Top PDF Teorizar em "português brasileiro"? (Monolinguismo, tradução, ex-apropriação).

Teorizar em "português brasileiro"? (Monolinguismo, tradução, ex-apropriação).

Teorizar em "português brasileiro"? (Monolinguismo, tradução, ex-apropriação).

Os “colonos” de origem portuguesa falam o português europeu, mas eviden- temente com traços específicos que se acentuam no decorrer do tempo. As populações de origem indígena, africana ou mestiça aprendem o português, mas manejam-no de uma forma imperfeita. Ao lado do português existe a língua geral, que é o tupi, principal língua indígena das regiões costeiras [...]. Durante muito tempo o português e o tupi viveram lado a lado como línguas de comunicação. Era o tupi que utilizavam os bandeirantes nas suas expedições. Em 1694, dizia o Pe. António Vieira que “as famílias dos portugueses e índios em São Paulo estão tão ligadas hoje umas com as outras que as mulheres e os filhos se criam mística e domesticamente, e a língua que nas ditas famílias se fala é a dos índios, e a portuguesa a vão os meninos aprender à escola”. Na segunda metade do século XVIII , porém, a língua geral entra em decadência. Várias razões contribuem para isso, entre as quais a chegada de numerosos imigrantes portugueses seduzidos pela descoberta das minas de ouro e dia- mantes e o Diretório criado pelo marquês de Pombal em 3 de maio de 1757, cujas decisões, aplicadas primeiro ao Pará e ao Maranhão, se estenderam, em 17 de agosto de 1758, a todo o Brasil. Por elas proibia-se o uso da língua geral e obrigava-se oficialmente o da língua portuguesa. A expulsão dos jesuítas, em 1759, afastava da colônia os principais protetores da língua geral. Cinquenta anos mais tarde, o português eliminaria definitivamente esta última como língua comum, restando dela apenas um certo número de palavras integradas no vocabulário português local e muitos topônimos ( TEYSSIER , 1997: 94-95).
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Revisitando a palatalização no português brasileiro

Revisitando a palatalização no português brasileiro

centrais de Weinreich, Labov e Herzog (1968): como podemos explicar os diferentes percursos de fenômenos de variação e mudança em uma mesma língua? Ao contrário de regras variáveis que operam em sons categóricos, argumentamos que a fonologia opera em padrões sonoros que atrelam rotinas motoras entre si, as quais são associadas a itens lexicais específicos. Assim, sugerimos que um fenômeno sonoro inovador, como é o caso da emergência de africadas no português brasileiro, reflete percursos possíveis de reorganização de rotinas motoras em padrões sonoros específicos. A consolidação das rotinas motoras inovadoras se dá através de itens lexicais específicos que passam a adotar o padrão sonoro inovador. Nessa perspectiva, o detalhe fonético e a difusão lexical do fenômeno são cruciais para a reorganização da gramática fonológica. Na próxima seção, discutimos os resultados desta pesquisa.
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AFRICANIDADES NA FONÉTICA DO PORTUGUÊS BRASILEIRO

AFRICANIDADES NA FONÉTICA DO PORTUGUÊS BRASILEIRO

brasileiro é o rotacismo, que consiste na troca do fonema “l” pelo fonema “r” e ocorre nos dias atuais principalmente no falar das zonas rurais brasileiras, gerando certo preconceito linguístico. Nesse senti- do, Aragão (2010/2011. p. 12) traz o exemplo de “falsidade > farsida- de”, demonstrando a ocorrência desse fenômeno na sentença “eu num gosto de farsidade”, em que é possível perceber a simplificação linguística presente no português brasileiro, herdada das línguas afri- canas. Dessa forma, entende-se que as influências das línguas africa- nas no português brasileiro encontram-se presentes até hoje na mo- dalidade oral, uma vez que a fala é individual e heterogênea, apre- sentando variações de acordo com o meio social e cultural, diferen- temente da escrita, que é fortemente padronizada pela gramática normativa.
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Os verbos de movimento no português brasileiro

Os verbos de movimento no português brasileiro

Em primeiro lugar, no mundo acadêmico, agradeço à minha querida orientadora, Márcia Cançado, pelo apoio e incentivo de sempre, e principalmente por ter propiciado minha formação em Semântica Lexical, área de pesquisa com a qual tanto me identifico. Márcia conduziu minha orientação de maneira exemplar, não apenas durante o mestrado, mas desde minha graduação, passando pela Iniciação Científica e Monografia. Além disso, sou extremamente grata por poder fazer parte do Núcleo de Pesquisa em Semântica Lexical (NuPeS), coordenado pela Márcia, que desenvolve importantes trabalhos para a descrição do sistema linguístico do português brasileiro. Enfim, Márcia, você é a grande responsável por minha motivação e inspiração para seguir carreira acadêmica! Muito obrigada pela confiança depositada em mim e em meu trabalho!
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O imperativo gramatical no português brasileiro

O imperativo gramatical no português brasileiro

ABREU, Renata Sousa P. de. Estudo da variação do modo imperativo em obras de Jorge Amado. Brasília, Universidade de Brasília. 2003. (Inédito.) ALKMIM, Mônica G. R. Negativa pré- e pós-verbal: implementação e transição. In: Dialeto mineiro e outras falas. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2002. ALVES, Gilson Chicon. A influência da simplificação da conjugação verbal da construção do imperativo. In: HORA, Dermeval da (Org.). Estudos Sociolingüísticos – perfil de uma comunidade. João Pessoa: UFPB. 2004. ANDRADE, Adriana Lilia V. S. A variação entre você, cê e ocê no português brasileiro falado. 2004. Dissertação (Mestrado em Lingüística) – Universidade de Brasília, Brasília.
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A aquisição do caso no português brasileiro

A aquisição do caso no português brasileiro

A aquisição do Caso no português brasileiro não apresenta a qualidade de ser linear. A flexão vai surgindo aos poucos, fragmentada em tempo e concordância, daí vem o pronome nominativo de primeira pessoa, depois o masculino de terceira, vem o acusativo me, depois o tu nominativo e, então, o que parece ter vindo para ficar acaba por figurar entre um sim e não de usos. A criança ousa sim, ou Tati jamais teria pronunciado uma frase como Eu sou a Xuxa de ti, que certamente ela nunca ouviu; mas suas ousadias nem sempre encontram terreno firme para continuarem fazendo parte de sua gramática borbulhante. É como se a criança fosse testando, em um ir e vir, as possibilidades lexicais e paramétricas de sua língua, de acordo com os princípios estruturais de sua Gramática. As marcas Casuais assumidas pela morfologia de alguns pronomes ajudam a explicitar as inseguranças infantis em colocar em prática, distribuindo em suas construções sintáticas, as novas formas que vão sendo percebidas na linguagem de seu ambiente.
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Morfologia prosódica do português brasileiro

Morfologia prosódica do português brasileiro

Neste capítulo, será feita primeiramente uma definição funcional dos fenômenos não-concatenativos do Português Brasileiro a fim de mencionar que nesta língua, assim como no Lardil, Ilokano e Diyari, também se fazem presentes fenômenos não-lineares de formação de palavras. Essas características funcionais já foram comentadas, em outras palavras, por outros pesquisadores, cujos trabalhos se centraram neste tema. Em razão disso, serão citados os trabalhos desses estudiosos para possíveis consultas por parte do leitor. Em seguida, os processos não-concatenativos serão abordados do ponto de vista morfo-prosódico. Tal ponto de vista terá respaldo na proposta de McCarthy e Prince (1990), que é bastante pertinente para o presente estudo porque permite fazer uma diferenciação formal dos processos não-lineares de formação de palavras em detrimento dos processos lineares. Além disso, com a abordagem morfo-prosódica é possível diferenciar também os processos não-lineares entre si.
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Alomorfia de plural no português brasileiro

Alomorfia de plural no português brasileiro

Uma critica, no entanto, baseia-se no fato de que a autora apresenta a formação de plural como um complexo processo morfofonológico, representando uma reflexão baseada em princípios da Fonologia Gerativa Padrão. Observa-se que neste Modelo não se postulava um nível morfofonológico. Conforme discutimos no capítulo 3 a formação de plural na Fonologia Gerativa Clássica ocorre através das Regras de Reajustamento na saída da Sintaxe, antes da entrada para o componente fonológico. Contudo, as reflexões de Leite (1974) sobre a relevância da Morfologia na formação de plural em Português oferece indícios de que um nível morfológico se adéqua na ampla compreensão do processo de pluralização em Português Brasileiro. Consideramos, a seguir, a análise de Andrade (1977).
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O espraiamento da nasalização do português do Brasil

O espraiamento da nasalização do português do Brasil

Foi produzido um protocolo de casos com dados relevantes para a investigação do fenômeno da nasalização no português brasileiro, com destaque para o dialeto paulista, para um estudo auditivo e acústico. Os dados refletem todos os casos e contextos de ocorrência da nasalidade da variedade estudada da língua portuguesa. Até o momento, os dados foram obtidos apenas em palavras isoladas, mas o protocolo possui exemplos de palavras com todos os contextos, nos quais o segmento nasal pode ocorrer, tanto em posição de coda, quanto na posição de onset. Os contextos linguísticos adotados para os segmentos nasais em posição de onset são: no início de palavra, a consoante nasal deve ser seguida pela vogal /a/; no meio de palavra, a consoante nasal também deve ser seguida pela vogal /a/ e precedida pela vogal /e/. Para os segmentos consonânticos nasais em posição de coda, os contextos linguísticos são os que precedem as consoantes oclusivas – bilabiais, alveolares e velares –, as que precedem as fricativas – bilabiais, alveolares e palatais –, róticas e laterais. No protocolo, os segmentos nasais em posição de coda sucedem núcleos silábicos simples que contenham as vogais /a/, /i/ ou /u/.
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A  em textos acadêmicos de grau do português brasileiro contemporâneo

A em textos acadêmicos de grau do português brasileiro contemporâneo

Para tanto, estabeleço como objetivo geral descrever e analisar os aspectos sintáticos, semânticos e pragmático-discursivos que caracterizam a expressão da evidencialidade como estratégia discursiva nos trabalhos acadêmicos de grau do português brasileiro contemporâneo; como também apresento os seguintes objetivos específicos: a) acrescentar, à discussão já estabelecida entre modalidade e evidencialidade, os debates e pesquisas acerca da relação hierárquica que existe entre essas categorias; b) rediscutir o estatuto da evidencialidade como categoria linguística com manifestação em Língua Portuguesa; c) descrever os meios linguísticos de expressão da evidencialidade no discurso acadêmico na redação de monografias, dissertações e teses no português brasileiro contemporâneo; d) analisar, comparativamente, quais são as noções evidenciais predominantes na construção do discurso acadêmico que envolve a elaboração de monografias, dissertações e teses; e) interpretar os efeitos de sentido associados ao uso de meios de expressão da evidencialidade na construção da argumentação do discurso acadêmico, particularizando a produção de monografias, dissertações e teses; e f) quantificar e interpretar, comparativamente, a frequência de uso das marcas evidenciais e os efeitos de sentido nos trabalhos acadêmicos de grau – monografia, dissertação e tese.
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Percepção Categórica do Contínuo b-p no Português Brasileiro em Estudantes Alfabetizados do Ensino Fundamental

Percepção Categórica do Contínuo b-p no Português Brasileiro em Estudantes Alfabetizados do Ensino Fundamental

15 A seleção de uma palavra do banco de áudio se justifica por ser um estímulo naturalmente produzido, que segundo Silva (2006) seria mais indicado para análises perceptuais, uma vez que se perde a naturalidade com a utilização de estímulos sinteticamente produzidos. O fonema /b/ da palavra selecionada, /bala/, se enquadra dentro dos parâmetros acústicos de plosivas sonoras do português brasileiro (Melo et al., 2012). A manipulação realizada para a construção do contínuo perceptual esteve exclusivamente relacionada ao tempo de início de sonorização do fonema (/b/) e as demais características acústicas foram mantidas constantes (/ala/)
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As estratégias de focalização em português brasileiro e saterémawé

As estratégias de focalização em português brasileiro e saterémawé

pressuposto de que as línguas do mundo apresentam funcionamento mais ou menos semelhante. Nesta perspectiva, a partir de estudos já realizados sobre o português brasileiro e o sateré-mawé, pretende-se apresentar como a focalização se manifesta nessas línguas e em que medida elas assemelham-se ou divergem-se quanto às estratégias que empregam para enfatizar um constituinte. Em relação ao sateré-mawé, ademais, faz-se necessário averiguar quais aspectos dessa língua faltam ser investigados.

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O acento no português brasileiro: uma abordagem experimental

O acento no português brasileiro: uma abordagem experimental

e direta entre os padrões de proeminência preferentemente percebidos em cada sequência sonora e os padrões acentuais do português, mas aponta tendências gerais condizentes com o sistema acentual dessa língua: as paroxítonas são o padrão mais frequente de acento no domínio da palavra, que tem como principal propriedade acústica a duração. Ressalte-se que, em tons puros, a percepção conta prioritariamente com propriedades físicas, ao passo que, nos eventos linguísticos, o significado é um fator determinante para a identificação dos padrões sonoros, também influenciada pelo uso linguístico. Portanto, no caso de experimentos de percepção envolvendo estímulos não linguísticos, mesmo que haja influência de estruturas específicas da língua, não se deve esperar relações diretas. É necessário considerar a força antagônica exercida pela inseparabilidade do elo arbitrário entre padrões sonoros e o significado, que tem consequências para a percepção: na ausência de significado linguístico, há uma tendência de que os padrões sonoros sejam interpretados como eventos não linguísticos – portanto, independentes da estrutura linguística. Sugerimos que a interação entre a força exercida pela estrutura linguística e a força exercida pela interpretação não linguística tem como consequência a emergência de padrões complexos de resposta. Ao lado de questões metodológicas, como o número reduzido de sujeitos, esse que pode ser um dos fatores responsáveis pelo resultado que Bell (1977) interpretou como evidência contrária à influência da linguagem na percepção de padrões rítmicos não linguísticos.
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A evolução do divórcio nos ordenamentos jurídicos português e brasileiro

A evolução do divórcio nos ordenamentos jurídicos português e brasileiro

Por meio de tais mudanças na lei, percebe-se quão distanciado se situa o Direito Português do ideal pretérito de casamento, como sendo uma instituição sagrada, inviolável e indissolúvel. O primeiro golpe desferido nessa concepção se dera nos primeiros anos da República; depois de algumas décadas de maior conservadorismo, representado pelo Estado Novo, a tendência que se instaurara no direito de família luso parece ter sido a de um ultra- liberalismo em matéria de costumes, quando o tema versar sobre divórcio e separação. Desde a queda do regime salazarista, mas sobretudo a partir dos últimos vinte anos, a lei portuguesa se tornara cada vez mais liberal e permissiva no que toca à constituição e dissolução das uniões conjugais.
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Repositorio ISMT: A emigração dos assistentes sociais portugueses: faces do trabalho e do desemprego em tempos de crise e austeridade

Repositorio ISMT: A emigração dos assistentes sociais portugueses: faces do trabalho e do desemprego em tempos de crise e austeridade

FRQVWUXtGDHDDWXDODXWRLPDJHPGDSUR¿VVmR   diálogo  entre  as  particularidades  do  Serviço  Social  português   e  o  Serviço  Social  brasileiro  em  tempo  de  crise  do  capital SRU9L[r]

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AS ESTRATÉGIAS DE RELATIVIZAÇÃO DO PORTUGUÊS BRASILEIRO À LUZ DA SOCIOLINGUÍSTICA: UM OLHAR PARA FATORES INTRA E EXTRALINGUÍSTICOS

AS ESTRATÉGIAS DE RELATIVIZAÇÃO DO PORTUGUÊS BRASILEIRO À LUZ DA SOCIOLINGUÍSTICA: UM OLHAR PARA FATORES INTRA E EXTRALINGUÍSTICOS

Na análise das amostras do projeto NURC – Norma Urbana Culta – e do projeto VARPORT – Variedades do Português -, assim como no trabalho de Silva e Lopes (2007), também encontramos, inicialmente, um altíssimo número de dados da estratégia padrão. Conforme podemos observar na tabela II, em 77% das sentenças encontradas, a estratégia de relativização era considerada padrão pela tradição. Nesse sentido, os resultados que apresentamos na tabela II, em que constam todas as sentenças da amostra, também poderiam nos levar a questionar o estatuto de que a relativa cortadora é o tipo de estratégia de relativização mais frequente no PB.
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A construção que : uma avaliação da produção de chineses aprendizes do português brasileiro

A construção que : uma avaliação da produção de chineses aprendizes do português brasileiro

Em português, os NPs podem receber apenas três tipos de Casos: o Nominativo (NOM), o Acusativo (ACC) e o Oblíquo (OBL). Segundo o Filtro de Caso todo e qualquer NP pronunciado deve receber Caso, e um lugar onde ocorre NP é na posição de sujeito das sentenças. Nessa posição, os NPs recebem Caso nominativo no caso de uma sentença finita; e acusativo, quando for uma sentença infinita. As regras de aplicação de caso são simplificadas por Lobato (1986), determinando a atribuição a um NP, do Caso nominativo quando ele for regido por tempo (a flexão temporal); Caso acusativo se for regido por verbo e Caso oblíquo, se regido por preposição.
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O papel da prosódia na ironia como expressão de atitude

O papel da prosódia na ironia como expressão de atitude

Foram selecionados 9 estudantes de artes cênicas em final de curso (7º ou 8º período), todos do sexo masculino, residentes em Belo Horizonte, com faixa etária variando entre 18 e 35 anos (média de 26,5 anos). A opção pela seleção de estudantes de artes cênicas justifica-se pelo fato de esses sujeitos possuírem experiência em se adaptar a situações imaginárias, com uma maior facilidade em abstrair e expressar as atitudes do que um falante não ator. Optou-se também por selecionar apenas um sexo (masculino), devido à escassez de estudos do tipo no português brasileiro e, assim, diminuir o número de variáveis. Não foram incluídos os sujeitos com disfonia, para não influenciar na análise, uma vez que a disfonia pode provocar perturbações nos parâmetros acústicos prosódicos, influenciando o sinal acústico e, consequentemente, os resultados obtidos.
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Perfil da fluência: comparação entre falantes do Português Brasileiro e do Português Europeu.

Perfil da fluência: comparação entre falantes do Português Brasileiro e do Português Europeu.

7. Martins VO. Variação da fluência da fala em falantes do Português Brasileiro: quatro estudos [tese]. São Paulo: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo; 2007. 8. Delfino A, Magalhães JO. Estudo prosódico das disfluências de reparo.

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As relativas que são fáceis na aquisição do português brasileiro.

As relativas que são fáceis na aquisição do português brasileiro.

Na verdade, as relativas copiadoras com pronome resumptivo, como já mencionado, são bem poucas nos dados, num total de apenas três ocor- rências. Este resultado talvez possa ser explicado pelo fato de as funções relativizadas pela criança serem majoritariamente de sujeito (exs. (12), e (13)) e de objetos diretos (exs. (8), (10) e (11)), que são sintagmas não preposicionados em português. Com efeito, o objeto direto é a função que menos favorece o uso de resumptivos, como apontado pelos autores men- cionados acima. Os únicos casos que não se enquadram nessas duas fun- ções são ocorrências de complementos verbais preposicionais, ora com a preposição com, como em (14), ora com de, como em (15):
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