O controlo e avaliação do processo competitivo permite, ao treinador e restante equipa técnica, verificar qual a evolução que o processo de treino está a gerar, de acordo com aquilo que é pretendido para os jogadores e a equipa, em contexto competitivo, podendo ser identificadas as debilidades dos mesmos de acordo com aquilo que são os pressupostos
53 expressos no Modelo de Jogo adoptado para a equipa e, com esta avaliação, proceder-se ao ajustamento e retificação das falhas verificadas, aquando das situações competitivas em que a equipa está inserida, no processo de treino. Neste âmbito, a avaliação teve duas vertentes: a quantitativa, onde foram explorados os resultados obtidos em situação de competição, assim como os restantes dados estatísticos registados e a classificação obtida pela equipa nas competições em que esteve inserida e a vertente qualitativa, onde se pretendeu avaliar a evolução da prestação da equipa ao nível da sua adaptação e resposta competitiva de acordo com os princípios orientadores das várias fase expressos no Modelo de Jogo adoptado e ao plano estratégico-táctico delineado para cada jogo e também a evolução individual de cada jogador ao longo da época desportiva, de acordo com as perspectivas da equipa técnica.
Avaliação Quantitativa
A análise dos resultados obtidos em competição, assim como os dados estatísticos registados acerca do processo competitivo da equipa e dos jogadores possibilitam uma visão geral acerca daquilo que foi o desempenho dos mesmos durante a época desportiva. Estes registos, ainda que não traduzam por vezes aquilo que foi posto em prática de acordo com a prestação da equipa durante a realização dos jogos, permitem uma análise global do processo competitivo verificando o ajustamento destes aos objectivos traçados no início da época, neste capítulo.
A classificação da equipa no campeonato segue expressa na tabela abaixo apresentada:
Tabela 7 – Classificação Final das Equipas que participaram na Fase Regular do
54 Como podemos constatar, a nossa equipa classificou-se em 5º lugar na fase regular do Campeonato de Juniores B da AF Viseu, somando um total de 36 pontos, resultado de 12 vitórias e 10 derrotas acumuladas ao longo da prova. Totalizou ainda 49 golos marcados, o que resulta numa média de 2,2 golos por jogo, uma marca bastante satisfatória. No entanto, os golos sofridos, um total de 48, resultando numa média de 2,1 por jogo, sugerem debilidades a nível daquilo que foi o processo defensivo da equipa.
Os objectivos definidos para esta prova passavam por terminar a Fase Regular do Campeonato entre os cinco primeiros lugares, disputar cada jogo em qualquer campo para a obtenção da vitória e atingir a marca dos 40 pontos. Fazendo uma análise aos dados obtidos, registamos que a classifcação em 5ª lugar vai de encontro ao que foi definido no início da época, no entanto não foi possível atingir a marca de 40 pontos, cifrando-se esta, como já foi referido, nos 36. Na nossa opinião, os dois jogos realizados com a equipa da AD Sátão, onde, ainda que a nossa equipa conseguisse ter algum ascendente sobre este adversário nos dois jogos e também o jogo em casa do SC Paivense, cuja data coincidiu com um período menos bom para o clube e para a equipa em particular, onde acabámos por sair derrotados, pesou para que a marca estabelecida no início da época não tenha sido atingida, tendo sido estes os pontos-chave onde a equipa não conseguiu fazer prevalecer as suas capacidades para sair por cima e angariar os três pontos. Outro objectivo definido para a equipa nesta prova passava por entrar em qualquer campo para obter a vitória, independentemente do adversário que iríamos deforntar. Este objectivo julgamos ter sido inteiramente cumprido, uma vez que jogadores e equipa procuraram ao longo da prova disputar os jogos de igual para igual, o que, porventura, poderá ter sido uma aposta bastante arriscada da nossa parte, uma vez que poderíamos ter tido uma prestação mais conseguida ao nível dos resultados obtidos se tivéssemos seguido uma ideologia mais defensiva ao invés de encarar os jogos sempre para obter a vitória. Talvez esta postura nos tenha custado alguns golos sofridos de forma evitável ou a perda de alguns pontos, uma vez que em algumas situações poderíamos ter optado por conservar a igualdade até ao final do jogo ao invés de procurar o golo da vitória e, em alguns casos acabando por sair derrotados, sendo possível verificar a inexistência de qualquer empate registado ao longo da prova por parte da nossa equipa.
Num plano mais individual, na tabela abaixo apresentada encontram-se os dados estatísticos de cada jogador que fez parte do plantel nesta época desportiva, relativos aos jogos disputados na Fase Regular do Campeonato de Juniores B da AF Viseu:
55 Observando os registos relativos aos dados estatísticos individuais expressos na tabela, podemos verificar que ao nível dos golos marcados pela equipa se destaca o jogador Sérgio Ribeiro, tendo contribuído com 15 golos, o que representa cerca de 30% do total de golos produzido pela equipa ao longo do Período Competitivo, tendo também contribuído com 4 assistências para golo, fazendo dele um elemento fundamental para que a equipa obtivesse o desempenho desportivo verificado. Seguem-se, com 6 golos cada um, os jogadores Rafael “Bale” e Ulisses C., também com um nível de importância elevado para a equipa neste factor, sobretudo o jogador Ulisses C., que também contribuiu com 5 assistências para golo, o que o tornam num jogador com uma dose de importância significativa no desempenho da equipa, ainda para mais se considerarmos que começou a maior parte dos jogos como suplente, tendo entrado no decorrer dos jogos servindo de “arma secreta” da equipa, como poderemos comprovar mais à frente.
No capítulo das assistências para golo, o jogador Leandro foi aquele que mais passes para golo efectuou, totalizando 6. Este jogador tem como principais armas a velocidade e o drible curto, fazendo muitas vezes uso destas para ganhar espaço nas costas da defensiva contrária e a partir daqui colocar a bola na grande área para que um dos jogadores da nossa equipa pudesse finalizar as jogadas. A sua importância dentro do processo ofensivo da equipa foi pois bastante significativa. Seguem-se Hugo C. e Ulisses C., com 5 assistências cada, prestando também um contributo significativo para o desempenho quantitativo da equipa na competição.
A nível disciplinar, e no que se refere aos cartões amarelos recebidos, os jogadores André P. e Hugo C, com cinco cartões amarelos cada ao longo do Período Competitivo, Tabela 8 – Dados Estatísticos Individuais dos Jogadores da Equipa na Fase Regular do Campeonato.
56 encabeçam a lista neste aspecto. O contexto em que estes cartões foram mostrados permite, na nossa opinião, inferir a importância destes jogadores no processo defensivo da equipa, uma vez que o principal motivo para que estes jogadores fossem amarelados nos jogos passou por travar saídas em contra-ataque por parte do adversário e em situações em que a nossa equipa se encontrava desiquilibrada, conseguindo com isto reequilibrar a equipa.
Os restantes casos, duplos cartões amarelos e cartões vermelhos directos, ainda que fossem passíveis de ser evitados, parecem-nos algo normal dentro daquilo que é o processo competitivo de uma equipa, ainda que o cartão vermelho directo registado se tenha devido a uma alegada agressão que, na nossa opinião, não existiu.
Outros dos dados estatísticos registados a nível individual e que permitem perceber a distribuição de minutos de competição pelos jogadores que compunham a equipa, assim como as situações competitivas em que os jogadores participaram, encontram-se expressos na seguinte tabela:
Dos registos observados na tabela verifica-se que, ao nível do número de convocatórias para situações competitivas houve três jogadores que se apresentaram em todos os jogos que a equipa disputou, sendo que outros quatro jogadores apenas não estiveram presentes em uma situação competitiva. Quanto ao número de jogos em que os jogadores foram utilizados na equipa inicial, apenas um dos jogadores foi sempre titular, seguido por dois elementos que em apenas um dos jogos em que a equipa participou não começaram os jogos na equipa titular.
57 O número de jogos para os quais os jogadores foram convocados, mas em que não foram utilizados teve como principal destaque o jogador João Paulo, com 12 jogos nesta condição. A especificidade da sua posição (Guarda-Redes) e o facto da opção pela utilização de outro(s) elementos por parte da equipa técnica, foram determinantes para que estes dados fossem registados.
Quanto aos jogadores que não iniciaram os jogos na equipa principal mas que diputaram parte do jogo, o jogador Ulisses C. lidera esta lista com 12 jogos em que entrou em campo a partir do banco de suplentes para ajudar a equipa, sendo que, como já vimos anteriormente, este jogador ajudou ao desempenho desportivo da equipa, contribuindo com alguns golos e assistências para golo. Seguem-se os jogadores João Pedro, Manú e Francisco S., com a participação em mais jogos, entrando no decorrer das situações competitivas.
Os minutos de competição são, na nossa opinião, um factor determinante para a formação do jovem jogador e, desta forma, era nossa preocupação para além do rendimento desportivo da equipa, proporcionar tempo de jogo a todos os jogadores que compunham a equipa. Neste capítulo os jogadores que obtiveram um maior número de minutos competitivos foram o David Sousa, o Sérgio Ribeiro, o André P. e o Hugo C., registando por conseguinte uma maior percentagem relativamente ao tempo de competição total da equipa. Isto indica, na nossa opinião, que estes quatro jogadores formaram a “base” da equipa, sendo essenciais para que a mesma obtivesse o rendimento desportivo registado.
O jogador Francisco Neves saiu da equipa na Jornada 8 do Campeonato, por incompatibilidade de actividades, daí os registos obtidos nestes parâmetros, enquanto que os registos obtidos para o jogador Gonçalo advêm do facto de este jogador apenas ter iniciado a sua formação desportiva nesta época e apresentar grandes lacunas ao nível técnico-táctico, não sendo uma opção recorrente durante os jogos que a equipa disputou. No entanto, registou-se com satisfação uma boa evolução a nível técnico e de reportório motor específico da modalidade neste jogador, que apesar da pouca utilização em contexto de competição continuou a participar nas sessões de treino ao longo da época, sendo uma preocupação da nossa parte que este jogador não se deixasse desmoralizar por este factor e, estamos certos de que na próxima época este terá mais oportunidades ao nível competitivo.
O jogador Luís Pedro, já referenciado em outro capítulo, encontrava-se integrado no plantel de Juniores A desde o início da época desportiva, sendo que cada vez que esta equipa não tivesse jogo, poderia disputar a situação competitiva que a nossa equipa enfrentaria nessa jornada, tendo apenas participado por duas ocasiões, sempre como titular. Outro caso
58 de excepção é o jogador Leandro, que fez parte da equipa de Juniores C do clube, tendo sido incluído em algumas sessões de treino da nossa equipa e contribuído com a sua prestação em dois jogos desta, uma vez como titular, onde conseguiu fazer um golo e uma vez como suplente utilizado.
Neste parâmetro do tempo de jogo, os objectivos definidos no início da época desportiva visavam promover oportunidades e tempo de jogo a todos os elementos da equipa, caso trabalhassem para serem dele merecedores e promover a integração de jogadores do escalão imediatamente inferior do clube. No primeiro caso, e como é possível constatar pelos dados obtidos, todos os jogadores que fizeram parte da equipa tiveram a oportunidade de mostrar o seu valor em contexto de competição, ainda que a percentagem de tempo de jogo que correspondeu a cada um possa ter sido mais elevada ou mais diminuta, o que é normal dentro do seio de uma equipa de Futebol. Destacamos ainda o facto de, com excepção de um elemento do plantel e devido aos factores já referenciados, todos os jogadores terem tido a oportunidade de começarem pelo menos um jogo na condição de titular, promovendo-se desta forma um bom ambiente no balneário, uma vez que houve a possibilidade de todos os elementos mostrarem as suas capacidades em situação de competição, de forma a mostrar ao grupo de trabalho que todos desempenharam um papel importante dentro da equipa. Quanto ao objectivo de integrar jogadores do escalão imediatamente inferior do clube, este foi conseguido graças a utilização do jogador Leandro em algumas sessões de treino da nossa equipa e em dois jogos disputados.
Avaliação Qualitativa
Neste capítulo e, como foi referido anteriormente, procedeu-se à avaliação das situações competitivas em que a equipa esteve inserida, de acordo com a percepção da equipa técnica, relativamente à adequação do jogo colectivo, na respectiva situação competitiva, e nas várias fases do jogo, aos pressupostos expressos no Modelo de Jogo adoptado e também relativamente ao cumprimento do plano estratégico-táctico delineado para cada jogo, sendo atribuída a cada parâmetro uma avaliação entre 0 e 5. Os resultados obtidos encontram-se expressos nos gráficos seguintes:
59 Fazendo a análise do gráfico obtido para a fase de “Organização Ofensiva”, encontramos duas situações, Jornada 3 e Jornada 13, em que a prestação da equipa não esteve de acordo com a maioria dos princípios de jogo estabelecidos no Modelo de Jogo adoptado pela equipa, sendo que na Jornada 22, última jornada do campeonato, foi quando se registou a melhor avaliação da prestação da equipa nesta fase do jogo. Fazendo a comparação entre os valores obtidos na avaliação para a primeira e segunda volta, regista-se uma evolução de 3,1 para 3,5 valores, o que significa que a prestação da equipa foi superior durante a segunda volta do campeonato para esta fase do jogo, o que leva a crer que os jogadores e a equipa registaram uma evolução ao longo da época desportiva com base na sua adaptação aos princípios de jogo relativos à Organização Ofensiva, expressas no Modelo de Jogo adoptado. 0 1 2 3 4 5 6 Organização Ofensiva
60 A avaliação desta fase do jogo, pela análise do gráfico obtido, indica que a equipa apresentou alguma variação entre os jogos disputados, para este parâmetro, conseguindo melhores prestações e adequação aos princípios estipulados pelo Modelo de Jogo adoptado na segunda volta do campeonato. Comparando os valores obtidos na primeira e segunda volta do campeonato, obteve-se uma média de 3,0 e 3,4, respectivamente. Tal como referido, registou-se uma evolução da equipa para esta fase de jogo, na segunda volta, o que indica uma adaptação dos jogadores às ideias de jogo pretendidas nesta fase do jogo, ainda que, como é possível verificar, tenha havido uma considerável variação dos valores atribuídos de jogo para jogo.
0 1 2 3 4 5 6 Organização Defensiva
Gráfico 11 – Evolução da Adaptação da Equipa ao Modelo de Jogo para a Fase de Organização Defensiva 0 1 2 3 4 5 6 Transição Ofensiva
61 A fase de Transição Ofensiva terá sido, porventura, aquela que registou uma maior evolução ao longo da época desportiva, tendo os jogadores e a equipa conseguido adaptar- se de forma satisfatória ao princípios orientadores desta fase segundo o Modelo de Jogo adoptado. Comparando os resultados obtidos, em média, relativamente à primeira e segunda volta do campeonato, registam-se os valores de 3,2 e 3,7, respectivamente, havendo desta forma um aumento significativo na avaliação desta fase do jogo, pelo que podemos inferir que os jogadores e a equipa conseguiram pôr em prática de forma satisfatória aquilo que eram as ideias expressas no Modelo de Jogo adoptado para a fase de Transição Ofensiva.
Segundo o gráfico apresentado relativo à avaliação da prestação da equipa na fase de Transição Defensiva, verifica-se uma grande variação dos valores atribuídos, ora com classificações satisfatórias, ora com classificações abaixo do ptretendido, sobretudo durante as primeiras oito jornadas do campeonato. Os princípos inerentes a esta fase do jogo terão sido aqueles em que mais dificuldades foram sentidas para a sua aplicação prática por parte dos jogadores e da equipa. A evolução dos valores obtidos, em média, quando comparada a primeira com a segunda volta do campeonato, respectivamente 3,0 e 3,2, indicam isto mesmo, a dificuldade de adaptação da equipa aos princípios de jogo expressos para esta fase do jogo, que trata da reacção da equipa à perda da posse de bola.
0 1 2 3 4 5 Transição Defensiva
62 Os valores obtidos para o parâmetro Esquemas Tácticos, que se expressa nos princípios de jogo definidos para os lances de bola parada, não sofreram grandes variações ao longo da época desportiva, centrando-se em resultados satisfatórios para esta fase do jogo, à excepção da Jornada 6, em que os jogadores não conseguiram pôr em prática o que era pretendido segundo os princípios orientadores expressos no Modelo de Jogo da equipa, para esta fase do jogo. As médias obtidas, relativamente aos valores atribuídos nesta fase do jogo, e tendo como comparação a primeira e segunda volta do campeonato, 3,4 e 3,5 respectivamente, indicam que a evolução do desempenho da equipa não teve grande significâcia, registando valores satisfatórios, no que a este parâmetro diz respeito.
0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 4 4,5 Esquemas Tácticos
63 Neste parâmetro a avaliação atribuida fazia-se no sentido da adequação que os jogadores e a equipa demonstraram relativamente ao estipulado no plano estratégico-táctico definido para cada jogo. O gráfico aponta para uma evolução gradual da adaptação da equipa àquilo que ia sendo definido para cada jogo ao nível dos comportamentos pretendidos, de acordo com o adversário a defrontar e com os pressupostos inerentes à proposta de jogo colectivo para a equipa, em cada uma das situações de competição. Nesta evolução regista- se uma queda significativa na Jornada 13, pelo que neste jogo a equipa não conseguiu de todo pôr em prática aquilo que foi proposto como plano estratégico-táctico para aquele jogo em específico, tendo sido esta uma excepção relativamente à evolução que se vinha a verificar com o avançar da época desportiva, na avaliação deste parâmetro. Segundo as médias dos valores de classificação obtidos neste parâmetro, na comparação entre a primeira e a segunda volta do campeonato, 3,0 e 3,7 respectivamente, verifica-se que a adaptação da equipa àquilo que era definido como plano estratégico-táctico para cada jogo em específico, foi o parâmetro em que se registou uma maior evolução, de entre todos os que foram alvo desta avaliação. Uma vez que apenas se procurou adaptar o projecto colectivo de jogo da equipa ao adversário a defrontar na segunda volta do campeonato, quando já possuíamos informações concretas acerca das características do nosso oponente, esta poderá ter sido uma das razões para este aumento significativo da avaliação da equipa neste parâmetro.
0 1 2 3 4 5 6 Plano Estratégico-Táctico
Gráfico 15 – Prestação da Equipa em Situações Competitivas de acordo com o Plano Estratégico-Táctico
64 Numa análise global aos parâmetros avaliados, verificamos que em todos eles se registou uma evolução com o avançar da época desportiva. Quer isto dizer, na nossa opinião, que através do processo de treino, os jogadores e a equipa se foram adaptando e conseguiram pôr em prática, de forma satisfatória e apresentando um crescimento gradual, relativamente aos princípios vigentes no Modelo de Jogo adoptado e para as várias fases do jogo.
Relativamente aos parâmetros avaliados em que se registou maior evolução, este