Top PDF Qualidade de vida e jornada de trabalho na enfermagem: revisão integrativa

Qualidade de vida e jornada de trabalho na enfermagem: revisão integrativa

Qualidade de vida e jornada de trabalho na enfermagem: revisão integrativa

trabalho, associando-se, em regra, à saúde do trabalhador. Em vários países, trabalhos mostram que a enfermagem tem longas jornadas de trabalho, associadas a más condições laborais, pouca autonomia, muita responsabilidade e baixa valorização, que gera elevada demanda física e emocional. Perante tal situação, surgiu o interesse de conhecer e avaliar quais as repercussões dessa jornada de trabalho excessiva, no ambiente de trabalho, bem como no seu próprio estado de saúde. OBJETIVO: Analisar as evidências científicas disponíveis na literatura sobre a jornada de trabalho e a qualidade de vida dos profissionais de Enfermagem. METODOLOGIA: Trata-se de uma revisão integrativa, seguindo as etapas preconizadas por Mendes, Silveira e Galvão (2008). A busca e seleção dos estudos foram realizadas nas bases de dados LILACS, SCIELO, MEDLINE e BDENF. A amostra final foi de 10 artigos. RESULTADOS: De acordo com o idioma de publicação, 60% (n=6) dos artigos foram publicados em inglês e 30% (n=3) dos artigos foram publicados em português e 10% (n=01) dos artigos foi publicado em espanhol. No que se refere ao local de realização, um foi desenvolvido nos Estados Unidos, um na Espanha, dois na Etiópia, um na Tailândia, dois na Europa e três no Brasil. Em relação ao ano de publicação, um foi publicado em 2013, três foram publicados em 2014, dois em 2015, três em 2016 e um em 2018. No que diz respeito à categoria profissional estudada, todos os artigos (n=10), ou seja, 100% foram desenvolvidos com o Enfermeiro, não sendo encontrados estudos com outras categorias da Enfermagem. Os estudos foram avaliados e distribuídos em quatro categorias temáticas: Categoria I-Associação das longas jornadas de trabalho ao aumento do desenvolvimento da Síndrome de Burnout, Categoria II- Associação das longas jornadas de trabalho ao aumento nível de estresse, Categoria III- Associação das longas jornadas de trabalho com as consequências negativas para a segurança do paciente, Categoria IV- Análise da relação entre longas jornadas de trabalho e a qualidade de vida do profissional, conforme o gênero.
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QUALIDADE DE VIDA DOS DOCENTES EM ENFERMAGEM: REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA

QUALIDADE DE VIDA DOS DOCENTES EM ENFERMAGEM: REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA

O termo “Qualidade de Vida (QV)” é de difícil definição por relacionar-se ao subjetivo, podendo sofrer variações de acordo com a pessoa, bem como com as circunstâncias que as permeiam. Por natureza, o docente está em contato com grande pluralidade de pessoas, o que já o expõe a um fator estressante, independente do cenário de imersão, seja público ou privado. A saúde física e mental do trabalhador pode ser modificada diante do ritmo de trabalho excessivo e de cobranças, que fomentam o desgaste dos profissionais desta área, o que pode interferir no seu comportamento profissional e/ou social. Neste contexto, o estudo teve como objetivo conhecer a produção científica disponível sobre a qualidade de vida dos profissionais docentes de enfermagem. O estudo é de revisão integrativa, qualitativo, baseado em dados da literatura científica publicados nas bases de dados LILACS, BDENF e MEDLINE, no sítio da BVS e PubMed, selecionados a partir do DeCS e MeSH, com os descritores: “Qualidade de Vida” e “Docente de Enfermagem”. Foram selecionados cinco artigos para análise. Existe deficiência de publicações sobre a temática, tanto no contexto nacional quanto no internacional. Por unanimidade, os docentes referiram ter QV boa ou muito boa. O significado de QV foi relacionado como “equilíbrio da vida” e “boas condições de vida”. Alguns fatores mencionados como negativos, como o processo de trabalho e a carga horária do trabalho, interferem na QV, enquanto que a capacitação do docente, o relacionamento profissional e o reconhecimento da instituição são fatores favoráveis para o desenvolvimento da QV dos docentes.
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A Qualidade de Vida no Trabalho de Enfermagem.

A Qualidade de Vida no Trabalho de Enfermagem.

O presente estudo teve como objetivo construir com os trabalhadores de enfermagem de Saúde Pública de um Centro Municipal de Saúde (CMS) uma proposta de indicadores de Qualidade de Vida no Trabalho a par tir da percepção dos mesmos. Utilizou-se da abordagem qualitativa, tendo como local de estudo um CMS localizado no município do Rio de Janeiro; os sujeitos foram 34 profissionais da equipe de enfermagem, representando 100% do grupo, a saber: 7 enfermeiros, 3 técnicos de enfermagem e 24 auxiliares de enfermagem. Foi utilizado grupo focal para obtenção dos dados. Como resultados, os trabalhadores apontaram como indicadores de Qualidade de Vida no Trabalho (QVT): a inter-relação pessoal, a comunicação interprofissional, as condições de trabalho, a organização e divisão do trabalho, os direitos no trabalho, a motivação e segurança. Neste sentido, conclui-se pela necessidade do desenvolvimento de programas que apóiem a qualidade de vida dos trabalhadores nas unidades de enfermagem em Unidades Básicas, considerando os fatores apontados pelos profissionais como elementos que caracterizam a QVT.
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Working hours and health of nurses: an integrative review / Jornada de trabalho e saúde dos profissionais de enfermagem: revisão integrativa

Working hours and health of nurses: an integrative review / Jornada de trabalho e saúde dos profissionais de enfermagem: revisão integrativa

enfermagem relacionados com a jornada de trabalho, no período de 2000 a 2010, nas bases de dados BDENF, Lilacs e Scielo, utilizaram-se os descritores controlados ‘saúde do trabalhador’ and ‘enfermagem’ and ‘jornada de trabalho’. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, na qual se analisaram 13 trabalhos científicos. Resultados: As principais temáticas abordadas nos estudos selecionados foram a jornada de trabalho e a saúde do trabalhador de enfermagem. A extensão da jornada de trabalho pode levar a uma sobrecarga física e mental, comprometendo o sono-repouso, repercutindo na vulnerabilidade do trabalhador aos acidentes e/ou doenças ocupacionais. Os dados do estudo remetem a uma maior compreensão do processo de trabalho da enfermagem e a saúde do trabalhador, demonstrando a importância de se pesquisar sobre o tema, uma vez que as publicações nos periódicos que envolvem o assunto ainda são escassas. Conclusão: A influência da jornada de trabalho na saúde do profissional quando extensa, colabora para a redução da qualidade de vida do trabalhador, tornando este suscetível aos riscos do ambiente laboral, sejam estes físicos ou psicológicos.
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Aumento da jornada de trabalho :qual a repercussão na vida dos trabalhadores da enfermagem?

Aumento da jornada de trabalho :qual a repercussão na vida dos trabalhadores da enfermagem?

Enfocando os problemas de saúde vivenciados pelos trabalhadores de saúde no atual mundo do trabalho, Pires (apud PIRES, 2001) expõe que estudos feitos no Brasil indicam que o trabalhadores da enfermagem são os que mais sofrem com problemas ligados ao trabalho. Dentre as mais relevantes, a autora destaca: as perdas auditivas e o stress em setores que utilizam instrumentos que produzem ruídos, como no caso dos Centros de Terapia Intensiva; as Lesões por Esforço Repetitivo (LER) adquiridas pelo uso intensivo da informática, trazendo também agravos pelos esforços físicos realizados anteriormente, sobretudo pela enfermagem; o aumento das cargas físicas e emocionais condicionadas pelas precárias condições de trabalho, baixos salários, sobrecarga de trabalho, falta de valorização profissional e a responsabilidade com o cuidado de pessoas em situação de risco de vida; e o stress e os problemas emocionais gerados pela excessiva jornada de trabalho advindos do duplo ou triplo emprego e do trabalho doméstico para as casadas ou chefes de família.
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Jornada de trabalho e qualidade de vida do trabalhador: transformações na quantidade e qualidade do trabalho

Jornada de trabalho e qualidade de vida do trabalhador: transformações na quantidade e qualidade do trabalho

O presente estudo tem por objetivo inventariar as transformações da jornada de trabalho ocorridas desde os primórdios da Revolução Industrial até o tempo presente na perspectiva da qualidade de vida dos trabalhadores. Trata-se de um estudo bibliográfico e documental. Constatou-se que a redução da jornada de trabalho é uma questão histórica vinculada ao desenvolvimento socioeconômico, transcendendo o sentido teórico que essa prática admite. Do ponto de vista quantidade de trabalho, as transformações envolveram a geração de novos postos de trabalho para reduzir o nível de desemprego. Já na dimensão qualidade do trabalho, a preocupação central foi com o desenvolvimento das atividades laborais e à produtividade, a qual proporciona melhoria das condições de trabalho e da qualidade de vida do trabalhador. Concluiu-se que as duas vertentes (quantidade e qualidade do trabalho) têm caráter econômico, tornando difícil uma posição extrema sustentável. As posições situam-se em algum ponto de uma dimensão contínua com duas polaridades extremas, tendendo mais para um lado ou para outro. Mais que em qualquer outro tempo, no atual, a qualidade de vida do trabalhador tornou-se uma variável relevante.
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Satisfação no trabalho e qualidade de vida de professores universitários brasileiros: revisão integrativa

Satisfação no trabalho e qualidade de vida de professores universitários brasileiros: revisão integrativa

Resumo: A satisfação no trabalho e a qualidade de vida determinam a condição de saúde dos professores universitários e interferem no processo de ensino- aprendizagem. Objetivo: Avaliar a satisfação no trabalho e a qualidade de vida de professores universitários de instituições no Brasil. Método: Revisão integrativa de artigos publicados entre janeiro de 2008 e janeiro de 2018. A coleta de dados foi realizada nas bases de dados: Directory of Open Access Journals, SciELO, LILACS, PubMed, e Academic One File. Para busca no inglês, foram utilizados descritores exatos do Medical Subjects Headings (MeSH): “quality of life”, “job satisfaction”, “faculty” e “Brazil” e em português, os Descritores em Ciências de Saúde (DeCS): “qualidade de vida” “docentes”, “universidades”, e o sinônimo “satisfação no trabalho”. Resultados: Os docentes, em sua maioria, estão satisfeitos com o trabalho que realizam, assim como apresentam uma qualidade de vida satisfatória.
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A QUALIDADE DE VIDA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM NO TRABALHO NOTURNO E NA DUPLA JORNADA DE TRABALHO NO AMBIENTE HOSPITALAR

A QUALIDADE DE VIDA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM NO TRABALHO NOTURNO E NA DUPLA JORNADA DE TRABALHO NO AMBIENTE HOSPITALAR

Nos últimos tempos, com o avanço da Globalização ocorreu mudanças signifi- cativas no cotidiano da sociedade, no âmbito socioeconômico e profissional onde se fez necessário o trabalho continuo, principalmente dos profissionais de saúde, o que ocasionou problemas na sua qualidade de vida. Diante disso, o presente trabalho tem como questionamento: “Qual a produção cientifica sobre qualidade dos profissionais de enfermagem no trabalho noturno e na dupla jornada de trabalho no ambiente hospitalar de vida a partir de um estudo bibliográfico?”
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Jornada de trabalho: fator que interfere na qualidade da assistência de enfermagem.

Jornada de trabalho: fator que interfere na qualidade da assistência de enfermagem.

Após estas constatações, e com vistas à melhoria da qualidade da assistência de enfermagem, recomen- dam-se algumas estratégias, como: 1) que sejam reali- zadas reuniões, e estas questões referentes à jornada de trabalho vesus qualidade da assistência da enferma- gem vesus qualidade de vida, sejam expostas e analisa- das; 2) que o profissional avalie os riscos e benefícios em termos de se expor a uma jornada de trabalho longa e duplicada por ter mais de um emprego; 3) que sejam desenvolvidas no ambiente de trabalho motivações profissionais, tais como: momentos de lazer, incentivo à participação em cursos, congressos, maior atenção às necessidades dos funcionários; 4) que o ambiente de trabalho seja favorável às atividades de- senvolvidas; 5) que o quantitativo humano seja suficien- te; 6) que a remuneração seja satisfatória com piso sala- rial compatível com as necessidades de sobrevivência destes profissionais com qualidade de vida evitando que o mesmo tenha longas jornadas de trabalho; 7) que haja valorização profissional; 8) que a jornada de trabalho seja adequada e respeitável à categoria.
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QUALIDADE DE VIDA E NO TRABALHO DE ENFERMAGEM: REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA

QUALIDADE DE VIDA E NO TRABALHO DE ENFERMAGEM: REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA

Objetivo: analisar publicações científicas brasileiras, rela- cionadas à Qualidade de Vida (QV) e QV no Trabalho (QVT) de profissionais de Enfermagem. Método: uma revisão integrativa da literatura, a partir da análise de 18 artigos científicos, publicados em periódicos nacionais, no período de janeiro de 2002 a dezembro de 2011 foi realizada. Re- sultados: existe carência de publicações brasileiras sobre QV/QVT de profissionais da enfermagem; em investigações quantitativas, a QV/QVT apresentou média superior a 50 pontos (escala 0 a 100 pontos); nas investigações qualitati- vas, de modo geral, a QV/QVT, se apresentou insatisfató- ria; a sobrecarga de trabalho e a baixa remuneração influ- enciam negativamente na satisfação e na QV/QVT dos pro- fissionais de enfermagem que atuam em qualquer ambien- te/serviço. Conclusão: é necessário melhorar a QV/QVT em Enfermagem por meio da mobilização de órgãos gestores, de conselhos de classe e de profissionais da Área, para que se desenvolvam estratégias para maior reconhecimento e valorização da Enfermagem brasileira.
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Qualidade de vida no trabalho docente em enfermagem.

Qualidade de vida no trabalho docente em enfermagem.

O trabalho de enfermagem, apreendido como processo, pode ser decomposto em: objeto, meios e instrumentos, e o trabalho em si (2) . Na enfermagem, o objeto de trabalho a ser transformado é corpo humano individual ou coletivo em suas demandas no processo saúde-doença (3) . Os meios e instrumentos são o saber e os equipamentos para o diagnóstico e terapêutica, assim como a força de trabalho é obtida através de seus agentes: enfermeiros, auxiliares e técnicos, e o trabalho em si inclui as formas de organização, divisão e relações no trabalho. As relações no trabalho de enfermagem diferenciam-se de acordo com o processo de trabalho realizado e, assim, o trabalho docente. O ensino é tomado como um processo intelectual e, por isso, mais privilegiado quando comparado com o processo de cuidar, pois as condições de trabalho (jornada, horário de trabalho, salário) são percebidas pelos enfermeiros como mais favoráveis. Porém, tanto no processo de trabalho assistir em enfermagem, como no processo de trabalho ensinar, é reproduzida a inserção da mulher na sociedade, uma vez que, em ambos os processos, essas atividades são tidas como “femininas” (4) .
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Os efeitos nocivos do trabalho noturno na Enfermagem: Uma revisão integrativa

Os efeitos nocivos do trabalho noturno na Enfermagem: Uma revisão integrativa

Muitos profissionais optam pelo trabalho noturno, tendo por principais argumentos dois fatores: o primeiro diz respeito à facilidade para a manutenção de mais empregos e o segundo estaria atrelado ao adicional noturno, entretanto, o trabalho noturno, vem sendo associado a efeitos nocivos à saúde, tais como: irritabilidade, déficit de memória, alterações no sono, estresse, aumento do risco de doenças cardiovasculares, distúrbios digestivos, entre outros.O presente estudo objetivou apresentar uma síntese do conhecimento científico produzido e divulgado em mídia eletrônica acerca dos efeitos nocivos do trabalho noturno da equipe de enfermagem. Trata-se de uma revisão bibliográfica de natureza integrativa, com buscas realizadas nas bases de dados SCIELO e LILACS, por meio dos seguintes descritores: “Enfermagem” e “Trabalho noturno”, tendo como limites de busca publicações no formato de artigos científicos disponíveis em texto completo com livre acesso, escritos em língua inglesa, espanhola e portuguesa, publicados a partir do ano de 2006 até maio de 2014. Durante o processo de analise dos artigos selecionados, um total de 13 artigos foram encontrados e observou-se e agrupou-se uma quantidade significativa de efeitos nocivos que repercutem sobre a saúde dos trabalhadores de enfermagem, sendo os mais citados: problemas com o sono 78,57%, cansaço/fadiga 64,28%, estresse 28,57%, risco cardiovascular e distúrbios gastrointestinais 14,28%. Ao concluir e analisar os dados encontrados, foi observado que o trabalhador noturno deve conhecer os limites físicos do seu corpo para que a realização da atividade não interfira na manutenção de sua saúde e, ao mesmo tempo, não comprometa a qualidade da assistência prestada.
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PREVENÇÕES ERGONOMICAS PELO ENFERMEIRO DO TRABALHO NA EQUIPE DE ENFERMAGEM: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

PREVENÇÕES ERGONOMICAS PELO ENFERMEIRO DO TRABALHO NA EQUIPE DE ENFERMAGEM: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

RESUMO: Esta pesquisa observou os problemas ergonômicos na prática da assistência de enfermagem e as necessidades ergonômicas no ambiente de trabalho, na qual a saúde do profissional de enfermagem pode ser afetada, por imobiliário inadequado, procedimentos e técnicas realizadas no cotidiano, permitindo, assim, ter como objetivo analisar os profissionais de enfermagem na percepção da ergonomia no ambiente laboral. A metodologia se trata de uma revisão integrativa, com abordagem qualitativa, norteada pela questão de pesquisa: Como os profissionais de enfermagem percebem a ergonomia no ambiente laboral? Assim, abrangeu o recorte temporal 2011 a 2014, em que obtivemos 12 artigos da busca, que gerou como resultado a categoria: O ambiente laboral na percepção das dores ergonômicas pelos profissionais de enfermagem. Concluímos que o propósito de realizar a análise ergonômica das atividades dos profissionais de enfermagem auxiliou na compreensão dos problemas ergonômicos e como acontecem na prática assistencial da equipe de enfermagem durante a jornada de trabalho.
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Influências do trabalho noturno no sono dos trabalhadores de enfermagem: revisão integrativa

Influências do trabalho noturno no sono dos trabalhadores de enfermagem: revisão integrativa

Considerando-se os trabalhadores da equipe de enfermagem que cumprem escalas com plantões noturnos em um período que, de acordo com o ciclo circadiano, a pessoa deveria estar em repouso, sabe-se que essas jornadas de trabalho, sobretudo quando prolongadas, podem contribuir para o aumento das queixas de sono com implicações significativas na vida pessoal e profissional. Estudiosos afirmam que dormir é tão importante para manter a saúde quanto ter uma alimentação saudável 2 .

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Quedas em idosos e o trabalho da enfermagem na prevenção: uma revisão integrativa da literatura

Quedas em idosos e o trabalho da enfermagem na prevenção: uma revisão integrativa da literatura

Tendo em vista o aumento da expectativa de vida da população nos últimos anos e das morbidades inerentes ao envelhecimento, quedas se tornam comum entre idosos, nesse sentido é fundamental conhecer e compreender os fatores de risco que predispõe idosos a esse tipo de acidente e as estratégias que competem ao enfermeiro na prevenção de acidentes e agravos a saúde. Dessa forma, a questão norteadora do presente estudo, refere-se à: Quais os fatores de risco associados às quedas em idosos e como o trabalho preventivo da enfermagem pode colaborar para a diminuição desses eventos?
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Relações entre qualidade da assistência de enfermagem: revisão integrativa da literatura.

Relações entre qualidade da assistência de enfermagem: revisão integrativa da literatura.

Ao longo de sua experiência profissional, as autoras acima citadas constataram que, na maioria das vezes, as causas do baixo impacto na atuação do enfermeiro no serviço e na sociedade são resultados do conformismo, da resistência às inovações e da falta de comprometimento com o seu papel. Observaram ainda que muitos enfermeiros resistem às inovações e poucos são os que tomam a iniciativa de adotar uma abordagem gerencial inovadora alicerçada em princípios e indicadores e padrões de qualidade voltados às necessidades pessoais e profissionais dos trabalhadores. Acreditam ainda que com criatividade, persistência e determinação, a satisfação do profissional de enfermagem e o seu trabalho poderão ser melhorados. Defendem que a incorporação de uma nova filosofia na organização também deve ser feita ao nível individual, “pois é a partir da internalização de conceitos e princípios semelhantes que a mudança se inicia”. Recomendam maior incremento nos estudos que enfocam a melhoria da satisfação no trabalho da enfermagem. É preciso atenção à importância de se ouvir os trabalhadores, identificando suas expectativas e COMO podem colaborar no processo de melhorias. Os autores sugerem que a mudança se inicia a partir da atitude individual. Isto não sugere que devemos pesquisar as causas do baixo impacto na atuação do enfermeiro no serviço? Quais são as razões para tanta resistência às mudanças? O que e COMO seria a atuação de enfermagem de alto impacto?
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Qualidade de Vida de Pessoas com Estomias Intestinais Definitivos: uma Revisão Integrativa

Qualidade de Vida de Pessoas com Estomias Intestinais Definitivos: uma Revisão Integrativa

A contribuição do presente estudo ancora- se no fato de que cada vez mais se verificará pessoas com estomias por conta do tratamento da referida doença, portanto, a enfermagem necessita aprofundar as discussões e o conhecimento sobre tal problemática a fim de prestar um cuidado de qualidade. A presença de uma estomia é um fenômeno complexo e multifacetado, por isso não é tarefa simples assistir tal população, e a compilação de dados sobre qualidade de vida e pessoas estomizadas é relevante na prática profissional.
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AUDITORIA EM ENFERMAGEM COMO FERRAMENTA DE QUALIDADE PARA SAÚDE: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

AUDITORIA EM ENFERMAGEM COMO FERRAMENTA DE QUALIDADE PARA SAÚDE: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

de planos de saúde; manter-se atualizado sobre os aspectos científicos da enfermagem e dominar o conteúdo da composição da conta hospitalar (SETZ; D’INNOCENZO, 2009). Diante do exposto, despertou-se o interesse sobre a temática, pois a auditoria possi- bilita uma melhor compreensão do processo de trabalho desempenhado pela equipe de enfermagem e oferece resultados satisfatórios na qualidade da assistência, contribuindo para a disseminação do conhecimento e de sua importância. Este estudo também irá au- xiliar na colaboração para pesquisa do ensino permanente e da qualidade na assistência.
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A qualidade de vida do paciente portador de feridas  neoplásicas: uma revisão integrativa

A qualidade de vida do paciente portador de feridas neoplásicas: uma revisão integrativa

• Entender o modelo para autoimagem (corpo real - como realmente é-, corpo ideal - influenciado pelo meio, quase nunca alcançado - e apresentação corporal - meio termo entre real e ideal – influenciado pela vestimenta, maquiagens etc); e também entender a teoria da transição (Rompimento com a realidade - ex.: o surgimento da ferida-; Incerteza - ausência de lógica, negação, ansiedade-; Reestruturação -aceitação da imagem corporal). Enfermeiros que entendem a jornada de transição são capazes de prestar uma melhor assistência. Aprender a viver com a lesão pode ser considerado a fase de reestruturação, embora muitos pacientes permaneçam na fase da incerteza.
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Gestão da Qualidade Total e enfermagem hospitalar: uma revisão integrativa de literatura.

Gestão da Qualidade Total e enfermagem hospitalar: uma revisão integrativa de literatura.

leitos, no interior do estado do Paraná. Foi feita a aplicação do questionário Index of Work Satisfaction (IWS), traduzido e vali- dado para o Brasil como Índice de Satisfação no Trabalho (IST), em uma população de oito enfermeiros e nove auxiliares de en- fermagem. Os resultados apontaram um IST de 12.08 para en- fermeiros e 11.88 para auxiliares, escores muito baixos segundo o referencial adotado. A partir da implementação de ações de organização do serviço ou trabalho observou-se a elevação do IST. As autoras concluíram que a atuação com base nos princí- pios da GQT melhorou o nível de satisfação da equipe (34) .
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