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UNIDADE 3 – FORMATO MARC21 E CODIFICAÇÕES DO REGISTRO

2.2. CODIFICAÇÕES

Para que a catalogação cooperativa ocorra, além dos for-matos de metadados (MARC21 e Dublin Core), os registros bi-bliográficos precisam seguir uma codificação, que nada mais é do que um conjunto de códigos responsável pela definição da disposição das informações na estrutura do registro. Você estu-dará neste tópico duas codificações: a ISO 2709 e o MARCXML.

ISO 2709

Na década de 1960, quando o intercâmbio de metadados era feito através de fitas magnéticas, o compartilhamento de re-gistros passou a seguir uma sequência codificada, que resultou na criação de uma norma denominada ISO 2709, utilizada no

in-UNIDADE 3 – FORMATO MARC21 E CODIFICAÇÕES DO REGISTRO BIBLIOGRÁFICO

tercâmbio de dados até hoje. A ISO 2709 é a responsável pela de-finição da estrutura do formato de comunicação entre registros.

Conforme Assumpção (2013, p. 29):

Apesar das normas para a codificação terem sido atualizadas no decorrer dos anos, nota-se que não houve mudanças substan-ciais na codificação, de modo que os registros nos atuais Forma-tos MARC 21 são, em sua maior parte, codificados quase que da mesma forma com que eram codificados os registros na década de 1960, seja para propósitos de recuperação, por exemplo, via protocolo Z39.50, seja de importação entre sistemas de geren-ciamento de bibliotecas ou de armazenamento em bancos de dados.

O protocolo Z39.50, citado por Assumpção, é um conjunto de regras que auxilia na comunicação e recuperação de dados entre dois sistemas distintos. Por possibilitar a troca de informa-ção entre computadores com o menor número de erros possível, o protocolo Z39.50 contribui diretamente para a interoperabili-dade de dados.

A atualização vigente da ISO 2709 data de 2008. O forma-to de comunicação entre registros estabelecido pela norma é representado a partir de uma estrutura, a qual é a base para a apresentação do registro em MARC21. Um registro bibliográfico em formato MARC é formado por três elementos: líder, diretório e campos variáveis. Essa estrutura de intercâmbio é estabelecida pela norma internacional ISO 2709. Para o intercâmbio de dados, tal estrutura se dispõe da seguinte maneira, como você pode ob-servar na Figura 4:

00879cam a22002777a 4500001001000000003000800010005001700018008004100035020002400 0760350024001000400012001240410013001360820012001490920016001 6110000330017724000560021024500830026625000130034926000450036 2300002100407490003200428500005900460700003700519852001700556 949002800573-000077338-BR-RjBN-20110617153007.2-870814s20020000brj 000 1 por d--a8520912869 (broch.)-a2003040214532054med-aBrbpor-1 aporheng-04-a823221-aVI-164,3,41-1 aChristie, Agatha,d1890-1976-04aThe adventure of the Christmas pudding.lPortuguês-12aA aventura do pudim de Natal /-cAgatha Christie ; tradução Vania A. Salek. --a8. ed. --aRio de Janeiro :bNova Fronteira,c2002.-a251p. ;c21cm. --a(Coleção Agatha Christie)-aTradução de: The adventure of the Christmas pudding.-1 aSalek, Vânia de Almeida,-d1951--aObras Gerais-a1.064.988 DL

09/04/2003-Fonte: Biblioteca Pública do Paraná.

Figura 4 Registro estruturado no formato intercâmbio. a) Líder

Esse elemento corresponde à primeira linha indicada no registro bibliográfico. As disposições dos dados inseridos, já descritas no tópico 2.1 desta unidade, são geradas automaticamente após o preenchimento das informações pelo bibliotecário.

Líder – contém as informações que permitem o processamento de um registro; apresenta números e códigos identificáveis pela posição; abrange as 24 primeiras posições de um registro (VIEIRA, 2014, p. 116).

b) Diretório

O Diretório é uma sequência numérica que está disposta logo após o Líder. Ele é responsável por transmitir quais campos constam no registro e onde está localizado cada um desses campos. Segundo a definição de Vieira (2014, p.116), o Diretório:

apresenta uma série de entradas de tamanho fixo, uma para cada campo variável do registro. Cada entrada possui 12 posições e apresenta três partes: a tag, ou etiqueta do campo, o tamanho do campo e a posição inicial do campo. O diretório vem após o Líder e fica na posição 24 do registro, sendo gerado automaticamente (VIEIRA, 2014, p. 116).

Fonte: Biblioteca Pública do Paraná.

Figura 4 Registro estruturado no formato intercâmbio. a) Líder

Esse elemento corresponde à primeira linha indicada no registro bibliográfico. As disposições dos dados inseridos, já des-critas no tópico 2.1 desta unidade, são geradas automaticamen-te após o preenchimento das informações pelo biblioautomaticamen-tecário.

Líder – contém as informações que permitem o processamento de um registro; apresenta números e códigos identificáveis pela posição; abrange as 24 primeiras posições de um registro (VIEI-RA, 2014, p. 116).

b) Diretório

O Diretório é uma sequência numérica que está disposta logo após o Líder. Ele é responsável por transmitir quais campos constam no registro e onde está localizado cada um desses cam-pos. Segundo a definição de Vieira (2014, p.116), o Diretório:

apresenta uma série de entradas de tamanho fixo, uma para cada campo variável do registro. Cada entrada possui 12

po-UNIDADE 3 – FORMATO MARC21 E CODIFICAÇÕES DO REGISTRO BIBLIOGRÁFICO

sições e apresenta três partes: a tag, ou etiqueta do campo, o tamanho do campo e a posição inicial do campo. O diretório vem após o Líder e fica na posição 24 do registro, sendo gerado automaticamente (VIEIRA, 2014, p. 116).

c) Campos variáveis

Os campos preenchidos manualmente pelo bibliotecário catalogador, como os campos de títulos e responsabilidades, são chamados de Campos Variáveis. Os dados inseridos nestes cam-pos são indicados por códigos de subcamcam-pos e seguem o padrão de descrição bibliográfica AACR2. Os campos variáveis são, de acordo com Vieira (2014, p. 116):

Campos Variáveis – os dados, ou informação do registro, estão organizados em campos variáveis ou de conteúdo variável iden-tificado por uma tag, ou etiqueta, composta por três caracteres numéricos. Existem dois tipos de campos variáveis:

• Campos de controle – são campos que não contêm indi-cadores nem subcampos.

• Campos de dados – são agrupados em blocos de acordo com o primeiro caractere da tag; o tipo de informação no campo é identificado pelos caracteres restantes da

tag.

o Indicadores – são as duas primeiras posições no campo de dados variáveis; são representados por um caractere numérico ou alfabético minús-culo;

o Códigos de subcampos – representados por dois caracteres que distinguem as informações den-tro do campo; apresenta um delimitador ($) e um identificador de dado, que pode ser um ca-ractere numérico ou alfabético minúsculo.

MARCXML

As atuais tecnologias de informática fazem uso de lingua-gens de marcação, como HTML ou XML. São conjuntos de códi-gos que, aplicados a dados, permitem que outros computado-res e pessoas os leiam. O Extensible Markup Language (XML) é uma linguagem de marcação que padroniza uma sequência de dados que tem sido aplicada frequentemente nos processos de catalogação.

Em 1980 a International Business Machine (IBM) criou a

General Markup Language (GML), que mais tarde se tornou a Standard Generalized Language (SGML), uma linguagem que,

assim como a ISO 2709, é responsável pela estruturação de do-cumentos. A XML foi criada em 1996 e disponibilizada em 1998 pela W3C para substituir a SGML, tida como muito mais comple-xa. XML é uma linguagem de marcação que permite a criação de novas tags, conforme a necessidade do registro, o que faz com que informações não sejam perdidas durante o processo de con-versão de dados. Veja o exemplo a seguir das linguagens HTML e XML:

Linguagem HTML Linguagem XML

<b> bolsa</b> <autor> Agatha Christie </autor> Figura 5 Linguagens HTML e XML.

Na linguagem HTML, os códigos <b> e </b>, por exemplo, indicam que a palavra, frase ou termo entre eles aparecerá, já na sua apresentação final, entre negrito. A linguagem XML funciona de maneira aproximada, pois também utiliza códigos no mesmo formato (entre <> e </>). Entretanto, os termos que compõem tais códigos da XML são estabelecidos para o compartilhamento de dados, como, por exemplo, os códigos <autor> e </autor>,

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que em XML indicam que a palavra, frase ou termo indicado en-tre eles deve se referir ao autor. Apesar das estruturas de tais linguagens parecerem previamente semelhantes, a falta de pa-dronização da HTML interfere diretamente na interoperabilidade dos dados. Isso ocorre porque a Hypertext Markup Language, a HTML, não foi projetada para transportar dados entre sistemas distintos, mas sim para expor dados, o que faz com que nave-gadores interpretem tais informações de diferentes formas. En-tende-se assim, em termos simples e rasos, que a XML indica a estrutura e disposição dos dados enquanto a HTML indica, entre outras especificidades, o formato de apresentação dos dados.

Neste contexto, a LC, com a intenção de prolongar o uso do MARC21, desenvolveu uma estrutura que trata metadados em um ambiente que trabalha com a linguagem XML. A princípio, a LC foi responsável pela criação de um Document Type Definition

(DTD) para a SGML, que nada mais é do que um documento que

trata da gramática padrão que deve ser aplicada à determinada linguagem, no caso a SGML. O próximo passo foi a criação de um DTD para a linguagem XML, o DTD XML. Entretanto, tais DTDs eram ainda muito extensos e complexos, o que fez com que a LC criasse ainda um outroDTD, que tinha como primícias os campos do MARC21, denominado MARCXML.

É possível hoje converter, por exemplo, um registro MARC21 codificado nas linguagens ISO 2709, SGML e XML, como muito bem exposto por Assumpção e Santos (2015, p. 65). Po-rém, entre tais codificações, a XML é a que apresenta menor perda de dados durante a conversão de registros, já que o MAR-CXML possibilita a criação de tags de acordo com a necessidade da catalogação. Observe a Figura 6.

É importante considerar ainda que, por ser criado na déca-da de 1960, o MARC teve como alicerce os catálogos em fichas e, por isso, sua utilidade é hoje questionada, já que é preciso nor-mas, linguagens e softwares específicos para aproximar a gestão de registros bibliográficos da tecnologia computacional atual. Al-guns pesquisadores da área defendem que a raiz de tal complexi-dade está nos códigos de catalogação, como o AACR2, outros nos softwares utilizados por bibliotecas e centros de informação. De qualquer modo, apesar do MARCXML, muitas bibliotecas, como a BN, utilizam ainda a ISO 2709 para codificação de dados. Mes-mo que tais recursos sejam substituídos em razão de uma cata-logação menos complexa e mais funcional, o caminho para isso tende a ser longo e desafiador.

Fonte: Assumpção e Santos (2015, p. 65).

Figura 6 Codificações desenvolvidas pela LC.

UNIDADE 3 – FORMATO MARC21 E CODIFICAÇÕES DO REGISTRO BIBLIOGRÁFICO <?xml version=”1.0” encoding=”UTF-8”?> -<marc:collection xsi:schemaLocation=”http://www.loc.gov/MARC21/slim http://www.loc.gov/standars/marcxml/schema/MARC21slim.xsd” xmlns:xsi=”http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance” xmlns:marc=”http://www.loc.gov/MARC21/slim”> - <marc:record>

<marc:leader>02631cam a2200433 4500</marc:leader> <marc:controfield tag=”001”>158709</marccontrolfield>

<marc:controfield tag=”005”>20110119173040.0</marccontrolfield> <marc:controfield tag=”008”>900925s1619 enk|||| 00| || eng d</marc-controlfield>

- <marc:datafield tag=”035” ind2=” “ ind1=” “>

<marc:subfield code=”9”>ESTCS101130</marc:subfield></ marc:datafield>

- <marc:datafield tag=”035” ind2=” “ ind1=” “>

<marc:subfield code=”a”>158709</marc:subfield></ marc:datafield>

- <marc:datafield tag=”040” ind2=” “ ind1=” “>

<marc:subfield code=”a”>Cu-RivES</marc:subfield> <marc:subfield code=”c”>Cu-RivES</marc:subfield> <marc:subfield code=”d”>CStRLIN</marc:subfield> <marc:subfield code=”e”>dcrb</marc:subfield> <marc:subfield code=”d”>UtOrBLW</marc:subfield> </marc:datafield>

- <marc:datafield tag=”245” ind2=”4“ ind1=”0“>

<marc:subfield code=”a”>The actress of the embassage, passed at meaning of the lords and princes of Germany at Naumburg in Thuring, concerning the matters there moued by Pope Pius the .iiii. in the yeare of our Lorde. 1561. And the fifth daie of February. </marc:subfield>

<marc:subfield code=”b”>Item, the aunswere of the same lords & princes, geuen to the Popes Nuntio vpon the eight daye of February. Trans-lated out of Dutche into English by R.W </marc:subfield>

</marc:datafield>

Fonte: adaptado de Blake (2014, s/p).

Antes de realizar as questões autoavaliativas propostas

no Tópico 4, você deve fazer as leituras recomendadas no

Tó-pico 3. 2, que versam sobre os diferentes tipos de codificações

aplicadas à representação descritiva.

Vídeo complementar ––––––––––––––––––––––––––––––– Neste momento, é fundamental que você assista ao vídeo complementar.

Para assistir ao vídeo pela Sala de Aula Virtual, clique no ícone Vi-deoaula, localizado na barra superior. Em seguida, selecione o nível de seu curso (Graduação), a categoria (Disciplinar) e o tipo de vídeo (Complementar). Por fim, clique no nome da disciplina para abrir a lista de vídeos.

Para assistir ao vídeo pelo seu CD, clique no botão “Vídeos” e sele-cione: Representação Descritiva: Catalogação – Vídeos Complemen-tares – Complementar 3.

––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––

3. CONTEÚDO DIGITAL INTEGRADOR

O Conteúdo Digital Integrador representa uma condição necessária e indispensável para você compreender integralmen-te os conintegralmen-teúdos apresentados nesta unidade.

3.1. FORMATOS DE METADADOS

É evidente, neste ponto, que o avanço da tecnologia in-terferiu e interfere diretamente no acesso à informação. Como aprendemos nesta unidade, os formatos de metadados reconhe-cidos internacionalmente são os responsáveis pela padronização de registros bibliográficos em catálogos automatizados, o que os torna peças fundamentais na catalogação cooperativa do século

UNIDADE 3 – FORMATO MARC21 E CODIFICAÇÕES DO REGISTRO BIBLIOGRÁFICO

21. No entanto, esses padrões não se limitam a tal função, pois tornaram-se essenciais também na recuperação e preservação da informação. Vale a pena conhecê-los um pouco mais.

• ALVES, R. C. V. Metadados para representação e

recuperação da informação em ambiente web

(vídeo). Disponível em: <https://www.youtube.com/ watch?v=zw0KC29lk0o>. Acesso em: 9 ago. 2017.

• MARCONDES, C. H. Interoperabilidade entre acervos digitais de arquivos, bibliotecas e museus: potencialidades das tecnologias de dados abertos interligados. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 21, n. 2, p. 61-83, abr./jun. 2016. Disponível em: <http:// portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/ view/2735/1748>. Acesso em: 9 ago. 2017.

• ALVES, M. D. R.; SOUZA, M. I. F. Estudo de correspondência de elementos metadados: Dublin Core e MARC21. Revista Digital de Biblioteconomia & Ciência

da Informação, v. 4, n. 2, p. 20-38, 2007. Disponível em:

<http://www.brapci.ufpr.br/brapci/v/a/7463>. Acesso em: 9 ago. 2017.

3.2. CODIFICAÇÕES

Como pudemos observar, a catalogação se aperfeiçoou para acompanhar o avanço tecnológico, o que gerou uma expan-são no número de informações produzidas nos mais diferentes formatos e tipos de suporte. Nesse cenário, com a intenção de agilizar o processo de catalogação cooperativa, foram desenvol-vidos conjuntos de códigos responsáveis pela definição da dis-posição das informações na estrutura do registro. As leituras

indicadas a seguir abordam situações de aplicabilidade das codi-ficações aqui discutidas.

• SOUZA, R. R.; ALVARENGA, L. A Web Semântica e suas contribuições para a ciência da informação. Revista

Ciência da Informação, v. 33, n. 1, 2004. Disponível em:

<http://revista.ibict.br/ciinf/article/view/1077/1176>. Acesso em: 9 ago. 2017.

• SIQUEIRA, Marcos Antonio. Extensible Markup Language – XML. In: ______. XML na Ciência da Informação: uma análise do MARC 21. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Universidade Estadual Paulista. Marília: UNESP, 2003. p. 69-81. Disponível em: <https://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Graduacao/ CienciadaInformacao/Dissertacoes/siqueira_ma_me_ mar.pdf>. Acesso em: 9 ago. 2017.

• SIQUEIRA, Marcos Antonio. MARC 21 em XML. In: ______. XML na Ciência da Informação: uma análise do MARC 21. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Universidade Estadual Paulista. Marília: UNESP, 2003. p. 82-92. Disponível em: <https:// www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Graduacao/ CienciadaInformacao/Dissertacoes/siqueira_ma_me_ mar.pdf>. Acesso em: 09 ago. 2017.

4. QUESTÕES AUTOAVALIATIVAS

A autoavaliação pode ser uma ferramenta importante para você testar o seu desempenho. Se encontrar dificuldades em responder às questões a seguir, você deverá revisar os conteú-dos estudaconteú-dos para sanar as suas dúvidas.

UNIDADE 3 – FORMATO MARC21 E CODIFICAÇÕES DO REGISTRO BIBLIOGRÁFICO

1) Dublin Core e MARC21 são:

a) Padrões para Descrição Bibliográfica. b) Normas.

c) Codificações estruturais.

d) Formatos padrões para metadados.

2) O Dublin Core é indicado principalmente para descrever documentos: a) Impressos.

b) Digitais. c) Cartográficos. d) Sonoros.

3) A ISO 2709 é a responsável:

a) Pela padronização de dados bibliográficos.

b) Pela definição das regras para descrição bibliográfica. c) Por padronizar a descrição bibliográfica de materiais digitais.

d) pela definição da estrutura do formato de comunicação entre registros. 4) O RDA é a norma que irá substituir:

a) O Dublin Core. b) O MARC21. c) O AACR2. d) A ISO 2709

5) O Extensible Markup Language (XML) é uma linguagem de marcação que padroniza uma sequência de dados que tem sido aplicada frequentemen-te nos processos de catalogação. Dentre as alfrequentemen-ternativas, qual corresponde à outra linguagem de marcação desenvolvida pela LC?

a) Dublin Core. b) MARC21. c) DTD XML. d) ABNT.

Gabarito

Confira, a seguir, as respostas corretas para as questões au-toavaliativas propostas: 1) d. 2) b. 3) d. 4) c. 5) c.

5. CONSIDERAÇÕES

Na Unidade 3 deste você conheceu temas relevantes para a área da Biblioteconomia. Aprendemos que o processo de cata-logação é feito de maneira estruturada e segue normas, padrões e formatos, como o MARC21, o Dublin Core, a ISO 2709 e a XML, que especificamos nesta unidade.

Como se trata de um estudo amplo, veja agora os materiais indicados no Conteúdo Digital Integrador, que acrescentarão ain-da mais conhecimento à sua formação profissional. Estuain-daremos na Unidade 4 a seguir os modelos conceituais FRBR e FRAD.

6. E-REFERÊNCIAS

Lista de figuras

Figura 6 Codificações desenvolvidas pela LC. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.

UNIDADE 3 – FORMATO MARC21 E CODIFICAÇÕES DO REGISTRO BIBLIOGRÁFICO

Figura 7 Exemplo de registro em MARCXML. Disponível em: <http://collation.folger.

edu/2014/09/folger-tooltips-getting-raw-hamnet-data/>. Acesso em: 10 ago. 2017. Sites pesquisados

ALVES, M. D. R.; SOUZA, M. I. F. Estudo de correspondência de elementos metadados: Dublin Core e MARC 21. Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Campinas, v. 4, n. 2, p. 20-38, jan./jun. 2007. Disponível em: <https://docs.google. com/viewerng/viewer?url=https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/rdbci/ article/viewFile/2019/2140>. Acesso em: 10 ago. 2017.

ASSUMPÇÃO, F. S. Conversão de registros em XML para MARC 21: um modelo baseado em folhas de estilo XSLT. 2013. 135 f. Dissertação (mestrado em Ciência da Informação) - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Faculdade de Filosofia e Ciências de Marília, 2013. Disponível em: <http://hdl.handle.net/11449/93658>. Acesso em: 10 ago. 2017.

ASSUMPÇÃO, F. S. Pontos de acesso: controlados, não controlados, autorizados e formas variantes. Fabrício Assumpção. 2012. Disponível em: <http://fabricioassumpcao. com/2012/01/pontos-de-acesso-controlados-nao.html> Acesso em: 10 ago. 2017. ASSUMPÇÃO, F. S.; SANTOS, P. L. V. A. C. Representação no domínio bibliográfico: um olhar sobre o MARC21. Perspectivas em Ciência da Informação, v. 20, n.1, 2015. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/ view/2054>. Acesso em: 10 ago. 2017.

ISO 2709:2008. Information and Documentation – Format for information exchange. Disponível em: <https://docs.google.com/viewer?a=v&pid=sites&srcid=ZGVmYXVsdG RvbWFpbnxtYW9saW5zfGd4OjdkYWRjYTlhOWYyYTk5Yzk>. Acesso em: 10 ago. 2017. lSTROUT, R. F. The development of catalog and cataloguing codes. Library Quaterly, v. 26, n. 4, p. 254-275, Oct. 1956. Disponível em: <https://bsf.org.br/wp- content/uploads/2017/05/STROUT-THE-DEVELOPMENT-OF-CATALOG-AND-THE-CATALOGUING-CODES.pdf>. Acesso em: 10 ago. 2017.

MORENO, F. P. BRASCHER, M. MARC, MARXML e FRBR: relações encontradas na literatura. Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v.17, n.3, p.13-25, set./dez. 2007. Disponível em: <https://www.pergamum.pucpr.br/redepergamum/trabs/2008.pdf>. Acesso em: 10 ago. 2017.

7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

MEY, E. S. A.; SILVEIRA, N. C. Catalogação no plural. Brasília: Briquet de Lemos, 2009. VIEIRA, R. Introdução à teoria geral da biblioteconomia. Interciência, 2014.

MODELOS CONCEITUAIS

Objetivos

• Conhecer e utilizar os modelos conceituais do tipo entidade-relacionamento.

Conteúdos

• FRBR • FRAD

Orientações para o estudo da unidade

Antes de iniciar o estudo desta unidade, leia as orientações a seguir:

1) Nesta unidade, aprenderemos sobre o FRBR e sobre o FRAD, dois modelos conceituais utilizados atualmente. Não se limite ao Caderno de Referência

de Conteúdo e busque aprofundar seu conhecimento sobre tais modelos.

Se preciso, faça pesquisas em bancos de dados.

2) Caso surja alguma dúvida sobre determinado conceito, busque identificá--lo no Glossário e no Esquema de Conceitos.

3) Ao terminar o estudo de um dos tópicos, leia os materiais complementa-res descritos no Conteúdo Digital Integrador.

1. INTRODUÇÃO

Além de modelos, princípios, regras designadas à

No documento REPRESENTAÇÃO DESCRITIVA: CATALOGAÇÃO (páginas 101-118)

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