12 Art 14 da Lei nº 9.883/99.
ORIGEM DOS INTEGRANTES DO SISBIN 1.
7. COMPOSIÇÃO DO CONSISBIN
Os membros do CONSISBIN não são órgãos, mas sim os titulares dos órgãos, ou seja, as autoridades que os encabeçam, sejam eles Ministros, Diretores, etc. Eles são chamados Conselheiros.
Para estudar os membros do CONSISBIN, repetiremos a sistemática. Reprodu- ziremos o texto legal e, em seguida, teceremos comentários. Ao final, colocaremos a lista atualizada dos Conselheiros.
Art. 8º São membros do Conselho os titulares dos seguintes
órgãos:
I – Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República;
II – ABIN, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República;
III – Secretaria Nacional de Segurança Pública, Diretoria de Inteligência Policial do Departamento de Polícia Federal e Departamento de Polícia Rodoviária Federal, do Ministério da Justiça e Segurança Pública;
IV – Subchefia de Inteligência de Defesa, Divisão de Inteligência Estratégico-Militar da Subchefia de Estratégia do Estado-Maior da Armada, Centro de Inteligência da Marinha, Centro de Inteligência do Exército, Centro de Inteligência da Aeronáutica, e Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia, do Ministério da Defesa;
V – Divisão de Combate a Ilícitos Transnacionais, da Subsecretaria-Geral de Assuntos Políticos Multilaterais, Europa e América do Norte, do Ministério das Relações Exteriores; e
VI – Conselho de Controle de Atividades Financeiras e Secretaria da Receita Federal do Brasil, do Ministério da Fazenda
Observa-se, desde logo, que a estrutura do CONSISBIN é bastante mais enxuta se comparada à do SISBIN. São apenas 5 os Ministérios presentes. Resumidamente, os atuais Conselheiros do CONSISBIN são os titulares dos seguintes órgãos:
1.
Gabinete de Segurança Institucional 2.
ABIN 3.
Secretaria Nacional de Segurança Pública, do MJSP; 4.
Diretoria de Inteligência Policial do Departamento de Polícia Federal, do MJSP; 5.
Departamento de Polícia Rodoviária Federal, do MJSP; 6.
Subchefia de Inteligência de Defesa, do MD; 7.
Divisão de Inteligência Estratégico-Militar da Subchefia de Estratégia do Esta- do-Maior da Armada, do MD;
8.
Centro de Inteligência da Marinha, do MD; 9.
Centro de Inteligência do Exército, do MD; 10.
Centro de Inteligência da Aeronáutica, do MD; 11.
Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (CENSIPAM), do MD;
12.
Políticos Multilaterais, Europa e América do Norte do MRE; 13.
Conselho de Controle de Atividades Financeiras, do MF; 14.
Secretaria da Receita Federal do Brasil, do MF;
Origem dos integrantes do CONSISBIN 1. Gabinete de Segurança Institucional (Presidente) 2. Ministério da Justiça e Segurança Pública 3. Ministério da Defesa
4. Ministério das Relações Exteriores 5. Ministério da Fazenda
§ 1º O Conselho é presidido pelo Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, que indicará seu substituto eventual.
§ 2º Os membros do Conselho indicarão os respectivos suplentes.
O Ministro do GSI preside o CONSISBIN e indica quem é seu substituto quando ausente. Além disso, cada Conselheiro aponta quem é, dentro da estrutura do órgão de origem, seu suplente, para eventuais substituições.
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Art. 30. Os servidores titulares dos cargos de níveis superior e
intermediário do Grupo Informações e os servidores titulares dos cargos de níveis superior, intermediário e auxiliar do Grupo Apoio do Quadro de Pessoal da ABIN (art. 2º da Lei nº 10.862, de 20 de abril de 2004), serão enquadrados nos cargos do Plano de Carreiras e Cargos da ABIN, de acordo com as respectivas atribuições, os requisitos de formação profissional e a posição relativa na Tabela, nos termos do Anexo VII desta Lei.
O anexo VII da Lei nº 11.776/08 traz tabelas de correlações que indicam onde se enquadram, na carreira, aqueles que já eram servidores antes da edição do diploma legal. Por exemplo: os servidores de nível auxiliar do Grupo Apoio conta- vam, anteriormente, com quatro classes (A, B, C e Especial), subdivididas em 20 padrões. Hoje, contam com apenas uma classe (Especial), dividida em 3 padrões. Pela tabela de correlação, todos os servidores que se encontravam nas classes A, B e C e no padrão I da Classe Especial, foram enquadrados no Padrão I da nova Classe Especial.
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A ABIN executa a PNI sob a supervisão da Câmara de Relações Exteriores e De- fesa Nacional do Conselho de Governo. Já falamos sobre a CREDEN/CG quando analisamos a PNI. Relembrando, ela é considerada (ao lado da CISET, do Dire- tor-Geral e do ACI) mecanismo de controle interno das atividades de Inteligência, já que responsável por formular políticas públicas e diretrizes e acompanhar a im- plementação de programas relativos à atividade de Inteligência. Como é composta de integrantes do Poder Executivo Nacional, é considerada mecanismo de controle interno, ainda que seus membros sejam estranhos ao corpo funcional da ABIN.
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Em 2017, a ABIN ampliou sua presença no exterior, instalando novas adidân- cias. Hoje, possui representações em catorze países19:
1. África do Sul 2. Alemanha 3. Argentina 4. China 5. Colômbia 6.
Estados Unidos da América 7. Índia 8. França 9. Jordânia 10. México 11. Paraguai 12. Peru 13. Rússia
19 ABIN. Disponível em < http://www.abin.gov.br/institucional/estrutura/>. Acesso em 23 dez. 2017.
14. Venezuela
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CAPÍTULO IV
01. R: Certo. Essa é praticamente a exata redação do art. 4º, parágrafo único, do Decreto nº 4.376/02.
02. R: Certo. Essa é a definição de Inteligência do art. 2º do Decreto nº 4.376/02.
03. R: Errado. Conforme o art. 5º do Decreto nº 4.376/02, o funcionamento do SISBIN efetivar-se-á mediante articulação coordenada dos órgãos que o constitu- em, respeitada a autonomia funcional de cada um.
04. R: Errado. Conforme o art. 9º, § 2º, do Decreto nº 4.376/02, o Conselho Consul- tivo do SISBIN reunir-se-á com a presença de, no mínimo, a maioria de seus mem- bros.
05. R: Errado. Conforme o art. 4º, parágrafo único, do Decreto nº 4.376/02, medi- ante ajustes específicos e convênios, ouvido o competente órgão de controle ex- terno da atividade de inteligência, as Unidades da Federação poderão compor o Sistema Brasileiro de Inteligência. Não se fala, portanto, que o CONSISBIN deve aprovar o ingresso de uma unidade de federação no SISBIN, mas sim que a CCAI deve ser ouvida nesse caso.
06. R: Certo. Conforme o art. 4º, inc. II, do Decreto nº 4.376/02, o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República é órgão de coordenação das atividades de Inteligência federal. O art. 8º, § 1º, por sua vez, dispõe que o CON-
SISBIN é presidido pelo Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institu- cional da Presidência da República, que indicará seu substituto eventual.