• Nenhum resultado encontrado

CONCLUSÕES

No documento Ucides cordatus (páginas 42-49)

A descrição quantitativa da distribuição do caranguejo Ucides cordatus em manguezais da Baía de Paranaguá em quatro níveis de hierarquia espacial revelou um padrão fortemente agregado na menor escala de investigação adotada. A variabilidade na densidade (total e comercial) e diâmetro da abertura das galerias entre quadrats replicados distanciados a poucos metros explicou mais de 60% da variabilidade total. Esta constatação tem implicações diretas para o monitoramento das populações do caranguejo-uçá, uma vez que os delineamentos amostrais usualmente aplicados nessas atividades comparam áreas distanciadas em escalas relativamente amplas, rendendo estimativas espacialmente confundidas.

Os padrões observados estão provavelmente associados a aspectos comportamentais no que se refere a respostas ao habitat e às interações entre indivíduos, que podem alterar conforme seu estágio de vida. No entanto deve-se considerar que os padrões descritos neste trabalho referem-se a um único período de amostragem e que processos como a “andada do caranguejo” são possíveis fontes de variabilidade temporal na densidade e tamanho das galerias, que podem gerar padrões diferentes dos apresentados.

A identificação dos processos primariamente responsáveis pelos padrões observados deve incorporar uma perspectiva multiescalar tanto no uso de abordagens mensurativas quanto manipulativas, visto a enorme complexidade das interações entre a fauna e as forçantes ambientais nos manguezais.

REFERÊNCIAS

ALCÂNTARA-FILHO, P. (1978). Contribuição ao estudo da biologia e ecologia do caranguejo-uçá Ucides cordatus cordatus (Linnaeus, 1763) (Crustacea, Decapoda, Brachyura), no manguezal do Rio Ceará (Brasil). Arq Cienc Mar, Fortaleza, v. 18, p.

1-41.

ALMEIDA, R. (2005). Ecologia de manguezais: dinâmica da serapilheira e funcionamento do ecossistema, Ilha do Cardoso, Cananéia, São Paulo, Brasil. São Paulo. 183 f. Tese (Doutorado em Oceanografia Biológica) - Instituto Oceanográfico, Universidade de São Paulo.

ALONGI, D. M.; SASEKUMAR, A. (1992). Benthic communities. In: ROBERTSON, A.

I.; ALONGI, D. M. (eds.) Tropical mangrove ecosystems. Washington, DC:

American Geophysical Union. p. 137-171.

ALVES, R. R. N.; NISHIDA, A. K. (2002). A ecdise do caranguejo-uçá, Ucides cordatus L. (Decapoda, Brachyura) na visão dos caranguejeiros. Interciencia, Caracas, v. 27, n. 3, p. 110-117.

ALVES, R. R. N.; NISHIDA, A. K.; HERNÁNDEZ, M. I. M. (2005). Environmental perception of gatherers of the crab ‘caranguejo-uçá’ (Ucides cordatus, Decapoda, Brachyura) affecting their collection attitudes. J Ethnobiol Ethnomed, v. 1, n. 10, p.

1-8.

ANDREW, N. L.; MAPSTONE, B. D. (1987). Sampling and the description of spatial pattern in marine ecology. Oceanogr Mar Biol Annu Rev, Londres, v. 25, p. 39-90.

ANDRIGUETTO FILHO, J. M. (1999). Sistemas técnicos de pesca e suas dinâmicas de transformação no litoral do Paraná, Brasil. Curitiba. 242 f. Tese (Doutorado em Meio Ambiente e Desenvolvimento) - Universidade Federal do Paraná.

ARCHAMBAULT, P.; BOURGET, E. (1996). Scales of coastal heterogeneity and benthic intertidal species richness, diversity and abundance. Mar Ecol Prog Ser, Oldendorf/Luhe, v. 136, p. 111-121.

BELLEHUMEUR, C.; LEGENDRE, P. (1998). Multiscale sources of variation in ecological variables: modeling spatial dispersion, elaborating sampling designs.

Landscape Ecol, Holanda, v. 13, p. 15-25.

BENEDETTI-CECCHI, L.; MAGGI, E.; BERTOCCI, I.; VASELLI, S.; MICHELI, F.;

OSIO, G. C.; CINELLI, F. (2003). Variation in rocky shore assemblages in the northwestern Mediterranean: contrasts between islands and the mainland. J Exp Mar Biol Ecol, Amsterdam, v. 293, p. 193-215.

BERGSTRÖM, U.; ENGLUND, G.; BONSDORFF, E. (2002). Small-scale spatial structure of Baltic Sea Zoobenthos-inferring processes from patterns. J Exp Mar Biol Ecol, Amsterdam, v. 281, p. 123-136.

BLANKENSTEYN, A.; CUNHA, D.; FREIRE, A. S. (1997). Distribuição, estoques pesqueiros e conteúdo protéico do caranguejo do mangue Ucides cordatus (L. 1763) (Brachyura: Ocypodidae) nos manguezais da Baía das Laranjeiras e adjacências, Paraná, Brasil. Arq Biol Tecnol, Curitiba, v. 40, n. 2, p. 331-349.

BOTTO, F.; IRIBARNE, O. (2000). Contrasting effects of two burrowing crabs (Chasmagnathus granulata and Uca uruguayensis) on sediment composition and transport in estuarine environments. Estuar Coast Shelf Sci, Londres, v. 51, p. 141-151.

BRANCO, J. O. (1993). Aspectos bioecológicos do caranguejo Ucides cordatus (Linnaeus, 1763) (Crustacea, Decapoda) do manguezal do Itacorubi, Santa Catarina, BR. Arq Biol Tecnol, Curitiba, v. 36, n. 1, p. 133-148.

CAMARGO, M. G. (2006). SysGran: um sistema de código aberto para análises granulométricas do sedimento. Revista Brasileira de Geociências, Curitiba, v. 36, n. 2, p. 345-352.

COSTA, R. S. (1972). Fisiologia do caranguejo-uçá, Ucides cordatus (Linnaeus, 1763) - Crustáceo, Decápodo do Nordeste Brasileiro. São Paulo. 121 f. Tese (Doutorado em Oceanografia) - Instituto de Biociências, Universidade de São Paulo.

CHAPMAN, M. G. (1998). Relationships between spatial patterns of benthic assemblages in a mangrove forest using different levels of taxonomic resolution. Mar Ecol Prog Ser, Oldendorf/Luhe, v. 162, p. 71-78.

CHAPMAN, M. G.; TOLHURST, T. J. (2004). The relationship between invertebrate assemblages and bio-dependant properties of sediment in urbanized temperate mangrove forests. J Exp Mar Biol Ecol, Amsterdam, v. 304, p. 51-73.

CHAPMAN, M. G.; TOLHURST, T. J. (2007). Relationships between benthic macrofauna and biogeochemical properties of sediments at different spatial scales and among different habitats in mangrove forests. J Exp Mar Biol Ecol, Amsterdam, v. 343, p. 96-109.

COMMITO, J. A.; DOW, W. E.; GRUPE, B. M. (2006). Hierarchical spatial structure in soft-bottom mussel beds. J Exp Mar Biol Ecol, Amsterdam, v. 330, p. 27-37.

DALABONA, G.; SILVA, J. L. (2005). Período reprodutivo de Ucides cordatus (Linnaeus) (Brachyura, Ocypodidae) na Baía das Laranjeiras, sul do Brasil. Acta Biol Parana, Curitiba, v. 34, p. 115-126.

DALABONA, G.; SILVA, J. L.; PINHEIRO, M. A. A. (2005). Size at morphological maturity of Ucides cordatus (Linnaeus, 1763) (Brachyura, Ocypodidae) in the Laranjeiras Bay, Southern Brazil. Braz Arch Biol Technol, Curitiba, v. 48, n. 1, p.

139-145.

DIELE, K. (2000). Life history and population structure of the exploited mangrove crab Ucides cordatus cordatus (Linnaeus, 1763) (Decapoda:

Brachyura) in the Caeté Estuary, North Brazil. Bremen. 116 f. Tese (Doutorado em Ecologia) - Universidade de Bremen.

EGGLESTON, D. B.; ELIS, W. E.; ETHERINGTON, L. L.; DAHLGREN, C. P.;

POSEY, M. H. (1999). Organism responses to habitat fragmentation and diversity:

habitat colonization by estuarine macrofauna. J Exp Mar Biol Ecol, Amsterdam, v.

236, p. 107-132.

FALLER, D. G.; SANDRINI-NETO, L.; CAMARGO, M. G. (2007). Relação entre o diâmetro da toca e o comprimento da carapaça do caranguejo Ucides cordatus em manguezais do complexo estuarino de Paranaguá (Paraná). In: CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE CIÊNCIAS DO MAR, 12, Florianópolis. Livro de Resumos. p. 313-314.

FLETCHER, D. J.; UNDERWOOD, A. J. (2002). How to cope with negative estimates of components of variance in ecological field studies. J Exp Mar Biol Ecol, Amsterdam, v. 273, p. 89-95.

GONDIM, C. J. E.; ARAÚJO, F. B. (1996). Redução dos tamanhos dos caranguejos Ucides cordatus (L.) capturados nos manguezais de Maracanã, zona do Salgado Paraense. In: CONGRESSO DE ECOLOGIA DO BRASIL, 3, Brasília. Anais. p. 260-260.

GRAHAM, M. H.; EDWARDS, M. S. (2001). Statistical significance versus fit:

estimating the importance of individual factors in ecological analysis of variance.

Oikos, Lund, v. 93, p. 505-513

GREEN, R. H. (1979). Sampling design and statistical methods for environmental biologists. Nova York: Jonh Wiley & Sons.

HATTORI, G. Y. (2006). Densidade populacional do caranguejo-uçá, Ucides cordatus (Linnaeus, 1763) (Crustacea, Brachyura, Ocypodidae) na região de Iguape (SP). Jaboticabal. 143 f. Tese (Doutorado em Zootecnia) - Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho”.

HATTORI, G. Y.; PINHEIRO, M. A. A. (2003). Fertilidade do caranguejo de mangue Ucides cordatus (Linnaeus) (Crustacea, Brachyura, Ocypodidae), em Iguape (São Paulo, Brasil). Revta Bras Zool, Curitiba, v. 20, n. 2, p. 309-313.

HATTORI, G. Y.; SOUZA, A. J. F.; PEDROSA, J. M. M.; PINHEIRO, M. A. A. (2004).

Tamanho do quadrado ideal para amostragem da densidade populacional do caranguejo Ucides cordatus (Linnaeus, 1763). In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ZOOLOGIA, 25, Brasília. Resumos. p. 66-67.

HEWITT, J. E.; THRUSH, S. F.; LEGENDRE, P.; CUMMINGS, V. J.; NORKKO, A.

(2002). Integrating heterogeneity across spatial scales: interactions between Atrina zelandica and benthic macrofauna. Mar Ecol Prog Ser, Oldendorf/Luhe, v. 239, p.

115-128.

HURLBERT, S. H. (1984). Pseudoreplication and the design of ecological field experiments. Ecol Monogr, Washington, DC, v. 54, p. 187-211.

IVO, C. T. C.; DIAS, A. F.; MOTA, R. I. (1999). Estudo sobre a biologia do caranguejo-uçá, Ucides cordatus cordatus, (Linnaeus, 1763), capturado no delta do Rio Parnaíba, Estado do Piauí. Bol Tec Cient CEPENE, Tamandaré/PE, v. 7, n. 1, p. 1-52.

IVO, C. T. C.; DIAS, A. F.; BOTELHO, E. R. O.; MOTA, R. I., VASCONCELOS, J. A.;

VASCONCELOS, E. M. S. (2000). Caracterização das populações de caranguejo-uçá, Ucides cordatus cordatus (Linnaeus, 1763), capturadas em estuários do nordeste do Brasil. Bol Tec Cient CEPENE, Tamandaré/PE, v. 8, n. 1, p. 7-43.

JAMES, R. J.; FAIRWEATHER, P. G. (1996). Spatial variation of intertidal macrofauna on a sandy ocean beach in Australia. Est Coast Shelf Sci, Londres, v.

43, p. 81-107.

JENKINS, S. R.; ÅBERG, P.; CERVIN, G.; COLEMAN, R. A.; DELANY, J.;

HAWKINS, S. J.; HYDER, K.; MYERS, A. A.; PAULA, J.; POWER, A.-M.; RANGE, P.; HARTNOLL, R. G. (2001). Population dynamics of the intertidal barnacle Semibalanus balanoides at three European locations: spatial scales of variability.

Mar Ecol Prog Ser, Oldendorf/Luhe, v. 217, p. 207-217.

KJERFVE, B.; LACERDA, L. D. (1993). Mangroves of Brazil. In: LACERDA, L. D.

Conservation and sustainable utilization of mangrove forests in Latin América and Africa regions. International Society for Mangrove Ecosystems. p. 245-272.

KOCH, V. (1999). Epibenthic production and energy flow in the Caeté mangrove estuary, North Brazil. Bremen 97 f. Tese de Doutorado. Zentrum für Marine Tropenökologie. Center for Tropical Marine Ecology.

KOCH, V.; WOLFF, M. (2002). Energy budget and ecological role of mangrove epibenthos in the Caeté estuary, North Brazil. Mar Ecol Prog Ser, Oldendorf/Luhe, v. 228, p. 119-130.

LANA, P. C. (1998). Manguezais: diagnóstico, conflitos e prognósticos. In: LIMA, R.

E.; NEGRELLE, R. R. B. (orgs.). Meio ambiente e desenvolvimento no litoral do Paraná. Diagnóstico. Curitiba: Editora da UFPR. p. 105-115.

LANA, P. C.; MARONE, E.; LOPES, R. M.; MACHADO, E. C. (2001). The subtropical estuarine complexo of Paranaguá Bay, Brazil. In: SEELIGER, U.; KJERFVE, B.

(eds.). Coastal marine ecosystems of Latin America. Berlim: Springer. p. 131-145.

LEE, S. Y. (1999). Tropical mangrove ecology: physical and biotic factors influencing ecosystem structure and function. Aust J Ecol, Carlton South, v. 24, p. 355-366.

LEVIN, S. A. (1992). The problem of pattern and scale in ecology. Ecology, Washington, DC, v. 73, p. 1943-1967.

LI, J.; VINCX, M.; HERMAN, P. M. J.; HEIP, C. (1997). Monitoring meiobenthos using cm-, m- and km-scales in the southern bight of the North Sea. Mar Environ Res, Kidlington, v. 43, p. 265-278

LINDEGARTHL, M.; ANDRÉ, C.; JONSSON, P. R. (1995). Analysis of the spatial variability in abundance and age structure of two infaunal bivalves, Cerastoderma edule and C. lamarcki, using hierarchical sampling programs. Mar Ecol Prog Ser, Oldendorf/Luhe, v. 116, p. 85-97.

MACIA, A.; QUINCARDETE, I.; PAULA, J. (2001). A comparison of alternative methods for estimating population density of the fiddler crab Uca annulipes at Saco Mangrove, Inhaca Island (Mozambique). Hydrobiologia, Holanda, v. 449, n. 1-3, p.

213-219.

MARTIN, F. (1992). Étude de l’ecosysteme mangrove de la baie de Paranaguá (Paraná, Brèsil): analyse des impacts et propositions de gestion rationnelle. Paris.

289 f. These de doctorat de I’Université Paris VII, UFR de Biologie.

MELO, G. A. S. (1996). Manual de identificação dos Brachyura (caranguejos e siris) do litoral brasileiro. São Paulo: Plêiade/FAPESP.

MIRANDA, R. B. (2004). Dinâmicas de apropriação e saberes comunais dos manguezais e de seus recursos bênticos de interesse econômico no complexo estuarino da Baía de Paranaguá, Paraná. Curitiba. 349 f. Tese (Doutorado em Meio Ambiente e Desenvolvimento) - Universidade Federal do Paraná.

MORRISEY, D. J.; HOWITT, L.; UNDERWOOD, A. J.; STARK, J. S. (1992). Spatial variation in soft-sediment benthos. Mar Ecol Prog Ser, Oldendorf/Luhe, v. 81, p.

197-204.

NAIZOT, T. (1992). Géographie de la Baie de Paranaguá (Paraná, Brésil): apport des données satellitaires a l’étude des marais a mangroves. D. Sc. Thesis, École des Hautes Etudes en Sciences Sociales, Paris, France, 3 vols.

NORDHAUS, I.; WOLFF, M.; DIELE, K. (2006) Litter processing and population food intake of the mangrove crab Ucides cordatus in a high intertidal forest in northern Brazil. Est Coast Shelf Sci, Londres, v. 67, p. 239-250.

OLABARRIA, C.; CHAPMAN, M. G. (2001). Comparison of patterns of spatial variation of microgastropods between two contrasting intertidal habitats. Mar Ecol Prog Ser, Oldendorf/Luhe, v. 220, p. 201-211.

OLIVEIRA, D. A. F. (2005). Distribuição espacial do caranguejo-uçá, Ucides cordatus (Linnaeus, 1763) (Crustacea, Brachyura, Ocypodidae). São Vicente. 56 f. Monografia (Bacharelado em Ciências Biológicas) - Universidade Estadual Paulista

“Julio de Mesquita Filho”.

OSTRENSKY, A.; STERNHAIN, U. S.; BRUN, E.; WEGBECHER, F. X.; PESTANA D. (1995). Análise da viabilidade técnico-econômica dos cultivos do caranguejo-uçá

Ucides cordatus (Linnaeus, 1763) no litoral paranaense. Arq Biol Tecnol, Curitiba, v. 38, p. 939-947.

PARDO, L. M.; PALMA, A. T.; PRIETO, C.; SEPULVEDA, P.; VALDIVIA, I.; OJEDA, F. P. (2007). Processes regulating early post-settlement habitat use in a subtidal assemblage of brachyuran decapods. J Exp Mar Biol Ecol, Amsterdam, v. 344, p.

10-22.

PINHEIRO, M. A. A.; HATTORI, G. Y. (2003). Embryology of the mangrove crab Ucides cordatus (Brachyura: Ocypodidae). J Crustac Biol, Lawrence, v. 23, p. 729-737.

PINHEIRO, M. A. A.; FISCARELLI, A. G.; HATTORI, G. Y. (2005). Growth of the mangrove crab Ucides cordatus (Brachyura, Ocypididae). J Crustac Biol, Lawrence, v. 25, p. 293-301.

PINHEIRO, M. A. A.; HATTORI, G. Y. (2006). Relative growth of the mangrove crab Ucides cordatus (Linnaeus, 1763) (Crustacea, Brachyura, Ocypodidae) at Iguape, São Paulo, Brazil. Braz Arch Biol Technol, Curitiba, v. 49, n. 5 p. 813-823.

ROBERTSON, A. I.; DANIEL, P. A. (1989). The influence of crabs on leaf litter processing in a high intertidal mangrove forest in tropical Australia. Oecologia, Berlim, v. 78, p. 191-198.

ROBERTSON, A. I.; ALONGI, D. M.; BOTO, K. G. (1992). Food chains and carbon fluxes. In: ROBERTSON, A. I.; ALONGI, D. M. (eds.) Tropical mangrove ecosystems. Washington, DC: American Geophysical Union. p. 293-326.

SCHNEIDER, D.C.; WALTERS, R.; THRUSH, S.; DAYTON, P. (1997). Scale-up of ecological experiments: density variation in the mobile gastropod Macomona liliana.

J Exp Mar Biol Ecol, Amsterdam, v. 216, p. 129-152.

SCHORIES, D.; BARLETTA-BERGAN, A.; BARLETTA, M.; KRUMME, U.; MEHLIG, U.; RADEMAKER, V. (2003). The keystone role of leaf-removing crabs in mangrove forests of North Brazil. Wetl Ecol Manag, Dordrecht, v. 11, p. 243-255.

SKOV, M. W.; VANNINI, M.; SHUNULA, J. P.; HARTNOLL, R. G.; CANNICCI, S.

(2002). Quantifying the density of mangrove crabs: ocypodidae e grapsidae. Mar Biol, Berlim, v. 141, p. 725-732.

TERLIZZI, A.; ANDERSON, M. J.; FRASCHETTI, S.; BENEDETTI-CECCHI, L.

(2007). Scales of spatial variatin in Mediterranean subtidal sessile assemblages at different dephs. Mar Ecol Prog Ser, Oldendorf/Luhe, v. 332, p. 25-39.

THRUSH, S. F.; WHITLACH, R. B.; PRIDMORE, R. D.; HEWITT, J. E.; CUMMINGS, V. J.; WILKINSON, M. R. (1996). Scale-dependent recolonization: The role of sediment stability in a dynamic sandflat habitat. Ecology, Washington DC, v. 77, p.

2472-2487.

THRUSH, S. F.; HEWITT, J. E.; CUMMINGS, V. J.; GREEN, M. O.; FUNNELL G. A.;

WILKINSON, M. R. (2000). Improving the generality of field experiments: the interaction of processes operating over different spatial scales on intertidal sandflats.

Ecology, Washington DC, v. 81, p. 399-415

TOLHURST, T. J.; CHAPMAN, M. G. (2005). Spatial and temporal variation in the sediment properties of an intertidal mangrove forest: implications for sampling. J Exp Mar Biol Ecol, Amsterdam, v. 317, p. 213-222.

TWILLEY, R. R.; POZO, M.; GARCIA, V. H.; RIVERA-MONROY, V. H.; ZAMBRANO, R.; BODERO, A. (1997). Litter dynamics in riverine mangrove forests in the Guayas River estuary, Ecuador. Oecologia, Berlim, v. 111, p. 109-122.

UNDERWOOD, A. J. (1997). Experiments in ecology: their logical design and interpretation using analysis of variance. Cambridge: Cambridge University Press.

UNDERWOOD, A. J.; CHAPMAN, M. G. (1996). Scales of spatial patterns of distribution of intertidal invertebrates. Oecologia, Berlim, v. 107, p. 212-224.

UNDERWOOD, A. J.; CHAPMAN, M. G.; CONNELL, S. D. (2000). Observations in ecology: you can’t make progress on process without understanding the patterns. J Exp Mar Biol Ecol, Amsterdam, v. 250, p. 97-115.

WARREN, J. H. (1990). The use of open burrows to estimate abundance of intertidal estuarine crabs. Austral J Ecol, Carlton South, v.15, p.277-280.

WARREN, J. H.; UNDERWOOD, A. J. (1986). Effects of burrowing crabs on the topography of mangrove swamps in New South Wales. J Exp Mar Biol Ecol, Amsterdam, v. 102, p. 223-235.

WELLS, F. E. (1986). Distribution of molluscs across a pneumatophore boundary in a small bay in northwestern Australia. J Molluscan Stud, Oxford, v. 52, p.83-90.

WIENS, J.A. (1989). Spatial scaling in ecology. Funct Ecol, Oxford, v. 3, p. 385-397.

YSEBAERT, T.; HERMAN, P. M. J. (2002). Spatial and temporal variation in benthic macrofauna and relationships with environmental variables in an estuarine, intertidal soft-sediment environment. Mar Ecol Prog Ser, Oldendorf/Luhe, v. 244, p. 105-124.

No documento Ucides cordatus (páginas 42-49)

Documentos relacionados