4.4 PROJETO TÉCNICO SIMPLIFICADO
4.4.2 ADAPTAÇÃO DE EDIFÍCIOS PRÉ-RITA A UMA TECNOLOGIA
Os edifícios pré-RITA, nos quais já tenha sido implementada uma infraestrutura de telecomunicações em pares de cobre, devem ser considerados como RITA.
Após análise das redes existentes no edifício, deve proceder-se à elaboração da rede de tubagem e redes de cabos na tecnologia de pares de cobre, cabo coaxial ou fibra ótica, tendo em conta o disposto, respetivamente, nas tabelas 4.63, 4.64 e 4.65.
Tecnologia Requisito Rede coletiva Rede individual
Pares de cobre
Tubagem
A CM deve ser dimensionada de modo a possibilitar a passagem dos cabos até aos fogos. Não é necessária a
instalação de caixas em todos os pisos. As caixas devem ter uma dimensão mínima que permita a terminação da respetiva tubagem. Caso se utilizem condutas, ou outros elementos que salvaguardem o acesso direto aos mesmos, não é necessária a instalação de caixas;
O dimensionamento do ATE deve cumprir o disposto no presente manual, de modo a garantir a instalação futura de outras tecnologias e dos respetivos primários dos operadores. Admite-se que não existam tomadas de energia; Os restantes elementos constituintes da
mesma devem cumprir as regras estipuladas para os edifícios novos, adaptadas à tecnologia a instalar.
As condutas ou caminhos de cabos devem ser dimensionadas de acordo com as regras de dimensionamento previstas neste manual, em função do número de cabos.
Cablagem
Dimensionamento do secundário do RG- PC em função do número de fogos do edifício, no mínimo 1 cabo por fogo. O secundário é comum a todos os operadores. Deve ser garantido o acesso ao mesmo.
O dimensionamento dos primários é da responsabilidade dos operadores. Topologia estrela.
O projeto deve apresentar um esquema da rede de cabos a instalar.
Os cabos destinados aos fogos podem ser instalados de forma faseada, à medida que o serviço seja contratado.
O cabo proveniente do secundário do RG-PC deve ser terminado numa TT, no interior do fogo.
A TT deve estar localizada de modo a permitir a ligação de equipamentos “Wireless” e a possibilitar a cobertura total do fogo.
Tecnologia Requisito Rede coletiva Rede individual
Coaxial
Tubagem
A CM deve ser dimensionada de modo a possibilitar a passagem dos cabos até aos fogos. Não é necessária a instalação de caixas em todos os pisos. As caixas devem ter uma dimensão mínima que permita a terminação da respetiva tubagem. Caso se utilizem condutas, ou outros elementos que salvaguardem o acesso direto aos mesmos, não é necessária a instalação de caixas;
O dimensionamento do ATE deve garantir a instalação futura de outras tecnologias e dos respetivos primários dos operadores. Admite-se que não existam tomadas de energia;
Os restantes elementos constituintes da mesma devem cumprir as regras estipuladas para os edifícios novos, adaptadas à tecnologia a instalar.
As condutas ou caminhos de cabos devem ser dimensionadas de acordo com as regras de
dimensionamento previstas neste manual, em função do número de cabos.
Cablagem
O projeto deve apresentar um esquema da rede de cabos a instalar.
Devem ser instalados cabos e dispositivos em função do número máximo de clientes a servir. Não é
permitida a instalação de cabos coaxiais com diâmetro externo igual ou superior a 8 mm.
Os cabos destinados aos fogos podem ser instalados de forma faseada, à medida da contratação do serviço. Redes de CATV:
Caso o edifício possua uma rede de MATV, esta pode ser reformulada sem comprometer a sua funcionalidade, no sentido de libertar espaço na tubagem e possibilitar a eventual utilização dos cabos da mesma para o fornecimento de serviços; O secundário do RG-CC deve ser dimensionado em
função do número de fogos do edifício, de modo a permitir a ligação de um cabo coaxial por fogo. O secundário é comum a todos os operadores. Deve ser garantido o acesso de todos ao mesmo; O dimensionamento dos primários é da
responsabilidade dos operadores;
Topologia estrela. Admite-se que em alguns edifícios, nomeadamente onde existam CM
constituídas por caixas nos pisos, possa recorrer-se a outro tipo de topologia. Esta situação deve ser devidamente justificada pelo projetista.
Redes de S/MATV:
A CR deve ser dimensionada em função do espaço existente para a mesma e de modo a garantir o acesso do serviço a todos os fogos;
Topologia estrela, ou cascata, de acordo com o espaço existente.
O cabo proveniente do secundário do RG-CC, ou CR, deve ser terminado, no interior do fogo, numa TT. Caso exista uma rede de
cabo coaxial em estrela, apta para a distribuição do serviço, esta deve ser utilizada, caso contrário a distribuição deve ser efetuada através da instalação dos respetivos cabos e TT ligados diretamente ao RC-CC, numa topologia em estrela. Complementarmente à
presente instalação de CC pode prever-se a instalação de TT em PC, de forma a salvaguardar a correta interligação a equipamentos de cliente. No caso da instalação de uma TT em PC,
recomenda-se que esteja localizada de modo a permitir a ligação de equipamentos “Wireless”, possibilitando a cobertura total do fogo, através de uma cuidada localização. Não é permitida a
instalação de cabos coaxiais com diâmetro externo igual ou superior a 8 mm.
Tecnologia Requisito Rede coletiva Rede individual
Fibra ótica
Tubagem
A CM deve ser dimensionada de modo a possibilitar a passagem dos cabos até aos fogos. Não é necessária a instalação de caixas em todos os pisos. As caixas devem ter uma dimensão mínima que permita a terminação da respetiva tubagem. Caso se utilizem condutas, ou outros elementos que salvaguardem o acesso direto, não é necessária a instalação de caixas;
O dimensionamento do ATE deve cumprir o disposto no presente manual, de modo a garantir a instalação futura de outras tecnologias e dos respetivos primários dos operadores. Admite-se a inexistência de tomadas de energia;
Os restantes elementos constituintes da mesma devem cumprir as regras estipuladas para os edifícios novos, adaptadas à tecnologia a instalar.
As condutas ou caminhos de cabos devem ser dimensionadas de acordo com as regras de dimensionamento previstas neste manual, em função do número de cabos.
Cablagem
Dimensionamento do secundário do RG-FO em função do número de fogos do edifício, considerando duas fibras por fogo. O secundário é comum a todos os operadores. Deve ser garantido o acesso ao mesmo. O dimensionamento dos primários é da
responsabilidade dos operadores. Topologia estrela.
O projeto deve apresentar um esquema da rede de cabos a instalar.
Os cabos destinados aos fogos podem ser instalados de forma faseada, à medida que o serviço seja contratado.
Recomenda-se a utilização de cabos pré- conetorizados.
O cabo proveniente do secundário do RG-FO deve ser terminado, no interior do fogo, numa TT. Complementarmente à presente
instalação de FO, pode prever-se a instalação de TT de outras
tecnologias, PC e CC, de forma a salvaguardar a correta interligação a equipamentos de cliente.
No caso da instalação de uma TT em PC, esta deve estar localizada de modo a permitir a ligação de
equipamentos “Wireless” e a possibilitar a cobertura total do fogo, através de uma cuidada localização.
4.65 - Adaptação de edifícios pré-RITA à tecnologia FO