Os
huiles moUvà
»iilKiiii
üiquehra nu
tftu<
lepublie »
iPrazercf
.
socio»metis,emeustyran»«« !l
-
>laaimaquesedenta cm si nio roube.
N» uhysuioX« suiuio dos desengano«.
BOCAGE
.
Tinhaassentadocm rabiscar algumas linhas subreoshailrs: eniprehendi
-
o;elá muitopeloadianteda tarefa percebi quesem osentir mchaviadescambadoemcertos dictcriosephrases chulas ,quenaqualidadede medicoreprovo:entrei ao depois a cortardo meu arbustinhoassim viciosamente engendrado osramosque na minha opiniãofazião
-
nodesmerecer ; c comoquer que entendesse que muitos d’ellesiiao podiaoserdecotadosseincompromcltimonlo da planta mai , quasique arripieidacarreira :masaomesmotempo chagava-
mco coração verhomens,verda-deiros esqueletos da morte,que sómenteporhumesforço inconcebível do espirito davao anniincio de vida ,juncando as ruasde huma Corte populosa , e cabisbaixos com pé tremuloe incerto to
-mandoorumode hum harathrumaislogoadiantecavado
. —
a sepultura—
:doia-
mequehumcaminho erradonafruirçãodos gosos mundanosarrancasseahum ti lho innocente queixumesd'este theor:
—
Eeusou culpado?! Ainda hoiilem acabo de saberquehaviamundo,cjàhojevenho citadoresponderpelos pcccados de meuspais?!Estaorganisaçãoestá esmorecida, cansada,ecu aindanãodei hum sópasso?!Estaferramentaestácom olio virado, cheia de dentes, quebrada, ceunãofiz c»mcilaosomenosserviço?!Estepioestácorrupto ,apodrecido,eagorahe que eu vouencetar aromariada vida ?!Estaalma estásemforças, semalento, c eutenho aiuda de ir depositar aospés do Alt íssimomeuscultoscvenerações ?!Sim ,houveoulr’oraargumento sobre se a organisacáodos filhos ficava sabendoados pais:
corrcoacausa emlitigio peranteotribunal da experiência,eodepoimento de fam í lias inteira« de tysicos,epilépticos,etc
.
, passarãoa esponja nosmenoreslongosdcduvida,
que por ventura havião;co queniais lie,osfactos amoslrãrao que nosindivíduosciiviscados dc semelhantemal porherança soe apparccerhuma rehrldiaquenãoheláo demoda nos quesaoafTectados per ac-cidens
.
Aquiomedicodá mais faril desbaratoaoinimigo,alli chega a morreraodoente amaismiúdafolhinha daarvoredaesperança,co pratico consultaoseu poder,ediz :
-
nào deita.1barra lá
Verdade terrívelaosouvidosdc humpai,quedá porseu filhoasentranhas,a propria vida
.
mas queser
.
ãolembra de fazer a sipropriohumsacrifício: immolar a devassidãonasan*, da<*)briedadc—
:quen'este espelhoha-
scde virmirar todaasua descendência! Ese0vidro for posto em pedaços? Esea camada deaçoestiverdespegada? Eseoamalgama que acomputer forbastardodcchumlNie cobre ?Euláo,aidevós.
e ai d'elles!.Masa mim que me imporlãoestas cousas? Que tenhoeula dcembeber meupincel em tintas laoroxeadas?Osbailes ,divertimentos,jogos,aondetudo folga! tudo ri ! tudo liehello!tudoen -cantador! aonde o espirito seexpandecboia emjubilo c contentamento!aondea alma embas -bacadada aorelogiodoprazera cordatoda
. .. .
quemister hãoquesercmcrháoterras dcfinados?!!Quepresta andar a fazer da gente criança camostrandoophantasma da morte emvezdelobii
-homtm ?!E quemmaistem medo d’ella, depois quelodooinundo improvisou-seemphilo
-sopbo? Qualquermenina dixlrinchamui lampeira0problema que fez suarlautocachaçorechon
-chudodejuidrc
-
metlrt: asaber:—
quese não deve ter medoda moite;ediscorreassim:—
quando agenteesta viva,está viva:sca gentemorre,defuntocaoseule, porquenaotemfome, 5
- n
-ncrasêde
.
logo,etc. —
Eesta?Isloliequeliecaco!8«be mais.
loque eu que ainda boje tenho ineilo d'cllaque mepólio!Mas apesarde Indo hacabeçasIãoestonteadas quo arhàoo que censurar nos bailes,e prinn
-palmcntenohellosexo!
—
Ditem malignnmentc:- .
1*trnhorattanaiiim,tão açariat,
ilr. —
Kvejáooquesãotempos! tiontáOqueaiiliganientccerta1
’
hrynes(lindacomo os amores apparcceo Ioda einhuçada perante hum tribunalquelinha assentadodepeilrae calcmcondcmnal-
a :finória no actodeselavrar asentença,rasgouovéo , cdescobriooseio:oranãosei se pelapro
-priedadequetem os corpos pvramidaes de desprenderscenlelhas cleclrlcas,Ircmóráoosdedos magistrados eoprocesso cahio
-
lhes dasmãos,comoaosIrovoes daeloquência(.
iceronianaacon-leceoaoCesar : eocertohe (dizem asmás linguas) quefoi al»olvidaarapariga!llojc queas nossas meninasnão são IMiryncs nos crimes,csim na belleza;que sãohumas carinhasdean* jinhos, quetrazemseu*vestidos bem degolados,c otrioávisla c!equem quizer ,cde maisos Inratot
,
|K»íSassimmesmohacoraçõesde tigre, quefolgaodever correro sangued'estas cordei-rinhas!Istohequehc crueldade!! Inda bemque eu não:falleláquemquizer:comocaval
-Irironãocaio em semelhante laço;quenãoestoupararetornaracasasemhumaquadrilha sequer para quebrarojejum
.
Algum medico dc meia ligcla lasequizercensure,
quetambcui tera dc ouvirboascousas!flojemdia he corrente cde ha muito o era)cincontestável,queoar hc o agente da res
-piraçã o:oqueposto lie corollario d'eslapremissa,que osprincipio*seus componentesexercemna superficie dos bronchios c dascélulas pulmonares huma acçáoruja variedade marcha narazãodi
-rccladaproporçãod'aqnelles: 79partes dc azoto , 21 de oxigeuco , c algumas milésimas de acido rnrbonico,
—
eisa composição, possodizer,putativa d'eslaholla feitura daDivindade:—
laograúda vai porahi asommadas substanciasquedesuaturão
-
na muitadavezinteiramente,apa-gandoaotodoo rastoqueandou
-
lhea imprimirodedo-mestre!—
Finalmeutecorreassim pormodo dcaxioma que doaro oxigeneo hcoque sendo absorvido emportepelo aparelho respira
-tório ,dá andamentoávida: ora se assim acontece,hc claroquea diminuiçãomaisou menos considerável d’esteprincipiodeve de arrastarapóssiconsequênciasqueao começo dando visos de pouco aterradoraspara o adianteseconverterãoemdesarranjos da economia,
-
moléstia : e láv ão indo cainiuho do passamento c da morte!l’
ois bem;tiosbailes dão-
seestesmotivos—
: ahi se nota oagglomeramentodc muitosindivíduosas masa aosmais dasvezes semdesproporção para menoscom o recintoque pejão;«lemodo«jucoar ,estepuslo riariria, hc paralogouaosóimpregnado de substancias heterogéneas cantípodas cm dailcs,senãomesmoque desfalcado em sua porção mais vital ; c assim,a respiração,
—
funcçàoque d’elle ha mister,funeçao que ua phrase de muitos physiologislas nãosoíTrcaperiodicidade dealgumas; funeçãoquetoca tantocom odedonavida,que humacabeçagrandedisse
—
Vivreest respirer ,comundoccrrcoaabraçara bandeiraque tremulava estedistico;a respiração,
«ligo,licatão alquebrada
.
I ãopccca,I ãooutradoqueser«lèvera ,quenãohcmuitoqueseveja a morte estendendo á oiho as raias«lescuterritorial—
l’
ois aindauao foi istobastante!Muitasoutrasproducçües da Natureza começarão apassar aosolhos«lo mundocivilisado porcrcaçãobar
-bara,egrosseira:os homeu»sentirão emsuasalmas hartos desejos dcdesbastal
-
ossuasproprié
-técscópro daparperfeiçãoárão no:entenderãoque se deviãodeixar atoar ao capricho cmercê d'estes desejos:n
.
«orc-jicsodatarefa ,c se mcttèráo atéa reformarpeçapor peça omachiuisino«la reza:
—
Estamanivela («liziao)hc chambuqueira cmalfeitona; estetambornãocom
natu
-tem ligeira r«>
-laçáo;estesta valvulaámal seguronão;está bem ajustada ; «quella mulaatpielles dentescslaorombudos cquebradosnão apresenta
. ..
sullicicnleceis senão quandoeiasterioa-
obraeste cravoaindafresca da ollicinaComeçouamover
-
seaos saltos,barganhandoabellezaeuniformidade linha ,pordehuma andadura de cambêsemelhanteM.
g.
ra, cachasse quelac aleijado!assimK maom.
sroo coixagradoác estropiadatuJonao faltouIKKI í,
«uinuuu,i*M- V
Vulcano
. «
mty»boilcujmonter em riUiytanc,
rcrtI Olympe,
cau.
ostiar-
seperante’
oth.
«aDivino,afim dc
,
extreme dos senões que linha,
desbancarnas proprias barba»que mor
.
s>eoautorda pri
--
33-mein pincelada;e do voila c»üo viria encarregada danius ío«le
arrancar
a carapu ça no>-
t;r •das alturas! Que loucura!! Poisassim mesmo (pori*st>dizemqueosPorias sa
.
»doudos)hutiv<«<• ' Poêlaque liallcoopê,e siislenlou grilando loin ládofundodo loutiço.
quesivelao homem ,queellepropunha aceno atéeoulraopropriocavadoliédelongo»!
—
Mliil!amanmorialihusde muina la eraordiiolossenimposul<-
<Olmnipsum pelimus!~Eassimonbysinoja vem
ira/aobra encanecidacomoelles:lie forca deixar
-
lhe apassagem,sob pena de sur-se at radod «•encontroMasvoltandonosestrepesao d’eonde me affaslado havia:.arrecifes queodefendem
—
!!O ar—
queos circunda lie para logoviciado;j r quedc hum lado as bugias não podem entreterásluzessem grande consummodeosiger.
co; eie outroosindivíduospresentes dccontinuo executandooacto da respirarãoabsorvem humaparir bemconsiderável domesmo principio. —
A11i oproductoessen.ial dacarbon ico
.
AquiaexpiraçãoIraz laml»em empagadooxigenco queftea.
que bebumgazasphyxiante,cquesendomais pesado queoar, »aiporbum:ileipby-»ua comliuslão vema ser acido acido carbo
-IIaeconomia
mro
sienformar ascamadas mais baixas da atmosphera:bebemsabidan historia dagrudadota Sicilia,onde bum homem podiaficarporalgum temposemaccidenté, emquantoquehumcão eraimme
.
liatanienteasphvxiadn,porquesendo dehumaestatura muito menor que adohomem.
respirava huma atmosphera deacido carbouico
. —
E so estenão existe ordinariamenteIão em grossoqueasphyxie , todavianáodeixa de imprimiralgumasmolilicaçõ. -
s uosorganspulmonar«*:oproprio indivíduo começaa sentir como que humpeso ,huma oppicss
.
to ,procuraatropellaro.
vetoda ins—
cexpiração,laliga-
sc;etantomaisquaiilo osorgai)>trabalhãoencadeados porvestes bem justas e pregadas: em consequência d'eslalula,c mesmo da n:ò dc gentequeporIoda a parte remoinha,appareccatranspiraçãoqueemmuitaspessoas infelizmentesendo de má natu-reza
.
com humcheironauseoso—
sui generis—
vaipelovolatil de sua substanciacncorporar-
seaoareseofTercccr a membrana pulmonarpara ser absorvida: esendo assim,quemuitoquen'estas
•'CCasiòcsporvezessobrevenhãosyncopes
.
desmaios,convulsões, tosses rebeldes, escarrossan-guincos , etc
.
,cque d'enlio oaparelho da respiração fiquea victima marcadaparahumsacri-ticio hum pouco maisadiante?(I)
Aleuid’isto
,
as senhoras ordinariamentesabem dosseustoucadoresIãocheirosas,quenãose1) Quiçá úalguémpareça poesia estemeuIão grandeameaçaritemoléstias,piincipalmente«lo peito:cu
-Iretantodireicoinhum medicodcprolicaesaber(o Sr.I»r
.
Silvo,,quenacpocaactual de humterço do' doenlcsde u ole-
tins chrooicns daCò rte o mnl hc este ; e os bailes Umihcmconcorremcomasuaquota. —
Ad-mira u incrementoquevaitomando semelhantemal,elinto assusta
.
quejá nsociedade—
AcademiadcMe-dicina
—
propoz hum prémioá humamemoriasobre ascausas do progressoda tysicano Itio deJaneiro.
Al-guémmaisfeliz , abastecidodccabedal scicntilico(eu dccertonão)estar
-
se-
lnrem duvidaa ocrup.irdehum tal assumpto:portantosomente poroecasião d*cstc inconveniente nosbailes
.
feridoarrastidoáesta questão,farei de passagem algumas observações ,antes—
arriscai ei algunsgrãosdcareianaimmrnsátadr deste1."oceanoIIuma. —
«lasfontesprinciples da tvsiia pulmonar hc a mesmaIjslra. —
Sim;dehumcasaldetv-sieosnão lie facil sahir iiuma semente que enterrada nomesmosoloeregada com o mesuiorepuxo
«lagoa nãodesenvolva huma plantacomfeiçõesda do«ndederiva
.
! aquemobjecta contra a herança, quepai>tysirostem «lado a luz lilhos suciadosesadios,respondoque—
ou estasobservações nãofora»feitaslie doutrina correnteemcpocascouqictentese««’diça alii pelos livros, outesim, pode
-
sc-
quelliescerlas repaiticomtudodar humaçtles do organismos.
ihida plautom<ÍM-
l.
print.
smaisazados aseuspadecimentos, por outro,tememseparadoseusinvernosdeexistem ia: ornceplialo
.
v.
g. .
hcmaisfaritinente nlTertadona infaiicio: os pulmões soffrcm maisna adolescentia:daM
.
ule vitillie units propriooenfermar do tubo digestivo:e'
«• aponta a velhice<sorgansourinntios levanl.
iooseualarme!V
.
seassim hc: quemuitoquealgunsautores tenhão-
seatido ao—
ades-
liorns—
dVsles perlwlospira argumentocmseuprol ?Rqoaiulomesmoa Iodaprova« tjsira n.
io»dirovtffsecmalgumas eutitliç.
»» destas,cuperguntaria:—
E o quo temos nósnolivro dasinfillibllhlad»? pagina*rmlirnnro— -
ou.
aric-tère«iiidcvidamculegravado»!
—
l'orque a vaccina»cm sempreproduza variola?Porqueoviru sypliilii. •
:
tc<1errarnar errava muitofiniliicrque crãoodorífera»!he lá bumraamla mento«letuacartill
.
amiderredordesiungrand odeur d'amtootie, dont tout le«
... .
queria dizer boitdoCalypso.. . .
dont tous les coins du salon mas as nossas Cal y|>»o* na
.
iqueremsaber de bosques. . .
entã osera—
estasoient parfumes !-Or»teImobjecto sobrequeohello sexo devaneia
—
sãoos perfumes:quer,i
.
imbar.
agradamaisaquellaaesseneia daformMZura,qualgostadanauseante nstnfctida.
quaimorrepeloeaslorio ,etc
. —
liopoorbequesaiatantoa snsceplibilidadcde algumas, que um«rmpreenxerta a syphilis? Porque hnmcu» »urrtdo« cposvinfrsdãoao mundo filhos euUnguidme mirrados? F a syphilis e « vaccina deixão depai(forte e sadio'tut filho seescrava
(sadioefurieser:
contagiosas??—
Não apertemosFdeixamuito osde scrcaravclhasgerat queda—
denaturezaIminemtat•
rtiilraiiolndes ; quandonãoanduem,,-
iterouliniioásop.
il|mdrlas. —
tUhomensdivergem gratidomcnte-
I-em seuscaprichos,cFila
—
Soberanado Universo uin tem cerviz deesrrava parasubmettel-a aoseujugo.
(!otnltid< >mais humesforçodauizão
. — .
Nãoliamarliinismo|K>r mais bem montadoqueseja que«oraseusfados de desmanchosedesconcertos:tv
-
ini.
humindiv íduopódc1eroapirellio respiratório nanopiimamcntcobrado,etodavialáhuma feitaenfermar d’elle
.
eenlysicar:oraosfilhos de semelhante homem heprovávelquenão só não scj.
intysicos,senão mesmoquen ão Icnhãocaminho para lá:elles herdarão a ronformaçãodo peito de seu pai.
eolluera bem boa: humaccidenteaque toda matéria estásu-jeitamolestou
-
lheopulmão.
E istomerecetantomaioratlenção,quanto nósvemoshumoperador embeber atrevidoo ferronas carneshumanas,erortarlium membro aonde lavra humasupuraçãoabundantíssima,•
pietem quasi manismado o padecente,sesuaconstituiçãoeraforteevalente,ea abunduncia dopusfd-
achegarda miséria emqueorav ô
-
se;massejádanleuiáocilaeracocochyinaoucachelica.
cil-
o quesus-pendeamão cbrada:
—
Não:nãosou euquem lheha de dar a morte!—
Il vaut raiem laisser mourir le nu,ladequede le tuer Velpeau].
Ilenostvsicos desta casta que alguns medicossedesvanecendo deprodí-giosdecura,concebem alios project«»sobre as moléstias do peito;embraçãoo escudo,o eiiristãoa lança para a diflicil crusada ;
—
ao dejiois dãocom algumaeconomia talhadaparaa tysica, ccoincila,cse isbarrao,eseuescudo seam ça.
esualança despouta-
se:chega-
lhesa morrer apaciência,cnãopodemdigerir ;porqueh<*que humnmesinnmoléstia c no mesmo tecidosó pela condição da herança reliella
-
setãofortemente!
—
Oraos tvsicos legãoaseus filhos orgãos , cæteris paribus.
amoldáveis depreferencia a este generode moléstia, eo andardos temposeslá-
lbes a engrossar a cifra;logome pareceque cheguei sem tempestade ao porto rioondc havia arribado. —
asaber—
:que huma das priucipaes fontes da tysica era Iin-
«oa tysica*—
Assimrcalisa-
seaqui com applicaçãophysica e moral o dito de bumPoeta:—
Ocastigodo vicio lieo proprio vicio!
•>
.
« Agoranotaia estreita sympathiaquejungeaparelhadospulmõesao carrodosorgãosgeradores: attentai no timbre que ganhaavoz nomomentocm quedesabrochaa dor da geração,fazendoo papel deverdadeiro batedor daépocapúbere daemancipaçãoparareproduziraespecie*reparainodoce dame-lodiacoinqueo passarinho doira a quadra dc seusamores;no canto abemolado dohotneniquando be nrcasiãodeidentificar
-
secomsuacompanheira,evendai os ollu» senão quereis enfiar de vergonhaao rematard'este quadro, «piecomeçadocomhello colorido,vai1erhum desfecho dc negrumeeescuridão! Pois bem.
estefogodoCco encarregado de entreterálamparina da vida,ou vai por humcumiuho per-dido
.
ou poronde devia,poremdesnaturado:o—
crociteet multiplicamini—
da Escriplura Ocamuitode rè.
O vicio deOnan lavranoRio de Janeirocomhum furorqueapavora!Os doussexos devotos iucen-MÒ
-
ibeos altaresparad'ahiahumpassoiremvirlinias desgraçadasse offcrecereincmholocausto damorte! Chegado buiupontode abjecção ,aviltamentocmiséria,lie-
lhes pesoo existir...
oh morte!que encantos que nãotens?!! Virai-
vosagoraparaa prostituição.—
Nãohu jiolicia que vele neste sentido' asyphilis vai esfomeadaengrossandooseu repasto humano!!Fcousanotável!—
Syphilisinveterada? On•-nirfa dc profissão? cxcepluai algum privilegiado da fortuna
. —
o nosmais ou a tysica já be inquitiua da peito,oucstá-
lhes a aniarlclar uaportalAs-
im emquantoscsuspendeogolpefatal ,—
nsvictlinasjazemrevando
-
scnoleito «la dore dos gemi«!«»!Contãoo» momentos porséculos.. .
esporãoarrependidos a yação.. .
maslio tarde!orebatesóa. —
lie mister marchar para ocampodaEternidade!Alem d isto
. -
ogelonoscausa mais damoodoquescde ordináriopensa,existênciaa condição de humclimafrigidíssimo,comoqueohavia destinado de lá:uãoobstaute ,a industria do homemguantc
-
lh*aeibtcurUanocutelo
3. Anaturezaligando
nser cniisummldopelos despeito dostuais rigorosos Mht
|>«» Vo>
-
37—
n ãoso aborrecem hum aroma , senãomesmo queapresençad'elle causa
-
lhes desordensl»empal-páveis
.
Em suas casascadaliuiuasedeitaaluarpor seusgostosc caprichos: mas emhumareu-niãonausuccédéassim, cada huma esta sujeilaaosdeIodas;c islo naohcimpuncmcnlcqueM
-passa; muita feitaapparcccm palpitações,tonturas, nauseas,vómitos,ele
.
,ele.
Aindamais:os salões destinadosausbaileseslaoporconta dolutosemprea letarnovas mãos detintas:assubstancias ordinariamenteempregadassão overdelc(acetatode cobre, o vcrmelhào
ratures', c ,quiçámão pradoaetla, tras|iassa
-
o as nossasplagasCinvulto tal, que asbebidaspeladasse lemroiistiiuidoasordiuarias dccertaclasse deIndivíduos! Quem tem dou«dedos de saber doinundo não ignoraqueanossaotganisnçãoparachegar hum dia a zombar impunemente de mudançasrepentinas.
verdadeiros
—
saltos mortaes da vida— .
lie misterque venha de menina se fiiuiliarisindo rom ellas.
F.
assim naovculia lá da Kurupa o estrangeirodizendo:
—
O(eupaishei/uetite:queimacomofogo:ahitens yrio,
—
refrigera-
te. —
E oscuriososesofregos da novidadeencartio-
senette , eao depoisticão-
sealamentar docomprometiinientoda vida,c noleito do gemido chorandosem remcdloasaudeperdida assim porIIICHIO dosdesterrados de Siäounsmargens da Babilónian perdu da patria!Eassimmesmo muitos fanalicausahe outra<âo!!
-
se—
,—
Bemquerem,basta o difiículdadccornos proprios dedos npalcom que muita economia|iarachaga ; e reronlicecmseovi'
nafeita de-
na,e dizempassardo in:— -
avernoao verão,etc
Entretantonãosesupponba quecscommuugoogelo
.
A matéria organisadasc ressentede tantoca-pricho quenãolive deparo maisquehuma proposiçãoabsoluta
—
Scilicet—
quetodahadealfirri|<as-
ar pelocadinhoda desorganisação! Agorao çomo,equando,
—
liesegredo !Assim.
comomeio therapeutic©ogelo hceicellenle!—
huma hemorragia uterina,humvomitorebelde, humacongestãocerebral.
humacontusão,desapparecemem muitoscasos ,graçasaelle,quasipor encantamento: masliygienicaineiitc filiando as probabilidades do bem licâo allamculesotoposiusãsdomai ; ecourtudo os felizes criãoproseivtos
.
edi"tirãocomseu exemplo;c osdesgraçados,mesmo por desgraça,pussãoignoradosedesapercebidos!
i." AccresccntaiQnalmcnlccertasmodas , queanão terem tantosasseclas, cu asappcllidára deas
-sassina«:e estasrasasabafadas,cbesuntadas deUntas; c estes caprichos, e esta condição , quepresidem, comovoufazendo ver ,aos bailes;cvoltai
-
vos aode|Hiis para opassado: comparai com tudo istoasim-plicidide dentão;eo problema do incremento extraordinário da tysica no Itio de Janeironão estám ui longedc sua resolução!Demodoquesefossepossí vel,dizeraoslysicosquenão produzissem,queoona
-uistnofossedesterrado , quea syphilis fosse profitndameutégolpeada,queos novos usos einodaspassassem pelo cadinho das reformações,eu ficarii,setivessevoto na seieneia,queembrevenoBio de Janeiro a ty
-sicateria de voltarao
—
sicnt mitinprincipio—
.Agora sequizerdestuetteilambemem conta este local baixo e|ioucoInvadodear,estatemperaturaoramuito altacabrasadora,c oramuito baixa(proporcio-naíiiiente}c húmida,ele
.
,etc.
Enãoserá possí vel mittler humcravtjn'esta roda de tantas desgraças?! Quanto ãprimeiracausa, seria l
.
íodiflicilpor-
ttie humfreio;comoordenaras correntesdoKiloquenao crescessemetrauspä-testemsuas han eiras(Silva Leal;/
—
Sinsalguémdirá:entãoa tysica ir-
sc-
lio augiiicntaudo narazão di-reitado tempo,e tá mais pelo adiante todooKiode Janeiroestará lysico!
—
Nãohc muito log ira esta maneira decourluir:osparsquenão forem tysica*.
continuarãou1er lillios(salvasas excepções cscoi-ruados d'estegrão:d'entrerisqueoforem aindaIISMIIImuitospoderão,prinripílmenlcosde boa consti
-tuição,|aiuparasua dr
-
eendrneiaestetãotriste legado! Alem d'isso,nãopretendo tirar a habilidadeao bomern.
nemescurecer-
lhcosserviços.
A Cidade aquieiaoutr'orarodend«dcpântanosc charcos,cgrande parled’elles estao jaserrosrentupidos; de modo queporestelado as emanações miasmaticas sctem di-
•minuido
. —
Muitasvestesscinventarãomelhor talhadas nguardardas imlemcurinsdo tempo;c mesmoi
.
lgunia alimentaçãomais sadia, emesmoalgumadroga medicinallemsidodescoberta,etc.
,d aonde«ev «* queat é bumcerto ponto,apesardetaulas desvantagens.
poder-
se-
hin manter buiutale quale<|uilibriu entren'este sentidoA segunda c terceirao veneno que; eagoracrescecausas sofTreriõoiiic-
cmoo anlidoiobumroeugarrotequeamigo e collegaonovai seguindo dc longe!tribunal, odamoralisaSr.
Herediaçào dos—
, fezpovos-me. —
ahonraMuisoconimuiiirarsetem dito muitobradoboas ideas a este respeitorfisjiertassee»sesotniio,dqueèvegetaelle pretendeçiociiidifferen çdesenvolveradas autoridades policiaremsunThese. —
Quem dera*!efizessequerecuar espad estafeita -voridor««e monstrodual—
Onano—
syphitilicosangui-
s.'deutoalevara eitograndeparleda populaçát• Quern di*ra'—
»eu