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2.7. Análise estatística

3.4.2. Cancro do castanheiro Cryphonectria parasitica (Murrill) Barr

Na Figura 15 mostra-se a evolução do fungo do cancro do castanheiro em discos foliares de plantas controlo e tratadas com Ergofito®, no final do Tempo T1.

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Figura 14 - Percentagem (%) de discos foliares infetados pela doença do cancro do castanheiro no Tempo 1 (T1).

De acordo com a figura pode-se observar que a infeção é mais agressiva nos discos de controlo, atingindo uma percentagem de discos infetados superior a 50% logo no 2º dia. Por sua vez, os discos com tratamento Ergofito® mostram um aumento do aparecimento da infeção mais lento e gradual. Do dia 6 ao dia 20 a evolução da infeção nos discos das plantas controlo é mínimo, rondando os 4%. A ação do Ergofito® na proteção da doença é relevante, pois só ao 9º dia é atingida a percentagem de 50% dos discos infetados. Ao vigésimo dia os discos das folhas do bloco controlo apresentaram uma taxa de sobrevivência equivalente a 10%, já a percentagem de sobrevivência dos discos com tratamento Ergofito® corresponde a 27%, mais do dobro da percentagem apresentada pelos discos de controlo (Figura 15).

Vinte e três dias passados desde o início do ensaio, todos os discos das plantas controlo apresentaram sintomas da doença, tendo sido precisos 42 dias para que o mesmo acontecesse nos discos tratados.

A percentagem de infeção dos discos foliares ao longo dos dias em que decorreu o ensaio com a doença do cancro do castanheiro em plantas de controlo e plantas tratadas com Ergofito®, no Tempo 3 (T3), encontra-se sintetizado na Figura 16.

a a a a a a a a a a a b b b b b b b b b b a 0 20 40 60 80 100 2 6 9 14 17 20 23 27 30 35 42 Pe rc e n tag e m (% ) Dias

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Figura 15 - Percentagem (%) de discos foliares infetados pela doença do cancro do castanheiro no Tempo 3 (T3).

Numa primeira análise à Figura 16 verifica-se que, nos primeiros dias, o número de discos controlo e Ergofito® infetados não é elevado, apresentado percentagens não superiores a 30%, com os discos tratados a mostrarem maior percentagem de contaminação. Porém, a partir do 14º dia, o aumento de discos controlo foi nefastamente mais acentuado ao longo do tempo, comparativamente com os discos tratados.

Depois do dia 20, a percentagem de discos de controlo infetados mantem um aumento significativo, atingindo a totalidade no dia 35. A evolução da infeção dos discos tratados é consideravelmente mais lenta, tendo no dia 35 do ensaio ainda 30% dos discos sem mostras de doença.

À semelhança do que aconteceu com a doença da tinta, também com o cancro do castanheiro o Ergofito® parece ter uma ação retardante e até impeditiva da entrada do agente patogénico nas plantas. Em ambos os Tempos (T1 e T3) o efeito da ação do Ergofito® é notório, sendo de salientar a evolução mais lenta da taxa de infeção no tempo correspondente com o considerável aumento do teor de compostos fenólicos nas folhas. Este biofertilizante ao promover um equilíbrio entre a atividade microbiana do solo e o metabolismo da planta aumenta a disponibilidade de nutrientes e uma rápida assimilação dos mesmos, permitindo um crescimento saudável das plantas, tornando-as vigorosas e menos suscetíveis a stresses bióticos e abióticos que possam surgir. Segundo Almeida et

al (2008) a utilização do fertilizante organomineral Ergofito® pode ser uma alternativa viável no manejo de pragas e doenças.

b b b b a a a a a a a a a a b b b b b b 0 20 40 60 80 100 2 6 9 14 17 20 23 27 30 35 Pe rc e n tag e m (% ) Dias

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Conclusões

Da realização deste trabalho podem adiantar-se conclusões que dão resposta aos objetivos traçados. O estudo revelou uma ação positiva do biofertilizante Ergofito® em plantas de castanheiros envazadas quando submetidos a elevadas temperaturas.

No que concerne à produtividade fotossintética, contrariamente ao observado nas plantas controlo, não foram registadas diferenças significativas nas plantas tratadas ao longo do ensaio, o que sugere um desempenho positivo na ação do biofertilizante. Embora não se tenham observado diferenças nos parâmetros condutância estomática e transpiração entre os dois grupos de plantas, nas tratadas isso traduziu-se em maior eficiência produtiva e em maior eficiência na gestão da água.

Os resultados relativos aos pigmentos fotossintéticos permitiram concluir que as plantas tratadas recuperam mais facilmente do período de stresse térmico. Esta conclusão sai reforçada pelas taxas de fotossíntese registadas. Observados os parâmetros bioquímicos foi revelador o facto de as plantas controlo apresentarem taxas superiores de compostos fenólicos indicando, por um lado que estas plantas necessitaram de maior proteção no período de temperatura mais elevada, por outro sugerindo efeitos positivos do biofertilizante relativamente aos processos metabólicos e bioquímicos dos castanheiros.

A melhor recuperação do estado fisiológico das plantas tratadas depois de otimizada a temperatura, refletiu igualmente benefícios da utilização do biofertilizante Ergofito® na melhoria do estado de vitalidade das plantas quando sujeitas a um acréscimo da temperatura.

A avaliação da resistência realizada para as doenças da tinta e cancro do castanheiro revelou que o biofertilizante teve uma ação retardadora e até impeditiva da entrada dos agentes patogénicos nas plantas quando estas se encontravam numa temperatura ótima para o seu desenvolvimento, mas principalmente quando tinham sido sujeitas a temperatura extrema.

Estes resultados tornam o fertilizante Ergofito® um produto promissor, capaz de dar resposta às condições rigorosas que advêm com o problema das alterações climáticas. Efetivamente, estas são uma ameaça a nível global com impactos profundos e transversais

42 a nível económico, social e ambiental na cultura do castanheiro, pelo que a continuação

de investimento em estudos que visem aprofundar os conhecimentos para uma melhor adaptação desta espécie às condições climáticas que se perspetivam é uma imposição.

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