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Cespe/UNB 201Auditor Fiscal do Trabalho – MTE

PROVA DE AUDITOR FISCAL DO TRABALHO MINISTÉRIO DO TRABALHO

3.  Cespe/UNB 201Auditor Fiscal do Trabalho – MTE

É  permitido  que  o  segurado  do  RGPS  receba  conjuntamente  os  benefícios  de  aposentadoria  por  tempo  de  contribuição  e  auxílio­doença  acidentário,  desde  que  estes decorram de diferentes contingências.

Comentário:

Também  já  falamos  sobre  isso  nas  páginas  anteriores  (questão  nº  12  da  prova  de  analista  do  seguro  social).  Não  é  possível  acumular  auxílio­doença  com  aposentadoria. Decreto 3.048/99:

Art. 167.  Salvo  no  caso  de  direito  adquirido,  não  é  permitido  o  recebimento  conjunto  dos seguintes benefícios da previdência social, inclusive quando decorrentes de acidente  do trabalho:

I ­ aposentadoria com auxílio­doença;

Percebe  como  as  questões  vão  começando  a  se  repetir,  basta  praticar,  que  você,  leitor, não será pego de surpresa na hora da prova, pois já terá resolvido questões de  todos os tipos possíveis. Gabarito: Errado. 4. Cespe/UNB. 2013. Auditor Fiscal do Trabalho – MTE A legislação previdenciária veda a concessão do auxílio­acidente quando o segurado,  mesmo sendo vítima de acidente de qualquer natureza, apresentar danos funcionais  ou redução da capacidade funcional sem repercussão na capacidade laborativa. Comentário: Sem dúvida! O risco social coberto pelo auxílio­acidente é a redução da capacidade  laborativa, se esta não ocorrer, não há o que se falar em concessão desse benefício.  Sobre o tema, veja o que diz o art. 86 da Lei 8.213/91: Art. 86. O auxílio­acidente será concedido, como indenização, ao segurado quando, após  consolidação  das  lesões  decorrentes  de  acidente  de  qualquer  natureza,  resultarem  seqüelas  que  impliquem  redução  da  capacidade  para  o  trabalho  que  habitualmente  exercia.

Gabarito: Certo.

5. Cespe/UNB. 2013. Auditor Fiscal do Trabalho – MTE

A  concessão  do  auxílio­acidente,  restrita  ao  segurado  empregado,  ao  trabalhador  avulso  e  ao  segurado  especial,  depende  da  ocorrência  de  acidente  de  qualquer  natureza,  com  produção  de  sequela  definitiva  e  efetiva  redução  da  capacidade  de  trabalho do segurado em decorrência dessa sequela.

Comentário:

Essa questão é do ano de 2013 e por isso foi dada como certa. Mas, com o advento  da Lei Complementar nº 150/2015 o auxílio­acidente também passou a ser devido ao  segurado empregado doméstico. Veja o que diz o art. 18, §1º

§  1o   Somente  poderão  beneficiar­se  do  auxílio­acidente  os  segurados  incluídos  nos 

incisos I, II, VI e VII do art. 11 desta Lei.

Os trabalhadores de que trata o inciso II do art. 11 são os empregados domésticos. Gabarito: Errado.

6. Cespe/UNB. 2013. Auditor Fiscal do Trabalho – MTE

O  auxílio­doença  é  encerrado  apenas  com  a  morte  do  segurado,  de  forma  que  o  segurado  poderá  recebê­lo  conjuntamente  com  qualquer  outro  benefício,  inclusive  com a aposentadoria por invalidez.

Comentário:

O auxílio­doença pode cessar nas seguintes hipóteses: I­ Recuperação da capacidade para o trabalho.

II­ Transformação em aposentadoria por invalidez.

III­  Transformação  em  auxílio­acidente  de  qualquer  natureza,  neste  caso  se,  após  a  consolidação  decorrente  de  acidente  de  qualquer  natureza,  resultar  sequela  que  implique redução da capacidade para o trabalho que habitualmente exercia IV­ Morte do segurado. Além disso, ele não pode ser acumulado com aposentadoria por invalidez (RPS, art.  167, I). Gabarito: Errado. 7. Cespe/UNB. 2013. Auditor Fiscal do Trabalho – MTE

Na  data  do  reajustamento,  o  valor  dos  benefícios  do  RGPS  não  poderá  exceder  o  limite  máximo  do  salário­de­benefício,  respeitados  os  direitos  adquiridos,  salvo  no  caso  da  aposentadoria  por  invalidez,  quando  o  segurado  necessitar  da  assistência  permanente  de  outra  pessoa,  situação  em  que  o  valor  será  acrescido  de  25%,  ainda  que o valor da aposentadoria atinja o limite máximo.

Comentário:

Existem duas hipóteses em que a renda mensal inicial poderá ser superior ao limite  máximo do salário­de­benefício. Uma das hipóteses foi apresentada na assertiva pela 

banca  examinadora.  Porém,  infelizmente  eles  esqueceram  o  outro  caso  em  que  o  valor  do  benefício  poderá  ser  superior  ao  teto  do  RGPS  e  deram  o  gabarito  da  assertiva  como  certo.  Refiro­me  ao  salário  maternidade  pago  às  seguradas  empregada e trabalhadora avulsa. Sobre o tema a legislação é clara, começando pela  Constituição Federal de 1988:

Art.  7º  São  direitos  dos  trabalhadores  urbanos  e  rurais,  além  de  outros  que  visem  à  melhoria de sua condição social:

XVIII  ­  licença  à  gestante,  sem  prejuízo  do  emprego  e  do  salário,  com  a  duração  de  cento e vinte dias; Para corroborar o direito expresso em nossa carta magna, a Lei 8.213/91 em seu art.  72 nos diz que a renda mensal inicial do salário maternidade corresponde à sua  remuneração integral: Art. 72. O salário­maternidade para a segurada empregada ou trabalhadora avulsa consistirá  numa renda mensal igual a sua remuneração integral. Infelizmente o examinador apegou­se a um entendimento isolado dos arts. 41­A, §1º  e 45, a da Lei 8.213/91.

Art.  41­A.  O  valor  dos  benefícios  em  manutenção  será  reajustado,  anualmente,  na  mesma  data  do  reajuste  do  salário  mínimo, pro  rata,  de  acordo  com  suas  respectivas  datas de início ou do último reajustamento, com base no Índice Nacional de Preços ao  Consumidor  ­  INPC,  apurado  pela  Fundação  Instituto  Brasileiro  de  Geografia  e  Estatística ­ IBGE.

§  1o   Nenhum  benefício  reajustado  poderá  exceder  o  limite  máximo  do  salário­de­

benefício na data do reajustamento, respeitados os direitos adquiridos. 

Art.  45.  O  valor  da  aposentadoria  por  invalidez  do  segurado  que  necessitar  da  assistência permanente de outra pessoa será acrescido de 25% (vinte e cinco por cento). Parágrafo único. O acréscimo de que trata este artigo:

a) será devido ainda que o valor da aposentadoria atinja o limite máximo legal;

O fato de a banca examinadora ter dado o gabarito desta questão como certo fez com  que ela descesse bastante no meu conceito. Todavia, como este é meu livro, eu posso  corrigir  tamanha  injustiça  cometida  contra  a  humanidade  e  dar  o  gabarito  como  errado.

Gabarito: Errado.

8. Cespe/UNB. 2013. Auditor Fiscal do Trabalho – MTE

A  assistência  social,  como  uma  das  ações  integrantes  da  seguridade  social,  deve  prover os mínimos sociais, por meio de iniciativas do poder público e da sociedade  com  o  propósito  de  garantir  o  atendimento  às  necessidades  básicas,  vedado  o  pagamento de qualquer benefício pecuniário.

Comentário:

A  assistência  social  paga  benefícios  pecuniários.  Os  principais  exemplos  são  os  Benefícios  de  Prestação  Continuada  à  pessoa  idosa  e  a  pessoa  com  deficiência, 

previstos  na  Lei  Orgânica  de  Assistência  Social  (LOAS),  que  inclusive,  apesar  de  serem  benefícios  assistenciais,  são  mantidos  pelo  INSS.  Você,  futuro  servidor  do  Instituto Nacional do Seguro Social, que conseguiu chegar até essa página, mesmo o  livro sendo escrito por um autor com péssimas piadas, saiba que, provavelmente, a  tua  principal  demanda  quando  entrar  na  autarquia  será  conceder  os  citados  benefícios.  Vale conferir a previsão na LOAS (Lei 8.742/1993): Art. 20.  O benefício de prestação continuada é a garantia de um salário­mínimo mensal  à pessoa com deficiência e ao idoso com 65 (sessenta e cinco) anos ou mais que  comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção nem de tê­la provida por  sua família. Gabarito: Errado. 9. Cespe/UNB. 2013. Auditor Fiscal do Trabalho – MTE A seguridade social é financiada por toda a sociedade, de forma indireta, nos termos  da  lei,  mediante  recursos  provenientes  dos  orçamentos  da  União,  dos  estados,  do  Distrito Federal e dos municípios.

Comentário:

Num primeiro momento você pode pensar “nossa, que questão boba”. Mas, em que  pese ela apenas pegar o texto da constituição e retirar uma palavra, achei a assertiva  muito boa. Vamos ao texto que está na constituição:

Art.  195.  A  seguridade  social  será  financiada  por  toda  a  sociedade,  de  forma  direta  e  indireta,  nos  termos  da  lei,  mediante  recursos  provenientes  dos  orçamentos  da  União,  dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, e das seguintes contribuições sociais: Aqui  serão  separados  os  meros  repetidores  de  informação  dos  pensadores  de  verdade. Alguém que apenas decorou o texto da constituição vai dizer que a assertiva  está errada porque a seguridade social é financiada de forma direta e indireta e lá ela  só diz que será financiada de forma indireta. Bem, está na hora de fazer uma grande  revelação: o fato de a assertiva não citar que a Seguridade Social será financiada de  forma  direta  não  faz  dela  errada.  É  ou  não  é  verdade  que  a  Seguridade  Social  será  financiada de forma indireta? Está ou não está na constituição? Então, meu colega, a  assertiva está correta e muita gente escorregou nela.

Gabarito: Certo.

10. Cespe/UNB. 2013. Auditor Fiscal do Trabalho – MTE

A meta da universalidade da cobertura e do atendimento a que se refere a CF é a de  que  as  ações  destinadas  a  assegurar  os  direitos  relativos  à  saúde,  à  previdência  e  à  assistência  social  alcancem  todas  as  pessoas  residentes  no  país,  sem  nenhuma  distinção.

Comentário: É isso aí! A meta da universalidade da cobertura pretende que todos os riscos sociais  possam ser cobertos e a da cobertura do atendimento que a Seguridade Social chegue  a todos, respeitados os critérios estabelecidos em lei para a obtenção dos benefícios. Gabarito: Certo. 11. Cespe/UNB. 2013. Auditor Fiscal do Trabalho – MTE

Para  o  cálculo  dos  valores  dos  benefícios  previdenciários,  são  considerados  os  salários de contribuição, sendo, no caso da aposentadoria especial, contabilizados os  trinta e seis últimos salários, corrigidos monetariamente. Comentário: Nada de 36 últimos, foi­se o tempo! A renda mensal inicial da maioria dos benefícios  leva em conta uma coisinha chamada salário de benefício, que nada mais é que uma  base de cálculo para se chegar ao valor da prestação previdenciária. Vejamos o que  diz a Lei 8.213/91 sobre esse danadinho: Art. 29. O salário­de­benefício consiste:

I  ­  para  os  benefícios  de  que  tratam  as  alíneas b e c do  inciso  I  do  art.  18,  na  média  aritmética simples dos maiores salários­de­contribuição correspondentes a oitenta por cento  de todo o período contributivo, multiplicada pelo fator previdenciário;   II ­ para os benefícios de que tratam as alíneas a, d, e e h do inciso I do art. 18, na média  aritmética simples dos maiores salários­de­contribuição correspondentes a oitenta por cento  de todo o período contributivo. Para quem se filiou até 28/11/1999, véspera da publicação da Lei 9.876/99, só serão  considerados  para  o  cálculo  do  salário  de  benefício  os  salários  de  contribuição  referentes às competências de julho de 1994 em diante. 

E  aí  eu  fiz  uma  constatação  chocante:  para  quem  se  filiou  depois  de  28/11/1999  também  só  serão  considerados  os  salários  de  contribuição  posteriores  a  julho  de  1994. “Mas Leon...” (Leon sou eu) “...lá na lei 9.876/99 diz que isso aí só se aplica a  quem se filiou antes, para quem se filiou depois num tem isso não”. Verdade e aí está  a constatação que vai me render o Prêmio Nobel do Direito Previdenciário: quem se  filiou após 28/11/1999 não poder ter salário de contribuição anterior a juho de 1994  (palmas). Gabarito: Errado. 12. Cespe/UNB. 2013. Auditor Fiscal do Trabalho – MTE A previdência social brasileira, além dos regimes geral e próprios, é formada pelo  regime de previdência complementar, de caráter facultativo, organizado de forma 

autônoma e baseado na constituição de reservas que garantam o pagamento dos  benefícios contratados. Comentário: É o que diz a literalidade do art. 202 da Constituição Federal de 1988: Art. 202. O regime de previdência privada, de caráter complementar e organizado de  forma autônoma em relação ao regime geral de previdência social, será facultativo,  baseado na constituição de reservas que garantam o benefício contratado, e regulado por  lei complementar.  Gabarito: Certo. 13. Cespe/UNB. 2013. Auditor Fiscal do Trabalho – MTE A justificação administrativa, utilizada para a comprovação de tempo de serviço, de  dependência  econômica,  de  identidade  e  de  relação  de  parentesco,  deve,  para  produzir  efeito,  estar  baseada  em  prova  material,  não  sendo  admitida  prova  exclusivamente testemunhal. Comentário: A assertiva está correta. Vamos ao Decreto 3.048/99: Art. 142. A justificação administrativa constitui recurso utilizado para suprir a falta ou  insuficiência de documento ou produzir prova de fato ou circunstância de interesse dos  beneficiários, perante a previdência social.

§ 1º Não  será  admitida  a  justificação  administrativa  quando  o  fato  a  comprovar  exigir  registro público de casamento, de idade ou de óbito, ou de qualquer ato jurídico para o  qual a lei prescreva forma especial.

§ 2º O  processo  de  justificação  administrativa  é  parte  de  processo  antecedente,  vedada  sua tramitação na condição de processo autônomo.

Art. 143. A justificação administrativa ou judicial, no caso de prova exigida pelo art. 

62,  dependência  econômica,  identidade  e  de  relação  de  parentesco,  somente 

produzirá  efeito  quando  baseada  em  início  de  prova  material,  não  sendo  admitida  prova exclusivamente testemunhal.

A prova de que fala art. 62 é a de tempo de contribuição. Gabarito: Certo.

14. Cespe/UNB. 2013. Auditor Fiscal do Trabalho – MTE

O  bolsista  que  se  dedique,  em  tempo  integral,  a  pesquisa,  em  curso  de  especialização,  pós­graduação,  mestrado  ou  doutorado,  no  Brasil  ou  no  exterior,  desde  que  não  esteja  vinculado  a  qualquer  regime  de  previdência  social,  será  considerado segurado obrigatório do RGPS.

Essa  é  a  literalidade  do  art.  11,  §1º,  VIII  do  Decreto  3.048/99.  Palmas  para  o  examinador e sua imensa criatividade!

Gabarito: Certo.

15. Cespe/UNB. 2013. Auditor Fiscal do Trabalho – MTE

Dona  de  casa  inscrita  como  segurada  facultativa  do  RGPS  poderá  recolher  contribuições em atraso, desde que a primeira contribuição tenha sido recolhida sem  atraso  e  não  seja  ultrapassado  o  prazo  de  seis  meses  após  a  cessação  das  contribuições. Comentário: A assertiva está de acordo com o que diz o §4º do Decreto 3.048/99: § 4º  Após a inscrição, o segurado facultativo somente poderá recolher contribuições em  atraso quando não tiver ocorrido perda da qualidade de segurado, conforme o disposto  no inciso VI do art. 13. Gabarito: Certo 16. Cespe/UNB. 2013. Auditor Fiscal do Trabalho – MTE

Indivíduo  que  exerce,  de  forma  autônoma,  atividade  de  contador  devidamente  reconhecida  pelo  órgão  de  classe  é  considerado,  de  acordo  com  a  legislação  previdenciária, segurado facultativo.

Comentário:

Apesar de muitos trabalhadores autônomos acharem que sua filiação à previdência é  facultativa,  ou  se  não  acharem,  agirem  como  se  assim  fosse,  esse  trabalhador  é  segurado  obrigatório  do  RGPS  na  categoria  de  contribuinte  individual.  A  previsão  legal está no art. 11 V, “h” da Lei 8.213/91:

Art. 11. São segurados obrigatórios da Previdência Social as seguintes pessoas físicas:  V ­ como contribuinte individual:

h)  a  pessoa  física  que  exerce,  por  conta  própria,  atividade  econômica  de  natureza  urbana, com fins lucrativos ou não;  Gabarito: Errado. 17. Cespe/UNB. 2013. Auditor Fiscal do Trabalho – MTE Apesar de integrarem a segunda classe de dependentes, os pais poderão fazer jus ao  recebimento de pensão por morte, desde que comprovem a dependência econômica  do segurado a eles, ainda que existam dependentes que integrem a primeira classe. Comentário:

A existência de um dependente de primeira classe exclui o direito ao recebimento da  pensão por morte dos dependentes das classes seguintes. Lei 8.213/91, art. 16, §1º: § 1º A existência de dependente de qualquer das classes deste artigo exclui do direito às  prestações os das classes seguintes. Gabarito: Errado. 18. Cespe/UNB. 2013. Auditor Fiscal do Trabalho – MTE

O  companheiro  e  a  companheira,  desde  que  comprovem  a  existência  de  união  estável, integram o rol de dependentes da primeira classe, o que lhes permite receber  pensão por morte ou auxílio­reclusão, conforme o caso.

Comentário:

Verdade verdadeira. Lei 8.213/91:

Art. 16. São  beneficiários  do  Regime  Geral  de  Previdência  Social,  na  condição  de  dependentes do segurado:

I  ­  o  cônjuge,  a  companheira,  o  companheiro  e  o  filho  não  emancipado,  de  qualquer  condição, menor de 21 (vinte e um) anos ou inválido ou que tenha deficiência intelectual  ou mental que o torne absoluta ou relativamente incapaz, assim declarado judicialmente; § 3º Considera­se companheira ou companheiro a pessoa que, sem ser casada, mantém  união estável com o segurado ou com a segurada, de acordo com o § 3º do art. 226 da  Constituição Federal. Gabarito: Certo.

PROVA DE PROCURADOR FEDERAL.