Top PDF Variações na morfoanatomia foliar de Aechmea lindenii (E. Morren) Baker var. lindenii (Bromeliaceae) sob distintas condições ambientais.

Variações na morfoanatomia foliar de Aechmea lindenii (E. Morren) Baker var. lindenii (Bromeliaceae) sob distintas condições ambientais.

Variações na morfoanatomia foliar de Aechmea lindenii (E. Morren) Baker var. lindenii (Bromeliaceae) sob distintas condições ambientais.

(Variações na morfoanatomia foliar de Aechmea lindenii (E. Morren) Baker var. lindenii (Bromeliaceae) sob distintas condições ambientais). Aechmea lindenii (E. Morren) Baker var. lindenii (Bromeliaceae-Bromelioideae) ocorre em restingas e Floresta Pluvial de Encosta Atlântica em Santa Catarina e Nordeste do Rio Grande do Sul, BR. Pode ser encontrada total ou parcialmente exposta à irradiação solar e em distintas formas de vida - terrícola, rupícola e epifítica. O objetivo deste trabalho foi comparar morfoanatomicamente às características de folhas de A. lindenii var. lindenii em distintas condições ambientais. Foram coletadas, na Ilha de Santa Catarina (Florianópolis, SC), folhas de plantas terrícolas em restinga herbácea (alta irradiação solar), rupícolas de costões rochosos (alta irradiação solar), terrícolas e epifíticas de sub-bosques (baixa irradiação solar) de restinga arbórea e rupícolas de sub-bosque (baixa irradiação solar) de Floresta Pluvial de Encosta Atlântica. Foram mensurados comprimento, largura, área da lâmina e bainha foliar, densidade estomática, comprimento e largura das células- guarda, espessura total e das estruturas constituintes na lâmina foliar. As características anatômicas qualitativas são semelhantes nas distintas condições analisadas. A baixa irradiação solar determina maior expansão da área foliar, decorrente do alongamento da lâmina. Lâmina e bainha foliares têm maior largura sob alta irradiação. A densidade estomática foi maior em folhas de plantas sob alta irradiação solar. A espessura total da lâmina foliar foi menor em plantas terrícolas sob alta irradiação, porém não mostrou diferenças estatísticas significativas entre as outras condições.
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MORFOANATOMIA FOLIAR DE CUPUAÇUZEIROS ESTABELECIDOS POR DIFERENTES MÉTODOS DE PROPAGAÇÃO E SOMBREAMENTO.

MORFOANATOMIA FOLIAR DE CUPUAÇUZEIROS ESTABELECIDOS POR DIFERENTES MÉTODOS DE PROPAGAÇÃO E SOMBREAMENTO.

a face abaxial das folhas de cupuaçuzeiro apresenta tricomas do tipo estrelado e glandular, além dos estômatos esparsamente distribuídos, sendo a espécie classiicada como hipoestomática (FeRReiRa et al., 2008). a espessura da epiderme nas faces abaxial e adaxial não apresentou variações signiicativas (p<0,05) entre os níveis de sombreamento avaliados (Tabela 2). a epiderme é um tecido com funções múltiplas, dentre elas atua como uma barreira para a penetração da luz solar (DiCKiSoN, 2000; Javelle et al., 2011).

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Morfoanatomia foliar da reófita Raulinoa echinata R.S. Cowan - Rutaceae.

Morfoanatomia foliar da reófita Raulinoa echinata R.S. Cowan - Rutaceae.

Estas variações de área foliar resultam da variação no comprimento da lâmina. Comparando-se folhas de sol e sombra de um mesmo período de fluxo do rio, ou folhas de vazante com as de cheias, com mesma condição de exposição à luz, não se verificam variações na largura (Tab. 1). Este fato é de grande importância para assegurar a estenofilia nas folhas de R. echinata. De acordo com Imaichi & Kato (1992), estenofilia é uma adaptação morfológica que reduz a probabilidade de rompimento das lâminas foliares em espécies de hábitats reofíticos, onde há inundações de águas com turbulências fortes e rápidas. Estes autores, estudando espécies reófitas e não-reófitas, observaram que quando as plantas estão submersas durante as cheias, as folhas das reófitas permanecem intactas, enquanto as de não- reófitas são destruídas por injúrias mecânicas.
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ATIVIDADE ENZIMÁTICA DE GENÓTIPOS DE ARROZ IRRIGADO SOB DIFERENTES CONDIÇÕES AMBIENTAIS

ATIVIDADE ENZIMÁTICA DE GENÓTIPOS DE ARROZ IRRIGADO SOB DIFERENTES CONDIÇÕES AMBIENTAIS

A produção de arroz irrigado no RS é res- ponsável por 29 % da safra de grãos no estado, sendo cultivado em aproximadamente 950 mil ha, sob os sistemas convencional, de semeadura dire- ta e mais recentemente, sob o sistema pré-germi- nado. O sistema pré-germinado traz uma série de vantagens sobre os demais, entre elas a possibili- dade de semeadura na época recomendada inde- pendentemente das condições de precipitação pluviométrica, diminuição dos custos de produção e um melhor controle do arroz daninho que os de- mais sistemas (IRGA, 2000). Em função do cres- cimento da área cultivada com esse sistema no Rio Grande do Sul, pesquisadores têm buscado os me- lhores genótipos para utilização nesse sistema que, entre outras exigências, demanda genótipos com maior capacidade de desenvolvimento inicial em ambiente anaeróbico.
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Sobrevivência de Xanthomonas axonopodis pv. manihotis em manipueira sob condições ambientais.

Sobrevivência de Xanthomonas axonopodis pv. manihotis em manipueira sob condições ambientais.

A ação antagonista ou competitiva de microrga- nismos fermentativos sobre Xam pode interferir con- sideravelmente no seu desenvolvimento mediante a produção de compostos químicos prejudiciais à bac- téria, ou até mesmo competindo por nutrientes e sais minerais existentes na manipueira. Habte & Alexander (1975) verificaram que a sobrevivência no solo, de mutantes de X. campestris pv. campestris resisten- tes a estreptomicina, foi drasticamente reduzida pela ação predatória de protozoários existentes no solo coletado em condições naturais. Este fato não foi observado quando se empregou solo esterilizado. Mas pôde-se constatar declínio na sobrevivência desta bactéria após uma semana da infestação do substrato. Nas placas onde foi realizada a semeadu- ra da manipueira concentrada, pôde ser observado uma vasta flora microbiana, com a presença de bac- térias saprófitas, e que poderia estar competindo por nichos de sobrevivência com Xam na manipueira infestada.
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Fluorescência da clorofila a em folhas de tangerineira 'Ponkan' e limeira ácida 'Tahiti' submetidas ao estresse hídrico.

Fluorescência da clorofila a em folhas de tangerineira 'Ponkan' e limeira ácida 'Tahiti' submetidas ao estresse hídrico.

resumo - O trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar o estresse causado por deiciência hídrica para induzir o lorescimento sobre a luorescência da cloroila a em tangerineira ‘Ponkan’ e limeira ácida ‘Tahiti’. As plantas foram enxertadas sobre o limoeiro ‘Cravo’, conduzidas em câmara de crescimento sob condições controladas. O estresse causado pela deiciência hídrica submetido à tangerineira ‘Ponkan’ e à limeira ácida ‘Tahiti’ reduziu a eiciência quântica potencial do fotossistema II (F v /F m ). Após a irrigação, as

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Morfoanatomia foliar de onze cultivares de videira (Vitis vinifera L.subsp. vinifera)

Morfoanatomia foliar de onze cultivares de videira (Vitis vinifera L.subsp. vinifera)

Este trabalho descreve a morfoanatomia foliar de 11 cultivares de videira, cultivadas na Tapada da Ajuda, Lisboa. Estudaram-se as cultivares brancas ’Alvarinho’, ‘Arinto’, ‘Encruzado’, ‘Macabeu’, ‘Moscatel Galego’, ‘Moscatel de Setúbal’ e ‘Viosinho’ e as tintas ‘Cabernet Sauvignon’, ‘Touriga Nacional’, ‘Trincadeira’ e ‘Syrah’. Determinou-se a área foliar, por digitalização, espessura da cutícula, da epiderme, do mesófilo total e dos parênquimas clorofilinos, por microscopia óptica (MO), tipo de estomas, comprimento e largura dos estomas, densidade estomática e tipo de indumento, por microscopia electrónica de varrimento (MEV). Verificaram-se diferenças significativas entre as cultivares brancas e entre as cultivares tintas em todos os parâmetros foliares estudados. Em geral, folhas com menor peso específico apresentavam parênquima clorofilino lacunoso mais espesso. Todas as cultivares apresentavam três tipos de estomas - situados ao mesmo nível, elevados e enterrados relativamente às células epidérmicas, com diferenças nas proporções relativas. Entre as cultivares brancas, o ‘Moscatel de Setúbal’ e ‘Moscatel Galego’ apresentaram a maior densidade estomática. Nas tintas, observaram-se diferenças na percentagem de estomas enterrados e elevados mas não na percentagem dos estomas situados ao mesmo nível das células epidérmicas. A ‘Trincadeira’ apresentou a maior área foliar unitária, a maior densidade estomática e a maior percentagem de estomas enterrados, com 38,1%.
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Transpiração e temperatura foliar da cana-de-açúcar sob diferentes valores de potencial matricial.

Transpiração e temperatura foliar da cana-de-açúcar sob diferentes valores de potencial matricial.

Em muitas regiões do mundo, incluindo locais classificados climaticamente como úmidos, a cana-de-açúcar é cultivada com a utilização de irrigação ao longo do ciclo da cultura ou, eventualmente, com irrigações suplementares (LEBOURGEOIS et al., 2010). Assim, decisões sobre a frequência e duração dos eventos de irrigação são tomadas por meio de métodos baseados no balanço de água e medições do potencial de água nas folhas, condutância estomática, umidade e potencial de água no solo e temperatura foliar. Nesse sentido, o emprego de sistemas de controle automáticos dos eventos de irrigação, que considerem as variáveis associadas ao ambiente de cultivo e à cultura, assume importância no crescimento e desenvolvimento das plantas (STEIDLE NETO et al., 2009).
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EVASÃO NA EJA SOB O OLHAR DOS ALUNOS DE TRÊS ESCOLAS DO AMAZONAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

EVASÃO NA EJA SOB O OLHAR DOS ALUNOS DE TRÊS ESCOLAS DO AMAZONAS – Mestrado em Gestão e Avaliação da Educação Pública

Mesmo sabendo que existe essa orientação nas leis educacionais, também é notório que o processo de formação docente pode ser oportunizado aos professores dentro de seu contexto de atuação, a escola. Sendo responsabilidade da equipe pedagógica prover momentos de estudos e orientações de temáticas voltadas a situações evidenciadas na realidade de cada espaço educativo, com objetivo de oferecer melhores condições de aprendizagens aos alunos da EJA. Assim, é fundamental que, logo no decorrer do ano letivo, sejam proporcionadas formações, de acordo com o cronograma elaborado pelas pedagogas e apoios pedagógicos do Espaço de Formação Continuada em Serviço da Educação de Jovens e Adultos – EFCS/ EJA. Esses momentos possibilitarão que os profissionais possam planejar suas práticas, a partir dos novos saberes adquiridos e mediante a troca de experiências apresentadas, a fim de romper com improvisos e ações incoerentes com as expectativas e histórias de vida trazidas pelos alunos.
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Estudo do crescimento, estabilidade física, química e termogravimétrica com rações para camarão marinho Litopenaues vannamei

Estudo do crescimento, estabilidade física, química e termogravimétrica com rações para camarão marinho Litopenaues vannamei

O camarão apresenta características favoráveis ao cultivo como rusticidade e tolerância aos fatores ambientais, desenvolve rapidamente sob condições de cultivo, especialmente em baixas densidades de estocagem, ou sob presença marcante de alimentos naturais de origem animal. Esta espécie tem se adaptado bem as dietas comerciais disponíveis no Brasil, sobretudo que a variabilidade no comportamento e habito alimentar dos camarões em viveiros é ainda pouco compreendida. Nos cultivos semi-intensivos, as rações formuladas são utilizadas para aumentar a produção além dos níveis suportados pela produtividade natural do viveiro, que pode alcançar até 85% da dieta dos camarões (NUNES et al., 1997; CARVALHO, 2004).
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O papel da investigação no estudo das argamassas de substituição na conservação do património

O papel da investigação no estudo das argamassas de substituição na conservação do património

Em muitas circunstâncias e contextos tem vindo a constatar-se que os mesmos ensaios realizados sobre os mesmos materiais em laboratórios diferentes conduzem a resultados distintos (por vezes com diferenças consideráveis). Por outro lado, verifica-se que especificações de ensaio para determinação de uma característica específica variam não só em pequenos detalhes mas também ao nível do tipo de processos utilizados. Uma simples análise bibliográfica mostra as diferenças que existem na maior parte dos ensaios mais comuns definidos por especificações correntes (Henriques, 1996). Alguns factores básicos, como sejam os processos de amassadura (tempo, velocidade, ordem de disposição dos componentes na cuba), condições e períodos de cura, tipos e dimensões dos moldes, são bons exemplos da variabilidade que pode ser introduzida. Alguns ensaios correntes (como sejam os casos da absorção de água por capilaridade, permeabilidade ao vapor de água ou resistência aos sais solúveis) são paradigmáticos das alterações que os procedimentos de ensaio podem acarretar. A situação torna-se ainda mais complexa se forem avaliadas as diferenças que podem ser obtidas com argamassas da mesma formulação, preparadas, sujeitas a cura e ensaiadas de acordo com especificações de ensaio distintas.
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Condições ambientais envolvidas na saúde e na doença da população de Muzambinho - Minas Gerais sob a ótica de atores sociais

Condições ambientais envolvidas na saúde e na doença da população de Muzambinho - Minas Gerais sob a ótica de atores sociais

claro também que esses recursos servem para auxiliar a humanidade e que a relação homem-natureza é de interação, porém há certo domínio humano. Nessa categoria, também se detectou que, apesar da problemática ambiental ser compreendida como uma responsabilidade de todos, ela é tida como sendo, sobretudo, uma responsabilidade dos agricultores e do poder público local. A categoria “Impactos do trabalho agrícola e de outras intervenções humanas no ambiente e na saúde” evidenciou que, de todas as condições ambientais existentes no município, a utilização de agrotóxicos é considerada a mais prejudicial. Destaca-se a água como a principal fonte de veiculação dos resíduos deste produto químico. No que tange às doenças ou agravos relacionados com o meio ambiente, o câncer foi o mais prevalente. Entretanto, as intoxicações, as alergias, o alcoolismo e a depressão também se mostraram importantes, sendo, nesse caso apontados como relacionados ao tipo de trabalho. Situações como o desmatamento, a disposição inadequada de resíduos também foram destacadas no estudo e são apontadas como responsáveis por problemas de saúde. Os discursos revelam uma reprodução não só dos pensamentos e discursos, mas também do comportamento da sociedade global. É urgente a realização de outras pesquisas que ajudem a aprofundar os achados do estudo, sobretudo os que indicam a relação entre câncer e uso de agrotóxicos, além do alcoolismo e depressão e trabalho. Acreditamos ser preciso criar estratégias que tornem a participação popular mais efetiva, a fim de tentar mitigar ou eliminar danos encontrados, explorando as potencialidades locais.
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Respostas de plantas de feijãodecorda à aplicação de  via foliar, sob condições de baixa e alta salinidade

Respostas de plantas de feijãodecorda à aplicação de via foliar, sob condições de baixa e alta salinidade

Diversos autores têm estudado os efeitos da salinidade no crescimento do feijão- de-corda, em diferentes condições de cultivo (FREITAS, 2006; PRAXEDES, 2008 ; NEVES et al ., 2009). Sousa et al . (2007), trabalhando em condições de casa de vegetação, concluíram que a salinidade provocou redução linear no crescimento vegetativo, sendo que as reduções na produção de matéria seca total atingiram valores superiores a 40% no nível mais elevado de sal, 4,5 dS m -1 . Lima et al . (2007), estudando a resposta do feijão caupi à salinidade da água de irrigação, observaram que, as variáveis, número de folha, área foliar, altura de plantas, diâmetro do caule e matéria seca total, foram afetados pelo acréscimo da irrigação salina. Segundo Assis Júnior (2007) e Neves (2008), uma das primeiras respostas das plantas ao efeito da salinidade da água é a redução da taxa de crescimento foliar.
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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO ESTUDO COMPARATIVO EM FOLHAS E CAULES DE INDIVÍDUOS DE Clethra scabra Pers (Clethraceae) E SUA SUSCEPTIBILIDADE À HERBIVORIA EM FLORESTA HIGRÓFILA E FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO ESTUDO COMPARATIVO EM FOLHAS E CAULES DE INDIVÍDUOS DE Clethra scabra Pers (Clethraceae) E SUA SUSCEPTIBILIDADE À HERBIVORIA EM FLORESTA HIGRÓFILA E FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECIDUAL

aumentar o investimento em tecidos que apresentem potencial defensivo como esclerênquima e fibras, tornando-os mais lignificados, e, por conseguinte, mais esclerificados, que exercem barreira contra insetos fitófagos, impedindo o acesso de suas probóscides ao feixe vascular já que esses tecidos geralmente os envolvem. De acordo com COOKE et al. (1984) o menor conteúdo de fibras e maior suculência em folhas as tornam mais palatáveis. De acordo com CAPPELLOZZA et al. (1996) folhas com uma quantidade de tecidos lignificados tornam-se mais esclerificadas e consequentemente mais desagradáveis à mastigação, possuindo portanto maior proteção mecânica contra a herbivoria. Essas características anatômicas foliares observadas possivelmente possuem caráter constitutivo porque não sofreram alterações nas plantas dos ambientes estudados quando comparadas entre si assim como não sofreram alterações ao longo do ano. A espessura do esclerênquima não variou, indicando não ocorrer variação nos tecidos esclerificados foliares nos indivíduos das duas áreas e também não apresentou diferenças na densidade de tricomas ou de estômatos. Assim, somente parte da segunda hipótese realmente foi confirmada, pois embora na FH a espessura das faces adaxial e abaxial epidérmica e da espessura dos tecidos (exceto esclerênquima) tenha sido menor, não houve aerênquima foliar, assim como não houve alteração do numero de tricomas e de estômatos.
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Variação na estrutura foliar de Mikania glomerata Spreng. (Asteraceae) sob diferentes condições de luminosidade.

Variação na estrutura foliar de Mikania glomerata Spreng. (Asteraceae) sob diferentes condições de luminosidade.

RESUMO – (Variação na estrutura foliar de Mikania glomerata Spreng. (Asteraceae) sob diferentes condições de luminosidade). As variações estruturais foliares de Mikania glomerata Spreng. foram investigadas em distintas condições de luminosidade (pleno sol, meia-sombra e sombra; 100%, 26,4% e 13,8% de intensidade luminosa, respectivamente) associadas a diferentes tipos de coberturas vegetais numa região de Floresta com Araucária, Município de Castro, PR (25°50’64” S e 49°43’69” W). Este estudo buscou subsidiar os produtores de plantas medicinais na escolha da melhor condição de luz para plantio, gerando informações sobre o potencial das plantas medicinais na recomposição e manejo do sub-bosque da área. Após dois anos de crescimento nos tratamentos, 37 folhas foram coletadas em cada tratamento, para a análise de massa foliar fresca e seca, teor de água, área foliar, área foliar específi ca, densidade de estômatos e de tricomas, espessura da lâmina e pecíolo e concentração de clorofi la. Os maiores valores médios de massa foliar fresca, teor de água, área foliar e área foliar específi ca ocorreram nas folhas do tratamento sombra, enquanto a densidade estomática e de tricomas e a espessura da lâmina apresentaram maiores valores nas folhas do tratamento pleno sol. A análise dos componentes principais mostrou uma similaridade entre as folhas do tratamento meia-sombra e pleno sol, sugerindo que baixas intensidades luminosas são sufi cientes para estimular as respostas expressas pela morfologia foliar. Os maiores valores médios de área e massa fresca foliar sugerem uma maior produtividade no tratamento sombra, mas estudos referentes às taxas de crescimento da planta, respostas sazonais e condições nutricionais diferenciadas são necessários para complementar as informações para adoção de métodos de cultivo mais efi cientes.
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Efeito da luminosidade e da adição de nitrogênio no crescimento de plantas de Ilex paraguariensis St. Hil..

Efeito da luminosidade e da adição de nitrogênio no crescimento de plantas de Ilex paraguariensis St. Hil..

Em relação à luminosidade, a erva-mate é caracterizada como planta esciófila, aceitando sombra em qualquer idade, embora tolere mais luz na fase adulta, além de ser tolerante ao frio (CARVALHO, 1994). Kaspary (1985) verificou valores superiores de área foliar, altura da planta e produção de massa de matéria seca de plantas jovens sob condições de sombreamento, tendendo à redução com o aumento da intensidade luminosa de 20 para 60%, embora o número de ramificações e a taxa fotossintética tenham sido superiores no tratamento com plena luz. Rakocevic et al. (2003) verificaram que a erva-mate responde à sombra, primeiramente como espécie que compete pela luz (alongando o caule e aumentando a área foliar). Contudo, no limite mínimo de luminosidade a planta se adapta preservando o seu funcionamento, efetuando aumento de área foliar por folha e reduzindo a emissão de novas folhas e a altura do caule, de forma a esperar as condições de radiação mais favoráveis, as quais normalmente ocorrem na abertura de uma clareira. Outros estudos compararam as características morfológicas entre folhas sob diferentes intensidades luminosas (ASTHON e BERLYN, 1992; SIMS e PEARCY, 1992; BOEGER et al. 2003), evidenciando-se as modificações na espessura das folhas em consequência da densidade estomática, espessura da cutícula e pubescência, entre outras. O manejo sustentável de floresta secundária com erva-mate pelo sistema de extratos permite ter sombra e luminosidade adequadas pelo manejo das copas de árvores, com redução no número de ramos e folhas, sendo variável em cada espécie florestal mantida (DA CROCE e FLOSS, 1999). As árvores com copas mais frondosas e elevadas requerem espaçamentos maiores comparativamente àquelas que são mais baixas e que têm copa pequena. Para a introdução do sombreamento nos ervais comerciais, deverão ser atendidos esses requisitos das espécies florestais manejadas com erva- mate, visando ao bom controle de luminosidade e sombra (DA SILVA e MAZUCHOWSKI, 1999; MAZUCHOWSKI, 2001).
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Anatomia e desenvolvimento pós-seminal de espécies de Bromeliaceae (Poales) da Amazônia - MT

Anatomia e desenvolvimento pós-seminal de espécies de Bromeliaceae (Poales) da Amazônia - MT

Roots, leaves, scapes and seeds of Aechmea bromeliifolia, Aechmea castelnavii, Aechmea mertensii (Bromelioideae); Dyckia duckei, Dyckia paraensis, Dyckia racemosa (Pitcairnioideae); [r]

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Listas de espécies ou checklists, tradicionalmente, são compostas por táxons

Listas de espécies ou checklists, tradicionalmente, são compostas por táxons

Apesar de serem alvos constantes de críticas, as Listas Oficiais de Espécies Ameaçadas são importantes ferramentas para ações conservacionistas, seja por parte do Poder Público (e.g. estabelecimento de UCs, direcionamento de recursos e fiscalização), seja por parte do meio acadêmico, que vem somando esforços para ampliar o conhecimento sobre os táxons (Mendonça & Lins 2000; Fraga et al. 2007). Dentre os 953 táxons específicos e infraespecíficos registrados no presente levantamento, 338 encontram-se citados em alguma das listas oficias de espécies ameaçadas e apenas 26 possuem categorias distintas dependendo da escala (estadual x nacional) (Tab. 1). Este fato nos leva a crer que, mesmo com metodologias muitas vezes distintas e tendo sido elaboradas em momentos históricos diferentes, as listas são coerentes entre si.
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Desempenho de sementes de soja tratadas com fungicidas e peliculizadas durante o armazenamento.

Desempenho de sementes de soja tratadas com fungicidas e peliculizadas durante o armazenamento.

O objetivo neste trabalho foi avaliar o desempenho de sementes de soja [Glycine max (L.) Merrill] tratadas com fungicidas em associação à peliculização, durante o armazenamento. Sementes da cultivar Pintado foram tratadas com thiram+thiabendazole e parte das sementes não receberam esse tratamento. As sementes foram ainda submetidas à peliculização com os polímeros AGL 205 ou AGL 202 e parte das sementes não foram peliculizadas. Posteriormente, as sementes foram acondicionadas em embalagens de papel multifoliado e armazenadas durante nove meses sob condições ambientais, sendo que as qualidades fisiológica e sanitária das sementes foram avaliadas inicialmente e a cada três meses de armazenamento pelas seguintes determinações: teor água das sementes; teste de germinação; teste de frio; emergência em areia/solo em bandeja; teste de envelhecimento acelerado; e sanidade. Conclui-se que as sementes de soja tratadas com thiram+thiabendazole têm um melhor desempenho durante o armazenamento. Os polímeros não afetam a qualidade fisiológica das sementes e promovem melhor aderência dos fungicidas, sem alterar os efeitos dos mesmos.
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Estrutura foliar de espécies de Aechmea Ruiz & Pav. (Bromeliaceae) do Estado de São Paulo, Brasil.

Estrutura foliar de espécies de Aechmea Ruiz & Pav. (Bromeliaceae) do Estado de São Paulo, Brasil.

RESUMO – (Estrutura foliar de espécies de Aechmea Ruiz & Pav. (Bromeliaceae) do Estado de São Paulo, Brasil). O estudo da estrutura foliar de Aechmea bromeliifolia (Rudge) Baker, A. distichantha Lem., A. ornata Baker, A. nudicaulis (L.) Griseb., A. pectinata Baker, A. coelestis (K. Koch) E. Morren, A. cylindrata Lindm. e A. gracilis Lindm. mostrou que, em todas as espécies, as folhas são hipoestomáticas e revestidas por células epidérmicas de paredes sinuosas e portadoras de corpos silicosos. Apresentam também hipoderme mecânica e aqüífera, escamas nas duas superfícies e canais de aeração, interrompidos por diafragmas de células braciformes, no parênquima clorofiliano. A ocorrência restrita de algumas características permitiu elaborar uma chave de identificação para os representantes estudados. Tais características incluem a ocorrência de grupos de fibras extravasculares, de parênquima paliçádico adaxial, de extensão de bainha nos feixes vasculares de menor calibre, de obstrução nas câmaras subestomáticas, além de variação na espessura da hipoderme aqüífera e no número de células que formam o pedículo das escamas.
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