1.5 MATERIAL E MÉTODO
1.5.2 Alocação das Parcelas
A metodologia utilizada para a alocação de parcelas na Mata de Galeria foi descrita por Felfili et al (2005). Assim, na mata, foram marcados, com a ajuda de bússolas e de aparelhos de GPS, quatro transectos com 10 m de largura, com um intervalo entre ele de 10 m. O comprimento destes transectos foi variável de acordo com a mudança da mata para outra fitofisionomia, ou no caso de acordo com a mudança é Mata de Galeria para área produtiva do Sítio, como mostra a Figura 1.2:
Figura 2.1 - Alocação das parcelas de estudo na Mata de Galeria do Ribeirão Taguatinga. SAF: Parcelas em recuperação através de Sistemas Agroflorestais. P: parcelas em pousio.
Em cada transecto (A, B, C e D) foram alocadas parcelas de 10 m de largura por 20 m de comprimento. No total foram marcadas 20 parcelas, em quatro transectos. Sendo
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dez parcelas na área dos Sistemas Agroflorestais (SAF1 a SAF10) e dez em áreas de pousio (P1 a P10).
Para que fosse conseguido o número mínimo de parcelas em cada área estudada, ou seja dez parcelas, foi necessária uma adaptação na metodologia. Duas parcelas na área de pousio foram marcadas nos intervalos entre dois transectos e três parcelas na área de SAFs foram marcadas também nos intervalos entre transectos.
Para alcançar os objetivos propostos e a confirmação ou não da hipótese enunciada, o projeto foi dividido em quatro capítulos com propostas diferentes, porém complementares, que facilitarão o entendimento do trabalho como um todo.
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