Top PDF Síndrome tilose hereditária e câncer de esôfago.

Síndrome tilose hereditária e câncer de esôfago.

Síndrome tilose hereditária e câncer de esôfago.

se palmo-plantar bem demarcada. Ocorre de forma esporádica em 0,30% a 0,55% da população, acome- tendo pacientes de várias idades. A incidência familiar é alta na forma hereditária, e a penetrância pode che- gar a 100%. Em geral, desenvolve-se na segunda infân- cia e se acentua em áreas de pressão. Existem duas formas familiares de tilose palmo-plantar: a não epi- dermolítica e a epidermolítica. A forma não epidermo- lítica exibe herança autossômica dominante, com

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O tubo gástrico isoperistáltico no tratamento paliativo do câncer do esôfago.

O tubo gástrico isoperistáltico no tratamento paliativo do câncer do esôfago.

RESUMO: Objetivo: Avaliar os resultados da derivação esofagogástrica no câncer avançado do esôfago. Método: Foram estudados de forma retrospectiva 24 pacientes com carcinoma epidermóide de esôfago nos estádios III (66,66%) e IV (33,34%), submetidos à derivação esofagogástrica através da construção do tubo gástrico isoperistáltico da grande curvatura pela técnica de Postlethwait. Resultados: Quanto à morbidade e mortalidade, os pacientes de média etária de 41,8 anos e linfócitos acima de 1.500/mm 3 demonstraram taxas de

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Níveis plasmáticos de taurina e de seus precursores em pacientes com câncer de esôfago.

Níveis plasmáticos de taurina e de seus precursores em pacientes com câncer de esôfago.

RESUMO - Racional - O câncer de esôfago tem impacto relevante no metabolismo protéico do hospedeiro, mas pouco se conhece sobre as implicações no metabolismo protéico sulfurado. Deste, destaca-se a taurina, composto participante de várias funções fisiológicas importantes como a manutenção do sistema de defesa celular e possível sobrevida do paciente. Objetivo – Estudar as variações plasmáticas da taurina e de seus precursores em pacientes com câncer de esôfago. Método – Em estudo transversal foram triados 16 pacientes (43-73 anos) com câncer de esôfago e 20 voluntários (27-65 anos) controles sadios que preencheram os critérios clínicos e éticos da pesquisa. Para caracterização do estado geral de saúde efetuou-se avaliação antropométrica, hematimétrica (Hb, Ht, glóbulos brancos, linfócitos) e bioquímica (albumina, glicose, lipídios, aminotransferases). Adicionalmente, foram realizadas, no plasma, análises cromatográficas de taurina e seus precursores cisteína e homocisteína. Foi registrado o tempo de sobrevivência dos pacientes, a partir do diagnóstico histopatológico. Resultados – Os pacientes com câncer de esôfago foram predominantemente do sexo masculino, raça branca, classe socioeconômica baixa, tipo carcinoma espinocelular de localização no terço superior, em estádio IV, sobrevida de 7,8 ± 5,5 anos, referindo perda de peso em 16,4% e apresentando hipoalbuminemia em 50%, com massa muscular e adiposa semelhante ao controle. Os pacientes apresentaram valores estatisticamente menores do que os controles para Hb, Ht, colesterol total, HDL-colesterol e cisteína e maiores de AST, ALT, taurina e homocisteína. Dentre os pacientes houve correlação positiva da taurina tanto com a contagem total de linfócitos, como com a sobrevida dos pacientes. Conclusão – Os níveis reduzidos de cisteína e elevados de homocisteína, taurina e as associações positivas da taurina com os indicadores da imunocompetência celular e da mortalidade sugerem participação efetiva da taurina na sobrevida dos pacientes e, portanto, os cuidados nutricionais específicos com a sua via geradora (cisteína, metionina e vitaminas do complexo B)
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Fatores de risco relacionados ao câncer de esôfago no Rio Grande do Sul.

Fatores de risco relacionados ao câncer de esôfago no Rio Grande do Sul.

Os pacientes com câncer de esôfago mostra- ram uma freqüência aumentada de pai com ante- cedentes de câncer em geral, não acontecendo o mesmo com relação à mãe (tabela 5). A ingestão de carne diariamente ou mais de 3x/semana foi significativamente maior no grupo controle (ta- bela 5). Por outro lado, o hábito de acrescentar sal nos alimentos foi maior nos casos (tabela 5). A freqüência na ingestão de verduras ou frutas, leite, ovos, assim como escolaridade, não mos- trou diferenças significativas entre os dois gru- pos. Com relação aos rendimentos, foram enqua- drados como percebendo menos de 1 salário mí- nimo (SM) /mês, 1 a 2 SM e mais de 2 SM/mês, verificando-se diferenças significativas no gru- po que percebe de 1 a 2 SM/mês, com 31 (83,8%) entre os casos de câncer de esôfago e 24 (49%) entre os controles (tabela 5). Através de análise de regressão logística multivariada, incluindo-se todas as variáveis significativas na análise univariada(p<0,05), permaneceram como variá- veis independentes: antecedentes de câncer no pai, salário entre 1 a 2 SM/mês e ingestão de álcool diariamente. Na tabela 6 podem ser observados os
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FATORES DE RISCO QUE CONTRIBUEM PARA O DESENVOLVIMENTO DO CÂNCER GÁSTRICO E DE ESÔFAGO

FATORES DE RISCO QUE CONTRIBUEM PARA O DESENVOLVIMENTO DO CÂNCER GÁSTRICO E DE ESÔFAGO

Estudo realizado na área metropolitana da Re- gião Sudeste do Brasil sobre fatores de risco para o câncer de esôfago sugere que o álcool, o fumo e o consumo frequente de pimenta são situações de risco independentes para o câncer de esôfago. Re- sultado semelhante de tal afirmação foi encontrado por outros pesquisadores, dentre eles Tuyms (1990 apud Gimeno et al., 1995), que destaca que o álco- ol é uma das substâncias químicas envolvidas em certos tipos de câncer em humanos, como o câncer de boca, laringe, hipofaringe e esôfago, embora não sendo mostrado esse fato em estudo experimental.
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Esofagogastrectomia com linfadenectomia em dois campos no câncer do esôfago torácico.

Esofagogastrectomia com linfadenectomia em dois campos no câncer do esôfago torácico.

No período entre janeiro de 1990 e dezembro de 2001, 1898 pacientes com câncer do esôfago foram atendidos pelo Serviço de Tórax do Hospital Erasto Gaertner, Curitiba, Paraná. 166 pacientes foram submetidos a algum tipo de ressecção cirúrgica. Destes, 111 pacientes portadores de carcinoma espinocelular ou adenocarcinoma primário do esôfago torácico foram submetidos à esofagogastrectomia e linfadenectomia em dois campos (abdominal e mediastinal) e que constitui a população em estudo. Foram excluídos 30 pacientes submeti- dos a esofagogastrectomia sem linfadedenectomia (Ivor-Lewis stardat) 21 pacientes com adenocarcinoma de cárdia, um paci- ente submetido à radioterapia neoadjuvante em outro serviço, dois pacientes submetidos à esôfagogastrectomia trans-hiatal e um com carcinossarcoma.
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Impacto da cirurgia minimamente invasiva no tratamento de câncer de esôfago.

Impacto da cirurgia minimamente invasiva no tratamento de câncer de esôfago.

Finalmente, é importante mencionar que, a fim de maximizar os benefícios proporcionados por técnicas cirúrgicas minimamente invasivas na doença neoplásica do esôfago, é necessário selecionar adequadamente os pacientes, sendo a indicação mais amplamente aceita o câncer em estágio inicial, mesmo que também tenha sido indicada para câncer em estágios mais avançados nos últimos anos. No entanto, os estudos estão pendentes com relação aos resultados de longo prazo com novas modalidades de terapia oncológica combinados a fim de obter resultados definitivos 44,45 .
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Novas perspectivas no estadiamento e tratamento do câncer de esôfago.

Novas perspectivas no estadiamento e tratamento do câncer de esôfago.

RESUMO – Introdução - O câncer de esôfago apresenta-se como uma das neoplasias mais freqüentes e letais. O acometimento linfático aparece como principal fator individual de pior prognóstico, sendo a esofagectomia com linfadenectomia extensa ainda seu tratamento de escolha. Ressecções mais extensas através da toracotomia estão associadas com maior sobrevida, mas apresentam altas taxas de morbimortalidade. O conceito de micrometástases pode nos trazer avaliação mais acurada do estadiamento dos tumores operados, com detecção através de imunoistoquímica ou reação em cadeia de polimerase de metástases não diagnosticadas pelos métodos convencionais. Métodos - Realizou-se revisão bibliográfica de artigos científicos publicados e disponíveis no PubMed, através do site www.pubmed.gov. cruzando-se os descritores neoplasias esofágicas, biologia molecular, estadiamento de neoplasias, linfonodo sentinela, metástase linfática. Revisão da literatura - O conceito do linfonodo sentinela, onde se pesquisa durante a cirurgia os possíveis primeiros sítios de metástases, direcionando desta maneira a rota da ressecção linfática no intuito de permitir ressecções completas não necessariamente extensas, possibilita diminuir a morbimortalidade e restringir as indicações de procedimentos muitas vezes super-dimensionados que podem não trazer benefício aos pacientes. Conclusão - O estadiamento preciso através da procura de mi- crometástase e o tratamento mais regrado pelo método do linfonodo sentinela, podem trazer novas perspectivas no tratamento do câncer de esôfago, principalmente em casos de tumores precoces.
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Risco de câncer de pulmão, laringe e esôfago atribuível ao fumo.

Risco de câncer de pulmão, laringe e esôfago atribuível ao fumo.

Foram estudados 122 casos e 244 controles de câncer de pulmão, 50 casos de câncer de laringe e 48 casos de câncer de esôfago, com um grupo de 96 controles comum a ambos. A prevalência da exposição ao fumo utilizada para a análise foi de 34%, que corresponde à prevalência de fumo na população adulta da cidade. Os odds ratios para o cálculo do risco populacional atribuível foram obtidos por análises ajustadas para os fatores de confusão de cada um dos estudos. Para ex-fumantes com câncer de pulmão, o risco populacional atribuível foi de 63% (IC95%, 0,58-0,68) e, para fumantes, de 71% (IC95%, 0,65-0,77). Para câncer de laringe, o RPA foi de 74% (IC95%, 0,70- 0,78) para ex-fumantes e de 86% (IC95%, 0,81-0,85) para fumantes. O câncer de esôfago mostrou um risco de 54% (IC95%, 0,46-0,62) para fumantes.
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Ação de lipopolissacarídeos na viabilidade e proliferação de linhagens celulares humanas de câncer de boca e esôfago

Ação de lipopolissacarídeos na viabilidade e proliferação de linhagens celulares humanas de câncer de boca e esôfago

Os tumores de esôfago e de boca estão classificados como as neoplasias malignas mais frequentes no Brasil. O câncer de esôfago é o oitavo mais comum no mundo e o câncer de boca é classificado como o 5º dentre as neoplasias malignas que afetam o homem no Brasil. Os lipopolissacáridos (LPS) são compostos característicos da parede celular de bactérias gram-negativas. Eles são capazes de regular a expressão de genes de citocinas pró-inflamatórias, através da ligação ao receptor toll-like 4 (TLR4) via NF-kB. Estudos recentes mostram que o LPS pode aumentar a habilidade de migração de linhagens célulares de câncer de esôfago humano HKESC-2 através do aumento de suas propriedades de adesão. Entretanto, ainda não foi testado o efeito do LPS sobre as células de câncer de esôfago e de carcinoma oral humano HN30. Deste modo, este estudo teve como objetivo determinar a ação dos compostos de LPS (derivado de bactérias) sobre a proliferação e viabilidade de linhagens celulares de câncer de esôfago humano, e de carcinoma oral humano. Foram utilizados como tratamento o LPS para as linhagens OE19 e OE21 e o PgLPS (lipopolissacarídeo da Porphyromonas gingivalis) para a linhagem HN30. A viabiliadade celular foi avaliada utilizando o ensaio MTT e contagem celular. Também foi avaliada a expressão do receptor TLR4 por PCR em tempo real. LPS em concentrações mais elevadas reduziu significativamente a viabilidade celular em ambas as linhagens celulares de câncer de esôfago, o adenocarcinoma (OE19) e o carcinoma de células escamosas (OE21) em diferentes tempos de tratamento. Além disso, ambas as linhagens celulares, OE19 e OE21, expressaram o receptor TLR4. Avaliados em conjunto, os nossos dados demonstram que o LPS em concentrações elevadas pode contribuir para a morte tumoral, de acordo com dados prévios.
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Câncer do esôfago: complicações pós-operatórias imediatas e letalidade hospitalar.

Câncer do esôfago: complicações pós-operatórias imediatas e letalidade hospitalar.

RESUMO: Objetivo: O objetivo deste estudo é verificar as variáveis que podem influenciar as complicações pós- operatórias imediatas e a mortalidade hospitalar dos pacientes portadores de câncer do esôfago submetidos a tratamento cirúrgico. Método: Por meio de análise retrospectiva de 60 pacientes verificamos, pela análise uni e multivariada, se variáveis como procedência, tempo de história, doenças prévias, tabagismo, etilismo, perda ponderal, localização do tumor, tipo de cirurgia realizada, estádio da doença e caráter da operação poderiam exercer alguma influência sobre as complicações e os óbitos constatados. Resultados: Verificamos que, em relação às variáveis resultantes, complicações pleuropulmonares, sepse, deiscência de anastomose cervical, mediastinite e óbito, as variáveis explanatórias mais significativas foram, respectivamente: cirurgia paliativa, mediastinite, tumor localizado no segmento torácico superior e sepse. As variáveis explanatórias estudadas não tiveram valor significativo na análise univariada em relação à resultante deiscência de anastomose torácica. Constatamos que, em relação à variável resultante, complicações pleuropulmonares, as explanatórias associadas mais significativas foram: cirur- gia paliativa e síndrome da angústia respiratória do adulto (S.A.R.A.). A interdependência dessas variáveis permite afirmar que, nos portadores de câncer do esôfago submetidos à cirurgia paliativa e que desenvolveram S.A.R.A., as complicações pleuropulmonares foram 13,8 vezes mais freqüentes. Conclusão: A cirurgia paliativa e a localização do tumor no segmento superior correlacionaram-se com as complicações pleuropulmonares registradas. Nenhuma das variáveis estudadas correlacionou-se com as deiscências de anastomose intratorácica.
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O CONSUMO DE CHIMARRÃO E O CÂNCER DE ESÔFAGO

O CONSUMO DE CHIMARRÃO E O CÂNCER DE ESÔFAGO

Uruguai, que envolveu 344 casos que apresentavam car- cinoma epidermóide de esôfago e 469 controles e teve como objetivo investigar o papel do mate no risco de cân- cer de esôfago. Os resultados encontrados apontam que os indivíduos que sempre consumiram mate apresenta- ram risco duas vezes maior de desenvolverem câncer de esôfago em comparação aos que nunca consumiram a be- bida e, além disso, quanto maior o tempo de consumo do mate, maior a tendência de desenvolver o câncer. Outra comparação foi realizada entre indivíduos que consomem o mate em temperatura quente e os que consomem em temperatura muito quente e observou-se que os últimos apresentaram um aumento de quase duas vezes no risco de desenvolver a doença, em comparação com os consu- midores do mate em temperatura inferior.
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Avaliação da reconstrução do trato alimentar com tubo gástrico ou colônico na esofagectomia por câncer de esôfago.

Avaliação da reconstrução do trato alimentar com tubo gástrico ou colônico na esofagectomia por câncer de esôfago.

à linfadenectomia. Importante lembrar que a margem cirúrgica preconizada para o câncer de esôfago é de, no mínimo, 7 cm na margem proximal, e de 5 cm na margem distal. A extensão ideal da linfadenectomia continua sendo um tema de grande debate na maioria dos tumores sólidos, principalmente do trato gastrointestinal. No caso do câncer de esôfago, muitos cirur- giões não levam em conta o real valor da linfadenectomia, pois acreditam que o comprometimento linfonodal determina do- ença sistêmica e assim sem chance de cura para os pacientes. Infelizmente a nomeclatura para as estações linfonodais en- volvendo o esôfago não é uniforme e existem diferentes esta- ções linfonodais quando se compara a nomeclatura da American Joint Committe of Cancer (AJCC) e a nomeclatura da Sociedade Japonesa das Doenças Esofagianas. Esta dife- rença gera algumas dúvidas na definição da linfadenectomia padrão para o câncer de esôfago, dificultando a padronização do procedimento 23,24 .
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Relação entre avaliação nutricional e escore prognóstico de Glasgow em pacientes com câncer de esôfago e estômago

Relação entre avaliação nutricional e escore prognóstico de Glasgow em pacientes com câncer de esôfago e estômago

A relação entre perda de peso e presença de inflamação tem sido descrita em pacientes com câncer. Tanto o estado nutricional quanto a gravidade da inflamação podem estar associados com a ocorrência de complicações durante o tratamento oncológico assim como com o tempo de sobrevida. Dessa forma, avaliar a presença de inflamação poderia ser ferramenta empregada para a triagem de pacientes que possam se beneficiar de intervenções precoces no estado nutricional. No presente estudo avaliou- se a relação entre o estado nutricional, definido por meio de avaliação global subjetiva (AGS), e a gravidade da inflamação definida por meio do escore prognóstico de Glasgow (EPG). Além disso, comparou-se o diagnóstico dado pela AGS com outros parâmetros de avaliação nutricional, tais como índice de massa corporal (IMC), prega cutânea tricipital (PCT), circunferência do braço (CB), circunferência muscular do braço (CMB), espessura do músculo adutor do polegar (EMAP), ângulo de fase (AF) e dinamometria (DM). O presente estudo foi realizado com 43 pacientes com câncer de esôfago e estômago com idade média de 64,7 ± 12,0 anos. O estado nutricional, de acordo com as três categorias de AGS foi associado às três categorias do escore prognóstico de Glasgow (p < 0,05), e tanto a AGS quanto o EPG foram associados com a presença de complicações. No entanto, o EPG (ASC: 0,77; p < 0,05; IC = 0,580; 0,956) parece ter maior acurácia ao identificar complicações do que a AGS (ASC: 0,679; p < 0,05; IC = 0,426; 0,931). Apenas o EPG foi associado ao tempo de sobrevida, sendo que a média de sobrevida foi de 86,7 dias entre os pacientes com escore 0 e de 72 dias entre os pacientes com escore 1 e 2 (Log Rank < 0,05). Ao se comparar os métodos de avaliação nutricional com a AGS constatou-se que CB, CMB, EMAP, AF e DM podem ser bons parâmetros para diferenciar pacientes nutridos e desnutridos.
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Pesquisa de micronúcleos na mucosa esofágica e sua relação com fatores de risco ao câncer de esôfago.

Pesquisa de micronúcleos na mucosa esofágica e sua relação com fatores de risco ao câncer de esôfago.

A presença de micronúleos na mucosa esofágica pode ser o resultado da ação de fatores de risco ao câncer de esôfago, como fumo e mate. Estudos futuros sobre a repercussão e evolução de micronúcleos no esôfago deverão auxiliar a entender o significado de sua presença, definindo, inclusive, a possibilidade de ser uma alteração precursora do câncer do esôfago, o que poderia implicar na sua participação em progra- mas de diagnóstico precoce ao câncer do esôfago.

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Avaliação das complicações da esofagectomia de resgate na terapêutica cirúrgica do câncer de esôfago avançado.

Avaliação das complicações da esofagectomia de resgate na terapêutica cirúrgica do câncer de esôfago avançado.

eficácia deste procedimento em termos curativos é explicada pela disseminação sistêmica precoce do câncer de esôfago, o que leva a maior parte dos pacientes a apresentarem metástases ocultas no momento do diagnóstico. Outro fator envolvido é a relação anatômica intrínseca do esôfago, localizado próximo às estruturas vitais presentes no mediastino, o que dificulta ressecção oncológica adequada 21,22,24 .

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Gasto energético de repouso de pacientes com câncer de esôfago, estômago, cólon e reto

Gasto energético de repouso de pacientes com câncer de esôfago, estômago, cólon e reto

A desnutrição em pacientes com câncer é freqüente, multifatorial e impacta no prognóstico e na qualidade de vida. A alteração no gasto de energia em repouso (GER) parece ser uma das causas de depleção nutricional. Assim, conhecer possíveis mudanças GER é fundamental para desenvolvimento de estratégias nutricionais adequadas. O objetivo deste estudo foi avaliar alterações no GER de pacientes com câncer do trato digestório. Vinte pacientes com diagnóstico de câncer de esôfago (n=3), estômago (n=9), cólon e reto (n=8) foram avaliados quanto ao estado nutricional e GER antes do início do tratamento oncológico. Foram recrutados 20 indivíduos sadios para controle pareado. A calorimetria indireta (CI) foi utilizada para mensurar o GER de ambos os grupos. Ademais, foi feita a comparação entre o gasto energético total (GET) obtido pela correção da CI e por meio de equações. Foram utilizados os testes de Mann Whitney, T pareado e Mann Whitney pareado para comparar médias e medianas, e teste de Bland-Altman para avaliar a concordância. A significância foi estabelecida com valor de p < 0,05. Perda de peso grave ocorreu em 45% dos pacientes com câncer, sendo a desnutrição diagnosticada em 80%. Não houve diferença significativa do GER entre as diferentes características dos enfermos com câncer e o estado nutricional dos mesmos. O GER de pacientes e controles foi similar, com mediana 1.274,5 Kcal (1.002,9 - 2.174,9) entre casos e 1.445,5 Kcal (1.114,5 - 1.762,6) entre controles. O GET total estimado a partir da equação de bolso, considerando 30 Kcal/Kg, foi similar ao encontrado pela CI corrigida, sugerindo que esse possa ser rotineiramente usado na prática clínica para determinar as necessidades energéticas. Contudo, salienta-se que o acompanhamento nutricional é imprescindível para avaliar a eficácia do tratamento proposto e a melhor evolução da doença.
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Carcinoma basalóide escamoso: uma forma rara e agressiva de câncer do esôfago e revisão da literatura.

Carcinoma basalóide escamoso: uma forma rara e agressiva de câncer do esôfago e revisão da literatura.

15. Zhang XH, Sun GH, Zhou XJ, Guo HF, Zhang TH. Basaloid squamous carci- noma of esophagus: a clinicopathological, immunohistochemical and electron microscopic study of sixteen cases. World J Surg 1998; 4: 397-403. 16. Zilberstein B, Faintuch J, Pinotti HW. Câncer do esôfago. In:Pinotti HW.

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O CÂNCER DE ESÔFAGO: uma revisão DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v13i1.2471

O CÂNCER DE ESÔFAGO: uma revisão DOI: http://dx.doi.org/10.5892/ruvrd.v13i1.2471

O câncer de esôfago é um câncer relativamente incomum, mas de prognóstico desfavorável, associado ao alcoolismo, tabagismo e chá mate, em populações com menor nível socioeconômico. OBJETIVO: elaborar uma revisão bibliográfica sobre o câncer de esôfago, dividida nos seguintes tópicos: histórico; sintomatologia; classificação, prognóstico e estadiamento; epidemiologia, distribuição geográfica e fatores de risco; formas de diagnóstico; e tratamento. METODOLOGIA: foram revisados 23 artigos, publicados, entre os anos de 2005 a 2015, por centros de pesquisa brasileiros de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, bem como internacionais. RESULTADO: o câncer no esôfago reúne, sob o mesmo nome, 20 diferentes histologias tumorais, marcadas pelo estabelecimento de sintomas como disfagia, odinofagia e perda de peso. Três classificações foram usadas para a sua distinção e avaliação do estadiamento, entre as quais, a Classificação Macroscópica, o Consenso de Paris, e a Classificação de Vienna p-TNM, de maior complexidade e referência. Alguns estudos sugeriram a associação de adenocarcinomas ao esôfago de Barrett e à doença do refluxo gastro-esofágico, assim como à neutralização medicamentosa do pH gástrico. Não foi relatada associação entre esôfago de Barret e carcinoma epidermóide. A sobrevivência após 5 anos é desapontadora, variando conforme o tipo histológico e o estágio do tumor. O sítio mais frequente é o terço médio. A endoscopia digestiva alta com biópsia é o exame diagnóstico mais indicado. A terapêutica mais utilizada é a neoadjuvante, com combinação entre quimio e radioterapia para redução tumoral, e melhor resultado na ressecção cirúrgica.
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Câncer do esôfago em paciente com megaesôfago chagásico.

Câncer do esôfago em paciente com megaesôfago chagásico.

RESUMO – Racional - O megaesôfago constitui problema de saúde pública em nosso país, pois acomete indivíduos em sua fase de maior produtividade. Os doentes com essa afecção podem apresentar em sua evolução associação com câncer do esôfago. Objetivo - Analisar os aspectos clínicos e epidemiológicos de pacientes com megaesôfago e câncer do esôfago. Métodos - Foram avaliados de maneira retrospectiva 20 pacientes com megaesôfago e câncer (grupo 1) e 20 com câncer do esôfago (grupo 2). Estudaram-se os dados demográficos, hábitos (etilismo e tabagismo), tipo histológico do tumor, localização da lesão, diferenciação celular, estádio, tratamento e sobrevida. Resultados - Não foi observada diferença entre os grupos, com relação à idade, sexo, localização da lesão, tipo histológico do tumor, diferenciação celular, estádio e sobrevida. Com relação aos hábitos de vida, a associação de etilismo e tabagismo foi observada em maior número de pacientes com câncer do esôfago sem o antecedente de megaesôfago. Conclusões - As características clínicas dos pacientes com megaesôfago e câncer não diferem daqueles com neoplasia maligna esofágica não associada ao megaesôfago, principalmente no que se refere ao prognóstico desfavorável frente ao tratamento instituído. Nos pacientes com megaesôfago o tumor pode se localizar em qualquer porção do órgão. DESCRITORES – Acalásia esofágica. Neoplasias esofágicas. Seguimentos.
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