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Repositórios institucionais de acesso aberto: análise do cenário nos países ibero-americanos

Repositórios institucionais de acesso aberto: análise do cenário nos países ibero-americanos

Os Repositórios Institucionais de acesso aberto surgem como forma de minimizar a falta de visibilidade da produção científica das instituições. O objetivo desta pesquisa consiste em analisar os repositórios institucionais de acesso aberto dos países Ibero-Americanos cadastrados no Registry of Open Access Repositories, por meio da identificação das instituições que mantêm repositórios, da caracterização das coleções e da descrição dos mecanismos de preservação dos documentos. Os procedimentos metodológicos utilizados para a pesquisa são de natureza descritiva, exploratória, documental e quantitativa. Utilizou-se ficha documental como instrumento de coleta de dados e a técnica de estatística descritiva. Dos 180 cadastros no ROAR como repositórios institucionais ou departamentais nos países ibero- americanos, 87 (48,3%) atenderam os critérios de inclusão estabelecidos: a) repositórios com site disponível; b) cadastro único; c) repositório institucional; d) repositórios com o nome ou sigla da instituição na URL; e) repositórios de acesso aberto; e f) repositórios registrados até 2010 inclusive. A maioria (82,7%) dos repositórios institucionais dos países Ibero-Americanos foram desenvolvidos por Universidades. É possível observar que 36,8% (32) têm as bibliotecas e centros de documentação e informação como responsáveis pelo gerenciamento e 83,9% (73) utilizam o software DSpace, e registraram mais de 119 tipos de coleções, sendo que 6,7% (8) das coleções são publicações de caráter cientifico, para o depósito dos documentos 58,6% (51) utilizam o processo de auto-arquivamento pelos autores. Na verificação dos mecanismos de preservação constatou-se que 94,2% (82) estão cadastrados em formato PDF, 90,8% (79) dos repositórios utilizam o serviço de identificador persistente e 47,1% (41) utilizam as licenças Creative Commons.
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Abordagens, estratégias e ferramentas para o acesso aberto via periódicos e repositórios institucionais em instituições acadêmicas brasileiras

Abordagens, estratégias e ferramentas para o acesso aberto via periódicos e repositórios institucionais em instituições acadêmicas brasileiras

Resumo Este ensaio tem por objetivo discutir, de modo sucinto, o movimento do acesso aberto nos dias atuais, procurando-se identificar a diferença entre acesso aberto à literatura científica e acesso aberto ao conhecimento científico. A abordagem do acesso aberto à literatura relaciona-se com o processo de comunicação, enquanto o acesso aberto ao conhecimento científico, com a gestão do conhecimento. Recorre-se à literatura e à experiência pessoal no intuito de identificar e relatar estratégias e ferramentas que têm sido utilizadas em diferentes países e no próprio Brasil. A discussão fundamenta-se em três tópicos considerados basilares para o estudo e a prática com periódicos eletrônicos e repositórios de acesso aberto, que são: as diferenças disciplinares, o sistema de comunicação científica e os modelos de gestão do conhecimento. Parte-se do pressuposto de que as diferenças disciplinares devem nortear as ações e decisões a respeito da criação e manutenção de revistas e repositórios. As primeiras, como veículos efetivos de comunicação científica. Os últimos, como, ferramentas eficientes de gestão do conhecimento.
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Identificação de Diretrizes para Elaboração de Política de Acesso Aberto aos Conteúdos Educacionais Disponibilizados em Repositórios Digitais no Contexto da Educação a Distância

Identificação de Diretrizes para Elaboração de Política de Acesso Aberto aos Conteúdos Educacionais Disponibilizados em Repositórios Digitais no Contexto da Educação a Distância

Porém, há resistência por parte das universidades em implantar repositórios de acesso aberto, pois caso a instituição tenha renome, o material disponibilizado será mais aceito devido ao prestígio do grupo que o produziu, com isso, há preocupação por parte das instituições menores em adquirir uma imagem de baixa qualidade, caso seu conteúdo seja distribuído de forma gratuita. Outras questões são o uso inapropriado dos conteúdos, competição antiética com outras instituições, dificuldade com a justiça referente a questões de propriedade intelectual, fazendo com que algumas instituições prefiram usar apenas materiais de autoria própria em seus cursos, rejeitando os demais conteúdos (LITTO, 2009). A resistência por parte dos pesquisadores em publicar nesses repositórios ocorre pelos seguintes motivos: receio de que os documentos não passem pelo processo de revisão por pares; a submissão do documento no repositório demanda tempo; o documento publicado no repositório facilita o plágio; receio de ceder obrigatoriamente seus direitos autorais à universidade (KING et al., 2006; PINFIELD, 2004).
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REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS DE ACESSO ABERTO: cenário nos países ibero-americanos

REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS DE ACESSO ABERTO: cenário nos países ibero-americanos

RESUMO Os repositórios de acesso aberto surgem como alternativa para aumentar a visibilidade da produção científica das instituições. O objetivo deste artigo consiste em analisar os repositórios institucionais de acesso aberto dos países ibero-americanos cadastrados no Registry of Open Access Repositories, por meio a) da identificação das instituições que mantém repositórios, b) da caracterização das coleções e c) da descrição dos mecanismos de apresentação dos documentos. Os procedimentos metodológicos utilizados são de natureza descritiva, exploratória, documental e quantitativa, utilizando a ficha documental como instrumento de coleta e estatística descritiva para a análise dos dados. Os resultados mostraram que, dos 180 repositórios cadastrados no ROAR como repositórios institucionais ou departamentais dos países ibero- americanos, 48,3% (87) atenderam aos critérios para inclusão no trabalho. Foi possível identificar que 36,8% (32) têm as bibliotecas e centros de documentação e informação como responsáveis pelo gerenciamento, e 83,9% (73) utilizam o software DSpace e registraram mais de 119 tipos de coleções. Na verificação dos mecanismos de apresentação e preservação, constatou-se que 94,2% (82) estão cadastrados em formato PDF, 90,8% (79) dos repositórios utilizam o serviço de identificador persistente, e 47,1% (41) utilizam as licenças Creative Commons.
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Repositórios de Acesso Aberto em Portugal: situação presente, alguns resultados e perspectivas futuras

Repositórios de Acesso Aberto em Portugal: situação presente, alguns resultados e perspectivas futuras

Esta é a lista de todos os arquivos de Acesso Aberto inventariados, sabendo-se contudo que alguns não cumpriam, pelo menos nesse momento, todos os requisitos para serem considerados repositórios OAI/PMH, i.e. Open Access Initiative ⁄ Protocol for Metadata Harvesting (THE OPEN ARCHIVES…, [s.d.]). Nos quadros seguintes designá-los-emos Bibliotecas Digitais; com a designação Repositórios apenas constarão os que permitem a interoperabilidade requerida para o harvesting de dados de acordo com o referido protocolo PMH. Pareceu-nos de interesse, contudo, mencioná-los aqui, dado que todos os seus responsáveis afirmaram estar a considerar, ou ter já mesmo agendado (caso do E3P) a reconfiguração dos sistemas para permitir essa compatibilidade.
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Abordagens, estratégias e ferramentas para o acesso aberto via periódicos e repositórios institucionais em instituições acadêmicas brasileiras

Abordagens, estratégias e ferramentas para o acesso aberto via periódicos e repositórios institucionais em instituições acadêmicas brasileiras

Resumo Este ensaio tem por objetivo discutir, de modo sucinto, o movimento do acesso aberto nos dias atuais, procurando-se identificar a diferença entre acesso aberto à literatura científica e acesso aberto ao conhecimento científico. A abordagem do acesso aberto à literatura relaciona-se com o processo de comunicação, enquanto o acesso aberto ao conhecimento científico, com a gestão do conhecimento. Recorre-se à literatura e à experiência pessoal no intuito de identificar e relatar estratégias e ferramentas que têm sido utilizadas em diferentes países e no próprio Brasil. A discussão fundamenta-se em três tópicos considerados basilares para o estudo e a prática com periódicos eletrônicos e repositórios de acesso aberto, que são: as diferenças disciplinares, o sistema de comunicação científica e os modelos de gestão do conhecimento. Parte-se do pressuposto de que as diferenças disciplinares devem nortear as ações e decisões a respeito da criação e manutenção de revistas e repositórios. As primeiras, como veículos efetivos de comunicação científica. Os últimos, como, ferramentas eficientes de gestão do conhecimento. Palavras-chave acesso aberto à literatura científica; acesso aberto ao conhecimento científico; periódicos científicos eletrônicos de acesso aberto; repositórios institucionais; diferenças disciplinares; modelo de comunicação científica; modelo de gestão do conhecimento científico.
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Acesso aberto à informação científica: diretrizes, políticas e modelos de repositórios científicos para Moçambique

Acesso aberto à informação científica: diretrizes, políticas e modelos de repositórios científicos para Moçambique

O levantamento realizado, em Outubro de 2016, nos directórios de registo de repositórios e revistas científicas de acesso aberto, ROAR, openDOAR , assim como, nos sites oficiais das próprias IESI e desenvolvedores do Dspace , E-prints e OJS, principais ferramentas tecnológicas utilizadas para a criação de RIs e RCs, indicou a existência de três RIs (o Repositório Interinstitucional “Saber”, gerido pela UEM, o Repositório da UCM e o Repositório Multinacional IAPRA - Irish African Partnership Research Archive – mantido pela Dublin City University , da Irlanda e, de duas RCs online , que usam a plataforma OJS, nomeadamente, a Revista Científica da Universidade Eduardo Mondlane (RC-UEM), criada em 2012 e a Revista Electrónica de Investigação e Desenvolvimento (REID), da UCM, lançada em 2013. Em termos de RI e RC activos e disponibilizados via plataformas online de acesso livre, os resultados indicam que somente a UEM e a UCM, possuiam essas plataformas instaladas e operacionais até ao período de levantamento de dados nos sites ROAR, openDOAR , Dspace, Eprints e OJS. Mas, por outro lado, a pesquisa feita nos sites oficiais das IESI, indicou existirem iniciativas de criação de revistas de acesso livre, publicados em formato impresso mas também disponibilizados integralmente no formato PDF em seus sites. São os casos da Revista do Instituto Nacional da Saúde, da Revista do Instituto de Investigação Pesqueira e das Revistas da Universidade Pedagógica, apenas para citar alguns exemplo. A razão fundamental, segundo percebeu-se nos contactos feitos a algumas destas IESI que possuem revistas nestes moldes, está relacionada com dificuldades técnicas, em alguns casos, e em outros, também associa-se a exiguidade orçamentária para a criação de condições infraestruturais, para a implementação das plataformas Dspace e OJS, em suas instituições.
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Repositórios Institucionais de Acesso Aberto das Instituições Federais de Ensino Superior do Sul do Brasil

Repositórios Institucionais de Acesso Aberto das Instituições Federais de Ensino Superior do Sul do Brasil

Esse estudo tem como objetivo principal analisar qual a situação dos repositórios digitais das Instituições Federais de Ensino Superior do Sul do Brasil. Os objetivos secundários são: a) identificar as instituições que possuem repositórios institucionais; b) Descrever as características dos repositórios, c) Apontar quais os mecanismos de recuperação dos documentos disponíveis. Para tanto, utiliza-se de uma pesquisa exploratória e descritiva, a partir de uma pesquisa bibliográfica e documental, com abordagem quantitativa. Como resultado, foram encontradas 16 instituições federais de ensino superior nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, dos quais cinco possuem repositório institucionais de acesso aberto: Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Universidade Federal do Rio Grande, Universidade Federal de Pelotas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Universidade Federal de Santa Catarina. Conclui-se que a maioria das Instituições Federais de Ensino Superior do Sul do Brasil não possui um repositório institucional, que o Rio Grande do Sul representa o estado com maior número de repositórios e, também, os que disponibilizam o maior número de documentos, além de serem os com maior visibilidade. Existem problemas na organização e disponibilização de documentos em alguns repositórios, e a falta de documentos em outros formatos além do textual. A maior parte das instituições não disponibiliza nenhum link para o repositório em seu portal principal. E, enfim, a maioria dos repositórios aqui estudados utiliza apenas as opções padrão de recuperação de informações do software Dspace, o qual é utilizado por todos os repositórios do Sul do Brasil.
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Acesso aberto a dados de pesquisa no Brasil: mapeamento de repositórios,  práticas e percepções dos pesquisadores e tecnologias

Acesso aberto a dados de pesquisa no Brasil: mapeamento de repositórios, práticas e percepções dos pesquisadores e tecnologias

O Acesso Aberto a Dados de Pesquisa (AADP) tem crescido significativamente em todo o mundo, nos últimos anos; entretanto, ainda é incipiente no Brasil. Este artigo apresenta o projeto RDP Brasil, uma parceira entre a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Universidade Federal do Rio Grande (FURG). O projeto foi dividido em cinco etapas: mapeamento de serviços e potenciais usuários de AADP em instituições brasileiras; desenvolvimento de portal web para reunião da comunidade nacional interessada em AADP; levantamento dos serviços e das soluções tecnológicas existentes para compartilhamento de dados; e proposta de solução tecnológica que atenda aos usuários identificados no estudo. Os resultados demonstraram que iniciativas institucionais de AADP ainda são escassas no Brasil; que há receptividade dos pesquisadores brasileiros à ideia do compartilhamento e do reúso de dados, contudo há desconhecimento e falta infraestrutura nas instituições; que as soluções tecnológicas existentes oferecem grande número de opções e, portanto, devem ser constantemente monitoradas; e que a implementação de pilotos de repositórios de dados de pesquisa é viável, no curto prazo. Conclui-se que o projeto foi pioneiro em investigar pesquisadores brasileiros de todas as áreas do conhecimento sobre AADP, trazendo contribuições relevantes para iniciativas governamentais, como o compromisso assumido entre o Brasil e a Open Government Partnership (OGP). No entanto, evidencia-se a necessidade de ampliação das investigações sobre o tema e de esforços públicos para promover e consolidar iniciativas.
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Repositórios institucionais e acesso aberto

Repositórios institucionais e acesso aberto

• Depósito das publicações de resultados científicos, que sejam sujeitas a revisão por pares ou outra forma de revisão científica, num dos repositórios em acesso aberto do RCAAP logo que possível, de preferência por altura da aceitação da publicação.

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Como gerenciar e ampliar a visibilidade da informação científica brasileira : repositórios institucionais de acesso aberto

Como gerenciar e ampliar a visibilidade da informação científica brasileira : repositórios institucionais de acesso aberto

Com base nesses atributos, todo repositório institucional de acesso aberto pode ser considerado um tipo de biblioteca digital, mas nem toda biblioteca digital pode ser considerada um repositório institucional. Embora não haja na literatura discussão conceitual acerca das diferenças ou similaridades entre repositórios institucionais e bibliotecas digitais, assume-se aqui, para efeito didático, que, no contexto do acesso aberto, há diferenças entre os dois tipos de iniciativas. Como expresso anteriormente, repositórios institucionais de acesso aberto à informação científi ca lidam exclusivamente com a produção intelectual de uma instituição. Portanto, não se prestam à aquisição e ao armazenamento de conteúdos externos à instituição ou conteúdos de outra natureza (por exemplo: documentos administrativos), como pode ser o caso de bibliotecas digitais. O autoarquivamento (o depósito de conteúdos pelos dos próprios autores ou mediador) e a interoperabilidade também constituem atributos que devem existir em um repositório institucional, mas não necessariamente em uma biblioteca digital. Outro aspecto que os diferencia é a maneira como softwares de repositórios institucionais são desenhados, pois pauta-se nas peculiaridades que envolvem os processos de gestão da informação científi ca e, sobretudo, nas características dos processos de comunicação científi ca. Bibliotecas digitais, por sua vez, não necessariamente devem estar ligadas a esse contexto. Então, as características mencionadas devem estar necessariamente presentes em um repositório institucional para que seja considerado como tal, e não necessariamente em uma biblioteca digital para ser considerada como biblioteca digital.
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Competências digitais, qualificação e empregabilidade: mapeamento dos documentos em português com acesso aberto indexados no RCAAP em repositórios portugueses

Competências digitais, qualificação e empregabilidade: mapeamento dos documentos em português com acesso aberto indexados no RCAAP em repositórios portugueses

Historicamente, o projeto RCAAP teve o seu início formal em 2008, visando “facilitar o acesso a conteúdos de acesso aberto existentes nos repositórios portugueses, disponibilizando um serviço de alojamento de repositórios” (cf. Carvalho, Truta e Príncipe, 2015). Trata-se, pois, de uma iniciativa com génese na evolução do movimento de Acesso Aberto em Portugal com o objetivo de recolha, agregação e indexação dos conteúdos científicos em acesso aberto (ou acesso livre) existentes nos repositórios institucionais das entidades nacionais de ensino superior, revistas científicas associadas e outras organizações de Investigação & Desenvolvimento (I&D). O portal RCAAP 5 , designação da interface web do projeto, “integra num sistema coerente de metadados” (Carvalho, Moreira e Saraiva, 2013, p. 160) os repositórios científicos de Acesso Aberto de todas as instituições portugueses, mas também de congéneres brasileiras. Desta forma, o acervo disponibilizado encontra-se em formato digital e pode ser consultado e obtido através de pesquisas online .
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ACESSO ABERTO E DIREITOS AUTORAIS: EQUILÍBRIOS NUM «ADMIRÁVEL MUNDO NOVO» – BIBLIOTECAS E REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS DAS UNIVERSIDADE DO ALGARVE E DE ÉVORA

ACESSO ABERTO E DIREITOS AUTORAIS: EQUILÍBRIOS NUM «ADMIRÁVEL MUNDO NOVO» – BIBLIOTECAS E REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS DAS UNIVERSIDADE DO ALGARVE E DE ÉVORA

Naturalmente, os regulamentos dos repositórios institucionais criados preocuparam-se, não só com a função de conservação e divulgação da produção científica ali depositada, bem como com a salvaguarda dos direitos autorais. Neste prepósito podem os seus autores, no acto do depósito, determinar se esse depósito - por sua natureza integral - ficará em acesso aberto ou não, e neste caso, que parte poderá ficar consultável, ou imprimível, e durante quanto tempo deverá existir esse embargo, etc..

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Comunicação da ciência, acesso aberto do conhecimento e repositórios digitais o futuro das comunidades lusófonas e ibero-americanas de Ciências Sociais e Humanas

Comunicação da ciência, acesso aberto do conhecimento e repositórios digitais o futuro das comunidades lusófonas e ibero-americanas de Ciências Sociais e Humanas

5. Repositórios digitais de acesso aberto do conhecimento e museus virtuais António Castillo entende que é problemático o desafio que o mundo latino-ame- ricano tem diante de si para credibilizar e indexar as suas revistas científicas (Cas- tillo et alii, 2012). Propulsados pelo inglês como língua hegemónica, o processo de indexação das revistas científicas e o fator de impacto, aliados à necessidade de “sobreviver na selva académica”, têm conduzido a práticas científicas perversas, que estão a destruir a integridade da ciência e das universidades (Martins, 2015 b; Nóvoa, 2014). Veja-se, a este propósito, Allen Wihite e Eric Fong (2015), quando denunciam “a manipulação de citações”; e também, o bibliotecário e ativista Jeffrey Beall (2015), manifestando-se contra “os editores predatórios”. Na expressão, um tanto hiper- bólica, de George Monbiot (2011) ao The Guardian, os editores de ciência são “os capitalistas mais implacáveis no mundo ocidental”. Foi, aliás, o custo exorbitante do conhecimento, que levou Tim Gowers (2012) a desencadear o movimento de boicote a revistas, como as da Elsevier, e à adoção de outras formas de publicação.
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Definição de metadados para registros de áudio em repositórios digitais de acesso aberto

Definição de metadados para registros de áudio em repositórios digitais de acesso aberto

Introdução: A Biblioteca/CIR da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP/ USP) está desenvolvendo um repositório digital para a área da saúde pública, e possui uma coleção de áudios produzidos pela própria instituição, denominada Audioteca. O objetivo deste trabalho é definir metadados para registros de áudio em repositórios digitais de acesso aberto, garantindo que essas informações tenham maior visibilidade no extenso universo da internet. Método: Foram selecionados registros de áudio das bases Dedalus e LILACS e identificados os metadados dessas bases, que utilizam os formatos MARC21 e Metodologia LILACS, respectivamente. Em seguida, estabeleceu-se um escopo mínimo de metadados no esquema Dublin Core (DC), que correspondiam aos metadados dos formatos anteriores. Em uma etapa final, utilizou-se a possibilidade de adaptação do DC para a criação dos metadados com base em estudo da Library of Congress, além de refinamentos que atendiam as necessidades específicas da instituição e da coleção Audioteca, entre eles o entrevistador, o editor de som, e termos técnicos tais como o áudio bits. Resultados: O resultado deste trabalho é um formulário específico para os materiais de coleções de áudio, mantendo a compatibilidade e interoperabilidade do esquema Dublin Core. Conclusão: Dar visibilidade às coleções de áudios, que podem ser veiculadas por programas de rádios comunitárias e educativas, vai ao encontro do papel de promoção de pesquisas das instituições e contribui para a construção da cidadania.
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A visibilidade no Google Scholar dos repositórios digitais de acesso aberto brasileiros e portugueses

A visibilidade no Google Scholar dos repositórios digitais de acesso aberto brasileiros e portugueses

Orduña-Malea e López-Cózar (2014) também afirmam que os repositórios são um dos componentes-chave do acesso aberto. Para sustentar a afirmativa os autores citam o estudo de Archambault, no qual foi identificado que mais de 75% dos artigos disponíveis em acesso aberto na Internet estão nessa condição por meio de repositórios e não pelas próprias revistas. Além disso, destacam a importância da visibilidade dos repositórios na web, pois isto “é essencial para garantir que o conteúdo que eles armazenam permita o acesso aberto efetivamente verdadeiro para a comunidade” (p.2, tradução nossa). Diante da questão, Orduña-Malea e López-Cózar (2014) realizaram um estudo para determinar a visibilidade e o impacto no Google e no Google Scholar dos repositórios institucionais da América Latina listados no Ranking Web of Repositories. Como um dos resultados, identificaram baixa quantidade de arquivos PDF coletados pelo Google Scholar, corroborando assim com os resultados do estudo de Arlitsch e O’Brien.
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CNPq e o acesso aberto à informação científica

CNPq e o acesso aberto à informação científica

Quanto ao comportamento para auto-arquivamento, a pesquisa acima mostrou que quase a metade dos respondentes auto-arquivou, no mínimo, um artigo durante os últimos três anos em pelo menos uma das três formas possíveis: depósito de uma cópia em repositório institucional (ou departamental), em um repositório temático ou na página institucional ou pessoal. A web pessoal tem sido a preferida para mais de 27% dos respondentes. Entretanto, constatou-se que o uso de repositórios institucional ou temático tem aumentado em quase 60% nos últimos anos. A pesquisa mostrou também que os artigos já publicados (após revisão por pares) são mais freqüentemente depositados do que os preprints (antes da revisão por pares), com exceção na comunidade de físicos e computação. A atividade de auto- arquivamento é maior entre os autores mais prolíficos, isto é, aqueles que publicam um grande número de papers. Alguns autores expressaram relutância para o auto-arquivamento por causa das possíveis dificuldades técnicas para executar esta atividade. Outros (10%) tinham receio de infligir acordo de copyright com os editores, revelando total desconhecimento das políticas editoriais na base SHERPA/RoMEO. Comunicar os resultados aos pares permanece a razão primária, ou seja, eles publicam para ter impacto em seus campos de pesquisa. Entretanto, no momento de localizar artigos de interesse, quase a totalidade dos autores (98%) usa alguma forma de serviço bibliográfico em arquivos fechados, como as website dos editores. Apenas uma proporção pequena dos autores usa os buscadores especializados “OAI” para navegar sobre os repositórios de acesso aberto. Essa pesquisa também revelou que a vasta maioria dos autores (81%) está disposta a cumprir mandato de seus empregadores ou de suas agências de financiamento à pesquisa para o auto- arquivamento de cópia de seus artigos em repositório institucional ou temático.
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Artigos de periódicos em acesso aberto: citações distribuídas em repositórios institucionais

Artigos de periódicos em acesso aberto: citações distribuídas em repositórios institucionais

citantes. Nesta etapa será selecionado o RI que fornecerá os dados dos artigos de periódicos para os quais se pretende verificar o impacto por meio das citações distribuídas e os repositórios de onde serão extraídos os dados dos documentos citantes. Será realizada uma análise dos índices e esquema de metadados dos repositórios selecionados, a fim de identificar possível incompatibilidade na descrição dos tipos de documentos. A seguir, será realizado o download do texto completo dos potenciais documentos citantes e a conversão do formato original para um formato que permita ser analisado, por exemplo: PDF (Adobe Portable Document Format) para ASCII (American Standard Code for Information Interchange) ou de HTML (HyperText Markup Language) para XML (Extensible Markup Language). 2) Análise - abrange procedimentos para encontrar, na seleção dos tipos de documentos citantes, a lista de referências e, posteriormente, identificar os elementos que a compõem. Neste contexto, pode-se identificar e isolar a frase ou frases com as quais o autor se referiu ao artigo citado.
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Repositórios digitais institucionais: um viés pela lei de acesso à informação

Repositórios digitais institucionais: um viés pela lei de acesso à informação

As universidades, como espaços de produção e transferência do conhecimento científico, concentram o trabalho de docentes e pesquisadores, gerando vários estudos, em diversas áreas, que precisam ser disseminados e usados para garantir o progresso da ciência. Os Repositórios Institucionais (RIs) de Acesso Aberto surgem para atender essa necessidade de favorecer maior divulgação, até então impedida pelos custos de acesso às revistas científicas, sobretudo nos países da Europa e nos EUA. No Brasil, a preocupação com o Acesso Aberto é mais recente: data de 2005; mas a partir de 2011 ganha impulso, com a instituição da Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011). A lei objetiva estender, dar transparência e acelerar o acesso à informação ao público em geral, tornando as instituições mais visíveis, com relevância social e econômica, demonstrando assim o valor público de suas atividades. Diante desse cenário, muitas instituições no Brasil estão se esforçando para sistematicamente disponibilizar o acesso às informações de todo tipo que geram (produção de caráter artístico, tecnológico, acadêmico, científico e cultural da organização). Isso inclui a denominada Literatura Cinzenta, que são relatórios técnicos, de pesquisa, publicações governamentais, traduções avulsas, preprints, dissertações, teses e literatura originada de encontros científicos, como os anais de congressos. Nesta circunstância, a comunidade científica e a comunidade funcional das instituições podem se apoiar nessa ferramenta (RI), que possibilita a recuperação, a disseminação, a preservação da memória institucional e o acesso para outras universidades e para a sociedade brasileira. Neste contexto, a proposta de pesquisa teve como tema geral o Acesso Aberto, e seu objeto de estudo são o conceito e as políticas relacionados aos Repositórios Institucionais (RIs
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Acesso Aberto @ISCTE-IUL

Acesso Aberto @ISCTE-IUL

Quando analisamos os fatores que levam os investigadores a depositar os seus trabalhos em repositórios e, de forma mais específica, quando procuramos in- terpretar o reduzido número de documentos depositados (quando comparado com o número de artigos publicados) devemos igualmente considerar aspetos relacionados com a comunicação e marketing dos próprios repositórios. Temos de admitir como válida a hipótese de que tal resulta do desconhecimento de muitos investigadores e docentes quanto à existência de um Repositório na ins- tituição a que estão vinculados. Neste sentido devem ser interpretados os re- sultados obtidos no ISCTE-IUL em que 75,5% dos respondentes declaram não Ter conhecimento da existência de uma política de acesso aberto à produção científica e apenas 24,5% respondem afirmativamente.
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