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Edital EDITAL DE CITAÇÃO

ADVOGADO(S) DA PARTE AUTORA: PATRICK ALVES COSTA

ADVOGADO(S) DA PARTE REQUERIDA: LUCIMAR CRISTINA GIMENEZ CANO

Vistos em correição.

A ré requer a alteração do polo passivo, ou seja, excluindo ela e incluindo a Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT, ao argumento de que é ilegítima para figurar no polo passivo da demanda.

As alegações da ré não prosperam, uma vez que todas as seguradoras conveniadas ao consórcio das sociedades seguradoras são corresponsáveis pelo pagamento da indenização do seguro obrigatório à vítima de acidente de trânsito. Não havendo que falar em responsabilidade exclusiva da Seguradora Líder.

Nessa linha de raciocínio o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso decidiu:

“52180483 - RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO SUMARÍSSIMA DE COBRANÇA. SEGURO OBRIGATÓRIO (DPVAT). INDENIZAÇÃO POR MORTE. PROCEDÊNCIA. RECURSO DA SEGURADORA REQUERIDA. PRELIMINARES. EXCLUSÃO DA RÉ E INCLUSÃO DA SEGURADORA LIDER DOS CONSÓRCIOS DO SEGURO DPVAT S/A. ILEGITIMIDADE ATIVA AD CAUSAM. CARÊNCIA DA AÇÃO POR AUSÊNCIA DE REGISTRO DA OCORRÊNCIA NO ÓRGÃO POLICIAL COMPETENTE. REJEIÇÃO. MÉRITO. ALEGAÇÃO DE NÃO COMPROVAÇÃO DO NEXO CAUSAL ENTRE O ÓBITO E O ACIDENTE AUTOMOBILÍSTICO. DESCABIMENTO. NEXO CAUSAL COMPROVADO. QUANTUM INDENIZATÓRIO A SER FIXADO EM MÚLTIPLOS DE SALÁRIOS MÍNIMOS VIGENTES À ÉPOCA DO EVENTO DANOSO. CORREÇÃO MONETÁRIA DESDE A DATA DA SENTENÇA. PRINCÍPIO DA NON REFORMATIO IN PEJUS. JUROS DE MORA LEGAIS A PARTIR DA CITAÇÃO. RECURSO DESPROVIDO. Não há que se falar em ilegitimidade passiva da seguradora, haja vista a previsão da Lei nº

6.194/74, ao dispor que, nos casos de seguro obrigatório de danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre, a indenização devida será paga por um consórcio constituído por todas as seguradoras que trabalhem com o respectivo seguro. Uma vez que os autores/apelados comprovaram a condição de filhos da vítima, indiscutível a legitimidade ativa para a ação de cobrança que visa o recebimento de verba indenizatória do seguro DPVAT resultante de evento morte. O boletim de ocorrência não é documento imprescindível para comprovar o nexo de causalidade entre o acidente e a morte do segurado. Restando comprovado nos autos as exigências do artigo 5º, da Lei nº 6.197/74, qual seja, a prova do acidente e do dano dele decorrente (morte). Correta a decisão que condenou a ré/apelante ao pagamento do valor do seguro obrigatório. DPVAT aos autores. O salário mínimo usado como parâmetro de fixação da verba deverá ser o vigente à época do sinistro, a qual deverá ser corrigida monetariamente desde a data da sentença. Diante o princípio recursal da non reformatio in pejus que veda na processualística brasileira, o agravamento da situação daquele que recorreu solitariamente. E acrescida de juros moratórios legais a partir da citação daseguradora. (TJMT; APL 93075/2013; Capital; Segunda Câmara Cível; Relª Desª Marilsen Andrade Addário; Julg. 19/02/2014; DJMT 27/02/2014; Pág. 36)”. Com estas considerações, rejeito a preliminar de ilegitimidade passiva.

Alega, a requerida, a falta de interesse processual, haja vista que já houve pagamento da cobertura devida administrativamente.

Quanto a este fato, ressalto que o que se pleiteia é o recebimento da indenização devida para o caso de invalidez permanente. Portanto, presentes os pressupostos do interesse processual, resta indiscutível o interesse de agir da parte autora, pois só a via judicial se mostra capaz de solucionar o impasse sobre a complementação da indenização.

Afasto, pois, a preliminar.

As partes são maiores e estão bem representadas. Inexistindo outras preliminares, declaro o feito saneado.

Nomeio como perito do Juízo o Dr. Flávio de Melo Ribeiro, com endereço profissional na Av. das Flores, nº. 843, sala 43, bloco anexo de consultórios do Hospital Jardim Cuiabá, Telefone 3025-3060 e 9223-7073, nesta Capital, o qual deverá esclarecer se a parte autora está inválida permanentemente, de forma total ou parcial, devendo responder, ainda, aos quesitos formulados pelas partes.

Intime-se o perito para cumprir ao encargo que lhe é acometido, independentemente de termo de compromisso, nos termos do artigo 422 do Código de Processo Civil.

Arbitro os honorários periciais em R$ 1.000,00 (mil reais), que deverão ser pagos pela parte ré, eis que requerido por esta, nos termos do artigo 33 do CPC.

Intime-se a ré para depositar os honorários periciais, no prazo de 10 (dez) dias, sob pena de preclusão da prova.

Intimem-se as partes para indicarem assistentes técnicos e quesitos suplementares, caso queiram, conforme estabelece o artigo 421, parágrafo 1º, inciso I do CPC, no prazo de cinco dias.

Consigno o prazo de 30 (trinta) dias para entrega do laudo.

Cumpram-se as determinações acima. Após, façam-me os autos conclusos para designação do local e data para o início da perícia.

Intimem-se todos.

Intimação das Partes

JUIZ(A): Helena Maria Bezerra Ramos

Cod. Proc.: 880406 Nr: 17031-39.2014.811.0041

A Ç Ã O : P r o c e d i m e n t o S u m á r i o - > P r o c e d i m e n t o d e Conhecimento->Processo de Conhecimento->PROCESSO CÍVEL E DO TRABALHO

PARTE AUTORA: KAMILY EDUARDA ARAUJO DE ALMEIDA, ADELAINE DE ARAUJO NOGUEIRA

PARTE(S) REQUERIDA(S): BRADESCO AUTO/RE COMPANHIA DE SEGUROS

ADVOGADO(S) DA PARTE AUTORA: ROBERVELTE BRAGA FRANCISCO

ADVOGADO(S) DA PARTE REQUERIDA: LUCIMAR CRISTINA GIMENEZ CANO

Vistos em correição.

A ré requer a alteração do polo passivo, ou seja, excluindo ela e incluindo a Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT, ao argumento de que é ilegítima para figurar no polo passivo da demanda.

As alegações da ré não prosperam, uma vez que todas as seguradoras conveniadas ao consórcio das sociedades seguradoras são

corresponsáveis pelo pagamento da indenização do seguro obrigatório à vítima de acidente de trânsito. Não havendo que falar em responsabilidade exclusiva da Seguradora Líder.

Nessa linha de raciocínio o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso decidiu:

“52180483 - RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO SUMARÍSSIMA DE COBRANÇA. SEGURO OBRIGATÓRIO (DPVAT). INDENIZAÇÃO POR MORTE. PROCEDÊNCIA. RECURSO DA SEGURADORA REQUERIDA. PRELIMINARES. EXCLUSÃO DA RÉ E INCLUSÃO DA SEGURADORA LIDER DOS CONSÓRCIOS DO SEGURO DPVAT S/A. ILEGITIMIDADE ATIVA AD CAUSAM. CARÊNCIA DA AÇÃO POR AUSÊNCIA DE REGISTRO DA OCORRÊNCIA NO ÓRGÃO POLICIAL COMPETENTE. REJEIÇÃO. MÉRITO. ALEGAÇÃO DE NÃO COMPROVAÇÃO DO NEXO CAUSAL ENTRE O ÓBITO E O ACIDENTE AUTOMOBILÍSTICO. DESCABIMENTO. NEXO CAUSAL COMPROVADO. QUANTUM INDENIZATÓRIO A SER FIXADO EM MÚLTIPLOS DE SALÁRIOS MÍNIMOS VIGENTES À ÉPOCA DO EVENTO DANOSO. CORREÇÃO MONETÁRIA DESDE A DATA DA SENTENÇA. PRINCÍPIO DA NON REFORMATIO IN PEJUS. JUROS DE MORA LEGAIS A PARTIR DA CITAÇÃO. RECURSO DESPROVIDO. Não há que se falar em ilegitimidade passiva da seguradora, haja vista a previsão da Lei nº 6.194/74, ao dispor que, nos casos de seguro obrigatório de danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre, a indenização devida será paga por um consórcio constituído por todas as seguradoras que trabalhem com o respectivo seguro. Uma vez que os autores/apelados comprovaram a condição de filhos da vítima, indiscutível a legitimidade ativa para a ação de cobrança que visa o recebimento de verba indenizatória do seguro DPVAT resultante de evento morte. O boletim de ocorrência não é documento imprescindível para comprovar o nexo de causalidade entre o acidente e a morte do segurado. Restando comprovado nos autos as exigências do artigo 5º, da Lei nº 6.197/74, qual seja, a prova do acidente e do dano dele decorrente (morte). Correta a decisão que condenou a ré/apelante ao pagamento do valor do seguro obrigatório. DPVAT aos autores. O salário mínimo usado como parâmetro de fixação da verba deverá ser o vigente à época do sinistro, a qual deverá ser corrigida monetariamente desde a data da sentença. Diante o princípio recursal da non reformatio in pejus que veda na processualística brasileira, o agravamento da situação daquele que recorreu solitariamente. E acrescida de juros moratórios legais a partir da citação daseguradora. (TJMT; APL 93075/2013; Capital; Segunda Câmara Cível; Relª Desª Marilsen Andrade Addário; Julg. 19/02/2014; DJMT 27/02/2014; Pág. 36)”. Com estas considerações, rejeito a preliminar de ilegitimidade passiva.

Alega, a requerida, a falta de interesse processual, haja vista que já houve pagamento da cobertura devida administrativamente.

Quanto a este fato, ressalto que o que se pleiteia é o recebimento da indenização devida para o caso de invalidez permanente. Portanto, presentes os pressupostos do interesse processual, resta indiscutível o interesse de agir da parte autora, pois só a via judicial se mostra capaz de solucionar o impasse sobre a complementação da indenização.

Afasto, pois, a preliminar.

As partes são maiores e estão bem representadas. Inexistindo outras preliminares, declaro o feito saneado.

Nomeio como perito do Juízo o Dr. Flávio de Melo Ribeiro, com endereço profissional na Av. das Flores, nº. 843, sala 43, bloco anexo de consultórios do Hospital Jardim Cuiabá, Telefone 3025-3060 e 9223-7073, nesta Capital, o qual deverá esclarecer se a parte autora está inválida permanentemente, de forma total ou parcial, devendo responder, ainda, aos quesitos formulados pelas partes.

Intime-se o perito para cumprir ao encargo que lhe é acometido, independentemente de termo de compromisso, nos termos do artigo 422 do Código de Processo Civil.

Arbitro os honorários periciais em R$ 1.000,00 (mil reais), que deverão ser pagos pela parte ré, eis que requerido por esta, nos termos do artigo 33 do CPC.

Intime-se a ré para depositar os honorários periciais, no prazo de 10 (dez) dias, sob pena de preclusão da prova.

Intimem-se as partes para indicarem assistentes técnicos e quesitos suplementares, caso queiram, conforme estabelece o artigo 421, parágrafo 1º, inciso I do CPC, no prazo de cinco dias.

Consigno o prazo de 30 (trinta) dias para entrega do laudo.

Cumpram-se as determinações acima. Após, façam-me os autos conclusos para designação do local e data para o início da perícia.

Intimem-se todos.

Intimação das Partes

JUIZ(A): Helena Maria Bezerra Ramos

Cod. Proc.: 911159 Nr: 37611-90.2014.811.0041

A Ç Ã O : P r o c e d i m e n t o O r d i n á r i o - > P r o c e d i m e n t o d e Conhecimento->Processo de Conhecimento->PROCESSO CÍVEL E DO TRABALHO

PARTE AUTORA: ANTONIO FABIEN DA SILVA

PARTE(S) REQUERIDA(S): TOKIO MARINE BRASIL SEGURADORA S/A

ADVOGADO(S) DA PARTE AUTORA: ROBERVELTE BRAGA FRANCISCO

ADVOGADO(S) DA PARTE REQUERIDA: RENATO CHAGAS CORREA

Vistos em correição.

A ré requer a alteração do polo passivo, ou seja, excluindo ela e incluindo a Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro DPVAT, ao argumento de que é ilegítima para figurar no polo passivo da demanda.

As alegações da ré não prosperam, uma vez que todas as seguradoras conveniadas ao consórcio das sociedades seguradoras são corresponsáveis pelo pagamento da indenização do seguro obrigatório à vítima de acidente de trânsito. Não havendo que falar em responsabilidade exclusiva da Seguradora Líder.

Nessa linha de raciocínio o Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso decidiu:

“52180483 - RECURSO DE APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO SUMARÍSSIMA DE COBRANÇA. SEGURO OBRIGATÓRIO (DPVAT). INDENIZAÇÃO POR MORTE. PROCEDÊNCIA. RECURSO DA SEGURADORA REQUERIDA. PRELIMINARES. EXCLUSÃO DA RÉ E INCLUSÃO DA SEGURADORA LIDER DOS CONSÓRCIOS DO SEGURO DPVAT S/A. ILEGITIMIDADE ATIVA AD CAUSAM. CARÊNCIA DA AÇÃO POR AUSÊNCIA DE REGISTRO DA OCORRÊNCIA NO ÓRGÃO POLICIAL COMPETENTE. REJEIÇÃO. MÉRITO. ALEGAÇÃO DE NÃO COMPROVAÇÃO DO NEXO CAUSAL ENTRE O ÓBITO E O ACIDENTE AUTOMOBILÍSTICO. DESCABIMENTO. NEXO CAUSAL COMPROVADO. QUANTUM INDENIZATÓRIO A SER FIXADO EM MÚLTIPLOS DE SALÁRIOS MÍNIMOS VIGENTES À ÉPOCA DO EVENTO DANOSO. CORREÇÃO MONETÁRIA DESDE A DATA DA SENTENÇA. PRINCÍPIO DA NON REFORMATIO IN PEJUS. JUROS DE MORA LEGAIS A PARTIR DA CITAÇÃO. RECURSO DESPROVIDO. Não há que se falar em ilegitimidade passiva da seguradora, haja vista a previsão da Lei nº 6.194/74, ao dispor que, nos casos de seguro obrigatório de danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre, a indenização devida será paga por um consórcio constituído por todas as seguradoras que trabalhem com o respectivo seguro. Uma vez que os autores/apelados comprovaram a condição de filhos da vítima, indiscutível a legitimidade ativa para a ação de cobrança que visa o recebimento de verba indenizatória do seguro DPVAT resultante de evento morte. O boletim de ocorrência não é documento imprescindível para comprovar o nexo de causalidade entre o acidente e a morte do segurado. Restando comprovado nos autos as exigências do artigo 5º, da Lei nº 6.197/74, qual seja, a prova do acidente e do dano dele decorrente (morte). Correta a decisão que condenou a ré/apelante ao pagamento do valor do seguro obrigatório. DPVAT aos autores. O salário mínimo usado como parâmetro de fixação da verba deverá ser o vigente à época do sinistro, a qual deverá ser corrigida monetariamente desde a data da sentença. Diante o princípio recursal da non reformatio in pejus que veda na processualística brasileira, o agravamento da situação daquele que recorreu solitariamente. E acrescida de juros moratórios legais a partir da citação daseguradora. (TJMT; APL 93075/2013; Capital; Segunda Câmara Cível; Relª Desª Marilsen Andrade Addário; Julg. 19/02/2014; DJMT 27/02/2014; Pág. 36)”. Com estas considerações, rejeito a preliminar de ilegitimidade passiva.

Alega, a requerida, a falta de interesse processual, haja vista que já houve pagamento da cobertura devida administrativamente.

Quanto a este fato, ressalto que o que se pleiteia é o recebimento da indenização devida para o caso de invalidez permanente. Portanto, presentes os pressupostos do interesse processual, resta indiscutível o interesse de agir da parte autora, pois só a via judicial se mostra capaz de solucionar o impasse sobre a complementação da indenização.

Afasto, pois, a preliminar.

As partes são maiores e estão bem representadas. Inexistindo outras preliminares, declaro o feito saneado.

Nomeio como perito do Juízo o Dr. Flávio de Melo Ribeiro, com endereço profissional na Av. das Flores, nº. 843, sala 43, bloco anexo de consultórios do Hospital Jardim Cuiabá, Telefone 3025-3060 e 9223-7073, nesta Capital, o qual deverá esclarecer se a parte autora está inválida

permanentemente, de forma total ou parcial, devendo responder, ainda, aos quesitos formulados pelas partes.

Intime-se o perito para cumprir ao encargo que lhe é acometido, independentemente de termo de compromisso, nos termos do artigo 422 do Código de Processo Civil.

Arbitro os honorários periciais em R$ 1.000,00 (mil reais), que deverão ser pagos pela parte ré, eis que requerido por esta, nos termos do artigo 33 do CPC.

Intime-se a ré para depositar os honorários periciais, no prazo de 10 (dez) dias, sob pena de preclusão da prova.

Intimem-se as partes para indicarem assistentes técnicos e quesitos suplementares, caso queiram, conforme estabelece o artigo 421, parágrafo 1º, inciso I do CPC, no prazo de cinco dias.

Consigno o prazo de 30 (trinta) dias para entrega do laudo.

Cumpram-se as determinações acima. Após, façam-me os autos conclusos para designação do local e data para o início da perícia.

Intimem-se todos.

Intimação das Partes

JUIZ(A): Helena Maria Bezerra Ramos

Cod. Proc.: 915038 Nr: 40184-04.2014.811.0041

A Ç Ã O : P r o c e d i m e n t o O r d i n á r i o - > P r o c e d i m e n t o d e Conhecimento->Processo de Conhecimento->PROCESSO CÍVEL E DO TRABALHO

PARTE AUTORA: LUCIMAR DA SILVA PEREIRA

PARTE(S) REQUERIDA(S): TOKIO MARINE BRASIL SEGURADORA S/A

ADVOGADO(S) DA PARTE AUTORA: ROBERVEL BRAGA FRANCISCO