BAIXO VOUGA
FIGURA 2 - SISTEMA URBANO DO BAIXO VOUGA
3. ACTIVIDADES ECONÓMICAS, POLOS INDUSTRIAIS
E CLUSTERS
Em 2009, o Produto Interno Bruto (PIB) a preços correntes do Baixo Vouga rondava os 5.7 mil milhões de Euros, o equivalente a 3.4% do total nacional e a 18.2% do total da região Centro. No que respeita ao Valor Acrescentado Bruto (VAB), a relevância nacional do Baixo Vouga ronda os 4% (rondando os 18% do total da região Centro). As actividades industriais do Baixo Vouga representam 32% do total do VAB da sub-região e cerca de 7% do VAB industrial do país.
Neste mesmo ano, o PIB per capita a preços correntes da sub-região era de 14.3 milhares de euros (valor abaixo da média nacional de 15.8 milhares de euros, mas ligeiramente superior ao da região Centro, de 13.2 milhares de euros).
O índice de disparidade do PIB per capita em relação à média nacional permite aferir que o Baixo Vouga apresenta um PIB per capita cerca de 10% abaixo do valor médio nacional (ainda que 9% acima da média da região Centro).
A sub-região representa cerca de 7.3% dos fl uxos do comércio internacional em Portugal (e 19% do comércio internacional da região Centro). Em 2009, a taxa de cobertura das entradas pelas saídas na sub-região foi de 128% (muito acima da média regional de 121% e da média nacional de 62%). Numa aferição à intensidade exportadora da sub-região, conclui-se que as exportações representam cerca de 19% do PIB regional.
Em 2009, cerca de 125 mil indivíduos desenvolviam a sua actividade económica no Baixo Vouga, o que corresponde a 3.4% do emprego total do país. A actividade económica mais representativa em termos de emprego é a agricultura, produção animal e silvicultura (14.5% do emprego total), seguindo-se, a longa distância, o comércio a retalho (6.8%), a construção civil (6.3%), o comércio por grosso (5.9%) e a educação (5.4%).
As actividades industriais representam cerca de 31% do emprego total do Baixo Vouga, contando com um total de cerca de 31 mil indivíduos. Destacam-se as seguintes actividades industriais: fabricação de produtos minerais não metálicos (17.4%), fabricação de produtos metálicos, excepto máquinas e equipamentos (17.3%), indústrias alimentares e das bebidas (9.5%) e fabricação de máquinas e equipamentos (8.4%).
Em 2009, cerca de 40 mil empresas tinham sede no Baixo Vouga, com destaque para os seguintes municípios: Aveiro (com 23% do total de empresas sedeadas na sub-região), Ovar (13%) e Águeda (12%).
Os sectores de actividade económica mais representativos em termos empresariais são, por ordem decrescente de importância, o comércio por grosso e a retalho (32% do total de empresas sedeadas na sub-região), a construção civil (21%), as indústrias transformadoras (12%), as actividades imobiliárias e serviços prestados às empresas (11%) e o alojamento e restauração (9%).
No contexto das actividades industriais, destacam-se os seguintes sectores: indústrias metalúrgicas de base e produtos metálicos (36%); indústrias alimentares e das bebidas (14%); indústrias da madeira e da cortiça (10%); fabricação de produtos minerais não metálicos (7%); indústria têxtil (6%).
Em 2008, a taxa de natalidade de empresas no Baixo Vouga fi cou abaixo da média nacional e acima da região Centro (13.1% contra, respectivamente, 14.2% e 12.4%). A taxa de mortalidade de empresas foi, em 2007, de 15.1% para o Baixo Vouga (inferior ao registado a nível nacional – 16.1% - e superior ao registado na região Centro – 14.5%).
O Baixo Vouga caracteriza-se pela marcada dualidade no tipo de empresas (por dimensão) mais importantes na distribuição do emprego. Cerca de 21% dos Trabalhadores por Conta de Outrem desenvolviam a sua actividade, em 2008, em empresas de pequena dimensão, com menos de 10 trabalhadores. É nos municípios menos urbanizados – Vagos e Murtosa – que predominam este
tipo de empresas na distribuição do emprego dos TOC (com valores que variam entre os 30% e os 35% do total de TOC). Por outro lado, cerca de 22% dos TOC estão integrados em empresas com mais de 250 trabalhadores, destacando-se os municípios de Aveiro (com cerca de 35% do total de TOC) e de Ovar (29%).
FIGURA 5 - TAXA DE TCO EM EMPRESAS COM MENOS DE 10 TRABALHADORES – 2008
FIGURA 6 - TAXA DE TCO EM EMPRESAS COM MAIS DE 250 TRABALHADORES - 2008
Fonte: INE.
Em 2009, as empresas do Baixo Vouga atingiram os 9.7 mil milhões de euros de volume de negócios. Os sectores mais representativos em termos de volumes de negócios foram, por ordem decrescente de importância: comércio por grosso, excepto de veículos automóveis e motociclos (20% do volume de negócios total); comércio a retalho, excepto de veículos automóveis e motociclos (10%); fabrico de outros produtos minerais não metálicos (7%); fabricação de produtos metálicos, excepto máquinas e equipamentos (7%); fabricação de equipamento eléctrico (6%).
Especialização da base produtiva
O Baixo Vouga é claramente uma sub-região de emprego dominado pela indústria, combinando actividades fortemente exportadoras com outras mais viradas para o mercado doméstico. Com excepção de algumas concentrações industriais signifi cativas (por exemplo, em Águeda, Aveiro ou
Estarreja), predomina na sub-região uma industrialização difusa, ao longo das principais vias de comunicação, por vezes desqualifi cada e com carências em termos de infra-estruturas de apoio, facto que poderá condicionar o potencial de competitividade industrial do Baixo Vouga.
Águeda, para além de ser o segundo município com mais empresas no sector secundário, é também o município com mais empresas do sector primário. Aveiro é o município com mais empresas nos sectores secundário e terciário. No que respeita ao sector terciário, Aveiro possui mais de 25% do total de empresas existentes na sub-região.
Apesar de terem sido fulcrais na evolução do sistema económico da zona envolvente à Ria de Aveiro, as actividades agrícolas, pecuárias (sobretudo produção de gado para leite) e piscatórias foram ultrapassadas pela actividade industrial que domina a estrutura do emprego em praticamente todos os municípios. De salientar que alguma da indústria regional se encontra relacionada com as actividades marítimas, como são exemplo os estaleiros navais de São Jacinto, as conservas ou a seca do bacalhau.
É na faixa litoral do território (sobretudo nos municípios de Vagos, Ílhavo e Murtosa) que a agricultura e a pesca têm um maior peso no emprego, ao benefi ciarem da boa fertilidade dos solos e da abundância de água da sub-região.
Ainda persistem algumas actividades tradicionais ligadas à pesca e extracção de sal. A pesca profi ssional local (arte da xávega, feita no litoral e que chegou a alimentar grande número de fábricas de conserva) é uma actividade que ainda tem bastante relevância (sobretudo no Baixo Vouga Lagunar, constituindo para muitas famílias a principal Fontes de rendimento. Na Ria de Aveiro desenvolve-se aquacultura ao nível da produção de peixe (piscicultura) e da produção de moluscos.
As instalações destinadas à produção de peixe encontram-se localizadas sobretudo no canal do Espinheiro, na Cala da Sama e na parte norte do canal de Ílhavo.
Por outro lado, em Aveiro a extracção de sal é importante – muitos consideram o sal o ex-libris da cidade de Aveiro, associando-o a uma identidade colectiva que deteve no passado um papel signifi cativo na economia local e que actualmente, apesar do seu declínio, encerra diversas potencialidades, nomeadamente para o sector turístico e actividades correlacionadas.
Nos últimos anos foi-se assistindo à conversão de algumas das marinhas, maioritariamente inactivas para a produção de sal, em tanques de aquicultura, assumindo-se esta actividade como a alternativa mais viável, além da produção da fl or de sal.
3.1 – Os Principais Clusters do Baixo Vouga
Em termos de clusters industriais, o que especifi ca a sub-região Baixo Vouga são as seguintes actividades:
O Cluster Agroindustrial, em que as actividades mais importantes são a produção de leite e derivados, a conservação e transformação de produtos hortícolas e da pesca e a produção de sal, que são exercidas em médias/grandes unidades industriais. Na transformação de produtos hortícolas destacam-se as unidades industriais da GELCAMPO (situada na Murtosa) e FRIOPESCA (situada em Ílhavo), ambas dedicadas à produção de vegetais congelados em verde ou pré-cozinhado.. Na transformação de produtos da pesca destaca-se a actividade de secagem do bacalhau, localizada na vizinhança das instalações portuárias. Na área portuária de Aveiro existem outras unidades industriais de transformação de produtos da pesca. Nas indústrias do leite e derivados, a mais importante unidade pertence à NESTLÉ-PORTUGAL, S.A, localizada no município de Estarreja, que fabrica diversos produtos alimentares e dietéticos, nomeadamente farinhas lácteas e cafés.
Num domínio mais restrito, regista-se a produção em pequena escala de produtos de doçaria tradicional, onde se destacam os ovos-moles de Aveiro (que obtiveram a classifi cação de Indicação Geográfi ca Protegida) e o pão-de-ló de Ovar.
O
• Cluster Pesca/Aquicultura- Aveiro é a o porto base da pesca longínqua de Portugal e
local de indústrias de seca e congelação de bacalhau importado; em Aveiro localizam-se igualmente outras actividades de pesca com capturas de carapau, cavala e faneca; com o grande investimento da PESCANOVA em Mira este pólo tornou-se igualmente no maior produtor de aquacultura do País
O Cluster Cerâmica tem aqui um dos seus dois pólos principais do País, com uma
produção variada de revestimentos e pavimentos, louça sanitária e louça doméstica em faiança e porcelana e cerâmicas técnicas. Nos municípios de Aveiro, Ílhavo e Oliveira do Bairro existem diversas cerâmicas de barro branco – azulejo e produtos refractários, artigos cerâmicos para uso doméstico, de ornamentação e sanitário - com uma localização relativamente concentrada, que pode confi gurar a fi gura de cluster industrial.As empresas representativas deste cluster são a REVIGRES, a SANITANA – Fábrica de Sanitários de Anadia; a GRESPOR – Fábrica de Grés Porcelânico; a SANIDUSA – Indústria de Sanitários; a PAVIGRES – Fábrica de Pavimentos e Revestimentos; a CEREXPORT – Cerâmica de Exportação; a GRESPANARIA, as Faianças PRIMAGERA, a RAUSCHERT Portuguesa e a mais emblemática das empresas cerâmicas do País, a Fábrica de Porcelanas VISTA ALEGRE. Como start up refi ra-se a KERION
O Cluster Madeira/Papel, em que se localiza um dos principais pólos a nível nacional, benefi ciando da inserção na maior mancha fl orestal de eucalipto do País. São de referir empresas como a PORTUCEL – Cacia, especializada em papéis especiais de alta qualidade (produz pasta celulósica branqueada e papel kraft) ou a CPK – Companhia Produtora de Papel Kraftsac, que fabrica papéis para embalagem; nesta sub-região está instalado um dos dois pólos do RAIZ – Instituto de Investigação da Floresta e Papel, centro de I&D do grupo PORTUCEL/SOPORCEL, orientado para as tecnologias da pasta e do papel;
O Cluster Automóvel tem nesta sub-região uma tradição no fabrico de carroçarias para autocarros, destacando-se a unidade de Ovar da SALVADOR CAETANO IMVT, a CAMO, a SOMA e outras empresas. Mas foi com o projecto RENAULT no inicio da década de 80 do século XX que este cluster deu um salto extraordinário quando se instalaram uma grande fundição de ferro e aço para a indústria automóvel – a FUNFRAP e uma unidade para fabrico de motores e caixas de velocidades, ou seja a maior concentração de fabrico de componentes mecânicas para o sector automóvel complexas que existiu no Pais; com a saída da RENAULT as duas instalações sobreviveram, mas com dimensão mais reduzida e produção reorientada, sobretudo no caso da unidade em que se fabricavam os motores, que deu origem a uma nova empresa a CACIA – Companhia Aveirense de Componentes para Indústria Automóvel, actualmente especializada na produção de componentes de caixas de velocidades; refi ra-se a existência, centrada em Águeda, de um vasto conjunto de PME especializadas no fabrico de peças estampadas e em componentes para veículos e carroçarias; a sub-região captou outro tipo de fabricos que se situam em completo contraste com a complexidade dos componentes mecânicos – as cablagens – de que a YASAKI SALTANO constituiu uma das maiores empresas do País (que tem vindo a diminuir o número de trabalhadores em Ovar e poderá ser deslocalizada), embora seja de referir que esta empresa tem na sub-região uma segunda unidade, muito mais pequena, mas especializada nas novas soluções tecnológicas para as cablagens, centradas na fi bra óptica;
equipamentos para uso doméstico ou para hotelaria e restauração, com empresas como a VULCANO Termo, o maior fabricante europeu de esquentadores (do grupo alemão BOSCH); a TEKA fabricante de electrodomésticos, como fornos microondas, a RST – Fiamma, especializada em equipamentos profi ssionais para hotelaria. Na sub-região está localizada uma unidade ligada ao grupo EFACEC – a UNIVERSAL MOTORS – produzindo e exportando conversores de frequência, moto-redutores e motores assíncronos de baixa e média tensão; e mais recentemente surgiram PME na área da automação e robótica como a Exsepi ou a SIROCO – Sociedade Industrial de Robótica e Controlo fabricando máquinas automáticas de teste para várias aplicações, equipamentos robotizados para a montagem de electrodomésticos, etc. Em Sever do Vouga existe uma unidade da MARTIFER, cuja sede se localiza no município de Oliveira de Frades – este grupo, detentor de mais de 120 empresas, desenvolve a sua actividade nos domínios da construção, equipamentos para a energia, biocombustíveis e energia eléctrica.
Macro cluster Habitat Na componente de produtos metálicos deste Macro Cluster o Baixo Vouga, para além de contar com o fabrico de ferragens e guarnições e de torneiras – vd. a FRIEDERIC GROHE Portugal – Componentes Sanitários – surge claramente especializado no fabrico de mobiliário metálico para escritório, com múltiplas empresas como a CORTAL, do grupo norte americano Howshorth, a GUIALMI – Empresa de Móveis Metálicos, a LEVIRA, a RALL – Mobiliário e Soluções para Escritório, a MELIX – Indústria de Mobiliário, a ALITAL – Cadeiras de Escritório, etc;
No cluster Comunicação/Informação localiza-se um dos pólos de maior intensidade
tecnológica da sub-região, centrado na PORTUGAL TELECOM – Inovação e no centro de competências existente na Universidade de Aveiro na área das Telecomunicações. Em torno da PT têm surgido várias PME na área do software mas até agora não se verifi cou a instalação de nenhuma unidade de maior dimensão para explorar esse potencial. Na sub-região também se localiza uma grande software house especializada em produtos para o sector empresarial – a CONTACTSOFT – Infosistemas. A PHILIPS Portuguesa, há muito localizada em Ovar, tem uma dinâmica própria, aparentemente pouco ligada ao pólo de competência atrás referido e com a sua actividade centrada num conjunto de produções que tem evoluído e que hoje incluem os componentes bobinados, os comandos à distância para electrónica de consumo, as Fontess de alimentação e as câmaras e sistemas de vigilância; para além da PHILIPS, e na área de equipamentos, apenas se podem identifi car algumas PME como a SINUTA – Antenas Parabólicas. Deve ainda salientar-se que existe no Baixo Vouga um conjunto de instituições/serviços especializados na área das TICs que concorrem para um futuro pólo de competências neste domínio, nomeadamente:
A referida PT Inovação, enquanto centro de captação, incubação e disseminação de conhecimento em Telecomunicações, podendo assumir a função de elo de ligação entre a Universidade e a Indústria (facilitando, deste modo, a transferência das soluções tecnológicas para o mercado);
O Instituto das Telecomunicações, vocacionado para a investigação na área das telecomunicações, e criado no âmbito duma parceria entre a Universidade de Aveiro (UA) e a PT Inovação;
O Laboratório de Investigação, Ensino e Formação Imagiologia/Siemens, resultado de uma colaboração entre a UA e a Siemens, e direccionado para o domínio das ciências e tecnologias da saúde.
Refi ra-se que esta sub-região, nomeadamente em Águeda, foi outrora o centro de um cluster organizado em torno do desenvolvimento e fabrico de bicicletas e motorizadas (sector “Construção de Outro Material de Transporte”); mas ao longo das últimas décadas – em paralelo com a instalação da indústria automóvel – grandes empresas, como a Metalúrgica CASAL, a FAMEL, a MACAL, etc. foram sucessivamente encerrando, sobrevivendo hoje fabricantes de bicicletas como a ÓRBITA – Bicicletas Portuguesas, a AGECE – Montagem Comércio de Bicicletas e múltiplas empresas de fabrico de componentes, como a CICLO FABRIL – Indústrias Metalúrgicas Empresa Ciclista Miralago.
Nesta sub-região, em Estarreja, localiza-se a segunda mais importante plataforma de Química Pesada do País, a seguir à de Sines. Tendo sido criada nos anos cinquenta como base da indústria química mineral e adubeira em torno do AMONÍACO PORTUGUÊS, evoluiu no sentido de se tornar uma plataforma mais centrada nas resinas e plásticos, e na química mineral dos sódicos e clorados, mantendo relações estreitas de abastecimento em derivados aromáticos com o complexo petroquímico da PETROGAL, em Matosinhos. São empresas chave desta plataforma:
A UNITECA – produtora de ácido clorídrico, cloro líquido, hipoclorito de sódio e soda cáustica; está associada a empresas de fornecimento de produtos químicos para tratamento de águas e efl uentes e para a indústria do papel (QUICOM – União Comercial de Produtos químicos), detergentes e decapantes para fi ns industriais e institucionais (EQ – especialidades Químicas) e à CLONA – Mineira de sais alcalinos que lhe fornece matérias-primas;
A QUIMIGAL – produtora de anilina (principal fornecedora da DOW Portugal), de ácido sulfanílico e accionista maioritária da UNITECA e da RENOESTE, envolvida numa nova fábrica de sal puro destinada a garantir os fornecimentos à plataforma de Estarreja. Lidera a área dos químicos industriais do Grupo CUF, a holding química do Grupo José de Mello; A DOW Portugal – Produtos Químicos – fabricante de plásticos para isolamento térmico na construção. Este grupo norte-americano iniciou as suas operações no complexo químico de Estarreja em 1978. Actualmente, possui duas fábricas no país que produzem MDI (um tipo de polímero de isocianeto) e espuma de poliéster para instalações térmicas.
A CIRES – Companhia Industrial de Resinas Sintéticas – produtora de PVC e associada a utilizadores como a PREVINIL. É pioneira no fabrico de polímeros em Portugal.
A ANILINA DE PORTUGAL, S.A - grande unidade industrial de produção de ácido nítrico, nitrobenzeno e anilina;
A AIR LIQUIDE, que corresponde a um grupo francês especializado em gases industriais, gases medicinais e serviços associados. Escoa grande parte da sua produção de óxido de carbono e de hidrogénio para a Dow e CUF, respectivamente, posicionando-se como outro dos elementos-chave deste intrincado cluster químico.
Além destas empresas, refi ra-se a presença da BRESFOR - Indústria do Formol, que produz formol e resinas de ureia (formaldeido) e se localiza na Gafanha da Nazaré, na margem do canal Principal, no município de Ílhavo.