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Avaliação e controlo do trabalho desenvolvido

CAPÍTULO II A realização da prática profissional

2. Atividades desenvolvidas durante o estágio profissionalizante

2.7. Avaliação e controlo do trabalho desenvolvido

A finalidade do presente relatório de estágio, em opção à dissertação, pautou-se pelo facto de querer aplicar de forma prática, ainda enquanto estudante do ensino superior, algumas das bases e conhecimentos adquiridos ao longo do percurso académico, não só na área da Gestão Desportiva mas também das Ciências do Desporto.

Os outros dois fatores que me levaram a optar por este percurso foram a possibilidade do estabelecimento de uma rede de contactos e o entrosamento com outras áreas paralelas ao universo desportivo, como é exemplo, o marketing e os media.

Quando me deparei com a dimensão da instituição que me acolheu e com o volume e tipologia de trabalho que implicava realizar, verifiquei que a tarefa que me esperava era uma prova às minhas competências. No entanto, a minha capacidade de entrega e compromisso diários, assim como a persistência em aprender foram condutas facilitadoras da minha integração. O conhecimento das tecnologias de informação e o domínio do inglês e do espanhol tornaram-se pontos fortes que permitiram enfrentar esta tarefa.

Não posso deixar de referir que de início senti algumas dificuldades em dominar a linguagem específica do meio e, também, em levar a cabo o meu trabalho com a autonomia desejável porém, paulatinamente, acabei por superar os obstáculos.

Se por um lado reforcei competências técnicas e comportamentais, explicitadas no quadro sinóptico que apresento, por outro, fiz novas aquisições que deram coerência aos meus conhecimentos de gestão desportiva.

Ao longo do estágio aperfeiçoei as minhas potencialidades de análise e planeamento, melhorei a minha capacidade comunicacional e crítica e tomei consciência do impacto dos grandes eventos nas organizações e no tecido social.

A nível comportamental, aprendi a estabelecer e a gerir as relações entre vários agentes e áreas de conhecimento, assim como me consciencializei

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de que os processos de adaptação e mudança podem ser resolvidos com persistência e criatividade.

A qualidade do meu desempenho está patente, creio, no facto de o Diretor do Departamento de Futsal me ter incumbido, ao longo do projeto, em

funções cada vez mais complexas, autónomas e de crescente

96 Síntese reflexiva

Cumpre agora tecer as considerações finais do trabalho que realizei, vertidas neste relatório. Será uma síntese crítica elaborada em três planos entrecruzados, que exprimem a minha posição no contexto profissional do qual fiz parte.

Numa primeira análise, e na perspetiva do desenvolvimento do evento

UEFA Futsal Cup 2015, é o momento de realizar um balanço.

Nesta 14ª edição, foi visível o impacto de um evento internacional, a vários níveis.

No âmbito turístico e económico, realço a promoção do destino, Portugal, com o aumento do número de visitantes e o consequente fluxo de receitas.

O papel dos media acreditados e a difusão que fizeram nos seus países sobre a cidade anfitriã, Lisboa, foram preponderantes para a imagem do evento e do país.

A hospitalidade, o clima e a gastronomia, aliados à história e à cultura foram fatores de diferenciação positiva.

O tempo de antena alcançado, com mais de 48 horas de emissão, pela Sporting TV e pelos dois canais da Eurosport comprovaram o impacto mediático do evento.

De acordo com o site “Sporting Business” também os patrocinadores obtiveram um retorno favorável, variando entre um milhão e 1.6 milhões de euros.

Neste evento, foram batidos vários recordes associados à competição, entre os quais destacamos o maior número de espetadores que assistiram a um jogo de futsal ao vivo (12.076 no jogo Sporting CP vs. FC Barcelona) e o maior número acumulado de espetadores no total dos 4 jogos da prova (29.207).

O facto de os ingressos terem esgotado 20 dias após a abertura das vendas é um indicador de objetivo alcançado.

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A inexistência de qualquer episódio de impacto negativo, ambiental, de segurança, protocolar ou de índole desportiva, é também uma evidência que destaca o êxito.

Outro apontamento digno de registo foi o modelo de gestão utilizado em que o trabalho de equipa foi fundamental e em que a informação circulou por todos os canais e direções com eficácia.

Em todas as operações que constituíram o sistema de organização do torneio houve grande capacidade de conexão e de resolução de problemas. Os planos operativos e a calendarização das realizações ante, durante e após adaptaram-se para cumprirem as exigências da UEFA. Neste aspeto, o Sporting Clube de Portugal reforçou a imagem enquanto clube organizador, tanto a nível nacional como internacional.

O crescimento e a mediatização do futsal, modalidade de massas, têm acompanhado o interesse revelado pelos consumidores finais. À crescente profissionalização alia-se a moderna tendência de espetacularizar o evento desportivo, uma das exigências dos adeptos e público em geral.

A este nível é adequado referir que Portugal possui o know-how para a realização de eventos desportivos de grande escala com recursos físicos e logísticos apropriados para acolher milhares de pessoas.

O planeamento das diversas etapas de execução e uma significativa atitude de controlo dos riscos revelaram um nível de excelência que o atual Presidente da UEFA fez questão de realçar (anexo XXVIII).

Numa segunda análise, do ponto de vista individual, destaco os processos de aprendizagem, o desenvolvimento de competências e a consolidação de conhecimentos ao longo do estágio. Defrontei-me com tarefas de grande complexidade, em várias dimensões, tanto em relação à orgânica do SCP como na participação na UEFA Futsal Cup, durante o estágio profissionalizante.

Os campos de intervenção foram diversos proporcionando-me uma distensão cognitiva e operacional para lá da informação que transportava enquanto discente. Os conhecimentos teóricos obtidos ao longo da licenciatura e durante o mestrado, ancorados na minha experiência pessoal da modalidade,

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sofreram processos de reorganização que me tornaram mais conhecedora e competente.

Na perspetiva de observadora e de acordo com o modelo conceptual que apresentei, desenvolvi competências de nível técnico, de cidadania e comportamentais, principalmente nas operações relacionadas com a acreditação, equipamentos desportivos, competição, hospitalidade e protocolo. A análise, o planeamento, a comunicação e a crítica, ao nível técnico; o relacionamento, a informação e a proatividade, ao nível das competências comportamentais, foram mais-valias que adquiri.

Como participante desenvolvi, nas áreas técnicas e comportamentais, operações relacionadas com a acreditação, hospitalidade e transportes.

Neste contexto a minha perceção de aprendizagem e reforço competencial assentou nas áreas técnicas de análise, planeamento e gestão, assim como ao nível da mobilização e comunicação; por outro lado, comportamentalmente, melhorei a capacidade de relacionamento, proatividade, flexibilidade e persistência que me tem vindo a preparar para atividades profissionais nesta área (como a que concretizei enquanto LOC no IBERCUP 2015 e TLO da seleção mexicana do Beach Soccer World Cup 2015).

Finalmente relevo o facto de o desporto, e especificamente o futsal, se ter transformado numa indústria - espetáculo, cuja implantação nacional e internacional se tem traduzido numa área profissional de grande potencial que exige formação superior especializada.

A criatividade, a inovação e a mudança são características de elevada exigência comportamental que o gestor desportivo deve eleger. Mas para que elas se realizem e contribuam para o sucesso “da coisa desportiva” não devem ser assumidas individualmente, antes sim, através de projetos de grupo que, articuladamente, desenvolvam as operações de forma a resolver os problemas que os eventos de grande dimensão costumam colocar.

A gestão desportiva, como campo de trabalho emergente, é uma janela

de oportunidade que requer as competências do século XXI.

E, se considerarmos, concordando com Heráclito (540-490 a.C. - filósofo pré-socrático considerado o "pai da dialética”) que “ nada permanece, exceto a

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mudança” mais concordaremos com Peter Drucker (pai da moderna gestão de empresas) quando refere que “a melhor forma de preparar o futuro é criá-lo”. Só com esta forma de pensar se pode implementar a mudança organizacional que promove e rentabiliza o acontecimento desportivo numa perspetiva contemporânea.

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I

Anexo I – Constituição do Conselho Leonino do SCP

Conselho Leonino do Sporting Clube de Portugal 2014/2015

Constituição:

 Presidentes e Vice-Presidentes da Mesa da Assembleia-Geral deste e do anterior exercício;

 Presidentes e Vice-Presidentes do Conselho Diretivo deste e do anterior exercício;  Presidentes e Vice-Presidentes do Conselho Fiscal deste e do anterior exercício;  50 Sócios efetivos eleitos pelos associados na Assembleia-Geral Eleitoral;

 Pelo Sócio nº1 do Sporting Clube de Portugal;

 Presidentes dos Grupos Cinquentenários, Stromp e Leões em Portugal em exercício.

Membros eleitos:

João Mesquita Trindade (Lista B) Jorge Gabriel (Lista A)

José Estorninho (Lista B) Manuel Domingues (Lista B)

Maria Eduarda Proença de Carvalho (Lista A) Nuno Ferreira (Lista B)

José de Castro (Lista B) Artur Faria Mota (Lista A) José Junqueiro (Lista B) António Ganhão (Lista B) Graça Maria Teixeira (Lista A) Rui Barreiro (Lista B)

Joaquim Manuel Vicente (Lista A) Eduardo Júlio (Lista B)

Fernando de Carvalho (Lista B) Jorge Manuel Cego (Lista A) Mário Saldanha (Lista B) João Serrano (Lista B)

João Carlos Marques (Lista A) Jorge Sanches (Lista B) Nuno Roque (Lista B)

Mário Duarte Batista (Lista A) João Pereira (Lista B)

Mário Henrique Simões (Lista A) António Feu (Lista B)

António Assunção (Lista B)

Paulo Alexandre de Almeida (Lista A) Pedro Antunes (Lista B)

Nuno Lopes (Lista B)

Artur Jorge Nogueira (Lista A) Eugénio de Oliveira (Lista B) Fernando Sacavém (Lista B) Rui Miguel de Almeida (Lista A) José Gomes (Lista B)

Jorge Filipe da Silva (Lista A) Carlos Seixas (Lista B) José D’Almeida (Lista B) Luís Manuel Lobato (Lista A) Paulo da Fonseca (Lista B) Vítor Espadinha (Lista B) Jaime Manuel Dias (Lista A) Carlos Lopes (Lista B) Luís Branco (Lista B)

Eduardo Valada Ananias (Lista A) Ernesto Pereira (Lista B)

Vítor Galamba (Lista B) Luís Tiago Lobato (Lista A) Jorge Cristóvão (Lista B)

Francisco Manuel Baetas (Lista A) Fernando Santos (Lista B)

II

Anexo II – Funções dos Órgãos Sociais

Mesa da Assembleia Geral

Função

 Convocar a AG indicando a ordem de trabalhos respetiva;  Proclamar os Sócios eleitos para os respetivos cargos;

 Praticar todos os outros atos que sejam da sua competência em termos legais

Conselho Diretivo

Função

 Definir e dirigir a política desportiva do Clube;

 Designar, entre os Sócios, os representantes do Clube na assembleia-geral da SAD;

 Fornecer ao Conselho Fiscal e Disciplinar quaisquer elementos por estes solicitados;

 Arrecadar receitas e ordenar as despesas, em conformidade com as normas orçamentais;

 Promover a edição e gerir o Jornal Sporting;

 Representar o Clube nos órgãos associativos e federativos.

Conselho Fiscal e Disciplinar

Função

Dar pareceres sobre:

 Qualquer assunto proposto pelo Conselho Diretivo relativo à gestão do Clube;

 As propostas de orçamento anual (e suplementares);  Os relatórios de gestão e contas do exercício;  Os empréstimos e outras operações de crédito;

 Os demais assuntos que expressamente lhe sejam cometidos nos estatutos.

Conselho Leonino

Função

 Compete, entre outras coisas, ao Conselho Leonino:  Velar pela observância dos Estatutos;

 Exercer as competências que lhe forem delegadas pela Assembleia- Geral;

 Tomar conhecimento da proposta de orçamento anual, relatórios de gestão e contas em exercício;

 Apresentar sugestões ao Conselho Diretivo e ao Conselho Fiscal e Disciplinar.

III

Anexo III – Departamento de Futsal do SCP

DIRETOR DO DEPARTAMENTO Miguel Albuquerque

ACADEMIAS E CENTROS DE FORMAÇÃO ORGANIZAÇÃO DE JOGOS F. Barroqueiro Fernando Cunha ROUPARIA E ARMAZÉM Lúcio Castro APOIO ADMINISTRATIVO Rita Pereira COORDENADOR PROJETO VOLUNTARIADO André Duarte BOLSA DE VOLUNTÁRIOS ORGANIZAÇÃO JOGOS Sara Luna Margarina Correia Patrícia Rodrigues Tiago Dias Hélio Abrantes Joana Martins Mariana Augusto João Bizarro COORDENADOR GABINETE PSICOLOGIA Madalena Mascarenhas COORDENADOR FISIOTERAPIA

Tiago Melo SECCIONISTAS EQUIPAS TÉCNICAS

COORD. GABINETE OBSERVAÇÃO E ANÁLISE Fábio Sousa COORDENADOR TÉCNICO João Alvarelhos COORDENADOR Nuno Ramos JUNIORES “A” Madalena Mascarenhas JUNIORES “B” Ivan Reis JUNIORES “E”

Ana Sofia Silva

JUNIORES “D” Isabel Cabacinho JUNIORES “C” Patrícia Filipe SENIORES Tiago Melo JUNIORES “D” --- JUNIORES “C” Sara Rodrigues JUNIORES “B” João Félix JUNIORES “A” Rui Drumound JUNIORES “E” Massagista Elsa Raposo JUNIORES “D” Fernando Cunha JUNIORES “C” José Fiúza JUNIORES “E” Manuel Rescena ACADEMIA ESTÁDIO Pedro Matias Bruno Silva CENTRO DE FORMAÇÃO LOURES João Alvarelhos ACADEMIA ALMADA Paulo Santos Miguel Santos José Sousa DISTRITO LISBOA Carlos Melo Pedro Mesquita Vasco Metelo Pedro Oliveira Alexandre Gonçalves Ermindo Paulo Tiago Viana João Paulo Daniel Santamaria DISTRITO SETÚBAL Luís Ramalho DISTRITO PORTO SENIORES

Nuno Dias / Paulo Luís José Dias / Raul Oliveira

JUNIORES “A”

Jorge Monteiro / Pedro tias André Gouveia / Rui Capela

JUNIORES “B”

Pedro Santos/ Ricardo Vicente David Gomes / Ricardo Dias

JUNIORES Bruno V. / António S. / Adriano

JUNIORES “D”

João Santos / Nuno Ramos José Marques

JUNIORES “E”

Ricardo C. / Cláudio F. Bruno C.

APOIO LOGÍSTICO Manuel Luís Lopes Agostinho Matos COORDENAÇÃO Manuel Luís David Braga JUNIORES “A” Gonçalo Matos JUNIORES “B” Tiago Galhano FEMININO Inês Santos SENIORES FEMININOS Vasco Rosa JUVENIS FEMININOS Cláudia Silveira JUNIORES FEMININOS Cláudia Silveira SENIORES FEMININOS

Filipe Carneiro / Mário Rui João Oliveira

JUNIORES FEMININOS

Jorge Marques / César Lopes Hugo Antunes / Paulo Oliveira

JUVENIS FEMININOS

Jorge Marques / César Lopes Hugo Antunes / Paulo Oliveira

SENIORES Fábio Sousa JUNIORES “A” Ricardo Saldanha JUNIORES “B” Bruno Silva JUNIORES “C” André Chaveiro JUNIORES “D” Bruno Oliveira JUNIORES “E” Ricardo Arroio SENIORES FEMININOS --- JUNIORES FEMININOS --- JUNIORES FEMININOS --- SÉNIORES FEMININOS ---

ACADEMIA VILA REAL Renato Costa Pedro Abreu Diogo Palhares Sandra Teixeira Olga David Flávia Costa Jorge Olaio Carlos Soares Lita Campos CENTRO DE FORMAÇÃO BOBADELA João Alvarelhos Paulo Figueiredo JUNIORES E JUVENIS FEM. Nuno Costa NUTRICIONISTA João Brás RESPONSÁVEL CLÍNICO Manuel Sousa SECRETÁRIO José Almeida COORDENADOR TÉCNICO Nuno Dias Coordenação da Formação

Manuel Luís Lopes – Administrat. David Braga - Logística

GABINETE DE PROSPECÇÃO E DETECÇÃO DE TALENTOS

IV

V

Anexo V – Campanha de divulgação na EB.1 Maria Lamas

VI

Anexo VI - Campanha de divulgação na EB. 2,3 Moinhos da Arroja

VII

Anexo VII - Campanha de divulgação na Escola Secundária da Ramada [Fotos: Rita Pereira]

VIII

Anexo VIII - Campanha de divulgação na Escola Secundária Pedro Alexandrino

IX

Anexo IX – Business Model Canvas: UEFA Futsal Cup Finals 2015

Principais Parceiros Western Union HTC Hankook Mondo Adidas Fidelidade Tacho Easy Fábrica de Óculos BMW Caetano Baviera ROFF Digital Decor

Câmara Municipal de Lisboa

Principais Atividades

Jogos de Futsal

Atividades complementares – Fanzone

Evento Desportivo Internacional

Propostas de Valor

Competição de clubes mais prestigiada da Europa

Produto familiar Evento internacional Promoção desportiva Lazer/ emoção/ bem-estar

Relacionamento com os Clientes

Relação de baixo custo Hospitalidade Transparência Segurança Confiança Segmento de Clientes GOA’s Adeptos Nichos específicos: Dirigentes Treinadores Atletas Familiares População local Clubes e Federações Funcionários Principais Recursos LOC Voluntários Hospedeiras Vip Service Patrocinadores Canais Media Redes sociais Outdoors Placards Marketing Padrinho Estrutura de Custos

Instalações desportivas – Meo Arena Transportes Hotelaria Alimentação Seguros Material desportivo Motoristas Hospedeiras

Assistência Médica: Bombeiros, Cruz Vermelha

Policiamento Segurança privada Equipamento Fanzone

Montagem de piso e complementos Mascote Material de escritório Serviços de limpeza Speaker TLO’s Brochuras e publicidade

Publicidade: flyers, posters, muppies, roll-ups, etc

Fluxos de Receita

Bilheteira

Merchandising

X

Anexo X – Diagnóstico estratégico: Análise SWOT UEFA Futsal Cup Finals 2015

Forças (S) Fraquezas (W) Asp e tos i nte rnos 1. Profissionais experientes 2. Equipa pequena e dinâmica

3. Realização de diversas fases de grupos

em anos transatos – especialização

4. Recursos humanos, materiais e financeiros 5. Parcerias e patrocinadores 6. Media da instituição 7. Nº crescente de praticantes da modalidade 8. Envolvimento da comunidade 9. Inovação tecnológica

10. Paixão e emoção pelo evento 11. Internacionalização do clube 12. Alargada rede de contactos

1. Budget

2. Forte concorrência

Oportunidades (O) Ameaças (T)

Asp e tos e x te rno s

1. Promoção da modalidade nos escalões

de formação

2. Boa rede de serviços

3. Qualidade das infraestruturas 4. Espaço físico envolvente 5. Segurança

6. Assistência médica 7. Nº de Voluntários

8. Paixão pela competição - envolvimento

de adeptos

9. Parcerias

10. Rede de transportes 11. Localização estratégica

12. Boa qualidade de recursos locais 13. Aumento do turismo

1. Nº de habitantes/ rácio populacional que

poderá deslocar-se ao Meo Arena

2. Custo dos bilhetes

3. Crise económica / instabilidade da

economia

4. País periférico

XI

Anexo XI – Elemento da frota automóvel atribuído

XII

XIII

XIV

Anexo XIV – Ementa dos atletas durante a competição

Sopa

Prato Principal

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