• Nenhum resultado encontrado

Anna Maria Valadares Araújo

No documento 2021 by Editora e-publicar (páginas 62-71)

Graduanda em Enfermagem pela Universidade Estadual do Tocantins-UNITINS Wanderlândia, Tocantins;

http://lattes.cnpq.br/4347518235527385 Maikon Chaves de Oliveira

Mestre em Ciências Ambientais pela Universidade de Taubaté- UNITAU

Docente do Curso de Enfermagem da Universidade Estadual do Tocantins- UNITINS Augustinópolis, Tocantins;

http://lattes.cnpq.br/2033026725342524 Lílian Natália Ferreira de Lima

Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Biologia de Agentes Infecciosos e Parasitários na Universidade Estadual do Pará- UFPA

Docente do Curso de Enfermagem da Universidade Estadual do Tocantins- UNITINS Augustinópolis, Tocantins;

http://lattes.cnpq.br/6290282911607995 Francisco Dimitre Rodrigo Pereira Santos

Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade Federal do Tocantins- UFT

Docente do Curso de Enfermagem da Universidade Estadual do Tocantins- UNITINS Augustinópolis, Tocantins;

http://lattes.cnpq.br/0192084108260337 Janayna Viana Araújo

Mestre em Ciências Ambientais e Saúde pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás PUC/GO

Docente do Curso de Enfermagem da Universidade Estadual do Tocantins- UNITINS Augustinópolis, Tocantins;

Editora e-Publicar – Science & Saúde: Atualizações sobre a COVID-19, volume 2.

61

RESUMO

Introdução: Os idosos fazem parte do grupo de risco da pandemia da COVID-19. Essa doença causa grave comprometimento respiratório, assim, este estudo tem por finalidade analisar os sentimentos e aflições vivenciados por idosos durante a pandemia da COVID-19. O presente estudo possui como objetivo analisar os sentimentos e as aflições vivenciadas pelos idosos durante a pandemia da COVID-19, através da literatura pesquisada. Metodologia: Trata-se de um estudo de revisão de literatura do tipo integrativa com abordagem qualitativa, opiniões de autores provenientes da literatura. Resultados e Discussão: Os resultados evidenciam que as medidas de prevenção como o isolamento e alguns fatores externos, influenciam no modo de vida da sociedade e trazem danos tanto ao sistema físico-corporal quanto ao sistema psíquico-emocional de cada indivíduo como algumas doenças psicossomáticas sendo os idosos um dos grupos de risco mais afetados. Conclusões: Através da literatura estudada, conclui-se que precisam ser adotados urgentemente hábitos diferentes no dia a dia a fim de contribuir para o bem-estar do idoso, de maneira que alguns comportamentos sejam evitados como os pensamentos negativos, e o medo relacionado à Covid e o isolamento social agregado aos sentimentos de solidão e tristeza.

Palavras-chave: “Pandemia”, “Idosos” e “Sentimentos”. ABSTRACT

Introduction: The elderly are part of the COVID-19 pandemic risk group. This disease causes severe respiratory impairment, therefore, this study aims to analyze the feelings and afflictions experienced by the elderly during the COVID-19 pandemic. This study aims to analyze the feelings and afflictions experienced by the elderly during the COVID-19 pandemic, through the researched literature. Methodology: This is an integrative literature review study with a qualitative approach, opinions of authors from the literature. Results and Discussion: The results show that preventive measures, such as isolation and some external factors, influence the way of life of society and cause damage to both the physical-bodily system and the psychic-emotional system of each individual, as well as some psychosomatic diseases being the elderly one of the most affected risk groups. Conclusions: Through the studied literature, it is concluded that different habits urgently need to be adopted in daily life in order to contribute to the well-being of the elderly, so that some behaviors are avoided such as negative thoughts, and fear related to Covid and the social isolation added to the feelings of loneliness and sadness.

Editora e-Publicar – Science & Saúde: Atualizações sobre a COVID-19, volume 2.

62

1. INTRODUÇÃO

A Covid-19 é uma doença viral ocasionada pelo novo coronavírus SARS-COV-2, possui rápida propagação sendo necessário a realização de algumas medidas preventivas, como a higienização frequente das mãos, uso de álcool gel 70%, utilização de máscaras e o distanciamento social. A doença pode ser manifestada através de leves a graves sintomas, sendo fundamental a observação e procura à equipe multiprofissional atuante na linha de frente da pandemia na Unidade Básica de Saúde de seu município. Silva et al., (2020), lembra que será necessário uma mudança de valores e do modo de vida da comunidade, para que gerenciem de forma correta as crises e desafios do futuro de maneira que sejam corrigidas rapidamente evitando uma pandemia como a do coronavírus.

Com a pandemia ocasionada pela Covid-19, o isolamento e distanciamento social tornaram-se de suma importância para evitar a propagação do vírus. Sabe-se que todas as faixas etárias são suscetíveis ao vírus enquanto não houver uma vacina própria, principalmente os idosos que compõem um dos grupos da área de risco e precisam de uma assistência e cuidados especializados. Segundo Zhang (2020), os prognósticos dos pacientes idosos e dos que tem doenças crônicas são mais desfavoráveis, já os pacientes infantis possuem sintomas leves.

Além das restrições citadas acima, e os noticiários de mortes obtidas pelo Coronavírus, vários sentimentos tem surgido em meio à sociedade como: medo, desprezo, solidão, tendo como consequência uma maior probabilidade de desenvolvimentos de transtornos psíquicos com maior evidência em idosos. Sabe-se que as pessoas que convivem com idosos precisam estar preparadas diariamente para lidar com tais situações tendo paciência e cautela, proporcionando ao idoso e a si próprio um resultado excelente quanto às particularidades/diagnóstico e estilo de vida na terceira idade.

Para Hammerschmidt & Santana (2020) provavelmente as pessoas que atuam com idosos, ou que possui familiares atuantes, presenciam situações com a população idosa reticente ao distanciamento social, tendo que reforçar a necessidade de compreender as medidas para conter a disseminação e o tratamento da COVID-19 considerando as especificidades da área gerontológica.

Kalache et al., (2020) acreditam que as políticas adotadas como forma de enfrentamento à pandemia devem considerar as evidências acumuladas por aqueles que estudam envelhecimento de modo que possam ser desenvolvidas diretrizes ligadas às

Editora e-Publicar – Science & Saúde: Atualizações sobre a COVID-19, volume 2.

63

necessidades dos idosos institucionalizados e também aos mais frágeis, levando em consideração as limitações da infraestrutura formal de serviços e a ausência de cuidados integrados.

E aos profissionais de saúde que atuam na linha de frente de combate ao Coronavírus, vale ressaltar que além da doença é primordial tratar a saúde mental deles e dos próprios pacientes (principalmente idosos), em meio a situação que vem sendo vivenciada, pois os mesmos se encontram vulneráveis podendo facilitar a obtenção do vírus.

A noção de qualidade de vida está relacionada com diversos fatores que abrangem as condições e estilo de vida, bem como se relaciona ao campo dos direitos humanos e sociais (TOLDRÁ, 2014). Manter uma autoestima que influencia nossa vida positivamente diminui o sentimento de insegurança e insatisfação em relação a nós mesmos, com maior ênfase em períodos de crises e pandemias. Conforme Irigaray (2020), ter uma autoestima positiva auxilia a saúde mental e o bem-estar psicológico, através do cuidado pessoal.

Sousa et al., (2019) afirmam que a população idosa a partir do momento que tem suas demandas psicológicas supridas adequadamente, sejam elas: emocionais, sociais, culturais, econômicas, espirituais e de saúde; fazem-se presentes o bem-estar e a satisfação com a vida.Enquanto a dependência pode gerar sentimentos de inutilidade, depressão e falta de motivação pela vida, a independência vem associada à autonomia e satisfação pela vida, estando diretamente relacionada à manutenção da qualidade de vida (FREITAS & HAAG, 2009).

Exige-se um maior esforço às pessoas com antecedente/diagnóstico de depressão, tendo que observar diariamente o seu comportamento, pois possuem facilidades para desenvolverem crises de ansiedades, sentimentos negativos e nervosismo. Em períodos de epidemias e isolamento social, a incidência ou agravamento desses quadros tende a aumentar (BARROS et al., 2020).

Conforme Guinancio et al., (2020), o estresse causado por esses momentos de crises produz radicais livres moléculas tóxicas ao organismo, sendo de suma importância fortalecer a imunidade com vitaminas. O desequilíbrio do sono nesse período também é perceptível por conta da alta demanda de afazeres exigindo que a pessoa dobre o ritmo da realização das atividades sejam elas domésticas ou profissionais. Analisando-se esses fatores, concluímos que a epidemia é, portanto, um forte causador e agravante de estresse que, por sua vez, é fator causal de desequilíbrios neurofisiológicos (CARNEIRO & LESSA, 2020).

Editora e-Publicar – Science & Saúde: Atualizações sobre a COVID-19, volume 2.

64

Segundo Silva, Viana & Lima (2020), a assistência integral dispensada a pessoa idosa deve ser baseada em suas necessidades e direitos, com uma prevenção e intervenção antecipada articulada corretamente, de maneira que coloque o idoso no centro das práticas de cuidados, a assistência ao idoso é essencial, seja no alcance do estilo de vida saudável, seja para ofertar cuidados criteriosos em situações patológicas com o intuito de promover o bem estar ao paciente idoso.

Diante do exposto, o presente estudo possui como objetivo analisar os sentimentos e as aflições vivenciadas pelos idosos durante a pandemia da COVID-19, através da literatura pesquisada. A fim de que selecionados, possam ser adotados diferentes hábitos diários de forma que os mesmos venham colaborar para a saúde física e mental das pessoas, atraindo energias e sentimentos positivos que ajudem a amenizar as consequências e impactos resultantes da pandemia, elevando-se a auto-estima e a diminuição do estresse diário e prevenindo doenças psicossomáticas.

2. METODOLOGIA

Trata-se de um estudo de revisão de literatura do tipo integrativa com abordagem qualitativa, na qual foram utilizados dados provenientes das bases de dados: Google Acadêmico, Scielo, Portal Hospitais Brasil, Ministério Da Saúde, e Revistas como: Temas em Saúde; Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia; Revista Virtual de Química; Revista Dialógos em Saúde e Revista Investigação em Enfermagem.

Foram utilizados alguns critérios para a avaliação dos artigos e publicações escolhidos para o estudo, levando em consideração o comportamento do idoso em relação às medidas preventivas contra a Covid-19; consequências dos sentimentos vivenciados desencadeados pela pandemia e dos riscos a saúde e desenvolvimentos de doenças psicossomáticas; quais alterações foram feitas no estilo de vida da sociedade e quais soluções a tomar diante dessa problemática. Foram encontrados 14 artigos e 2 documentos do Ministério da Saúde. Utilizou-secomo descritores em saúde:“Idosos”, ”Sentimentos”, “Coronavírus”. Para localização de estudos relacionados ao tema, fez-se uso do booleano “AND” para o cruzamento dos descritores. Os anos das publicações foram de 2000 a 2020, todas em português.

Editora e-Publicar – Science & Saúde: Atualizações sobre a COVID-19, volume 2.

65

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

Percebe-se que devido às mudanças bruscas no comportamento e estilo de vida da população advindos com a pandemia, exige-se uma maior atenção aos idosos já que são mais propensos a complicações da Covid-19, principalmente, quando apresentam problemas de hipertensão, diabetes, problemas respiratórios e cardiovasculares. Arantes et., (2020) afirmam que mesmo antes de serem contaminados pelo coronavírus, os idosos tendem a serem impactados fisicamente e psicologicamente através da veiculação de informações por meio das mídias sociais. Neto & Barros (2001), concordam que uma ampla quantidade de fatores podem contribuir para a vulnerabilidade das pessoas à solidão.

Em contrapartida, é preciso fazer um alerta sobre as várias notícias negativas exibidas pela mídia sobre a COVID-19, além das fake News, ambas podem gerar nos indivíduos o estado de alerta constante, correlacionado ao medo de se contaminar e morrer (PEREIRA et al., 2020). Alguns transtornos mentais como a ansiedade e depressão podem ser desencadeados pela quarentena. Para vencer essas atividades existenciais pode-se recorrer aos passatempos, exercícios físicos, leituras, filmes, meditações, orações, práticas amorosas, manutenção da casa (GUINANCIO et al., 2020).

Hammerschmidt & Santana (2020), afirmam que os idosos tem suas próprias características e peculiaridades e as diversidades do envelhecimento humano, e que esse vem sendo um grande aprendizado durante a pandemia, já que precisa-se compreender corretamente o indivíduo idoso. Para que a autoestima permaneça boa e os pensamentos não venham atrapalhar o bem-estar, Irigaray (2020) estabelece que é preciso evitar alguns comportamentos: pensamentos negativos, relacionamentos com pessoas que só façam críticas, comparações, querer mudar as pessoas a sua volta, deixar de fazer coisas que gosta por medo do julgamento.

Assim, a elevação dos níveis de qualidade de vida da população senescente é condicionada mediante uma abordagem mais global e qualitária das necessidades da pessoa idosa frente às esferas governamentais, sociais, culturais, políticas e de saúde (SOUZA et al., 2019). A profunda sensação de incerteza quanto ao futuro econômico e educacional também traz implicações na saúde mental. Para minimizar as repercussões geradas pela epidemia do COVID-19, medidas de apoio psicossocial, devem ser tomadas, principalmente para a população mais vulnerável a desenvolver esses transtornos (LIMA et al., 2020).

Editora e-Publicar – Science & Saúde: Atualizações sobre a COVID-19, volume 2.

66

4. CONCLUSÕES

A pesquisa sobre os sentimentos e aflições vivenciados por idosos durante a pandemia da Covi-19, evidencia que a maioria dos sentimentos negativos vivenciados são decorrentes das consequências da quarentena. Mostrou-se que houve alterações em diversas áreas da vida de cada pessoa, e que a área mental/emocional tem sido influenciada negativamente resultando em alguns transtornos psicossomáticos.

Neste aspecto, considera-se que atividades de lazer, jogos educativos, artesanato, pinturas, caça-palavras, vídeos e outros, são fundamentais para serem realizadas principalmente nesse período de pandemia. Pois, fazem com que um dos grupos de risco como o idoso, concentrem seus pensamentos nessas atividades, diminuindo os pensamentos negativos a respeito da Covid-19 e contribuindo para o bom funcionamento do cérebro, concentrando pensamentos construtivos e que ajudem a melhorar a autoestima diante de tal problemática.

Conclui-se a importância de ter-se um acompanhante/atuante com o idoso para que sejam seguidas corretamente todas as medidas e haja uma atenção maior para: controle de medicação, presença de sintomas da Covid-19, baixa autoestima, ansiedade, depressão e tentativa de suicídio. Tendo todas as necessidades físicas e emocionais supridas adequadamente a população idosa apresentará um quadro normal, e um estilo de vida saudável.

Espera-se que esse estudo seja contribuinte para pesquisas futuras na área da saúde, relacionadas aos idosos a fim de que venham proporcionar melhorias nas condições de vida dessa população e na vida de seus atuantes, para que sejam preparados para lidar com tal problemática e que tenham cautela e sabedoria ao lidarem com os sentimentos dos idosos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ARANTES, A. C. Q. et al., Saúde Mental e Atenção Psicossocial na Pandemia COVID-19: recomendações aos trabalhadores e cuidadores de idosos. Rio de Janeiro:

FioCruz/CEPEDES, 2020. Cartilha, 14p. Disponível em: <https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/41686/2/CartilhaIdoso.pdf>. Acesso em: 22 set. de 2020.

BARROS, M. B. de A. et al. Relato de tristeza/depressão, nervosismo/ansiedade e problemas de sono na população adulta brasileira durante a pandemia de COVID-19. Epidemiologia e Serviços de Saúde, v.29, n.4, Brasília, 2020. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S1679- 49742020000400018>. Acesso em: 24 set. de 2020.

Editora e-Publicar – Science & Saúde: Atualizações sobre a COVID-19, volume 2.

67

CARNEIRO, L. N. dos S, LESSA, H. M. M. Saúde Mental dos idosos em tempos de pandemia. Jornal de Ciências Biomédicas & Saúde, v.6, n.1, p.1-3, 2020. Disponível em: <file:///C:/Users/Annam/Downloads/342-1213-1-PB.pdf>. Acesso em: 22 set. de 2020. FÉLIX NETO, 2001, BARROS, J. Solidão em Diferentes Níveis Etários. Estud. Interdiscip. Envelhec., Porto Alegre, v.3, p.71-88, 2001. Disponível em: <https://seer.ufrgs.br/RevEnvelhecer/article/view/4670>. Acesso em: 20 set. de 2020.

FREITAS, M. O. de, HAAG, G. S. Sentimentos do idoso frente à dependência física. Estud. interdiscipl. envelhec., Porto Alegre, v. 14, nº2, 2009. Disponível em: <https://seer.ufrgs.br/RevEnvelhecer/article/view/9530>. Acesso em: 21 set. de 2020.

GUINANCIO, J. C. et al., COVID-19: Desafios do cotidiano e estratégias de enfrentamento frente ao isolamento social. Research, Society and Development, v.9, n.8, e259985474, 2020. Disponível em: <https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/5474/4789>. Acesso em: 22 set. de 2020.

HAMMERSCHMIDT, K. S. de A, SANTANA, R. F. Saúde do idoso em tempos de pandemia Covid-19. Cogitare enferm. , 2020. Disponível em: <https://revistas.ufpr.br/cogitare/article/view/72849>. Acesso em: 20 set. de 2020.

IRIGARAY, T. Q. Promovendo qualidade de vida em tempos de pandemia : um manual para idosos e seus cuidadores. Dados eletrônicos. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2020. Disponível em:<https://www.researchgate.net/profile/Valeria_Gonzatti/publication/342870249_Promove ndo_Qualidade_de_Vida_em_Tempos_de_Pandemia_um_Manual_para_Idosos_e_seus_Cuid adores/links/5f09d763a6fdcc4ca45e3a4f/Promovendo-Qualidade-de-Vida-em-Tempos-de- Pandemia-um-Manual-para-Idosos-e-seus-Cuidadores.pdf>. Acesso em: 20 set. de 2020. KALACHE, A., et al., Envelhecimento e desigualdades: políticas de proteção social aos idosos em função da Pandemia Covid-19 no Brasil. Rev. Bras. Geriatr. Gerontol, 2020. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia. v.23, nº6, p.2, Rio de Janeiro 2020. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1981-22562020023.200122>. Acesso em: 20 set. de 2020.

LIMA, S. O. et al., Impactos no comportamento e na saúde mental de grupos vulneráveis em época de enfrentamento da infecção COVID-19: revisão narrativa. Revista Eletrônica Acervo Saúde / Electronic Journal Collection Health, 2020. Disponível em: <file:///C:/Users/Annam/Downloads/4006-Artigo-36216-1-10-20200615.pdf>. Acesso em: 24 set. de 2020.

PEREIRA, M. D. et al., A pandemia de COVID-19, o isolamento social, consequências na saúde mental e estratégias de enfrentamento: uma revisão integrativa. Research, Society and Development, v.9, n.7, e652974548, 2020. Disponível em: <https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/4548/4043>. Acesso em: 22 set. de 2020.

SILVA, C. M. et al., A pandemia da COVID-19: Vivendo no Antropoceno. Revista Virtual de Química. Rio de Janeiro, V.12, n°4, Jul/Ago. 2020. Disponível em: <http://static.sites.sbq.org.br/rvq.sbq.org.br/pdf/v12n4a09.pdf>. Acesso em: 22 set. de 2020. SILVA, M de L, VIANA, S. A. A., LIMA, P. T. de L. Impacto na saúde mental do idoso durante o período de isolamento social em virtude da disseminação da doença COVID-19.

Editora e-Publicar – Science & Saúde: Atualizações sobre a COVID-19, volume 2.

68

Revista Dialógos em Saúde, v.3, n.1, jan/jun. 2020. Disponível em: <http://periodicos.iesp.edu.br/index.php/dialogosemsaude/article/view/272/232>. Acesso em: 22 set. de 2020.

SOUSA, M. da C, et al., Qualidade de vida de idosos: um estudo com a terceira idade. Temas em Saúde, João Pessoa, v.19, nº6, p.16, 2019. Disponível em: <http://temasemsaude.com/wp-content/uploads/2020/01/19619.pdf>. Acesso em: 20 set. de 2020.

TOLDRÁ, R. C., et al., Promoção da saúde e da qualidade de vida com idosos por meio de práticas corporais. O Mundo da Saúde, São Paulo-SP, p.2, 2014. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/artigos/mundo_saude/promocao_saude_qualidade_vida_idos os.pdf>. Acesso em: 20 set. de 2020.

ZHANG, W. Manual de Prevenção e Controle da Covid-19 segundo o Doutor Wenhong

Zhang. 1ªed. São Paulo- SP: PoloBooks, 2020. Disponível em:

<https://portalhospitaisbrasil.com.br/manual-de-controle-e-prevencao-da-covid-19-segundo- o-doutor-wenhong-zhang/>. Acesso em: 20 set. de 2020.

Editora e-Publicar – Science & Saúde: Atualizações sobre a COVID-19, volume 2.

69

CAPÍTULO 8

RELAÇÃO ENTRE A COVID-19, O SISTEMA SANGUÍNEO ABO E O RISCO DE

No documento 2021 by Editora e-publicar (páginas 62-71)