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ADAPTAÇÃO DE EDIFÍCIOS PRÉ-RITA A UMA TECNOLOGIA

No documento Manual ITED4 vfinal (páginas 133-135)

4.4 PROJETO TÉCNICO SIMPLIFICADO

4.4.2 ADAPTAÇÃO DE EDIFÍCIOS PRÉ-RITA A UMA TECNOLOGIA

Os edifícios pré-RITA, nos quais já tenha sido implementada uma infraestrutura de telecomunicações em pares de cobre, devem ser considerados como RITA.

Após análise das redes existentes no edifício, deve proceder-se à elaboração da rede de tubagem e redes de cabos na tecnologia de pares de cobre, cabo coaxial ou fibra ótica, tendo em conta o disposto, respetivamente, nas tabelas 4.63, 4.64 e 4.65.

Tecnologia Requisito Rede coletiva Rede individual

Pares de cobre

Tubagem

 A CM deve ser dimensionada de modo a possibilitar a passagem dos cabos até aos fogos. Não é necessária a

instalação de caixas em todos os pisos. As caixas devem ter uma dimensão mínima que permita a terminação da respetiva tubagem. Caso se utilizem condutas, ou outros elementos que salvaguardem o acesso direto aos mesmos, não é necessária a instalação de caixas;

 O dimensionamento do ATE deve cumprir o disposto no presente manual, de modo a garantir a instalação futura de outras tecnologias e dos respetivos primários dos operadores. Admite-se que não existam tomadas de energia;  Os restantes elementos constituintes da

mesma devem cumprir as regras estipuladas para os edifícios novos, adaptadas à tecnologia a instalar.

As condutas ou caminhos de cabos devem ser dimensionadas de acordo com as regras de dimensionamento previstas neste manual, em função do número de cabos.

Cablagem

 Dimensionamento do secundário do RG- PC em função do número de fogos do edifício, no mínimo 1 cabo por fogo. O secundário é comum a todos os operadores. Deve ser garantido o acesso ao mesmo.

 O dimensionamento dos primários é da responsabilidade dos operadores.  Topologia estrela.

 O projeto deve apresentar um esquema da rede de cabos a instalar.

 Os cabos destinados aos fogos podem ser instalados de forma faseada, à medida que o serviço seja contratado.

 O cabo proveniente do secundário do RG-PC deve ser terminado numa TT, no interior do fogo.

 A TT deve estar localizada de modo a permitir a ligação de equipamentos “Wireless” e a possibilitar a cobertura total do fogo.

Tecnologia Requisito Rede coletiva Rede individual

Coaxial

Tubagem

 A CM deve ser dimensionada de modo a possibilitar a passagem dos cabos até aos fogos. Não é necessária a instalação de caixas em todos os pisos. As caixas devem ter uma dimensão mínima que permita a terminação da respetiva tubagem. Caso se utilizem condutas, ou outros elementos que salvaguardem o acesso direto aos mesmos, não é necessária a instalação de caixas;

 O dimensionamento do ATE deve garantir a instalação futura de outras tecnologias e dos respetivos primários dos operadores. Admite-se que não existam tomadas de energia;

 Os restantes elementos constituintes da mesma devem cumprir as regras estipuladas para os edifícios novos, adaptadas à tecnologia a instalar.

As condutas ou caminhos de cabos devem ser dimensionadas de acordo com as regras de

dimensionamento previstas neste manual, em função do número de cabos.

Cablagem

 O projeto deve apresentar um esquema da rede de cabos a instalar.

 Devem ser instalados cabos e dispositivos em função do número máximo de clientes a servir. Não é

permitida a instalação de cabos coaxiais com diâmetro externo igual ou superior a 8 mm.

 Os cabos destinados aos fogos podem ser instalados de forma faseada, à medida da contratação do serviço. Redes de CATV:

 Caso o edifício possua uma rede de MATV, esta pode ser reformulada sem comprometer a sua funcionalidade, no sentido de libertar espaço na tubagem e possibilitar a eventual utilização dos cabos da mesma para o fornecimento de serviços;  O secundário do RG-CC deve ser dimensionado em

função do número de fogos do edifício, de modo a permitir a ligação de um cabo coaxial por fogo. O secundário é comum a todos os operadores. Deve ser garantido o acesso de todos ao mesmo;  O dimensionamento dos primários é da

responsabilidade dos operadores;

 Topologia estrela. Admite-se que em alguns edifícios, nomeadamente onde existam CM

constituídas por caixas nos pisos, possa recorrer-se a outro tipo de topologia. Esta situação deve ser devidamente justificada pelo projetista.

Redes de S/MATV:

 A CR deve ser dimensionada em função do espaço existente para a mesma e de modo a garantir o acesso do serviço a todos os fogos;

 Topologia estrela, ou cascata, de acordo com o espaço existente.

 O cabo proveniente do secundário do RG-CC, ou CR, deve ser terminado, no interior do fogo, numa TT.  Caso exista uma rede de

cabo coaxial em estrela, apta para a distribuição do serviço, esta deve ser utilizada, caso contrário a distribuição deve ser efetuada através da instalação dos respetivos cabos e TT ligados diretamente ao RC-CC, numa topologia em estrela.  Complementarmente à

presente instalação de CC pode prever-se a instalação de TT em PC, de forma a salvaguardar a correta interligação a equipamentos de cliente.  No caso da instalação de uma TT em PC,

recomenda-se que esteja localizada de modo a permitir a ligação de equipamentos “Wireless”, possibilitando a cobertura total do fogo, através de uma cuidada localização.  Não é permitida a

instalação de cabos coaxiais com diâmetro externo igual ou superior a 8 mm.

Tecnologia Requisito Rede coletiva Rede individual

Fibra ótica

Tubagem

 A CM deve ser dimensionada de modo a possibilitar a passagem dos cabos até aos fogos. Não é necessária a instalação de caixas em todos os pisos. As caixas devem ter uma dimensão mínima que permita a terminação da respetiva tubagem. Caso se utilizem condutas, ou outros elementos que salvaguardem o acesso direto, não é necessária a instalação de caixas;

 O dimensionamento do ATE deve cumprir o disposto no presente manual, de modo a garantir a instalação futura de outras tecnologias e dos respetivos primários dos operadores. Admite-se a inexistência de tomadas de energia;

 Os restantes elementos constituintes da mesma devem cumprir as regras estipuladas para os edifícios novos, adaptadas à tecnologia a instalar.

As condutas ou caminhos de cabos devem ser dimensionadas de acordo com as regras de dimensionamento previstas neste manual, em função do número de cabos.

Cablagem

 Dimensionamento do secundário do RG-FO em função do número de fogos do edifício, considerando duas fibras por fogo. O secundário é comum a todos os operadores. Deve ser garantido o acesso ao mesmo.  O dimensionamento dos primários é da

responsabilidade dos operadores.  Topologia estrela.

 O projeto deve apresentar um esquema da rede de cabos a instalar.

 Os cabos destinados aos fogos podem ser instalados de forma faseada, à medida que o serviço seja contratado.

 Recomenda-se a utilização de cabos pré- conetorizados.

 O cabo proveniente do secundário do RG-FO deve ser terminado, no interior do fogo, numa TT.  Complementarmente à presente

instalação de FO, pode prever-se a instalação de TT de outras

tecnologias, PC e CC, de forma a salvaguardar a correta interligação a equipamentos de cliente.

 No caso da instalação de uma TT em PC, esta deve estar localizada de modo a permitir a ligação de

equipamentos “Wireless” e a possibilitar a cobertura total do fogo, através de uma cuidada localização.

4.65 - Adaptação de edifícios pré-RITA à tecnologia FO

No documento Manual ITED4 vfinal (páginas 133-135)