serviçOs da assessOria
de imprensa, saímOs em
revistas cOmO A VoCê S/A e
temOs recebidO cOntatOs dO
brasil inteirO. a visibilidade
era restrita e pequena e,
agOra, sOmOs cOnhecidOs
expOnencialmente”
Eduardo Seidenthal, fundador e CEO da Rede Ubuntu
á uma velha máxima de que a propaganda é a alma do negcio. Isso pode ser verdade, dependendo do planejamento da empresa. Há dierentes erramen- tas à disposio dos empreende- dores para tornar seu negcio ou sua ideia conhecida do seu públi- co-alvo. O marketing e a comuni- cao assumem papéis similares, mas distintos, conorme o objeti- vo a ser perseguido.
Entre as múltiplas variantes do marketing, a publicidade e a pro- paganda têm o papel de divulgar o produto ou servio da empresa. O objetivo é comunicar ao público- -alvo a existência de um produto, suas vantagens e seus atributos, dando a ela um “rosto” e um posi- cionamento para o consumidor.
Essa ao pode ser realizada em dierentes mídias, como jornais, revistas, TV, rádio, redes sociais, internet, outdoors, até mesmo opões mais alternativas, como saco de po, de supermercado e a t hme, muito utilizada em banheiros de bares e restaurantes. Toda publicidade nesses veículos é paga. Daniella Camargos, vice- -presidente de Contas Corporati- vas da Máquina da Notícia reora que a publicidade é importante para uma empresa, pois “tem lin- guagem prpria e sai exatamente como o cliente quer”.
Antes de correr para procurar uma agência de comunicao é importante que a ao seja estu- dada dentro do plano de negcios da empresa. “No adianta o pe- queno comércio resolver investir pesadamente em publicidade e comunicao se no estiver pre- parado para a demanda que vai ter”, diz Eduardo Pugnali, gerente de Inteligência de Mercado do Se- brae-SP. O empreendedor precisa avaliar bem o que pretende azer com a comunicao. Um oco mui- to denido no produto/servio que
está atuando e dierenciao, para que a comunicao chame a aten- o das pessoas é undamental.
A comunicao precisa ser preparada para que traga algo de dierente. E muitas vezes o algo mais no está na propaganda, mas no espírito do negcio que oi criado. “O empresário tem de imaginar o que dierencia sua empresa de todas as outras, seus valores e transportar isso para a comunicao. O que ocorre é in- vestimento em criao de marca”, reora Pugnali. Para Daniella, a
comunicao também serve para ajudar na estratégia de negcios da empresa. “Há varias ormas e erramentas para que se alinhe a imagem aos objetivos dela.”
O investimento passa a azer sentido no momento em que se de- niu o dierencial da sua empresa e de adequar-se ao seu potencial nanceiro, pois as aões implicam gastos de médio e longo prazos.
Há o momento certo para bus- car essa erramenta? Sim, quando o empresário deniu que a comu- nicao ará parte do seu negcio.
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“Se o empreendedor no tem isso pensado, é importante preparar-se para a comunicao tanto nan- ceiramente, quanto de orma es- trutural para a empresa”, arma o gerente de Inteligência de Mercado do Sebrae-SP. Ao contratar um pro- ssional de comunicao, haverá demanda de notícias, novidades e inormaões para transormar esse conteúdo em material para mídia. Ento, se isso no está no plano de negcio, a ordem é replanejar. Só ou CoM aPoio ProfiSSional? É diícil dizer se a comunicao pode ser eita diretamente ou com apoio prossional. Isso porque há casos de pessoas que so comunicadoras natas. Para a pequena empresa rea- lizar esse tipo de servio sem apoio prossional exige conhecimento do setor para que no seja desperdia- do tempo e dinheiro, nem que ocor- ra ruído de comunicao. “Mesmo que o empresário tenha a ormao e a vivência do marketing e esteja atualizado, a melhor orientao é que contrate especialistas, pois precisará da opinio externa de prossional que garantirá a impar- cialidade necessária para a tomada de decisões”, completa Beatriz Mi- cheletto, consultora de Marketing e Vendas do Sebrae-SP.
O recomendado é sempre bus- car uma empresa séria, que tenha experiência no ramo e conhea seu negcio. “A obrigao de qualquer
agência de comunicao é conhe- cer to bem seu negcio como você conhece. Ela precisa mergulhar com você, no dá para ser burocrá- tico, principalmente para o micro e pequeno empreendedor”, desta- ca Pugnali. Vale ugir das grandes agências, que sero caras e onde a empresa será s mais uma. “Procu- re agências-butique, que têm um dono do outro lado que está preo- cupado com seu negcio também. Isso cria uma sinergia e uma pro- ximidade muito grande. É uma tro- ca de experiências e um avano”, arma. “Há empresas pequenas especializadas em comunicao que querem crescer também. É o jogo do ganha-ganha.”
A SG&C Comunicao, situa- da em Ribeiro Preto, no interior paulista, possui em sua carteira de clientes uma série de empresas de pequeno e médio portes e pro- ssionais liberais que buscaram apoio para aões de comunicao. “Somos a voz e a imagem que os clientes querem transmitir para seu público”, diz Talita Rui, respon- sável pela redao e criao publi- citária da SG&C.
O perl do cliente e seus obje- tivos deniro a estratégia a ser adotada. Talita reora a impor- tância do planejamento antes de qualquer ao. “Às vezes, o cliente que tenta azer sozinho gasta mais do que deveria”, destaca. O ato de lidar com empresários da regio de
Ribeiro Preto que no esto habi- tuados às dierentes modalidades de se comunicar é um desao. “Te- mos uma diculdade grande aqui porque as pessoas no gostam de ousar, de experimentar”, diz. Virar noTíCia
Conundida muitas vezes como pu- blicidade gratuita, a assessoria de imprensa tem como papel principal adequar a imagem da empresa no mercado da orma como ela quer ser vista. Onetwrkque uma assessoria tem com os jornalistas e a experi- ência em comunicao corporativa so importantes para o trabalho.
Entre as dierenas com a pu- blicidade, a comunicao realizada por meio da assessoria de imprensa no garante 100% que a mensa- gem que você quer passar é a que vai sair, porque o jornalista escolhe o teor da matéria e o caminho que seguirá. Porém, o resultado de um trabalho bem-eito pode gerar rutos que se multiplicam. “A credibilidade é maior quando passamos a mensa- gem de uma empresa em uma maté- ria, porque o conteúdo é mais isento. Dependendo da circunstância, o re- sultado é melhor”, explica Daniella.
Na capital paulista, Eduardo Seidenthal, undador e CEO da Rede Ubuntu, recorreu aos ser- vios de assessoria de imprensa para divulgar o trabalho de sua empresa. “Queríamos tornar co- nhecido o conceito de ‘eupreen-
três a quatro na sua regio, passe obriefng do que você quer. “Desta- que as características da empresa, o principal dierencial e quais os objetivos que se quer alcanar com a ao, para que seja eito um or- amento e um plano de trabalho”, acrescenta Pugnali.
As micro e pequenas empre- sas, de modo geral, no possuem verba para arr iscar. Para Beatriz, a grande dica é conhecer quem é seu público-alvo, pesquisar quantos so (seus potenciais con- sumidores), onde eles esto, em que redes sociais transitam e que mídias consomem, a m de oti- mizar recursos. “A partir daí, o empresário terá dados sucientes para saber em quais erramentas investir e quais estratégias ele- ger/elaborar no intuito de gerar a maior probabilidade de obter su- cesso”, diz Beatriz.
Eduardo Ramalho, scio diretor da E-Max Telecom e da Sentran, empresas especializadas em servi- os de TI e telecomunicaões situ- adas em So José dos Campos, no interior paulista, buscou o apoio de uma assessoria de imprensa para alcanar visibilidade para seu neg- cio por meio de mídia espontânea, com investimento mais baixo. “As matérias transmitem credibilidade e melhoram a imagem das empre- sas”, diz. “Buscamos aparecer de orma instrutiva e no comercial.”
O poder de alcance das mídias sociais e o acompanhamento diá- rio oi outro motivo que o ez bus- car pela assessoria de imprensa. “É importante padronizar e manter seu site abastecido”, diz. Ramalho arma que o prximo passo é utili- zar a publicidade para levar o nome das suas empresas mais longe.
No há receita pronta para todo tipo de empresa. Cada caso deve ser analisado individualmente. Publici- dade e assessoria de imprensa so complementares com um cardápio de soluões de comunicao. F o t o : S u S t a t h o p o u l o s