• Nenhum resultado encontrado

Tal como foi frisado ao longo do documento, no sector do retalho alimentar as margens de lucro obtidas nas vendas são extremamente baixas, tornando valioso cada cêntimo que é “investido” na movimentação dos produtos, desde os fornecedores até às prateleiras das lojas. Uma parte considerável desse investimento está associada às operações nos Centros de Distribuição. A determinação detalhada dos custos das operações em armazém, tão necessária para o apoio às tomadas de decisão da Equipa da Ligação ao Negócio, implicou a identificação dos fatores que influenciam os valores dos custos e a quantificação objetiva dessa influência.

Num ambiente com uma vasta gama de produtos e com grande variabilidade nos processos, a determinação dos custos baseada em cost-drivers transacionais, que caracteriza o método ABC tradicional, não permite determinar, com detalhe, as diferenças de custos provocadas por características físicas dos produtos, nem precisar valores de diferenças de custos decorrentes de pequenas alterações ao estado atual dos procedimentos. Essa determinação, com este nível de precisão, era necessária tendo em conta os requisitos definidos pela Equipa da Ligação ao Negócio para o projeto. Para os processos em armazém considerados, o custo é dependente do tempo em que cada recurso está alocado à realização de uma dada tarefa e, como tal, os cost-drivers a considerar devem ser cost-drivers duracionais. O método de custeio considerado passou assim a ser o time-driven ABC.

Apesar de ter um nível de precisão incomparavelmente superior, a utilização de cost- drivers duracionais acarreta um grande problema quando a recolha de dados tem de ser feita manualmente. Numa realidade como a de um armazém da Sonae MC, com um conjunto de cerca de 5000 referências e com uma variabilidade que nem sempre permite o regular fluxo das unidades logísticas, torna-se impossível recolher amostras estatisticamente significativas, manualmente, para todas as combinações possíveis. No caso da empresa em causa, o facto de ter implementado um sistema de gestão de armazém, permitiu o acesso a informação que é gerada e guardada em sistema sempre que uma unidade logística é movimentada em armazém, na maioria dos fluxos. Esta informação foi, então, facilmente recolhida a uma grande escala.

Importava perceber e quantificar as relações de causa-efeito entre diferentes variáveis presentes na operação e os tempos de execução das tarefas. Os dados recolhidos do sistema e seu posterior tratamento, permitiram ter acesso a valores de duração das atividades e de variáveis que, após a leitura de bibliografia publicada na área e conversas com a operação, o autor considerou poderem influenciar essa duração. A informação foi analisada e foram construídos modelos de regressão linear múltipla para estudar a potencial relação causal. Várias conclusões foram retiradas da análise dos resultados obtidos. Variáveis que potencialmente eram explicativas dos tempos de execução foram consideradas e outras foram excluídas, tendo por base um método estatístico de seleção de regressores. Obtiveram-se expressões que permitem, dentro das limitações dos modelos e com um erro associado, determinar um tempo de execução das tarefas por alteração dos valores das variáveis explicativas.

Determinados estes tempos e identificados os recursos que estão associados a cada atividade pôde ser calculado o custo de cada produto que passa por essa atividade. Para que fosse possível estudar-se o efeito de variações feitas às características físicas dos produtos, ao

modo de entrega, à frequência de entrega, ao procedimento de receção, ao modo de aprovisionamento, ao modo de preparação ou expedição, foi necessária a construção de uma ferramenta que permitisse manipular estas variáveis e ver o seu impacto no resultado dos custos. Estas pequenas variações podem ter efeitos muito significativos nos custos da distribuição e a ferramenta pode tornar-se num instrumento muito útil para uma tomada de decisão objetiva e rápida.

Este estudo prova que em determinados ambientes e com acesso à tecnologia necessária, é possível aumentar o nível de detalhe e versatilidade da determinação de custos dos objetos de custeio e analisar o custo de hipotéticas alterações que sejam feitas às atividades operacionais, pela medição de tempos e pela criação de modelos explicativos do tempo de execução das tarefas.

Como trabalhos futuros no âmbito deste projeto, propõe-se a reprodução do trabalho feito no armazém de temperatura ambiente e de fluxo PBS aos outros armazéns que a Sonae MC possui. O desenvolvimento de um front-office para a ferramenta que seja mais gráfico e interativo poderá torná-la mais apelativa e user friendly. Nos planos da empresa, tal como foi referido no Capítulo 3, está ainda a criação de uma ferramenta de sourcing de fornecedores e o alargamento da análise que foi feita para o armazém também às lojas, de forma a abranger a quase totalidade da Cadeia de Abastecimento.

Referências Bibliográficas

Aghazadeh, Seyed-Mahmoud. 2004. "Improving logistics operations across the food industry supply chain." International Journal of Contemporary Hospitality Management no. 16 (4):263 - 268.

Agndal, H., e U. Nilsson. 2008. "Supply chain decision-making supported by an open books policy." International Journal of Production Economics no. 116 (1):154-167.

Carvalho, José Crespo de. 2010. "Logística e Gestão Logística." In Logística e Gestão da Cadeia de Abastecimento. Sílabo.

Chan, F. T. S. 2003. "Interactive selection model for supplier selection process: An analytical hierarchy process approach." International Journal of Production Research no. 41 (15):3549-3579.

Cooper, Martha C., Douglas M. Lambert, e Janus D. Pagh. 1997. "Supply Chain Management: More Than a New Name for Logistics." The International Journal of Logistics Management no. 8 (1):1 - 14.

Council of Supply Chain Management Professionals. 2012 [cited 03-03-2012. Available from http://cscmp.org/aboutcscmp/definitions.asp.

Curşeu, A., T. Van Woensel, J. Fransoo, K. Van Donselaar, e R. Broekmeulen. 2009. "Modelling handling operations in grocery retail stores: An empirical analysis." Journal of the Operational Research Society no. 60 (2):200-214.

Damij, N. 2007. "Business process modelling using diagrammatic and tabular techniques." Business Process Management Journal no. 13 (1):70-90.

de Koster, R., T. Le-Duc, e K. J. Roodbergen. 2007. "Design and control of warehouse order picking: A literature review." European Journal of Operational Research no. 182 (2):481-501.

Faber, N., R. de Koster, e S. van de Velde. 2002. "Linking warehouse complexity to warehouse planning and control structure – an exploratory study of the use of warehouse management information systems." International Journal of Physical Distribution & Logistics no. Vol. 32 No. 5:381-95.

Faria, José A. 2010. Análise e Modelação de Processos de Negócio - Fundamentos sobre Análise e Gestão de Processos. FEUP.

Forum, Consumer Goods, Capgemini, HP, e Microsoft. 2011. Future Value Chain - Building Strategies for the New Decade.

Gagliardi, J. P. 2007. A simulation model to improve warehouse operations. Paper read at Simulation Conference, 2007 Winter, 9-12 Dec. 2007.

Green Jr, Kenneth W., Dwayne Whitten, e R. Anthony Inman. 2008. "The impact of logistics performance on organizational performance in a supply chain context." Supply Chain Management: An International Journal no. 13 (4):317 - 327.

Guedes, Alcibíades Paulo. 2006a. Gestão da Cadeia Logística. FEUP, EGP. ———. 2006b. Introdução à Logística Empresarial. FEUP, EGP.

———. 2010. "Gestão da Cadeia de Abastecimento." In Logística e Gestão da Cadeia de Abastecimento. Sílabo.

Guimarães, Rui Campos, e José A. Sarsfield Cabral. 2007. "Regressão." In Estatística. McGraw-Hill.

Hiper, Ligação Negócio. 2012. Logística Sonae MC.

IBM, Business Consulting Services. 2005. The GMA 2005 Logistics Survey - Supply chain performance in food, grocery and consumer products.

———. 2008. The GMA 2008 Logistics Survey - Improving efficiency in the face of mounting logistics costs.

Kaplan, Robert S., e Steven R. Anderson. 2004. Time-Driven Activity-Based Costing. Lobo, Bernardo Almada. 2011. Métodos Estatísticos de Previsão - Análise de Erros. FEUP. Maria, Anu. 1997. Introduction to modeling and simulation. In Proceedings of the 29th

conference on Winter simulation. Atlanta, Georgia, United States: IEEE Computer Society.

Mejías-Sacaluga, Ana , e J. Carlos Prado-Prado. 2002. "Integrated Logistics Management in the Grocery Supply Chain." The International Journal of Logistics Management no. 13 (2):67 - 68.

Oliveira, Rui Carvalho. 2010. "Previsão de Vendas na Gestão da Cadeia de Abastecimento." In Logística e Gestão da Cadeia de Abastecimento. Sílabo.

Orinda Byrd Christoph, Scott P. Stevens, e Richard T. Christoph. 1993. "Automatic Data Collection Systems: Observed Benefits and Problems." International Journal of Operations & Production Management no. 12 (5):57 - 68.

Ramos, Tânia. 2010. "Gestão da Armazenagem e dos Stocks na Gestão da Cadeia de Abastecimento." In Logística e Gestão da Cadeia de Abastecimento. Sílabo.

Rouwenhorst, B., B. Reuter, V. Stockrahm, G. J. van Houtum, R. J. Mantel, e W. H. M. Zijm. 2000. "Warehouse design and control: Framework and literature review." European Journal of Operational Research no. 122 (3):515-533. doi: 10.1016/s0377- 2217(99)00020-x.

Saghir, M., e G. Jönson. 2001. "Packaging handling evaluation methods in the grocery retail industry." Packaging Technology and Science no. 14 (1):21-29.

Sonae. 2012a [cited 20-6-2012. Available from http://www.sonae.pt/pt/sonae/areas-de- negocio/.

———. 2012b. Sonae Around Your World.

http://www.sonae.pt/fotos/editor2/brochura_18_0711.pdf.

———. 2012c. Vendas preliminares de retalho 2011. www.sonae.pt: Sonae.

St-Vincent, M., D. Denis, D. Imbeau, e M. Laberge. 2005. "Work factors affecting manual materials handling in a warehouse superstore." International Journal of Industrial Ergonomics no. 35 (1):33-46. doi: 10.1016/j.ergon.2004.07.005.

Terzi, Sergio, e Sergio Cavalieri. 2004. "Simulation in the supply chain context: a survey." Computers in Industry no. 53 (1):3-16. doi: 10.1016/s0166-3615(03)00104-0.

van Damme, D.A., e F.L.A. van der Zon. 1999. "Activity based costing and decision support." The International Journal of Logistics Management no. 10 (1):71 - 82.

Varila, M., M. Seppänen, e P. Suomala. 2007. "Detailed cost modelling: A case study in warehouse logistics." International Journal of Physical Distribution and Logistics Management no. 37 (3):184-200.

Anexo A.1

Parquear a viatura e dirigir-se ao segurança

com:

Guia de Remessa/Fatura

Guia de transporte (Nacional)/CMR (Internacional)

Consultar o agendamento

Está de acordo com o agendamento?

Entrada do fornecedor:

Efetuar o Registo de Entrada do Fornecedor

Dar indicação do local onde o fornecedor

deverá dirigir-se para entregar a documentação

S

im

Chefia do entreposto decide como proceder

Não

Entregar documentos

Guia de Remessa/Fatura

Guia de transporte (Nacional)/ CMR (Internacional)

Receção no EXE -“Data Entry”

Registar nº Ordem de Compra

Introduzir nº Cais

Verificar e introduzir quantidades faturadas dos

artigos

Imprimir as etiquetas de stockagem

Colocar documentos do fornecedor + etiquetas de

stockagem no local de etiqueta de receção

Rececionar apenas a

mercadoria conforme

Devolver fisicamente ao

fornecedor a mercadoria não conforme

Mercadoria sujeita a controlo de qualidade?

Sim

Selecionar uma ordem de compra da sua unidade de

negócio e:

Chamar o motorista para descarregar

Abrir cais e colocar rampa elevatória

para descarga

Verificação no EXE – ”RF Verify”

 Fazer correspondência entre artigo no terreno e etiquetas

 Pistolar as etiquetas com RF

 Colar as etiquetas de stockagem

 Verificar*: Designação Quantidade Validade Lote Pack EAN ou ITF 14

 Introduzir validade e alterar quantidade se for esse o caso

 Terminar a verificação em RF e fechar ordem de compra (Nota de receção é impressa

automaticamente)

*1Aleatoriamente abrir caixa para verificar se a informação no exterior (Designação, Validade e Pack) corresponde à realidade

*2 Se não existir informação visível na caixa relativa aos pontos a verificar , conferente tem de a abrir para fazer verificação

Não

Fechar registo operacional

Introduzir:

Data e hora de fim de descarga

Anomalias Devoluções Taras T Assinatura de documentação Assinar:  Guia de remessa/Fatura  Guia de transporte  Nota de receção Mercadoria no camião Descarregar* *Caso o motorista traga mais do que uma unidade de negócio pode ter de descarregar em mais do que um cais , repetindo-se assim os procedimentos

seguintes T

Mercadoria na zona de recepção

Pet-Care Mercearia Bebidas DPH Meias-

Paletes

CAIS A08 A09 A10

CAIS A08 A09 A10

CAIS A15 A16 A17

CAIS A21 A22 A23

CAIS A35 A36 Colocar encomenda T Processo não validado pela empresa  Motorista do fornecedor  Segurança

 Administrativa do gabinete de operações

 Conferente

 Conferente + Motorista do fornecedor

 Outros: Gestão de stocks, chefia do entreposto.

Necessário baixar altura das paletes (repaletizar)?

Retirar camadas de caixas de

produto até que a palete de origem tenha a altura requerida

Formar novas paletes com as

caixas que se retiraram das paletes de origem

Sim

Não

Anexo A.2

Dirigir-se à zona de receção relativa à unidade de negócio

atribuída

Pistolar a etiqueta de suporte com RF

Ler no visor do terminal do retrátil a localização de stock

Confirmar atribuição de tarefa

Colocar a palete nos garfos do retráctil

É meia palete sem palete escrava?

Dirigir-se até localização de paletes escravas Transportar a palete para a localização de destino Sim Não Local de destino ocupado?

Alertar chefia e proceder de acordo com as

indicações

Stockar palete  Confirmar que colocou a palete na localização de destino correta introduzindo o

check digit no terminal fixo do

retrátil Sim Não Mais paletes a aprovisionar na unidade de negócio? Sim

Dirigir-se a uma zona de receção relativa a outra unidade de negócio

Não

Pet-Care Mercearia Bebidas DPH Meias-

Paletes CAIS

A08 A09 A10

CAIS A08 A09 A10

CAIS A15 A16 A17

CAIS A21 A22 A23

CAIS A35 A36 CORREDOR MQ CORREDOR MC-MP CORREDOR LR-MB CORREDOR LF-LQ CORREDOR LB-LE Colocar palete escrava Colaborador de aprovisionamento

Colocar palete escrava

Anexo A.3

Ilustração 14 - Fluxograma do processo de reaprovisionamento Dirigir-se à zona de

reaprovisionamento relativa à unidade de negócio que lhe foi

atribuída

Ler no terminal fixo da máquina a tarefa de reaprovisionamento e dirigir-se à localização indicada, confirmando a chegada com introdução do

check digit

Retirar palete da localização de

stock

Dirigir-se para a localização de

picking indicada no terminal fixo

da máquina, confirmando a chegada com a introdução do

check digit

Localização livre? Localização tem

poucas caixas?

Não Não

 Retirar tesa-filme da palete a colocar

 Colocar tesa-filme no lixo

 Retirar palete vazia

Colocar nova palete na localização de picking

 Transportar palete vazia para o devido local * *Quando se trata de uma palete branca a deslocação é mais demorada já que há apenas 2 locais no armazém para deixar a palete

Sim

 Retirar tesa-filme da palete a colocar

 Colocar tesa-filme no lixo

 Retirar palete que se encontra na localização

 Transferir caixas para a para a colocar

Colocar nova palete na localização de picking

 Transportar palete vazia para o devido local * *Quando se trata de uma palete branca a deslocação é mais demorada já que há apenas 2 locais no armazém para deixar a palete

Sim

 Colocar aviso de palete em trânsito

 Transportar palete para buffer da unidade

negócio

Seguir a tarefa seguinte que aparecer no visor do terminal fixo do retrátil

Colaborador de reaprovisionamento

Anexo A.4

Ilustração 15 - Fluxograma do processo de picking Retirar duas paletes vazias e

colocá-las no porta-combis

Dirigir-se ao gabinete de operações para recolher 1 ou

2 etiquetas de destino do suporte e abrir tarefa

 Dirigir-se à localização de

picking indicada pelo Talkman.

 Confirmar a sua chegada

dizendo ao Talkman o check

digit referente à localização

Check digit correto?

Repetir check digit da localização correctamente ao

Talkman

Não

 Retirar da localização de

picking a quantidade indicada

pelo Talkman e colocar na palete de forma a fazer uma boa estiva

 Confirmar a quantidade

preparada.

Sim

Quantidade

pretendida? Não É rutura? Sim

 Preparar a quantidade

indicada pelo Talkman e colocar na palete de forma a fazer uma boa estiva

 Confirmar quantidade preparada Não Terminou a preparação da palete?

Confirmar que é rutura e recuperar rutura no final

da preparação Não Sim Envolver a palete em tesa-filme e colar a etiqueta de destino do suporte na palete. Sim

Tem nova palete para preparar?

Sim

 Confirmar fim de tarefa ao

Talkman

 Dirigir-se até corredor de

expedição relativo à loja que preparou

 Deixar a(s) palete(s)

preparadas Não Colaborador de preparação CORREDOR DE PREPARAÇÃO CORREDOR DE EXPEDIÇÃO

Anexo A.5

Ilustração 16 - Fluxograma do processo de movimentação de paletes completas de localizações de stock para corredores de expedição

Dirigir-se ao gabinete de operações para recolher etiquetas de destino – as etiquetas são atribuídas por loja

para possibilitar rentabilização de percursos

Ler no visor do terminal fixo do retrátil a localização de stock

para onde se deve dirigir

Há mais paletes a baixar no mesmo corredor para a

mesma loja?

Libertar os garfos do retráctil para baixar segunda palete

 Transportar paletes para o corredor de expedição da loja em preparação indicado na etiqueta e no visor do retrátil

 Confirmar no terminal fixo do retrátil a chegada à localização de destino

 Deixar paletes no corredor de expedição

Não

Mais etiquetas de paletes a baixar? Não Sim Dirigir-se até à localização de stock da palete a baixar Baixar a palete

Confirmar que retirou a palete correta, introduzindo no terminal fixo o check digit da localização

Retirar etiqueta da localização de

stock

Colar etiqueta de suporte da loja

Paletes podem ser sobrepostas? Sim

Ir até nova localização de stock

Sim

Baixar a palete

Confirmar que retirou palete correta, introduzindo no terminal fixo o check digit da localização

Retirar etiqueta de localização de stock

Colar etiqueta de suporte da loja

Sobrepor paletes

Sim

Pet-Care Mercearia Bebidas DPH Meias-

Paletes CORREDOR LB-LE CORREDOR LF-LQ CORREDOR LR-MB CORREDOR MC-MP CORREDOR MQ CORREDOR DE EXPEDIÇÃO CORREDOR DE EXPEDIÇÃO CORREDOR DE EXPEDIÇÃO CORREDOR DE EXPEDIÇÃO CORREDOR DE EXPEDIÇÃO Não Colaborador encarregue de baixar paletes completas

Anexo A.6

 Indicar quais os corredores de expedição onde o operador deve iniciar o processo de carga

 Entregar as etiquetas de “Palete Mestra” - PM

 Dirigir-se ao local indicado

 Confirmar a carga a ser carregada

 Colocar a Etiqueta de PM no Documento “RF

Loading”

 Criar a PM no terminal RF

 Escrever na Etiqueta de PM o nº da rota a carregar

 Preencher no documento “RF Loading” a Data, o

Cod. Loja, Matrícula, Transportador, Cais

Verificar o estado do camião e das paletes a

carregar

Anomalias detectadas? Sim Informar responsável

Não

É necessário consolidar

carga? Sim Consolidar carga

Efectuar carga em RF – Associar a palete a carregar à Etiqueta PM:

 Ler etiqueta PM

 Ler etiqueta de destino

 Introduzir dados no RF relativos a fila, posição nível, etc.

Não

Colocar a palete dentro do camião

Carga terminada? Seguir para a próxima

palete Não

Existem suportes por ler? Sim

Carga incompleta (Se não foram colocadas todas as paletes da rota

na viatura)

Sim

Carga completa (Se foram colocadas todas as paletes da rota

na viatura) Não Selar a viatura Introduzir no RF dados de Matrícula, Transportador, Início e Fim de Carga, Selo

Preencher a “RF Loading” com

dados de Início e Fim de Carga, Selo, Carga Completa ou Incompleta

Entregar a folha de “RF Loading” no gabinete de operações Corredor de expedição Camião  Chefia  Operador de carga

Legenda:  Circuito Pet-Care  Circuito Mercearia  Circuito Bebidas  Circuito DPH  Circuito Meias-Paletes

Descarga de contentores

Ao longo do período de realização deste estudo na empresa, não se recebeu nenhum contentor de mercadoria a granel no armazém de PBS e temperatura ambiente no Entreposto da Maia, impossibilitando assim o levantamento de uma amostra presencialmente. Analisando os dados fornecidos pela operação e pela equipa da Ligação ao Negócio respeitantes à descarga de um conjunto de 19 contentores de fornecedores internacionais de variadas referências que, por uma questão de rentabilização do espaço, entregam a mercadoria sem que esta esteja paletizada, foram retiradas as seguintes conclusões:

Tabela 4 - Resumo dos resultados do tratamento de amostras sobre a descarga de contentores

Número médio de paletes formadas por contentor 26

Número médio de caixas colocadas em paletes por contentor 1404

Número de rolos de tesafilme utilizados na paletização de um contentor 0,7(2)

Número médio de horas de trabalho investidas na descarga e paletização de um contentor 2:36:35

Número médio de trabalhadores necessários para a descarga e paletização de um contentor 5

Sendo assim, considerando os custos horários de um trabalhador Sonae, os custos do aluguer de uma palete e o custo de aquisição de um rolo de tesafilme, na descarga de um contentor e posterior paletização da mercadoria gastam-se, aproximadamente, 0,12€ por caixa manuseada. Este é um custo que tem de ser imputado apenas à mercadoria que é armazenada no armazém de fluxo PBS de temperatura ambiente e que é recebida em contentores.

Repaletização

O processo de receção de artigos cujas paletes venham do fornecedor com uma altura superior à das localizações de armazenamento, têm, naturalmente, que sofrer um processo de repaletização. Este processo consiste em retirar as camadas de produto que ultrapassam a