Top PDF VISÕES DE FILOSOFIA: INFÂNCIA.

VISÕES DE FILOSOFIA: INFÂNCIA.

VISÕES DE FILOSOFIA: INFÂNCIA.

Em algum momento sublime do universo, comecei a me aproximar da infância através da filosofia. Primeiro, pela mão de filósofos – como Matthew Lipman – que pensaram fazer da prática da filosofia uma estratégia de forma- ção democrática das crianças, da infância cronológica. Aos poucos, a infân- cia foi tomando voos próprios, habitando tempos distintos e me levando a outros caminhos pela própria filosofia que também voava junto. A partir desse encontro, a relação que se descortinou entre uma e outra foi extremamente complexa, intensa e rica. Como diz um dos filósofos contemporâneos que tem se mostrado mais atento a certa infância, o francês J.F. Lyotard, a filosofia e a infância andam de mãos dadas, pois aquela não é outra coisa senão a “infância do pensamento”, ou seja, essa infinita potência de recomeço no pensamento que a pergunta instaura e mostra que, em última instância, quando pensa- mos, estamos sempre no começo. Para dizê-lo com outras palavras: pensar de verdade, pensar-se a si mesmo, fazer da filosofia um exercício de se colocar a si mesmo em questão exige, a cada momento, ir até a mais recôndita infân- cia do pensamento, começar a pensar tudo de novo como se nunca tivésse- mos pensado, como se, a cada vez, estivéssemos pensando pela primeira vez. Assim, a infância é quase uma condição da filosofia.
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UMA FILOSOFIA ONTOLÓGICA DA INFÂNCIA E OS EXERCÍCIOS POÉTICOS DE SER CRIANÇA

UMA FILOSOFIA ONTOLÓGICA DA INFÂNCIA E OS EXERCÍCIOS POÉTICOS DE SER CRIANÇA

O presente trabalho tem por objetivo a leitura do livro Exercícios de Ser Criança (1999), à luz da filosofia de Gaston Bachelard (1884-1962), principalmente pelo significado teórico que a infância toma nas poéticas do Devaneio e do Espaço. Exercícios de ser criança (1999), primeiro livro do poeta Manoel de Barros publicado com a classificação infanto-juvenil, recupera as principais características do programa poético manoelino: a aversão ao utilitarismo da linguagem, o universo infantil como temática central, o devaneio como exercício poético. Assim, temas como brincadeiras, travessuras e o modo próprio de como a criança vive o devaneio são recorrentes em toda a obra. Neste sentido, busca-se compreender como Manoel de Barros, por meio de seu fazer poético, toma a infância como signo de eterno retorno a um tempo que, a priori, é irrecuperável, mas que através dos exercícios poéticos de ser criança, torna-se um espaço permanentemente imóvel, de recordação, de revisitação. A infância como espaço de memória e criação poética.
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Literatura e infância: entre filosofia, história e "despropósitos".

Literatura e infância: entre filosofia, história e "despropósitos".

Considere-se, de início, o fragmento anteriormente citado, extraído de O livro das ignorãças (ver Barros, 2010). O material pode ser definido como exercício criativo, que ocorre por meio da palavra trabalhada artisticamente. Trata-se, de modo particular, da possibilidade de transfiguração do real em matéria fictícia. Acompanha-se com o poeta o exercício sugerido. Trata-se, ali, da percepção da poesia e do conceito sobre o que seja poesia, formulado por intermédio de metalinguagem. No início – sugere-se: na origem da humanidade – era o verbo. Todavia, a partir da emergência da literatura, torna-se possível “o delírio do verbo”. Literatura ou, se assim desejarmos, a arte da palavra, ancora-se na criação humana, pois, se toma forma, vale-se do trabalho criativo do artista. Não é se estranhar tal assertiva, pois “em poesia que é voz de poeta, que é voz de fazer nascimentos – O verbo tem que pegar delírio.” Nesta chave, retoma-se com Manoel de Barros a esfera criativa que dialoga com o estranhamento, com a indagação e, por assim dizer, com a dimensão filosófica da linguagem. Mas por que a criação, neste caso, se aproximaria da filosofia da linguagem? A leitura atenta do poema que segue sugere pistas. Convém ampliar, portanto, a comparação entre literatura e dimensão filosófica da linguagem, observando-se “Cabeludinho”, extraído de Memórias inventadas: a infância:
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 A Filosofia na Infância como um Caminho Possível para o Desenvolvimento das Potencialidades Humanas

A Filosofia na Infância como um Caminho Possível para o Desenvolvimento das Potencialidades Humanas

Este pensador, influenciado por Dewey, vê a infância como uma dimensão do comportamento humano cheia de possibilidades e capacidades de experiências frutuosas, habilitada às experiências filosóficas, assim como qualquer outra dimensão. Ambos os filósofos concebem a criança como um ser ativo, livre e capaz que está iniciando suas experiências com a vida. Podemos perceber, então que a infância tem uma forte ligação com o conceito de experiência na filosofia dos dois pensadores. Para Lipman, a experiência implica continuidade e interação; assim, a experiência de escrever é a continuidade da experiência de falar, por exemplo. Uma experiência enriquece a outra continuamente, interagindo com o ambiente social e cultural no qual se está inserido, como sugere Dewey. Esta interação abarca a dimensão social, toda a situação cultural e de linguagem que envolve a criança. Desta forma, a experiência da criança está em contato com todo o ambiente que a cerca. É uma experiência com todo o ambiente no qual ela está inserida, tratando-se ainda de um processo contínuo de expansão e aprofundamento do conhecimento. A aprendizagem escolar tem como ponto de partida essas experiências que a criança adquiriu até então (Dewey, 1971, p. 75). Daí a necessidade da escola proporcionar experiências que não sejam deseducativas, mas que possam corrigir estes tipos de experiências, isto é, experiências sem continuidade. Dewey nos alerta para experiências que podem ser deseducativas, experiências que não contribuem para o desenvolvimento do homem, pois impedem a expansão e continuidade das experiências (1971), portanto, o crescimento.
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FILOSOFIA, PSICOLOGIA E PSICANÁLISE: A INFÂNCIA EM WALTER BENJAMIN E GASTON BACHELARD

FILOSOFIA, PSICOLOGIA E PSICANÁLISE: A INFÂNCIA EM WALTER BENJAMIN E GASTON BACHELARD

RESUMO: Este artigo apresenta o resultado de um projeto de iniciação científica intitulado Filosofia, Psicologia e Psicanálise: Poéticas da Infância e da Educação, vinculado à linha de pesquisa Educação, Sociedade e Processos Formativos do PPGSS em Educação, da Universidade São Francisco-USF sob orientação da Profª. Dra. Luzia Batista de Oliveira Silva. Investigaram-se, através de leituras, as obras de Walter Benjamin e Gaston Bachelard que têm como fio condutor uma descrição poética da infância, cujo tema trabalhado correlaciona-se com as teorias da Psicanálise e da Psicologia Analítica desenvolvidas por Sigmund Freud e Carl Gustav Jung, respectivamente, os quais tiveram obras analisadas posteriormente. Partiu-se da ideia de que ambos os filósofos, delinearam imagens poéticas, estéticas e filosóficas, relevantes na compreensão da percepção e da cognição da criança. Entende-se que mesmo na atualidade, os autores, tanto da filosofia quanto da psicologia são pouco explorados no processo educacional, o que, de certa forma, sinaliza que é possível avançar para oferecer uma nova perspectiva para se pensar o mundo e a educação. Baseadas nisso, a Psicologia e a Psicanálise aparecem como aliadas da Educação, oferecendo olhares específicos sobre a cognição, a percepção e os aspectos emocionais do aluno, seguindo o modelo biopsicossocial. Foi possível identificar, nas noções de infância e educação dos autores, contribuições para processos educacionais futuros e novas visões a respeito da infância. Palavras-chave: Educação, Psicologia, Infância, Walter Benjamin, Gaston Bachelard.
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A filosofia e a infância : reflexões ´Sobre a Revolução do Tempo’

A filosofia e a infância : reflexões ´Sobre a Revolução do Tempo’

Acontece que os problemas levantados pelas relações entre a Fi- losofia e a Infância têm também sido tratados a partir do ponto de vista do próprio conceito de Filosofia (Costa Carvalho, 2015). Regressamos a Jaspers: «A filosofia é o acto de concentração pelo qual o homem se torna autenticamente no que é e participa da realidade. Embora a filosofia possa inspirar qualquer pessoa, mesmo uma criança, sob a forma de pen- samentos simples e eficazes, a sua elaboração consciente é tarefa nunca totalmente cumprida.» (Jaspers, 1998, pp. 19-20). É que não é quando a criança formula perguntas de matriz metafísica que se dá o encontro da Infância com a Filosofia. O que distingue essa especulação espontânea, pontual, despreocupada, de uma Filosofia em sentido próprio é a inten- cionalidade que lhe é conferida no trabalho da Filosofia para Crianças 3 :
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Da configuração antropológica da filosofia ao pensamento do acontecimento: devir, infância e educação

Da configuração antropológica da filosofia ao pensamento do acontecimento: devir, infância e educação

É em torno a essas questões que delimitamos a perspectiva conceitual deste trabalho: fazer o pensamento devir no cruzamento da Filosofia com a Educação, um pensar que fosse ao mesmo tempo experimentação e problematização do já pensado e do novo, que fizesse surgir, ou que ao menos nos revelasse os múltiplos agenciamentos, dispositivos e estratégias, poderes e saberes; marcando a importância das relações, da passagem, do encontro contingente de forças de pensamento heterogêneas: do plano de imanência da filosofia, e suas variações, com o plano de referência ou de coordenação da educação, e suas variáveis 3 . E realizamos essa proposta a partir do desafio, por exemplo, de fazer encontros com a filosofia de grandes autores: fazer Foucault se encontrar com Deleuze, e Deleuze com a de Foucault. E isso sem perder a sensibilidade, a potência do sensível que só poderia nascer do encontro; e não saberíamos de outro modo como explicar o conceitual sem antes fazer se encontrar o intensivo no pensamento. Mais do que um acordo, é uma aliança.
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Da árvore e do rizoma : pensar para além do método o encontro da filosofia com a infância

Da árvore e do rizoma : pensar para além do método o encontro da filosofia com a infância

Já num texto de 1895, Bergson manifestara as suas posições em relação ao método, fazendo uma das afirmações mais desafiantes para quem estuda o conceito de método na sua obra e, até, o valor do método em filosofia. Após corroborar a utilidade dos estudos clássicos na promoção do bom senso, enquanto virtude própria do ser de ação e força interior da vida do espírito, Bergson afasta os procedimentos indutivos da Física, assim como os procedimentos dedutivos da Matemática, por considerar que os métodos de ambas (generalizações estáveis e definições rigorosas) comprometiam “a eficácia do querer e a força criativa da liberdade” humana. E declara: “Talvez não haja método [para o bom-senso], em sentido estrito, mas antes uma certa maneira de fazer” (BERGSON, 2011a, p. 162), isto é, a maneira de fazer dos filósofos, cujas ideias se conectam com princípios e repousam sobre fatos, reconhecendo, contudo, que transbordam os fatos e flexionam os princípios.
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Da filosofia à sociologia: uma trajetória de recusas de visões do mundo

Da filosofia à sociologia: uma trajetória de recusas de visões do mundo

A análise incita a uma percepção das instituições escolares como meios atra- vés dos quais se realiza uma trajetória social – no caso de Bourdieu, a de uma, a passagem de uma paisagem rural a uma paisagem urbana, com tudo o que isso possa ter de significado, mas também como campos de aquisição de disposições que orien- tarão tomadas de posição no fazer-se de uma vida. É o que parece ficar manifesto nas palavras de Bourdieu quando afirma que, na certa orientado por suas disposições originais, procurou despregar-se do que havia de irreal, até mesmo de ilusório, em boa parte do que se associava então à filosofia. Mais ainda: sua percepção do campo sociológico também esteve marcada por sua trajetória social e escolar. Ela o teria conduzido até ali e o teria singularizado de maneira extremamente forte.
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Avosidade: visões de avós e de seus netos no período da infância.

Avosidade: visões de avós e de seus netos no período da infância.

A categoria benefício pretende apresentar, dentro do universo pesquisado, as falas que mostram os efeitos positivos da relação entre avós e seus netos no período da infância. Compreende como subcategorias: diversão e afeto. Observa-se na subcategoria diversão que o neto ou neta apresentam alegria e satisfação quando realizam determinada atividade junto com sua avó, como destacado a seguir.

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As concepções dos/as profissionais duma casa de abrigo de solidariedade social

As concepções dos/as profissionais duma casa de abrigo de solidariedade social

O objetivo da presente pesquisa foi conhecer as visões de profissionais que trabalham numa casa de abrigo gerida por uma instituição de filosofia humanista não feminista. Para isso, realizamos entrevistas semi-estruturadas à directora da instituição, à directora técnica e ao psicólogo, inquirindo acerca das suas perspectivas sobre casa de abrigo, assim como mulher, violência, vítima e agressores. Esta análise mostrou uma visão centrada na função materno-doméstica da mulher associada a uma perspectiva de tolerância da violência doméstica e complementária aceitação, em certos casos, do comportamento do agressor. Como em Portugal mais do 78% das casas de abrigo tem esta perspectiva, este estudo revela a necessidade de conhecer as suas conseqüências nas mulheres que procurem apoio.
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Roland Barthes ou as visões de Hildegarda

Roland Barthes ou as visões de Hildegarda

Recorre, então, à filosofia zen, ao taoismo, à tradição milenar da caligrafia, chega a compará-lo a Paul Klee, vai buscar a técnica de composição em Webern, em Alban Berg e nos hai-kais japoneses, cita Nietzsche, lança a teoria do jogo em Winnicot, invoca Mallarmé, Bachelard, Valéry, Keats, Poussin, Sade, Rafael, Ovídio, tudo para concluir que a grande “singularidade” deste pintor é que “não quer captar nada”, posto que na sua obra não há “nada a decifrar” e que aí “não vemos nada, salvo uma espécie de inteligibilidade”. Estamos diante de uma situação exuberantemente paradoxal que talvez possa ser definida também como um exercício retórico sobre a superabundância do nada.
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DILÚVIO: VISÕES SOBRE UM ARROIO

DILÚVIO: VISÕES SOBRE UM ARROIO

RESUMO: Este trabalho dedica-se a conhecer e discutir os modos como os porto- alegrenses narram o arroio Dilúvio, visto que, apesar da intensa circulação em seu entorno, grande parte dos transeuntes parece ignorar a importância desse ambiente. Para tal, utilizei o método de pesquisa qualitativa, entrevistando, com o auxílio de fotografias do Dilúvio, trabalhadores e habitantes de suas proximidades, investiguei, também, a forma na qual ele é retratado em reportagens de jornais desde 1970. A partir das falas dos entrevistados e das reportagens, interpretadas à luz de conceitos e visões de natureza nos campos da Filosofia e da História da Ciência, pude verificar que a visão antropocêntrica é predominante. Torna-se importante, então, a construção de um outro olhar sobre o Arroio através de programas de educação ambiental junto a população.
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Rev. adm. empres.  vol.54 número6

Rev. adm. empres. vol.54 número6

Coletânea de ensaios de teoria e filosofia da História que reflete sobre a experiên- cia do fazer história com base em visões mais recentes, constituídas a partir tan- to da virada linguística (Linguistic Turn) como da própria virada histórica (Historic Turn). Em função desse recorte, os estudos abordam temas como História e narra- tivas; pós-modernismo e teoria da História; representação e trauma; gênero, sex- ualidade e sexo; entre outros.

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VISÕES DE NAÇÃO NA CONSTITUINTE BOLIVIANA.

VISÕES DE NAÇÃO NA CONSTITUINTE BOLIVIANA.

Para analisar esses ideais de coletividades culturais e políticas implícitas nas propostas de visão de país, se recorrerá a teóricos que refletiram sobre a gênese do nacionalismo e das nações modernas, como Anthony D. Smith, Ernst Gellner, Tom Nairn e Benedict Ander- son. Para além de serem modelos teóricos que podem ser “aplicados” ao mundo empírico, suas teorias também ordenam perspectivas normativas acerca das bases de legitimidade para justificar a existência e soberania des- sas formas políticas. Em suas análises e definições sobre nações e nacionalismo (seus “núcleos” constitutivos, como essas formações respondem a necessidades huma- nas “universais” etc.) ficam implícitas visões de como grupos sociais (nacionais) se colocam diante de seus res- pectivos Estados e compatriotas. Contudo, essas teorias não são suficientes para iluminar a gama de ideais que se apresentam nos documentos sobre visão de país, em especial as posições indígenas mais radicais. Nesse senti- do, trabalhos mais antropológicos – especificamente, for- mulações de Tristan Platt, Silvia Rivera e Sian Lazar – aju- darão a entender complexas relações de grupos sociais bolivianos com o Estado.
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Visões Perigosas: Para uma genealogia do cyberpunk

Visões Perigosas: Para uma genealogia do cyberpunk

Resumo: O presente artigo, resumo da tese de doutorado da autora, trata dos conceitos de cyberpunk enquanto um modo de ser estético da cibercultura e o seu impacto na atualidade. Mapeamos alguns dos conceitos e características do estilo cyberpunk, que é tanto um subgênero de ficção- científica cuja tradição é herdada das visões distópicas do romantismo gótico (Amaral, 2004) quanto uma subcultura contemporânea (Thornton, 1996). Observa-se que sua estética permanece na comunicação e nas formas sociais através de um legado de atitude em relação à tecnologia (tais como nas tecnologias de mobilidade, nas novas mídias, nas artes eletrônicas em geral) e de reconfiguração corporal (biotecnologias, Inteligência Artificial, etc). Palavras-chave: comunicação; cyberpunk; cibercultura; ficção-científica. Abstract: This paper summarizes ideas presented on the author´s PhD thesis and it´s about cyberpunk concepts as an aesthetic way of being of cyberculture and its impact on contemporary trends. We´ve traced some of the aspects, characteristics and concepts of cyberpunk style, which is a science-fiction subgenre – with its tradition inherited from the distopic vision from gothic romanticism – as much as it is a contemporary subculture. We´ve analyzed that although the cyberpunk movement from the sci-fi literature is no longer here, its aesthetic has remained throughout communication and social forms composing a legacy of attitude towards technology (such as mobile devices of communication, new medias, electronic arts in general, etc) and also in the reconfiguration of the body (biotechnologies, artificial intelligence and so on).
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AS VISÕES LIBERTADORA E OPRESSORA DA PEDAGOGIA

AS VISÕES LIBERTADORA E OPRESSORA DA PEDAGOGIA

Ao adentrarmos nos escritos de Freire, em seu primeiro capítulo, intitulado “Justificativa da pedagogia do oprimido”, deparamo-nos com a seguinte afirmação: “Humaniz[r]

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SERVIÇOS DE SANEAMENTO: VISÕES E EXPERIÊNCIAS

SERVIÇOS DE SANEAMENTO: VISÕES E EXPERIÊNCIAS

Embora outros setores estejam estritamente relacionados, o autor aprofunda sua discussão na relação do saneamento com a saúde, mesmo havendo um conhecimento acumulado desta abordagem. Localizar e especificar esta relação pode potencializar e tornar mais efetivas as ações em saneamento. Heller conclui o capítulo reconhecendo que “buscar a convergência de visões das duas políticas públicas x , rompendo o enrijecimento e

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Transdisciplinaridade, interdisciplinaridade e disciplinaridade na história da ciência

Transdisciplinaridade, interdisciplinaridade e disciplinaridade na história da ciência

No início do século xxi, a história da ciência parece ter sido incapaz de, como acreditavam Conant e Kuhn, explicar-nos o que é a ciência. É bom que se diga que a epistemologia, ou a filosofia da ciência, tampouco foi capaz de realizar essa meta. Em parte, ao menos no que diz respeito à história social da ciência, isso parece ser devido à ambigüidade que ela traz na sua concepção de ciência. Esse ponto foi levantado por Catherine Chevalley nas críticas que formulou às idéias defendidas por seu compatriota, Dominique Pestre. 12 Não deve causar espanto, ou admiração, o fato de que Chevalley e Pestre não conseguiram chegar a um acordo. A principal crítica que Chevalley dirige a Pestre refere-se à inconsistência da concepção de ciência que este último defende. Seus objetivos são muito ambiciosos e não podem ser alcançados, uma vez que a histó- ria social da ciência recusa-se a realizar uma análise do tipo de relação causal entre o social e o cognitivo. Sua recusa é explicada por uma outra: a história social da ciência não quer se distanciar do seu objeto de estudo. Um tal distanciamento poderia aconte- cer caso ela resolvesse determinar de que modo o social e o cognitivo atuam.
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A didatização do humor em aula de língua materna e de francês língua estrangeira

A didatização do humor em aula de língua materna e de francês língua estrangeira

O Agrupamento de Escolas Augusto Cabrita (AEAC) é constituído por três jar- dins de infância - Jardim de Infância nº 1, Jardim de Infância nº 3, Jardim de Infância do Bairro [r]

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