Top PDF Tratamento da doença de Hailey-Hailey com toxina botulínica tipo A.

Tratamento da doença de Hailey-Hailey com toxina botulínica tipo A.

Tratamento da doença de Hailey-Hailey com toxina botulínica tipo A.

Paciente 1: Mulher de 48 anos, com DHH confir- mada histopatologicamente, em tratamento tópico e sis- têmico com corticoides e antibióticos, há quatro anos. Relatava períodos recorrentes de exacerbação, princi- palmente no verão. Ao exame físico, apresentava placas eritematosas e maceradas, fissuras paralelas, vesículas flácidas e bromidrose nas axilas, região inframamária e inguinal bilateral (Figura 1). Durante o primeiro ano de acompanhamento, apresentou melhora temporária, com o uso sistêmico de antibióticos, tais quais: a trime- toprim/sulfametoxazol e a eritromicina e uso tópico de corticoides e clindamicina, bem como soluções e sabo- netes antissépticos. Desenvolveu intolerância gastroin- testinal à tetraciclina e não apresentou resposta à lime- ciclina (300mg/dia por 60 dias).
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Influência da toxina botulínica tipo A na função lacrimal de pacientes com distonias faciais.

Influência da toxina botulínica tipo A na função lacrimal de pacientes com distonias faciais.

O questionário OSDI mostrou que todos os pacientes se beneficiaram do tratamento, com redução das queixas e me- lhora no desempenho das atividades diárias. O escore médio do OSDI mostrou-se, tanto antes quanto após o tratamento, mais elevado no BE que no EH. Este dado pode ser parcial- mente explicado pelos resultados dos testes de olho seco serem piores nos pacientes com BE em comparação com EH. Além disso, o BE, por ser bilateral é uma doença funcional- mente mais debilitante.

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Custos e eficácia da toxina botulínica tipo A no tratamento do blefaroespasmo essencial e espasmo hemifacial.

Custos e eficácia da toxina botulínica tipo A no tratamento do blefaroespasmo essencial e espasmo hemifacial.

A análise de custos do tratamento para o BEB e EH com TBX-A demonstrou que o procedimento tem gasto elevado, mas possui excelente custo-benefício. O tratamento com a TBX-A promove melhora funcional significante do espasmo nos pacientes com BEB e EH. São necessários mais estudos para melhor relacionar dose de toxina, tempo de duração de efeito, incidência de efeitos colaterais e, principalmente, cus- tos, pois se trata de uma doença crônica, incapacitante, para a qual a melhor opção terapêutica, no momento, é a TBX- A.

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Estudo de pacientes com hiperidrose, tratados com toxina botulínica: análise retrospectiva de 10 anos.

Estudo de pacientes com hiperidrose, tratados com toxina botulínica: análise retrospectiva de 10 anos.

Realizou-se análise retrospectiva de 10 anos da utiliza ção da toxina botulínica no tratamento da hiperidrose. Os critérios de exclusão do estudo compreenderam: pacientes portadores de doença sistêmica grave, sensibilidade à toxina botulínica, doenças neuromusculares (como miastenia grave e síndrome de Eaton-Lambert), uso de antibióticos do gru po dos amino- glicosídeos, gestantes, mulheres na fase da amamentação, uso de bloqueadores de canal de cálcio, relaxantes musculares e ácido acetilsalicílico, estado pós-operatório recente, e sinais inlamatórios ou infecciosos na pele ou nos locais de aplicação da toxina botulínica. Todos os pacientes haviam sido subme- tidos previamente a outros tratamentos, como utilização de agentes tópicos (antitranspirantes), sem obtenção do resultado esperado. Como opção terapêutica para esses doentes, foi empregado o tratamento conservador com injeções intradér- micas de toxina botulínica tipo A.
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Avaliação do filme lacrimal de pacientes com distonia facial durante tratamento com toxina botulínica tipo A.

Avaliação do filme lacrimal de pacientes com distonia facial durante tratamento com toxina botulínica tipo A.

As distonias faciais são caracterizadas por contrações espasmódicas involuntárias repetidas dos músculos faciais, incluindo o músculo orbicular dos olhos, resultando no fechamento palpebral prolongado. O blefaroes- pasmo essencial é uma distonia focal adquirida das pálpebras caracterizada por contrações tônicas espasmódicas do músculo orbicular, prócerus e corrugador dos supercílios. Acredita-se que seja uma doença neurológica provavelmente relacionada a alterações nos gânglios da base. O espasmo hemifacial é também uma distonia focal caracterizada pela contração invo- luntária e intermitente dos músculos da face, geralmente unilateral. A com- pressão vascular do nervo facial é sua etiologia mais provável (1-2) .
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Aplicação da toxina botulínica no tratamento das dores miofasciais

Aplicação da toxina botulínica no tratamento das dores miofasciais

Carruthers et al. (1996) referem que na generalidade dos casos as infiltrações de TxB são bem toleradas. Depois da aplicação, a TxB propaga-se para os músculos e tecidos, e o seu resultado diminui consoante o aumento da distância da localização da injeção. Eventualmente podem ocorrer algumas reações tais como hematomas passageiros no local da aplicação da injeção e dor de cabeça ténue (Huang et al., 2000). Em pacientes medicados com ácido acetilsalicílico ou varfarina, os hematomas têm maior preponderância para surgir e, nesses casos, deve ser aplicado gelo no local tratado, antes e depois da injeção, para evitar essa consequência (Huang et al., 2000). Outros efeitos secundários sistémicos abrangem uma doença similar a uma gripe (pouco frequente), situação esta que pode ser imunomediada. Em relação a possíveis reações alérgicas de maior gravidade ou urticária, não existem atualmente registos (Huang et al., 2000).
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Análise vocal em pacientes com disfonia espasmódica nos momentos pré e pós tratamento com toxina Botulínica A.

Análise vocal em pacientes com disfonia espasmódica nos momentos pré e pós tratamento com toxina Botulínica A.

Para o registro das vozes foi utilizado um micro- fone proissional, do tipo condensador, estéreo, omnidirecional com sensibilidade de –20 dB, da marca EQUITEK E-100, ligado a uma fonte de eletricidade (Phantom Power) de uma mesa de som marca MACKIE 1202 VLZ – 12 canais. Os sujeitos estavam em pé, com o microfone situado a 10 cm da boca e com ângulo de captação direcional de 90º. O microfone estava deslocado do corpo da unidade de gravação para evitar captação de ruído do maquinário. As gravações foram realizadas em ambiente silente, com ruído inferior a 50 dBNPS (Nível de Pressão Sonora), medido por meio de um medidor de nível de pressão sonora digital marca RÁDIO SHACK (cat. Nº. 33-2055). Utilizou PC IBM Aptiva E30P, processador AMD – K6 – 2/500 MHz, memória de 128 mega bytes RAM, espaço de disco de 8,4 Giga bytes, placa de som Crystal Soun- dFusion e a onda sonora foi gravada no programa GRAM 5.0 para avaliação acústica. Após as grava- ções, as amostras foram arquivadas em Compact disc (CD) da marca Imation.
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Efeitos da toxina botulínica do tipo A isolada ou em associação com a finasterida sobre a próstata do cão e rato Sprague-Dawley

Efeitos da toxina botulínica do tipo A isolada ou em associação com a finasterida sobre a próstata do cão e rato Sprague-Dawley

RESUMO - A hiperplasia prostática benigna (HPB) tem início no animal com um a dois anos de idade, no entanto, sua fisiopatologia não está totalmente compreendida. O objetivo principal do tratamento da HPB é controlar o crescimento do órgão, prevenir complicações e efeitos colaterais. Desta maneira, o efeito da toxina botulínica tem sido investigado, mostrando bons resultados no homem. Com base nisso, este estudo objetivou fornecer informações acerca dos efeitos da finasterida e da TB-A no tratamento da HPB canina. Para tanto, 24 cães adultos foram divididos aleatoriamente em quatro grupos e submetidos à administração de solução fisiológica 0,9%, 5 mg de finasterida, 500 U de TB-A ou 500 U de TB-A associada a finasterida, e avaliados durante 16 semanas. Complicações locais ou alterações sistêmicas não foram observadas nos animais pertencentes aos grupos experimentais. Após 16 semanas da administração de 5 mg de finasterida o volume prostático reduziu 45,3% e ocorreu um aumento de 5 vezes nas taxa de morte celular. Comparando-se os valores do volume prostático após 16 semanas da aplicação de 500 U de TB-A ou 500 U de TB-A associada a finasterida com os valores basais, observamos uma redução de 30,9 e 51,3%, respectivamente. Neste mesmo período, ocorreu um aumento de seis e oito vezes da taxa de apoptose nos animais do grupo III e IV. Os resultados sugerem que os três protocolos terapêuticos promovem significativa redução do volume prostático e esta se deve a apoptose celular ao invés de necrose. Desta forma, o presente ensaio contribui de forma singular e inovadora para o conhecimento dos efeitos desta nova modalidade de tratamento na HPB canina.
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TOXINA BOTULÍNICA TIPO A E SUAS COMPLICAÇÕES NA ESTÉTICA FACIAL

TOXINA BOTULÍNICA TIPO A E SUAS COMPLICAÇÕES NA ESTÉTICA FACIAL

O tratamento utilizando a Toxina Botulínica (TB) está ganhando forte presença na atualidade, principalmente devido a sua grande aplicabilidade e raros efeitos colaterais. Neste trabalho de revisão bibliográfica foram apresentadas as complicações do uso inadequado da TB no tratamento de rugas faciais dinâmicas, resultantes de expressões faciais repetitivas e padrões musculares. As complicações podem ser decorrentes do uso incorreto do protocolo e/ou produto, onde as mais comuns são eritema, dor, equimose, ptose palpebral e superciliar, ptose do lábio superior, elevação excessiva da cauda do supercílio, essas podem ser evitadas quando os protocolos são seguidos, as normas e indicações respeitadas, as doses cumpridas com rigor e quando o profissional possui a experiência e conhecimento da anatomia facial adequada.
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Distonias Laríngea e Oro-Mandibular: revisão e tratamento

Distonias Laríngea e Oro-Mandibular: revisão e tratamento

botulínica tipo A. este tipo de tratamento é eficaz e seguro e baseia-se na injecção da toxina a nível das cordas vocais e nos músculos tiroaritenoideus. mas como a apresentação desta distonia varia de doente para doente, o tratamento deve ser individualizado caso a caso, uma vez que tem de haver um equilíbrio entre a diminuição da distonia e a perda de fun- ção. A periodicidade das aplicações é de 6 em 6 meses, isto é, menor do que nas restantes distonias focais. A experiência clínica e um bom conhecimento da anatomia da região larín- gea tornam esta técnica segura apesar dos efeitos secundários que podem eventualmente surgir, tais como disfagia, disfonia e insuficiência respiratória obstrutiva alta. A aplicação des- ta técnica deve ser efectuada com apoio de otorrinolaringologia e complementada com terapia de fala (Sulica et al., 2003).
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UTILIZAÇÃO DA TOXINA BOTULÍNICA NO TRATAMENTO DE SÍNDROMES DOLOROSAS

UTILIZAÇÃO DA TOXINA BOTULÍNICA NO TRATAMENTO DE SÍNDROMES DOLOROSAS

Entretanto, a utilização da TB como coadjuvante no tratamento da SDRC mostrou-se eficaz, ocasionando relaxamento da musculatura afetada, recuperação parcial do membro afetado, melhorando assim a disfunções de motricidade e reduzindo a dor. Em estudo realizado com duas pacientes que sofriam de SDRC do Tipo I, relatou-se melhora do tônus muscular e atenuação da dor após a utilização da TB, sendo que ambas haviam utilizado anteriormente como terapêutica a amitriptilina (antidepressivo), juntamente com uma série de bloqueios ganglionares, os quais não resultaram na melhora do quadro 19 .
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O USO DE TOXINA BOTULINICA COMO ALTERNATIVA PARA O TRATAMENTO DO SORRISO GENGIVAL CAUSADO PELA HIPERATIVIDADE DO LÁBIO SUPERIOR

O USO DE TOXINA BOTULINICA COMO ALTERNATIVA PARA O TRATAMENTO DO SORRISO GENGIVAL CAUSADO PELA HIPERATIVIDADE DO LÁBIO SUPERIOR

O uso da toxina botulínica é uma terapia alternativa para o sorriso gengival, porém este método garante be- nefícios provisórios, uma vez que o seu efeito vai se perdendo ao longo do tempo 47 . Ela é amplamente usada na prevenção e correção de mudanças causadas pela contração muscular do terços médio e inferior da face e pescoço, incluindo a exposição em excesso de gengiva 48 . A toxina botulínica representa um método simples, rápido e efetivo para a correção estética do sorriso gen- gival. Mazzuco e Hexsel (2010) 49 citaram outros fatores que os levam a considerar a toxina como terapia de pri- meira linha: facilidade e segurança durante a aplicação; uso de quantidade reduzida; rápida ação; baixo risco; e efeito reversível. Este último fator é particularmente interessante em casos em que o tratamento ortodôntico ou procedimento cirúrgico são recomendados, permitin- do efeito estético previamente ao procedimento invasivo. O transtorno estético pode ser corrigido pela injeção de toxina na área de exposição gengival e nos respecti- vos músculos envolvidos a fim de promover uma parali- sia da musculatura 50 . Em um trabalho realizado em 2010, foram feitas diferentes aplicações para cada tipo de ex- posição gengival com base nos principais músculos en- volvidos. Houve uma diminuição no grau de exposição gengival em todos os pacientes. A melhor média geral obtida foi de 75%. Dois pacientes apresentaram efeitos adversos leves que foram facilmente corrigidos com doses adicionais de toxina botulínica do tipo A. Os auto- res concluíram que é importante identificar o tipo de exposição gengival e os principais músculos envolvidos. A toxina botulínica do tipo A mostrou-se eficaz e segura para uso em correção de exposição gengival 49 . Um es- tudo propôs usar um ponto de injeção segura e reprodu- tível para a toxina botulínica tipo A como um método complementar para o tratamento do sorriso gengival, determinado por uma avaliação das características mor- fológicas 51 .
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Estudo da ação da toxina botulínica do tipo ‘A’ na profilaxia da migrânea sem aura

Estudo da ação da toxina botulínica do tipo ‘A’ na profilaxia da migrânea sem aura

Essas três condições de controle (evitar pacientes com dores refratárias, evitar pacientes com doença exacerbada em intensidade e freqüência, e evitar pacientes que tinham feito uso de tratamento preventivo recente) dificultaram o recrutamento. O ambiente onde foi desenvolvida a pesquisa, pela característica de ser um centro de atendimento terciário (hospital universitário), era procurado por pessoas que tinham exatamente as características que se queria evitar. Tal dificuldade fica explicitada pelo número de pessoas que foram incluídas na pesquisa após quatro meses de recrutamento continuo num ambulatório com grande número de atendimentos em cefaléia. No entanto, o grupo de pacientes recrutadas para a pesquisa mostra vantagens em dois aspectos. Primeiro os dois grupos eram todos de indivíduos do mesmo sexo, e segundo não diferiram significativamente na faixa etária. Isso é mais um fator que melhora a validade do estudo comparativo entre esses dois grupos, pois o sexo e a idade, que são variáveis importantes na medicina, estão nesse caso controladas. Não houve intenção dos pesquisadores de incluir somente mulheres na pesquisa, tal aconteceu devido à freqüência da migrânea em mulheres ser maior, e também talvez pela amostra ter um número pequeno.
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CORREÇÃO DO SORRISO GENGIVAL COM TOXINA BOTULÍNICA E OUTROS PROCEDIMENTOS

CORREÇÃO DO SORRISO GENGIVAL COM TOXINA BOTULÍNICA E OUTROS PROCEDIMENTOS

A história da toxina botulínica tem origem em 1817, quando foi publicada pela primeira vez a descrição do botulismo, Justinus Kerner associou mortes resultantes de intoxicação com um veneno encontrado em salsichas defumadas (salsicha do latim botulus). Ele concluiu que tal veneno interferia com o sistema nervoso motor e autônomo, com isso a toxina botulínica foi considerada um causador de doenças por muitos anos (Orlando, et. al, 2009). O tratamento com toxina botulínica moderna foi iniciado por Alan B. Scott e Edward J. Schantz no início da década de 1970, quando o sorotipo do tipo A foi utilizado na medicina para corrigir o estrabismo. Segundo Piovesan (2010), Georgi-na Burke, em 1919, identificou dois tipos sorológicos do Bacillus botulinum (tipo A e tipo B), os restantes subtipos foram identificados mais recentemente. A toxina botulínica foi descoberta como agente terapêutico no início no século XVIII (TEIXEIRA, 2015). No entanto, sua aprovação ocorreu no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) em 2000, desde então seu uso sucessivo vem auxiliando no tratamento de diversas patologias (GREGNANIN, 2015; SCHLOSSER et al., 2016).
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Efeito da toxina botulínica tipo A sobre a expressão de neuropeptídeos e o transporte...

Efeito da toxina botulínica tipo A sobre a expressão de neuropeptídeos e o transporte...

nasal por causa de RI, deixando as esponjas expansíveis por 30 minutos em cada fossa nasal. A paciente relatou redução da secreção nasal e apresentou melhora do fluxo aéreo nasal avaliado por rinomanometria. Mais tarde, em 2009, Rohrbach et al. 16 , ao utilizar esse mesmo método de aplicação da toxina, minimamente invasivo, demonstraram que alguns pacientes com rinite idiopática apresentaram melhora da rinorréia e também dos espirros. Porém, naqueles pacientes que não mostraram melhora, sugerem que isso possa ter ocorrido por causa da presença de outros neurorreguladores envolvidos na fisiopatologia da rinite idiopática, além da própria ACh, como alguns neuropeptídeos também presentes na mucosa nasal. Porém, há indícios de que a TXB-A influencie também a expressão de alguns desses neuropeptídeos. Comentam, ainda, que esse talvez seja um dos motivos pelo qual alguns pacientes não respondam ao tratamento tópico nasal com o anticolinérgico brometo de ipatrópio, mas sim, de modo satisfatório, ao tratamento com TXB-A. Por outro lado, Sapci et al. 20 , em
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Distonia laríngea: relato de caso e tratamento com toxina botulínica.

Distonia laríngea: relato de caso e tratamento com toxina botulínica.

O tratamento foi feito com a injeção de 5U de toxi- na botulínica tipo A (botox) em músculo tireoaritenóideo esquerdo por laringoscopia de suspensão. A voz teve um aspecto soproso durante a primeira semana, apresentando, após esse período, suavização e estabilidade fundamental, aumento da capacidade respiratória, aumento de tempo máximo de fonação, coordenação pneumofônica respi- ratória e mobilidade de órgãos fonoarticulares. Optamos por observar a paciente, analisando a necessidade de reaplicação de toxina botulínica.
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Modelo experimental de osteoporose: comparação entre ovariectomia e toxina botulínica tipo A.

Modelo experimental de osteoporose: comparação entre ovariectomia e toxina botulínica tipo A.

A osteoporose é uma doença crônica que afeta milhões de pes- soas e se caracteriza pela diminuição da massa óssea e pela deterioração da microarquitetura do osso, ocasionando aumento da fragilidade do esqueleto e, portanto, maior risco de fraturas. A diminuição da atividade física e a ausência de carga sobre o esqueleto podem contribuir para a perda osteoporótica. A imobi- lização prolongada consequente de longos períodos de repouso, a diminuição da função muscular causada por afecções e lesões neurológicas, bem como a falta do efeito da gravidade, semelhante à dos voos espaciais, resultam em perda óssea muito rápida e
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Toxina botulínica como tratamento para fobia social generalizada com hiperidrose.

Toxina botulínica como tratamento para fobia social generalizada com hiperidrose.

Contexto: Enrubescimento, tremores e transpiração excessiva são fenômenos frequentemente observados na fobia social. Objetivos: Descrever a resposta de um paciente com o tipo generalizado de fobia social e hiperidrose à terapia cognitivo-comportamental aliada à toxina botulínica. Método: Relato de caso único. Resultados: O Sr. A, 20 anos, estudante universitário, procurou tratamento por apresentar sintomas compatíveis com os diagnósticos de fobia social e depres- são. O Sr. A também apresentava diagnóstico de hiperidrose palmar, plantar e axilar. Tanto a fobia social quanto a hiperidrose tiveram seu início no começo da adolescência, com a primeira se iniciando quatro anos antes da segunda. A terapia cognitivo-comportamental levou à remissão da depressão, mas o tratamento efetivo da fobia social apenas foi possível após a terapia com a toxina botulínica. Conclusão: A toxina botulínica, um tratamento que bloqueia fenômenos au- tonômicos periféricos, também pode proporcionar alívio dos sintomas em pacientes com fobia social.
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Toxina botulínica e fisioterapia em crianças com paralisia cerebral espástica: revisão bibliográfica.

Toxina botulínica e fisioterapia em crianças com paralisia cerebral espástica: revisão bibliográfica.

No entanto, contradições sobre a formação de anticorpos contra a TBA são comuns. Patel e Soyode e também Tilton afirmam que, com inje- ções repetidas de toxina botulínica tipo A, sua efeti- vidade pode ser perdida, além de haver desenvolvi- mento de resistência à TBA, em razão da formação de anticorpos contra a toxina. Contudo, outros au- tores defendem que a aplicação em longo prazo e a dosagem elevada da toxina pode ser considerada uma opção de tratamento segura e estável para as crianças com paralisia cerebral, e que a formação de anticorpos responsável pela não resposta secundá- ria pode ser indiretamente impedida , .
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Toxina botulínica no tratamento da dor.

Toxina botulínica no tratamento da dor.

Até o ano 2000 apenas cinco estudos haviam sido publica- dos a respeito da TxB-A no tratamento da migrânea. Interes- sante notar que todos os estudos mostraram evidência de boa e consistente eficácia da TxB-A . Menção especial deve ser feita aos estudos controlados conduzidos por Brin e col. (2000) e por Silberstein e col. (2000), ambos com delinea- mento duplamente encoberto, placebo-controlado e com padronização dos pontos de injeção. Estes estudos obser- varam significante decréscimo na intensidade dos episódios e da frequência de migrânea, cefaleia tipo tensão e outros tipos de cefaleia. A dose utilizada de TxB-A era relativamen- te baixa, particularmente no estudo de Silberstein e col com 25 UI de TxB-A. A variação de resultados nos estudos clíni- cos com TxB-A, poderia ter varias origens, tais como, sele- ção de pacientes, protocolo de injeções administradas e a variação de doses usadas, uso concomitante de medicação profilática para cefaleia. Efeitos adversos mais frequentes, possíveis de ocorrerem são fraqueza muscular, rigidez cervical, dor cervical, sendo que esta ocorrência é de apro- ximadamente 3%. Os resultados positivos no tratamento das cefaleias podem aparecer de forma plena, somente 90 dias após aplicação 29 .
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