UNIDADE 3 – FORMATO MARC21 E CODIFICAÇÕES DO REGISTRO
2.1. FORMATOS DE METADADOS
Popularmente definidos como dados sobre dados, os me-tadados são os dados descritivos codificados de um recurso bi-bliográfico. Ou seja, metadados são dados codificados. Confor-me acompanhamos o avanço da tecnologia computacional nos deparamos também com a inevitabilidade de atualização das formas de produção e de acesso à informação.
Durante a destacada década de 1960, foi realizado um estudo sobre a possibilidade de conversão das fichas
catalográ-UNIDADE 3 – FORMATO MARC21 E CODIFICAÇÕES DO REGISTRO BIBLIOGRÁFICO
ficas da LC para um formato legível por máquinas. Tal estudo, financiado pela Council on Library Resources (CLR), originou a Primeira Conferência de Catalogação legível por máquina, que tratou, dentre outros assuntos, da criação de um formato que permitisse tal leitura de registros bibliográficos. Durante a ter-ceira edição da conferência, em 1966 foi iniciado oficialmente o Projeto MARC, que era feito no início com a utilização de fitas magnéticas (ASSUMPÇÃO, 2015).
Com o desenvolvimento da tecnologia computacional, também nos deparamos com a necessidade de estabelecimen-to de novas estruturas de informação. À vista disso, o projeestabelecimen-to MARC sofreu modificações das quais derivaram diversas versões ao longo dos anos. O que, como estudamos na Unidade 1, resul-tou na atual versão, o formato MARC21. O MARC21 é um for-mato padrão para metadados que garante um diálogo entre as máquinas no século 21.
Mesmo com as diversas modificações do MARC21, a diver-sidade de suportes e formatos, somada à expansão do acesso à informação em rede, tornou evidente a carência de um formato padrão de metadados para a descrição de recursos disponíveis on-line, como textos, sons, vídeos e sites, que até então contam com especificações do MARC21 que nem sempre descrevem tais recursos com as especificações necessárias. Com essa perspecti-va, a World Wide Web Consortium (W3C) desenvolveu um outro formato de metadados denominado Dublin Core.
Como acervos mistos e outros novos ambientes que lidam com a gestão da informação tornaram-se também, com o passar do tempo, um universo de possibilidades para os profissionais bibliotecários, o conhecimento básico sobre esses dois formatos
tornou-se imprescindível. À vista disso, você conhecerá neste tó-pico um pouco mais sobre eles. Está preparado?
MARC21
Você já sabe que MARC21 é a denominação da versão atual do MARC, um formato padrão de metadados para registros bibliográficos. Mas, afinal, o que é exatamente o MARC? Para responder a essa pergunta, utilizaremos a princípio a definição de Vieira (2014, p. 113):
MARC é a abreviação de Machine Readable Catalog (em por-tuguês, catalogação legível por máquina), utilizada para deno-minar um projeto desenvolvido pela biblioteca do Congresso dos Estados Unidos com o objetivo de organizar e disseminar os dados bibliográficos num determinado formato, de forma que possam ser legíveis por máquinas. Essa iniciativa, que começou há cerca de 40 anos, fornece o mecanismo pelo qual computa-dores interpretam, utilizam e trocam entre si informações bi-bliográficas, e que juntos formam a base da maioria dos catálo-gos de bibliotecas usados atualmente. A sigla MARC tornou-se USMARC na década de 1980 e MARC21 no final de 1990.
O MARC tem como função promover a interoperabilidade entre registros, com a intenção de evitar que a catalogação de uma mesma obra tenha que ser refeita. Esse formato foi estabe-lecido de acordo com a ISO 2709, norma que estrutura o registro bibliográfico estabelecendo um padrão para a disposição dos da-dos. Dessa forma, graças à padronização, softwares de origens distintas que utilizam o MARC podem trocar registros bibliográfi-cos, concretizando a catalogação cooperativa entre instituições. Para indicação dos dados bibliográficos de um registro, o MARC21 utiliza campos de dados que são representados por
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tags compostas por três dígitos numéricos e divididos entre os
grupos, como você pode observar na Figura 1:
000 Líder
00X Campos de controle
02X - 09X Campos de Números e Códigos
1XX Entrada Principal (ponto de acesso principal) 20X - 24X Título e Título relacionado
25X - 28X Edição, Impressão, etc. 3XX Descrição física, etc.
4XX Séries
5XX Notas
6XX Assuntos
70X - 78X Entrada secundária (ponto de acesso secundário) 80X - 840 Entrada secundária para séries
841 - 88X Coleções, Localização, Gráficos alternados etc.
Fonte: Adaptado de PUC Rio (20016, s/p).
Figura 1 Campos MARC21.
O líder, indicado pelo campo 000, é o rótulo do registro que contém informações pertinentes no processo de intercâmbio de registros. Esse elemento é representado no MARC21 pela tag
000 que expõe a estrutura do registro. É seguido por um código
composto por 24 posições (00 – 23):
• 00 a 04 – Comprimento do Registro Lógico • 05 – Situação do Registro Bibliográfico • 06 – Tipo de material
• 07 – Nível bibliográfico • 08 – Tipo de controle • 09 – Indefinido
• 10 – Número de indicadores
• 11 – Números de códigos de subcampos • 12 a 16 – Endereço dos campos de dados • 17 – Nível de codificação
• 18 – Forma de catalogação descritiva • 19 – Ligação do registro
• 20 a 23 – Mapa do diretório
Os Campos de controle (00X), gerados automaticamente, são os campos que contêm informações codificadas que auxi-liam no intercâmbio de registros. Podem ser não repetitivos (NR) ou repetitivos (R). São indicados no formato MARC21 pelas tags:
001 – Número de Controle (NR)
003 – Identificador de Número de Controle (NR) 005 – Data e hora da última transação (NR) 006 – Características do material adicional (NR) 007 – Descrição física (NR)
008 – Informações gerais (NR)
Os campos representados pelas tags 02X, 1XX, 2XX, 3XX, 4XX, 5XX, 6XX, 7XX e 8XX são denominados variáveis. São preen-chidos pelo bibliotecário catalogador com os dados específicos do item. Podem ser não repetitivos (NR) ou repetitivos (R). As informações que podem ser identificadas por esses campos:
02X a 09X – Campos de números e códigos são os campos
para identificação de números como ISBN, código da língua etc.: 020 – Número do ISBN (R)
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041 – Código da língua (NR)
043 – Código da Área Geográfica (NR) 045 – Código Cronológico (NR)
080 – Número da CDU (R) 082 – Número da CDD (R)
092 – Localização fixa da obra (R)
1XX – Campos para Entrada principal (ponto de acesso principal):
100 – Entrada principal para nome pessoal (NR) 110 – Entrada principal para entidade coletiva (NR) 111 – Entrada principal para nome de evento (NR) 130 – Entrada principal para título uniforme (NR)
20X a 24X – Campos para Título e título relacionado:
240 – Título uniforme (NR)
243 – Título convencionado para arquivamento (NR) 245 – Título principal da obra (NR)
25X a 28X – Campos de edição, impressão etc.:
256 – Características de arquivo de computador (NR) 260 – Imprenta (distribuição, publicação, etc.) (R)
3XX – Descrição física:
300 – Descrição física (R) 338 – Tipo de suporte (R)
347 – Características do arquivo digital (R)
4XX – Séries:
490 – Indicações de série (R)
5XX – Notas:
500 – Notas gerais (R)
502 – Notas de dissertação ou tese (R) 504 – Notas de bibliografia (R)
505 – Notas de conteúdo (R) 506 – Notas de acesso restrito (R) 520 – Notas de resumo (R)
546 – Nota de idioma (R) 590 – Notas locais (R)
595 – Notas para inclusão em bibliografia (R)
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600 – Nome pessoal como assunto (R) 610 – Entidade coletiva como assunto (R) 611 – Nome de evento como assunto (R) 630 – Título uniforme como assunto (R) 651 – Nome geográfico como assunto (R)
70X a 78X – Entrada secundária (ponto de acesso secundário):
700 – Entrada secundária nome pessoal (R)
710 – Entrada secundária para entidade coletiva (R) 711 – Entrada secundária para evento (R)
730 – Entrada secundária para título uniforme (R) 740 – Entrada secundária para título adicional (R) 780 – Entrada secundária para título anterior (R)
80X a 840 – Entrada secundária (séries):
800 – Entrada secundária de série para nome pessoal (R) 810 – Entrada secundária de série para entidade (R) 811 – Entrada secundária de série para eventos (R)
841 a 88X - Coleções, Localização, Gráficos alternados etc.
842 – Descrição do suporte físico (NR) 852 – Localização (R)
856 – Localização e acesso eletrônico (R)
As informações podem ainda ter níveis distintos de exigên-cia. Se o nível de exigência para descrição for identificado pela letra A, significa que, se a informação estiver disponível, é de
inserção obrigatória. Já quando o nível de exigência for identi-ficado pela letra M, a informação é obrigatória em qualquer
si-tuação. Caso a letra indicada for O, é uma informação opcional
e sua inclusão não é determinada pelo bibliotecário catalogador. O padrão MARC, além de ser estruturado de acordo com a ISO 2709, utiliza o código de catalogação que estudamos na Unidade 2, o AACR2, para padronizar a descrição bibliográfica.
Agora que você já consegue identificar os campos de um registro em MARC21, observe o exemplo de um registro biblio-gráfico retirado do catálogo da Biblioteca Nacional. Observe as especificações do campo de acordo com o tipo de informação ao qual é destinado. (Figuras 2 e 3).
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Apresentação de um registro bibliográfico em MARC21:
000 00832cam a22002657 4500 001 000077338 003 BR-RjBN 005 20110617153007.2 008 870814s20020000brj 000 1 por d 020 __ |a 8520912869 (broch.) 035 __ |a 2003040214532054med 040 __ |a Br |b por 041 1_ |a por |h eng 082 04 |a 823 |2 21 092 __ |a VI-164,3,41 100 1_ |a Christie, Agatha, |d 1890-1976
240 04 |a The adventure of the Christmas pudding. |l Português 245 12 |a A aventura do pudim de Natal / |c Agatha Christie ; tradução
Vania A. Salek. -
250 __ |a 8. ed. -
260 __ |a Rio de Janeiro : |b Nova Fronteira, |c 2002.
300 __ |a 251 p. ; |c 21cm. -
490 __ |a (Coleção Agatha Christie)
500 __ |a Tradução de: The adventure of the Christmas pudding. 700 1_ |a Salek, Vânia de Almeida, |d 1951-
852 __ |a Obras Gerais
Fonte: Biblioteca Pública do Paraná.
Figura 2 Registro Bibliográfico em MARC21.
Formato de intercâmbio de um registro bibliográfico em MARC21 com a ISO 2709:
00879cam a22002777a 450000100100000000300080001000500170001800800410003502000240007603 500240010004000120012404100130013608200120014909200160016110000330 017724000560021024500830026625000130034926000450036230000210040749 0003200428500005900460700003700519852001700556949002800573-00007733 8-BR-RjBN-20110617153007.2-870814s20020000brj 000 1 por
d--a8520912869 (broch.)-a2003040214532054med-aBrbpor-1 aporheng-04a823221--aVI-164,3,41-1 aChristie, Agatha,d1890-1976-04aThe adventure of the Christmas pudding.lPortuguês-12aA aventura do pudim de Natal /cAgatha Christie ; tradução Vania A. Salek. --a8. ed. --aRio de Janeiro :bNova Fronteira,c2002.-a251p. ;c21cm. --a(Coleção Agatha Christie)-aTradução de: The adventure of the Christmas pudding.-1 aSalek, Vânia de Almeida,d1951--aObras Gerais-a1.064.988 DL
Fonte: Biblioteca Pública do Paraná.
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Formato de intercâmbio de um registro bibliográfico em MARC21 com a ISO
005 20110617153007.2 008 870814s20020000brj 000 1 por d 020 __ |a 8520912869 (broch.) 035 __ |a 2003040214532054med 040 __ |a Br |b por 041 1_ |a por |h eng 082 04 |a 823 |2 21 092 __ |a VI-164,3,41 100 1_ |a Christie, Agatha, |d 1890-1976
240 04 |a The adventure of the Christmas pudding. |l Português 245 12 |a A aventura do pudim de Natal / |c Agatha Christie ; tradução
Vania A. Salek. -
250 __ |a 8. ed. -
260 __ |a Rio de Janeiro : |b Nova Fronteira, |c 2002. 300 __ |a 251 p. ; |c 21cm. -
490 __ |a (Coleção Agatha Christie)
500 __ |a Tradução de: The adventure of the Christmas pudding. 700 1_ |a Salek, Vânia de Almeida, |d 1951-
852 __ |a Obras Gerais Fonte: Biblioteca Pública do Paraná.
Figura 2 Registro Bibliográfico em MARC21.
Formato de intercâmbio de um registro bibliográfico em MARC21 com a ISO 2709:
00879cam a22002777a 450000100100000000300080001000500170001800800410003502000240007603 500240010004000120012404100130013608200120014909200160016110000330 017724000560021024500830026625000130034926000450036230000210040749 0003200428500005900460700003700519852001700556949002800573-00007733 8-BR-RjBN-20110617153007.2-870814s20020000brj 000 1 por
d--a8520912869 (broch.)-a2003040214532054med-aBrbpor-1 aporheng-04a823221--aVI-164,3,41-1 aChristie, Agatha,d1890-1976-04aThe adventure of the Christmas pudding.lPortuguês-12aA aventura do pudim de Natal /cAgatha Christie ; tradução Vania A. Salek. --a8. ed. --aRio de Janeiro :bNova Fronteira,c2002.-a251p. ;c21cm. --a(Coleção Agatha Christie)-aTradução de: The adventure of the Christmas pudding.-1 aSalek, Vânia de Almeida,d1951--aObras Gerais-a1.064.988 DL 09/04/2003-
Fonte: Biblioteca Pública do Paraná.
Figura 3 Registro Bibliográfico em MARC21. Fonte: Biblioteca Pública do Paraná.
Figura 3 Registro Bibliográfico em MARC21.
Ambos os registos seguem as regras propostas no AACR2. Repare que as tags que vão do campo 02X ao campo 8XX são antepostas a duas colunas. Tais colunas expõem a designação de conteúdo identificada por meio de indicadores que “são as duas primeiras posições no campo de dados variáveis; são represen-tados por um caractere numérico ou alfabético minúsculo” (VIEI-RA, 2014, p. 116).
Cada campo do MARC21 é ainda subdivido em subcampos utilizados de acordo com a especificação de cada material. Se-gundo Vieira (2014, p. 116), os códigos de subcampos:
[...] são representados por dois caracteres que distinguem as informações dentro do campo; apresenta um delimitador ($) e um identificador de dado, que pode ser um caractere numérico ou alfabético minúsculo.
No caso dos registros retirados da BN, a barra vertical ( | ) representa o delimitador do campo. No que se refere aos tipos diferentes de materiais registrados pelo MARC21, estes são:
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• Material textual; • Material manuscrito; • Arquivo de computador; • Material cartográfico impresso; • Material cartográfico manuscrito; • Música impressa;
• Música manuscrita;
• Gravação de som não musical; • Gravação de som musical; • Mídia projetável;
• Material gráfico não projetável;
• Artefatos tridimensionais e objetos da natureza; • Kit;
• Material misto.
É importante lembrar que o MARC21 é o formato padrão de metadados mais utilizado atualmente e só pode ser profun-damente compreendido a partir do uso contínuo. Apesar da grande utilidade do Dublin Core, o MARC21 é o principal forma-to responsável pela descrição e padronização de metadados de diversos materiais. Dada a importância da catalogação coopera-tiva, sua aplicabilidade tem mostrado grande eficiência, o que o torna um dos principais temas discutidos na catalogação.
DICA: Visite o formato MARC21 publicado pela Divisão de
Bi-bliotecas e Documentação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.
Dublin Core
Composto por 15 elementos, o Dublin Core (DC) é um formato de metadados utilizado para descrever recursos ele-trônicos. Mesmo que seja considerado um formato simples, tal simplicidade não impede que sua estrutura garanta a interopera-bilidade entre registros bibliográficos dessa natureza. O DC per-mite uma compreensão semântica dos elementos e já é utilizado por importantes instituições pelo mundo, como, por exemplo, pela Biblioteca Nacional do Brasil. Ao aplicar o DC na descrição de um registro bibliográfico, descrevem-se os seguintes elemen-tos, como você pode observar no Quadro 1:
Quadro1 Elementos Dublin Core Elementos Descrição
Título Nome dado ao recurso
Criador Entidade originalmente responsável pela criação do conteúdo do recurso Assunto Tema do conteúdo do recurso. Pode ser expresso em palavras--chaves e/ou Categoria. Recomenda-se o uso de vocabulários
controlados
Descrição Relato do conteúdo do recurso. Exemplos: texto livre, sumário e resumo Publicador Entidade responsável por tornar o recurso disponível
Colaborador Entidade responsável pela contribuição intelectual ao conteú-do do recurso Data Data associada a um evento ou ciclo de vida do recurso Tipo Natureza ou gênero do conteúdo do recurso. Exemplos: texto, imagem, som, dados, software Formato Manifestação física ou digital do recurso. Exemplos: html, pdf, ppt, gif, xls Identificador Referência não-ambígua (localizador) para o recurso dentro de dado contexto
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Elementos Descrição
Fonte Referência a um recurso do qual o presente é derivado Idioma Língua do conteúdo intelectual do recurso
Relação Referência para um recurso relacionado
Cobertura Extensão ou escopo do conteúdo do recurso; pode ser tempo-ral e espacial Direitos autorais Informação sobre os direitos assegurados dentro e sobre o recurso
Fonte: Alves e Souza (2007, p. 25).
Observe o mesmo registro bibliográfico da BN utilizado como último exemplo do tópico anterior no formato de apresen-tação Dublin Core no Quadro 2:
Quadro 2 Registro em formato Dublin Core
title A aventura do pudim de Natal
title The adventure of the Christmas pudding creator Christie, Agatha, 1890-1976
contributor Salek, Vânia de Almeida,
1951-subject 823
description Tradução de: The adventure of the Christmas pudding publisher Nova Fronteira
date 2002 type Livro format 251p. ; 21cm. identifier 8520912869 (broch.) language Português language Por language Eng
relation (Coleção Agatha Christie)
Todos os elementos do Dublin Core podem ser repetidos e são opcionais. Apesar da possibilidade de um elemento Dublin Core ser equivalente a um conjunto de campos específicos do MARC21, há ainda outros mais que ainda não possuem corres-pondência. Trata-se de um formato padrão de metadados espe-cífico e funcional, mas que dificilmente pode ser o único padrão utilizado em ambientes híbridos.
Com as leituras propostas no Tópico 3. 1, você
conhe-cerá mais sobre como os padrões de metadados podem auxi-liar na recuperação da informação. Antes de prosseguir para o próximo assunto, realize as leituras indicadas, procurando assimilar o conteúdo estudado.