• Nenhum resultado encontrado

2.4 O Apoio Institucional na perspectiva dos coordenadores das Esquipes

2.4.2 As expectativas de melhoria do processo de trabalho do apoiador

conflitos-que se desdobram em outras tarefas. Agenciar conexões, ativando redes, de saber, de cuidado, de cogestão, ao mesmo tempo em que, deve convocar sujeitos e seus conflitos, ativando coletivos e rodas que os mantenham conectados e solidários.

2.4.2 As expectativas de melhoria do processo de trabalho do apoiador.

Quanto ao processo de trabalho do apoiador, foi solicitado aos coordenadores das equipes que sugerissem sobre as expectativas de melhorias para o desenvolver das atividades de apoio. Foi percebido que dentre os três participantes emergiram sugestões diferentes, no entanto com importantes contribuições para o melhoramento do fazer. O processo de educação permanente, aqui apontado, foi um dos aspectos já sinalizados pelos gestores e apoiadores anteriormente, uma outra sugestão dos coordenadores foi em relação um fortalecimento das relações através da participação do planejamento junto a equipe e por fim aumentar o número de apoiadores.

É explícito as sugestões na seguintes falas:

“Eu sugiro que ele participe do planejamento das nossas necessidades junto com todos os membros da equipe...” (Crisântemo,2016);

“...Processo de conhecimento educação permanente...” (Hibisco,2016);

“Eu acho que falta mais profissionais, para apoio... ás vezes acaba apoiando muito pouco umas e muito outras, eu acho que eles tem a mesma dificuldade que eu tenho...” (Tulipa,2016)

Quanto a este aspecto, propõe-se uma reflexão ao que já foi levantado anteriormente através de alguns questionamentos, a participação junto com as equipes e a falta de apoiadores relatado como proposta de melhoria do processo de trabalho não se daria pela dificuldade de organização do processo de trabalho

do Apoiadores? Ou pelas demandas atropeladas por assumir atividades que não são de sua competência? Daí reforça-se sobre a importância de elaboração e construção de um instrumento na tentativa de definir melhor as funções além da proposta de formação para Apoiadores Institucional para que assim fique bem definido e esclarecido o que é o Apoio Institucional.

CONCLUSÃO

A busca por analisar a prática do Apoio Institucional na gestão da AB do município da região sudoeste da Bahia, possibilitou conhecer além da prática do Apoio, o processo de trabalho do apoiador, a percepção dos gestores do nível central e dos coordenadores das Equipes de Saúde da Família sobre o trabalho dos Apoiadores, as dificuldades e angústias dos gestores quanto a prática do apoio e a aproximação dos gestores ao tema Apoio Institucional quando correlacionado a teoria.

O perfil dos gestores do município é marcado pela figura feminina e a formação em sua grande maioria são graduados em Enfermagem. Este quesito desperta para a ocupação dos cargos de gestão por mulheres, função que a tempos atrás eram preferencialmente ocupados por homens, demonstrando a valorização do trabalho feminino. Quanto a formação em enfermagem propõe – nos refletir sobre as matrizes curriculares dos cursos no que se refere a disciplinas que abordam administração em serviços de saúde, a ênfase nos atuais modelos de gestão, como Paideia, proporcionará um profissional mais preparado para atuar em cargos de gestão contribuindo de forma positiva para o desenvolver da função com maior segurança.

O desinteresse em investir na carreira de gestão, tanto por parte dos profissionais quanto por parte dos gestores é explicito, é possível relacionar este fato a precarização de vínculo, a não garantia de recontratação após o vencimento de contrato temporário e dos direitos trabalhista. Estes aspectos desestimulam os profissionais a procurarem cursos de especialização na área bem como os gestores do nível central, que estão firmados na perspectiva de desperdício de dinheiro quando investem em cursos para trabalhadores que podem ser demitidos com a mudança de gestões ou anualmente.

Considera-se um nó critico o distanciamento dos gestores das políticas e publicações que tratam sobre o funcionamento dos setores e sobre Apoio Institucional. A proximidade com a teoria pode se dá de diversas maneiras como: por atividades de Educação Permanente e Continuada, cursos de aprimoramento e especializações além de pesquisas e leituras de artigos que

podem ser feitas coletivamente ou mesmo individual. Nota-se que a rotina de atividades descrita pelos gestores tomam toda a carga horária de trabalho causando um desestímulo em dedicar-se em outras atividades que não seja a resolução de problemas. A importância do conhecimento teórico reflete na qualidade da prática, para isso sugere-se promover dentro carga horária de trabalho um momento em que seja específico para atividades de estudos seja de Educação Permanente, Continuada ou Especialização dos gestores do município.

A metodologia de trabalho adotada pela gestão do município está pautada no Método Paidéia, porém os gestores demonstrou pouco ou nenhum conhecimento teórico em relação ao Apoio Institucional, apenas um dos gestores entrevistado citou a metodologia da Roda descrevendo-a e garantido utilizá-la durante as reuniões para a discussão de casos e elaboração de propostas.

No entanto há um forte anseio dos gestores em conhecer a metodologia de maneira mais aprofundada. Justificam que apesar de ocuparem o cargo á tempo considerável para conhecer a proposta do método Paideia, não tiveram contato teórico sobre o modelo de gestão nem durante a graduação e nem mesmo após assumirem o cargo. Afirmam que o estado e o município não ofereceram qualquer que seja atividade que se discuta sobre o tema. Para isso é importante uma solicitação oficial dos gestores municipais junto ao Gestor Estadual, para que se promova alguma estratégia de qualificação para os gestores municipais, seja Secretário de Saúde, Diretores da Atenção Básica, Apoiadores Institucionais e Coordenadores das Equipes de Saúde da Família, fazendo cumprir sua responsabilidade firmada através da PEAB.

A prática do Apoio Institucional se dá de acordo com as demandas que vão surgindo, há uma reunião mensal instituída como encontro “regra” com os profissionais, é neste momento em que são discutidos os problemas que aconteceram durante o mês e proposta de atividades para o mês seguinte. Percebe-se que a reunião é um espaço coletivo e de aproximação do apoiador com os apoiados, no entanto é importante avaliar junto aos profissionais das equipes e coordenadores de equipes se este momento é suficiente para desenvolver as diversas atividades de planejamento, avaliação, discussão de

problemas, supervisão entre outras demandas que surgem durante o processo de trabalho.

As demandas principais explicitadas pelos apoiadores, são os problemas de relacionamento interpessoais, materiais e insumos. As demandas chegam por meio dos encontros de reuniões, por telefone e atualmente pelo Watts App. Os meios de comunicação entre os apoiadores e apoiados são facilitados a medida que a gestão adota o uso de novas tecnologias, ressalto aqui que possivelmente os grupos de Watts App podem ser considerado um potente espaço para discussão em coletivo, visto que a demanda levantada pelo grupo seja discutida pelos participantes junto ao apoiador e que seja resolvida de maneira democrática.

As oficinas é uma das estratégias recentemente utilizada pelos apoiadores para resolverem as demandas, principalmente quando se trata de problemas de relacionamento interpessoal e falta de motivação para o trabalho. Para a realização das oficinas há um movimento intersetorial, em que outros profissionais são convidados para atuarem como mediadores das atividades. Além da dinâmica descrita, promovem-se também momentos de Rodas de conversa. A busca por novas estratégias para resolução dos problemas, aproximam os apoiadores ao exercício da função conforme as teoria Paideia, pois além das reuniões, roda de conversa, oficinas e assembléias são importantes espaço coletivo definido por Campos, o que demonstra que apesar de não terem participado de cursos ou especializações para atuarem como apoiadores, estes profissionais buscam se enquadra numa prática democrática do fazer.

A contribuição do apoio institucional tem sido bastante satisfatório para as atividades de gestão no município, os gestores garantem não conseguiriam desenvolver as atividades de gestão sem o Apoiador Institucional, classifica o como o elo entre a gestão e as equipes de saúde, considera relevante a presença desse profissional para organizar e melhorar o processo de trabalho tanto nas equipes quanto na gestão. Apenas um dos apoiados relata que não há contribuição alguma do apoiador para o processo de trabalho da equipe, ressalta

que estes profissionais são tão fragilizados como a própria equipe, que lhes faltam poder de decisão.

Portanto é possível apontar as expectativas de melhoria do trabalho dos apoiadores, sugeridos pelos gestores centrais, apoiadores e apoiados, em que a principal medida é investir no processo de formação dos apoiadores, para que tenham mais segurança no desenvolver de sua função.

Fica evidente que a utilização de estratégias políticas para o melhoramento da clínica e da gestão, como apresenta PNH, são desconhecidas pela maioria profissionais ou com contato superficial. A implantação dos métodos/ propostas parece impositiva ou “copiativa”, visto que instancias superiores apresentam a proposta, estimula a adesão mas não dão suporte necessário para enriquecer o conhecimento e aprofundamento do saber.

Para isso, considera-se que a formação dos Apoiadores Institucionais é o ponto de partida para o fortalecimento da prática do AI no Município, para isso o gestor municipal, Secretário de Saúde, deve se mobilizar junto a Secretaria Estadual de Saúde para que promovam uma modalidade de qualificação para os gestores, seja um curso de curta duração ou mesmo uma Especialização. Os recursos para esta atividade podem ser discutido entre os pares em que cada parte contribua para o acontecimento do processo de formação. A oferta do curso pode ser durante um período intensivo caso seja de curta duração, ou mesmo utilizando-se de algumas horas da carga horária de trabalho semanal dos gestores participantes.

A apresentação dos resultados da pesquisa, como devolutiva, para os entrevistados poderão contribuir positivamente para a tomada de decisão diante as problemáticas evidenciadas. Assim se fará um momento previamente organizado através do contato com o Secretário de Saúde. Este estudo também evidencia a importância de novas pesquisas sobre o Apoio Institucional por todo o Brasil, pois é uma metodologia disseminada e que ainda não é abordada durante a formação profissional, nem mesmo na maioria das especializações, apesar de ser atualmente um dos modelos de gestão mais utilizada no Brasil.

REFERÊNCIAS

BAHIA, Secretaria de Saúde do Estado. Superintendência de Atenção Integral a Saúde. Política Estadual de Atenção Básica. Diretoria de Atenção Básica/Núcleo de assessoria e Planejamento, Coordenação de Apoio e Desenvolvimento da Atenção Básica, Coordenação de Avaliação e Monitoramento, Coordenação de Gestão de Projetos, Núcleo de Tecnologias de Informação e Comunicação em Saúde. Salvador: Secretaria de Saúde do Estado, 2013.

BARDIN, L. Análise de Conteúdo. 4 ed. Lisboa/ Portugal: Edições 70, 2008. BARDIN, L. Análise de Conteúdo/ Laurence Bardin: tradução Luís Antero Reto, Augusto Pinheiro, São Paulo: Edições 70, 2011.

BARROS, M.E.B, Guedes CR, Roza MMR. O apoio institucional como método

de análise-intervenção no âmbito das políticas públicas de saúde: a experiência em um hospital geral. Ciências Saúde Colet. 2011;16(12):4803-

14.

BRASIL, Ministério da Saúde. Portaria nº. 2.607, de 10 de dezembro de 2004. Aprova o Plano Nacional de Saúde/PNS – Um Pacto pela Saúde no Brasil. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2005.

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Oficina Nacional HumanizaSUS: Política Nacional de Humanização. Relatório de Atividades 2003. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2004a.

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. HumanizaSUS: construindo a Política Nacional de Humanização [Relatório]. Ministério da Saúde. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2004b.

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. HumanizaSUS: Documento base para gestores e trabalhadores do SUS. 1ª. ed. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2004c.

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. HumanizaSUS: Documento base para gestores e trabalhadores do SUS / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. 2ª. ed. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2004d.

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Departamento de Apoio à Descentralização. Apoio integrado à gestão descentralizada do SUS: estratégia para a qualificação da gestão descentralizada. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2004e.

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. HumanizaSUS: Documento base para gestores e trabalhadores do SUS. 3ª. ed. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2006.

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. HumanizaSUS: Documento base para gestores e trabalhadores do SUS. 4ª. ed. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2008.

BRASIL, Ministério da Saúde. Portaria nº 154, de 24 de janeiro de 2008, republicada em 04 de março de 2008. Cria os Núcleos de Apoio à Saúde da Família – NASF.

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Humanização da Atenção e Gestão do SUS. Gestão participativa e cogestão / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Política Nacional de Humanização da Atenção e Gestão do SUS. – Brasília: Ministério da Saúde, 2009. 56 p. : il. color. – (Série B. Textos Básicos de Saúde)

BRASIL, S.B., Barros, M.E.B. e Gomes, R.S. A Política Nacional de Humanização como política que se faz no processo de trabalho em saúde. Botucatu: Interface; 2009.

BRASIL, Ministério da Saúde. Portaria nº 1.654, de 19 de Julho de 2011. Institui, no âmbito do Sistema Único de Saúde, o Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB) e o Incentivo

Financeiro do PMAQ-AB, denominado Componente de Qualidade do Piso de Atenção Básica Variável - PAB Variável.

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Caderno de referência para o processo de formação de profissionais do Apoio Institucional Integrado do Ministério da Saúde: QUALISUS-REDE / Ministério da Saúde. Secretaria Executiva - Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2011.

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Diretrizes do Apoio Integrado para a qualificação da gestão e da atenção no SUS. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2012a.

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Subsecretaria de

Planejamento e Orçamento. Plano Nacional de Saúde – PNS: 2012-2015.

Brasília: Ministério da Saúde, 2012b.

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica. Brasília: Ministério da Saúde, 2012c.

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ): manual instrutivo. Brasília: Ministério da Saúde, 2012d.

CAMPOS, G.W.S. Reforma da Reforma: repensando a saúde. São Paulo: Hucitec, 1992.

CAMPOS, GWS. Saúde Pública e Saúde Coletiva: campo e núcleo de

saberes e práticas. Cien Saude Colet 2000; 5(2): 219-230.

CAMPOS, G.W.S. Um método para análise e co-gestão de coletivos: a constituição do sujeito, a produção de valor de uso e a democracia em instituições: o método da roda. São Paulo: Hucitec, 2000a.

CAMPOS, G. W. S. Saúde Paidéia. São Paulo: Hucitec, 2003.

CAMPOS, G.W.S. & Domitti, A.C. Apoio matricial e equipe de referência: uma metodologia para gestão do trabalho interdisciplinar em saúde. In: Cadernos de Saúde Pública, v.23, n.2: p. 399-407, 2007.

CAMPOS, G. W.S. Saúde Paidéia/ Gastão Wagner de Sousa Campos. -4 ed._ São Paulo: Hucitec Editora,2013. (Saúde em Debate,150)

CAMPOS GWS, Cunha GT, Figueiredo MD. Práxis e formação Paideia: apoio e cogestão em saúde. São Paulo: Hucitec; 2013

CAMPOS GWS, Figueiredo MD, Pereira Júnior N, Castro CP. Application of Paideia methodology to institutional support, matrix support and expanded clinical practice.Interface (Botucatu). 2014; 18 Supl 1:983-95.

CASTRO, C.P., Campos, G.W.S.; Apoio institucional Paideia como estratégia para educação permanente em saúde. Trab. Educ. Saúde, Rio de Janeiro, v. 12 n. 1, p. 29-50, jan./abr. 2014

CAMPOS, G.W.S. Um método para análise e cogestão de coletivos: a constituição do sujeito, a produção de valor de uso e a democracia em instituições: o método da roda/ Gastão Wagner de Sousa Campos.-5 ed._ São Paulo: Hucitec, 2015.

DESLANDES, S.F. e Assis, S.G. Abordagens Quantitativa e Qualitativa em Saúde: o diálogo das diferenças. In: Minayo, M.C.S. e Deslandes, S.F. (orgs.). Caminhos do Pensamento: epistemologia e método. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2002. p. 195-226.

FERNANDES, J.A., Figueiredo, M.D.; Apoio Institucional e cogestão: uma reflexão sobre o trabalho dos apoiadores do SUS Campinas. Revista de

Saúde Coletiva, Rio de Janeiro,25[1]:287-306,2015.

DOI:http://dx.doi.org/10.1590/s0103-73312015000100016.

FIGUEIREDO MD. A construção de práticas ampliadas e compartilhadas em saúde: apoio Paidéia e formação [Doutorado]. [Campinas/SP]: Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP; 2012.

GUEDES, CR, Roza, MMR, Barros, MEB. O apoio institucional na Política Nacional de Humanização: uma experiência de transformação das práticas de produção de saúde na rede de atenção básica. Cad. Saúde Colet., 2012, Rio de Janeiro, 20 (1): 93-101.

LAKATOS. Eva Maria. Metodologia científica/ Eva Maria Lakatos, Marina de Andrade Marconi. -6.ed.- São Paulo:Atlas, 2011.

MINAYO, M.C.S. A utilização do método qualitativo para a avaliação de programas de saúde. In: Onocko Campos [et al.]. Pesquisa Avaliativa em saúde mental: desenho participativo e efeitos da narratividade. – São Paulo: Aderaldo & Rothschild, 2008. p. 15-20.

MINAYO, M.C.S. O Desafio do Conhecimento: Pesquisa Qualitativa em Saúde. 12ª. ed. – São Paulo: Hucitec, 2010.

MORI, M.E, OLIVEIRA, O.V.M; Apoio institucional e cogestão: a experiência da Política Nacional de Humanização no Sistema Único de Saúde (SUS) no

Distrito Federal,Brasil. Interface, COMUNICAÇÃO SAÚDE

EDUCAÇÃO,2014;18 Supl 1:1063-75. DOI: 10.1590/1807-57622013.0316.

OLIVEIRA, M.C.S. O Desafio do Conhecimento: Pesquisa Qualitativa em Saúde. 12ª. ed. – São Paulo: Hucitec, 2010.

OLIVEIRA, G.N. Devir Apoiador: uma cartografia da função apoio. [Tese de Doutorado]. Campinas (SP): DMPS/FCM/Unicamp; 2011.

OLIVEIRA, G.N. de; O apoio institucional aos processos de democratização das relações de trabalho na perspectiva da humanização, Tempus Actas de saúde Coletiva, 2012; 223-235.

OLIVEIRA , M.M., CAMPOS, G.W.S. Apoio matricial e institucional: analisando suas construções. Ciências & Saúde Coletiva, 20(1): 229-238, 2015.

PEREIRA JUNIOR, N., O APOIO INSTITUCIONAL NO SUS Os Dilemas da Integração Interfederativa e da Cogestão [Dissertação de Mestrado]. Campinas (SP): DSC/FCM/Unicamp, 2013.

PEREIRA Júnior N, Campos GWS. Apoio institucional no Sistema Único de Saúde no Brasil (SUS): os dilemas da integração interfederativa e da cogestão. Interface (Botucatu). 2014; 18 Supl 1:895-908. DOI: 10.1590/1807- 57622013.0424

SANTOS FILHO, S.B. Construindo um método de acompanhamento avaliativo e avaliando processos de formação: em foco o curso de humanização da atenção e gestão em saúde do Mato Grosso. Relatório de Consultoria apresentado para o Ministério da Saúde. Brasília, 2008.

SANTOS FILHO, S.B., Barros, M.E.B. e Gomes, R.S. A Política Nacional de Humanização como política que se faz no processo de trabalho em saúde. Botucatu: Interface; 2009.

VASCONCELOS, C.M. e PASCHE, D.F. O Sistema Único de Saúde. In: CAMPOS, G.W.S et al. (orgs.). Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2006.

ANEXOS

ANEXO II

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

APOIO INSTITUCIONAL: IMPLICAÇÕES DO MÉTODO NA ATENÇÃO BÁSICA DE UM MUNICÍPIO DA REGIÃO SUDOESTE DA BAHIA

Pesquisador responsável: Bárbara Teixeira Carvalho

Número do CAAE: 55940316.6.0000.5404

Você está sendo convidado a participar como voluntário de uma pesquisa. Este documento, chamado Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, visa assegurar seus direitos como participante e é elaborado em duas vias, uma que deverá ficar com você e outra com o pesquisador.

Por favor, leia com atenção e calma, aproveitando para esclarecer suas dúvidas. Se houver perguntas antes ou mesmo depois de assiná-lo, você poderá esclarecê-las com o pesquisador. Se preferir, pode levar este Termo para casa e consultar seus familiares ou outras pessoas antes de decidir participar. Não haverá nenhum tipo de penalização ou prejuízo se você não aceitar participar ou retirar sua autorização em qualquer momento.

Justificativa e objetivos:

O desvelar da aplicabilidade das políticas públicas, propostas por instâncias governamentais a nível Central e Estadual, por parte dos gestores municipais torna-se uma atividade importante quando se revela falhas ou divergências nas práticas proposta. Portanto este estudo apresenta um potencial em sensibilizar os gestores sobre a importância da qualificação dos profissionais para atuação nos cargos de AI, despertar os profissionais para a busca constante de conhecimento, sobre o saber-fazer, através de atividades de Educação Permanente além inferir na

Documentos relacionados