Top PDF Uma nova espécie do gênero Cynometra L. (Caesalpiniaceae) para a Amazônia.

Uma nova espécie do gênero Cynometra L. (Caesalpiniaceae) para a Amazônia.

Uma nova espécie do gênero Cynometra L. (Caesalpiniaceae) para a Amazônia.

inconspicue inaequi 1 aterae, glabrae; ad apicem atenuatae, ad acuminatae (acumene 1-2 cm longo), modice emarginatae, mucronatae vel non, ad basin leviter asymmetricae, interne cuneata[r]

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Uma nova espécie de Croton sect. Geiseleria (Euphorbiaceae) da Amazônia Oriental brasileira.

Uma nova espécie de Croton sect. Geiseleria (Euphorbiaceae) da Amazônia Oriental brasileira.

há um grande número de espécimes mal identificados ou indeterminados, o que faz com que o presente estado de conhecimento de Croton na região ainda seja precário. Como parte de uma revisão do gênero na Amazônia Brasileira, encontrou-se uma coleção procedente do estado do Pará (Rio Tocantins, Município de Tucuruí), cujas características morfológicas a enquadram em uma nova espécie, que a seguir é descrita, comentada e ilustrada.

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Descrição de uma nova espécie de Rhodnius (Hemiptera, Reduviidae, Triatominae) da Amazônia

Descrição de uma nova espécie de Rhodnius (Hemiptera, Reduviidae, Triatominae) da Amazônia

Descreve-se R. marabaensis n. sp. coletada em maio/2014 na reserva Murumurú, município de Marabá, Estado do Pará, Brasil. Observaram-se caracteres morfológicos da cabeça, tórax, abdômen e de ovos. Foram consultadas as descrições morfológicas de 19 espécies de Rhodnius, porém exame mais detalhado foi realizado comparativamente com R. prolixus e R. robustus que ocorrem na região Norte do Brasil. Observou-se também exemplares de 18 espécies de Rhodnius depositadas no Laboratório Nacional e Internacional de Referência de Taxionomia de Triatomíneos do Instituto Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, Brasil. Os caracteres morfológicos mais notáveis que distinguem R. marabaensis n. sp. são o vértice da cabeça em forma de quilha, o comprimento do segundo segmento da antena, forma do prosterno, mesosterno, metasterno, conjunto de manchas no abdômen, genitália masculina, faces posterior e ventral da genitália externa feminina e os caracteres morfológicos de ovos. A análise filogenética do fragmento do gene Cytb também mostrou diferenças com outras sete espécies de Rhodnius avaliadas. Como foram examinados exemplares de Rhodnius jacundaensis Serra, Serra & Von Atzingen, 1980 [nomen nudum] depositados na Casa da Cultura de Marabá essa espécie entra em sinonímia com R. marabaensis n. sp., pois foi verificado que se tratavam da mesma espécie.
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Uma nova espécie de Glaucidium (Aves, Strigidae) da Amazônia.

Uma nova espécie de Glaucidium (Aves, Strigidae) da Amazônia.

Faltava então docu- mentar a voz da população do Sudeste brasileiro, o que consegui em 10 e 11/08/84 (São Sebastião, São Paulo, macho ZUEC 1335 obtido fmalmente na madrugada do d[r]

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Uma nova espécie do gênero Cynometra L. (Caesalpiniaceae) para o Estado do Pará, Brasil.

Uma nova espécie do gênero Cynometra L. (Caesalpiniaceae) para o Estado do Pará, Brasil.

òhapz and tkidunzòò ofi Izafi&ztò, òhapz ofi pztaJLt, and numbzA ofi naczmzò pzx axií, among.. othzK chanacteAò.[r]

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Uma nova espécie do gênero Temnomastax (Temnomastacinae, Eumastacidae, Orthoptera) da Amazônia.

Uma nova espécie do gênero Temnomastax (Temnomastacinae, Eumastacidae, Orthoptera) da Amazônia.

externa mais evidentes em tal gênero são o fastígio truncado, asas com variados graus de desenvolvimento e tergitos 7 e 8 com coloração diferenciada. Quanto ao complexo fálico, o epifalo é discoidal, com contornos esclerotizados e centralmente membranoso, o ectofalo é membranoso e o esclerito endofálico possui formato de U (R Ehn & G Rant J R ., 1958; d Escamps , 1973a; E adEs

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Uma nova espécie do gênero Monacis Roger, da Amazônia (HYMENOPTERA: FORMICIDAE).

Uma nova espécie do gênero Monacis Roger, da Amazônia (HYMENOPTERA: FORMICIDAE).

do alitronco, do comprimento do pecíolo e do comprimento do gáster; Comprimento da cabe ça (CC) , em vista frontal - da margem anterior da borda do clípeo ao ponto posterior da.. borda [r]

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Uma nova Sterculia L. (Sterculiaceae) para a Amazônia.

Uma nova Sterculia L. (Sterculiaceae) para a Amazônia.

Em uma revisão das espécies neotropicais, Taylor (1989) descobriu uma nova espécie na Reserva Ducke, Manaus (AM), chamando-a de Sterculia duckei mas não descreveu corretamente de a[r]

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Gênero e espécie nova de Neocoelidiinae (Hemiptera: Auchenorrhyncha, Cicadellidae).

Gênero e espécie nova de Neocoelidiinae (Hemiptera: Auchenorrhyncha, Cicadellidae).

Com base no estudo dos Neocoelidiinae do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e da literatura, são aqui propostos um novo gênero e uma nova espécie. Para o estudo da genitália, seguiu-se a técnica de Oman (1949) com pequenas alterações e a terminologia de Hamilton (1981)

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Uma nova espécie de Tournefortia L. (Boraginaceae s.l.) para o Nordeste do Brasil.

Uma nova espécie de Tournefortia L. (Boraginaceae s.l.) para o Nordeste do Brasil.

Dentre os trabalhos clássicos que incluem as representantes de Tournefortia destacam-se: De Candolle (1845), Fresenius (1857) e Gürke (1893). Entretanto, o tratamento mais abrangente para este gênero foi elaborado por Johnston (1930), englobando as espécies dispersas na porção oriental da América do Sul (Brasil, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Argentina), as quais foram alocadas em duas seções: Tournefortia sect. Tournefortia e Tournefortia sect. Cyphocyema I.M. Johnst. Embora ainda sejam necessários estudos sistemáticos visando ampliar o conhecimento das suas espécies e discutir as relações entre tais seções e com gêneros afins, o trabalho de Johnston (1930) consiste ainda no tratamento adotado pela maioria dos estudiosos da família.
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Uma nova espécie de Lippia L. (Verbenaceae) do cerrado brasileiro.

Uma nova espécie de Lippia L. (Verbenaceae) do cerrado brasileiro.

A nova espécie aqui descrita foi encontrada durante a revisão do gênero Lippia para a série Flora Neotropica e preparação da Flora de Verbenaceae para os estados de Goiás e Tocantins. Para esses trabalhos foram analisados materiais dos herbários CEN, HTINS, IBGE, RB, SP, SPF, UB e UFG. A terminologia utilizada para descrição do novo táxon foi baseada em Harris & Harris (2001), Múlgura de Romero et al. (1998), Stearn (2000) e Weberling (1992).

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Uma nova espécie de Passiflora L. (Passifloraceae) para o Brasil.

Uma nova espécie de Passiflora L. (Passifloraceae) para o Brasil.

As Passifloraceae são predominantemente tropicais e subtropicais, com cerca de 20 gêneros e 650 espécies (Killip 1938; Cervi 1997; Ulmer & MacDougal 2004). Ocorrem nas áreas mais quentes da América com algumas espécies na Ásia e Austrália e uma espécie em Madagascar. No Brasil ocorrem quatro gêneros, Mitostemma Mast., Dilkea Mast., Ancisthrothyrsus Harms e Passiflora L., com cerca de 120 espécies, a maioria subordinada ao gênero Passiflora (Killip 1938). O gênero Passiflora subg. Passiflora apresenta cerca de 400 espécies de distribuição pantropical, a maioria nas Américas, sendo o Brasil e a Colômbia os países com maior número de espécies (Cervi 1997). Na Bahia, o gênero é representado por 31 espécies, com distribuição ampla, ocorrendo em praticamente todos os biomas do Estado (Nunes & Queiroz 2006). Caracteriza-se por apresentar gavinhas axilares, nectários extra-florais no pecíolo foliar, flores com androginóforo e corona de filamentos
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Descrição de uma espécie nova de Cephalosphaera Enderlein, 1936 da Amazônia (Diptera, Pipunculidae).

Descrição de uma espécie nova de Cephalosphaera Enderlein, 1936 da Amazônia (Diptera, Pipunculidae).

Parátipos. BRASIL, Am[azonas], Manaus, Reserva Km 41, P[rojeto] D[inâmica] B[iológica ] de F[ragmentos] F[lorestais], [sem trilha], Arm[adilha] Suspensa, Dossel, 26- 27.v.2004, R. Querino, S. Costa, A. Nazareno, L. Queiroz, M. Feitosa, Q. Pereira cols, 1 macho (INPA); Sub-bosque, 23-24.vi.2004, J. Deus cols, 1 macho; Trilha LL B-SB, 21- 22.vii.2004, 1 macho e 1 fêmea; Trilha R I[nterior]-SB, 18-19.viii.2004, 1 macho; Trilha AB B-D, 29-30.ix.2004, 1 macho e 1 fêmea; Trilha AB B-SB, 15-16.ix.2004, 1 fêmea; Trilha C I-SB, 01-02.ix.2004, 1 macho; Trilha EE, B-SB, 15-16.ix.2004, 1 macho; Trilha EE B-D, 23-30.ix.2004, 1 macho; Trilha LL I-[sem altura], 29-30.ix.2004, 1 fêmea; Trilha R I-D, 01-02.ix.2004, 1 fêmea; Trilha R B-SB, 01-02. ix.2004, 2 machos (depositados no INPA); Trilha R I-SB, 15-16.ix.2004, 1 macho; Trilha R I-D, 29-30.ix.2004, 1 fêmea; Trilha AB I-SB, 13- 14.x.2004, 1 macho; Trilha LL
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Uma nova espécie para o gênero Gossypium L..

Uma nova espécie para o gênero Gossypium L..

Também quanto à pubescência, caicoense é intermediária entre barbadense (com pubescência intensa) e hirsutum (com pubescência rala). Obser- vações efetuadas no local de colheita e em c[r]

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Triphora uniflora A. C. Ferreira, Baptista & Pansarin (Orchidaceae: Triphoreae): uma nova espécie e primeiro registro do gênero Triphora Nutt. para o estado de São Paulo, Brasil.

Triphora uniflora A. C. Ferreira, Baptista & Pansarin (Orchidaceae: Triphoreae): uma nova espécie e primeiro registro do gênero Triphora Nutt. para o estado de São Paulo, Brasil.

Apesar de recém descoberta, Triphora unifl ora pode ser enquadrada no status de EN (em perigo), de acordo com os critérios e categorias estabelecidas pela IUCN (2001). Triphora unifl ora é uma espécie altamente ameaçada de ex- tinção no estado de São Paulo devido às suas reduzidas popu- lações nos locais de estudo. As áreas de fl orestas estacionais semideciduais do interior desse estado foram praticamente dizimadas nas últimas décadas, inicialmente para o plantio de café e, mais recentemente devido à expansão das lavouras de cana-de-açúcar e, de acordo com Viana & Pinheiro (1998), grande parte da diversidade encontra-se distribuída entre esses pequenos fragmentos de áreas nativas. Assim, como apontado previamente por Myers et al. (2000), o enquadra- mento de fragmentos de Floresta Atlântica sensu lato como áreas de preservação (“hotspots”), torna-se prioritário, uma vez que o bioma da Mata Atlântica conta atualmente com apenas 5-8% de sua formação original (Dean 1995).
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A lógica do pacto: do ABC paulista para Brasília — Outubro Revista

A lógica do pacto: do ABC paulista para Brasília — Outubro Revista

Dessa forma, a principal Central Sindical do país entrou nos anos 1990 apresentando uma nova proposta de sindicalismo, baseada no propositivismo e na busca por solucionar os conflitos através das negociações até a exaustão com o capital. Isso fica perceptível nas declarações de dois ex-presidentes da CUT, ambos membros da Articulação Sindical, feitas no início dessa década. Segundo Jair Meneghelli, “antes bastava o chefe fazer cara feia para pararmos a fábrica (...) Fizemos centenas de greves e onde foi parar o nosso poder de compra? No fundo do poço”. Seguindo a mesma linha, Vicentinho afirmava que “antes fazíamos greve por qualquer coisa. Hoje passamos por um estágio de negociar até a exaustão”. 12
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Nova espécie de Galium L. (Rubiaceae) para o Estado de São Paulo, Brasil.

Nova espécie de Galium L. (Rubiaceae) para o Estado de São Paulo, Brasil.

Aos herbários BAUR, BOTU, ESA, FFCL, FUEL, HB, HRCB, ICN, ISA, IF, MBM, P, PMSP, R, RB, S, SJRP, SP, SPF, SPFR, SPSF, UEC, UB e Gray Herbarium, por possibilitarem a consulta e/ou o empréstimo de materiais botânicos de espécies de Galium e que permitiram a certeza do reconhecimento da nova espécie aqui tratada; à FAPESP e ao CNPq, pelo auxílio e bolsa de produtividade concedidos; à Profa. Neusa M. Monteferrante, responsável pelas cadeiras de Língua Latina e Literatura Latina da Universidade São Marcos, pela redação da diagnose; à bióloga e bolsista da FAPESP, Luciane Perosin Cabral, pela
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List of Types of Erotylidae (Insecta, Coleoptera) of the Museu de Zoologia, Universidade de São Paulo, Brazil

List of Types of Erotylidae (Insecta, Coleoptera) of the Museu de Zoologia, Universidade de São Paulo, Brazil

We thank Dra. S.A. Casari and two anonymous reviewers for all substantial and invaluable suggestions for the improvement of the overall quality of the pa- per. Also important was the full access to the collec- tion provided by Dra. Casari, the collection’s curator. Peterson L. Lopes also is grateful for the doctoral scholarship allowed by CAPES (Coordination for the Improvement of Higher Education Personnel).

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A IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO ACELERAR PARA VENCER (PAV) EM UMA UNIDADE ESCOLAR: DAS INTENÇÕES ÀS AÇÕES

A IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO ACELERAR PARA VENCER (PAV) EM UMA UNIDADE ESCOLAR: DAS INTENÇÕES ÀS AÇÕES

O terceiro capítulo é, portanto, dedicado à proposição de ações de gestão, tendo como base a confirmação das questões apontadas para este trabalho de pesquisa, quais sejam: o PAV n[r]

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