I – Teste de sensibilidade por disco difusão com o disco de
Cefoxitina.
II – Teste de sensibilidade para determinação do MIC de
Oxacilina.
III – Teste de screening com Oxacilina 6 mcg/mL (somente
Atualizações para Staphylococcus spp.,
I – Teste de Sensibilidade por Disco Difusão:
Usar o disco de Cefoxitina de 30 mcg – este funciona como
um marcador com alta sensibilidade e especificidade para detecção de resistência à Oxacilina mediada pelo gene MecA.
Para Staphylococcus aureus e Staphylococcus
lugdunensis.
Se: zona de diâmetro da Cefoxitina ≤ 21mm – reportar
Atualizações para Staphylococcus spp.,
I – Teste de Sensibilidade por Disco Difusão:
Para Staphylococcus coagulase negativa.
Se: zona de diâmetro da Cefoxitina ≤ 24mm – reportar
resultado como RESISTENTE à OXA (expressa correlação com a presença do gene MecA).
a presença do gene MecA).
Se: zona de diâmetro de Cefoxitina ≥ 25 mm – reportar
Atualizações para Staphylococcus spp.,
I
–
Teste
de
Sensibilidade
por
Disco
Difusão
-
CEFOXITINA:
Sempre liberar o resultado da OXA e não da CEFOXITINA,
pois esta é um marcador in vitro daquela.
Liberar o resultado de outras drogas betalactâmicas de
acordo com o resultado da CEFOXITINA – com exceção das novas cefalosporinas com atividade anti-MRSA { Ceftaroline e Ceftobiprole}; cujos resultados deverão ser
Atualizações para Staphylococcus spp.,
I
–
Teste
de
Sensibilidade
por
Disco
Difusão
-
CEFOXITINA:
Fatores críticos para determinação da resistência a OXA:
Temperatura – 33 e 35ºC em ar ambiente. Temperatura – 33 e 35ºC em ar ambiente.
Temperaturas maiores podem levar a resultados com
FALSA SENSIBILIDADE .
Tempo de Incubação – deve ser no mínimo de 24 horas para
Atualizações para Staphylococcus spp.,
II – Teste de Sensibilidade para Determinação do MIC:
A determinação do MIC de OXACILINA pode ser realizada
pela técnica tradicional de microdiluição, automação ou Etest.
Interpretação:
Para Staphylococcus aureus e Staphylococcus lugdunensis. Resistente: MIC ≥ 4 mcg/mL.
Atualizações para Staphylococcus spp.,
Staphylococcus spp., e Resistência aos Glicopeptídeos:
Grupo de drogas – Vancomicina e Teicoplanina.
Os primeiros isolados que apresentaram resistência intermediária
a Vancomicina foram também resistentes a Teicoplanina. a Vancomicina foram também resistentes a Teicoplanina.
Os isolados que apresentam este perfil receberam a denominação
de GISA – Staphylococcus aureus com resistência intermediária aos glicopeptídeos.
A grande maioria continua sensível à VANCO, porém há relatos
Atualizações para Staphylococcus spp.,
Staphylococcus spp., e Resistência aos Glicopeptídeos:
De uma maneira geral: um MIC de 0.5 a 2 mcg/mL é uma
concentração necessária para inibição de mais de 90% das cepas.
Os pontos de corte para Staphylococcus aureus e Staphylococcus
Atualizações para Staphylococcus spp.,
Staphylococcus spp., com sensibilidade diminuída aos
Glicopeptídeos, podem ser classificados como:
1. Sensibilidade Intermediária à Vancomicina:
Staphylococcus aureus: MIC entre 4 e 8mcg/mL – VISA.
Staphylococcus coagulase negativa: MIC entre 8 – 16mcg/mL.
2. Resistentes à Vancomicina:
Staphylococcus aureus: MIC ≥ 16 mcg/mL – VRSA.
Staphylococcus coagulase negativa: MIC ≥ 32 mcg/mL.
3. Heteroresistentes à Vancomicina (HVISA):
Cepas com MIC ≤ 2 mcg/mL, com subpopulações de células
Atualizações para Staphylococcus spp.,
Staphylococcus spp., com sensibilidade diminuída aos
Glicopeptídeos, podem ser classificados como:
3. Heteroresistentes à Vancomicina (hVISA):
Cepas hVISA não são facilmente detectadas no LMC de
rotina o que pode denotar falha terapêutica frente aos rotina o que pode denotar falha terapêutica frente aos Glicopeptídeos.
Para realização do antibiograma deve-se considerar as
Atualizações para Staphylococcus spp.,
Qualquer cepa nesta condição deve ter sua identificação
confirmada e o resultado liberado através de MIC.
Como alternativa o disco de Teicoplanina pode compor o
antibiograma e o seu resultado sinalizar a resistência aos antibiograma e o seu resultado sinalizar a resistência aos Glicopeptídeos quando a zona de diâmetro for ≤ 11 ou MIC ≥16 mcg/mL.
Fluxo para Teste de Triagem para Glicopeptídeos
Teste de Sensibilidade por Disco Difusão usando Vancomicina e Teicoplanina bem como BHI – Vancomicina 6mcg/mL
BHI – Vancomicina – Ausência de crescimento com 24 h.
Teicoplanina com zona de diâmetro ≥ 15 mm Vancomicina: desconsiderar qualquer
crescimento
BHI – Vancomicina – Considerar qualquer crescimento com 24 h.
Teicoplanina com zona de diâmetro ≤ 13 mm Vancomicina: sem halo de inibição = 6 mm
Reportar Teicoplanina sensível e determinar o MIC da Vancomicina antes de liberar o
resultado
Possível GISA / GRSA
Checar a pureza da cultura e se está livre de contaminação. Confirmar a identificação do isolado.
Atualizações para Staphylococcus spp.,
Linezolida: representante da classe das Oxazolidinonas
expressa atividade contra a maioria das bactérias Gram (+) patogênicas, incluindo MRSA e VISA.
As bactérias G(+) podem adquirir resistência à Linezolida
geralmente como o resultado de uma mutação no RNA geralmente como o resultado de uma mutação no RNA ribossomial 23S.
Este é o mecanismo mais comum de resistência ao
Staphylococcus aureus e o único relatado contra o Enterococcus faecium.
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Metodologia para Teste in vitro para Linezolida:
O CLSI padroniza metodologia de disco difusão e
microdiluição; porém alguns estudos relatam problemas com falsos resultados resistentes de Linezolida quando usada a metodologia de Etest e Vitek2
metodologia de Etest e Vitek2
Deve ser considerado que qualquer resultado resistente à
Linezolida deve ser confirmada com metodologia de microdiluição para confirmação do MIC em decorrência de sua
Staphylococcus (M2 e M7 do M100 S20) Disco difusão Zona de diâmetro em mm Microdiluição Concentração Inibitória Mínima em mcg/mL Linezolida (30 mcg/mL) S I R S I R
Critérios Interpretativos para Linezolida em Janeiro de 2010
≥ 21 -- ≤ 20 ≤ 4 -- ≥ 8 Controle de Qualidade Staphylococcus aureus ATCC® 25923 Staphylococcus aureus ATCC® 29213 Linezolida (30 mcg/dL) 25 – 31 mm 1 – 4 mcg/mL