______________________________________________________________________________________________ 2 - Índice das demonstrações financeiras consolidadas
14,000 ,000 70,0 00,000 Capital Social
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As acções representativas do capital são detidas integralmente pelas seguintes entidades:
Nº Acções % detida
Região Autón om a dos Açores 7,014,000 50.1%
ESA - Ene rgia e Serviços dos Açores , SGPS, SA 5,558,120 39.7% ED P - Ges tão da Produção de Energia, SA 1,400,000 10.0%
Outros 27,880 0.2%
Total 1 4,000,000 100%
A EDA não possui quaisquer acções próprias em carteira à data de 31 de Dezembro de 2008. Nos termos do artigo 15º do Decreto-Lei nº 243/2004 que aprovou as primeiras fases do processo de reprivatização da EDA, a Região Autónoma dos Açores enquanto detiver pelo menos 5% do capital social da EDA terá: (i) direito de veto em deliberações da Assembleia Geral que tenham por objecto ou como efeito a redução significativa da actividade da empresa na Região Autónoma dos Açores, a fusão, a cisão, a transformação ou a dissolução da sociedade e a alteração dos seus estatutos, incluindo a redução do capital social e a mudança da localização de sede, mas excluindo o aumento do capital social e (ii) e poder de designar um dos membros do Conselho de Administração, que dispõe de direitos de veto nas deliberações do Conselho que tenham objecto idêntico ao referido na alínea anterior.
19 Outras reservas e resultados acumulados Outras reservas:
As rubricas “Outras reservas” registaram os seguintes movimentos durante o exercício findo em 31 de Dezembro de 2009: Re s e r va le gal Re s e r vas e s tatutár ias Re s e rva
Jus to valor Total
A 1 de Jane ir o d e 2008 2,100,000 346,796 13,444 2,460,240
Total do r e ndim e nto inte gr al do e xe r cício - - 76,706 76,706
V ariação perímetro - - - -
Distribuição de div idendos - - - -
A plic aç ão Resultado líquido 600,000 - - 600,000
A 31 de De ze m b ro de 2008 2,700,000 346,796 90,150 3,136,946
Total do r e ndim e nto inte gr al do e xe r cício - - (27,436) (27,436)
V ariação perímetro - - - -
Distribuição de div idendos - - - -
A plic aç ão Resultado líquido 500,000 - - 500,000
A 31 de De ze m b ro de 2009 3,200,000 346,796 62,714 3,609,510
A Reserva legal não está ainda totalmente constituída nos termos da lei (20% do capital social), pelo que um mínimo de 5% dos resultados é destinado à sua dotação. Esta reserva só pode ser utilizada na cobertura de prejuízos ou no aumento do Capital Social.
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As Reservas estatutárias referem-se a reservas constituídas em períodos anteriores à data da transformação da EDA em sociedade anónima em 1997. Estas reservas não são distribuíveis podendo apenas ser utilizadas para aumentos de capital.
Reserva de justo valor: nesta reserva são registadas as variações de justo valor dos activos financeiros disponíveis para venda. Em 31 de Dezembro de 2009, o valor registado refere-se à flutuação de justo valor da participação no “Luso Carbon Fund”.
Resultados acumulados:
Por deliberação da Assembleia Geral da EDA (contas individuais), de 28 de Maio de 2009, a aplicação do resultado do exercício findo em 31 de Dezembro de 2008, resultou no reforço da reserva legal em 500.000 euros e na distribuição a título de dividendos de 3.150.000 euros.
Na rubrica de resultados acumulados encontram-se incluídos 1.315.099 euros decorrentes de excedentes de reavaliação efectuados no âmbito do normativo contabilístico anterior e ainda não realizados por depreciação ou anulação, não sendo passíveis de distribuição aos accionistas, podendo apenas ser utilizadas em futuros aumentos de capital ou em outras situações específicas previstas na legislação.
20 Interesses minoritários
O valor de interesses minoritários registou a seguinte evolução:
2009 2008
A 1 de Janeiro 2,7 53,738 2,278,59 4
Variação perím etro 1,0 32,939 402,405
Dividend os pago s (89,602) - Lucro/(prejuízo) do p eríodo: - Sogeo 37,91 2 32,92 8 - Geoterceira (378) (191) - Glob aleda - 40,00 2 - N orm a 29,06 2 - - C ontrolauto 48,35 3 - A 31 de Dezembro 3,8 12,024 2,753,73 8
O saldo de interesses minoritários inclui o empréstimo de 1.621.750 euros concedido pela EDP Participações, SGPS, SA à empresa do grupo Geoterceira, sem período de reembolso definido e sem vencimento de juros.
O valor registado como variação de perímetro em 2009, refere-se a integração da Norma Açores e da Controlauto Açores no perímetro de consolidação, por ter assumido o controlo das mesmas por nomeação da maioria dos membros do Conselho de Administração da Norma Açores (ver Nota 35).
Em 2008, o montante registado de 402.405 euros corresponde ao efeito líquido das várias operações relacionadas com a diluição da participação na Globaleda, tendo sido realizada em 2008 uma operação de alienação de 60% do capital social desta empresa, seguida da cisão do negócio de consultoria em “sistemas de informação” e recompra de 20% do capital social.
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21 Empréstimos
A repartição dos empréstimos quanto ao prazo (corrente e não corrente) e por natureza de empréstimo, no final do exercício, é como segue:
Corrente Nã o corrente Total Corrente Não corrente Total
P apel comercial - 30,000,000 30,000,000 22,500,000 22, 500,000 45, 000,000 E mpréstimos obrigacionistas - 100,000,000 100,000,000 - 50, 000,000 50, 000,000 E mpréstimos bancários 10,871,182 156,914,235 167,785,417 11,282,977 163,348,151 174, 631,128 Créditos cedidos 3,264,906 9,794,718 13,059,624 3,264,906 13, 059,625 16, 324,531 Contas caucionadas 7,827,774 - 7,827,774 18,113,000 - 18, 113,000 21,963,862 296,708,953 318,672,815 55,160,883 248,907,776 304, 068,659 Juros a pagar - E mpréstimos 1,452,125 - 1,452,125 2,367,010 - 2, 367,010 Juros pagos (antecipação) - (1,541,042) (1,541,042) - (2, 209,560) (2, 209,560)
23,415,987 295,167,911 318,583,898 57,527,893 246,698,216 304,226,109
31.1 2.20 08 31.12.2009
O Grupo EDA é subscritor de 2 programas de papel comercial no valor de 30.000 milhares de euros, que se encontravam utilizados em 31 de Dezembro de 2009. O prazo dos programas de emissões de papel comercial é de um ano, renovável automaticamente por iguais períodos (até ao máximo de 5 anos). Esses programas de emissões de papel comercial são evidenciados no passivo não corrente, porque é prática do grupo proceder à renovação desses contratos durante o seu período de vigência.
Os dois empréstimos obrigacionista de 50.000 milhares euros, cada um, referem-se a uma primeira emissão efectuada em 2005 a vencer em 18 de Agosto de 2013, remunerado à taxa Euribor 6 meses + 0,275% e uma segunda emissão, efectuada em 2009, a vencer em 10 de Agosto de 2014, remunerada à taxa Euribor 6 meses + 2,85%.
Os empréstimos bancários não têm como garantia real atribuída os activos da EDA. No entanto alguns empréstimos contratados junto de instituições de crédito especiais, como o KFW e o BEI, beneficiam de aval da Região Autónoma dos Açores e/ou do Governo da República. Os montantes dos empréstimos nessa situação, em 31 de Dezembro de 2009, eram respectivamente de 105.331.605,86 euros e 2.331.605,86 euros (115.269.186 euros e 3.269.186 euros, respectivamente em 2008). Todos os empréstimos estão negociados em euros.
No final do exercício de 2009, o Grupo EDA possuía ainda as seguintes linhas de crédito contratadas e não utilizadas.
31.12.200 9 31.12.2008
Taxas de juro variáveis
corrente s 73,973,963 61,1 15,963
n ão correntes 39,500,000 -
1 13,473 ,963 61 ,115,963
As linhas de crédito com vencimento até 1 ano são renováveis, de forma automática, anual ou trimestralmente. A exposição dos empréstimos do Grupo EDA às alterações das taxas de juro nos períodos contratuais de fixação das taxas, são como segue:
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31.12.200 9 31.12.2008 Até 6 m es es 291,827,7 74 293,782,92 8 Entre 6 e 12 m es es - 341,54 3 Entre 1 e 5 anos 26,845,041 2,927,643Sup erior a 5 anos - 7,016,545
318,672,8 15 304,068,65 9
O valor contabilístico e o justo valor dos empréstimos são como segue:
31.12.2009 31.12.2008 31.12.2009 31.12.2008
Papel Com ercial 30,000,000 45,000,000 30,000,000 45,00 0,000 Em prés tim os Obrigacionis tas 100,000,000 50,000,000 100,000,000 50,00 0,000 Em prés tim os Bancários 167,785,417 174,631,128 167,685,720 174,7 99,377 Créditos cedidos 13,059,624 16,324,531 13,059,624 16,32 4,531
310,845,041 285,955,659 310,745,344 286,1 23,908
Valor contabilís tico Justo valor
O justo valor é calculado pelo método dos “cash flows” descontados, utilizando a taxa de desconto, da data do relato financeiro, de acordo com as características de cada empréstimo. O justo valor dos empréstimos negociados a taxas de juro variáveis aproxima-se ao valor contabilístico dos mesmos. No caso dos empréstimos com taxas de juro fixas (ex: BEI III, BEI IV e KWF III) é necessário calcular o respectivo justo valor
22 Obrigações de benefícios de reforma e outros
O Grupo EDA tem as seguintes obrigações pós-emprego: i) benefícios definidos referentes a complementos de pensões de reforma para os empregados admitidos até 31 de Dezembro de 2002 e o pagamento de pensões de reforma a empregados da Administração Pública reformados até 30 de Novembro de 1999, na quota-parte dos anos ao seu serviço; e ii) contribuições definidas para pensões de reforma (empregados admitidos após 1 de Janeiro de 2003
i)Plano de benefícios definidos (EDA)
Com base no regulamento de acção social em vigor até 31 de Dezembro de 2002, a EDA tem a responsabilidade de complementar até ao máximo de 80% as pensões de reforma atribuídas pelas instituições de segurança social aos seus empregados, admitidos até 31 de Dezembro de 2002, reformados com pelo menos 30 anos de serviço (sendo de 20 anos para os trabalhadores em regime de turnos), sofrendo esse limite uma redução em função do tempo de serviço prestado, se inferior. Para além desta responsabilidade com complementos de pensões de reforma, a EDA tem ainda a responsabilidade de assegurar o pagamento das pensões aos empregados oriundos do sector público e das autarquias locais abrangidos pelo regime da Caixa Geral de Aposentações e reformados até 30 de Novembro de 1999, na parte correspondente ao período em que estiveram ao serviço da EDA.
ii)Plano de contribuição definida
As empresas do Grupo EDA, SOGEO, EEG e Segma constituíram um plano de contribuições definidas, o Plano de pensões Futuro+ para os seus empregados não abrangidos por outros planos de benefícios. Este plano é gerido pela BPI Pensões.
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31.12.2009 31.12.2008
Obriga çõe s no ba la nço
Plano de pensões 2 1,325,330 23,986,86 3
Planos contribuições definidas - -
2 1,325,330 23,986,86 3
2009 2008
Gastos na demonstra çã o dos re sultados
Plano de pensões 1,807,194 1,767,82 4
Planos contribuições definidas 38,603 35,742
1,845,798 1,803,56 5
Os principais pressupostos utilizados no cálculo actuarial, são os abaixo indicados:
31.12.2009 31.12.2008
Tábua de mortalidade TV 73/77 TV 73/77
Tábua de invalidez EVK 80 EVK 80
Taxa técnica de rendim ento 5.75% 5.75%
Taxa técnica de actualização 5.75% 5.75%
Taxa de crescimento dos salários 2.50% 2.50%
Taxa de crescimento das pensões 2.00% 2.00%
Taxa de crescimento das remunerações (S. Social) 2.50% 2.50%
Taxa de inflação 1.50% 1.50%
Em 2009, a taxa técnica de actualização usada foi de 5,75% reflectindo a previsão das taxas de juro do mercado no longo prazo. Se a taxa de desconto de 5,5% fosse utilizada para calcular as responsabilidades da EDA à data do relato financeiro, as provisões com o plano de pensões seriam mais elevadas em 1.914 milhares de euros. O impacto nos ganhos/ (perdas) actuariais diferidos, em 2009, seria superior em (1.897) milhares de euros, excedendo a base dos 10% da banda do corredor em 1.825 milhares de euros e originando uma amortização dos desvios actuariais em 2010. a) Plano de pensões
O montante da obrigação reconhecida na Demonstração da posição financeira consolidada é determinado como segue:
31.12.2009 31.12 .2008
Valor presente da obrigaç ão 50,578,8 05 45,748,19 8
Justo valor dos activos do plano (24,075,800) (21,236,045)
26,503,0 05 24,512,15 3 Ganhos/(perdas) actuariais não reconhecidos (5,177,675) (525,290)
Obriga ção no balanço 21,325,3 30 23,986,86 3
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2009 2008
A 1 de Ja neiro 45 ,748,198 48,482,31 5
Custo serviços correntes 351,679 391,41 5
Custo dos juros 2 ,630,521 2,424,11 6
Pagamento de benefícios (2,668,703) (2,654,056)
(Ganhos)/perdas actuariais 4 ,517,110 (2,895,592)
A 31 de De ze mbro 50 ,578,805 45,748,19 8
O montante significativo registado como (ganhos) /perdas actuariais decorre essencialmente da alteração na taxa de actualização utilizada no cálculo de 2008.
Os fundos afectos a este plano tiveram a seguinte evolução:
2009 2008
A 1 de Ja neiro 21 ,236,045 21,978,33 0
Contribuições entregues 3 ,000,000 2,750,00 0
Ganhos/ (perdas) actuariais (135,275) (3,420,882)
Benefícios pagos (1,199,976) (1,119,110)
Retorno esperado dos activos do fundo 1 ,175,006 1,047,70 7
A 31 de De ze mbro 24 ,075,800 21,236,04 5
Os impactos do plano na demonstração do rendimento integral consolidado são como segue:
2009 2008
Custos serviços correntes 351,679 39 1,415
Custos dos juros 2,630,521 2,42 4,116
Retorno estim ado dos activos do plano (1 ,175,006) (1,047,707) Tota l incluido em custos com pe ssoa l 1,807,194 1,76 7,824
Os ganhos e perdas actuariais diferidos fora da Demonstração da posição financeira são apurados como segue:
2009 20 08
Saldo a 1 de Janeiro (525,290) -
Desvios actuariais - Obrigações (4,517,110) 2,895,59 2
Desvios actuariais - Activos do plano (135,275) (3,420,882)
(5,177,675) (525,290) Limite do corredor:
Obrigações a 1 de Janeiro 4,574,8 20 4,072,68 4
Activos a 1 de Janeiro (2,123,604) (2,197,833)
O valor acumulado de desvios actuariais no inicio de 2009 está dentro do limite dos 10% do corredor, logo não há lugar ao reconhecimento de qualquer amortização na demonstração do rendimento integral.
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2009 2008 Depósitos e outro 5 ,920,230 8,907,24 2 Fundos Investimento 233,478 7,753,20 6 Acções 3 ,048,667 262,99 0 Obrigações 8 ,513,217 1,975,22 6 Imóveis 6 ,360,208 2,337,38 1 24 ,075,800 21,236,04 5Os activos do plano de pensões não incluem acções próprias ou activos não correntes do Grupo EDA. A taxa de retorno esperada dos activos do plano para 2008 foi determinada, baseada numa estimativa do retorno esperado dos activos do plano a longo prazo, e a estratégia de investimentos a realizar.
b) Contribuição definida
Em 2008, o valor das contribuições definidas efectuadas pelas empresas do Grupo EDA para o Plano Pensões Futuro+, ascendeu a 38.603 euros (em 2008: 35.742 euros).
23 Fornecedores e outras contas a pagar
A decomposição da rubrica “Fornecedores e outras contas a pagar”, em 31 de Dezembro de 2008, é como segue:
Corrente Não corrente Total Corrente Não corrente Total Fornecedores
Fornecedores 18,448,77 9 - 18,448,7 79 19,39 9,525 - 19,3 99,525 Outros credore s
C re dores divers o s 632,35 3 - 632 ,3 53 5,03 1,643 - 5,0 31,643
C om pens ação ta rifária i) 30,208,35 9 - 30,208,3 59 16,36 3,202 - 16,3 63,202
Fornecedores de activo s tangíveis ii) 12,881,06 0 - 12,881,0 60 12,83 5,587 - 12,8 35,587
Empresa s do Grupo - - - - -
Esta do e outros entes públicos iii) 1,290,26 8 53 7,051 1,827 ,3 19 93 9,703 1,179,30 8 2,1 19,011 Proveitos diferidos
Outro s proveitos diferidos 654,19 9 - 654 ,1 99 - - - Ac résc im os de custos
Férias e s ub . férias 4,496,48 4 - 4,496 ,4 84 3,42 5,919 - 3,4 25,919
Outro s 2,422,34 5 - 2,422 ,3 45 1,72 4,062 - 1,7 24,062 71,033,84 7 53 7,051 71,570,8 98 59,71 9,641 1,179,30 8 60,8 98,949 Fornecedores e outras c ontas
a paga r
31.12.2 009 31.12.2 008
i) Compensação tarifária:
A 31 de Dezembro de 2009, o saldo registado refere-se ao desvio apurado entre os custos reais e os custos estimados imputados na fixação das tarifas de 2009, a “pagar” em 2011 através da dedução às tarifas. O saldo de 31 de Dezembro de 2008 referia-se à compensação tarifária de 2007 que foi compensada nas tarifas de 2009. Os valores reconhecidos como compensação tarifária vencem juros à taxa Euribor 3 meses + 0,5pp.
ii) Fornecedores activos tangíveis: saldos relativos às facturas de prestação de serviços e fornecimentos de materiais incorporados nos activos em construção, classificados como Activos tangíveis em curso.
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_____________________________________________________________________________________________
iii) Estado e outros entes públicos: este saldo refere-se a valores a liquidar de IVA, IRS e outros impostos. O saldo não corrente reconhecido nesta rubrica refere-se à “especialização” do IVA referente ao saldos a receber do Governo relativo à Compensação tarifária de 1998 – 2002 e o acerto comunicado pela ERSE (ver Nota 15). Este saldo foi reconhecido com referência ao desconto inicial do saldo a receber do Governo, tendo sido parcialmente regularizado com o reembolso de Dezembro de 2009, dando origem a uma obrigação de liquidação do imposto ao Estado no valor de 773.286 euros (valor nominal).
24 Vendas e Prestação de serviços
O montante de vendas e prestações de serviços reconhecido na demonstração do rendimento integral consolidado, é detalhado como segue:
2009 2008
Vendas de electricidade
Em m édia tens ão 27,767,002 27 ,126,938
Em baixa tens ão 66,890,236 62 ,818,452
Energia em contadores 2,305,473 1 ,673,327
Ajus tam entos d e tarifário (i) 52,704,449 63 ,335,178 Vendas de telem óveis e aces s órios 1,843,358 1 ,956,355 Pres tações de s erviços
De electricidade (ii) 738,413 976,941
De outros 9,174,161 4 ,558,817
Vendas e prestações de serviços 161,423,092 162,446,00 8
(i) Ajustamento tarifário: montante estimado dos custos anuais com a convergência tarifária de 2008 e eventuais correcções efectuadas pela ERSE aos desvios de 2007.
De scriçã o 2009
Acerto convergânc ia tarifária 1998 - 2002 (Nota 15) 2,788,801
Correcção Desvio Tarifário 2008 (E RSE) 4,550,388
Desvio Tarifário 2009 (estimativa) (30,208,359)
Convergência Tarifária 2009 75,573,619
Ajustame nto de tarifário 52,704,449
Este montante inclui o valor de convergência tarifária a facturar em 2009, aprovado em 2008 pela ERSE, de 75.573.619 euros. A 31 de Dezembro de 2009 o desvio estimado é de 30.208.359 euros, o qual está sujeito a acertos decorrentes dos desvios entre o orçamento e os custos reais. Em 2009, foi ainda registado um proveito de 4.550.388 euros respeitante à correcção ao desvio de 2008.
(ii) Prestação de serviços: o aumento registado deve-se maioritariamente à integração da Norma Açores e a Controlauto Açores no perímetro de consolidação, em 2009.
25 Fornecimentos e serviços externos
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2009 2008
Trabalhos es pecializados i) 4,2 04,651 3,565,51 1
Sub contratos ii) 4,0 10,522 2,115,96 4
Cons ervação e reparação iii) 3,6 55,781 4,214,67 1
Com un icações iv) 1,1 45,162 1,027,83 1
Des locações e es tad as 7 30,029 8 03,751
Seg uros 6 05,228 5 30,766
Vigilância e s egurança 4 69,549 4 79,463
Rendas e alugueres 7 56,768 4 49,710
Com bu s tíveis 4 69,324 4 31,759
Lim peza, h igiene e conforto 4 82,726 4 05,111
Outros (inferiores a 400.000 euros ) 2,3 37,138 1,969,08 9
Fornecime ntos e serviços externos 18,86 6,878 15,993,62 6
i) Os custos com Trabalhos especializados incluem maioritariamente custos com serviços informáticos (inclui contrato outsourcing com a Novabase), estudos de monitorização ambiental, recolha de resíduos da produção e consultorias diversas;
ii) A rubrica de Subcontratos refere-se maioritariamente à contratação de serviços especializados e materiais incorporados na execução de obras de investimento (ex: EDA e Sogeo) e de empreiteiros para a execução de obras em curso (ex: Segma). O aumento registado em 2009 deve-se ao aumento da subcontratação por parte da Globaleda para a execução dos projectos de telecomunicações e à integração pela primeira vez no perímetro da consolidação da Norma Açores.
iii) A rubrica de Conservação e reparação refere-se essencialmente a custos com a manutenção e reparação dos activos técnicos, como: manutenção, desmontagem e alteração de linhas; manutenção dos equipamentos das centrais como as turbinas; e manutenção dos poços geotérmicos. A redução registada face ao ano anterior ficou a dever-se às especificidades do equipamento técnico objecto das revisões programadas para o ano de 2009.
iv) Os custos com Comunicações referem-se maioritariamente a custos de correio (expedição de facturação a clientes); e ao aluguer de circuitos à ONI.
26 Custos com pessoal
Os custos com pessoal, incorridos durante o exercício de 2009, foram como segue:
2009 2008 Rem unerações Orgã os s ociais 902,636 709,9 67 Pes s oal 18,497,612 14,767,8 42 19,400,248 15,477,8 09 Encargos s ociais
Encargos s obre rem unera ções 5,4 09,199 4,853,2 11
Prém ios para benefícios reform a 1,8 57,493 1,815,2 60
Subs ídio Alm oço 1,2 61,909 1,152,4 93
Prém ios de des em penho 807,868 811,4 39
Cus tos de acçã o s ocial 571,612 486,0 45
Outros 1,1 64,912 963,9 86
Sub-total 11,072,993 10,082,4 34
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O número médio de empregados do Grupo EDA em 2009 foi de 912 (2008: 848). O aumento registado nos gastos com pessoal em 2009 resulta:
i) da consolidação da Norma Açores e da Controlauto Açores pela primeira vez em 2009;
ii) do aumento em 2009 do número de trabalhadores com vínculo ao Grupo EDA, em 1,08%;
iii) do aumento resultante da progressão automática das carreiras
Os custos com Prémios para benefícios de reforma incluem os encargos do período com os planos de benefícios de reforma atribuídos aos empregados 1.807.194 euros (em 2008: 1.767.823 euros), contribuições para planos de contribuição definida 38.603 euros (em 2008: 35.742 euros) e custos com pensões de sobrevivência não fundeadas no valor de 11.695 euros (em 2008: 11.695 euros).
27 Outros gastos operacionais
O detalhe da rubrica de Outros gastos operacionais é apresentado no quadro seguinte:
2009 2008
Taxas de licenciam ento 586,592 561,10 6
Juros s ob re des vios tarifários 891,302 -
Outros 454,672 267,78 2
1,9 32,566 828,88 8
Os outros gastos operacionais referem-se maioritariamente ao valor de taxas pago no âmbito dos licenciamentos atribuídos para o exercício da actividade de exploração de recursos geotérmicos no valor de 350.532 euros (em 2008: 358.507 euros) e hídricos no valor de 148.861 euros (em 2008: 138.703 euros).
Em 2009, a EDA reconheceu juros a pagar relativos à “compensação tarifária” do exercício de 2007, que constitui um montante a devolver às tarifas em 2010.
Os outros custos operacionais respeitam a: i) penalidades contratuais suportadas pela EDA no contrato de fornecimento de lubrificantes no valor de 97 209 euros; ii) indemnizações de exploração de incumprimento de continuidade de serviço no montante de 246 583 euros que a EDA tem de pagar aos clientes; iii) bem como as diferenças de câmbio decorrente do fornecimento de bens e serviços para as empresas Sogeo e Geoterceira. 28 Outros rendimentos operacionais
A rubrica de Outros rendimentos operacionais pode ser apresentada como segue:
2009 2008
Ganhos na alienação de licenças CO2 i) 2,351,452 -
Proveitos s uplem entares ii) 854,684 1,095,304
Juros dívida "Com pens ação financeira" iii) 742,293 707,06 3 Juros dívida "Convergência tarifária" (Nota 15) iv) 622,349 1,161,700 Outros juros de m ora - clientes e devedores 478,781 432,21 6
Sub s ídio à exploração 406,089 -
Outros proveitos operacionais v) 277,967 1,124,833
Dividend os de activos finan ceiros dis poníveis para venda vi) 145,248 154,63 2
Outros (< 100.000 euros ) 284,672 634,86 7
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i) Os ganhos obtidos com a alienação de licenças CO2 refere-se: à margem de 625.000 euros obtida na transacção swap de Licenças CO2 (EUAs) por Créditos CO2 (CER’s) negociada em 2008; e ao valor de 1.726.452 euros obtido com a alienação de licenças de CO2 consideradas excedentárias, tendo por base o número de toneladas atribuídas e a produção de CO2 estimada.
ii)A rubrica de “Proveitos suplementares” refere-se essencialmente: (a) ao rendimento obtido com a cedência de utilização das linhas e redes da EDA à ZON TV Cabo Açoreana; (b) os rendimentos obtidos com a venda de sucata; e (c) compensações relativas à retoma de equipamentos atribuídas pela Vodafone à Globaleda.
iii) Rendimento relativo aos juros especializados sobre os montantes de compensação financeira de 2008 a receber nas tarifas de 2010. Estes juros são calculados à taxa de juro Euribor 3M+0.5pp conforme regulamento tarifário.
iv) A rubrica de “Juros dívida Compensação tarifária” inclui os ganhos decorrentes da actualização do valor descontado do saldo a receber (503.343 euros), devidos pelas prestações não reembolsadas pelo Estado, tal como previsto no Contrato de Convergência Tarifária assinado em 4 de Maio de 2003, e o acerto aos juros de mora (119.006 euros) recebidos até Setembro de 2009.
v) A rubrica de “Outros proveitos operacionais” inclui: (a) venda de cadernos de encargos; (b) as indemnizações de seguradoras por danos em equipamentos; (c) a venda de lâmpadas nos balcões da EDA inseridas no “Plano de promoção da eficiência no consumo de energia eléctrica”, financiado e aprovado pela ERSE. A redução registada face ao ano anterior deve-se à diminuição do valor de penalidades contratuais recebidas e das indemnizações recebidas por danos em equipamentos.
vi) Os dividendos recebidos em 2008 referem-se à distribuição de dividendos efectuada pela ZON TV Cabo Açoreana, SA, relativamente aos resultados do exercício de 2007.
29 Custos financeiros e proveitos financeiros
O detalhe dos custos financeiros incorridos e proveitos financeiros obtidos é como segue:
2008 2008
Custos fina nce iros
Juros em préstim os i) (4,9 75,826 ) (13,014,009)
Com iss ões, taxas aval e outros (7 45,005 ) (652,060)
Justo valor swaps taxa juro ii) (9 59,524 ) (1,392,927)
Juros swaps taxa juro iii) (3 94,327 ) -
(7,0 74,682 ) (15,058,996) Proveitos financeiros
Juros swaps iii) 436,532 79,563