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(1)

APRESENTADA V FAt ' lLDlDE III; MEDICIM III ! 1110 IIE .UVEIR 0

i:

SISTE \T ID1K

.

n

IO Dl!

»

EZEIIBKO HE 1

* 15 .

ouirr Francisco

Miouifae

:o fie Abreu

,

WTIRILDA VILLA D\BIRRF (PROVIXQADA BtllH),

Fill ) » de Francise » l ï oniiacio de Abreu .

I.Oshomens julgáo acerladamenlc doscusemelhante?sc nao ,o porque?Ecomo

,

senãoacertar, sequerchegardacertezaseujuizo?

II.Aorganisa çãotem sidoprejudicada com areformaqueocapricho dos homens entendeo de

-

via darao seufunccionar ?

III

.

O numerocasvirtudes dosmedicamentostemprocuradoãsociedadeoshensque sedelles ellapromettia? Qualquerserá aptoaadministral

-

os?

.

Muitos

,

queosão, fazem

-

no com

sisudez ?A falta descueffeilohcmotivo de dezarao medico? IV

.

Os bailes motivãoalguma quebranasaude publica ?

M <D

bH JÜiU'

iiU

)

,

TYWCAINIUDO OSTESSOR MISIIEIIO,DE I

.

J

.

MOAEIRV, RUA DEsimTIEIRUR.MI

.

1845 .

(2)

9

TACULDADE DE MEDICINA no m o

n i

: JAVKIHO .

' \

MO

»

DlHECTOR INTERINO OSH.DI».JOAQUIMJOSÉDA SILVA.

IXNTES PBOPBUTABIOS

.

OsSnrs

.

Drs.

l

.

oANNO

.

Francisco de Paula Candida

.

Francisco Freire Allcmáo

.

Physica Medica

.

<Bola nicaMedica,c princípioselementaresde t Zoologia

.

2.0ANNO

.

Yk<n

, '

Torrn llomrm E»m

. j

c

PrinciPiM

dcm

" " "

*

Js

Anatomia geral , c descriptiva

.

i

JoséMaurícioNunesGarcia

. . . .

3.0 ANNO

.

Jose Maurício Nunes Garcia Lourençode Assis PerdradaCunha

4.0 ANNO

.

Lui:Francisco Ferreira JoaquimJoséda Silva JoãoJosédeCarvalho

Anatomiageral, c ilescriptiva. Physiologie

.

Patliologia externa. Pathologia interna

.

Pharmacia,Materia Medica , especialmeute a Brasileira, Thcrapeuliea,eArte deformular

.

Exam

. {

5

.

»ANNO

.

CândidoBorges Monteiro

. .

Francisco JulioXavier

. . .

Opera ções , Anal,topograph, c Apparelhos

.

Partos,Moléstias dasmulherespejadascpari* das,c demeninosrcccm

-

nascidos.

Presidente

. [

O

.

»ANNO

.

ThomasGomesdos Santos

. .

JoséMartinsdaCru: Jobim

Exam

.

Hygiene,cHistoria daMedicina.

. . . .

MedicinaLegal

.

U

.

’ ao i

.

®Manoel Feliciano P

.

deCarvalho

. . . .

Clinicaexterna, cAnat

.

palholog

.

respective

.

Clinica interna , cAnat

.

palholog

.

respective 5"ao 6

.

°Manoel deValladãoPimentel

.

LUNTES SUBSTITUTOS. .Ex

áiii. )

Scc

,

-

à0dasScienciasaccessories

. jSec

ção Medica

.

Secção Cir* úrgica

.

Francisco GabrieldaRocha Freire

. .

AntonioMariade MirandaCastro

..

José Bento da Rosa Antonio Felix Marlins

Domingos Marinhode Asevedo Americano

. . .

)

LuisdaCunha Feijò

f

V

.

' SICBITBBIO

.

Dr

.

Lui: Carlosda Fonceca

.

Emvirtude deumaresoluçãosua

,

a Faculdadenãoapprova

,

nem reprova asopiniõescmittidat nas Theses

,

as quaesdevemserconsideradascomoproprias descos autores

. i

(3)

à mmmmiA .

Eufazia o iucu sextoaima, etinhade, na conformilade dosestatuto.;, d’ahi

.

1alguis

mexesapresentar humaTime

.

Dou

-

mca tentação para pegarde huma ououtra moléstia ceomo lie de moda,sobre ella garatujar algumasrabiscas; masvalentes considerações me vierão arredardesteproposilo

.

Attenlei no muito e nobom que setem dito sobre hurnas, ena noiteem que outras aindanegrejãoj: abri de par cm paras portas docelleiroaonde suppunha recolhido algum grdoda colheita dos passadosannos

.

cvisitando scosescaninhos nãodeparei mantimento nem provisã o parahum commellimculocomoesteque medava seusvisos assim de htm

.

a difficilcruzada

.

Sobre os claros dascicncia avulta em tanto o nossocabedal , c tão precioso que até murchou

-

se

-

meaesperança de poder sobrepor huma pequenina pedra a tanto lagedo gigante quebraçoshercúleostom amuado

.

Notei quesornenteredusido aécho (cestemesmosurdo)

esemdescambar da toada, podia serlidocoinalguma deferência : masquid hoc?fTTTfiai!c - deitar péas aomeo pensamento,agorentar

-

measazas á iimnaginarão

.

liberdade pobre c andrajosaaescravidãodourada!

Sobre osescuros

quando buma peunadecysnctem escriptocn ão espanca ou adelgaça aIreva, ospoucos briosdoganso ,quescchafurda nos pa úesclamaçaes

,

ficã oenfreados dc loilo:

c nemdepois dos trinos cgorgeios do roxinol ha quem supporte 0cacarejar da gallinha

.

Sim : nãoestou agigantando dillicuIdades: quem conhece0estado denossas cousas,sabe que hum moço queainda sacode apoeiradosbancos , não tem muito dc seu corn que entre110fabrico oucoiistrucçãodc hum cdilicio

. —

Os factos

cis o thesouro do medico:

a observação, aexperiência

ahiestão os fiscacs dc seu erário:

ca pratica ? a mai

destes factos ,Tinhaumentequepejadaé delia ? obradestas idéaspor certo, quando huma novabc dosannose do tempome assaltou

a imaginaçã

.

o

.

Heparei que com oandar dos lcni|»os muitas calamidades furão pesando sobre a humanidade, c continuÂo

. . ..

c continuarão! eque procuraratalhar as jM,r\ir eraquasi tãoserviçocomo re

-

mediaras já existentes : acheique se nãoarespeito dctodasao menossobrealgumas cu podia soltar hum pequeno brado;

-

salva a liberdade do meopensar, e sem metter

-

mc em humpudorNeste|iosiiivrlcl aulprcsupposlo\ismo d’aofidc sali iria ingloriooperit ICJ:deixei meu espirito vagamundiar

.

se mearredassepelas terras doda esteira

passado ,Undcpedemespnirccerprofrr

-

sc

.

c tudocom vistas deassegurar bum futuro menos carrancudo

.

In* e eu pretiroa

nas do presente

quanto foi visitandoatlenlou na injustiça queos homens rcciprocão

-

scquando sctratadc

estimar umérito ou demeritodas«cçoes; na impiedadecom queelles metterão

-

se ai <

formar humaahumaas peçasda obra doCreador,esquecidosdcque primeiro

ocorafu"

.

d 11aluresa

,

aodepoisos

caprichot,at exlravaganciat dos homens;

namalvadezatom

que faziio especulação do objeclo mais sagrado

-

a rida do teutcmclhaule

a torça ne

largo pruinclter dc garantias acila; finalmrntc na habilidade satanica com quehum1

.

« >

na fontemaispura c innocente

,

not prattret, notcot

,

misérias, desgraçassem leni. •

pela faliade tentono fruir destasdelicias

.

Nãoque 0 campo nãoabundasse em in

.

n*

(4)

brada colheita; umso ceifador era pusilânime o fraco, só podia «|ucl»rar huma eu ouïra espiga pera c lemporâ, as de vez eráo para pulsos mais furies que pudessem lazercorn eilasgrossas modas

.

Kncareieslesohjeclosdebaixodoponto de vista medico, reduzi-usasquestõesseguinte« : ,

t>s homens julgaoacerladamenlc doseusemelhante? se não

,

o porque?E como, se nâo acertar ,sequer chegar da certeza seu juizo?

-

A organisaçáo tem sido prejudicada coma reformaquencapricho dos homens entendeo devia darao seu funccionar?

í> nu

-

meroc as virtudes dos medicamentos tem procurado ásociedade os bens que sed'elles el laprometlia? Qualquer será aptoaadministral

-

os ? Muitos,qneosâo,fazem

-

no com sisudez? V falta deseu efleitohe motivodedezaraomedico?

Osbailes rnolivão algumaquebra na saúde publica ? cdei

-

lhes o andamento que sc compadecia com as minhas forças

mesquinhoporconsequência

.

Não heio desvanecimentoc menosapresumpção de que tenha

.

picadomaltasvirgens c donzeis: anda tãoroteadoerevolvidoo torrãodascicncia,que nâo hemuitolacilandar

-

se a sós por charnecas e terrasmaninhas cbrutas

.

Entretantoenvidei minhas posses para imprimir o maior cunho deoriginalidade que me foipossível neste trabalho, c estradal

-

o para o rumoda utilidade:sc baldei esforços c lidas, sedcllc ne

-

nhuma vantagem surdiu , ojus ás indulgências c aos perdõesninguémdispular

-

m’o

-

ba

-

de,

quando não mirei a hum motivo de gloria

,

sim fuiem buscatão somente de pagar o que devia o naIa mais

. —

rilaridenif/ ur culpam,nonlaudem merui

.

*0?

Ov OOv

-

*

(5)

AOS

Bornalagrimadesaudade,hum suspiro deagonia,lodos os gemidos do

meu corar

ão!!

A Ml ,M i l AVÓ

A

Sri

» .

II

.

.fiari

»

('Iara das

Vi

í

scns

fiariam

.

EAOMEUPADRINHO

O SH

.

ANTONIO MARI \ M

.

Minhaexistência mal hiadesabrochando , meuspassosmalseguros demandavão hum arrimo

.. . .

e aonde ?Meuspaisporsentença imrautaveldo Altíssimocparaeternidadedeminhasdores,

vo

tados desapiedadamente àmorte,c tão ainda no verdor dosannos

...

mas deixemosestasrecor da ções samprealRiclivas

. —

llunsJardineirosviajavãopelas terras dehumcasal delavradores que acabavadeexpirar ; cd'entre o maisquehavia altentarãoem humaplantinha tenra,debruçada mollementcna area quea retinha pelas radiculas:conceberão paralogoalgumasuspeitadeque seu porvirseria por venturalisongeiro

. . . .

pegarãod'clla com todo omimoegeito,transporla

-

rão

-

naáseujardim, emil cuidadoscdesvelosforão

-

lhe ahiprodigados

.

Crcsceo:aodepois

começou acobrir

-

sede humasflorinhasroixascmmurchecidas; equandoos cultivadoresesperavão poralgunsfructoscarnosos cassucarados,

eil

-

osque seapresentai»chochos c enxabidos.E agora? os donos que láseavenhão com osprejuízos:bebemque lucremdacxperienciaaliçãodeque

haplantasquepor mais lidactrabalhoque se barateie com cilas

,

nunca orçarãoemcousa quevalha

.

Poisoslavradorescrão meus pais:

osJardineiros sois vós:

a planta sou cu :e

osprestafructos,

pacisão estas rabiscasência:lcvai

-

mcporaomenosmuitocmfavor denominadasconta apureza das inten

Theseçõ

es

. .

Eil

-

a,

hevossa:não

(6)

A MU S MANOSR A MPI s PRIMOS:

A D . Anna Fraiiolsea de Alireu .

OsSonhoros CLEMENTE BONIFACIOdoABREI

.

JOSE BONIFACIOl)FABREL', A N T O N I O B O N I F A C I O D E A B R E U,

I)F

.

7

..

JOSE'MARIAM, CAR I

.

O SM A R I A N I, DR. FRANCISCO

.

MARIAM,

PEDROMUiUM, AMBÏ0510 MICBADOWAlDEELfl , DR.JOÃOMAURÍCIOWANDERLEV

,

JOAQUIMAMANCIOWANDERLEY

.

Do poqucnoentretendocomvoscoestreito commcrcio deamizade , cul*cbiadosm

.

nsavisadosc sisudossabiascprudentes lições ,ao passo que com osoutros sofrogoc estouvadoatirava

-

ineapós os brincosdainfanda

.

Agoraque esmorecido ccanradoremato burna carreiraquetrazia de seis puxadosarmos, trata

-

sede dar

-

vos buma publicaamostra doapreçoemque vostenho

.

Adiei que

cabiaaqui humlugarcommun»

,

c mesmode longevosabraçocomoairmãos

. —

odepraxe

n estepontoosprotestosc jurasde

sempiternagratidao,amoreterno,constânciasem fim , re

-

conhecimento indefinido

,

c quanta promessa houver por cimad'estas ,

quepeloseu gigantesco oluturojamaisrealisal

-

asha

-

dc:mas eu pouco traquejado n’estacastade scducção peço

-

vos ,

<m vez de prometter

-

vos,

peço

-

voshumacenodeapprovaçãoparaesteescripto

,

cfieosa

-

vos

A MEUTIO

O SR

.

AATOAIO DA COSTA E ABREI

.

Sincera prova de omisade,estimacgratidão

.

FRANCISCOBONIFACIO PEAtari

(7)

ARTIGO PRIMEIRO .

OH

lioinni

!

«

jiulgfio

arertiiiliiiiiesile cl « * c

ii

xciiicllimili

*

?

ii

ào , o

porifiiie

? c como , se n

à

« acertar . sequer

checar «ta certeza seu Jiizo ?

-

Estudao homem no homem ;disseca

-

lheaslibras

do corpo;aiialoniiso

-

Uieas d'aliiia; ca fonte

d aondeo mal»'ellederivaser

-

te

-

ha patente; e

conheceráso nascedourodo hem;emais facil

-

menteindulgcneiorãsseus erros;emenosh ãote dc hoirorisarseuscrimes

.

{DuAuctor

.

Ilum dia fatigado do harullio e bulício(Testemundo , maldizia o homemesuas injustiças, detestava seuscrimes ,echegava mesmo afigurar

-

meencantosem humaretirada da faceda terra quando lembrei

-

meqHeIleus mehaviadado humaalmacom odom infuso dccrearo que jamais houve,ou existirá;dc reunirosmaiores disparates imagináveis; dc dissecar mesmo fibrapor fibrao corpo ,c escoimal

-

od’alma; de1ero homem a sósnoremoinho das turbas, e arrebanhado de genteno maissó do gabinete; de elevaropensamento áDivindade ,esc en

-

tendercomella,cm huma palavra,

a imaginação

:pedi

-

lheentãoque mc remontasse a algum sitioescuso semvestígio nem pegadas de plantas humanas,parad'ahi,verdadeiroanacho

-

reta, contemplar o homem,cstudal

-

omais a meugeito,comprclicnder melhorsuafraqueza e aprender aser menos severo emais indulgentecomelle!

f.ame fui tercomcfTeito: entrei a fazeroparalello de homemparahomem,ao depoiscon

-

frontavaas parlesanalogas dc humsó todo ; eporfim levavamesmoamaonos refolhos elaliy

-

rinthos docoração,quando conclui que nãohavia, nãodigo, mesmeidade dc organisa ção a or

-

ganisa ção,senãomesmo quede regiãosequer ãregiãotl'cslaorganisa ção;deorgãoaorgaonesta região;de fibra a fibra n'esteorgão ;dc molécula amolécula nesta fibra ; deátomoa atomo nesta molécula!D'aqui omar de incerteza em quebracejae sea íTanao homemparafazer hum juizo são de seu semelhante : d'aqui o falhar d'estejuizo ,easapalpadelas dos legisladores dictar das leis

.

Sim,geralmenlescdiz

os homenssãoiguaes,en’csiaconformidade tem o mesmojusaos privilégios edireitos, áspenaseisenções;

masn ãoseiseporinfelicidade minha bempoucasproposições tenho encontrado tãofunestascm suas consequências;quantoao physico a verdade do absurdo saltadiantedos olhos,oacima referido sobejaeinmeuabono; quanto aomoral

queos homensdiversificãoemsuasinclina çõeseseus pensares ,que d'elles sãocomo quearrastados irresistivelmente porsobreacçôosqueasleisrasligãocomrigor , aopasso quen'outrosapraticadasmesmasfóra hum forçardc genio,humconstranger denatural , basta algumcaminhoandado peloinundo, hum pequeno saberdcexperiência paraoprovar

.

Eraforçoso que ogenioespeculadordohomemfosseemdemanda d'esses jiorquês

.

inqui

-

risse

-

os,esquadrinhasse

-

os

.

Eassimem quantomuitos metaphysicos,como Aristoteles,tialcno , l

.

eppert

,

Hobinson,Perrault ,e outros, seapraziao decrearhumespiritodcque dispunhãoa seu geito ,espirito acima dacarne e independentd'clla

-

aalma

;emqnantoCabanisaitri

-

buiaadifférentes víscerascertasfaculdadesdohomem ,

no

v

.

g

.

, oamor maternoaoutero ,esque

-

cido dequeospais lambemtemamor ãprole ;quemuitasaves defendematéa morteseuspin

-

tainhos:queasalielh

. fs

e outrosiusectos protegem sua descendência

,

ecom tudonautem madre; emquantoSlliallubtiliiavucoinseuUnido subtil;em quantoVanliclmontdestacavaseusarcheot

|dc genioH

.

r differentes fortalezas

.

t«all

,estudavado organismo; lá dcohomem no livrohumdacantonaturezad'Allcmanha, noproprio

de Viennahomem: Suas- humvistas sehomem

(8)

2

essavisceraerade(cito»massa informe, dirigiàodepreleren

.

upara«»r* r

.

I»r»:procurasa sabei

-

BUDregularidade

mesmo

beide dcorgsnWt

ç to ,

de

Hislicolli

;10

Pnugont

sPbilotioocami

-

nhavãomaisseguros ,appellidaudo

-

a dccxcrosccncia dn medulla,ijucnãosc entendia saçOcs;sc o auctor dotratado da vida edamortelinharazãodedizer que era liumcnvoltorio protector dosorgàos quepoisavão nabasedocraneo: se era huma substancia em queosangue não girava ,mas humedecida c com destino dc arrefecer o calor do coração,conformeAristoteles; fi

-

naluicnlesc melhor cabia

-

lhco nome de esponja,encarregada dc chamar a siahumidade do corpo, no verdo paidamedicina: perseverou ; c apósímprobo alTanchegoua formular hum syslcma,quepelo muitoarredadodopensardo séculocm que viviatinhadcabalroarcomaau

-

toridadecprestigio immcnso dchomens

-

capacidades no mundo scientific«); c tanto maisquanto suasvistas crût» clamarcom oPrincipe dos Poetas:

com as seu

-

Cesse tudo oquea Musa antiga canta ; Queoutrovalor maisaltoscalcvanls !

Assim,pobreCall,luavida vaicorrerosfadosda dos revolucionáriosnasscicncias! teunome vaiseramaldiçoado,cteu corpo cm tomdccscarnco c alTronla seráapontado:

ali vai o

Craucoscopista ,domesmomodoquefoi cuspidoc apedrejado odesgraçadoHarvey,cuja des

-

coberta sobre a circulaçãoainda boje estácm pé,cnãoobstante,

lá vai ocirculador

era

a phrasemais injuriosa d’essestempos! prudente Socrates,cala aUnidadede bumDeos ,olha queoArcopago dcAlhcnasleestá manipulando ataça devenenosa cicuta! profundo Descartes, nãopreguesainnalividadcdas idéas,queamais encarniçada perseguição te vem no en

-

calço! Londadoso Bonnet,sentido ;repara queosteus achados nomundo physico vãopassar porimpiedades queatacãoc solapãoa religiãoca moralcmsuas bases! infelizGalileo , não digasquescaterra move,quelàtcespera huma funda cescura masmorra! indagador Derao

-

crilo, deixa os cadavcrcs humanos;nãolhes peçascontada loucura,quandonão,osA Meri

-

tanostccbamaraodc doudo,c Hippocrates virá da jiarlc dellestcapplicarhumcáustico na nuca c ministraralguns grãos dchcllcboro!

OsyslcmadcGalleifra

-

sc cmcrearnovas faculdadesprimitivascomassento noenccphalo; desbancarasdcseus antecessores sábiosc philosophesdenomeada ;cconsideral

-

nscomo attributes queladeãoas faculdadesprimitivasque inventouá modode verdadeiros adjectives relativamente assubstancias

,

queasósnão tem valor

,

liãomister dc substantivocomquem concordem

.

Desta sorteasensação,atlenção,comparação,juizo

,

reflexão,imaginação craciocíniodc Condillac;o entendimentocvontadede Lokc; aaltenção,comparação craciocínio dc Laromiguière;oen

-

tendimento,vontade eliberdadedeBonnet;apereepção

.

memoria

,

juizocvontade dc Dcstult

-

Tracy; avontade,entendimento

,

imaginaçãoc sensibilidade deCartczio,cto

.

, etc

.

,cederãoo lugarGallqueaindaoccupavadolescenteáo,cflenotouárão,nãoaodisporsóentre osdonovo senhoriomembros numerosos

asnovasdefaculdadessuafamilia

.

,senãomesmo quecmseuscompanheiros dc escola

,

suhmcltidos a igual tlteor dc educação,inclinações diversas cencontradas: estetinha huma vocaçãoextraordináriapara abraçara religião c seusmysteriös: aquclle,semhuma liçãosequer de desenho,dcbuchava lindas paizagens,e faziaretratos dcin

-

divíduos comtodosos aresdcparecença :aqucll’onlroera o primeiro nos cálculos mallicmalicos, c passava por inepto ou parvonoestudo daslinguas ;tal eraastucioso refolhado,c mentia despe

-

jadamente,apesar dosmais rigorososcastigos:talprocurava baltcr

-

sc a toda a hora

,

c ainda mesmoquando eramalsucccdidonão desanimava, naprimeiraoccasiáoestavacm campo:bum, apenasouvia arpejarhumapeça musical,para logo aretinha

,

e repetiacxaclamcnlc:outro le

-

vava abarra adiante dctodos cm decorar palavras,c no mais era mediocre c mesmo rude, etc

.

,etc

.

Daqui Gallconcluioque aaltenção

,

juizo

,

reflexão,imaginação, liberdade,vontade c outras faculdadesprimitivasdos phitosophosdcfeito náoocrào

,

porqueaserem

-

uooshomens maoslrar

-

sc

-

liiào igunlmcntc aptos para todas asnoções c conhecimentos humanos : entretanto que

(9)

3

dumathematical

,

ellevia hum indivíduo comprehender optimnmente humaoperaçãodifllcîlima

aopasso(jucera xero ahumaexplicaçãodedesunho:observava emhumindivíduoque possuía otalentoda musica desenvolver

-

se humaaltençãomuito considerávelquando se feria humsom ficaria in

-

musical; c fossem láentrclel

-

o com os hellos coloridos dos UaphaeiseCorrcgios

,

que sensívelequasiestatua muda

.

Assimos altributosdos talentosseguem

-

nos em seuvoo:Aaltenção

dequejáfallet torna

-

scás vexes tãoapurada , quemesmodislracçõcsas maissobradas naobastão a dcsvial

-

adeseurumo: Archimedes resolviahumproblema quando seusinimigos entrarão para o assassinar : segundohuns,constaquenadadissera,nemd’elles dera fu senãoquandolheen travarãoospunliaes ,furiososc sedentos devingançapolo pouco casoque amostrava faxer d elles:

segundooutros,consta queassimfallara:

esperai : deixai

-

mcacabardcresolver este problema eentretantoestaaltenção tao fortecvalente ,scnão fossealtributoexclusivo dotalento dás ma

-

llieroaticas,poderia primarcom igualdade emtodososramostios conhecimentos humanos:Archi

-

medesseriaigualmcntc grandemusico,grandepintor

,

etc

.

, scoquizesse ;masnósvemoslodos os diasfactoscmcontrario

.

Eisaqui hum homeminsignecm laimateria que passaatépor parvocidiota quandosc applicaa outra : logoas pretendidas faculdadesprimitivas não tentãohumexamed’estequilate

.

Ordinariamenteos indivíduos quepossuem muitos talentosnãobrilhão(querendo

-

o;dchtima

maneira igualcmlodos ;o que sc não d éra

.

anaoseadmiltir humorgâo paracatla humd’elfes: alem disto accresciaque faltandodc indivíduos celebres em algumas repartições do mundo scien

-

tificpara ser hum excellente©,Gall ouviaqueogeral domusico:povoS

.

veio aosemomundoperceber se expressavatalhado parahum optimo pintor : este homemn’esta substancia:

F

.

nasceo

sahio doventre maternocom dadospara serhum grandemalhcmalico: aquclle veio ã luzc amostrou era poucotempo tal paixão para asconslrucçócs,que não tardou aseconstituiro primeiro mechanic©; c assimpordiante

.

Estasobservações não escaparão

-

lhc:começouaodepois

afazer seus estudos dc medicina ,cdesde entãoconccbcooprojectotão atrevidoquãoespinhosode

provar queostalentoscas inclinações crão innatas , amostrarque nocerebrosómenteque nãoem outra parte tiuhãosede,demonstrarquea massa queoconsitluceramúltipla,c alfim marcarnocraneoos sitios aondeveradaros différentesorgans representantesdasfaculdadespri

-

mitivas

.

Em preza sobremodoodiosa,porquetinha dc atirarna caradc tudo quanto eraphilo

-

sopho antigo c moderno, quedavacomhum ascendente extraordináriocartasna sciencia ,ofalso eabsurdodcsuasdoutrinas ,o palpavelcgrosseiro dcseusefros! Lásc vai portantoempe

-

daçosa ta boarasadeCondillac: lambemo cerebronãoquererá maisser mera capacidade pas

-

siva

,

pedaçode mármore,cujo pódc ad libitumoburildoestatuário tirar bumDeus

.

ou bum

diabo, etc

.

sus

-

Gall mesmo despenderá algumas palavrasnestesentido:«A aranha,apenasnasce ,entrançaa suatéa;aformiga

-

leãomuito nova ainda cavahuma aberturacónica naarèa;a abelha,antes de ir pela primeiravezaocampo

,

alça o vòocdáhuma volta emderedordo aposento para reco

-

nhecersua posição;acodorniz,operdigoto

,

malsahemdo ovo,correm corn huma habilidade espantosaapós osinsectoscosgrãos

... .

omenino rcccin

-

iiascido procura o seio damãi eo aperta entre os dedospara espremer o lluido nutritivo

.

etc

.

Todos estes seresobrão assim, não porquelenliaocalculado quelaes procedimentos sãonecessáriosã suaconservação, masporque sua natureza vaiaoencontro desuasnecessidades , cligaestreitamentooconhecimentod'ellns organisação

.

Emtudoistonadadehábitos,inslrueção

,

experiência

.

Quando o homemcomeça a exercer suasfaculdadescom hum sentimentodistinrto dc consciência,decooperação pessoale dcvontade,ellesccrêproduzil

-

as

.

Entretantoconfrontem

-

se

as qualidades communs aoanimal cao homem

,

qued’alii resaliará ainnalividadcdas facul- dades

.

Ora, nós achamos nosaninineshumamódcinclinaçõescommunsao homem:*doamor mutuo ilos doissexos,docuidadodo pai c da mãi para cornoslillios,da amizade , dossoc

-

corrus recíprocos

,

dasociabilidadecda unido conjugal,etc

.

, e nãopodemosstipporque no homem cnosanimaesestas qualidadesinteiramente semelhantes tcnhdu origem diflrrcnli.

. .

se asua

(10)

X

-

vemosno homem hum scr que compara ideas c noções diversas;queprocuraacau»ados menos;quededuzconsequências;que estabelece lois c regras geraes;se o vemos medir as revo

-

luçõesdosmundos, suaduraçãocseusinterval los

,

percorrer iodaa superficiedo

oceano

, nhcccr o meriloedeméritodas aeções

,

levar no seu interiorhum juiz a quem se suhmcllc

,

di tar

-

scleisc ao seu semelhante;cinlim elevar

-

sea ponto de reconhecer hum Deus c adorai

-

«»:

ahstcnhamo

- nos

decrer queestasfaculdades sejão aobra de suainvençãoou a da acçàoacci

-

dentaldo mundoexterno

.

Valera o mesmo quedizer

-

se:

oCreadorabandonou ohomemasi

mesmonascousasmais importantes

,

oufez depender sua pcrfcclibilidadedomero acaso

.

A perfeiçãogradual dos auimaes desdeosmaischegadosdo reino vegetalatéaohomem , fornece humaprova quea sósbastaráaabonar minhaasserção

.

Nos animacs

-

planlas,os zoophitus

.

emgeralera todosos seres vivos privadosdenervos,nadase nota de a nalogo àhuma aptidão industrial ,á hum inslinctoouà humainclinação

.

Osmonstroshumanosnascidos sem cérebro estãoabsolutamenteno mesmocaso

.

A sensibilidade c seus phenomenos mais simples apparccem comganglios c osnervos qued'elles surdem

.

Masainda aquiasfuneçõespertencem á vida ve

-

getativa,á nutrição c aomovimento

.

Aopasso queosyslcmaganglionarse aperfeiçoa queexiste bumpequenocérebroacimadoesophago,vemostambem manifestarem

-

sealgumasindustriasin

-

natas,algunsinstinelos

.

Aperfeiçoai mais osyslcmanervoso,daisentidoschumcerebromais perfeito,e admirainos insectos

,

nasabelhas, nasformigas

,

etc

. ,

as aptidõesindustries

,

os instinelos.maravilhosos

.

Por huma gradação chegareisaospeixes,aos amphibios,cujos cére

-

bros-são pelamaiorparte compostos demuitosgangliospara os nervos olfactives, osgosta

-

livos*

.

o quinto par,osnervosvisuacsctc

.

;o verdadeiro cerebro,os hcmisphcrios sãoainda muipequenos , porem variadossegundoo são asfaculdades da cspccic

.

Nasaves os hernis

-

pberiossãomuitomais perfeitos,ctanto quantoasqualidades da cspccicsãomaisnumerosas

.

Ocerebro da gallinha lie menosperfeito queodopapagaio

.

Ahi vemdepois os marami

-

feros com oscérebroscada vez mais compostos segundoo maiornumeroc energia deseus instinelos

,

suas inclinações,suasfaculdades inlellccluaes ; ha grande diflerençaentre o cerebro de huma lehre c o de humcão,entre ode hum boi c ode um cavallo

.

Alfim eis o homem

,

quesehe dotado de rasio cliberdade, cseeleva acima de todo o reino animal , deve-oamuitasparlescercbracs privalivamenlc,a elle concedidas

.

A perfeição gradual das aptidõesindustriaes dos instinelos das inclinaçõesdos talentosestápor conseguinte em rela

-

ção directacom a perfeiçãogradualdocerebro,cde modo algumcom a das outras[tartes docorpo ,como asv ísceras, ossystemasnervosos ganglionares,ele

.

; logo ocerebro de[ter si lie o orgão de todasasqualidadescfaculdades

.

Humacontençãode espirito sustentada não fatiga igualmentc todas as faculdades inlcllc

-

etuacs

.

A principal fadigasemprehe parcial

,

demodoque a mudança do objecto motiva rcpuuzo: o que n ãosuccédera, se nascontençõesde espiritoo cerebro cm sua totalidade fosseactivo

.

Quando hum homempor seterconservadode péc immovei,fatiga-se ,

«liando descança;cança

-

nos qualquer altitude docorpo, mudada cila afadiga desaparece

.

A põz ofruirá farta dosprazeres dameia

,

temseulugarum concerto

.

Sc único fosseo instrumento dasdifferentes funeçõesdossentidos,a fadigac saciedadeforão

rei'i

-

nos

cami

-

geraes,o seria impossívelquehumafunçãocontinuassea estarem actividadc cmquantoasoutrasdormissem Observão

-

sc prccizamcnlc os mesmos phenomenos na manifestação dasfaculdades da Quando estamos esgotados por termos fixado longo tempo nossa allcnção sobre objecto, rccreamo

-

nos fixando

-

a de hum modoigualmentc aturadoem outrodiverso,

o

sabioignoraqueostrabalhos de espirito vão muito por «liante, quandose varia o r«

- "

i

seienlifico?Daqui concluo com Bonnet, que se a fadiga cessa quando a alma i m n h d"

objecto

,

beque enlaocila obra poroutrasfibras,(outrosorgã

os

) "(Gall) Quanto áderrota que fizera Gall para chegar humdia

vem dar cadainstrumento desuas faculdades

alma

.

o

mesmo

nbado espaço acompanhal

-

o

ora nos collcgios c caiasde educaçãoa seentreter comcm tão acaa

-

(11)

innoccncia e

.

1mocidade;ora nas prisõesaconversarcom o crime;ora nosliospilacs Iteceirasdos doentesa lidar coma «lor cos gemidos;oranoreinadodosmorlosaperlurbar

osilenciodos tiimuloscom o examedos Imslns c«lasossadas«las notabilidades dosséculo' anligos cmodernos, ou na banca dos ampbitealros a destampar a boccla crancana , lhe c rcver-llie «»conllicudo; ora abandonandoemfim o bulicio «las Cidades populosas ' caminhar pela planaria das varzescdos prados: aembrenhar

-

se pelas floreslas e malta* vizilando a solidão c mudez das «levezas, aIrepar noscabeços das penedias, todo para conhecer«losuzosc costumes dosdifferentes animaes, c ao dqxtis crMr

seu apozcnloos quecabiao

-

lhc nas posses parano só dogabinete sarrilical

-

os

,

eesludal

-

os

afundo!pareceincrívelque hum só homem foss«:capaz dctantof

Entretanto Call era bastante instruído c modesto para pcrsuadir

-

sc que havia erguiilo«< >

-

lumnns alem dasquaesera vedadoqueoutrosbaixeis vogassem:aocontrario com as pa

-

ginasda historia diante dos olhosesperava quesua obra sercscnlisscdoserros , qoe , tributo dafraqueza da carne, costumãoseguiras primeirasdescobertas : porisso lamentava queseus contemporâneosnãosequizessem dar a lida dcverificar seusenunciados, suas conclusões,c condctnnnsscin tãodcaffogadillio huma parte sem quefosseouvidaao menos: anfolhava ao depoisnojuizo da posteridade a mesma injustiça; e seucoração se affogava.

em agonia

.

Ja em seutempoSpurzhcin, hum «leseus dicipulos, admittia maior numero defacili

-

dades; masellecastigado dc sobra pelo roçar da lima do alcivc c«lo ultrajeesperava quo o prato da balança das observa ções c experiences fizessem ao todo o fiel pender «loseu hdo, a fim dcajuntarbumnovoadiado aos primeiros : comliidoconhecia perfeitamenteque certas moléstias dosossos desliguravão ocraneo , quemuita vez a lalxia interna desuas paredes se arredava da externa , queas«lifferenles idades, quecertasexcrescências,kistos

.

etc

.

cmlwrgavãoemmuitos cas*>sacxaclidãodo juizo ; alem d'islo notava que a mediocridade sondooapanagio do geral dos homens, era argumento de falsear o seu syslcma o não lobrigar

-

se tendência naturalem bum indivíduo,quesedéra indifferente a humaproDssão, masqueo habito, sedusindo

-

o ,dava-llieascoresdo resultado dc bumdezejo

huma pai

-

xãodo orgão: tina!mente viaquecomquantoos génios tivessem apcrlailo na mã oodestino de huma gera ção inteira

ou feliz oudesgraçado

, sc lião contcnlavãoque asociedade lucrassecom os extremesquando alguém lhe«lissesse:aqui lens bum homem com toda a disposiçãopara ser,ou voluvclou perseverante, ou casto ou libidinoso, ou roubadnr ou assassino, etc

.

aquitens huma mulher com propensãoascr, ou extremosamãi , ouesposa liei, ou iufantccida desapiedada, (a) Mas quid iode ? queimporta quesua doutrina seja infallivel? ainoslrai

-

me hum ramo dc conhecimentos humanos, estreme eescoimado dasomenosmacula ? Aosmais scresponde com o dito do poeta lyrico

Ubi plura nilent

non egopaucisoílendar nnculis

c(»all deixade ser lillio1idimo«IcEva

.

hc bastardo,

lie degenerado ; suadoutrina vai scrjulgada ein tribunal diverso, c receber sentença dc morte !? Oh ! que hcinuilasom rasão!

Alaxa de materialismo revoltante c fatalidade humana, que solaparão a religião moralcmsuasbazes,temsidoocavai lo«Icbatalha, a pedra«locscandalo deque

seus

«les- afeiçoadoslançarãomão parainvenenarseusprincípios:entretanto

,

tudo bem considerador c en

ever

-

em dcrcibir do

ein

não

e a

(a)Emhum Hospital aonderaravezacelebridadeguia hum sujeitoIn muita c*eiusez«le exemplos quejandos

. _

Houvecomtudoode liumindivíduoein npparcncia meninocom occirbcllomonstruoso, c nos orgão»«la geraçãoororpolcncta dos «piesão bem aquinhoados

.

Coube este «loenl«' aomeu amigo

oSr

.

Monieiro «IcBarro«

comquemccomoulromeu niiiigo

o Sr

.

Paula limrrea

coo

-

fcrenrieiaseurespeito: mas infelismenlcjà oindivíduohavia perdido a palavra, eapenas«Icalgumas informações|«o«lernos colher quehum enfermo «pie frsianacama n*necessidades nnturaeser

.

« ainda arcoinmcUido dcererçoes

.

Houvemais huma negrinha quefaria perfeita mão dobra deagulhanu idade«Ic oitoannos: esta doentepertencia no meuamigo

o Sr

.

PedroJosé d'Almeida

a quemuiatU

vez apontei o orgãoquepresidiaa este talentogramlementcdesenvolvido

.

(12)

-

G

irasidua derradeiraanalyse, nãolin seiIn pli ilosopli ica anliga ou moderna

,

que s« {>• » desvanecer de1er joeirado desuasdoutrinasestegrãode maldade, Primciramcnlc nào deveconfundirhum orgão

,

condirãopara<|uc sehuma faculdade Iradusa , roma mesma fa

-

culdade :oeslomago lieo orgãocondicional da digestão; o ligado hcudasecreçã o dabilis; dadaourina ctc

.

;cninguém atéqui se lembroudedizerque o eslomago digestão ; o ligadoa bilis; o rima ourina

.

E osdifferentesorgáos encerrados eranonno porque hãosedeforrara esta lei geral ? porque nãoserãoverdadeiras condições, rujas hãomister para darem annuncio de si asdiversas faculdades queellessuppoem Não

pode dar maiorinjustiça

.

Herman ,humdosdetractorcs mais acérrimoscvirulentosde Gall,cnlcndco queseacaslel* lavadassellasdo materialismo, phanlnsiandoa seubel

-

prazcrhum ponto na organisaçaoaonde viessem morrer todos osorgãos: ao depoisomuniode humvaporanimal em extremosubtilpara de cima d'elleaalma fulminar a organisação inteira ;cnão via que esseponto, pormaisho

-

imrupathicoque losse, sempre eramateriaebemmatéria !

l>eomuitonavistaaimmeusidadc deorgãosque(«allsuhmcttia ao serviço da alma:entretanto que aseita,cujadatavinhadc Pilhngoras,chavia sidoao depoisseguidaporBoerhavc,Mallc

-

hranchc,coutrosinuilosqueconsideravãoo cérebro comoorgãounico da alma,nãoatinavaque estesendo composto dcdoishcmisphcrios analogos,cpor conseguinte dual,pelomenos admiltia dois instrumentos

.

Quanto mais a outra escola que fazia docorpointolumsua famigerada clava ! escolacomposta dcmoralistasdaprimeiraplana,S

.

Paulo

,

Santo Euzcbio,S

.

Chrysostomo , o outros,que ao mesmo tempo que adoptavãoeste principio,nosfornecião provasdequedesde erasa perder dc vista obom ou máo estado da organisaçãoera condiçãoquedeterminava o hemoumal funccionar do espirito

.

Equando estas coluranas da Igreja levanlãoavozn’este sentido,hc crimeahum homem do mundo com autoridades de tantopesomettidas pelos olhos dizerqueacondiçãodoorgão influe no exercício dc suas fiincçõcs? Queimportasejaunico

.

uiduplo,ouquíntuplo , oudecuplo,o instrumento da alma ? A unidadematerialalgum dia ti

-

rnn

-

lhea essência,e fel-ahumser espiritual?Nã o, por certo:cporque( «all hade asóscar

-

regarcoma cruz do materialismo? Ou lodosohão

-

de,ou nem elle! Verdadeiros alforgeiros da fabulacomasaccola irazeira prenhe dc defeitos,cnãovem senão osda dianteira

.

Cegos, fana- tisadosalli;caqui ?com luziosaquilinos!

Quantoaofatalismo:porqueGallpregavaemsuasdoutrinas que asfaculdadeseràoinnatasi dependentes do organismo ; alem dfestá

.

dougolpeadatalinclinapela raiz a vontadeção

,

eu mearmarei dcisloliberdade moralqueeste ounãodestava'aquellc talento:não mais id éas de vicio , nem virtudenamão do homem dizer

: gritarãoseus advers:

Eume;áriosdarei

eraa na caixa oumo

se

nossas arçõessãonecessárias ,luiincegoiiislinclo vaicarregarcomcilas

.

Heviao

-

sonorigord'eslascon

-

clusões , enamoravão

-

scd’cllas,e nem por sombras imaginarãono palpavclegrosseiro do com que ostavão a confundir a vontade

,

resultadode muitas faculdades superiores,etnque as razões, osmotivossãopesados,amoral, areligião,cm humapalavra,as instituições sociacs respeitadas callcndidas;comodesejo, quenãopassa(segundoGail) de humgrão de activi

-

dadeem cadaforçafundamental:nãoconccbiáo que odesejo podesse estarem opposição vontade, dc modoquehum indivíduo desejasse praticar huma acção,cpela vontade fossele

-

v

.

doá pratica de outra

.

Eagoradizei

-

meaonde asleis do fado que anniquilàoamoralidade da«aceões?deixai dormir porsob a loisa do scpulclirobunsossosenregelados

,

que tanto me

-

recemdanil:basta jáde perseguiçõesinjustas:jam parcesepultis

.

Damultiplicidadedos orgãos queGalladmittec doseu variadodesenvolvimentouo« diffe

-

rente»indivíduos ;da traducçãoquedcsi dãoelles no exterior docraneo ; eiinalmenlcdas phasesdiversaspor que usidades ecertasinfluenciasexternasosfazempassar

.

a sociedade lira trèsverdadesdesummaimportância:1

.

*,que oshomenspor modoalgum sâoiguaes:J

.

*

.

que

M

.

deixando guiar no empregod'elles pela configura çãoda ossadacraneana maishabilitada se liaconstitue parajulgar

-

lhe dosaccerlosou desvarios ;3

.

", queo pensar differente«le hum erro

coma

(13)

7 -

mesmoindivíduo,oabandono dc hum principio,omesmoaadmiss5o de outro encontrado e«>p

-

posto

,

cmcertascircunstanciaslie huma necessidadedeurganisarão demudada cnào o effcitod

.

» falta decaractcr

.

Depois dc haver dado alguns alinhavos no desenvolvimentod’estasconclusões , achei que tinha rabiscaspara huma these,na phrase da moda,

monstro;mas como querqueas duas extremas tocassem muitocom o dedo na política

,

assentei dal

-

as dc mãoporseguirIão sAmenlcamedia

.

IK»quelã mais arredado deixeidito do systcma«le(iallsahia quetemsMcno encophah»«»«ta

-

lentos e os instinclos;c qne por conseguinte conforme os orgãos que osrepresenlAose trarem uo exterior do cranco , ou sobremodo crescidos,oudesohejominguados,ouregularmcnt«: desenvoltos,tereisosidiotas ,parvos ,imbecis

,

osespí ritos medíocres

,

oshomensextraordinários , osgénios,etc

.

ilum indivíduotem v

.

g

.

oinslincto

amorá propriedade desenvolvido regra;lieprovávelqueelleconserveo que puderhaver,cmesinolicitamenlcprocureatigmenlar suaspossessõescom vistas sempredcprovidenciar ofuturo: huma voxinternacomo quelhe diz :

«eu corpoámedida quevai vivendo vai morrcmlo: tua orgauisarãoamanhãestará canradi,

_

ou enferma;lie preciso que tenhascm depositoo pãodavclhico: mas sc esse inslinctofor agigantado,hum talhotnemtornar

-

se

-

ha usurário,sovina ; morrerá«Icsedepornãoquererdes

-

falcar«1’aguaoregato quelhe corre nopateo ; csc achar oceasiãode augmentarseucaliedal, em

-

bora seja indigna d’elle,aempolgará ,fará hum furto, huma ladroeira ,etc

.

;entretantoque. sc apenassemelhante inslincto tiver algunstra çosdc giz,ahivemo desapego doquese possuo ,n* indilTercnçaparagrangear riquezas

,

cmhuma palavra, o homemliberal,perdulário,quesecon- tentacomopãode hoje ,caquemlheperguntapelod'amanhä

,

respondocomtodaasegurança c muiTal homem temInmpciro;

aDeusprotuberduráâ

-

ncia dao

.

defezamediocremcnlc obrada:ellesimplesmente repellirá oinimigo que lhe quizer esbulhar dcsoushens ; nãooprovocará,menos hadeoinsultar ;avo

-

luma

-

se

-

lhe a saliência,c ahi estaorixoso ,hriguenlo,amigodoscombates, oguerreirosedento dcsangue,oassassinodeprofissão;massecilamalestáesboçada,entãoest«

-

homemliefraco,

cobarde,

iwlir

ão,ao menoralarmecil

-

oquetirita dc frio medroso,cabandonaos seus haveres porquenãotemcoração paradefender

-

se

.

Se o organ daastúciaou fineza acha

-

so noestado normal, o sugeitoqueo possuesabeaté humcertoponto cvadir

-

scás trapaças e velhacariasdo mundo; chegamesmo|*< >r esta faculdade a sabero

aproposito

docertospassospara o bomandamento deseusnngocios:entretantose clicfor nimiamentesumidoousalienteemextremo

,

tereisnosi'gundo casoovelhaco,Irampu* linciro,capaz , comosccostumadizer,dc enfiaraoutrem pelofundodehuma agulha ; e uo pri

-

meiro hum pobre simplorio, parvo

,

pateta, bobo

,

boqui

-

aberto ámenor insignificância«lo mundo,calfcctamlo milita atten çã o mesmonascousas em que hc mais grosseiramente illudido

.

K assima respeitodasoutrasfaculdades ,fiira humnunca mais acabar ocn

.

imeral

-

asdeper si

.

Agorafigurai

-

vosqueemhummesmoindivíduopodem muitosinstinctossrr simultaneamente exagerados: entãovereisosda defeza,astúciac propriedade ligadosentre si ,darem humassas

-

sino quemala para roubar , eestuda os meios dc darna viclimasem vr sentido: cevando d’cst’arleo primeironamorte;oterceirono roubo;c osegundono usodctrelaspara furtar

-

se

á justiça,llastasõmcntc este exemplo,chumasimplesdcducçãoirácavarno ccrchro dohomem asdetermina ções, queo arrastão átal ou(alacção,ouhoaoumá

.

Esendo assim a sociedadepudera aproveitar muito com o cstutlodestes princípios

,

ou ao menos d’aqucllasfaculdadesqueroçãomaisdcperto cmseusinteresses, como osorgãos doamor phy» sico,amor da prole,dadefeza

,

«ladestruição ,daastúcia

,

quescmlo muito avultadas hcmui

-

tíssimoprovável quecarreguemcomoindivíduo para o seulado:agora aqucllcque quizerdar

-

se

a mais minudencias,estudaráasfaculdadesintcllccluacs

o orgãodacircunspcci;ão, daoxis

-

tencia deDeos,da metaphysica,daperseverança,da bondade,aodepois aprenderá«»stalent>s dapoesia,«la pintura,da musica,da memoria das localidades,«la«laspalavras,«la «losnu

-

meros, etc.

,

cmquanto queaosprimeiros bastará sabor o geral da configuraçãoda parteanlrrn

-

amns

-

em

(14)

H

superior do crancopara julgar da superioridadedoindivíduo conformeoseumaiordesenvolvi

-

mento

,

evice

-

versa

.

E quemesconjuraosyslcma deGnll

.

cquem deitaexcomunhãonascienciadas

lio^ sas

-

pd

.

i» inexactidócs aque ella conduz, certoquenflopoderá negaradesigualdadedasinclinações

,

devida ainstrumentosdiversos; c anecessidade

,

não só deestudal

-

asnaépocaemque dao

-

sc a vermais

aonaturalc novivo

, —

nainfancia

;maslambem dc castigal

-

asvantajosamentequandovãopor humcaminhoerrado,canimal

-

asnoque tiverem dc boin

.

Mas que imporlão estesmotivos? Qualquer nullidadcarvora

-

se cm mestre oupedagogo,eanda ahattercom acabeça estouvadaemquanta asnidadectorpezacorreahipelomundo, para boa edificarãodamocidade

.

E porque náo?Quandoheconsideradainsignificância,trivialidade,a educação dosprimeirosannos!Quandopequenogalardãoscdestina áquemtomaaseucargorno

-

ralisarajuventude!Quehomem dcprobidadeãs claras

,

dc scienciaatodaaprova

,

queseco

-

nhecendocomforçaspara levaraeffeito hum curso acabado dc moral ecivilisação

,

renunciará interesses quelhefallemmais alto

.

para,pelo mesquinhoordenadode C005000 rs

.

,sotopor

-

se a hum peso tãopesado

,

que não sónãolie lidocmtal

,

senãomesmoque desligado degarantia quelhe assegureadecendanavida mundana? Masdirão:Eagloria ? Eoamordapatria? Qualgloria,qualamor depatria; deix

^

mo

-

nos def/ uicholadas

,

desçamos asrealidades

.

Todoocidadão

,

hc verdade

,

tem odeverdc offerecer ásuapatriaosseuspréstimos; nus lambem cila contraheaobrigaçãode remunerar

-

lheosserviços

.

Enão hccom

vivaapatria:

sirvamos de graça : mostremo

-

nosdesinteressados

quesc lapa abocadehuma familia maisou menosnumerosaa gritar comos braços estendidos:

quero pão

— .

iVhum pniz comoonosso,

emqueasrecompensas não costumão seratidas ao merecimento,nãohemuitoraroouvir-se dizer:

Votci

-

mcportantosannosaohem domeupaiz:fiz

-

lheosacrifício dapropria vida

ehoje,leão semgarras

,

velho decrépito, não tenho humaalmofadaaondedcscanceacabeça: fuigeneroso, cavalheiro

,

nuncaporourovendi

-

lhe meus brioscdenodos

.

Masque presta tudoisto? Tenhofome ; c não lie com estespalanfroriosquelieidcmataragana«loorganismo

.

Sei que estoudeitandofolhas ao vento ; nãofazmal:huma vezque ha teima nuerro, haja iguatmenlcna censura d’elle

.

Ehum homem como aquimefiguro;humverdadeiro hygienistn, queestudandocdirigindo desdeo verdor dos annos a mocidade,ficasseem dividapara governodcapresentara historia de cadahum dc seus alumnus no acto dedespedil

-

os

,

historia que fora

-

lhesverdadeiro passaportenacarreirada vida , faria hum relevanteserviço ao estado

.

Mas não:drix ão aplantacrescercheia dc voltasetortuosidades; ouimprimem

-

lhe senões queella naupossuía,cquandoo seutodoestaperfeilamentedesenvolvido

,

equandoaporção lenhosaesta Ix

-

nicaractcrisada,querem

-

nacorrigircendireitar!

...

lietarde

.

Então hcqueseconheceqnese comprou caropor pequena quantia

,

porse nãoquerercomprarbaratopor subidopreço

.

D'esta sorteoshomens dopovoharmonisar

-

sc

-

hiãomelhor

.

c oshomensdasleisscrião maisjusticeiros: porquenflolie sómente cmcuspir huma affrontanacarádc quemdesvairou da senda da vir

-

tude,nem castigar com huma lei de ferro humaarçãocriminosa,quedeveconsistir todaajus

-

tiça

.

()primeirodever dasaulhoridadcsadministrativashcpreveniromal:clãdeixarotri

-

bunal daspenas blasonar dc quite

,

quandocarregaamaonofilho do pcccado,hc bem grande vergonha para o gencrohumano!

como

Olhai:

humhomemrequerhum emprego

,

v

.

g.

,

dcihesoureiro: mas elletemo orglo

amor

'

propriedade

sobojanionte crescido,ao mesmotempo que falhào

-

llicfaculdadesmaisnobres: poi>

bem; não scIh’odè,porque ha todososprováveis de queesteindivíduodelapideo eráriona primeiramonção comqueacertar:cáquemargumenta com osTactos

.

cdesfia

-

lhe huma vida de honra

,

puraeimm

.

acul.ida,respondo que existo maior numero deJacques Fernandsdo pensa,com eternidade deboafamainjuslamcnlc ganhada: c scde quese

parceria temmuitograndeo

talento da astúcia,furtacompellonosdedos

,

desfarçá

,

espreitamais boa qn

.

ulra

.

eaguarda melhorachado

.

Omundoestápor ahicheiodc homens em apparcncindesinteressados cava

-

lheiros ,comacçóeserasgosqueriscioamenoridéa de furto,cotempocorre;chc

huiu

(15)

il

-

lailrto do chapa: sehumaaulhoridadeoempregar,ho de crer quedalua pouco«sbj

.

Ici cm cirnad’elle masudainuo jaestafeilo:hum lai huinern poderiaserulil a nuexercido deouïrafuncçûoqueIhcniioreduzisseadura contingência defacilitar

-

lhehum

compromcttiincntoaqueoarrasUisou natural

.

Equandoa sociedade por

pudera

-

odispensar,asautoridadeseslariaocom a\islau'elle,ealertas anmeneralarme na<

dormiriãoemsuaprobidade,eomal fùramais facilmente remediado

.

Olhai :

Huna homemvemfomocoraçAono rosto,a penitencia nos labios«inorlili«*«.» carne,prostrar

-

sediante dasaras do Omnipotente , cozer alacenosdegraos dosouthron«

. .

humapalavra ,fazervoto dc castidade: seelle tiver muitosahida e proeminente apartequ présentao amorphysico ,

occrcbello ;sealem disto os orgãosdabondade,perseveram

- .

cireunspccçào

,

existência deDeos, forem quasi sumidos,ellejamais observara seujuramente

.

Deixemos essasimaginaçõespoéticasescaldadas pregaremperigosamente queohomemt/ uc s>

fica «treligião

,

no teu Deus

,

praticacmsi proprio huma amputação moral,queo pneuo>

completar sua existêncianaterra;deixemol

-

as! Hahomensque sahirão castradosdo ventrema

-

terno(S

.

Matheus,cap

.

t

'

J,verso12 : pois venhãoellesoccupartãosublime|H»ição! venhao aquellesque(na phrasedomesmoSanto)a si mesmosecastrarão|M>ramordoreino dosCeos! masn'eslesporcertoasfacuhiadcssuperiores a mostrar

-

sc

-

o comhumdcsenvolvi mentomaisso

-

brado

.

Taeshomensfazem honraaoclero,etem lodoV>direito aos nossosrespeitos, encomiose admira ções! semelhantesindivíduossão osverdadeiramentecomprehendidos11‘aquellepensamento deS

.

Bernardo:

Posse peccarc«latum est primoliomini

,

non ul proindepecc&rcl

.

sedut gto

-

riosiorapparcret

,

sinon peccarel

,

cum peceare posset

.

Assimasociedade exigindodeseus membros préstimos diversificados, he claro«;uehumindivíduoque aliáspuderaser

-

lhe grande*

mente utilemoutrosassumptos , nãoprestapara jurarcastidade:hc|Hirfalta de observância d'estesprincípios

,

hc pelo abuso de admitlir

-

sc«pialqucrestouvado ouperalvilho,queareligião estáláomal servida e representada;equenosestamos a toda a hora á voltaracara corridos«los escândalos,desacatoscdevassidões,em quechafurdão

-

see atascão

-

sc homens quedeverão «le edi

-

ficarcomõseuexemplo, homensencarregados de fatiaremnome do Senhor,ccujaalta missão hepregarasdoutrinas purase sagradasdoEvangelho!!

Olhai :

-

Hum homem quer ser ollicial de policia,masapresenta grande vulto110inslinctoda defeza : poisbem ; elleserárixoso ,desordeiro:pha11tasiarádelictussó para1ermotivo«le litigar: esteva

-

lhe o crystal da fonte: clubuacharáque0cordeiro á dcsaltcrarscdc companhia

-

se na vea dtemsalientes os inslinctos’agoa quejá lhepassou nosda astúcia e amorlabios,tur« la

-

propriedade,heinuiloprovávelqueimmolesuaviclima,roube

-

lhe oshaveres,etenha ouro para dourarseusattcnlados

.

Assim assombra

-

senaarvoreda lei c d'ahi aseu bel

-

prnzerlulmina huma populaçãoimmensa! Eisaqui porquemuitavez conforme«»sencarregados da indiciade hum paiz, conforme os roubos

,

osassassinatos ,etc

.

Equando já hum homem d'estes fezgemera in

-

nocencia ,ecmliehcoopunhal nasviscorasdo Estado,vemhum magistrado,«grila :

Este

homem hcmalvado,lie assassino, tcmoSa Iciparapuuil

-

o;estáincurso nosartigos talctal

..

.

e Ininsparentes dc nomeada,ehuasjuizesquesc vendem a11i > iãoaviclima dosferros!!

.. .

assiin o mais

.

Agoraaosinslinctos, talentos cinclinações, accrcscentai quehumsanuiemais

citantecirculandonos vasos;huma bile mais oumenos carregadaaimpressionar «>apparelho di

-

gestivo; humalympliamaisou menosabundant«'nmolleceiido c relaxandoostecidos: hum lluido nervosomais011menos violentoaespinharoorganismo;humazona,ou<tegelo,oudefogo

.

dc hum eoutro em mistura,accrcscentai,«ligo

.

quetudoistodahuma certa corasaeções do homem,c concebereis facilmente quemuitasvirtudesnão sãovirtudes

,

quemuitos vicio* cm rigorviciosnão são; c que por conseguinte,ouomundo,oualei hcinjustaquando enca- recehuma virtudequefóratãonatural,antesimpossível nãoser praticada como hum vicio ,« asavessas

.

Sim :daqui concluireis quemuitasaerões fuceisc triviucsahum indivíduo

,

custãoaflan esuor , coma .

. .

I11daib outrostalento*nao

em en-

sacrr

.c ou l l l l

-

l l o sI X-

«III

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