Apresentamos a seguir a situação atual dos principais processos legais não considerados como perdas prováveis: DESCRIÇÃO NATUREZA PROBABILIDADE DE PERDA SITUAÇÃO ATUAL
Autor : Porto Seguro Imóveis Ltda. Ação junto à Justiça Estadual do Rio de Janeiro, reclamando prejuízos decorrentes da venda de participação acionária em diversas empresas petroquímicas incluídas no Programa Nacional de Desestatização.
Autor : EMA – Empresa Marambai Agro- Industrial S/A. Responsabilidade civil contratual. Cível Cível Possível Possível
Em 30 de março de 2004, o Tribunal de Justiça do RJ, por unanimidade, deu provimento ao novo recurso interposto pela Porto Seguro, para condenar a PETROBRAS a indenizar à PETROQUISA a importância equivalente a R$ 6.893.382 mais 5% a título de prêmio e 20% de honorários advocatícios. A PETROBRAS interpôs recurso especial e
extraordinário ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao Supremo Tribunal Federal (STF), que foram inadmitidos. Contra essa decisão oferecemos Agravo de Instrumento ao STJ e ao STF. Em 06 de maio de 2005, o STJ deu provimento ao agravo de instrumento para determinar o desbloqueio do recurso especial. Contra essa decisão, a Porto Seguro interpôs agravo regimental que, em julgamento havido no dia 15 de dezembro de 2005, por maioria, foi provido, restaurando o bloqueio ao julgamento de recurso especial da PETROBRAS. A Companhia aguarda a publicação dessa última decisão para ingresso de recurso, por entender ser ela equivocada. Com base na opinião dos advogados, a Companhia não espera obter decisão final desfavorável nesse processo.
Acolhido agravo de instrumento da EMA
determinado o processamento do Recurso Especial, pendente de julgamento.
DESCRIÇÃO NATUREZA PROBABILIDADE DE PERDA SITUAÇÃO ATUAL Autor : Mathias
Engenharia Ltda. Responsabilidade civil contratual pelo desequilíbrio de equação financeira.
Autor : Walter do Amaral Ação popular para declarar a nulidade do contrato da Paulipetro/PETROBRAS Autor : Delegacia da Receita Federal no Rio de Janeiro
Auto de infração referente ao Imposto de Renda Retido na Fonte sobre remessas de pagamentos de afretamentos de embarcações. Autor : Secretaria da Fazenda do Estado do Rio de Janeiro ICMS – Naufrágio da Plataforma P-36 Autor : Secretaria da Fazenda do Estado do Rio de Janeiro II E IPI – Naufrágio da Plataforma P-36 Cível Cível Tributário Tributário Tributário Possível Possível Possível Possível Possível
A PETROBRAS foi condenada a pagar R$ 14.040 mais 0,5% ao mês de juros, custas e 15% de honorários. Em 30 de junho de 2005, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) deu provimento ao agravo de instrumento interposto pela PETROBRAS, para que fosse admitido o Recurso Especial.
Em 16 de novembro de 2005, foi publicada decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negando seguimento ao Recurso Especial. Em 13 de dezembro de 2005, por decisão unânime, foi negado provimento ao Agravo Regimental. Com base na opinião dos advogados, a Companhia não espera obter decisão final desfavorável nesse processo. A execução provisória da sentença requerida pelo autor foi julgada nula. O autor interpôs recurso especial junto ao Tribunal Regional Federal (TRF) ainda pendente de julgamento.
A PETROBRAS efetuou a impugnação em 20 de março de 2003, sendo que parte do auto foi confirmado em 1ª instância administrativa, ao qual foi interposto recurso.
Foram apresentados novos recursos administrativos para a Câmara Superior de Recursos Fiscais, última instância administrativa, que se encontram pendentes de julgamento.
Em primeira instância, foi julgado procedente o lançamento. A PETROBRAS interpôs Recurso Voluntário, pendente de exame. Para viabilizar recurso, houve depósito no valor de R$ 43.661 e contratação de fiança bancária no valor de R$ 65.491.
Decisão de primeira instância desfavorável à PETROBRAS. Interposto Recurso Voluntário que se encontra pendente de julgamento. A PETROBRAS impetrou o Mandado de Segurança e obteve liminar que sustou a cobrança.
Autor : Delegacia da Receita Federal Redução da base de cálculo do PASEP Autor : Secretaria da Receita Federal
IRPJ - Denúncia espontânea
Autor : Secretaria da Fazenda do Estado de Alagoas
Estorno de Crédito de ICMS Autor : Secretaria da Fazenda do Estado de Sergipe Venda de GLP derivado de Gás Natural Autor : Secretaria da Receita Federal Afastamento da Cobrança da CIDE das operações com GLP Autor : Sindicato de Petroleiros (Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe) Ações trabalhistas pleiteando repasse integral aos salários dos índices oficiais de inflação dos anos de 1987, 1989 (Planos Bresser, Verão e Collor)
Autor : Adailton de Oliveira Bittencourt e Outros Reclamações trabalhistas pleiteando o pagamento de hora de repouso e alimentação, após a implantação da jornada de 6 horas. Tributário Tributário Tributário Tributário Tributário Trabalhista Trabalhista Possível Possível Possível Possível Possível Possível Possível
Improvido em segunda instância o recurso ex-officio da Receita e provido em parte o recurso voluntário da PETROBRAS. Encontra-se pendente o recurso especial interposto pela Fazenda.
Negado provimento em 2ª instância administrativa ao recurso voluntário. A PETROBRAS aguarda emissão do Auto de Infração para contestar judicialmente.
A PETROBRAS aguarda julgamento do recurso voluntário em 2ª instância administrativa.
Recursos administrativos improvidos. A PETROBRAS aguarda execução fiscal para discussão judicial da dívida.
Em 1ª instância foi julgado procedente. A PETROBRAS aguarda o julgamento do recurso interposto.
As ações estão em fases processuais diferentes. Tendo por base vitórias anteriores em ações similares, bem como o entendimento final já sumulado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), a administração da Companhia não espera obter decisão desfavorável nesses processos. A PETROBRAS impugnou o laudo pericial que aponta valor da indenização. Pendente de decisão.
Em 1ª instância, foi julgado improcedente e o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) julgou procedente. A PETROBRAS opôs Embargos Declaratórios à decisão do Recurso Ordinário proposto pelo autor e aguarda publicação da decisão favorável, sem efeito modificativo do julgado.
Autor : Ministério Público do Trabalho – PRT 3ª Região Indenização por danos ao direito de segurança no trabalho em favor do Fundo de Amparo ao Trabalhador.
Trabalhista Possível
Julgado procedente em 1ª instância. A PETROBRAS teve negado o provimento ao recurso ordinário, parcialmente favorável ao Ministério Publico do Trabalho. A execução está suspensa a espera do julgamento dos recursos pendentes de exame no Tribunal Superior do Trabalho (TST).
(b.1) Questões ambientais
A Companhia está sujeita a diversas leis e normas ambientais, que disciplinam atividades envolvendo a descarga de petróleo, gás e outros materiais e estabelecem que os efeitos sobre o meio ambiente das operações da Companhia devem ser por ela corrigidos ou mitigados.
Em 16 de julho de 2000, um derramamento de óleo ocorrido no Terminal São Francisco do Sul, da Refinaria Presidente Getúlio Vargas - REPAR, localizada a aproximadamente 24 quilômetros de Curitiba, capital do Estado do Paraná, lançou aproximadamente 1,06 milhões de galões de óleo cru no arredor. Foram gastos aproximadamente R$ 74.000 com intuito de proceder à limpeza total da área atingida, bem como para fazer frente às multas impostas pelas autoridades ambientais. Há os seguintes processos e procedimentos em relação a esse derramamento:
Em 16 de fevereiro de 2001, o oleoduto de Araucária - Paranaguá rompeu com um movimento sísmico e derramou aproximadamente 15.059 galões de óleo combustível em vários rios localizados no Estado do Paraná. Em 20 de fevereiro de 2001, foram concluídos os serviços de limpeza das superfícies dos rios, recuperando aproximadamente 13.738 galões de óleo. Como resultado do acidente foram apresentados os seguintes atos contra a empresa:
DESCRIÇÃO
Autor: AMAR – Assoc. Defesa do Meio a Ambiente de Araucária Indenização de danos moral e patrimonial ambiental. NATUREZA Cível PROBABILIDADE DE PERDA Possível SITUAÇÃO ATUAL
O juízo determinou a conexão com as ações da Instituto Ambiental do Paraná-IAP e Ministérios Públicos Federal e Estadual para julgamento em conjunto.
DESCRIÇÃO
Autor: Instituto Ambiental do Paraná – IAP
Multa aplicada por supostos danos causados ao meio ambiente.
NATUREZA Multa
PROBABILIDADE DE PERDA Possível
SITUAÇÃO ATUAL
O juízo determinou conexão com as ações da AMAR e Ministério Publico Federal e Estadual para
P E T R O B R A S A n Á l i s e F i n a n c e i r a e D e m o n s t r a ç õ e s c o n t á b e i s 2 0 0 5 1 0 7