O controlo e avaliação do processo de treino e competição permite ao treinador ter a percepção da evolução dos jogadores e da equipa, bem como avaliar o desempenho da mesma ao logo da época desportiva. Desta forma, seguidamente, apresentam-se os resultados obtidos relativamente ao processo de treino e competição, de acordo com os processos definidos para o efeito.
Controlo e Avaliação do Processo de Treino
Neste pârametro irão ser apresentados os indicadores relativos àquilo que foi realizado ao longo da época desportiva no capítulo do processo de treino, tendo sido definidos para que esta avaliação fosse possível, como anteriormente referido, a distribuição dos tempos de treino e a avaliação das sessões de treino, pela equipa técnica e pelos jogadores.
Análise dos Tempos de Treino
Seguidamente apresentamos os tempos dispêndidos em cada um dos parâmetros definidos para a sessão de treino, de acordo com a classificação de exercícios adoptada (Castelo & Matos, 2013).
Distribuição Geral dos Métodos de Treino
Métodos de Treino TOTAL (Min.) %
Exercícios Preparação Geral 796 14
Exerc. Espec. Prep. Geral 977 18
Exerc. Espec. Preparação 2520 46
Tempos de Cariz Não-Motor 1180 22
36 Ao analisarmos os resultados obtidos após a obtenção dos dados relativos à utilização e distribuição dos minutos de treino, nas sessões realizadas ao longo da época desportiva, podemos verificar que os Exercícios Específicos de Preparação constituiram-se como o grupo de exercícios utilizados em maior escala, apresentando valores que correspondem a cerca de 46% do volume total de treino na época desportiva. Estes resultados estão de acordo com o que é referenciado por Castelo (2009), quando refere que os Exercícios Específicos de Preparação deverão ser “o núcleo central da preparação dos jogadores e das equipas, considerando constantemente as condições estruturais e funcionais em que os diferentes contextos situacionais de jogo se verificam. Consubstanciando-se estes como potenciadores fundamentais da utilização dos recursos comportamentais específicos que sustentam a lógica interna do jogo de futebol, a sua predominância de utilização em relação aos demais é sustentada pela elevada adaptabilidade que estes transportam no transfer treino/competição. Esta adaptabilidade é expressa na funcionalidade, que se pretende que seja ótima, dos comportamentos individuais e coletivos inerentes ao modelo de jogo do treinador.”
Em relação aos restante métodos de treino, os Exercícios de Preparação Geral contabilizaram 14% do tempo total das sessões de treino da época desportiva, enquanto que os Exercícios Específicos de Preparação Geral foram utilizados em 18% do volume total das sessões de treino. Estes métodos de treino funcionam como “suporte” aos Exercícios Específicos de Preparação, uma vez que, no caso dos Exercícios de Preparação Geral se pretende o desenvolvimento das capacidades físicas necessárias para o jogo, enquanto que os Exercícios Específicos de Preparação visam potencializar a relação dos jogadores com a bola e o desenvolvimento das relações básicas entre jogadores, em contextos de baixa complexidade, pelo que a utilização destas categorias de métodos de treino não deve ser desvalorizada. Exercícios Preparação Geral; 14% Exercícios Específicos de Preparação Geral; 18% Exercícios Específicos de Preparação; 46% Tempos de Cariz Não-Motor; 22%
37 Na categoria Tempos de Cariz Não-Motor, onde foram incluídos os tempos em que os jogadores não se encontravam em exercitação, como são o caso dos temos de intrução de um exercício ou para hidratação, representaram 22% do volume total das sessões de treino ao longo da época desportiva. A importância desta categoria para que o processo de treino possa ser eficaz parece-nos óbvia, seja para que os jogadores compreendam a dinâmica de determinado exercício, seja durante a prelecção do treinador em que são abordados aspectos necessários para que a equipa consiga atingir o nível e os objectivos traçados, entre outros aspectos relacionados com esta categoria. No entanto, o tempo dispêndido, de acordo com os resultados obtidos, parece-nos ser um pouco elevado, retirando tempo de exercitação motora aos jogadores, que poderia servir para elevar o rendimento dos jogadores e da equipa. A redução do tempo dispêndido nesta categoria será um dos pressupostos a registar para que no futuro o rendimento das sessões de treino possa ser mais elevado.
Ao observarmos agora os resultados comparativos entre o Período Pré-Competitivo e Competitivo, no que à distribuição geral dos métodos de treino diz respeito, verificamos um decréscimo do tempo dispêndido em Exercícios de Preparação Geral, de 19% para 13%, uma
Exercícios Preparação Geral; 19% Exercícios Específicos de Preparação Geral; 17% Exercícios Específicos de Preparação Geral; 42% Tempos de Cariz Não-Motor; 22% Exercícios Preparação Geral; 13% Exercícios Específicos de Preparação Geral; 18% Exercícios Específicos de Preparação; 47% Tempos de Cariz Não-Motor; 22%
Gráfico 2 – Distribuição Geral dos Métodos de Treino – Período Pré-Competitivo.
38 vez que, neste período se pretendeu dar mais significância a métodos de treino que visem a preparação específica da equipa para a competição.
Os Exercícios Específicos de Preparação tiveram uma subida de um ponto percentual no Período Competitivo, em relação ao Período Pré-Competitivo, o que indica um acrescento de significância, ainda que reduzido, para o processo de treino, neste período.
Quanto aos Exercícios Específicos de Preparação, obtiveram uma subida de 42% para 47% no Período Competitivo, centrando-se como o grande núcleo da preparação dos jogadores e da equipa no processo de treino, neste período.
A categoria de Tempos de Cariz Não-Motor manteve-se nos 22% em ambos os períodos.
Distribuição Específica dos Métodos de Treino
Aprofundando um pouco mais a análise do tempo dispêndido em cada uma das categorias dos métodos de treino, seguidamente apresentam-se os resultados obtidos para cada uma delas, tendo em conta as suas especificidades de acordo com a classificação sugerida por Castelo & Matos (2013):
Exercícios de Preparação Geral
Nesta categoria de Exercícios inclui-se todo o trabalho efectuado sem bola e direccionado para o desenvolvimento das capacidades físicas Resistência, Força, Velocidade e Flexibilidade.
Os resultados obtidos para o total da época desportiva indicam que para esta categoria de exercícios, o pârametro Corrida Contínua ou Variável representou 37% do volume total dispêndido na mesma, seguido pelo trabalho de Força, com 26%, o trabalho de Flexibilidade com 21 % do tempo total desta categoria e finalmente o trabalho de velocidade com 16%. Estes resultados indicam-nos que para esta categoria de Métodos de Treino se deu primazia ao trabalho de Resistência, uma vez que no jogo de Futebol esta é uma capacidade
Exercícios de Preparação Geral TOTAL (Min.) % Corrida Contínua ou Variável 299 37
Força 203 26
Velocidade 129 16
Flexibilidade 165 21
Tabela 2 – Distribuição dos tempos relativos aos Exercícios de
39 fundamental. No entanto, as restantes capacidades físicas não foram descuradas, como demonstram os resultados obtidos, tendo estas sido trabalhadas no sentido de proporcionar aos jogadores condições favoráveis para a prática desportiva, tendo em conta a especificidade da modalidade de Futebol.
Comparando agora os resultados obtidos entre os Períodos Pré-Competitivo e Competitivo, observa-se uma redução do tempo dispêndido na capacidade Resistência (Corrida Contínua ou Variável), de 45% para 37%, o que indica que no Período Competitivo a significância em termos de volume de treino para esta capacidade diminuiu, uma vez que a necessidade de preparar a equipa para a competição tendo em conta a especificidade da modalidade de Futebol, aumentou neste período.
Ao nível do treino da Força, este manteve-se intacto, uma vez que este trabalho visa reduzir os desiquilíbrios musculares causados pela especificidade da modalidade de Futebol, procorando-se trabalhar predominantemente o trem superior do corpo.
O trabalho de velocidade aumentou no Período Competitivo, passando de 14% para 17%, o que consubstancia um aumento da significância deste tipo de trabalho para o processo de treino, neste período. No nosso entender, a velocidade, nas suas várias dimensões, é um aspecto de grande preponderância para o rendimento desportivo dos jogadores e da equipa, pelo que o seu desenvolvimento, incluído no processo de treino, se torna essencial.
0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45% 50%
Total Pré-Época Período Competitivo
40 A capacidade física Flexibilidade também registou um aumento no Período Competitivo, passando de 15% para 23%. Este aumento reflecte a necessidade de trabalhar esta capacidade física devido ao crescimento dos músculos, tendões, ligamentos e ossos que se registam na faixa etária em que se encontravam os jogadores que compunham a equipa.
Exercícios Específicos de Preparação Geral
Nesta categoria incluiram-se os tempos dispendidos na realização de exercícios descontextualizados, que se baseiam em exercícios que na sua construção e aplicação não se tem em conta as diferentes realidades situacionais que o jogo de Futebol engloba, exercícios para a manutenção da posse de bola, que, como o próprio nome indica visam criar e promover condições favoráveis para a circulação e manutenção da posse de bola de forma segura, exercícios em circuito, sendo constituídos por um conjunto, mais ou menos alargado, de estações metodológicas e estrategicamente colocadas no espaço de treino e diferenciadas pela execução de acções motoras de carácter específico ou não específico e exercícios lúdico recreativos, cujo objectivo é o de promover o aperfeiçoamento técnico dos jogadores, bem como o fortalecimento do espírito de grupo e diminuição das tensões que derivam de situações pré ou pós-competição.
Exercícios Específicos de Preparação Geral TOTAL (Min.) %
Descontextualizados 348 36
Manutenção da Posse de Bola 493 50
Circuito 98 10
Lúdico-Recreativos 38 4
Tabela 3 – Distribuição dos Tempos de Treino para os Exercícios Específicos de
41 Os resultados obtidos indicam que, relativamente aos Exercícios Específicos de Preparação Geral, ao longo da época desportiva, os exercícios para a manutenção da posse de bola centraram-se como o tipo de exercício mais utilizados dentro desta categoria, correspondendo a 50% do tempo dispêndido nesta. Os valores obtidos relacionam-se com o facto de que com este tipo de exercícios seja possível promover e resolver algumas situações básicas que o jogo de Futebol apresenta, de forma simplificada, podendo desta forma potenciar as inter-relacões entre os jogadores que compôem a equipa. Os exercícios descontextualizados foram aplicados em cerca de 36% do tempo dispêndido em Exercícios Específicos de Preparação Geral, cabendo-lhe o segundo lugar na distribuição dos tempos de treino nesta categoria. Este tipo de exercícios permite o isolamento de comportamentos motores específicos a executar, não tendo em conta as realidades situacionais em que se desenrola o jogo do Futebol, tendo sido utilizados ao longo da época desportiva fundamentalmente como forma de aquecimento para a parte principal da sessão de treino.
Os restantes exercícios pertencentes a esta categoria, Exercícios em Circuito e Lúdico-Recreativos, corresponderam a 10% e 4%, respectivamente. No primeiro caso procura-se potenciar um trabalho de cariz mais individualizado, tendo ao longo da época desportiva sido utilizado predominantemente para o desenvolvimento da capacidade física Força, numa vertente Físico-Técnica. No segundo caso, com a utilização destes exercícios procura-se promover o aperfeiçoamento técnico dos jogadores e a redução das tensões competitivas, tendo sido utilizados durante a época desportiva em situações em que a equipa se encontrava algo desmoralizada devido aos resultados menos satisfatórios.
Comparando os resultados obtidos entre o Período Pré-Competitivo e Competitivo, verifica-se que houve um decréscimo do tempo dispêndido em exercícios descontextualizados, passando este de 43% para 34%, justificando-se esta diminuição com o facto de no período competitivo se terem procurado utilizar outros tipos de exercícios para
0% 10% 20% 30% 40% 50% 60%
Descontextualizados Manutenção da Posse de Bola
Circuito Lúdico-Recreativos
Total Pré-Época Período Competitivo
42 uma preparação mais adequada dos jogadores e da equipa para a competição. Pelo contrário, os exercícios para a manutenção da posse de bola registaram um aumento significativo, de 34% para 55%, do tempo dispêndido na categoria de Exercícios Específicos de Preparação Geral. Este aumento deve-se ao facto deste tipo de exercícios permitirem resolver algumas situações básicas que o jogo de Futebol apresenta, possibilitando o desenvolvimento das inter-ligações entre os jogadores, como já foi referido anteriormente. Quanto aos exercícios em circuito, registaram um decréscimo substancial na sua utilização, passando de 23% no Período Pré-Competitivo para 6% no Período Competitivo. Esta redução de utilização deste tipo de exercícios no Período Competitivo justifica-se com o facto de que neste período se pretendeu dar primazia ao trabalho colectivo, de forma a preparar a equipa para a competição e tendo este tipo de exercícios um carácter mais individualizado, a redução da sua utilização foi uma realidade. Os exercícios lúdico-recreativos apenas foram utilizados durante o Período Competitivo e de forma residual, uma vez que a sua utilização, no nosso entender, apenas era justificável no sentido de promover um clima positivo dentro do grupo, perante o aparecimento de uma série de resultados menos positiva.
Exercícios Específicos de Preparação
Esta categoria de métodos de treino visa promover a adaptação dos jogadores à especificidade da modalidade de Futebol, bem como a adaptação destes ao Modelo de Jogo adoptado, permitindo a elevação do rendimento dos jogadores e da equipa, perfilando-se como o núcleo central da preparação destes. Esta categoria está subdividida em exercícios de finalização, exercícios metaespecializados, exercícios padronizados, exercícios para sectores de jogo, exercícios para situações fixas de jogo e exercícios competitivos.
Exercícios Específicos de Preparação TOTAL (Min.) %
Finalização 271 11
Metaespecializados 309 12
Padronizados 114 5
Sectores 484 19
Situações Fixas de Jogo 113 4
Competitivos 1229 48
Tabela 4 – Distribuição dos Tempos de Treino pelos Exercícios Específicos de
43 Os resultados obtidos para a categoria de Exercícios Específicos de Preparação identificam os exercícios competitivos como o tipo de exercício utilizado em maior escala nesta categoria, totalizando 48% do volume total dispêndido. A prática de jogo permite expôr os jogadores à realidade e especificidade que a modalidade de Futebol apresenta, ao mesmo tempo que possibilita ao treinador pôr em prática o plano estratégico-táctico definido para o jogo seguinte, avaliando-o e se necessário ajutando-o. Os valores obtidos para este tipo de exercícios justificam-se com a sua estrita utilização numa das sessões de treino que compunham o microciclo semanal da equipa, onde era realizado um treino conjunto com uma das outras equipas do clube, onde se pretendia, por um lado dotar os jogadores menos utilizados em competição de minutos de prática de jogo e por outro lado testar o plano estratégico-táctico definido para o jogo seguinte.
Os exercícios metaespecializados corresponderam a 12% do tempo de treino para esta categoria de exercícios. Estes valores ficam um pouco aquém daquilo que tínhamos idealizado, uma vez que consideramos este tipo de exercícios de grande importância para a adequada preparação dos jogadores e da equipa para a competição. Talvez o tempo dispêndido com exercícios competitivos tenha de alguma forma impossibilitado a realização em maior escala deste tipo de exercícios, algo que fica para referência futura.
Com a utilização dos exercícios padronizados pretende-se estabelecer formas de organização com o intuito de moldar e coordenar os comportamento e interacções entre os jogadores. A sua utilização ao longo desportiva centrou-se nos 5% do tempo total dispêndido nos Exercícios Específicos de Preparação. Ainda que reconheçamos a importância que este tipo de exercícios apresenta na promoção da coordenação táctico-técnica da equipa, a sua
0% 10% 20% 30% 40% 50% 60%
Total Pré-Época Período Competitivo
44 utilização teve uma significância residual no processo de treino da equipa, sendo utilizados como forma de aquecimento para a parte principal da sessão de treino ou como introdução a um exercício de carácter mais complexo.
Os exercícios para sectores de jogo foram utilizados em 19% do volume total desta categoria de métodos de treino. Este tipo de exercícios visa articular e sincronizar as acções e interligações que se pretendem estabelecer entre os vários sectores de jogo da equipa. Durante a época desportiva, este tipo de exercícios foi utilizado no sentido de promover nos jogadores e na equipa os comportamentos que se pretendiam, ao nível sectorial e intersectorial, em cada uma das fases do jogo, de acordo com o Modelo de Jogo adoptado. Os valores obtidos, à semelhança daquilo que foi registado para os exercícios metaespecializados, situam-se um pouco aquém daquilo que era esperado, uma vez que atribuímos também uma importância significativa a este tipo de exercícios na preparação desportiva de uma equipa. Parece-nos que a utilização em grande escala dos exercícios competitivos acabou por retirar “espaço” a este tipo de exercícios, o que não era de todo o pretendido pela equipa técnica para o processo de treino.
O trabalho das situações fixas de jogo, como os pontapés de canto, pontapés livres ou grandes penalidades, parece-nos importante uma vez que cada vez mais os jogos de Futebol são definidos neste tipo de lances. No entanto, no nosso entender, o tempo dispêndido na sua utilização no processo de treino da equipa não deverá ser excessivo, sob pena de se descurar os aspectos centrais do jogo colectivo da equipa. Os resultados obtidos identificaram a utilização deste tipo de exercícios em 4% do volume total dispêndido em Exercícios Específicos de Preparação, ao longo da época desportiva, o que indica uma utilização residual, mas no nosso entender foi o tempo suficiente para que os pressupostos inerentes a este tipo de lances de acordo com o Modelo de Jogo Adoptado fossem satisfatoriamente apreendidos pelos jogadores e equipa.
Comparando agora os valores obtidos nesta categoria para os Períodos Pré- Competitivo e Competitivo, verifica-se um aumento de 3% para 13%, nos exercícios de finalização. A justificação para este aumento advém da importância que a acção de finalização representa no jogo de Futebol, necessitando de ser exercitada com maior significância aquando do período em que a competição se realiza.
Os exercícios metaespecializados sofreram um decréscimo de 16% para 11%, no Período Competitivo. O aumento do tempo dispêndido com exercícios competitivos veio retirar tempo de exercitação deste tipo de exercícios, à semelhança do que aconteceu com os exercícios para sectores de jogo, sofrendo uma redução de 32% no Período Pré-Competitivo
45 para 15% no Período Competitivo. A redução destes dois tipos de exercícios está relacionada com utilização estrita de exercícios competitivos numa das sessões de treino semanais da equipa no Período Competitivo, não estando esta redução planeada no início da temporada, uma vez que atribuímos grande importância a estes dois tipos de exercícios na preparação de uma equipa de Futebol e como tal acreditamos que a sua utilização permitirá aumentar os seus níveis de desempenho. Fica para referência futura a necessidade de analisar com maior atenção este aspecto, no sentido de dotar de maior qualidade e organização o processo de treino.
Registou-se um decréscimo de um ponto percentual em relação aos exercícios para situações fixas de jogo para o Período Competitivo comparativamente com o Período Pré-