Top PDF Rios da Bacia Amazônica. I. Afluentes do rio Negro.

Rios da Bacia Amazônica. I. Afluentes do rio Negro.

Rios da Bacia Amazônica. I. Afluentes do rio Negro.

la 3 , na qual exemplificamos com três rios com altos teores de intensidade de cor ema teríal riúmico para menores concentrações de ferro total , e três rios com menores cor -1 centra[r]

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INFLUÊNCIA DAS ÁGUAS AMAZÔNICAS NO COMPROMISSO OSMORRESPIRATÓRIO EM OSTEOGLOSSIFORMES

INFLUÊNCIA DAS ÁGUAS AMAZÔNICAS NO COMPROMISSO OSMORRESPIRATÓRIO EM OSTEOGLOSSIFORMES

17 formar uma barreira hidrográfica que restringe a dispersão das espécies, o que perfitiu ao longo da história filogenética de algumas espécies, a especiação alopátrica (LOVEJOY & DE ARAUJO, 2000; HUBERT & RENNO, 2006; WILLIS et al., 2007). DUNCAN & FERNANDES (2010) estudaram o efeito dessa barreira hidrográfica em arraias Potamotrigonidae e segundo os autores a tolerância à ambientes ácidos e diluídos de BW se dá pela morfologia branquial (DUNCAN et al., 2010) e caractecterísticas fisiológicas (WOOD et al., 2002) destes animais. Outros estudos têm sido realizados em busca de uma melhor compreensão da relação entre a distribuição dos peixes e as características físicas e químicas da água dos rios da bacia Amazônica. GONZALEZ & WILSON (2001) compararam o padrão de regulação iônica de Paracheirodon axelrodi e Pterophyllum scalare expostos à BW do rio Negro; WOOD et al. (2002) analisaram os mecanismos de transportes iônicos do elasmobrânquio estenohialino Potamotrygon sp., endêmico do rio Negro; MATSUO & VAL (2007) investigaram o possível papel de ácidos húmicos nos fluxos de Ca 2+ em
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Empobrecimento e podzolização de solos lateríticos da bacia do Rio Negro e gênese dos podzóis na alta Bacia da Amazônia

Empobrecimento e podzolização de solos lateríticos da bacia do Rio Negro e gênese dos podzóis na alta Bacia da Amazônia

Este estudo vem contribuir para um melhor conhecimento dos meios podzolizados amazônicos. Estes meios extremos (encharcamentos prolongados, resíduos arenosos pouco férteis, forte acidez das águas, fraca atividade e diversidade biológicas) associados a paisagens insólitas de grande beleza, mas de interesse econômico limitado, são particularmente bem desenvolvidos na parte norte da alta bacia amazônica, que recebe os maiores volumes de precipitação pluviométrica da bacia. Eles cobrem um terço da superfície da bacia do Rio Negro. Essa bacia, com uma superfície de 600.000 km 2 , apresenta a maior concentração de rios de águas negras e exporta por isso quantidades consideráveis de matéria orgânica e metais para o oceano. Os processos e funcionamentos associados à dinâmica evolutiva destes podzóis na paisagem nos chamaram a atenção. Estes processos e funcionamentos foram estudos tanto nas escalas locais, em posições-chave destas paisagens, quanto em escalas regionais, visando reconstituir a evolução dinâmica dos podzóis em um contexto geodinâmico mais global, associado à formação dos Andes e às grandes superfícies de erosão da bacia sedimentar. Essa démarche multiescalar e fortemente pluridisciplinar nos conduziu a utilizar abordagens diversificadas para obtenção dos dados. Essas abordagens se iniciaram pelas análises espectroscópicas para a caracterização das fases minerais do solo e terminaram com o estudo de produtos do sensoriamento remoto para a identificação das principais unidades de paisagem e dos grandes conjuntos estruturais da bacia do Rio Negro, sem deixar de lado, é claro, a abordagem estrutural, essencial para o reconhecimento das organizações pedológicas na escala de campo. Como já assinalado na Introdução, os documentos cartográficos do Projeto RadamBrasil foram decisivos para a escolha dos sítios de estudos e para o reconhecimento das grandes unidades estruturais da bacia. Na escala dos perfis de alteração e das seqüências de solos, abordagens geoquímicas acopladas a cálculos de funções de transporte permitiram a constatação de importantes perdas de matéria durante a transformação ou degradação das coberturas lateríticas.
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A cheia de 2009 na Amazônia Brasileira

A cheia de 2009 na Amazônia Brasileira

utilizando-se média móvel de 8 dias e assim foi gera- da uma série de gradiente médio da variação de cota a cada 8 dias, aqui denominado DH/DT (8) . Este intervalo, de pouco mais de uma semana, foi adotado para que se pudesse retirar o ruído diário, priorizando os sinais mais facilmente correlacionáveis com o tempo de translação da onda de cheia entre as estações, bem como para que se fi casse compatível com os dados semanais dispo- níveis de ROL, aqui denominada de ROL (8) . A análise de Radiação de Onda Longa é referente à anomalia de 2009 em relação à série histórica dos dados gerados pelo Satélite AQUA, em torno de 6 anos. Para a análise de anomalia de ROL (8) foram utilizadas mais duas esta- ções (Serrinha e Porto Velho) localizadas mais a norte e sul da bacia, com a fi nalidade de se verifi car indícios de chuvas na parte montante desses rios (Rio Negro e Madeira), o que infl uencia no nível e descarga na calha principal. Vale ressaltar que estes dados de radiação de onda longa, oriundas do sensor AIRS, correspondem a observações sobre a região mais próxima de cada um dos sítios analisados, sendo representativo de uma área correspondente a 1º x 1º.
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Distribuição longitudinal de adultos de Odonata em riachos no Cerrado: uma hipótese ecofisiológica

Distribuição longitudinal de adultos de Odonata em riachos no Cerrado: uma hipótese ecofisiológica

das espécies de Odonata ocupou ou predominou em trechos particulares do rio, e que poucas espécies (tais como Synlestes weyersi Selys) foi encontrada esporadicamente. Em geral, as espécies encontradas em um local particular podem ser somente um subconjunto da fauna da área, determinado pelo tipo de corpo d`água (lêntico, lótico, com ou sem vegetação, temporário ou permanente, características do substrato). Bojsen & Jacobsen (2003) estudando os efeitos do desflorestamento na diversidade e estrutura de comunidades de macroinvertebrados, constatou maior densidade relativa de predadores relacionados à quantidade de liteira. No entanto, o autor ressalta que condições hidráulicas, mais do que da cobertura vegetal poderiam explicar seu resultado. Naquele estudo, a abundância de substrato e presas foi mais estável em rios com alta presença de liteira. Por outro lado, Nessimian et al. (1998), analisando a composição de macroinvertebrados bentônicos no Rio Negro, atribuíram o aumento de predadores durante o recuo das águas no período de águas baixas ao número de presas disponíveis no sistema.
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Estud. av.  vol.24 número68

Estud. av. vol.24 número68

Até meados do século XX, a regionalização dos vastíssimos espaços da Ama- zônia Brasileira era quase exclusivamente baseada no nome dos grandes e médios rios, afluentes do Amazonas. O escritor e educador Abguar Bastos, falando para alunos e professores da USP (Departamento de Geografia), sublinhava a toponí- mia regional pragmática que envolvia os eixos dos principais cursos d’água e suas respectivas e alongadas bacias hidrográficas. Na realidade, exceção feita em rela- ção à Bragantina e sua antiga ferrovia (Belém-Bragança), assim como o conjunto das cidades amazônicas da margem esquerda do médio rio (Rio Trombetas, Rio Paru do Oeste, Rio Maicuru), situadas em beiradas altas de tabuleiros acidentados (Alenquer, Óbidos e Monte Alegre). Todas as outras regiões recebiam nomes de rios e afluentes. A saber, rios da geração Xingu (Tapajós, Xingu, Tocantins), assim designado no projeto Radam; fato que nos anima também a identificar os rios da geração Purus (Juruá, Purus e Madeira), além dos rios, já citados, da geração Trombetas na margem esquerda do Médio Amazonas. Sem falar dos rios transi- cionais e afluentes laterais de cada uma dessas bacias hidrográficas assim agrupa- das; por fim, o grande Rio Negro, acrescido do seu opósito por cores, o grande Rio Branco proveniente de Roraima.
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Influence of physical and chemical characteristics of soils in the hydrobiogeochemical cycle of mercury in the Rio Aracá - AM.

Influence of physical and chemical characteristics of soils in the hydrobiogeochemical cycle of mercury in the Rio Aracá - AM.

Os rios de águas pretas (p.e. rio Negro) têm suas nascentes nos escudos arqueados das Guianas ou nos sedimentos terciários da Bacia Amazônica, com relevo suave no solo. Como os processos erosivos são pouco intensos, a quantidade de sedimentos transportada é bai- xa. A presença de lorestas alagáveis e imensos areais nas áreas de captação desses rios contribui para serem muito ácidos (pH 3,8-4,9) e com coloração escura devido ao elevado teor de matéria orgânica dissolvida. Suas planícies são geralmente arenosas e oligotróicas.

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Entre tradições e modernidade: conhecimento ecológico local, conflitos de pesca e manejo pesqueiro no rio Negro, Brasil.

Entre tradições e modernidade: conhecimento ecológico local, conflitos de pesca e manejo pesqueiro no rio Negro, Brasil.

INstItuIçõEs loCAIs dE MANEjo PEsquEIRo Nos sistemas de manejo, as instituições são as regras-em- uso que controlam o uso dos recursos (Ostrom, 1990). As instituições locais de uso e manejo dos recursos naturais, como os rios e a floresta, são embebidas em um conjunto de práticas e princípios ético-morais entre as populações amazônicas (Reichel-Dolmatoff, 1976; Smith, 1981, 1983). Como exemplo, as ‘mães de peixe’ representam entidades associadas à proteção dos peixes no rio Negro (“(...) todo pescador um dia vê uma visão, é a mãe de peixe que aparece”). A cobra grande (sucuri), o poraquê e o muçum aparecem em diversas narrativas como tais entidades protetoras. Dois pescadores Baniwa, da ilha do Chile, relataram que a mãe do tucunaré- tauá é a sucuri: “ela fica enrolada no rabo dele quando está desovando, pra ninguém tirar a ova dele…”. O tucunaré-paca, tucunaré-podrão ou sarabiano (Cichla temensis), maior entre seus congêneres, é rejeitado para consumo por ter contato com a cobra: “(...) tucunaré sarabiano é filho de açu, tem muita gente que não come, ele tem contato com a cobra, eu já vi a cobra dentro da boca dele, eles a chamam de mãe de peixe, ela é vermelha e preta (...) a gente não faz questão de pegá-lo, quando sai da água já sai meio podre” (pescadores da ilha do Chile, 02-08-2005).
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A seca de 2018 no alto rio negro e os impactos a população / 2018 dry on high river river and impacts on population

A seca de 2018 no alto rio negro e os impactos a população / 2018 dry on high river river and impacts on population

A população do município depende principalmente de transporte por vias fluviais, e não é incomum as famílias fazerem viagens que podem durar até mais de uma semana para poderem ir até a cidade fazer compras de insumos básicos e acessar serviços públicos. Em geral, a população indígena de São Gabriel é dividida entre povos dos rios, que habitam as margens dos rios principais e têm um modo de vida bastante ligado à agricultura e à pesca, além que também utilizem e manejem muitas frutas do mato; e os povos da floresta, que tradicionalmente habitam mais os interflúvios, têm maior mobilidade no território e são mais especialistas em recursos como caça, frutos silvestres e insetos (Cabalzar, 2006).
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Bol. Mus. Para. Emílio Goeldi. Ciênc. hum.  vol.4 número1

Bol. Mus. Para. Emílio Goeldi. Ciênc. hum. vol.4 número1

Como o seu nome indica, o “Roteiro...” foi elaborado pelo autor com o propósito de guiar os viajantes pelos rios do sertão amazónico, as capitanias do Pará e Rio Negro compreendidas, e assim fornecer-lhes informações gerais, úteis e concisas, mas importantes, práticas e precisas sobre a constituição do labirinto hidrográfico amazónico, tipos de ocupação e locais de povoamento, ligações entre rios, furos e igarapés, comunicações com outras regiões e países, rotas a seguir para uma melhor brevidade e segurança de viagem, dificuldades e perigos de navegação e formas de os contornar. Esclarecimentos de geografia natural cruzam-se com dados de geografia humana, antropologia, política, economia, no sentido de elucidar o viajante sobre quais os povos que habitavam a região, - e características identificadoras de cada grupo, grau de tolerância/proximidade com os colonos, língua, prática de antropofagia, endofagia ou circuncisão, descrição de armas, utilização de venenos -; bem como as principais produções naturais passíveis de exploração económica, ou seja e parafraseando Jack Greene, “os atributos físicos da colónia”.
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MAPEAMENTO DAS UNIDADES DE PAISAGEM NATURAL NA BACIA DO RIO DEMINI, AFLUENTE DO RIO NEGRO – AM

MAPEAMENTO DAS UNIDADES DE PAISAGEM NATURAL NA BACIA DO RIO DEMINI, AFLUENTE DO RIO NEGRO – AM

O trecho situado na margem oposta do Rio Demini, em relação ao transecto estudado, trata-se de uma planície de inundação ocupada por prováveis florestas de Igapó (Floresta Ombrófila Aberta Aluvial). Segundo Wittmann et al., (2010), estes ecossistemas estão relacionados às planícies de inundação dos rios de água preta. Embora o Rio Demini não possua a água totalmente preta, pois a algumas dezenas de quilômetros a montante da área de estudo ele drena o Escudo das Guianas, muitos de seus igarapés drenam Espodossolos na região estudada, fazendo com que este rio tenha água de cor intermediária entre os rios de água branca e os rios de água preta. Não obstante, não foi possível diferenciar, por meio do NDVI, as florestas de igapó das campinaranas florestadas.
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As diferentes formas de relação patrão /freguês : os Yanomamɨe os regatões na exploração de piaçaba em Barcelos, Médio Rio Negro

As diferentes formas de relação patrão /freguês : os Yanomamɨe os regatões na exploração de piaçaba em Barcelos, Médio Rio Negro

Seda Gabriel, junto com Alberto “Cutia” e “Zeca” é um dos únicos regatões de Barcelos que trabalha com os Yanomamɨ. Apesar de ser considerado regatão nas “comunidade de brancos” do Rio Padauiri, há situações nas quais, na cidade de Barcelos, em reuniões da Cooperativa de Piaçabeiros do Médio e Alto Rio Negro - a Coopiaçamarin (que, apesar do nome, foi fundada por e representa os interesses dos atravessadores da piaçaba, regatões e patrõezinhos com menos capital que trabalham em diversos rios e igarapés do município), ele precisa reivindicar a condição de regatão, sendo apontado por demais comerciantes e membros da Coopiaçamarin como mais um patrão. Seda possui seu próprio barco de motor de centro, tem autonomia para montar sua carga de mercadorias para as viagens ao Padauiri junto aos comerciantes que escolher e não está comprometido por dívidas com um único patrão exportador, para o qual teria de vender toda a sua carga da piaçaba por este ter-lhe financiado a totalidade da carga de mercadorias trocadas no rio. Seda, segundo suas próprias palavras, “deve para todo mundo”. Tem dívidas com o posto de gasolina, com mercados, com lojas de atacado. E gerencia estas dívidas da sua maneira, arcando com seus erros e acertos. Sua situação contrasta bastante com a de “Carote”. Descrevo aqui sua atuação e sua condição para melhor contextualizar as diferentes facetas que podem ser tomadas pela atividade de aviamento de mercadorias em troca de piaçaba no Rio Padauiri. Nosso encontro com ele se deu quando Alberto “Cutia”, atracado na Cachoeira da Aliança, desceu para o rio Tabaco, para finalmente pegar a chata que mandara construir em Nova Jerusalém. Este regatão estava atracado na boca deste rio, que desagua no Padauiri, esperando que lhe trouxessem uma carga de piaçaba retirada por um grupo de piaçabeiros de Nova Jerusalém. Não haverá mais referências a este personagem ao longo deste capítulo.
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Rios da bacia amazônica II. Os afluentes do rio Branco (*).

Rios da bacia amazônica II. Os afluentes do rio Branco (*).

Método para investigações comparativas sobre materiais humicos nas aguas naturais da Região Amazônica.. Boletim do INPA[r]

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AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA E AUTODEPURAÇÃO DOS RIOS DA BACIA DO RIO PIRACICABA

AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA E AUTODEPURAÇÃO DOS RIOS DA BACIA DO RIO PIRACICABA

Atualmente, uma das maiores causas da escassez dos recursos hídricos, principalmente nos gran- des centros urbanos, se deve a degradação da qualidade da água, a qual é decorrente dos lançamen- tos inadequados de efluentes industriais e esgotos domésticos. Dentro desse contexto, o desenvolvimento e a aplicação de modelos que consideram aspectos de quantidade e qualidade de água são extremamente necessários para resolver este problema de maneira racional. Desta forma, o objetivo do presente trabalho consiste no desenvolvimento de uma ferramenta computacional capaz de gerenciar de forma integrada os aspectos de quantidade e qualidade de água em uma bacia hidrográfica, considerando os parâmetros de enquadramento dos corpos d’água, de acordo com a resolução CONAMA 357/2005. Esta ferramenta computacional consiste em um modelo matemático para o gerenciamento de recursos hídricos e pode ser aplicado em qualquer bacia hidrográfica, porém especificamente neste estudo o modelo foi aplicado na bacia do rio Piracicaba, sendo que esta apresenta inúmeros conflitos pelo uso da água. A estrutura do modelo AcquaNet é composta por modelos distintos de quantidade e qualidade de água, porém apresentando a capacidade de interagir entre si. Os aspectos de quantidade de água são tratados através da otimização das vazões em uma bacia hidrográfica. Já o modelo de qualidade de água é capaz de determinar as concentra- ções de diversos constituintes de qualidade de água, tais como DBO, OD, coliformes totais, fósforo total, algas, nitrogênio orgânico, amônia, nitrito e nitrato em diversos trechos dos rios que compõem uma bacia.
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A entomofauna da bacia amazônica

A entomofauna da bacia amazônica

1973 — Leishmaniasis in Brazil : IX Considerations on the Leishmania braziliensis complex: Im- portance of Sandflies of genus Psychodopy- gus (Mangabeira) in the transmission of L.. bra[r]

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Estrutura de um trecho de floresta Amazônica na bacia do alto rio Xingu.

Estrutura de um trecho de floresta Amazônica na bacia do alto rio Xingu.

Este estudo apresenta a estrutura de florestas em Gaúcha do Norte-MT (13° 10’S e 53° 15' O), na borda sul-amazônica. Para o levantamento fitossociológico, três áreas amostrais de 1ha foram subdivididas em 50 parcelas de 10x20m, nas quais foram amostrados todos os indivíduos com perímetro à altura do peito (PAP) $15 cm. Para verificar a similaridade estrutural entre as áreas utilizou-se a Análise de Correspondência. As espécies indicadoras dos ambientes de interflúvio e das áreas sujeitas à inundação foram obtidas através do TWINSPAN e de um sistema de pesos. Concluiu-se que as florestas presentes na bacia do rio Pacuneiro pertencem à mesma unidade fitogeográfica, mas com subtipos florísticos e estruturais de acordo com a posição no relevo, a proximidade dos cursos d’água e o estrato analisado, apresentando predominância de algumas espécies, ou até mesmo possíveis endemismos, em determinados trechos ou estratos. A formação apresentou baixa diversidade alfa (2,91 a 3,50) e beta (3,62 a 3,86), o que não é comum em florestas amazônicas. Várias hipóteses podem explicar essa baixa diversidade, entre elas a baixa precipitação e a alta sazonalidade, o ambiente físico regional aparentemente homogêneo e favorável às espécies competidoras, ou os eventos históricos, relacionados à possível exploração por tribos indígenas ou à recente expansão dessas florestas sobre as áreas savânicas.
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ESTRATÉGIAS GEOPOLÍTICAS PARA OS RECURSOS HÍDRICOS DA REGIÃO AMAZÔNICA

ESTRATÉGIAS GEOPOLÍTICAS PARA OS RECURSOS HÍDRICOS DA REGIÃO AMAZÔNICA

Intergranular (porosa) é formado por rochas sedimentares e ocupa cerca de 48,0% da área total do País, compreendendo vários sistemas aquíferos como: Amazonas, Paraná, Parnaíba-Pernambuco, Sergipe-Alagoas, São Paulo e Taubaté e outros. Caracteriza-se pelo modo peculiar de circulação de suas águas – através de fraturas. Fissural ocupa pouco mais de de 50,0% do território brasileiro, sendo constituída por uma associação de rochas ígneas, metavulcanossedimentares e vulcânicas (granitos, gnaisses, granodioritos, migmatitos, anfibolitos, xistos, basaltos, diabásios, rochas metassedimentares (metarenitos, metassiltitos, quatzitos), etc). . Característica de recarga e vias de circulação restritos às fraturas torna-os pouco produtivos, pelo índice vazões e pluviométricos reduzidos. Compreende os Estados de Minas Gerais, Bahia e Sergipe. E Cárstica compreende os depósitos desenvolvidos em rochas de natureza carbonática (calcários), onde os condutos aquíferos (fraturas) foram ampliados pela dissolução cárstica (fenômeno provocado pelas águas das chuvas e dos rios em regiões calcárias), dando origem a cavernas, sumidouros, dolinas e outras feições erosivas características. Aquíferos dessa natureza ocorrem com destaque nos Estados da Bahia, Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Norte, (p. 348).
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Eutrofização e capacidade de carga de fósforo de seis reservatórios a bacia do Rio Seridó, região semi-árida do Estado do RN

Eutrofização e capacidade de carga de fósforo de seis reservatórios a bacia do Rio Seridó, região semi-árida do Estado do RN

Ao longo dos anos monitorados, observa-se claramente um aumento nas concentrações de P_total na água e uma diminuição da transparência do disco de Secchi no reservatório Gargalheiras em relação aos demais. Isso pode ser explicado pelas variações das cotas (ver anexo 2 e figura 2) que demonstram que no começo de 2004 o reservatório Gargalheiras atingiu os 40 milhões de metros cúbicos de água e houve a renovação durante vários dias da água e essa renovação foi ainda maior em 2008. Portanto o ano subseqüente (2005) e o ano de 2008 foram os que apresentaram as melhores condições das variáveis limnológicas piorando em 2006 e ainda mais em 2007 quando atingiu apenas 12 milhões de metros cúbicos de água. A renovação de água é um importante evento natural que miniminiza, ainda que num curto período de tempo, o problema da eutrofização. Porém essa renovação não favorece todos os reservatórios como seria esperado, uma vez que outros fatores influenciam também como os rios afluentes que entram com uma carga de nutrientes nos períodos de chuvas e somado ao fato da renovação não ser muito grande da água, acaba que mantendo ou até piorando o estado trófico do reservatório como se pode ver com o reservatório Itans que diminuiu consideravelmente a transparência do disco de Secchi em 2008, assim como aumentou a concentração de P_total e clorofila a em 2007 e 2008.
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Análise do impacto do Sistema Cantareira sobre o regime de vazões na bacia do rio...

Análise do impacto do Sistema Cantareira sobre o regime de vazões na bacia do rio...

No entanto, observa-se mudanças na variabilidade inter e intranual das vazões no período pós impacto, verificadas nos hidrogramas das séries de vazões em formato raster e os determinados pelos componentes da vazão ambiental (EFC), sendo que, segundo Garcia e Andreazza (2004), a sazonalidade em regiões de clima tropical (como é o caso da bacia do rio Piracicaba) é a variável mais decisiva no comportamento do ecossistema aquático e da zona de transição terrestre/aquática, a qual encontra-se parte do tempo inundada e parte emersa, fazendo a conexão entre a calha principal do rio e as margens e várzeas, as quais são ricas fonte de recursos biológicos.
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Análise das relações filogenéticas entre espécies da subfamília Bryconinae (Ostariophysi: Characiformes: Characidae) utiliando sequeências de DNA mitocrondrial e nuclear

Análise das relações filogenéticas entre espécies da subfamília Bryconinae (Ostariophysi: Characiformes: Characidae) utiliando sequeências de DNA mitocrondrial e nuclear

Na América do Sul cisandina, Vari (1988) reconheceu oito áreas de endemismo para os representantes da família Curimatidae: Orinoco, Guianas, bacia amazônica (inclusive o rio Tocantins)[r]

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