Estagiar no internamento pe me uma continuidade, no prestação de cuidados à cri Foi-me possibilitado selecio experiências variadas e ess ou com alteração de dese deficiência e famílias dis permanente confrontam- O artigo 7º da carta da cr oferecer à criança um ambie e educativas, quer no que implica que a arquitetura população alvo. Este serviço O espaço onde se realizam descanso (quartos) e de la usado na decoração das p Os motivos decorativos vã destina a cada quarto: laten para os toddlers a escolare para os de idade escolar pequenos apontamentos m também motivos animados, Existe ainda uma educado trabalha em com a equipa c adequados a cada cliente. sem um adulto de referênci que promove uma vigilância
Sandra Sofia Bernardi
o seu crescimento (Jansenet al, 2010), mesmo num S
e “teias, experiências usufruídas e o relemb ternamento de pediatria
rnamento pediátrico do mesmo centro hospitalar do uidade, no que se refere ao desenvolvimento de c
idados à criança e à família a viver uma situação de itado selecionar situações de prestação de cuidado riadas e essencialmente famílias de crianças em si ão de desenvolvimento, como as crianças com do famílias disfuncionais. Estas para além da sua -se aqui, com as da doença aguda e a do int carta da criança hospitalizada (1988), refere que ça um ambiente que responda às suas necessidades
uer no que se refere ao equipamento, pessoal e arquitetura e o design da instalação devem se Este serviço de internamento demonstra estar atent se realizam os cuidados invasivos está separado tos) e de lazer e convívio (refeitório e sala de ração das paredes ilustrações infantis, descritivas d
corativos vão-se modelando consoante a popula quarto: latentes com quartos de berços com motivos s a escolares com motivos relacionados com anima
de escolar aos adolescentes com motivos mais tamentos menos infantis. As fardas dos profiss s animados, o que facilita uma maior empatia com os
a educadora que dá resposta às necessidades e a equipa com o objetivo de selecionar os brinqued ada cliente. Quanto ao aspeto afetivo, dificilmente a
de referência e quando isso acontece, existe sempre a vigilância mais atenta e um carinho sempre que n
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esmo num SU.
o relembrar de pilares
ospitalar do SU, possibilitou- imento de competências na situação de doença aguda.
de cuidados, tendo elegido anças em situações de risco ças com doença crónica ou m da sua vulnerabilidade da e a do internamento. refere que o hospital deve
ecessidades físicas, afetivas , pessoal e segurança. Isto devem ser adequados à estar atento estes aspetos. á separado dos espaços de sala de atividades/jogos). É descritivas de cada espaço. e a população a quem se com motivos no teto; quartos s com animais e aventura; e otivos mais sóbrios, e com dos profissionais, possuem patia com os mais pequenos. essidades educativas e que r os brinquedos e jogos mais ificilmente as crianças ficam xiste sempre um profissional empre que necessário.
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No aspeto efetivo, evidenc família no serviço. Conso enfermeiro da criança, é rea apresentando-se o espaço demonstrar-se a disponibilid possibilitando o esclarecim possibilitem os pais tomar exemplo hora do banho) o família (visitas, idas a casa A carta da criança hospital que a criança tem o “direito pessoa que o substitua”, “d Neste serviço, podem est devido a condicionantes de do internamento é muito im dia articular com outros fam podem visitar sempre que q horário de visita estipulado. condicionantes de horário d A hospitalização e a doen envolve stressores como: &Sparrow, 2010); o medo lesão corporal e o medo da A criança sente, por vezes, Culpa acentuadapela tens mesmos, pode surgir o sent sentimentos, podem prejud Recusa de medicação ou a deixar a criança expressar quando começar a cooperar Fomentar a sensação de do mundo doloroso da d
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ivo, evidencio também, a importância do acolhimen viço. Consoante a idade, estado clinico ou aval
riança, é realizada a visita ao serviço, em grupo ou e o espaço, os profissionais, e as outras criança a disponibilidade da equipa, fazendo este acolhimen esclarecimento de dúvidas. Fornece-se informaçõ pais tomar decisões sobre os cuidados à crianç
o banho) ou sobre a articulação com as necessida idas a casa e cuidado aos outros filhos).
nça hospitalizada, e a Lei nº 106/2009 de 14 de Se em o “direito ao acompanhamento permanente do substitua”, “dia e noite, qualquer que seja a sua id
estar presentes dois adultos de referência ionantes de espaço. Brazelton (1995) evidencia que é muito importante que os pais fiquem com a cria m outros familiares de modo a irem descansar. Qu
empre que quiserem, e para a restante família e am estipulado. No entanto, há flexibilidade e sensibilida de horário das famílias e dos jovens que querem visi o e a doença são das primeiras crises que a cri ores como: a separação e procedimentos dolor 0); o medo do desconhecido, a perda de controlo
o medo da morte (Hockenberry& Wilson, 2014). vezes, a doença como sua responsabilidade o dapela tensão adicional imposta aos pais, e se surgir o sentimento de “indefensa” (Brazelton &Sparr dem prejudicar a recuperação e afetar a sua cap icação ou alivio se repreensão são atitudes adotad a expressar-se, explicar-lhe que não é responsáve
r a cooperar congratula-la (Brazelton, 1995).
sação de que controla o seu mundo, ajudá-la-á a n oroso da doença. Para tal, devemos possibilita
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mento da criança e ico ou avaliação feita pelo m grupo ou individualmente, tras crianças. É valorizado te acolhimento com tempo e e informações uteis, e que os à criança internada (por s necessidades da restante
de 14 de Setembro, referem anente do pai e da mãe ou eja a sua idade ou estado”. e referência, exceto à noite idencia que na primeira noite com a criança, podendo de scansar. Quanto aos irmãos família e amigos, existe um e sensibilidade da equipa às
querem visitar os amigos. s que a criança enfrenta e entos dolorosos (Brazelton de controlo e autonomia, a , 2014).
sabilidade ou como castigo. , e se impotência dos elton &Sparrow, 2010). Estes r a sua capacidade de luta. udes adotadas. É importante responsável pela doença e
á a não ficar à mercê possibilitar a escolha de
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brinquedos que lhe perm &Sparrow, 2010). A sala d igualmente o contato com o Para ambos os autores, o onde devemos maximizar o o proporcionar oportunidade O regresso a casa é prep importância neste serviço. B aos 6 anos podem retroced realidade frequentemente, partilhar este conhecimento nos a refletir sobre a impor &Sparrow (2010), referem trauma e os medos criados, casa como brincar ao faz de A realização de estágio referência do CS onde e profissionais com quem arti as “teias” de articulação e centro hospitalar. Foi impor potencialidades de interven se traduziu no aumento ar necessidade de vigilância n Foi-me possibilitado ainda, resposta às necessidades d diversos profissionais, e recursos que poderei mobili Contactei com as consultas Este monitoriza as medida adoção de comportamentos e das necessidades da fa
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e lhe permitam ser bem-sucedidos e independe 0). A sala de jogos possibilita esta oportunidade,
ntato com outras crianças a passar por provações se autores, o internamento, deve ser um momento d maximizar os seus benefícios como a promoção da r portunidades educativas e de socialização e promov casa é preparado desde o acolhimento, revestindo te serviço. Brazelton &Sparrow( 2010) referem que a em retroceder no comportamento. No CS sou confr entemente, recebendo pedidos de apoio dos pais nhecimento sobre os sentimentos do pais com equ bre a importância de prepara-los para esses retroc 0), referem que uma ótima maneira da criança se dos criados, é orientar os pais para planear atividad car ao faz de conta e fazer desenhos sobre a experiê e estágio no serviço de internamento do centr CS onde exerço funções, deu-me a possibilidad m quem articulo várias vezes, assim como os percu
rticulação entre este serviço, a comunidade e ou r. Foi importante partilhar com a equipa, o que é f de intervenção se os canais de articulação forem u
aumento articulações como o meu CS, referente vigilância no domicílio, e mesmo posteriormente ao litado ainda, o contacto com outros serviços do h
essidades da criança, abrindo canais de comunicaç ionais, e o proporcionou a criação de uma lista de c
derei mobilizar no futuro.
as consultas externas de pediatria e com o EESIP a as medidas antropométricas, orienta as famílias portamentos de saúde, e está atento ao desenvolvim
des da família. Bernardino da Costa nº5476 independentes (Brazelton unidade, proporcionando rovações semelhantes. momento de oportunidades, omoção da relação pais-filho,
ão e promover a mestria. , revestindo-se de especial ferem que as crianças dos 3 S sou confrontada com esta io dos pais. Foi importante ais com equipa, pois ajudou- esses retrocessos. Brazelton criança se exprimir sobre o ear atividades no regresso a re a experiência.
to do centro hospitalar de possibilidade de conhecer mo os percursos, as linhas e idade e outros serviços do a, o que é feito no CS e as ção forem utilizados. O que , referente a crianças com iormente ao estágio.
rviços do hospital que dão e comunicação entre o CS e ma lista de contatos que são
IP agregado a estas. as famílias no sentido da desenvolvimento da criança
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Visitei o centro de desenvol enfermeiro), que intervém Comparando com o centro família tem um papel mui sessões. Contatei com cri assim como, com opções t quais os pais recorrem, m enfermeiro que os acompa pesquisa sobre hidroterapia Tinha planeado contactar Crianças de Risco, mas tal Face aos cuidados promoto relevo aqui, do que no cont mas também pela sensi internamento. Como tal, p peritos, especialista, nova cuidados. Em conjunto com “Desafios da parentalidad desenvolvimento infantil co parentalidade” (plano de se de enfermagem com satisfa de 20 pessoas. Da parti cuidados promotores do d Sendo importante passarm Considerou-se ainda, que ajudam a relembrar pilares e Para finalizar, tive a o proporcionadas pela equipa tratos na infância”. Apesar d com grande expressão no m DGS (2011) ações que a vítima, sendo importante
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de desenvolvimento, que possui um conjunto de tera e intervém junto da criança com o desenvolv om o centro de desenvolvimento onde estagiara
papel muito reduzindo, não ficando muitas veze tei com crianças com doenças raras, deficiência m opções terapêuticas coadjuvantes ao dispor des recorrem, mas sobre as quais procuram aconselh
os acompanha no CS. Como tal, senti necessid hidroterapia, equoterapia e snoezelen (sínteses em
tar com o enfermeiro do Núcleo Hospita tal não foi possível, por motivo de restrutura dos promotores do desenvolvimento, observei que l que no contexto anterior. Talvez incutido pela nature
pela sensibilidade ao tema dos enfermeiros e Como tal, ponderei que seria importante, a equ
alista, novatos e generalista) partilhar experiênc conjunto com duas colegas no mestrado, desenvo
parentalidade”, onde apresentei a comunicação: o infantil como uma janela de oportunidades para (plano de sessão em anexo). Esta iniciativa, foi aco
com satisfação e pela equipa que aderiu, estando s. Da partilha proporcionada, os enfermeiros a otores do desenvolvimento, mas sem essa inten nte passarmos a dar visibilidade ao que fazem
ainda, que as sessões de sensibilização, como a brar pilares esquecidos, devendo ser mais frequente tive a oportunidade de participar em ações
pela equipa de pediatria, como o “Suicídio na adoles ia”. Apesar da primeira sair do âmbito do meu projeto ressão no meu contexto de trabalho. Os maus tratos ções que ameaçam desenvolvimento biopsicossoc
importante apostar em estratégias de promoção
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junto de terapeutas (mas não desenvolvimento alterado. estagiara anteriormente, a muitas vezes ao longo das deficiência física e mental, o dispor destas. Terapias às m aconselhamento junto do nti necessidade de realizar ínteses em apêndice).
cleo Hospitalar de Apoio à e restruturação do grupo. servei que lhes é dado mais
pela natureza dos serviços, fermeiros especialistas do nte, a equipa (enfermeiros r experiências sobre estes do, desenvolvemos o painel municação: “Promoção do idades para a facilitação da tiva, foi acolhida pela chefe riu, estando presentes cerca fermeiros assumem prestar essa intenção subjacente. que fazemos nesta área. ão, como a proporcionada, is frequentes.
em ações de formação io na adolescência” e “Maus meu projeto é uma situação us tratos, são segundo a biopsicossocial e afetivo da promoção de saúde que
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potenciem fatores protetore
2.5. Olhar mais longe: