• Nenhum resultado encontrado

3. CORELATOS

3.1 BOX 54 DREAM CAS GARAGE

3.1.4 Aspecto Construtivo

Pensando em questões orçamentárias, organização espacial e sustentabilidade após vários estudos de os arquitetos e engenheiros, chegou-se a uma grande marquise, onde o melhor método construtivo seria o modelo fornecido pela Systemac. Nesse modelo sysdeck que consiste de um conceito em laje, ela é leve, bonita contemporânea, versátil e também pode ser utilizada nos mais diversos sistemas construtivos.

Figura 04 – Imagem interna da Garagem

Fonte – Box 54, 2016.

3.2 EDIFICIO COMERCIAL SURYAPI

3.2.1 Aspecto Funcional

O prédio tem 2.182 m2 de área fechada, é composto por três níveis que estão em duas plantas, subsolo e planta térreo. O primeiro andar é utilizado para as vendas, administração e espaço para exposições. A linguagem arquitetônica adotada no projeto consiste de uma massa prismática seccionada nas fachadas sul e oeste. A fachada sul é composta de uma justaposição de superfícies, e recebe uma espécie de fachada secundária de vidro.

Figura 05 – Perspectiva do Edifício

Fonte - Arch Daily, 2015.

3.2.2 Aspecto Formal

Os painéis geométricos de madeira utilizados na fachada principal reforçam a percepção da construção vista a partir da avenida de acesso principal. A forte relação entre “cheios e vazios” nos presenteia com um escritório confortável e uma atmosfera agradável dada pelo controle da luz solar e da acústica.

O espaço existente entre os painéis de madeira e os vidros da fachada criam pequenos terraços que proporcionam ventilação natural. A fachada norte, lado voltado para o conjunto residencial, foi projetada com maior uso de transparências para facilitar a visualização do canteiro de obras para os visitantes.

Figura 06 – Fachada lateral do Edifício Comercial Suryapi

Fonte - Arch Daily, 2015.

3.3 MISSION BAY BLOCK 27 - EDIFÍCIO-GARAGEM / WRNS STUDIOS

3.3.1 Aspecto Contextual

Mais conhecido como um edifício de estacionamentos, o Mission Bay Block 27 está localizado no centro de San Francisco (Califórnia). É um edifício-garagem com sete pavimentos, conta com 1.420 vagas de garagem e atende todo o comercio local - como os laboratórios e escritórios em seu entorno.

Figura 07 – Fachada do Edifício Garagem Mission Bay Block 27

Fonte - Arch Daily, 2016.

3.3.2 Aspecto formal

O Edifício Garagem Mission Bay Block 27 é composto de fachadas principais para o norte e leste. Nele foi utilizado um revestimento em alumínio perfurado para que isso auxiliasse na iluminação do ambiente em conjunto com a ventilação. Isso tudo contribui com a economia de energia e, consequentemente, com o meio ambiente. As dobras existentes nos painéis são para melhorar a relação com o seu entorno, visando também à escala do pedestre com a praça existente ao redor da edificação.

Figura 08 – Elevação 01

Fonte - Arch Daily, 2016.

Figura 09 – Elevação 02

Fonte - Arch Daily, 2016.

3.3.3 Aspecto funcional

Com seu terreno situado comportando duas esquinas o Mission Bay Block 27 tem uma implantação propícia. Conta com o acesso principal pela rua de maior fluxo e o acesso secundário e saída principal pela rua lateral - onde não se concentra um grande movimento.

Assim foi ligada a rampa de acesso aos outros pavimentos logo na sequência do ponto de entrada principal. Isso foi feito para proporcionar um menor percurso a quem for estacionar. Na área administrativa estão os elevadores, esses contemplam toda a parte funcional em um só lugar, junto com o acesso para os usuários do estacionamento que não estarão com seus automóveis para adentrar o edifício.

Figura 10 – Planta baixa e paisagismo.

Fonte - Arch Daily, 2016.

3.4 MUSEU DO AUTOMÓVEL DE CURITIBA

3.4.1 Aspecto Contextual

O Museu do Automóvel de Curitiba foi fundado no ano de 1969. Ele surpreendente os visitantes, apesar de não ser muito grande e de existir poucos carros para a visitação. O museu conta com cerca de setenta carros em exposição e mais oitenta carros que se alteram de tempos em tempos. Os veículos pertencem aos associados do CAAMP, o Club de Automóveis e de Antiguidades Mecânicas do Paraná; tais colecionadores são os fundadores do museu. Ele fica localizado na Av. Cândido Hartmann, 2300 – em pleno Parque Birigui.

Figura 11 – Imagem interna – Carros Antigos

Fonte – De mochila e Caneca, 2015.

3.4.2 Aspecto Funcional

O Museu do Automóvel de Curitiba conta com dois pavilhões. O primeiro comporta a chamada de sala dos campeões, onde ficam expostos diversos objetos como troféus, capacetes, fotos e macacões de vários pilotos automobilísticos, além de vários carros que marcaram a velocidade na época. No segundo salão há a parte histórica do automóvel, conta com automóveis clássicos e antigos e com objetos que marcaram época.

Figura 12 – Imagem interna – Carros de corrida

Fonte – De mochila e Caneca, 2015.

4. DIRETRIZES PROJETUAIS

Nas diretrizes projetuais serão abordadas as justificativas para desenvolvimento do projeto. Nessas diretrizes há o apontamento da escolha do terreno com o porquê da localização, o conceito por trás de toda intenção formal, intenções estruturais e arquitetônicas, conceituando cada ponto essencial para a confecção de um projeto de qualidade.

4.1 LOCALIZAÇÃO DO TERRENO

O local onde o terreno está situado é um dos pontos mais importantes para a cidade, visto que se estabelece no centro do município e tem, assim, a vantagem de ter em volta um vasto comércio varejista, alimentício, residências e áreas para lazer. Sabe-se que esse ponto da cidade é um dos lugares mais agitados à noite com um grande fluxo de pessoas, nele se encontram as casas noturnas e os bares para um happy hour.

É um ponto referencial para a cidade e por ele passa a principal avenida que liga a cidade de um ponto ao outro. É uma região com o entorno urbanizado e que dispõe de uma infraestrutura completa, com bancos, pontos de ônibus, ciclovias, praças, parques, pista de caminhada e acessibilidade por todos os lados, entre outros fatores benéficos à população.

Figura 13 – Mapa do Brasil

Fonte – Google, 2017.

Figura 14 – Mapa do Paraná

Fonte – Google, 2017.

Figura 15 – Mapa Cascavel-PR

Fonte – Google, 2017.

Figura 16 – Imagem Satélite do terreno

Fonte – Google, 2017. Adaptada pelo autor, 2017.

Com a grande demanda urbana na idade de Cascavel, vem ocorrendo combinações de fatores como o aumento da frota de veículo junto com o crescimento populacional e as mudanças na economia atual. Com isso aumenta a demanda em vários setores econômicos. A procura por garagem especializada para colecionadores vem crescendo cada vez mais, junto a isso constitui-se essencial locais para lazer e descontração.

Mesmo o local sendo privado, inevitavelmente colaborará com o desenvolvimento econômico, ambiental e social da cidade. Além de suprir essa demanda da população, é possível e totalmente viável utilizar-se de um espaço que não seja considerado digno para várias outras funcionalidades comerciais ou até mesmo industriais. Desta maneira o investimento trará um crescimento para a localidade no entorno e também para a própria cidade visto que pode vir a ser considerado um ponto turístico.

Através de uma pesquisa bibliográfica sobre os assuntos que serão abordados na elaboração do projeto, foram estabelecidas diretrizes para se iniciar com foco e coerência no assunto a ser tratado. Isso possibilita que tal lugar se torne uma edificação que segue os quatro pilares da arquitetura.

Figura 17 – Imagem do Terreno

Fonte – Google, 2017.

Figura 18 – Imagem do Terreno

Fonte – Google, 2017.

Figura 19 – Imagem do Terreno

Fonte – Google, 2017.

4.2 PROGRAMA DE NECESSIDADES

O programa de necessidades é um estudo prévio de tudo o que o projeto deverá contemplar, se apercebendo das necessidades da garagem, como áreas de lazer, serviços e passeio, entre outras várias atividades. O programa serve como ponto de partida para o projeto, servindo como base para a organização dos espaços, atendendo a todos os serviços necessários, criando ambientes bem planejados e eficientes, auxiliando na confecção de um projeto de muita qualidade.

Serviço

 20 – GARAGEM PARA VEÍCULOS COM OFICINA- 500m²

 OFICINA – 150m²

4.3 FLUXOGRAMA

4.3.1 Pavimento térreo

Área pavimento térreo: 108m² 4.3.2 1º Pavimento

Área 1º pavimento: 1.751m²

4.3.3 2º Pavimento

Área 2º pavimento: 551m²

Área total: 1.859m²

4.4 CONCEITO ARQUITETÔNICO

Os fatores principais para implantação desse empreendimento na cidade de Cascavel foram analisados pela grande demanda que a cidade está tendo para esse tipo de serviços. Foi escolhido um local no centro onde se encontra um volume maior de pessoas com esse interesse.

Contou-se ainda com toda a infraestrutura que seu entorno tem, tais como acessibilidade, rota de transporte coletivo, segurança, agências bancárias, estabelecimentos alimentícios, hotéis, postos de combustível, entre outros. Com a locação nesse terreno aumentaria o fluxo de pessoas no local, assim gerando mais empregos e aumento da economia.

Através de uma arquitetura pensada para servir o homem sem agredir o meio ambiente, propõe-se a criação de espaços projetados para melhor atender a cada atividade. E pensados e executados com materiais e técnicas sustentáveis, buscando não só cumprir suas funções, mas atender a cada necessidade da população e causando o mínimo necessário de alteração do meio.

Os correlatos apresentados serviram como pontos de partida para a conceituação do projeto. Cada obra tem seus pontos positivos os quais servem de inspiração para a confecção de um projeto ainda melhor e mais completo. Tal projeto atende de forma dinâmica cada função e atividade proposta.

4.5 INTENÇÕES FORMAIS E ESTRUTURAIS

A proposta para a garagem de colecionadores foi idealizada após vários estudos, neles foram analisados os melhores acessos, interação com o meio, topografia do terreno, orientação solar e, é claro, a melhor disposição das atividades no terreno. Tudo isso para se conseguir conduzir para o melhor aproveitamento da área, potencializando, assim, ao máximo o projeto.

Com as imagens abaixo, pode-se analisar a disposição do edifício com o terreno proposto. Pode-se igualmente propor a área que é destinada ao serviço no pavimento térreo com acesso pela Rua Rio Grande do Sul, já disponibilizando a Rua Pio XII para o acesso que contempla a entrada dos automóveis para a garagem e os serviços que serão disponibilizados no seu interior. Há também uma área com um showroom e automóveis à venda na loja em anexo. Já na Avenida Brasil, ainda no primeiro pavimento, está o Café Bar que pode ter acesso tanto pela Rua Pio XII quanto pela Avenida Brasil; visualiza-se também as lojas que têm acesso pela avenida.

Figura 20 – Imagem do Projeto – Perspectiva 01

Fonte – Arquivo Pessoal, 2017.

Figura 21 – Imagem do Projeto – Perspectiva 02

Fonte – Arquivo Pessoal, 2017

Já no segundo piso foi utilizado o conceito do Museu do Automóvel de Curitiba para se contemplar a organização do ambiente. Nesse piso ficam as vagas de garagem que contém um espaço onde os locatários possam consertar seus veículos. Nele também existe a área administrativa do prédio. Já no terceiro pavimento há uma área de exposição ao ar livre.

Sua forma caracteriza-se por uma estrutura metálica com telhas autoportantes que vencem os vãos de 10 metros. Nesse piso, há o fechamento em vidro e concreto aparente, utiliza-se de matérias como a madeira para o revestimento dos brises. Isso tudo proporciona uma arquitetura totalmente nova na região, o que torna o edifício um marco para a região.

Figura 22 – Imagem do Projeto – Perspectiva 03

Fonte – Arquivo Pessoal, 2017.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

No estudo realizado apresentam-se elementos que fundamentam um projeto arquitetônico. Inicia-se com o primeiro objetivo abordado. Cumpre-se, assim, o tema a ser estudado com os pontos com maior necessidade e finalidades para se projetar. Com o segundo objetivo vemos o partido arquitetônico (com suas inspirações e referências) e a grande importância do edifício para a cidade.

Após essa introdução inicia-se o terceiro piso onde é elaborada a aproximação teórica do tema com a arquitetura. Com isso, fala-se dos seus quatro pilares que é a história e teoria, as metodologias de projeto, urbanismo e planejamento urbano e a tecnologia na construção.

Partindo-se para o quarto objetivo, elabora-se o levantamento do seu entorno - em específico, o paisagismo - visando a ser utilizada a mesma proposta para não impactar a obra no local. No quinto são vistas as variáveis de um projeto arquitetônico e informa-se a grande demanda urbana. Ocorrem combinações de fatores como o aumento da frota de veículo junto com o crescimento populacional e as mudanças na economia atual.

Pensando em um aproveitamento para todo o público, no sexto objetivo é contemplada a acessibilidade que o edifício terá de oferecer para o público que o visitará. Visando a colaborar com o meio ambiente, são estudadas para uma proposta sustentável técnicas para e economia de energia e água e para a diminuição da poluição.

Após esse estudo percebe-se que, com a grande demanda urbana, vêm ocorrendo combinações de fatores como o aumento da frota de veículo junto com o crescimento populacional e as mudanças na economia atual. Com isso aumenta-se a demanda em vários setores econômicos. A procura por garagem especializada para colecionadores vem crescendo cada vez mais; junto a isso, locais para lazer e descontração. Mesmo o local sendo privado, atesta-se sua colaboração com o desenvolvimento econômico, ambiental e social da cidade. Isso tudo suprirá a demanda da população e ainda utilizando-se de um espaço com pouca (ou nenhuma) funcionalidade e proveito para várias outras atividades.

Assim sendo, o investimento em garagens para colecionadores de automóveis trará um crescimento para a cidade e até mesmo para municípios vizinhos onde tal garagem se instalará.

REFERÊNCIAS

AZEREDO, H. O edifício até sua cobertura. São Paulo: Edgard Blücher, 1977.

ARRIFANO, R. Desempenho Ambiental e Soluções Arquitetônicas Sustentáveis.

Disponível em:

<https://fenix.tecnico.ulisboa.pt/downloadFile/395138355164/Resumo_Portugu%C3%AAs.p df>. Acesso em setembro de 2017.

Box 54 - Onde tudo começou. 2017. Disponível em: <https://www.box54.com.br/>. Acesso em outubro de 2017.

BRITO, F. Mission Bay Block 27 – Edifício Garagem / WRNS Studios, 2012. Disponível em: <http://www.archdaily.com.br/br/01-43175/mission-bay-block-27-edificio-garagem-wrns-studios/ucsf-mission-bay-parking-structure/>. Acesso em outubro de 2017.

CASTRO NETO, J. S. Edifícios de alta tecnologia. São Paulo: CARTHAGO & FORTE, 1994.

CAVALCANTE, E. Introdução às Estruturas Pré-Moldadas de Concreto. Disponível em:

<http://blogdaengenharia.com/introducao-estruturas-pre-moldadas-deconcreto/>. Acesso em agosto de 2017.

COLIN, S. Uma Introdução à Arquitetura. Rio de Janeiro: UAPÊ, 2000.

CORBELLA, O.; YANNAS, S. Em busca de uma arquitetura sustentável para os trópicos. Rio de Janeiro: EDITORA REVAN, 2003.

CUORE, R. E. Fontes de energia renováveis e seus benefícios para a humanidade 2009.

Disponível em: <h/ttp://www.webartigos.com/artigos/fontes-de-energia-renovaveis-e-seus-principais-beneficios-para-a-humanidade/21159>. Acesso em outubro de 2017.

DIAS, C. S.; FEIBER, F. N.; MUKAI, H.; DIAS, S. I. S. Cascavel: Um espaço no tempo. A história do planejamento urbano. Cascavel: Sintagma Editores, 2005.

DIAS, R. H. Sistemas estruturais para grandes vãos em pisos e a influência na concepção arquitetônica. 2004. Disponível em:

<http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/04.044/622>. Acesso em agosto de 2017.

FRACALOSSI, I. Fundamentos da Arquitetura Contemporânea / Siegbert Zanettini.

Disponível em: <http://www.archdaily.com.br/br/01-106915/fundamentos-da-arquitetura-contemporanea-slash-siegbert-zanettini>. Acesso em agosto de 2017.

GOLDEMBERG, J. O futuro do automóvel. São Paulo: O estado de São Paulo, 2016.

HELM, J. Edifício Comercial em Istambul / Tago Architects, 2011. Disponível em:

<http://www.archdaily.com.br/br/01-7719/edificio-comercial-em-istambul-tago-architects/7719_7747>. Acesso em outubro de 2017.

HERTZ, J. B. Eco técnicas em Arquitetura, Como Projetar nos Trópicos Úmidos da Brasil.

São Paulo: Thomsom Learning, 2003.

KEELER, M., Bill Burke. Fundamentos de projetos de edificações sustentáveis. Porto Alegre: BOOKMAN, 2010.

LAMAS, J. G. Morfologia urbana e desenho da cidade. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2000.

LAMBERTS, R. - Eficiência energética na arquitetura. Roberto Lamberts, Luciano Dutra, Fernando Oscar Ruttkay Pareira. 2ª ed. revisada. São Paulo: PRO LIVROS, 2004.

LANCHOTI, J. A. Normativas legais sobre a acessibilidade na arquitetura e urbanismo no Brasil. Brasília: ABEA, 2014.

LERNER, J. Acupuntura Urbana. 5. ed. Rio de Janeiro: Record, 2011.

LYNCH, K. A imagem da cidade. São Paulo: MARTINS FONTES, 1997.

MARCOS NETO, N. Estruturas pré-moldadas de concreto para edifícios de múltiplos pavimentos de pequena altura: uma análise crítica. 1998. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo. Disponível em:

<http://www.abcic.org.br/pdf/PCD18_MarcosNeto.pdf.>. Acesso em agosto de 2017.

MASCARÓ, J. L.; YOSHINAGA, M. Infraestrutura urbana. Porto Alegre: Mais Quatro Editora,2006.

MASCARÓ, L.; MASCARÓ, J. Vegetação Urbana. 2.ed. Porto Alegre: Mais Quatro Editora, 2005.

MATHIAS, A. O sol além da inspiração. Ideal 2011. Disponível em:

<http://amaericadosol.org/energia_fotovoltaica/#toggle-id-3>. Acessado em outubro de 2017.

MARIANE, A. Estrutura metálica x estrutura de concreto. 2012. Disponível em:

<http://construcaomercado.pini.com.br/negocios-incorporacao-construcao/128/estrutura-metalica-x-estrutura-de-concreto-confira-a-opiniao-299127-1.aspx>. Acesso em agosto de 2017.

NASCIMENTO, D. Conheça o Box 54, um parque temático de carros antigos, 2016. Disponível em:

<https://vejasp.abril.com.br/cidades/box-54-parque-carros-antigos/>. Acesso em outubro de 2017.

NEVES, L. P. Adoção do partido na arquitetura. Salvador: Centro Editorial e Didático da UFBA, 1989.

OTANI, I. Conheça o Museu do Automóvel de Curitiba, 2016. Disponível em:

<http://www.demochilaecaneca.com.br/museu-do-automovel-de-curitiba/>. Acesso em outubro de 2017.

ROAF, S. Ecohouse: a casa ambientalmente sustentável. Porto Alegre: Bookman, 2009.

ROMERO, M. A. B. Princípios Bio climáticos para o Desenho Urbano. São Paulo: Editora Projeto, 2000.

RICHARDS, B. New glass architecture. North America: Yale University Press, 2006.

SIMÕES, F. Eficiência Energética em Edifícios: vidros. Disponível em:

<http://docslide.com.br/documents/eficiencia-energetica-em-edificios-vidros-arq-fernandosimoes-gerente-de-produto.html>. Acesso em agosto de 2017.

SILVA, R. M. S. Indicadores de sustentabilidade urbana. 2000. Dissertação (Mestrado em Engenharia Urbana) - Centro de Ciências Exatas e Tecnologia. Universidade Federal de São Carlos, São Carlos. Disponível em:

<https://repositorio.ufscar.br/handle/ufscar/4231?show=full>. Acesso em outubro de 2017.

Documentos relacionados