Top PDF Tratamentos pré-germinativos em sementes de Arachis pintoi.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Arachis pintoi.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Arachis pintoi.

Quando foi realizada a remoção do pericarpo, foi constatada a menor porcentagem de germinação, independente do lote, provavelmente em conseqüência da elevada porcentagem de plântulas anormais infeccionadas (Tabela 1), embora quando comparado à testemunha, constatou-se um aumento da velocidade de germinação, avaliado pela primeira contagem de plântulas normais (Tabela 3). Estes resultados indicam que o pericarpo atua, provavelmente, como barreira, principalmente à infecção por fungos, sendo que a remoção tornou as sementes mais vulneráveis à contaminação por microrganismos, além de atuar como controlador da velocidade de hidratação e, consequentemente da germinação. Para Powell & Matheus (1979), a embebição não pode ser muito rápida, o que pode causar danos às membranas celulares. Em sementes de Arachis pintoi, Alves et al. (2005) constataram que a remoção do pericarpo
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de Schizolobium parahyba (Vell.) Blake

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Schizolobium parahyba (Vell.) Blake

Resumo: O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito de diferentes tratamentos pré-germinativos para superação de dormência em sementes de Schizolobium parayba (Vell.) Blake. A pesquisa foi realizada no Laboratório de Análise de Sementes do CCA/UFPB, no município de Areia-PB. Os tratamentos pré-germinativos foram: T1 = Testemunha (sementes intactas); T2 = Escarificação mecânica com lixa d’água nº 80; T3 = Escarificação mecânica com lixa d’água nº 80, seguida de embebição em água por 12 h; T4 = Escarificação mecânica com lixa d’água nº 80, seguida de embebição em água por 24 h; T5 = Imersão em água na temperatura de 90ºC por 5 minutos; T6 = Imersão em água na temperatura de 100ºC por 5 minutos; T7 = Imersão em água na temperatura de 80ºC por 5 minutos; T8 = Imersão em água na temperatura de 70ºC por 5 minutos; T9 = Imersão em ácido sulfúrico por 10 minutos; e T10 = Imersão em ácido sulfúrico por 20 minutos. De acordo com os resultados para se obter melhor desempenho germinativo recomenda-se a escarificação mecânica das sementes com lixa d’ água nº 80 sem embebição (T2) e com embebição por 12 horas (T3) e a imersão em água quente à 70ºC por 5 minutos (T8).
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies da Caatinga

Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies da Caatinga

tratamentos T2, T3 e T4 para a jurema apresentaram semelhança quanto à altura. Para o angico foram observadas as maiores médias para o T1 e T2, todavia, não se constataram diferenças entre estes e o T4 (p>0,05), na mesma época e entre épocas (Tabela 3). O mulungu apresentou variações no comprimento da parte aérea em decorrência da época e tratamentos aplicados. Tabela 3. Altura de plântulas, número de folhas vivas e diâmetro do caule das espécies angico Anadenanthera colubrina (Vell.) Brenan), jurema-branca (Piptadenia stipulacea) e mulungu (Erythrina velutina), oriundas de sementes submetidas aos seguintes tratamentos pré-germinativos para quebra da dormência na fase I: T1 = Testemunha, T2 = Escarificação mecânica oposta ao hilo com lixa de madeira, T3 = Escarificação mecânica oposta ao hilo com lixa de madeira + imersão em água por 24 horas, T4 = Imersão em água a 80°C por 2 minutos, no município de Serra Talhada-PE.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de Luffa cylindrica Roemer

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Luffa cylindrica Roemer

Resumo - Luffa cylindrica é uma espécie trepadeira utilizada na medicina popular como purgativa e abortiva. Contudo, a exploração desta essência é, em geral, realizada de forma irracional, podendo levar a espécie à extinção. Este trabalho objetivou avaliar tratamentos pré-germinativos em sementes de bucha. Para tanto, realizou-se um ensaio no Laboratório de Análise de Sementes/CCA/UFC/Fortaleza-Ce, (fevereiro-março de 2005). O delineamento estatístico utilizado foi o inteiramente casualizado (DIC), com 4 repetições de 25 sementes cada. Os tratamentos foram: testemunha; sementes imersas em água por 24; 48 e 72 horas; em água a 60 e 80ºC por 10 minutos e deixadas até o completo resfriamento; sementes tratadas com ácido sulfúrico (H 2 SO 4 ) a 98% por 5 e 10 minutos; sementes escarificadas com lixa nº 80 na parte oposta ao hilo e sementes escarificadas com corte na parte oposta ao hilo. As sementes foram postas para germinar em papel germiteste umedecido com três vezes seu peso em água destilada, e, em seguida, alojadas em germinador tipo BOD com temperatura alternada de 20-30ºC e fotoperíodo de 16-8 horas escuro/luz, respectivamente. As variáveis analisadas foram: primeira contagem, percentual (%G), índice de veloci- dade (IVG) e tempo médio de germinação (TMG), massas da matéria fresca (MMF) e seca das plântulas (MMS). De posse dos resultados, pode-se inferir que as escarificações com lixa e corte na parte oposta ao hilo são os tratamen- tos que proporcionam maiores valores para todas as variáveis estudadas.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de Faveira-orelha-de-macaco (Enterolobium schomburgkii Benth).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Faveira-orelha-de-macaco (Enterolobium schomburgkii Benth).

Germinação de sementes de Faveira-orelha-de-macaco(Enterolobium schomburgkii) após diferentes tratamentos pré-germinativos. Os melhores tratamentos para superar a dormência das sementes[r]

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Desempenho de sementes de sapoti (Achras sapota L.) submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos.

Desempenho de sementes de sapoti (Achras sapota L.) submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos.

torno de 12 dias para que atingissem o amadurecimento total (pericarpo amolecido ao tato), procedendo-se a extração das sementes. Em seguida, as mesmas foram postas para secar à sombra, sobre folhas de papel jornal durante cinco dias. Os tratamentos pré-germinativos foram os seguintes: T 1 , imersão em água a 60°C por 1 minuto; T 2 , imersão em água a 60°C por 2 minutos; T 3 , imersão em água a 60°C por 3 minutos; T 4 , corte lateral ao embrião, seguido de embebição em água por 24 horas; T 5 , corte lateral ao embrião, sem embebição; T 6 , corte distal ao embrião, seguido de embebição em água por 24 horas; T 7 , corte distal ao embrião, sem embebição; T 8 , corte lateral+distal ao embrião, seguido de embebição em água por 24 horas; T 9 , corte lateral+distal ao embrião, sem embebição; e T 10 , Testemunha (ausência de tratamento). O corte no tegumento foi efetuado utilizando-se de estilete, conforme ilustra a Figura 1.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de duas espécies do gênero Poincianella.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de duas espécies do gênero Poincianella.

RESUMO - Objetivou-se nesse trabalho avaliar o efeito de diferentes tratamentos pré- germinativos em sementes de Poincianella bracteosa e Poincianella pyramidalis. Foram testados os seguintes tratamentos: embebição em água por 24 horas; embebição em água a 80 ºC até atingir a temperatura ambiente; escarificação com lixa; escarificação com lixa seguida da embebição em água por 24 horas; escarificação química com ácido sulfúrico concentrado por 30 segundos, 1; 5 e 10 minutos e a testemunha. A avaliação do efeito dos tratamentos foi feita pelas variáveis: germinação, primeira contagem e índice de velocidade de germinação, comprimento da raiz principal e da parte aérea e a determinação da massa seca da raiz e da parte aérea das plântulas. Concluiu-se que as sementes de P. bracteosa e P. pyramidalis não apresentam dormência tegumentar.
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TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Didymopanax morototoni (Aubl.) Dcne. et Planch

TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Didymopanax morototoni (Aubl.) Dcne. et Planch

A principal dificuldade com essa espécie está na produção de mudas, pois suas sementes possuem um tegumento bastante resistente ao atrito, e talvez imperme áveis a água e/ou ao oxigênio. Em algumas espécies, na fase de maturação, as sementes são revestidas com suberina ou substancias lipídios, depositadas nas superfícies das sementes, tornando-as impermeáveis (Labouriau, 1983). Há vários tratamentos pré- -germinativos que poderão ser usados para vencer esta barreira natural, como escarifica ção química e mecânica, utilizados com sucesso para Mimosa bimucromata (Ferreira, 1976), Leucaena leucocephala (Àquila e Fett-neto, 1988), em Guazuma ulmifolia (Barroso et al., 1993), Acacia caven (Franco e Feltrin, 1994), adição de ácido giberélico em Trema micrantha (Davide et al., 1993), imersão em água quente Schizolobium parayba (Bianchetti e Ramos, 1981) entre outros. O conhecimento desse mecanismo é imprescindível para o estabelecimento de qualquer cultivo de esp écies nativas.
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Germinação de sementes de palmeira-ráfia: efeito de tratamentos pré-germinativos.

Germinação de sementes de palmeira-ráfia: efeito de tratamentos pré-germinativos.

RESUMO – A propagação da palmeira-ráfia (Rhapis excelsa), palmeira ornamental de grande valor comercial, é realizada através de sementes ou divisão de touceiras. Entretanto, a germinação das sementes não é uniforme, e o crescimento da planta é considerado lento. Neste trabalho, objetivou-se comparar a utilização de tratamentos pré-germinativos para acelerar e uniformizar a germinação de sementes de R. excelsa. Avaliou-se o efeito das escarificações mecânica (lixar um lado ou dois lados da semente), térmica (imersão em água a 100 ºC durante 1, 2 ou 4 min) e química (imersão em ácido sulfúrico 98%, durante 1, 2 ou 4 min), bem como a sua embebição em soluções contendo BAP (benzilaminopurina) nas concentrações de 0, 25, 50 ou 100 mg L -1
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Germinação e vigor de sementes de melancia com diferentes ploidias submetidas a tratamentos pré-germinativos.

Germinação e vigor de sementes de melancia com diferentes ploidias submetidas a tratamentos pré-germinativos.

RESUMO - Sementes triplóides e tetraplóides de melancia apresentam problemas de germinação, havendo a necessidade do emprego de tratamentos visando minimizar este problema. Técnicas para melhorar a germinação são importantes para aumentar o potencial de desempenho das sementes e, por conseguinte, a uniformidade das plantas em condições de campo. O presente trabalho teve como objetivo verificar o efeito de tratamentos pré-germinativos em sementes diplóides, triplóides e tetraplóides de melancia. As sementes foram submetidas à maceração; escarificação mecânica + ácido giberélico (GA 3 ); escarificação; ácido giberélico (GA 3 ). Após a aplicação dos tratamentos, as sementes foram colocadas para germinar em rolos de papel germitest embebido com água destilada na proporção de 2,5 vezes seu peso e mantidas em germinador à temperatura de 25°C. Foram realizadas avaliações de porcentagem de germinação e crescimento de plântulas aos 5 e 12 dias. A avaliação da emergência de plântulas foi realizada no interior de uma casa-de-vegetação coberta com sombrite 50%, em bandejas plásticas com solo. Foram realizadas contagens diárias do número de plântulas emergidas até a estabilização da emergência das mesmas, considerando-se emergidas aquelas que apresentavam os cotilédones expostos. Foram determinadas as porcentagens de emergência e o índice de velocidade de emergência de plântulas. Apesar dos tratamentos pré- germinativos empregados nos três tipos de sementes não serem eficientes no aumento da germinação e emergência de plântulas de melancia, observou-se que o GA 3 e a escarificação, empregados separadamente e em associação, promoveram maior crescimento de plântulas oriundas de sementes diplóides e tetraplóides e que a maceração também contribuiu para maior crescimento de plântulas tetraplóides.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de araçá-boi (Eugenia stipitata).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de araçá-boi (Eugenia stipitata).

RESUMO - O araçá-boi (Eugenia stipitata) é uma fruteira nativa com grande potencial agroindustrial. Suas sementes são intolerantes ao dessecamento e apresentam dormência, o que diiculta sua propagação. O objetivo do trabalho foi analisar as características de germinação das sementes de araçá-boi submetidas a diferentes tratamentos pré-germinativos: retirada parcial do tegumento, lixiviação e fracionamento. A germinação das sementes intactas e com retirada parcial do tegumento foi realizada em dois ambientes: casa de vegetação e viveiro telado com sombrite de 50%. Para a lixiviação, as sementes foram colocadas em balde e submetidas à lixiviação, em água corrente, por até 90 dias, com intervalos de 10 dias. O fracionamento das sementes foi realizado de acordo com a posição da zona meristemática de protrusão da raiz e parte aérea (fracionamento transversal e longitudinal). A retirada parcial do tegumento das sementes de araçá-boi diminui o tempo médio de germinação de 91 para 48 dias, com 100% de emergência. As sementes de araçá-boi mantidas submersas em água corrente por até 50 dias mantêm a viabilidade e o vigor. As frações de sementes que apresentam a protuberância meristemática formam plântulas normais, com as mesmas características de germinação das sementes intactas, porém os diferentes tipos de fracionamento não aceleraram nem uniformizaram a germinação das sementes.
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TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Hibiscus sabdariffa L. (Malvales - Malvaceae)

TRATAMENTOS PRÉ-GERMINATIVOS EM SEMENTES DE Hibiscus sabdariffa L. (Malvales - Malvaceae)

Objetivou-se com este trabalho, avaliar a eficiência de tratamentos pré-germinativos na superação da dormência de sementes de Hibiscus sabdariffa L. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado com quatro repetições de 50 sementes. Os tratamentos consistiram em: T1 - testemunha (sem tratamento pré-germinativo); T2 - pré-esfriamento das sementes sob temperatura de 10 ºC por 4 dias; T3 - escarificação térmica com imersão das sementes em água destilada a temperatura de 70 ºC por 10 min; e T4 - escarificação química com imersão das sementes em ácido sulfúrico a 98% por 5 min. As sementes foram avaliadas quanto ao teor de água, a germinação e ao vigor, primeira contagem de germinação, emergência de plântulas, índice de velocidade de emergência, comprimento e massa fresca de plântulas. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste Tukey a 5% de probabilidade. Diante dos resultados obtidos conclui-se que a escarificação química com ácido sulfúrico durante 5 minutos reduz a dormência e promove incrementos na germinação e no vigor das sementes de H. sabdariffa.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de mamona (Ricinus communis L.).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de mamona (Ricinus communis L.).

RESUMO – As sementes de mamona têm germinação lenta e irregular, resultando, muitas vezes, em estande desuniforme no campo, o que pode ser atribuído à provável diiculdade de absorção de água pelas sementes. O trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de tratamentos pré-germinativos no desempenho de sementes de mamona. Foram utilizados cinco lotes de sementes de mamona, cultivar AL-Guarany, que foram submetidos aos seguintes tratamentos: testemunha (sementes intactas), escariicação com lixa, remoção da carúncula, remoção do tegumento, imersão em água por 12 e 24 horas, remoção da carúncula + imersão em água por 12 e 24 horas, escariicação com lixa + imersão em água por 12 e 24 horas, germinação a 10ºC/7 dias e a 25ºC/5 dias, germinação a 10ºC/7 dias e a 30ºC/5 dias e envelhecimento acelerado a 41ºC/48h e 100% UR. Após cada tratamento, com exceção dos tratamentos de germinação a 10ºC, as sementes foram submetidas ao teste de germinação, a 25ºC, avaliando-se a porcentagem de plântulas normais aos sete e 14 dias após a semeadura. Em geral, todos os tratamentos pré-germinativos contribuíram para aumentar a porcentagem de germinação das sementes de mamona em relação à testemunha. Os tratamentos mais eicientes para acelerar a germinação das sementes foram a escariicação com lixa e a remoção da carúncula ou de todo o tegumento. No entanto, considerando a praticidade de aplicação, a escariicação com lixa pode ser recomendada para acelerar e aumentar a germinação das sementes de mamona.
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Substratos alternativos e tratamentos pré-germinativos na germinação in vitro de sementes de Pinus taeda L..

Substratos alternativos e tratamentos pré-germinativos na germinação in vitro de sementes de Pinus taeda L..

Diversos trabalhos têm sido realizados com o cultivo in vitro de espécies do gênero Pinus, como: P. patula (McKELLAR et al., 1994), P. elliottii (BURNS et al., 1991), P. heldreichii (STOJIEIÉ et al., 1999) e P. taeda (LI e HUANG, 1996; PULLMAN et al., 2003). Tais pesquisas são, em seu maior número, ligadas à embriogênese somática, processo mais difícil e trabalhoso, tanto pelos explantes necessários (os quais geralmente necessitam de coleta em estágio imaturo) quanto pela execução laboratorial. Em contrapartida, a germinação in vitro das sementes oferece maior facilidade nos trabalhos, possibilidade de multiplicação por organogênese direta, juvenilidade e maior variabilidade num mesmo lote, possibilitando melhoramento e seleção. Desta forma, os objetivos deste trabalho foram desenvolver protocolos para a obtenção de plantas germinadas in vitro de P. taeda, avaliar o uso de substratos alternativos e analisar o efeito de tratamentos pré-germinativos na otimização da germinação.
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Tratamentos pré-germinativos e temperaturas para a germinação de sementes de Apeiba tibourbou Aubl..

Tratamentos pré-germinativos e temperaturas para a germinação de sementes de Apeiba tibourbou Aubl..

A impermeabilidade do tegumento à água na maioria das vezes é vantajosa, já que permite o prolongamento do tempo de vida das sementes, bem como a sobrevivência da espécie em condições naturais, uma vez que distribui a germinação ao longo do tempo ou permite que a germinação ocorra somente quando as condições forem favoráveis à sobrevivência das plântulas. Por outro lado, a dormência é frequentemente, prejudicial às atividades de viveiro onde se deseja que grandes quantidades de sementes germinem em curto espaço de tempo, permitindo a produção de mudas uniformes (Medeiros Filho et al., 2002). Neste caso, o conhecimento de suas causas é de signiicativa importância prática, visto que, permite a aplicação de tratamentos apropriados para se obter melhor germinação, como é o caso de espécie A. tibourbou.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies florestais da amazônia. III .Faveira-arara-tucupi (Parkia decussata Ducke) - LEGUMINOSAE.

Tratamentos pré-germinativos em sementes de espécies florestais da amazônia. III .Faveira-arara-tucupi (Parkia decussata Ducke) - LEGUMINOSAE.

Comparando-se os resultados de germinação na Figura 1, observa-se que,embora os tratamentos com ácido sulfúrico por 20 minutos e escarificação mostraram respectivamen- te 93¾ e 92¾ ao[r]

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Tratamentos pré-germinativos e procedência de sementes do tucumã-do-amazonas para a produção de mudas.

Tratamentos pré-germinativos e procedência de sementes do tucumã-do-amazonas para a produção de mudas.

Os frutos despolpados foram colocados para secar à sombra num galpão com umidade relativa média do ar de 55 ± 10% e temperatura média de 25 ± 3°C (determinados por termoigrógrafo), para o desprendimento da semente do endocarpo e, semanalmente, foi determinada a perda da massa úmida dos pirênios até o período total de 35 dias e elaborada uma curva de secagem (GENTIL; FER- REIRA, 2005; FERREIRA; GENTIL, 2006). Antes e após a secagem, foi determinado o teor de água das sementes com duas subamostras de cinco unidades, pelo método da estufa a 105 °C por 24 h (BRASIL, 2009). Os pirênios foram quebrados para a extração das sementes com auxílio de uma prensa de bancada do tipo morsa, sendo que aquelas daniicadas foram eliminadas.
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Tratamentos pré-germinativos em sementes de Samanea tubulosa Bentham - (Leguminoseae- Mimosoideae).

Tratamentos pré-germinativos em sementes de Samanea tubulosa Bentham - (Leguminoseae- Mimosoideae).

Avaliando o desempenho das plântulas através do comprimento total, verificou-se que os maiores valores foram obtidos (entre 16 e 18 cm) após a imersão das sementes em ácido sulfúrico por 5, 10 e 15 min (T 3 , T 4 e T 5 , respectivamente), novamente mostrando a eficiência desses tratamentos na superação da dormência. Resultados similares foram observados por Alves et al. (2009) em Caesalpinia ferrea, quando as sementes foram imersas por 19 min, pois, de acordo com esses autores, o pressuposto básico para a superação da dormência não basta somente desencadear o processo germinativo, mas também o desempenho rápido e uniforme das plântulas. No entanto, Souza et al. (2008) destacaram que o uso de materiais abrasivos é eficiente para romper o tegumento espesso das sementes, mas podem-se obter bons resultados utilizando tratamentos de escarificação mecânica (lixa) e água quente.
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Germinação e vigor de sementes de Sapindus saponaria L. submetidas a tratamentos pré-germinativos, temperaturas e substratos.

Germinação e vigor de sementes de Sapindus saponaria L. submetidas a tratamentos pré-germinativos, temperaturas e substratos.

Para temperaturas e substratos foi verificada interação significativa (P< 0,01) para todas as variáveis analisadas (Tabelas 1 e 2). A temperatura de 30ºC para o substrato areia foi responsável pela maior porcentagem de germinação das sementes, enquanto no substrato vermiculita as melhores condições de germinação foram evidenciadas na temperatura constante de 30ºC e alternada 20-30ºC (Tabela 1), porém, o substrato pó-de- coco influenciou negativamente o potencial germinativo independente da temperatura avaliada, provavelmente devido à dificuldade de retenção da água. Dados contraditórios foram verificados em sementes de Myracrodruon urundeuva Fr. All (PACHECO et al., 2006), pois o mesmo proporcionou resultados satisfatórios elevando a porcentagem de germinação; contudo, as sementes dessas duas espécies são de tamanho inferior às de S. saponaria, o que possivelmente justifica o bom desempenho do pó-de-coco como substrato de germinação para as mesmas, uma vez que requerem menor volume de água disponível.
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