Top PDF Um aquecedor solar de água de baixo custo.

Um aquecedor solar de água de baixo custo.

Um aquecedor solar de água de baixo custo.

Nas primeiras experiências a caixa do coletor foi coberta apenas por um vidro de 1 / 8 " de espessura e nas outras por uma tampa composta de três camadas: (l) uma folha de plástico[r]

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Viabilidades térmica, econômica e de materiais de um sistema solar de aquecimento de água a baixo custo para fins residenciais

Viabilidades térmica, econômica e de materiais de um sistema solar de aquecimento de água a baixo custo para fins residenciais

Apresenta-se um sistema de aquecimento solar de água, trabalhando em regime de termossifão, constituído por um, coletor solar alternativo e um reservatório armazenador de água também alternativo. O coletor foi construído com um material compósito a base de gesso e isopor e o reservatório térmico a partir de um tambor de polietileno de 200 litros utilizado para armazenamento de água e lixo recoberto por um cilindro em fibra de vidro, tendo isopor triturado entre as duas superfícies. A utilização do compósito e a nova forma de obtenção da grade absorvedora permitem que o coletor apresente apenas três elementos ao invés dos cinco característicos de um coletor convencional, diminuindo, portanto o seu custo. A superfície absorvedora dos coletores foi montada utilizando-se tubos de PVC pintados de preto fosco, ligados através de uma configuração em paralelo, utilizando como elementos de ligação conexões em T de PVC de mesmo diâmetro. Serão apresentados dados de eficiência e perda térmicas que demonstram a eficiência térmica do sistema de aquecimento proposto Abordar- se-á também aspectos relativos a susceptibilidade de degradação dos tubos de PVC quando expostos a radiação solar. Mostrar-se-á que tal sistema de aquecimento alternativo, que tem como principal característica seu baixo custo, apresenta viabilidades térmica, econômica e de materiais.
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INFLUÊNCIA DO MATERIAL, TIPO DE ESCOAMENTO E PROTEÇÃO TRANSPARENTE SOBRE O DESEMPENHO DO COLETOR DE UM AQUECEDOR SOLAR DE BAIXO CUSTO

INFLUÊNCIA DO MATERIAL, TIPO DE ESCOAMENTO E PROTEÇÃO TRANSPARENTE SOBRE O DESEMPENHO DO COLETOR DE UM AQUECEDOR SOLAR DE BAIXO CUSTO

A civilização moderna caracteriza-se por um grande e desordenado consumo de energia. Sendo o sol uma fonte de energia renovável, não poluente e inesgotável, a exploração de sua luz e calor se torna, sem dúvida, uma das alternativas energéticas mais promissoras da atualidade. Recentemente, estudos têm contribuído no sentido de incentivar o uso domiciliar da energia solar, dentre outros, a fim de substituir o uso da energia convencional. A indústria dos coletores solares vem se aperfeiçoando, com o intuito de obter uma menor perda térmica e, conseqüentemente, um melhor aproveitamento da energia solar. O uso de material alternativo para a construção das placas coletoras vem sendo amplamente pesquisado. O presente trabalho tem como objetivo avaliar e comparar o desempenho de dois Aquecedores Solares de Baixo Custo (ASBC) que utilizam PVC e Polipropileno como matéria-prima da placa coletora. Foram realizados ensaios passivos (circulação natural) e ativos (circulação forçada por bombas peristálticas), associados a algumas mudanças de configuração na unidade experimental. Tais ensaios foram realizados no principal período de insolação do dia, sendo os valores de temperatura obtidos por um sistema de monitoramento e aquisição de dados em tempo real. As informações obtidas, aliadas ao conhecimento dos valores da radiação solar fornecidos por um centro de pesquisas meteorológicas, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), possibilitaram o cálculo da eficiência dos coletores, sendo esta definida pela razão entre o calor absorvido pelas placas e a radiação total incidente sobre as mesmas. Uma análise das temperaturas máximas atingidas pelos sistemas ‘placa+boiler’, dos gradientes de temperatura alcançados em cada configuração, bem como o conhecimento do tempo e da temperatura obtidos na simulação de banhos que utilizam água proveniente do reservatório de cada coletor alternativo, levam à conclusão de que o uso do coletor de PP, aliado à configuração mais simples estudada (termossifão sem proteção transparente), proporciona água a uma temperatura agradável para uso doméstico. Tal configuração para o ASBC apresenta como vantagens, além do custo acessível à parte da população que ainda não dispões dessa tecnologia, a facilidade de manuseio e uma contribuição favorável para a ecoeficiência e conservação do meio ambiente.
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ESTUDO DE DESEMPENHO DO AQUECEDOR SOLAR DE BAIXO CUSTO Débora Abrahão Siqueira

ESTUDO DE DESEMPENHO DO AQUECEDOR SOLAR DE BAIXO CUSTO Débora Abrahão Siqueira

térmica com o ambiente dentro dos valores estipulados na literatura e atingiram valores de eficiência térmica e de temperatura praticamente similares quando operaram em termossifão. Quando bombeados, o aquecedor solar formado pelo coletor de polipropileno apresentou resultados relativamente melhores em relação ao aquecedor solar formado pelo coletor de PVC, e ambos os sistemas de aquecimento atingiram uma eficiência térmica maior trabalhando com vazões de 40 L/h. Considerando que a temperatura desejada a ser atingida pela água está um pouco acima da temperatura ambiente, os resultados obtidos demonstram que embora os aquecedores solares de baixo custo tenham atingido eficiências mais baixas em relação ao aquecedor convencional, os mesmos apresentaram um ótimo desempenho térmico. Assim, os benefícios econômicos, sociais e ambientais gerados quanto ao uso desta tecnologia de aquecimento de água devem ser amplamente divulgados e seu uso popularizado, principalmente entre a população de baixa renda.
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Kit de baixo custo para avaliação da potabilidade da água em zonas rurais

Kit de baixo custo para avaliação da potabilidade da água em zonas rurais

O objetivo desta pesquisa foi produzir um kit para a avaliação da qualidade de água, de simples funcionamento e baixo custo de confecção, para que o produtor rural possa realizar o monitoramento freqüente por meio de análises físico-químicas da água, para famílias da comunidade rural do Planalto, localizada no município de Montes Claros, região semiárida de Minas Gerais. O kit alternativo foi desenvolvido nos laboratórios da UFMG, que possibilitou a comparação de seus resultados com os dos métodos convencionais. Foram realizados testes para análises de parâmetros físico-químicos, em laboratório, com amostras de água, de maneira convencional e utilizando o kit, e posteriormente foi testada a eficiência do kit na comunidade do Planalto. Esse kit possibilitará averiguar a qualidade da água de forma rápida e “in loco”, diminuindo o risco de que a população situada na região de características semelhantes às da comunidade rural do Planalto consuma água de baixa qualidade.
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Eficiência do uso da água na produção do coentro em hidroponia de baixo custo

Eficiência do uso da água na produção do coentro em hidroponia de baixo custo

O incremento da eficiência do uso da água na produção das culturas é uma necessidade evidente em regiões com acesso restrito a este recurso e, nesses casos, a adoção de formas de cultivo contextualizadas à realidade local é imprescindível. Neste contexto, avaliou-se as implicações da variação da quantidade de sementes por célula (0,5; 1,0; 1,5 e 2,0 g) e do espaçamento entre células (7,0; 10,0 e 15,0 cm) sobre variáveis relacionadas ao consumo e eficiência do uso da água na produção de molhos de coentro (cv. Tabocas) em um “módulo hidropônico de baixo custo”, alternativo para regiões semiáridas. Adotou-se um delineamento experimental inteiramente casualizado analisado em esquema fatorial 4 x 3, com três repetições cujos dados foram submetidos à análise de variância em nível de 0,05 de probabilidade. Verificou-se que a redução dos espaços entre células proporcionou melhor relação custo benefício em relação ao consumo de água, massa produzida e custo de sementes. Recomenda-se, portanto, a adoção de 7,0 cm de espaçamento entre células e a utilização de 1,0 g de sementes célula -1 ; esta configuração proporcionou eficiência de
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CONSTRUÇÃO E EFICIÊNCIA DE UM FOTORREATOR DE RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA DE BAIXO CUSTO PARA DESINFECÇÃO DE ÁGUA

CONSTRUÇÃO E EFICIÊNCIA DE UM FOTORREATOR DE RADIAÇÃO ULTRAVIOLETA DE BAIXO CUSTO PARA DESINFECÇÃO DE ÁGUA

A água é um bem imprescindível para sobrevivência e desenvolvimento dos seres vivos, e sua qualidade pode ser diretamente relacionada à saúde daqueles que a consomem ou utilizam. Nesse sentido, para minimizar os riscos de agentes biológicos presentes nas águas, a radiação ultravioleta (UV-C, 254 nm) é uma importante alternativa de desinfecção, pois inativa o material genético dos microrganismos sem o uso de oxidantes químicos. Portanto, no presente estudo objetivou-se a construção de um fotorreator UV de baixo custo e a análise de sua eficiência na desinfecção de água. Inicialmente, foram pesquisados sistemas comerciais que empregam a radiação UV para finalidade proposta. Em seguida procedeu-se a construção do fotorreator com materiais alternativos e a análise da sua eficiência na desinfecção de três amostras de efluente sanitário tratado, provenientes da região metropolitana de Porto Alegre - RS. A eficiência de desinfecção foi avaliada por meio da comparação da contagem de microrganismos crescidos em placas de Petri contendo ágar MacConkey, durante 48 h a 36 ºC, após operação do fotorreator em batelada, em diferentes tempos: 0, 3, 6, 9, 12, 15, 18 e 21 minutos, além de um controle com a água da companhia de abastecimento. Os resultados foram avaliados por ANOVA, seguido de teste Tukey ao nível de 5% de probabilidade. Como resultados, tem-se a montagem do fotorreator de 15 W em PVC, de 1,6 L, ao custo total de R$ 137,88, ou seja, equivalente a 53,05% do custo de outro fotorreator disponível via e-commerce, de dimensões inferiores. As análises das amostras do efluente, nos tempos de detenção descritos, indicaram que não houve diferença estatística entre as UFC mL -1 da água fornecida pela companhia
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Plataforma flutuante de baixo custo para pesquisas em micrometeorologia e qualidade da água em reservatórios

Plataforma flutuante de baixo custo para pesquisas em micrometeorologia e qualidade da água em reservatórios

É comum o uso de flutuadores em superfícies hídricas para coleta de dados atmosféricos e da água. O objetivo da pesquisa foi descrever as características, etapas de construção e teste de uma plataforma flutuante (PF), de baixo custo, para estudos micrometeorológicos e limnológicos em reservatórios. Como parte dos testes de funcionalidade e confiabilidade da PF, mediu-se a radiação de onda curta (ROC) e de onda longa (ROL) com radiômetros líquidos instalados na PF e numa torre meteorológica próxima. Análise de regressão linear mostrou alto nível de concordância entre os dois instrumentos (r 2 >0,99), com 12,56 W m -2 de erro padrão da estimativa para
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Aquecedor solar de baixo custo: uma ferramenta pedagógica para o ensino de conceitos termodinâmicos e a conscientização socioambiental

Aquecedor solar de baixo custo: uma ferramenta pedagógica para o ensino de conceitos termodinâmicos e a conscientização socioambiental

As duas primeiras questões tratam de equipamentos tecnológicos utilizados como conversores de energia. O objetivo era identificar se os alunos pesquisados faziam distinção entre aquecedores solares e painéis fotovoltaicos. Em relação à questão 1, no pré-teste, o distrator (c) foi marcado por 63% dos alunos. Como o projeto e as aulas versaram sobre o aquecedor solar, esses alunos podem ter marcado essa opção de forma automática, sem prestar muita atenção ao enunciado. No pós-teste, a porcentagem de acerto da questão praticamente dobrou. Porém, a atratividade da opção (c) permaneceu alta (53%), indicando que, para atividades futuras com o aquecedor solar de baixo custo, deve-se reforçar as diferenças e propósitos dos equipamentos.
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Avaliação da viabilidade econômica do uso de um aquecedor solar de água de garrafas pet para aquecer o ar de uma cabine de pintura e uma estufa de secagem

Avaliação da viabilidade econômica do uso de um aquecedor solar de água de garrafas pet para aquecer o ar de uma cabine de pintura e uma estufa de secagem

Atualmente, a maior parte da oferta de energia do mundo é proveniente de fontes fósseis e nucleares. Porém, a necessidade atual da sociedade pela preservação do meio ambiente e uso inteligente dos recursos naturais, tem favorecido a busca por fontes alternativas de energia e melhoria da eficiência energética. Diante desse novo panorama, empresas já começam a se mobilizar no sentido de adaptar suas instalações às fontes renováveis de energia. A energia solar, com seu imenso potencial ainda não muito explorado, pode ser de grande utilidade para as empresas que desejam bater suas metas de sustentabilidade. Em vista desses fatos, o objetivo deste trabalho é avaliar a viabilidade econômica de se introduzir um aquecedor solar de água que emprega a garrafa PET incolor como um de seus componentes, numa planta industrial. A água quente gerada irá aquecer o ar de uma cabine de pintura e uma estufa de secagem, reduzindo o consumo de energia elétrica, já que as mesmas são aquecidas através de resistências elétricas.
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PRÉ-AQUECEDOR SOLAR PARA ÁGUA DE CHUVEIRO COM POTÊNCIA REDUZIDA.

PRÉ-AQUECEDOR SOLAR PARA ÁGUA DE CHUVEIRO COM POTÊNCIA REDUZIDA.

Com o preço elevado dos sistemas de aquecimentos atuais, diversas outras formas de se obter energia solar foram testadas com o intuito de se conseguir economizar energia elétrica no aquecimento da água (FANTINELLI, 2002). Entre essas tentativas podemos destacar o uso do concreto como coletor solar. Estudos sobre o aquecimento de água com redes de condutores inseridos em concretos foram realizados em diversos países e o concreto possui um bom desempenho térmico e econômico. Outro estudo seguindo esta mesma tendência foi realizado por BORGES (2001). Neste trabalho, o autor propõe a utilização de embalagens recicladas de PET e de embalagens de leite para a construção de um pré- aquecedor solar de água. Como resultado, BORGES obteve que residências com este sistema conseguem cerca de 50% de redução no consumo anual de energia elétrica.
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DESENVOLVIMENTO DE UM PAPEL DE FILTRO DE BAIXO CUSTO PARA TRATAMENTO DE ÁGUA

DESENVOLVIMENTO DE UM PAPEL DE FILTRO DE BAIXO CUSTO PARA TRATAMENTO DE ÁGUA

No decorrer dos vários testes efectuados, observou-se que as membranas com as np´sAg testadas possuí am “deformações” nos limites destas, tal facto devido à síntese, que é realizada com altas temperaturas e o papel quando secava acabava por ficar enrugado, e tais deformações nem sempre permitiam um “encaixe” perfeito no dispostivo de filtração o que acabava por influenciar os resultados. Aliando este problema à passagem excessiva de metais (principalmente de zinco) para o filtrado, adoptou-se um novo método, que consistiu em passar as membranas com np´sAg e acetato de zinco a ferro, e colocou-se uma membrana virgem por cima da membrana com np´sAg e acetato de zinco e outra por baixo com o objectivo de se reterem as np´s entre as membranas e com vista a passar o mínimo de metais para o filtrado.Na Tabela 4.21. efectuaram-se os mesmos ensaios com a diferença de que se passaram as três membranas (membrana virgem/ membrana com np´sAg e acetato de zinco /membrana virgem) a ferro, em simultâneo, de modo a que houvesse um maior isolamento entre as três membranas e os metais não passassem para a amostra filtrada, e a quantidade de UFC de E.coli colocadas na peptona salina foi significativamente inferior.
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Desempenho de um aquecedor solar de água em Manaus

Desempenho de um aquecedor solar de água em Manaus

Segundo os resultados, o ângulo de inclina· ção dos coletores não influencia significativa- mente o desempenho do aquecedor, contudo uma leve inclinação ajuda a man[r]

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Critérios de manejo na irrigação do feijoeiro em três texturas de solo

Critérios de manejo na irrigação do feijoeiro em três texturas de solo

Dentre aspectos mais importantes para o sucesso da agricultura irrigada destaca-se o manejo da água aplicada. No mercado existe uma diversidade de metodologias e instrumentos para tal fim, entretanto, o monitoramento do nível de água no solo utilizando o tensiômetro tem se mostrado eficaz. Nesse trabalho foram avaliados dois métodos de manejo da irrigação conhecidamente de baixo custo, um baseado na tensão da água no solo e o outro com base da depleção da água disponível, com o objetivo de verificar qual deles promove maior produtividade de grãos para a cultura do feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.) em três diferentes texturas de solo. O experimento foi dividido em três ensaios, cada um correspondendo a uma textura de solo (arenosa, média e argilosa). Os tratamentos foram compostos por cinco níveis de tensão ( – 30, – 40, – 50, – 60 e – 70 kPa) e cinco níveis de depleção (30, 40, 50, 60 e 70% da AD), com quatro repetições delineados em blocos casualizados. O experimento foi desenvolvido em ambiente protegido no Departamento de Solos e Recursos Ambientais (UNESP/FCA), Botucatu - SP. Avaliou-se os parâmetros: Número de vagens por planta (NVP); Produção de vagens por planta (PVP, g); Comprimento da vagem (COMPV, cm); Número de grãos por vagem (NGV); Peso de grãos por vagem (PGV, g); Peso de 100 grãos (P100G, g) e Produção de grãos (PG, g planta -1 ). Para o solo de textura arenosa não foram encontradas diferenças significativas entre os métodos de irrigação, entretanto, as maiores produtividades de grãos de feijão deram-se para a tensão de – 30 kPa, resultando em 12,10 g planta -1 e 11,04 g planta -1 para
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TREINAMENTOS COMUNITÁRIOS SOBRE AQUECIMENTO DE ÁGUA ECOLOGICAMENTE CORRETO – CONSTRUÇÃO E ANÁLISE DE RENDIMENTO TÉRMICO

TREINAMENTOS COMUNITÁRIOS SOBRE AQUECIMENTO DE ÁGUA ECOLOGICAMENTE CORRETO – CONSTRUÇÃO E ANÁLISE DE RENDIMENTO TÉRMICO

RESUMO: O aquecimento solar de água é uma ação correta do ponto de vista ambiental e energético, principalmente no que concerne à economia de energia elétrica e no desenvolvimento sustentável. Com o objetivo de mostrar a comunidade em geral seus benefícios, foi desenvolvido um aquecedor de água ecologicamente correto utilizando materiais descartados diariamente, como garrafas PET e caixas de leite, que são de difícil reciclagem. As ações de extensão realizadas tiveram por objetivo atingir escolas de ensino fundamental e médio, pais e professores desses alunos bem como a comunidade interna do Centro de Ciências Tecnológicas da Universidade do Estado de Santa Catarina e outros centros dessa instituição, ensinando como construir, distribuindo materiais e fomentando os benefícios para quem utiliza e para a população como um todo. O aquecedor solar desenvolvido é de baixo custo e fácil de ser montado, além disso apresenta excelentes resultados quanto a economia de energia e a preservação do meio ambiente.
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Documentação fotográfica intra-operatória.

Documentação fotográfica intra-operatória.

O prontuário médico é um dever ético, sendo a documentação fotográica uma extensão deste, e muitas vezes de grande importância, principalmente na Cirurgia Plástica. A docu- mentação fotográica pré-operatória e pós-operatória em Cirurgia Plástica é rotineiramente utilizada, enquanto a fotograia intra-operatória ainda não, apesar de facilitar e auxiliar as divulgações cientíicas e ser uma forte aliada nos registros médicos. O presente artigo apresenta uma forma simples, de baixo custo, capaz de permitir a documentação fotográ- ica intra-operatória com ótima qualidade, preservando-se o ângulo de visão do próprio cirurgião, com menores riscos de contaminação, demandando menor tempo de interrupção e independente de auxiliares externos. Tal ferramenta consiste na associação de uma capa à prova de água à câmera fotográica digital.
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DESTILADOR SOLAR DE BAIXO CUSTO

DESTILADOR SOLAR DE BAIXO CUSTO

RESUMO: Este trabalho consiste em projetar, construir e testar um destilador solar, usando-se apenas componentes de baixo custo, acessíveis a toda a população e de fácil montagem, que permite qualquer pessoa obter água pura através de água salobra e um dia ensolarado sem custo algum. Nossa meta foi bater em custo ou eficiência produto Watercone , disponível na internet (que custa R$289 e produz cerca de 1,5L por dia). Obtivemos que a eficiência obtida pelo presente projeto foi consideravelmente menor do que o Watercone , mas o custo foi mais baixo.
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Aquecedor solar alternativo: uma proposta metodológica para o ensino médio

Aquecedor solar alternativo: uma proposta metodológica para o ensino médio

O aquecedor solar proposto trata-se de um protótipo que funciona através do calor incidente do sol, que faz com que o fluido presente na mangueira preta seja aquecido e logo armazenado de forma que possa ser utilizado em longo prazo. Dentre os materiais utilizados, todos são de fácil acesso e um custo bem comum. A entrada da água fria acontece por intermédio de um reservatório, neste caso utilizamos de uma caixa d´água de 1000 litros, que percorre toda a espiral recebendo calor até a chegada ao centro, onde foi colocado um registro para se obter controle da vazão do líquido. E utilizamos de uma caixa de isopor de 80 litros para armazenamento do fluido aquecido.
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Análise energética de sistemas solares térmicos para diferentes demandas de água em uma residência unifamiliar.

Análise energética de sistemas solares térmicos para diferentes demandas de água em uma residência unifamiliar.

A atual metodologia de classificação do sistema de aquecimento solar de água da certificação de edifícios residenciais, de ponderação da eficiência do sistema solar e elétrico para frações solares menores que 70%, impossibilita a obtenção direta do nível de eficiência energética B. Isso ocorre devido ao peso de cada sistema no cálculo do equivalente numérico ponderado, não sendo possível alcançar equivalente igual ou superior a 4,0 (limite inferior do nível B, Tabela 3). Um sistema de aquecimento solar de água somente receberá classificação nível B caso possua fração solar anual igual ou superior a 70% e não atenda aos pré-requisitos do nível A, com consequente rebaixamento de nível de A para B. Para efeito de comparação, os dimensionamentos anteriores foram refeitos considerando-se apenas o valor da fração solar e estão apresentados na Tabela 5. Comparando as Tabelas 4 e 5, percebe-se que a determinação do nível de eficiência energética exclusivamente pela fração solar promove o aumento em um nível na classificação do sistema de aquecimento de água, ou seja, C para B, e D para C. Entretanto, o cálculo da eficiência energética adotado atualmente pelo RTQ-R, promovendo a redução direta de nível A para C, para sistemas com frações solares menores que 70%, incentiva o dimensionamento de sistemas com maior aproveitamento de radiação solar. O dimensionamento do aquecedor solar pela metodologia apresentada na NBR 15569 (ABNT, 2008) para as três condições de conforto de banho é apresentado na Tabela 6. Observa-se que o dimensionamento encontrado pelo uso da norma exige uma área de coletor solar maior que a mínima necessária para atingir o limite do nível A (Tabela 4), com consequentes frações solares
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ANÁLISE DO DESEMPENHO TÉRMICO DE UM SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR DE BAIXO CUSTO NA CIDADE DE MOSSORÓ (RN)

ANÁLISE DO DESEMPENHO TÉRMICO DE UM SISTEMA DE AQUECIMENTO SOLAR DE BAIXO CUSTO NA CIDADE DE MOSSORÓ (RN)

O Aquecedor Solar de Baixo Custo (ASBC), mostrado na Figura 1, foi apresentado pelo Centro Incubador de Empresas Tecnológicas (CIETEC/SP) e criado pela Organização não governamental (ONG) Sociedade do Sol. Tal aquecedor trata-se de um sistema formado com três placas coletoras de 0,91 m² de PVC interligadas e pintadas de preto sem cobertura e um reservatório de volume igual a 170 litros. Em cada placa coletora há um perfil modular de forro de PVC, com tubos de PVC acoplados as suas extremidades, funcionando em regime de termossifão. Esse aquecedor tem capacidade de atender uma família de quatro pessoas, e quando comparado a outros sistemas não convencionais, seus resultados são satisfatórios (VARELLA, 2004).
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