Seu universo religioso tem necessidade de encontrar um objetivo na vida e muitas vezes se Verdade não é mais o que lhe ensinam como pronto e acabado, e então surgem as
6ª SÉRIE ENSINO FUNDAMENTAL I – UNIDADE: Objetivo do Ensino Religioso
1.1-Uma identidade que evolui ao longo da história.
1.2-Ensino Religioso: disciplina integrante do currículo escolar. 1.3-A disciplina do sentido da vida.
1.4-A razão de ser do Ensino Religioso 1.5-A diversidade religiosa.
1.6-Ética e Ensino Religioso
II – UNIDADE: Símbolos e Identidades Religiosas
2.1-Símbolo e vida.
2.1-Símbolos Sagrados: sintonia com o sagrado. 2.3-Os ritos presentes na vida.
2.4-Diversidade, pluralismo e identidade.
2.5-O direito da criança e do adolescente em nossa sociedade
III – UNIDADE: Vivência com o mistério do Transcendente
3.1-O Transcendente que se revela. 3.2-A fé nas Tradições Religiosas
3.3-Conceito de mistério e verdades de fé. 3.4-Templos e Espaços Sagrados.
3.5-Vida além morte.
3.6-A saúde e a doença nas diferentes denominações religiosas: Cristã, Hinduista, Budista, Candoblecista indígena.
IV – UNIDADE: História das Religiões: a presença do Transcendente na sociedade
4.1-Hinduísmo. 4.2-Budismo. 4.3-Cristianismo. 4.4-Judaísmo. 4.5-Islamismo.
4.6-O papel dos homens e mulheres nas diferentes tradições religiões: Cristãs, de matriz africana e indígena, Hinduista.
7ª SÉRIE ENSINO FUNDAMENTAL
I UNIDADE: a presença do Transcendente no mundo
1.1-O Sagrado nas Tradições Religiosas (Oriental e Ocidental) 1.2-Mitos e Ritos nas experiências religiosas da Amazônia
1.3-Autoconhecimento na vivência do relacionamento com o Transcendente
1.4-Visão da Sexualidade nas Tradições Religiosas: Cristianismo (Católica, Protestante), Matriz 1.5-Africana (Candomblé, Umbanda), Indígena e Oriental.
II UNIDADE: Fenômeno Religioso no contexto social
2.1-O nascimento e a morte nas Tradições Religiosas 2.2-O espaço de encontro com o sagrado
2.3-Experiência religiosa como elemento vital do ser humano 2.4-A ética nas Tradições Religiosas
III UNIDADE: Rituais e Símbolos sagrados
3.1-Os símbolos sagrados nas tradições religiosas: Cristã, africana e indígena 3.2-Os ritos nas culturas religiosas: A dança e o canto
3.3-Os elementos da natureza como forma de expressão do sagrado: água, animais, plantas e terra. 3.4-Relação entre Tradições Religiosa e Meio Ambiente
IV UNIDADE: Liderança uma questão de compromisso
4.1-Ser líder: um desafio
4.2-Zumbi: liderança a serviço do bem comum (Dia da Consciência Negra)
4.3-Grandes líderes da humanidade no contexto religioso: Jesus, Confúcio, Buda, Gandhi, Martin Luther King
8ª SÉRIE ENSINO FUNDAMENTAL
I UNIDADE: os fundamentos teóricos do Fenômeno Religioso
1.1 O sentido etimológico da palavra Religião segundo Max Weber e Agostinho 1.2 Elementos constitutivos da religião
1.3 Doutrina 1.4 Ritos 1.5 Comunidade 1.6 Ética
1.7 Intolerância religiosa
II UNIDADE: As diferentes formas de manifestação do Transcendente
2.1 Teísmo: o ser transcendental 2.2 Monoteísmo
2.3 Politeísmo 2.4 Henoteísmo
2.5 Deísmo: o Transcendente que não intervém na criação 2.6 Ateísmo enquanto oposição ao teísmo
2.7 Alteridade na diversidade religiosa
III UNIDADE: A presença do Transcendente no texto e na Arte
3.1 Os textos sagrados (orais e escritos) são fonte de unidade 3.2 A riqueza da diversidade dos textos sagrados (orais e escritos) 3.3 Arte sacra: conceito, origem e características
3.4 No paganismo (Egito, Mesopotâmia, Greco-romana) 3.5 Nas tradições indígenas, africanas e cristãs
3.6 Os papéis sociais (homem e mulher) dentro das tradições religiosas
IV UNIDADE: (Re)Construindo Novas Perspectivas Religiosas
4.1 Diálogo inter-religioso: o respeito às várias formas de se demonstrar a fé 4.2 Novas possibilidades:
4.3 Sincretismo
4.4 Tendências esotéricas 4.5 Astrologia
4.6 Ufologia
4.7 Diversidade religiosidade e direitos humanos
6. ORIENTAÇÔES DIDÁTICAS/METODOLÓGICAS DA DISCIPLINA
Motivar as aulas com dinâmicas, tendo o objetivo de socialização ao tema em estudo; Envolver os alunos na prática, com novas sugestões e idéias (jogos, brincadeiras, gincanas);
Mostrar aos educandos a importância da Disciplina Ensino Religioso através da valorização das experiências deles, como também das suas respectivas religiões, não interferindo nas mesmas (através de produção de textos e relatos);
Para alcançar esses objetivos é essencial que as aulas sejam desenvolvidas num clima de diálogo, de abertura para debate, em que todos tenham a oportunidade de se posicionar, participando de forma ativa, num ambiente agradável, descontraído e acolhedor. É fundamental que o professor viva com a classe a experiência da inter-relação de fé e de vida.
pesquisas em livros, revistas, jornais, televisão, internet; exibição de vídeos de reportagens;
visitação; leitura de livros; música e dança;
análise de letra de música; paródia;
textos reflexivos e informativos; produção de textos;
dramatizações e movimnetos corporais; filmes e análises;
debates de temas atuais (transversais);
trabalho em grupo e individual (cartazes, murais, etc); construções de painéis;
dinâmicas; recreação;
poesias, poemas e reflexões (mensagens); palestras.
7. AVALIAÇÃO
A avaliação é necessária em todos os empreendimentos humanos, passando por todas as dimensões: sociais, políticas, econômicas, religiosas, ideológicas, dentre outras. Os Parâmetros Curriculares Nacionais apresentam a avaliação como continua e sistemática, parte integrante e intrínseca ao processo educativo, com a função de alimentar, sustentar e orientar a intervenção pedagógica.
A avaliação do Ensino Religioso já é encaminhada no momento em que são estabelecidas as formas de acompanhar o atingimento das metas. Também permite o julgamento e a classificação, mas não é essa a sua função constitutiva: pressupõe um caráter inclusivo e não excludente. Não se caracteriza por um acerto de contas ou penalização do fracasso, mas pelo estímulo e valorização das expectativas atingidas. Possibilita ao professor conhecer o quanto o aluno se aproxima ou não dessa expectativa de aprendizagem. É processual, o que quer dizer que é avaliação no processo e do processo ensino- aprendizagem.
Para o professor permite reflexão sobre sua prática, para revê-lo, reorientá-la, recriar e
reorganizar seus instrumentos de trabalho.
Para a escola os resultados da avaliação possibilitam localizar as falhas e os limites da ação
pedagógica e definir prioridades.
Para o aluno a avaliação é um instrumento que permite tomar consciência de suas conquistas,
dificuldades e possibilidades para reorganização e investimento na tarefa de aprender (PCN).
“A avaliação permeia os objetivos, os conteúdos e a prática didática, portanto é processual e, conforme os PCN, possui três etapas: inicial, formativa e final”.
Avaliação inicial: é investigativa. Instrumentaliza o professor para que possa por em prática seu
determinados conteúdos, para possibilitar ao professor estruturar sua programação; Serve para gerar novos conhecimentos e para o aluno tomar consciência do que já sabe.
Este procedimento pode acontecer no inicio do ano, no inicio de novos conteúdos ou sempre que for necessário.
No Ensino Religioso esse procedimento possibilita o reconhecimento de grupos culturais religiosos diferentes, identificados nas varias crenças dos próprios educandos e suas posturas em relação à própria fé, como por exemplo, os radicalismos.
Avaliação formativa: é formal e sistemática, deve ser organizada de acordo com os conteúdos
significativos, e que levem ao conhecimento. Acompanha o processo, considerando o contexto, faixa etária e o desenvolvimento pessoal do aluno.
Instrumentos possíveis para efetivar esta etapa da avaliação: observação sistemática (registro em tabelas,, listas, diários de classe, cadernetas dentre outros); analise das produções dos alunos; atividades especificas (deixar claro o que se pretende avaliar dos conteúdos); auto-avaliação;
No ER essa etapa tem como referencial a capacidade de percepção das diferenças entre as tradições religiosas, gerando o diálogo, a construção e a reconstrução do conhecimento do fenômeno religioso.
Avaliação final: consiste na aferição dos resultados que indicam o tipo e o grau de aprendizagem
que se espera que os alunos tenham realizado a respeito dos diferentes conteúdos essenciais (expectativas colocadas pelo professor). Esta etapa informa se o ensino cumpriu sua finalidade: a de fazer aprender bem como determina os novos conteúdos a serem trabalhados.
Na educação, e especialmente no Ensino Religioso, a avaliação tem um sentido amplo: alem de alimentar, sustentar e orientar a intervenção pedagógica como parte integrante e intrínseca ao processo educativo, envolve outros aspectos: sociabilidade, afetividade, postura, compromisso, integração, participação na expectativa da aprendizagem do aluno e de sua transformação.
No caso do ER isso se observa nas atitudes de reverencia para com o transcendente no outro, de respeito à alteridade e ao direito do outro de ser diferente, o desenvolvimento da capacidade de tolerância, assumindo sua identidade pessoal com segurança e liberdade.
Avaliar, portanto, significa basicamente, acompanhar a aprendizagem. Por essa razão nos Parâmetros Curriculares Nacionais para o ER, a avaliação aparece sob forma de encaminhamento para acompanhar a aprendizagem, uma vez que a avaliação não é um momento isolado, mas acompanha todo o processo ensino-aprendizagem.
Finalmente, avaliar significa acompanhar para: RE-VER OS OBJETIVOS, RE-FAZER O