuários.

Avaliação do programa de promoção da atividade física Academia da Cidade de Recife, Pernambuco, Brasil: percepções de usuários e não-usuários.

Neste contexto, tem se observado um cresci- mento das iniciativas de larga abrangência po- pulacional, sob a forma de programas e campa- nhas em prol de estilos de vida mais ativos 13 . No Recife (Pernambuco), o Programa Academia da Cidade foi implantado em 2002 pela Secretaria de Saúde do Recife e está hoje inserido no Sis- tema Único de Saúde (SUS) como uma política de atenção básica à saúde. O objetivo principal do programa é a promoção de atividades físicas, lazer e alimentação saudável para a comunidade. No entanto, existem poucos dados no que se re- fere ao impacto e relevância dessas iniciativas na comunidade e, conseqüentemente, da adesão da população aos programas. De fato, a participa- ção nesses programas passa pela própria com- preensão da população sobre a atividade física, saúde, corpo e qualidade de vida, além de outros conceitos 14 ; assim como pelos princípios que justificam tais iniciativas, tanto do poder público quanto do privado 15 .
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Sebastiania singularis (Euphorbiaceae): um novo sinônimo para Phyllanthus chacoensis (Phyllanthaceae).

Sebastiania singularis (Euphorbiaceae): um novo sinônimo para Phyllanthus chacoensis (Phyllanthaceae).

1 Parte da tese de Doutorado do primeiro autor desenvolvida pelo Programa de Pós-graduação em Botânica (PPGB) da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). 2 Universidade Federal Rural de Pernambuco, Unidade Acadêmica de Serra Talhada, Fazenda Saco s/n, 56900-000, Serra Talhada, PE, Brasil. andrelaurenio@yahoo.com.br 3 Universidade Federal de Goiás, Inst. Ciências Biológicas, Depto. Biologia Geral, CP 131, Goiânia, 74001-970, GO, Brasil. marcos_agrorural@hotmail.com 4 Universidade Federal Rural de Pernambuco, Depto. Biologia, Área de Botânica, R. D. Manoel de Medeiros s/n., 52171-900. mfsales65@hotmail.com.
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O gênero Phyllanthus L. (Euphorbiaceae) na Chapada Diamantina, Bahia, Brasil.

O gênero Phyllanthus L. (Euphorbiaceae) na Chapada Diamantina, Bahia, Brasil.

ápice arredondado a acuminado, base atenuada. Folhas desenvolvidas caducas, presentes apenas nos ramos jovens da planta, obovais a lanceoladas, 5-10 × 2-6mm, ápice agudo a obtuso, margem inteira, base obtusa; pecíolo 1mm compr.; folhas reduzidas escamiformes, escariosas, lanceoladas, agudas, 2-5mm compr. Flores sésseis, dispostas nas margens dos cladódios, solitárias ou em címulas unissexuais de 2-3 flores; brácteas triangulares, ca. 1mm compr.; flores estaminadas ca. 2-3mm compr.; sépalas 5, largamente obovais, subcoriáceas, verde-amareladas; disco com 5 glândulas pateliformes; estames 3, filetes totalmente unidos, valvas de cada teca assimétricas, rimas oblíquas; flores pistiladas ca. 3mm compr., sépalas 5, obtusas, subcoriáceas, verde- amareladas; disco anular, ovário globoso, verde; estiletes eretos, profundamente 2-partidos. Fruto cápsula, ca. 3-4 × 3-5mm. Sementes ca. 3mm compr., pretas a castanho-escuras, verruculosas. Material examinado: BRASIL. Bahia: Abaíra, 16/IV/1994, fl., França et al. 965 (HUEFS); 8/VI/1992, fl., Ganev 443 (HUEFS); 30/V/1994, fl., Ganev 3262 (HUEFS); 31/X/1996, fl., Queiroz & Silva PCD3860 (HUEFS); 10/VII/1995, fr., Queiroz et al. 4404 (HUEFS); 26/XII/1988, fl., Harley 27776 (CEPEC, SPF); 29/I/1992, fl., Stannard et al. 51103 (HUEFS, CEPEC, SP, SPF); 10/I/1992, fl., Harley et al. 51260 (SPF, SP); 10/I/1994, fl., Harley et al. 51281 (HUEFS, CEPEC, SP, SPF); 2/II/1992, fl., Pirani et al. 51458 (SPF). Andaraí, 9/VIII/1987, fr., Queiroz 1799 (HUEFS); 14/II/1977, fr., Harley 18662 (CEPEC, SPF). Barra da Estiva, 17/XI/1988, fl., Harley 26905 (CEPEC, MBM, SPF); 28/I/1974, fl., Harley 15535 (RB); 19/VII/1981, fl., Giulietti et al. CFCR1349 (SPF). Jacobina, 18/XI/1986, fl., Queiroz et al. 1182 (HUEFS); 27/II/1974, fl. fr., Harley 16528 (CEPEC). Lençóis, 23/XI/1994, fl., Melo et al. 1271 (HUEFS). Morro do Chapéu, 12/VII/1979, fl., Ribeiro 59 (CEPEC); 19/XI/1986, fl., Queiroz et al. 1273 (HUEFS); Rio do Ferro Doido,
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Sinopse do gênero Phyllanthus L. (Phyllanthaceae) do Estado de São Paulo.

Sinopse do gênero Phyllanthus L. (Phyllanthaceae) do Estado de São Paulo.

A publicação da “Lista de Espécies da Flora do Brasil” apresentou 3 subespécies de Phyllanthus para o Estado de São Paulo, o que enriqueceu o conhecimento do gênero. As subespécies apresentadas na lista que ocorrem em São Paulo são: P. caroliniensis subsp. guianensis (Klotzsch) G.L.Webster, P. juglandifolius Willd. subsp juglandifolius e P. urinaria L. subsp. urinaria. Além dessas subespécies, foi apresentada também uma variedade de P. tenellus - P. tenellus var. tenellus, para o Estado de São Paulo. Entretanto, estas subespécies e variedade não foram incluídas neste levantamento porque preferimos não trabalhar com táxons infraespecíficos. Outras cinco espécies (Phyllanthus amarus Schumach., P. lindbergii Müll.Arg., P. minutulus Müll.Arg., P. rosellus (Müll.Arg.) Müll.Arg. e P. subemarginatus Müll.Arg.) foram apresentadas na “Lista de Espécies da Flora do Brasil” como ocorrentes no Estado de São Paulo, continuam não incluídas no trabalho, pois mesmo analisando criteriosamente todas as coleções depositadas nos principais herbários de São Paulo, não foi encontrado nenhum material dessas espécies. Também foi consultado o Prof. Ricardo Secco, do
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Editorial

Editorial

Ada Machado, Universidade Federal de Santa Maria, Brasil | Ana Carolina Escosteguy, Universidade Federal de Santa Maria, Brasil | Andrea França, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Brasil | Ariane Holzbach, Universidade Federal Fluminense, Brasil | Benjamim Picado, Birkbeck College, Inglattera | Bruno Souza Leal, Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil | Eduardo Morettin, Universidade de São Paulo, Brasil | Felipe Trotta, Universidade Federal Fluminense, Brasil | Francisco Rüdiger, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Brasil | Gislene da Silva, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil | Inês Vitorino, Universidade Federal do Ceará, Brasil | Isaltina Gomes, Universidade Federal de Pernambuco, Brasil | Jairo Ferreira, Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Brasil | Karina Janz, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Brasil | Kati Caetano, Universidade Tuiuti do Paraná, Brasil | Lilian França, Universidade Federal do Sergipe, Brasil | Liziane Guazina, Universidade de Brasília, Brasil | Márcio de Vasconcellos Serelle, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Brasil | Marta Maia, Universidade Federal de Ouro Preto, Brasil | Maurício de Bragança, Universidade Federal Fluminense, Brasil | Nina Velasco e Cruz, Universidade Federal de Pernambuco, Brasil | Norval Baitello Jr., Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Brasil | Pedro Guimarães, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Brasil | Priscilla Perazzo, Universidade Municipal de São Caetano do Sul, Brasil | Sofia Zanforlin, International Association of Media and Communication Research, Estados Unidos | Talitha Ferraz, Escola Superior de Propaganda e Marketing, Brasil | Tattiana Teixeira, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil | Victa de Carvalho Pereira da Silva, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil
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GESTÃO COMPARTILHADA NA OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA ENSINO MÉDIO INOVADOR, EM PERNAMBUCO

GESTÃO COMPARTILHADA NA OPERACIONALIZAÇÃO DO PROGRAMA ENSINO MÉDIO INOVADOR, EM PERNAMBUCO

A presente dissertação consiste em um estudo de caso e analisou os reais efeitos, no âmbito regional e escolar, do compartilhamento da gestão do Programa Ensino Médio Inovador, no vértice central da Secretaria Estadual de Educação de Pernambuco, desde 2012, com vistas à qualificação dessa política no seu processo de implementação. Ao longo da pesquisa, foi desenvolvida, em um primeiro momento, uma análise documental dessa Política Pública e uma revisão bibliográfica sobre o Ensino Médio no Brasil, nas últimas décadas. Em um segundo tempo, foram aplicados, dentro da metodologia quantitativa, questionários às dezessete Gerências Regionais de Educação/Escolas e realizadas, pelo método qualitativo, entrevistas semiestruturadas com os quatro gestores centrais que compartilham a gestão da referida Política. A fundamentação teórica desse estudo está balizada em autores como: Mainardes (2006) e Condé (2010), que fazem uma discussão sobre implementação de Políticas Públicas; Lück (1996, 2007, 2009), Cardoso (1995), Ferreira (2004), Cury (2002), Burgos (2012) e Alarcão (2001) que refletem os fundamentos de uma gestão compartilhada; Freire (1987, 1996), Maciel e Neto (2004) e Delboni (2007) que discutem a formação continuada. Na análise, observou- se que o compartilhamento da gestão na instância central vem exercendo grande influência nos processos que se desencadeiam no âmbito regional e no lócus escolar, reafirmando, portanto, a importância da gestão do sistema à qualidade da política, na arte da sua prática. Observou-se, ainda, que a eficácia da política também passa pela qualificação dos seus agentes de execução, pela assistência técnica às escolas e monitoramento pedagógico das suas ações. Além disso, esse estudo constatou sentimentos de insatisfação dos gestores centrais frente ao compartilhamento da gestão. Um Plano de Ação Educacional (PAE) foi apresentado no final desse trabalho com propostas de intervenção, apoiadas nos resultados da pesquisa, que poderão ou não ser adotadas pela Secretaria Estadual de Educação, em prol de uma melhoria dos mecanismos da gestão compartilhada, aprimoramento e melhor desenvolvimento organizacional do Programa Ensino Médio Inovador.
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Batalha das biografias na arena midiática da democracia: análise de enquadramento da deliberação mediada jornalística

Batalha das biografias na arena midiática da democracia: análise de enquadramento da deliberação mediada jornalística

Ada Machado, Universidade Federal de Santa Maria, Brasil | Ana Carolina Escosteguy, Universidade Federal de Santa Maria, Brasil | Andrea França, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Brasil | Ariane Holzbach, Universidade Federal Fluminense, Brasil | Benjamim Picado, Birkbeck College, Inglattera | Bruno Souza Leal, Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil | Eduardo Morettin, Universidade de São Paulo, Brasil | Felipe Trotta, Universidade Federal Fluminense, Brasil | Francisco Rüdiger, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Brasil | Gislene da Silva, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil | Inês Vitorino, Universidade Federal do Ceará, Brasil | Isaltina Gomes, Universidade Federal de Pernambuco, Brasil | Jairo Ferreira, Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Brasil | Karina Janz, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Brasil | Kati Caetano, Universidade Tuiuti do Paraná, Brasil | Lilian França, Universidade Federal do Sergipe, Brasil | Liziane Guazina, Universidade de Brasília, Brasil | Márcio de Vasconcellos Serelle, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Brasil | Marta Maia, Universidade Federal de Ouro Preto, Brasil | Maurício de Bragança, Universidade Federal Fluminense, Brasil | Nina Velasco e Cruz, Universidade Federal de Pernambuco, Brasil | Norval Baitello Jr., Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Brasil | Pedro Guimarães, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Brasil | Priscilla Perazzo, Universidade Municipal de São Caetano do Sul, Brasil | Sofia Zanforlin, International Association of Media and Communication Research, Estados Unidos | Talitha Ferraz, Escola Superior de Propaganda e Marketing, Brasil | Tattiana Teixeira, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil | Victa de Carvalho Pereira da Silva, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil
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Mercado da nostalgia e narrativas audiovisuais

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Ada Machado, Universidade Federal de Santa Maria, Brasil | Ana Carolina Escosteguy, Universidade Federal de Santa Maria, Brasil | Andrea França, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Brasil | Ariane Holzbach, Universidade Federal Fluminense, Brasil | Benjamim Picado, Birkbeck College, Inglattera | Bruno Souza Leal, Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil | Eduardo Morettin, Universidade de São Paulo, Brasil | Felipe Trotta, Universidade Federal Fluminense, Brasil | Francisco Rüdiger, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Brasil | Gislene da Silva, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil | Inês Vitorino, Universidade Federal do Ceará, Brasil | Isaltina Gomes, Universidade Federal de Pernambuco, Brasil | Jairo Ferreira, Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Brasil | Karina Janz, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Brasil | Kati Caetano, Universidade Tuiuti do Paraná, Brasil | Lilian França, Universidade Federal do Sergipe, Brasil | Liziane Guazina, Universidade de Brasília, Brasil | Márcio de Vasconcellos Serelle, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Brasil | Marta Maia, Universidade Federal de Ouro Preto, Brasil | Maurício de Bragança, Universidade Federal Fluminense, Brasil | Nina Velasco e Cruz, Universidade Federal de Pernambuco, Brasil | Norval Baitello Jr., Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Brasil | Pedro Guimarães, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Brasil | Priscilla Perazzo, Universidade Municipal de São Caetano do Sul, Brasil | Sofia Zanforlin, International Association of Media and Communication Research, Estados Unidos | Talitha Ferraz, Escola Superior de Propaganda e Marketing, Brasil | Tattiana Teixeira, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil | Victa de Carvalho Pereira da Silva, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil
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Coletivos de música eletrônica em São Paulo: usos da cidade, culturas juvenis e sentidos políticos

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Ada Machado, Universidade Federal de Santa Maria, Brasil | Ana Carolina Escosteguy, Universidade Federal de Santa Maria, Brasil | Andrea França, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Brasil | Ariane Holzbach, Universidade Federal Fluminense, Brasil | Benjamim Picado, Birkbeck College, Inglattera | Bruno Souza Leal, Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil | Eduardo Morettin, Universidade de São Paulo, Brasil | Felipe Trotta, Universidade Federal Fluminense, Brasil | Francisco Rüdiger, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Brasil | Gislene da Silva, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil | Inês Vitorino, Universidade Federal do Ceará, Brasil | Isaltina Gomes, Universidade Federal de Pernambuco, Brasil | Jairo Ferreira, Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Brasil | Karina Janz, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Brasil | Kati Caetano, Universidade Tuiuti do Paraná, Brasil | Lilian França, Universidade Federal do Sergipe, Brasil | Liziane Guazina, Universidade de Brasília, Brasil | Márcio de Vasconcellos Serelle, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Brasil | Marta Maia, Universidade Federal de Ouro Preto, Brasil | Maurício de Bragança, Universidade Federal Fluminense, Brasil | Nina Velasco e Cruz, Universidade Federal de Pernambuco, Brasil | Norval Baitello Jr., Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Brasil | Pedro Guimarães, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Brasil | Priscilla Perazzo, Universidade Municipal de São Caetano do Sul, Brasil | Sofia Zanforlin, International Association of Media and Communication Research, Estados Unidos | Talitha Ferraz, Escola Superior de Propaganda e Marketing, Brasil | Tattiana Teixeira, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil | Victa de Carvalho Pereira da Silva, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil
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As identidades negras da diáspora e a descolonização da representação

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Ada Machado, Universidade Federal de Santa Maria, Brasil | Ana Carolina Escosteguy, Universidade Federal de Santa Maria, Brasil | Andrea França, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Brasil | Ariane Holzbach, Universidade Federal Fluminense, Brasil | Benjamim Picado, Birkbeck College, Inglattera | Bruno Souza Leal, Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil | Eduardo Morettin, Universidade de São Paulo, Brasil | Felipe Trotta, Universidade Federal Fluminense, Brasil | Francisco Rüdiger, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Brasil | Gislene da Silva, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil | Inês Vitorino, Universidade Federal do Ceará, Brasil | Isaltina Gomes, Universidade Federal de Pernambuco, Brasil | Jairo Ferreira, Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Brasil | Karina Janz, Universidade Estadual de Ponta Grossa, Brasil | Kati Caetano, Universidade Tuiuti do Paraná, Brasil | Lilian França, Universidade Federal do Sergipe, Brasil | Liziane Guazina, Universidade de Brasília, Brasil | Márcio de Vasconcellos Serelle, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Brasil | Marta Maia, Universidade Federal de Ouro Preto, Brasil | Maurício de Bragança, Universidade Federal Fluminense, Brasil | Nina Velasco e Cruz, Universidade Federal de Pernambuco, Brasil | Norval Baitello Jr., Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Brasil | Pedro Guimarães, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Brasil | Priscilla Perazzo, Universidade Municipal de São Caetano do Sul, Brasil | Sofia Zanforlin, International Association of Media and Communication Research, Estados Unidos | Talitha Ferraz, Escola Superior de Propaganda e Marketing, Brasil | Tattiana Teixeira, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil | Victa de Carvalho Pereira da Silva, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil
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Rev. CEFAC  vol.17 número4

Rev. CEFAC vol.17 número4

(5) Curso de isioterapia da Universidade Católica de Pernambuco, Recife, PE, Brasil (6) Universidade Federal de Pernambuco – UFPE, Vitória de Santo Antão, PE, Brasil. http://dx.doi[r]

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